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Etiqueta: ambiente

  • Reciclagem de telemóveis

    Reciclagem de telemóveis

    A sustentabilidade e a inovação tecnológica são dois pilares fundamentais para o futuro do nosso planeta.

    Bruno Borges, CEO da iServices, partilhou com a Green Savers conhecimentos valiosos sobre como a sua empresa está a liderar pelo exemplo no mercado de reparação de dispositivos móveis.

    A iServices, reconhecida como a melhor empresa de reparação multimarca em 2023, não só repara telemóveis mas também os recondiciona, realizando mais de 40 testes para assegurar a qualidade dos equipamentos recondicionados.

    Esta prática não só oferece aos clientes dispositivos de topo a preços acessíveis mas também promove a economia circular e a sustentabilidade.

    Em 2023, a iServices conseguiu evitar que 43 toneladas de dispositivos se tornassem lixo eletrónico, o que por sua vez preveniu a emissão de 17,5 mil toneladas de dióxido de carbono e economizou uma quantidade de água equivalente a 12 piscinas olímpicas.

    A estratégia de sustentabilidade da empresa baseia-se numa política de 4R’s: Reparar, Recondicionar, Reutilizar e Retomar. Além disso, a iServices está comprometida com um plano de gestão de resíduos responsável e com a transição para uma frota de veículos totalmente elétrica.

    A entrevista completa com Bruno Borges revela mais sobre as iniciativas de sustentabilidade e responsabilidade social da iServices, e pode ser lida na íntegra na Green Savers.A sustentabilidade e a inovação tecnológica são dois pilares fundamentais para o futuro do nosso planeta.

    Bruno Borges, CEO da iServices, partilhou com a Green Savers insights valiosos sobre como a sua empresa está a liderar pelo exemplo no mercado de reparação de dispositivos móveis.

    A iServices, reconhecida como a melhor empresa de reparação multimarca em 2023, não só repara telemóveis mas também os recondiciona, realizando mais de 40 testes para assegurar a qualidade dos equipamentos recondicionados. Esta prática não só oferece aos clientes dispositivos de topo a preços acessíveis mas também promove a economia circular e a sustentabilidade.

    Em 2023, a iServices conseguiu evitar que 43 toneladas de dispositivos se tornassem lixo eletrónico, o que por sua vez preveniu a emissão de 17,5 mil toneladas de dióxido de carbono e economizou uma quantidade de água equivalente a 12 piscinas olímpicas.

    A estratégia de sustentabilidade da empresa baseia-se numa política de 4R’s: Reparar, Recondicionar, Reutilizar e Retomar. Além disso, a iServices está comprometida com um plano de gestão de resíduos responsável e com a transição para uma frota de veículos totalmente elétrica.

    A entrevista completa com Bruno Borges revela mais sobre as iniciativas de sustentabilidade e responsabilidade social da iServices, e pode ser lida na íntegra na Green Savers.

  • Dia Aberto na Reserva do Sapal

    Dia Aberto na Reserva do Sapal

    O programa estende-se entre 9:00 e as 17:30 horas sede e Centro de Interpretação da Reserva Natural, no Sapal de Venta Moinhos, concelho de Castro Marim. As atividades são gratuitas, com inscrição prévia, para algumas delas.

    Este Dia Aberto tem por fim proporcionar uma experiência completa e familiar com múltiplas atividades, tais como amarcha-passeio, o passeio de BTT, observação de aves, tiro com arco, zumba, mini passeios de cavalo, entre outras propostas.

    O programa inclui uma Feira de Produtos Tradicionais, com as melhores iguarias e artesanato da região, e num dia direcionado à sustentabilidade e prática de hábitos saudáveis. É ainda possível fazer rastreios gratuitos à glicemia e tensão arterial.

    O Dia Aberto será, também, dinamizado por grupos das escolas de dança ABC, ARUTLA e Conservatório Regional de Vila Real de Santo António (VRSA), bem como pelas muitas atividades do Grupo de Escoteiros n.º 60 e Agrupamento 1370 de VRSA. O dia termina em festa, com um concerto pelos SUGALAND-Band.

    A Observação de Aves, o passeio de BTT e a Marcha-Passeio, estão sugeitas a inscrição até ao próximo dia 11 de abril.

    A organização do evento é da Comissão de Cogestão da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António, da qual faz parte a Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL).

    A Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António, prestes a celebrar 50 anos, foi criada em 1975 eestá localizada no Sudeste algarvio, junto à foz do Rio Guadiana, abrangendo uma área de 2.307,99 hectares.

    Engloba sapais salgados, corpos de água salobra, salinas e esteiros que se estendem pelos concelhos de Castro Marim e de Vila Real de Santo António, abrigando um elevado número de espécies faunísticas e florísticas.

    Esta zona húmida de importância internacional foi a primeira reserva natural a ser criada em Portugal, na sequência da Revolução de Abril, no ano de 1975, no governo do general Vasco Gonçalves.

  • Cal para todos em Odeleite

    Cal para todos em Odeleite

    Para beneficiarem da oferta, os interessados devem contactar a autarquia, que, com o seu gesto pretende manter a autenticidades dos lugares, a recuperação do seu uso é aportar um contributo para a educação ambiental.

    A cal tem propriedades bactericidas, evitando o bolor, nesta já «longa e comprovada tradição que vem do tempo da ocupação romana.

    Pintar paredes com cal é caiar, técnica ancestral que é mais económica e sustentável, salienta a Junta de Freguesia de Odeleite.

  • A UE e a regeneração dos portos

    A União Europeia (UE) reconhece a importância vital dos portos fluviais e marítimos para o comércio e a economia dos seus Estados-Membros. Com uma visão estratégica para 2030, a UE está comprometida em contribuir significativamente para a regeneração e sustentabilidade destas infraestruturas essenciais.

    Os portos são pontos nevrálgicos para o comércio, com 74% do comércio externo de mercadorias da UE e 37% do tráfego intra-UE de mercadorias a passarem por eles. Além disso, são responsáveis por um impacto económico significativo, contribuindo diretamente para o emprego, o investimento interno e o crescimento do PIB.

    A estratégia da UE para os portos inclui uma série de medidas que visam não só a regeneração física das infraestruturas, mas também a melhoria do desempenho ambiental. A proposta prevê uma maior flexibilidade para se ter em conta o desempenho ambiental dos portos, incentivando a utilização de tecnologias ecológicas nos navios e nas infraestruturas portuárias.

    Além disso, a UE está atenta aos desafios ambientais enfrentados pelo setor marítimo. Um relatório da Agência Europeia do Ambiente destaca os progressos realizados no sentido da sustentabilidade e sublinha a necessidade de mais esforços para preparar a procura crescente e garantir o bem-estar dos ecossistemas e zonas costeiras.

    A Estratégia Nacional para o Mar 2021-2030 de Portugal, por exemplo, reflete o compromisso da UE com a gestão sustentável dos seus recursos marítimos, que constituem uma parte significativa das águas marinhas sob jurisdição dos Estados-Membros da UE.

    Em suma, a UE está a tomar medidas proativas para assegurar que os portos fluviais e marítimos dos países membros sejam regenerados de forma sustentável, contribuindo para o crescimento económico e a criação de emprego, ao mesmo tempo que se protege o ambiente e se promove a sustentabilidade a longo prazo.

    Uma cor­re­ção cli­má­tica chega por bar­caça
    Para redu­zir as emis­sões de car­bono nas auto-estra­das, a Europa está a recor­rer a uma solu­ção cen­te­ná­ria
    POR LIZ ALDERMAN · 30 mar 2024

    Enquanto a luz pálida da manhã tre­me­lu­zia pelo Sena, o Capi­tão Freddy Badar diri­gia a sua enorme bar­caça flu­vial, Le Bosphore, pas­sando por pito­res­cas aldeias da Nor­man­dia e bos­ques cer­ca­dos de neve, esta­be­le­cendo um curso para Paris.
    A bordo esta­vam con­ten­to­res cheios de mobi­li­á­rio, elec­tró­nica e ves­tu­á­rio car­re­ga­dos na noite ante­rior de um car­gueiro que atra­cara em Le Havre, o porto marí­timo do Norte de França.
    Se a carga con­ti­nu­asse por estrada, 120 cami­ões teriam obs­tru­ído as auto-estra­das. A uti­li­za­ção do Le Bosphore e da sua tri­pu­la­ção de qua­tro pes­soas impe­diu a entrada de tone­la­das de emis­sões de car­bono na atmos­fera.
    “O rio é parte de uma solu­ção mais ampla para um trans­porte mais limpo e o meio ambi­ente”, disse o Capi­tão Badar, com os olhos exa­mi­nando outros navios que trans­por­tam mer­ca­do­rias para cima e para baixo do Sena. “Mas há muito mais que pode­rí­a­mos estar fazendo.”
    À medida que a União Euro­peia inten­si­fica a sua bata­lha con­tra as alte­ra­ções cli­má­ti­cas, tem de des­car­bo­ni­zar o trans­porte de mer­ca­do­rias, res­pon­sá­vel por um quarto das emis­sões glo­bais de gases com efeito de estufa.
    Para lá che­gar, volta-se para uma solu­ção cen­te­ná­ria: os seus rios. Com 23.000 milhas (37.000 qui­lô­me­tros) de vias nave­gá­veis que abran­gem a União Euro­peia, as auto­ri­da­des vêem um enorme poten­cial para aju­dar a levar cami­nhões — A maior fonte de emis­sões de frete — para fora das estra­das. O acordo Verde Euro­peu, o plano de des­car­bo­ni­za­ção da União Euro­peia, trans­for­ma­ria os rios em auto-estra­das e dupli­ca­ria o trá­fego de bar­ca­ças até 2050.
    Há muito espaço para melho­rias. Actu­al­mente, os rios trans­por­tam menos de 2% do frete da Europa. Em com­pa­ra­ção, cerca de 6,5 milhões de cami­ões atra­ves­sam as estra­das da Europa, repre­sen­tando 80% do trans­porte de mer­ca­do­rias. Os cami­nhos-de-ferro repre­sen­tam cerca de 5%.
    Para que os rios movi­men­tem mais trá­fego, grande parte da infra-estru­tura flu­vial da Europa, com déca­das de exis­tên­cia, inclu­indo por­tos e eclu­sas, terá de ser melho­rada. Um pla­neta em aque­ci­mento con­tri­bui para o Desa­fio: as secas dos últi­mos anos ater­ra­ram alguns trans­por­tes no Reno e repre­sen­tam ris­cos para o Sena.
    Embora o Sena não seja o rio mais tra­fi­cado da Europa — ou seja, o Reno, que atra­vessa a Ale­ma­nha e os Paí­ses Bai­xos—, a ambi­ção é trans­formá-lo num dos prin­ci­pais cen­tros expe­ri­men­tais para a tran­si­ção cli­má­tica.
    “Esta­mos a tra­ba­lhar numa trans­for­ma­ção para fazer com que as empre­sas mudem mas­si­va­mente as suas rotas logís­ti­cas”, disse St,
    o pre­si­dente do prin­ci­pal ope­ra­dor por­tu­á­rio de França, Haropa, que está a inves­tir mais de 1 mil milhões de euros (ou 1,1 mil milhões de dóla­res) no esforço do Sena.
    ATRAIR TRÁFEGO PARA O RIO
    Antes de Par­tir De Le Havre para Paris, quando uma forte neve caiu no escuro, a tri­pu­la­ção do Le Bosphere emba­lou os con­têi­ne­res fir­me­mente no porão de carga, veri­fi­cando um mani­festo enquanto um guin­daste de pór­tico balan­çava sobre a cabeça.
    Le Bosphore, parte de uma frota de 110 bar­ca­ças admi­nis­trada pela Soges­tran, A maior empresa de trans­porte flu­vial da França, seguirá para Gen­ne­vil­li­ers, um porto a cinco milhas de Paris que é um cen­tro de dis­tri­bui­ção para os 12 milhões de con­su­mi­do­res da região da capi­tal. A via­gem levará cerca de 30 horas.
    O Sena pode trans­por­tar muito mais bar­ca­ças como o Le Bosphore, que é mais longo do que um campo de fute­bol e eco­no­miza 18.000 via­gens de cami­nhão por ano entre Le Havre e Paris. O governo espera atrair qua­tro vezes mais carga para o rio do que as 20 milhões de tone­la­das métri­cas que lida agora a cada ano.
    Para o con­se­guir, a Haropa tem vindo a ace­le­rar a expan­são do porto de Le Havre, que fica na foz do Sena, numa ten­ta­tiva de atrair navios dos por­tos mai­o­res de Roter­dão, nos paí­ses bai­xos, ou de Antu­ér­pia, na Bél­gica. A carga depo­si­tada nes­ses por­tos é então trans­por­tada para França em cami­ões.
    Em seus outros cinco ter­mi­nais por­tu­á­rios no Sena, Haropa está adi­ci­o­nando esta­ções elé­tri­cas que per­mi­tem que os navios se conec­tem enquanto anco­ra­dos, em vez de ope­rar moto­res.
    Embora grande parte da frota de bar­ca­ças da Europa ainda seja movida a die­sel, uma pequena mas cres­cente parte está sendo adap­tada para bio­com­bus­tí­veis. Bar­cos elé­tri­cos estão che­gando ao mer­cado. Estão tam­bém a ser desen­vol­vi­dos pro­tó­ti­pos de bar­ca­ças movi­das a hidrogé­nio.
    Empre­sas como a Ikea e as start-ups de trans­por­tes flu­vi­ais estão a aju­dar a impul­si­o­nar o movi­mento. Eles estão desen­vol­vendo ser­vi­ços de entrega de última milha sem car­bono para atrair os con­su­mi­do­res — e para se ante­ci­par às rígi­das regras ambi­en­tais que as cida­des euro­peias estão impondo para limi­tar veí­cu­los pesa­dos e polu­en­tes.
    UMA CADEIA DE”TRANSPORTES MAIS LIMPOS”
    Oito horas depois de nave­gar de Le Havre, Le Bosphore parou em Rouen, uma grande parada para carga flu­vial de e para Paris. Por volta das 10h, uma nova tri­pu­la­ção de qua­tro pes­soas, lide­rada pelo Capi­tão Badar, embar­cou para um turno de uma semana, e a via­gem para Paris foi reto­mada.
    O trá­fego de bar­ca­ças no Sena aumen­tou ape­nas 5% em rela­ção a uma década atrás. Enquanto o governo está ten­tando pro­je­tar uma ace­le­ra­ção,” os rios foram negli­gen­ci­a­dos por muito tempo”, disse o Capi­tão Badar, a ter­ceira gera­ção de capi­tães de bar­cos flu­vi­ais de sua famí­lia.
    Ele está entre uma raça rara. Mui­tos capi­tães de bar­cos flu­vi­ais na Europa estão a apro­xi­mar-se da Idade da reforma e há uma escas­sez de pes­soal qua­li­fi­cado, um pro­blema que corre o risco de tra­var o cres­ci­mento espe­rado do trá­fego flu­vial.
    Durante sécu­los, obser­vou o Capi­tão Badar, os rios eram pra­ti­ca­mente a única maneira de trans­por­tar mer­ca­do­rias pela França: o antigo sím­bolo de Paris é um barco. Mas as vias nave­gá­veis caí­ram em desuso quando cami­nhões e trens domi­na­ram o trans­porte no século 20, espe­ci­al­mente após a Segunda Guerra Mun­dial, quando as rodo­vias e fer­ro­vias se expan­di­ram por todo o con­ti­nente.
    Os gover­nos apoiam essas indús­trias” por­que têm lob­bies e sin­di­ca­tos pode­ro­sos”, disse o Capi­tão Badar, pas­sando por um cas­telo medi­e­val cons­tru­ído por Ricardo Cora­ção de Leão enquanto o sol ilu­mi­nava o céu da tarde.
    “Agora esta­mos come­çando a falar sobre o meio ambi­ente, e seria melhor ver o rio como parte de uma cadeia mais ampla de trans­porte mais limpo.”
    ARMÁRIOS E GRÃOS DE CAFÉ
    Le Bosphore desem­bar­cou no porto de Gen­ne­vil­li­ers na manhã segu­inte, antes do ama­nhe­cer, atra­cando ao lado de outras bar­ca­ças car­re­ga­das de mer­ca­do­rias para empre­sas pari­si­en­ses. Uma grua des­car­re­gou três cama­das de con­ten­to­res do porão, colo­cando-os no cais, onde empi­lha­do­res os empi­lha­ram para o lado. Ape­sar da carga volu­mosa, o Le Bosphore con­su­miu o com­bus­tí­vel de ape­nas cerca de qua­tro cami­ões em toda a sua via­gem.
    Do outro lado do Porto, estava em curso uma expe­ri­ên­cia para tor­nar a última milha de entrega mais amiga do ambi­ente: um arma­zém gigan­tesco, cri­ado num acordo de 2022 entre a Haropa e a Ikea, a gigante sueca do mobi­li­á­rio, para criar uma forma neu­tra em car­bono de entre­gar mer­ca­do­rias uti­li­zando o Sena.
    Pale­tes emba­la­dos com armá­rios de cozi­nha e sofás Ikea, enco­men­da­dos on-line menos de 48 horas antes, foram car­re­ga­dos em uma bar­caça que os leva­ria ao cen­tro de Paris. Lá, eles seriam colo­ca­dos em cami­nhões elé­tri­cos e entre­gues aos cli­en­tes.
    O pro­cesso não está com­ple­ta­mente des­car­bo­ni­zado, mas o acordo per­mi­tiu à Ikea reti­rar o equi­va­lente a 6.000 cami­ões das ruas de Paris no ano pas­sado, disse Emi­lie Car­pels, direc­tora do pro­jecto River da Ikea.
    Outros empre­en­di­men­tos pre­ten­dem ser mais ino­va­do­res.
    A pri­meira bar­caça flu­vial movida a hidro­gê­nio da Europa, a Zulu, deve come­çar a ope­rar na pri­ma­vera. Pro­je­tado por Soges­tran, pode trans­por­tar até 320 tone­la­das métri­cas, ou o con­te­údo de cerca de 15 cami­nhões. “Esta­mos nos movendo em dire­ção a um futuro de trans­porte cada vez mais limpo”, disse Flo­rian Leva­rey, dire­tor do pro­jeto.
    Para a Flu­dis, uma start-up Fran­cesa, esse futuro já está pró­ximo. Seu pre­si­dente, Gil­les Manu­elle, fun­dou a empresa em torno de dois bar­cos que fun­ci­o­nam com bate­rias elé­tri­cas e uma frota de bici­cle­tas elé­tri­cas.
    Por volta da 7 numa manhã recente, uma dúzia de tri­pu­lan­tes car­re­gou uma das peque­nas bar­ca­ças com cai­xas de grãos de café, Papel de foto­co­pi­a­dora, Toa­lhas de cozi­nha e outros bens a serem entre­gues a bis­trôs e empre­sas fran­ce­sas. Enquanto o barco pas­sava silen­ci­o­sa­mente pelo Lou­vre para sua pri­meira des­cida, os tra­ba­lha­do­res a bordo car­re­ga­vam suas bici­cle­tas com ordens e cor­riam para as ruas assim que o capi­tão atra­cava.
    “Esta­mos come­çando peque­nos”, disse Manu­elle. “Mas são peque­nas solu­ções como esta que podem cres­cer muito mais e aju­dar a desem­pe­nhar um papel na rever­são do aque­ci­mento glo­bal.”
    De volta a Gen­ne­vil­li­ers, a tri­pu­la­ção do Le Bosphore encheu o porão agora vazio com pro­du­tos fran­ce­ses para expor­ta­ção: fari­nha, madeira ser­rada, bol­sas de luxo e cham­pa­nhe. Por volta das 2 da tarde, come­ça­ria um cru­zeiro de volta a Le Havre, onde a tri­pu­la­ção des­car­re­ga­ria e depois Come­ça­ria tudo de novo.
    “Eu sei há muito tempo que o rio era o meio de trans­porte mais eco­ló­gico”, disse o Capi­tão Badar, vol­tando ao leme. “Agora pre­ci­sa­mos que os for­mu­la­do­res de polí­ti­cas real­mente façam isso acon­te­cer”, acres­cen­tou. “O poten­cial é enorme.”
    Le Bosphore, uma bar­caça flu­vial, eco­no­miza 18.000 via­gens de cami­nhão por ano entre Le Havre e Paris.

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  • Hora do Planeta

    Hora do Planeta

    Neste ano a Hora do Planeta, uma iniciativa da WWF, que se assinala amanhã 23 de março, tem como finalidade incentivar as pessoas a irem além do gesto simbólico de desligar as luzes por 60 minutos.

    Está lançada uma campanha de «pequenas ações, grande impacto» com a qual os organizadores convidam a que cada cidadão realize, durante o apagão (ou durante o dia da iniciativa) uma ou várias atividades de que goste, de forma isolada ou coletiva, em prol do ambiente.

    A Hora do Planeta é o maior evento mundial dedicado à consciencialização para a proteção do ambiente, que vai ser realizado entre as 20:30 e as 21:30 horas, sempre em hora local, em mais de 190 países e territórios, o correspondente a 90% do mundo.

    O evento oficial da WWF decorre em Lisboa, no Mercado de Alvalade, a partir da 16:00 horas, e contará com animação, um concerto, workshops de sustentabilidade gratuitos e o desligar simbólico de um interruptor gigante.

    O objetivo é mostrar como as opções individuais contam e como todas elas somadas são a chave para garantir um futuro mais sustentável ao Planeta.

  • Transvases de água em Portugal abrem debate

    Transvases de água em Portugal abrem debate

    No entanto, a seca persistente no Sul do país, especialmente no Algarve, reacende o debate sobre a necessidade de transvasar água da barragem do Alqueva para o sistema Odeleite-Beliche.

    Para os agricultores do Algarve, a principal preocupação reside na necessidade de garantir água para rega, fundamental para a agricultura algarvia, especialmente durante a seca. A falta de água pode levar a perdas significativas nas colheitas e prejudicar a economia regional.

    A seca também afeta a população do Algarve, que rebe água do abastecimento público, com algumas zonas a sofrerem restrições no consumo de água e a ameaça de medidas de aumentos significtivos do preço por metro cúbico. O transvase poderia ajudar a aliviar a pressão sobre os recursos hídricos da região.

    Alguns ambientalistas adotaram uma posição moderada que, embora defenda o transvase, entende que devem ser tomadas medidas para minimizar o impacto ambiental, como a definição de caudais ecológicos mínimos nos rios e a monitorização da qualidade da água.

    A oposição ao transvase Alqueva-Odeleite-Beliche chega em especial de outros ambientalistas, mais preocupados com as consequências, receando que o transvase possa ter um impacto negativo no ecosistema do rio Guadiana e na albufeira do Alqueva, pondo em risco a fauna e flora aquática.

    A população alentejana teme que o transvase possa levar à diminuição da água disponível para a região, afetando a agricultura e o abastecimento público e uma parte dos especialistas em gestão da água entende que existem alternativas mais sustentáveis ao transvase, como a reabilitação de albufeiras, a modernização dos sistemas de rega e a sensibilização para o consumo responsável da água.

    Neste momento, está em estudo o Transvase Cabril-Tejo com a transferência de água da albufeira da barragem do Cabril para o rio Tejo, tendo sido, a água do Cabril, utilizada para compensar os caudais do Tejo e evitar a subida da cunha salina, demonstrando o potencial desta solução.

    Assim, o debate sobre os transvases de água em Portugal é complexo e envolve diversos fatores, desde as necessidades da agricultura e do abastecimento público até à preservação ambiental. Considera-se importante encontrar soluções que conciliem as diferentes necessidades e garantam a sustentabilidade dos recursos hídricos a longo prazo.

    O Algarve, nas soluções que vier a encontrar para a regular consinuidade do seu abastecimento deve analisar muito bem a capacidade das albufeiras do Algarve para armazenar água da chuva, o impacto do transvase na qualidade da água do rio Guadiana, o custo da construção e manutenção dos sistemas de transvase, a necessidade de uma política nacional de gestão da água abrangente e sustentável.

    A transparência do processo deve também ser apoiada em dados científicos, para que se possa tomar a melhor decisão para o futuro do Algarve e do País.

  • Recuperação do espaço verde da Quinta da Cerca

    Recuperação do espaço verde da Quinta da Cerca

    A obras são sustentadas por uma candidatura ao Fundo Ambiental, prevendo-se a criação de um circuito pedonal, uma zona de lazer e pic-nic, com mesas e bancos, além de outro mobiliário urbano e equipamentos de fitness.

    Eestão a ser plantadas espécies autóctones e instalado um sistema de rega com gestão por telemetria para reduzir os consumos de água, sistema que permite regar de forma totalmente remota e automática, através de uma plataforma de gestão de controladores no terreno, tornando a irrigação mais eficiente e racionalizando o consumo de água, com os menores custos possíveis.

    Os habitantes da urbanização da Quinta da Cerca e do concelho de Castro Marim terão ainda acesso a uma ilha de compostagem doméstica, onde poderão colocar os seus biorresíduos, no âmbito de uma aposta e de uma campanha de sensibilização do Município.

    Os biorresíduos são os resíduos biodegradáveis que são produzidos nas cozinhas, como cascas de fruta, legumes, carne, peixe e outros restos de comida.

  • Reserva do Sapal no Dia Mundial das Zonas Húmidas

    Reserva do Sapal no Dia Mundial das Zonas Húmidas

    O mote este ano é a influência destas zonas no bem-estar humano dá o mote à campanha deste ano. O Dia Mundial das Zonas Húmidas é comemorado todos os anos, com o objetivo de aumentar a consciencialização acerca destas zonas sob o lema “Zonas Húmidas: A sua importância na Biodiversidade, Alimentação e Saúde”.

    Vão ser realizadas palestras, haverá uma prova de sal, a apresentação oficial da APP Lost Stories, Folklore & History e, a terminar o programa, a libertação de uma ave.

    As atividades vão decorrer na Sede da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António e são gratuitas.

    Uma das principais mensagens da campanha deste ano é a de que o bem-estar humano está, irrevogavelmente, ligado ao estado das zonas húmidas do mundo. Dependemos desses ecossistemas que sustentam a vida, mas eles devem ser saudáveis se quisermos que continuem a fornecer-nos água e alimentos, a suportar a biodiversidade, a proporcionar meios de subsistência, a proteger-nos contra fenómenos meteorológicos extremos e a mitigar as alterações climáticas.

    Este dia, 02 de fevereiro, marca também o aniversário da Convenção sobre as Zonas Húmidas, adotada como tratado internacional em 1971.

    A foto é da autoria de Agostinho Gomes
  • Carga humana sobre as Grutas de Benagil em discussão pública

    Carga humana sobre as Grutas de Benagil em discussão pública

    Junto ao relatório, elaborado pelo Grupo de Trabalho das Grutas de Benagil, liderado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, I. P., podem ser encontrados os respetivos anexos.

    No dia 30 de agosto de 2023, por despacho conjunto dos Secretários de Estado da Defesa Nacional, do Turismo, Comércio e Serviços, do Mar, do Ambiente, da Conservação da Natureza e Florestas, da Administração Local e Ordenamento do Território e da Secretária de Estado das Pescas, foi criado o grupo de trabalho multidisciplinar denominado “Grupo de Trabalho das Grutas de Benagil”.

    Este grupo teve por missão de estabelecer a capacidade de carga humana e de determinar as condições de acesso às Grutas de Benagil, localizadas ao largo da Praia de Benagil, no concelho de Lagoa.

    Depois de cinco reuniões de concertação e diálogo entre todas as entidades, de membros daquele grupo e contributos escritos recebidos, foi elaborado um Relatório de Progresso, sistematizado pelo Centro de Ciências do Mar (CCMAR) da Universidade do Algarve, em articulação com a CCDR Algarve.

    Considera-se que «Dada a importância dos valores a preservar na Gruta de Benagil, mas também a relevância socioeconómica das atividades existentes no local», ser de interesse colocar o Relatório de Progresso e anexos na plataforma PARTICIPA, submetendo os referidos documentos a procedimento de consulta pública, bem como a realização dos ajustamentos que se venham a justificar nos documentos a submeter superiormente à Tutela, habilitando as decisões consideradas adequadas.

    Todos estão convidados a participar e a apresentar os seus contributos na plataforma PARTICIPA, colaborando desta forma para a criação de um modelo de gestão da visitação das Grutas de Benagil.

  • Life Desert-Adapt terminou

    Life Desert-Adapt terminou

    O desafio colocado pelas alterações climáticas e fenómenos meteorológicos extremos, tornou imperativo olhar com outros olhos para a gestão do uso do solo. Foi com base nestes pressupostos que, no âmbito do projeto, se experimentaram metodologias para combater a desertificação em explorações agrosilvopastoris e espaços florestais no Baixo Alentejo.

    O Relatório Não-Técnico e um resumo das muitas e diversas ações desenvolvidas ao longo do LIFE Desert-Adapt, está disponível em http://tinyurl.com/4v47xztr.

    A ADPM manifestou o seu agradecimento público aos proprietários das áreas-piloto que colaboraram, designadamente o Perímetro Florestal da Cabeça Gorda, na freguesia de Cabeça Gorda, a Sociedade Agrícola Vargas Madeira, de Mértola, a Sociedade Agrícola da Sobreira, da Herdade da Sobreira, em Serpa.

    A associação mostou-se també reconhecida a todos aqueles que mostraram interesse e participaram em ações do projeto e adiante que em breve surgirão novidades relativamente ao plano pós projeto e a novas iniciativas na mesma linha de trabalho!

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  • Azinheira centenária candidata a árvore do ano 2024

    Azinheira centenária candidata a árvore do ano 2024

    De notável porte e classificada como Árvore de Interesse Público em 1942, esta azinheira é um ponto de interesse e visita em São Brás de Alportel e acolhe com frequência piqueniques e convívios de são-brasenses e visitantes, realça a autarquia sambrazense que sobmeteu a candidatura.

    Conforme se pode ler no texto que a descreve no concurso, ao longo de dois séculos e meio, assistiu a petiscos, sorrisos, pedidos de namoro, a alegria das crianças e é parte da vida da comunidade. A votação nas árvores selecionadas realiza-se on-line até às 23:59 horas do dia 5 de janeiro de 2024 através do endereço: https://portugal.treeoftheyear.eu/vote .

    Os votos ficam secretos a partir do dia 31 de dezembro e o vencedor será anunciado no dia 10 de janeiro de 2024.

  • Fundeadouros na Ria Formosa começam na Culatra

    Fundeadouros na Ria Formosa começam na Culatra

    Segundo o diretor regional da Conservação da Natureza e Florestas do Algarve, Joaquim Castelão Rodrigues, ouvido pela agência Lusa, o objetivo é ordenar a ancoragem da náutica de recreio, de forma a preservar a zona lagunar, muito procurada durante o verão pela náutica de recreio. As manobras de ancoragem das embarcações causam impactos nos habitats, nomeadamente nas pradarias marinhas.

    Segundo o ICNF, o fundeadouro da ilha da Culatra é um dos 44 georreferenciados em 2009 no Plano do Parque Natural da Ria Formosa, cuja gestão e avaliação da capacidade de carga da ria cabe à Docapesca, à Agência Portuguesa do Ambiente e à Administração dos Portos de Sines e Algarve.

    A Ria Formosa é um sistema lagunar de grandes dimensões que se estende desde o Ancão até à Manta Rota, abrangendo cinco concelhos algarvios: Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António – e inclui uma grande variedade de habitats, nomeadamente ilhas-barreira, barras de maré, sapais, bancos de areia e de vasa, dunas, salinas, lagoas de água doce e salobra, cursos de água, áreas agrícolas e matas.

  • Parque Nacional de Doñana com apenas 2% da água

    Parque Nacional de Doñana com apenas 2% da água

    Jaime Velazques, em trabalho para a Euronews, anota que se está a retirar muito mais água do que realmente temos e que o último recenseamento revela que apenas metade das aves que habitualmente param nestes charcos chegou este ano, na migração de inverno.

    A redução da precipitação e a sobre-exploração do aquífero para o cultivo de frutos silvestres, em muitos casos através de poços ilegais, levaram o parque nacional à beira do colapso e a UNESCO a considerar retirar o reconhecimento de Doñana como Património Mundial.

    As autoridades espanholas decidiram apresentar um plano de 1,4 mil milhões de euros para salvar a zona húmida, o qual prevê a substituição de algumas das estufas por culturas de sequeiro ou a devolução do terreno ao seu estado original.

    Os agricultores dos arredores de Doñana podem vir a receber receberão até 100.000 euros por hectare pelo abandono das culturas, mas, segundo apurou o jornalista da Euronews, questionam o verdadeiro alcance da medida e asseguram que só a redução do volume de extração do aquífero fará com que a água volte a correr para Doñana.

    Créditos: Euronews
  • Parque Natural do Vale do Guadiana tem 28 anos

    Parque Natural do Vale do Guadiana tem 28 anos

    São duas semanas em que vão ser desenvolvidas atividades como exposições, observação de aves, caminhadas, webinars e ações de educação ambiental. Amanhã decorre o Dia Aberto do Parque Natural do Vale do Guadiana, a 23 de novembro, é assinalado o Dia da Floresta Autóctone e a 26 de novembro o Dia da Oliveira.

    O Parque Natural do Vale do Guadiana, abrange os concelhos de Mértola e de Serpa, estendendo-se por uma área de 69.6 hectares.

    Iniciativas:

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  • Passadiço do Barranco do Demo inaugurado

    Passadiço do Barranco do Demo inaugurado

    Esta infraestrutura amiga do ambiente foi cofinanciada pelos Fundos Europeus geridos na Região, está integrado no projeto de Valorização e Musealização do Castelo de Alferce, uma iniciativa da freguesia do Alferce, com o apoio do município de Monchique e do Programa Regional ALGARVE 2030, no âmbito do Plano de Ação de Desenvolvimento de Recursos Endógenos, PADRE.

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    O projeto dota, aquela freguesia do território serrano no Concelho de Monchique, de um «novo polo de atração turística como complemento à oferta de atividades e elementos de interesse para melhor conhecimento do território em causa, contribuindo para a fixação de população e combater o despovoamento humano, valorizar o património cultural material e imaterial e incutir nos jovens, nos idosos e na população em geral a sensibilização e o conhecimento sobre o património histórico-arqueológico e natural».

    Ministra passou a manhã em Silves


    Acompanhada pela presidente da Câmara Municipal de Silves, Rosa Palma, e pelo presidente da CCDR Algarve, Ana Abrunhosa visitou as obras da Escola Básica do 1.º Ciclo de Alcantarilha, alvo de remodelação e ampliação com apoios do Fundos Europeus. O equipamento escolar será dotado com capacidade para 100 alunos e melhores condições para alunos, professores e funcionários.

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    Após esta visita, visitou as obras em curso na Ciclovia / Ecovia de Silves, troço Armação de Pêra – Salgados,, incluído na operação Ciclovia / Ecovia do Litoral Sul, onde também está prevista a beneficiação dos troços de Tavira: Troços TV1, Limite Concelho – Tavira poente, TV3, Tavira – Cabanas e TV5, Cabanas – Limite Concelho nascente.

    Integrada no Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável (PAMUS), na tipologia «Construção de ciclovias ou vias pedonais», a intervenção no concelho de Silves, engloba um troço rural-natural ao longo da Praia Grande de Pêra, que se inicia na ponta nascente da malha urbana, e atravessa a Ribeira de Alcantarilha, onde se une com o passadiço existente na Lagoa dos Salgados, numa extensão de 3,40 Kms.

    O troço desenvolve-se em passadiço paralelamente ao cordão dunar, fazendo a ligação do concelho de Albufeira com a Vila de Armação de Pêra, potenciando um encurtamento de tempo que pode captar deslocações diárias para o modo ciclável de trabalhadores residentes nestas zonas turísticas de ambos os concelhos e será um marco na eliminação de pontos de acumulação de acidentes que envolvem peões e ciclistas.




  • Recolher plástico nas areias da Praia do Forte Novo

    Recolher plástico nas areias da Praia do Forte Novo

    Há uma consciência cada vez mais sobre a importância de preservar o Património Natural Algarvio e tornar a pegada ecológica positiva, inspirando a comunidade com práticas mais sustentáveis.

    O meeting place promove mais uma edição na Praia Forte Novo/Loulé, no dia 21 de outubro, entre as 09:00 e as 12:30 noras, e integra a Agenda da Semana de Educação Ambiental e Iniciativas de Voluntariado (SEIVA 2023).

    A campanha visa combater «os efeitos nefastos do plástico no meio ambiente, sobretudo nos mares, aves, animais marinhos e peixes, é cada vez mais algo de que vamos tomando consciência. De acordo com dados do Ministério do Ambiente, este material leva mais de 400 anos a decompor-se, por isso, grande parte ainda existe sob qualquer forma».

    Os responsáveis consideram a realidade é assustadora. «Os oceanos do mundo estão poluídos por uma “poluição de plástico” composta por cerca de 171 trilhões de partículas de plástico que, se reunidas, pesariam cerca de 2,3 milhões de toneladas, de acordo com um estudo realizado e publicado na revista cientifica Plos One por cientistas internacionais em março deste ano», sublinham.

    Ana Antunes, diretora do MAR Shopping Algarve, revela que o objetivo mais é «garantir a continuidade da iniciativa, reforçando o processo de sensibilização contínuo e alertando assim para a responsabilidade social, pois consideramos essencial criar um espírito de colaboração entre os parceiros na direção comum da preservação ambiental, inspirando também a população local para as boas práticas a ter em consideração quando realizam atividades na natureza e não só».

    Para este ano, pretende-se convidar 100 voluntários que procedam à recolha, separação e quantificação dos resíduos que

  • Aguas residuais regam golfe em Castro Marim

    Aguas residuais regam golfe em Castro Marim

    A conduta elevatória de encaminhamento da água tratada para os campos de golfe de Castro Marim, está integrada num sistema interceptor elevatório composto por 14 elevatórias e tem 33 Km de extensão, permitindo que esta ETAR receba efluentes de Altura, Praia Verde, Cabeço, São Bartolomeu, Junqueira, Monte Francisco e Casto Marim.

    O investimento ultrapassou os sete milhões de euros, cinco para a construção da conduta e dois para a estação elevatória, e ainda contou com um importante investimento realizado pelos empreendimentos turísticos.

    Estes têm consumos de água dependentes das barragens e com um volume que pode atingie o milhãode matros cúbicos. O agudizar da situação de seca, determinoum a constituição de um grupo de trabalho, por impulso da Câmara Municipal, com as Águas do Algarve e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

    O primeiro contrato de fornecimento de ApR – Água para Reutilização, aconteceu em julho deste ano entre a Águas do Algarve e o Castro Marim Golfe.

    Para além da rega aos dois empreendimentos e com vista à eficiência hídrica, Castro Marim está também a atuar no sentido de que a água reciclada seja aproveitada para outros fins, como a rega de jardins e a agricultura.

    Existem compromissos assumidos no sentido de garantir igual funcionamento para o Empreendimento de Almada D’Ouro, Corte Velho, e, no sistema litorale e para o empreendimento Verdelago.

  • Emissões zero previstas para 2050

    A Agência Internacional de Energia (AIE) considera que o mundo pode alcançar o objetivo de “emissões zero” no setor da energia em 2050, triplicando para 2030, a capacidade de produção das energias renováveis.

    A AIE publicou hoje a atualização da estratégia de 2021 no sentido de alcançar os objetivos em meados do século e limitar o aumento global das temperaturas a 1,5 graus. Para o organismo, apesar da “falta de ambição política e da cooperação” é possível que “os avanços dos últimos anos” possam ajudar a alcançar as metas inicialmente propostas.

    Deste modo, a AIE concentra-se em estratégias que visam triplicar em 2030 a capacidade de produção mundial de energias renováveis; duplicar o ritmo anual do aumento das melhorias de eficiência energética, incrementar a venda de veículos elétricos e promover as medidas com vista ao corte das emissões de gás metano (do setor energético) em 75%.

    Estas estratégias têm como base tecnologias que já existem e que “já demonstraram rentabilidade” face aos cortes de emissões e que podem garantir a redução de mais de 80% de reduções necessárias até ao final da década, indica a AIE.

    Os investimentos globais devem multiplicar-se no início da próxima década para que se mantenha o ritmo da redução de emissões.

    Visto em Greensavers
  • Defesa da «Linaria algarviana» na rejeição da proposta da Finalgarve

    Defesa da «Linaria algarviana» na rejeição da proposta da Finalgarve

    Tal acórdão tem a ver com «uma situação que teve início com a submissão, em fevereiro de 2013, de um pedido de Avaliação de Impacto Ambiental do projeto de obras de urbanização em fase de estudo prévio».

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, em articulação com o Ministério do Ambiente e Ação Climática, com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e o Município de Silves, encontram-se a avaliar e analisar o acórdão.

    O que se encontra sob litigância, é a emissão de uma Decisão de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução (DCAPE) de sentido “não conforme” no dia 13 de Julho de 2018.

    A CCDR agiu tendo em conta que a «Linaria algarviana é uma espécie protegida ao abrigo do anexo II e anexo IV da Diretiva Habitats, apresentando uma categoria de risco de extinção em Portugal de “quase ameaçada”, segundo os critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), ao qual o Estado Português se encontra vinculado».

    Na nota emitida, é aproveitada a oportunidade para referir que, «desde a decisão de “não conformidade” emitida em 2017, o proponente apresentou diversos relatórios das prospeções efetuadas sobre a distribuição da Linaria algarviana, os quais confirmaram a existência da ocorrência desta espécie no local».

    Em 20 de janeiro de 2022, foram apresentados novos Relatórios de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução (RECAPE), relativo ao Projeto de Infraestruturas e do Hotel da UE 1 do PP da Praia Grande, tendo sido emitida Decisão de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução (DCAPE) de sentido não conforme em7 de Junho de 2022

  • Seis garrafas de litro com beatas

    Seis garrafas de litro com beatas

    As 112 famílias voluntárias que aderiram à eco ação «Caça à Beata» que decorreu, em quatro praias galardoadas com bandeira azul, no concelho de Tavira, Cabanas, Ilha de Tavira, Terra Estreita e Barril, recolheram seis garrafas de litro com beatas de cigarro, atiradas para a areia pelos utentes.

    A iniciativa teve cariz lúdico-ambiental e pretendeu sensibilizar os banhistas para o não abandono de pequenos resíduos em espaço público, nomeadamente, beatas, bem como premiar quem colabora na prevenção e defesa do meio ambiente.

    A ação surgiu no âmbito dos compromissos assumidos com a ABAE – Associação Bandeira Azul da Europa em termos de educação e sensibilização ambiental e contou com a colaboração da empresa municipal TaviraVerde. Teve também o apoio dos concessionários, das empresas de transporte marítimo-turístico, fluvial e do transporte turístico facultado pelo Aldeamento Pedras d’ El Rei.

    Fonte: Município de Tavira