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Etiqueta: ambiente

  • ICNF trata e liberta águia imperial Ibérica no Vale do Guadiana

    ICNF trata e liberta águia imperial Ibérica no Vale do Guadiana

    O imaturo foi batizado de Torto. Era uma das crias resgatadas pela equipa do ICNF com a colaboração da Liga para a Proteção da Natureza (LPN) e da empresa JJTomé. Em comunicado, o ICNF explica que a ave esteve em recuperação no Centro de Recuperação de Animais Silvestres da Câmara Municipal de Lisboa ao qual chegou com ferimentos num dos olhos, tendo sido alvo de tratamentos diversos que visaram a sua recuperação.

    Após a nota de alta, foi planeada a sua libertação. A Fundacion CBD-Hábitat, de Espanha, cedeu um emissor GPS/GSM, com o objetivo de monitorizar a sua adaptação ao meio natural.

    Desde 2004 que os Governos português e espanhol trabalham em colaboração conservar esta espécie. Até à atualidade têm vindo a ser desenvolvidos trabalhos de monitorização dos territórios em que a espécie ocorre em Portugal Continental.

  • Qualidade do Ar em Webinar da CCDRA

    Qualidade do Ar em Webinar da CCDRA

    Esta iniciativa decorre entre as 10:00 e as 12:00 horas, integrada num ciclo de sessões Informativas dinamizadas no âmbito do Programa de Ação da Agenda Regional de Transição para a Economia Circular (AREC).

    Os promotores pretendem a caracterização da situação de referência quanto à qualidade do ar da região e a sua relação com a atividade económica, bem como divulgar as ações da CCDR Algarve enquanto autoridade regional integrada na estratégia nacional de combate à poluição atmosférica.

    A sessão destina-se a decisores e técnicos municipais, agentes turísticos e investigadores, apesar do interesse geral que concita. Para além da apresentação do potencial de circularidade e o impacto das emissões na região do Algarve, a cargo da Direção de Serviços de Ambiente, o organismo regional pretende «dar a conhecer a estratégia nacional de combate à poluição do ar, e algumas das iniciativas de investigação que lhe estão associadas». Participam pela Agência Portuguesa do Ambiente, Dília Jardim e Cláudia Martins e pela Universidade de Aveiro Ana Miranda .

    A presidência da CCDRA abre o Webinar.

  • Novos pinheiros mansos no caminho dos «Três Pauzinhos»

    Novos pinheiros mansos no caminho dos «Três Pauzinhos»

    O Gabinete Técnico Florestal, da câmara municipal de Vila Real de Santo António, em parceria com Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, concluiu a plantação de 150 pinheiros mansos na Mata Nacional das Dunas Litorais de Vila Real de Santo António e Monte Gordo.

    As árvores, tiveram origem no viveiro florestal de Monte Gordo, tendo sido plantadas nas imediações do Caminho dos Três Pauzinhos, zona pedonal e de lazer e também de acesso à Praia de Santo António.

    Conceição Cabrita, presidente da câmara local esteve presente nos trabalhos de plantação e conservação efetuados pelo corpo de Sapadores Florestais de VRSA, de acordo com o plano florestal definido.

    De forma a garantir o sucesso da ação de reflorestação, os pinheiros agora plantados serão objeto de manutenção e rega periódica, estando prevista uma segunda fase de cultivo durante o ano de 2022.

  • Opinião: Temos de salvar a vida

    Opinião: Temos de salvar a vida

    José Estêvão Cruz

    Sim, é necessário dizer a hora e o número completo de mortos. São pessoas que desapareceram por causa de uma doença. Deixam atrás de si o vazio da perda, para além do receio de que alguém, próximo de nós ou mesmo nós próprios, apesar dos cuidados, possa vir também afetado.

    É uma tragédia que afeta toda a gente em todo o Mundo e por tal se diz pandémica. Pior, ainda não acabou. Se é certo que foram recuperadas da doença 40.575.920 seres humanos, neste momento ainda estão em luta com este microscópico ser que apenas é alguém dentro de nós,16.648.353 pessoas. Destas, 102.476 estão às portas da morte.

    Os números de hoje em Portugal não foram ainda divulgados, mas, tal como ontem, não será coisa que nos poderemos gabar, mesmo sob pesado confinamento e muita polémica entre nós sobre o que devemos e não devemos fazer, mais criada pelo medo e pelo oportunismo político que pela razão serena e fria, tão necessária nesta ocasião.

    Se temos de aceitar que nos metam em casa e imobilizem a vida económica e cultural, para evitar que colapsem os serviços de saúde, devemos saber exigir, dentro da legalidade democrática, que acabem as mesquinhas indefinições burocráticas de Bruxelas quanto aos auxílios, nem limitações para manter o défice orçamental como se a vida estivesse a correr normal, à beira de tudo isso deixar de fazer sentido, face à tragédia.

    Se nós estamos em casa, merecemos que todos os recursos técnicos e financeiros sejam lançados sobre o combate à doença, como se faz durante uma guerra, e prestado o devido auxílio a quem ficou obrigado a ficar em casa.

    Mas, como se a terra fosse um ser vivo que lançou anticorpos sobre os que lhe estavam a fazer mal, o ambiente está a fazer respirar as florestas e os campos, os pássaros a voar mais livres, o peixe a crescer e os recursos petrolíferos a não serem utilizados sem contenção, para poluir o ar.
    Sim, porque o planeta continuará a existir com outras formas de vida a seu. Estes meses em que o ser humano, com o seu comportamento predador de recursos, se retraiu por culpa do vírus, estão a mostrar que a Terra pode dispensar os humanos. O planeta auto reginara-se para outras realidades.
    Não, não é a Terra que temos de salvar! Esta cuida dela própria. Temos é todos de mudar de comportamento.

    ./JEC

  • Mata das Dunas Litorais candidata à rede INHERITURA

    Mata das Dunas Litorais candidata à rede INHERITURA

    Se aprovada a mata receber um selo de “ÁREA INHERITURA”, criado para promover zonas em que a proteção do património natural representa uma mais-valia para desenvolver atividades turísticas sustentáveis.

    A classificação destas áreas assenta em quatro medidas, de gestão e proteção ambiental; atividades de valorização e promoção; governação e planeamento estratégico; e atividades de educação e sensibilização.

    A e a resultante de um trabalho conjunto do ICNF-Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, da Associação Odiana promovido pela ADPM-Associação de Defesa do Património de Mértola com o apoio do projeto europeu INHERIT.

    Está também em preparação, ligada a este projeto, uma nova sinalética para o Trilho da Aldeia Nova e o percurso de VRSA a Monte Gordo, atravessando a Mata.

    O Projeto INHERIT – Estratégias Turísticas Sustentáveis para Conservar e Valorizar o Património Natural Mediterrânico e Marítimo conta com a ADPM Mértola como uma das entidades parceiras, e é co-financiado pelo Interreg MED Programme através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.