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Etiqueta: Cultura

  • Protocolos com associações culturais do Algarve

    Protocolos com associações culturais do Algarve

    No final de junho, no Edifício-Sede da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, I. P. em Faro  o Ato Público de Assinatura de Protocolos de Colaboração com oito associações culturais da região, envolvendo um apoio financeiro global de trinta mil euros.

    São, no domínio da Cultura, são atribuições da CCDR ALGARVE assegurar o apoio às iniciativas culturais de caráter não profissional. Também, articular com outras entidades públicas ou privadas que prossigam atribuições ou objetivos afins na respetiva área de intervenção, incentivar formas de cooperação integrada a desenvolver e concretizar mediante protocolos ou contratos-programa.

    É a salvaguarda, a valorização e a divulgação do património cultural nas zonas de proteção de imóveis classificados, ou em vias de classificação; e, participar e dinamizar iniciativas culturais, designadamente redes regionais de cultura e de valorização do património cultural e dos museus.

    A CCDR Algarve promoveu a assinatura de protocolos de colaboração com associações culturais que apresentaram projetos que, pelas suas especificidades, se constituem como projetos estruturantes.

    Considerados foram aqueles que «asseguram a execução de atividades que vêm colmatar necessidades ao nível da oferta cultural da região, ou se constituem como estímulo à criação e produção artísticas», seja por promoverem a sensibilização para as artes ou para a salvaguarda do património, material e imaterial,bem como a formação de públicos.

    Divulgamos a lista das as entidades e projetos apoiados no âmbito dos Protocolos de Colaboração pelo DIPC – Gabinete de Comunicação da CCDT Algarve:

    Associação Casa-Museu José Pinto Contreiras – Rota dos Poços

    O projeto pretende desenvolver uma intervenção artística e cultural no território, criando a “Rota do Poços”, no sítio dos Gorjões (Santa Bárbara de Nexe, Faro).

    Este projeto de instalação artística e cultural visa a futura criação de um Centro Interpretativo do Sistema Tradicional de Abastecimento de Água Potável dos Gorjões, a instalar no antigo Lavadouro Público, construído pela comissão de moradores no período pós 25 de Abril de 1974.

    Este Centro terá a função de identificar a prática histórica da presença e uso da água nas comunidades envolventes e do seu valor simbólico, cultural e económico.

    Associação Cultural Música XXI – XVII Festival Internacional de Órgão do Algarve

    A Associação Cultural Música XXI tem organizado ao longo de 16 anos o “Festival de Órgão de Algarve” preenchendo a agenda do mês de novembro com inúmeros concertos pautados pela qualidade musical, pela diversidade de organistas e de programas de concerto bem como de encontros improváveis em música de câmara.

    É de realçar o importante papel que o evento tem desempenhado na manutenção e recuperação dos órgãos históricos existentes na região do Algarve, garantindo uma atividade musical mais regular que impeça a degradação destes instrumentos. 

    Contando igualmente importante apoio dos Municípios e da Diocese do Algarve, o  programa de 2024 inclui 17 apresentações, com 10 organistas, dois concertos pedagógicos, uma apresentação de alunos da Escola de Órgão, uma visita ao interior dos órgãos e um concurso de fotografia. Procurando reforçar a relação próxima da comunidade com o evento, terão lugar masterclasses com os músicos convidados.

    Associação Nacional de Designers – 13ª edição Algarve Design Meeting 

    O “Algarve Design Meeting”, que teve em 2024 a sua 13ª edição, é um evento com características únicas na região por trabalhar, não só as várias áreas em torno do design e das artes plásticas, com destaque para o vídeo e a arte digital, associada a uma intensa programação cultural, dentro das várias linguagens artísticas que tocam as artes plásticas, as artes performativas, a arte digital e o design, que acontece em vários locais emblemáticos do centro histórico de Faro.

    Trata-se de um evento único na região no que toca à promoção do design, da sua ligação às várias linguagens artísticas e ao mundo académico.

    Associação Rádio Universitária do Algarve

    A Associação Rádio Universitária do Algarve, através da RUA FM, desenvolve um importante trabalho de comunicação cultural, de divulgação da oferta cultural da região e de aproximação à comunidade académica da região, com destaque para os estudantes universitários.

    Este é um trabalho essencial à promoção do património cultural e da atividade das estruturas artísticas não profissionais na região, por um lado, e por outro, no que à promoção do acesso à fruição dos bens culturais e da oferta artística existente, junto desta comunidade, contribuindo para a criação de públicos para as artes. 

    Cinemalua Associação Cultural – Bons Filmes de Sempre

    O projeto “Bons Filmes de Sempre” consiste na criação de uma rede itinerante de exibição cinematográfica, com recurso a um projetor móvel, levando o cinema a territórios onde não existe ou a locais onde não existem meios nem condições para a sua realização.

    O projeto tem-se realizado em diversas localidades do interior do Algarve, em particular do Sotavento Algarvio (concelhos de Alcoutim, Castro, São Brás de Alportel e Tavira).

    O tema é cinema no sentido mais lato, abrangendo géneros diferenciados com o objetivo de dar a conhecer um leque variado de oferta cinematográfica e de fomentar o hábito de ver cinema.

    JAT – Colectivo Janela Aberta Teatro – Associação Cultural – Teatro de VizinhEs

    O “Teatro de VizinhEs” é um projeto de mediação, inovação e desenvolvimento cultural e social, que tem como objetivo despertar a sensibilidade e o interesse artístico da comunidade algarvia, e ser um lugar de reflexão, jogo, criação e expressão artística.

    Este projeto, teve início em janeiro de 2020, tendo mantido deste então uma atividade constante, na qual participam regularmente cerca de 25 a 45 participantes.

    O grupo conta atualmente com 2 criações originais, “Sai da Frente” e “Ouvi Dizer”, baseadas na visão coletiva do mundo e das suas preocupações sociais e territoriais, que já somam dezasseis apresentações.

    GAMP – Grupo de Amigos do Museu de Portimão – Um Dia na Pré-história 

    Constituído em 2014, o GAMP tem vindo a desenvolver, conjuntamente com o Museu de Portimão a atividade “Um dia na Pré-história”, nos Monumentos Megalíticos de Alcalar.

    Esta atividade é uma das mais significativas na região, em termos de sensibilização dos vários públicos para as áreas do património arqueológico e cultural do Algarve, promovendo a fruição, dinamização e valorização do mesmo, em particular do importante monumento megalítico que é Alcalar.

    O evento inclui atividades no âmbito da arqueologia experimental, da ligação entre arte e arqueologia e da expressão dramática, para além das visitas guiadas.

    Na Mouche – Associação Cultural – Open Studios Faro

    O “Open Studios Faro” afirma-se como uma plataforma de visibilidade, criação e mediação da arte contemporânea com um enfoque particular nas artes visuais, criado em Faro em 2019.

    O objetivo principal deste evento é estimular a criatividade, o intercâmbio e a experimentação nas artes contemporâneas algarvias e a sua relação com os públicos através de projetos culturais e artísticos, inovadores no território e da confrontação com novas propostas criativas regionais, nacionais e internacionais. Neste evento, os artistas abrem as portas dos seus estúdios, ateliês, ou simples espaços de trabalho, convidando os visitantes a conhecer os seus espaços e a observar ou participar nas práticas criativas que aí são levadas a cabo.

    Para além das visitas aos estúdios, o “Open Studios Faro” terá um programa paralelo que inclui diversas atividades como workshops para público infantil e adulto, exposições, conversas com artistas, música ao vivo, residências artísticas, performances e festa de encerramento.

    Faro, 29 de junho de 2024

    CCDR Algarve / DIPC – Gabinete de Comunicação

  • DGARTS apoia três projetos algarvios

    DGARTS apoia três projetos algarvios

    É concretizado o apoio a 94 projetos, com um montante financeiro global de 2.330.000 euros, a serem realizados por todo o país, 34 na região do Norte, com uma verba de 730.000 €, onze na região Centro, com 345.000 €,36 na Área Metropolitana de Lisboa, com 970.000 €, seis no Alentejo, com 140.000 €, três no Algarve, com 45.000 €, dois na RA Açore, com 30.000 € e, igualmente, dois na RA Madeira, com 70.000 €.

    Os apoios serão atribuídos a 53 projetos na área das artes plásticas, com uma verba de 1.285.000 €, dezassete na área de fotografia, com375.000 €, doze na área de novos media, com 350.000 €, sete na área de arquitetura, 195.000 € e cinco na área do design,125.000 €, nos domínios da Criação, Programação e Edição.

    No caso concreto do Algarve, foram distinguidas as candidaturas UMA ÁRVORE, apresentada pela Escola da Macieira – Associação Cultural, na categoria Artes Plásticas), BIODATA EM SINTONIA – EXPLORAÇÃO DA FLORA DE TAVIRA NA MEDIA ARTE DIGITAL, apresentada por André Manuel Fialho Conde, na categoria Novos Media e SALARIS – FICÇÕES A PARTIR DO SAL, apresentada por Natália Loyola Cruz, na categoria Artes Plásticas, tendo todos obtido um apoio de 15.000 euros.

    Como objetivos estratégicos deste concurso, destaca-se o incentivo a projetos dinamizadores do setor, nomeadamente na relação dos artistas e curadores com entidades e espaços integradas na Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC).

    Também se destaca o estímulo da diversidade cultural, promovendo projetos artísticos de criadores e intérpretes com diferentes perfis e origens, incluindo portugueses ciganos, imigrantes e seus descendentes, e pessoas refugiadas.

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do ALGARVE, I.P., através da sua Unidade de Cultura, declara-se à disposição dos agentes culturais para todas as iniciativas visando a promoção cultural.

  • Voz de Scarlett não foi copiada

    Na passada segunda-feira, Scarlett Johansson criticou o lançamento de vozes de IA melhoradas para o ChatGPT, alegando que a OpenAI copiou a sua voz, depois de ter recusado um pedido do CEO Sam Altman para a licenciar.

    Segundo o jornal Washington Post, foi contratada uma atriz para criar a voz da Sky meses antes de Altman entrar em contato com Johansson, de acordo com documentos, gravações, diretores de elenco e o agente da atriz.

    A agente, que falou sob condição de anonimato, para garantir a segurança de seu cliente, disse que a atriz confirmou que nem Johansson nem o filme “Her” foram mencionados pela OpenAI.

  • Fundo perdido em apoios a candidaturas culturais

    Fundo perdido em apoios a candidaturas culturais

    Este programa é uma excelente oportunidade para agentes culturais que procuram financiamento e apoio para as suas iniciativas.

    Para se candidatar, é importante que os interessados sejam entidades coletivas sem fins lucrativos e que estejam formalmente constituídas.

    Além disso, não devem ter recebido apoios sustentados (bienais ou quadrienais) da tutela da Cultura no ano civil a que respeita a candidatura.

    O programa cobre várias áreas, incluindo «Criação/Produção», «Programação/Circulação», «Apoio ao Associativismo» e «Protocolos».

    As candidaturas estão abertas até 24 de maio de 2024, e os documentos necessários para a candidatura podem ser obtidos através do site da Direção Regional de Cultura do Algarve.

    É importante notar que o montante disponível para este programa é de 175.500 euros, o que será distribuído como comparticipação a fundo perdido. Isto significa que os beneficiários não terão que reembolsar o apoio financeiro recebido.

    Este programa representa uma oportunidade significativa para o enriquecimento cultural da região do Algarve, incentivando a criação e fruição cultural das populações locais.

    Para mais informações detalhadas e para aceder ao formulário de candidatura, visite o site oficial da Direção Regional de Cultura do Algarve ou da CCDR Algarve.

  • Centenário de Ramos Rosa com  prémio e colóquio

    Centenário de Ramos Rosa com prémio e colóquio

    No Dia Mundial do Livro, quando se assinalou o 23º aniversário da Biblioteca Municipal António Ramos Rosa, a autarquia revelou o programa alargado de comemorações.

    O programa vai incluir um colóquio internacional dedicado ao poeta, a reformulação do atual Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa, um programa direcionado a jovens e uma homenagem com a colocação de uma peça escultórica na Biblioteca Municipal.

    O anúncio foi feito durante as comemorações presididas por Rogério Bacalhau, presidente da Câmara Municipal de Faroe contou ainda com a presença de José Manuel Mendes, presidente da Associação Portuguesa de Escritores (APE), e do poeta, ensaísta e professor António Carlos Cortez, que aceitou o convite do Município de Faro para ser o curador das comemorações.

    O colóquio internacional será denominado «António Ramos Rosa: Poesia Liberdade Livre», e realiza-se no dia 17 de outubro, data do 100.º aniversário do poeta. Esta iniciativa pretende abrir a obra de António Ramos Rosa a outros universos da cultura que não apenas o meio académico.

    Espera-se a presença em Faro de diversos e reconhecidos poetas e académicos nacionais e internacionais.

    Outro dos grandes destaques apresentados é a transformação do Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa. No âmbito das comemorações, o Município de Faro estabelece uma parceria com a Associação Portuguesa de Escritores (APE) para a constituição do novo Grande Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa APE – CM Faro.

    Passa a ser coproduzido entre estas duas entidades, passando de um formato bienal para anual e aumentando o valor do prémio dos atuais 5.000 euros para 12.500 euros.

    Mantendo a aposta na poesia editada em Língua Portuguesa, o Prémio é aberto a todos os autores que editem em português.

    Será também promovida a exposição itinerante «António Ramos Rosa: Uma presença Real», com uma mostra sobre as edições, os livros, os poemas e a presença do autor.

    Esta exposição, que decorrerá entre setembro de 2024 e junho de 2025, estará patente ao público na Biblioteca Municipal e irá circular pelas escolas do concelho de Faro.

    Paralelamente, será promovido entre setembro e dezembro de 2024 um programa direcionado a escolas, que incluirá sessões de poesia, música e conversas, debates em torno da obra de António Ramos Rosa, que serão criados para jovens e realizados nas escolas secundárias do concelho.

    Ao artista Miguel Martins, o município encomendou uma peça escultórica de homenagem a Ramos Rosa, que deverá ser instalada, até final do ano, na Biblioteca Municipal de que é patrono.

    Também até final de 2024, deverá ser editada uma publicação em que um conjunto de autores escolhidos por António Carlos Cortez e vão ser partilahasdas as suas leituras sobre a vida e obra de António Ramos Rosa, através dos seus poemas.

    No âmbito da sessão de apresentação das comemorações, António Carlos Cortez agradeceu o convite mas também a sensibilidade e o cuidado que a Câmara Municipal de Faro tem devotado à Cultura e à figura de António Ramos Rosa.

    «Foi um convite que me surpreendeu mas que julgo que faz algum sentido, por ter sido amigo pessoal de António Ramos Rosa e por ter tido oportunidade de, em 2005, organizar e fazer o prefácio de um livro de António Ramos Rosa, ‘Os Animais do Sol e da Sombra seguido de O Corpo Inicial’, das Edições Quasi», relembrou António Carlos Cortez, adiantando ter uma ligação sentimental a Faro e ao Algarve, por via de amizades com outro poeta farense, Gastão Cruz, e com Nuno Júdice, poeta algarvio falecido em março deste ano.

    «Fazer a curadoria de um programa deste género significa não só ponderar bem o eco da obra de António Ramos Rosa, mas também fazê-lo num contexto que é adverso, seja no ensino, seja na atmosfera cultural, onde há hoje uma resistência seja às humanidades, seja ao ensino da poesia», disse Cortez e revelou:

    «Por isso, este gesto da Câmara Municipal de Faro enche-me de alegria e de responsabilidade e esta ocasião feliz pode ter uma importante ação sob a cidade de Faro e não só: levar António Ramos Rosa às escolas, uma vez que, na verdade, Ramos Rosa e os poetas portugueses são muito pouco conhecidos pelas gerações mais jovens».

    Também o presidente da APE, José Manuel Mendes, agradeceu o diálogo com a Câmara Municipal de Faro que permitiu a criação do Grande Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa APE – CM Faro, um prémio que prestigiará não só quem os poetas que o vieram a receber, mas também quem o promove.

    Invocando António Ramos Rosa, mas também Gastão Cruz e Nuno Júdice como grandes nomes da poesia e da literatura nacional, José Manuel Mendes destacou ainda o facto de este prémio literário ser um galardão aberto à lusofonia e a toda a criação literária feita em português, que até pode vir de fora do espaço lusófono.

    Já o Presidente da Câmara Municipal de Faro, Rogério Bacalhau, sublinhou o agradecimento a José Manuel Mendes pela parceria com a APE, que permite passar a promover o Grande Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa anualmente, mas também a António Carlos Cortez por aceitar o convite para ajudar a comemorar os 100 anos de António Ramos Rosa com a dignidade que merece.

    «O centenário de António Ramos Rosa, por ser farense e um dos maiores vultos da poesia nacional e internacional, é uma efeméride que é única e que não podíamos deixar de assinalar, até juntando os 50 anos de liberdade e do 25 de Abril, em que também ele teve um papel importante, no plano literário», disse ainda o Presidente da Câmara Municipal de Faro, Rogério Bacalhau, a concluir.

  • Algarve 2030 Inclusão pela cultura

    Foi aberto o Aviso para Candidaturas dedicadas à Inclusão pela Cultura, com uma dotação de 504 mil euros, financiado pelo Programa Regional ALGARVE 2030 através do Fundo Social Europeu (FSE+).

    As operações a financiar visam promover a inclusão social de grupos particularmente vulneráveis, através de iniciativas e atividades de expressão artística e cultural por e para grupos desfavorecidos. Podem candidatar-se entidades públicas e entidades privadas sem fins lucrativos que tenham no seu objeto social, ou prática reconhecida, projetos e práticas de expressão artística e cultural associadas a intervenções junto de grupos particularmente vulneráveis.

    O apoio a estes investimentos culturais pretende ser um incentivo a projetos que visem a integração social e económica de grupos mais vulneráveis. Pretende-se que a cultura seja um fator de coesão e de promoção da diversidade.

  • São Brás e o plano de apoio ao associativismo

    Dando continuidade ao Plano Municipal de Apoio ao Associativismo, considerado como «uma estratégia motora de desenvolvimento do concelho, por manter o entendimento da premência da cooperação e do reconhecimento do papel único das associações locais na realidade e desenvolvimento sociocultural do concelho e na dinâmica da comunidade», a Câmara Municipal de São Brás de Alportel tem 554.313,50 euros do orçamento municipal de 2024 para o associativismo.

    O Plano Municipal de Apoio ao Associativismo abrange também protocolos de cooperação com outras associações locais de outras áreas, mas de relevante interesse para o município, tais como: a Associação de Agricultores de São Brás de Alportel, a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de São Brás de Alportel, a Coração100Dono -Associação de Defesa e Proteção dos Animais Abandonados e a Santa Casa da Misericórdia – Museu do Traje de São Brás de Alportel.

    O Plano Municipal de Apoio ao Associativismo é aprovado e concretizado anualmente pela Câmara Municipal de São Brás de Alportel privilegia mais o apoio à componente formativa dos clubes desportivos e das associações culturais em detrimento dos eventos, bem como reforçou o montante de apoio às associações que pretendam investir na aquisição de viaturas próprias para a realização das suas atividades, que se cifra agora num montante até 10 mil euros.

  • António Cabrita apresenta «Na Bordinha da Água»

    António Cabrita apresenta «Na Bordinha da Água»

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    A apresentação está prevista para as 18:30 horas do próximo dia 25 de Outubro, quarta-feira, às 18:30 horas, no salão de reuniões da freguesia de Vila Nova de Cacela.

    Neste livro, em forma to A4, António Cabrita recolhe os poemas que escreveu entre os meses de Março e Maio, deste ano de 2023, «por aqui, por ali e por acolá», e decidiu juntar, como explica na nota introdutória.

    A inspiração do autor para esta obra foram «a água, o mar, a mesa, o tempo, o vento, a praia, o cão Duke, a Manta Rota e «outras coisas que me rodeiam, às quais não sou indiferente» e que foram os fatores influenciadores da escrita.

  • Nadir Afonso com exposição em Reguengos

    Nadir Afonso com exposição em Reguengos

    Esta mostra foi possível através da colaboração da autarquia com a Fundação Nadir Afonso e poderá ser visitada de segunda-feira a sábado das 9h às 12h30 e entre as 14:00 e as 17:30 horas.

    A exposição “Civilização” apresenta 22 serigrafias editadas durante quase quatro décadas e três tapeçarias realizadas pela Manufatura de Tapeçarias de Portalegre. Os temas dominantes desta mostra são as cidades e as civilizações e integra obras como “Évora Surrealista”, “Procissão em Veneza”, “Copacabana”, “Idade Média”, “Dusseldorf”, “Babilónia”, “Sevilha”, “Pequim”, “Os Portugueses”, “Parque de São Paulo” e “Pontes sobre o Reno”.

    Os traçados geométricos evocam “pontes, jardins, catedrais, construções que contrastam com os horizontes e as águas onde as formas se espraiam, como que absorvidas pela imensidão dos céus ou dos oceanos, numa grande variação cromática. O artista considerava que a combinação das formas desencadeia entre elas relações e espaços intermédios cujas proporções devem ser igualmente harmoniosas, pois para realizar a obra de arte é necessário que as formas complementares mantenham as leis de proporções que a sensibilidade pressente nas formas elementares”.

    Nadir Afonso nasceu no dia 4 de dezembro de 1920 e faleceu no dia 11 de dezembro de 2013 e é considerado um dos artistas de maior relevo da arte do século XX e XXI, pioneiro na arte cinética em Portugal, corrente que explora efeitos visuais através de movimentos físicos ou de ilusão de ótica. Autor de uma obra singular e sustentada no contexto artístico internacional, o artista foi Doutor Honoris Causa pela Universidade Lusíada de Lisboa (2010) e pela Universidade do Porto (2012) e condecorado com os graus de Oficial (1984) e Grande-Oficial (2010) da Ordem Militar de Sant’lago da Espada.

    Durante a sua carreira teve vários períodos, nomeadamente primeira modernidade, surrealista, barroco, pré-geometrismo, egípcio, espacillimité, ogival, perspético, antropomórfico, organicismo, fractal e realismo geométrico. Nadir Afonso fez muitas vezes apelo ao rigor matemático, acreditando que o Homem antes de adquirir o sentido abstrato do equilíbrio moral possuía já o sentido concreto do equilíbrio e do rigor espacial dados pela Geometria, a sua primeira ciência, um dos seus primeiros cultos e uma das paixões do artista. As obras de Nadir Afonso têm sido exibidas em centenas de exposições e os seus trabalhos integram coleções públicas de importantes museus portugueses e estrangeiros, como o Museu Nacional de Soares dos Reis, Museu Nacional de Arte Contemporânea, Fundação Calouste Gulbenkian, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Brasil), CitiBank (Nova Iorque, Estados Unidos da América), Centre George Pompidou (Paris, França), Museum Im Kulturspeicher (Würzburg, Alemanha) e Szépmüvészeti Múzeum (Budapeste, Hungria).

  • Uma importante descoberta arqueológica sobre Arenilha

    Uma importante descoberta arqueológica sobre Arenilha

    De facto, uma das grandes dúvidas da História do sotavento algarvio acaba de ser esclarecida: a localização das pedras nobres da Ermida de Santo António, edificada na vila de Santo António de Arenilha.

    Tal como podemos acompanhar nos vários estudos que temos vindo a publicar em várias revistas culturais/científicas/académicas, a vila de Arenilha foi fundada na foz do Guadiana, em 1513. Foi constituída como um couto de homiziados, sendo que no seu porto – onde eram contrabandeados escravos e mercadorias trazidas das praças portuguesas do Norte de África – era frequentemente atacado pelo corso e pela pirataria, principalmente a magrebina.

    Altar - Arenilha

    A partir de 1542, a alcaidaria-mor de Arenilha foi atribuída a António Leite, capitão das praças portuguesas de Mazagão, Azamor e do forte do Seinal, como compensação pela perda da capitania de Mazagão, onde se concentraram as forças portuguesas no sul de Marrocos depois da evacuação de Safim e Azamor.

    De facto, foi durante a evacuação de Alcácer Ceguer, em 1550, que o capitão António Leite transferiu para os edifícios religiosos de Santo António de Arenilha (Igreja da Trindade e Ermida de Santo António) as pedras nobres da capela existente no forte do Seinal, nomeadamente, as pias baptismais e de água benta, uma coluna com as armas de António Leite e até a pedra do altar-mor.

    Estas informações, avançadas por Hugo Cavaco, em 2010, e por nós desenvolvidas desde 2014, levantaram, no entanto, uma dúvida: o destino dado às pedras nobres de Arenilha quando a população da vila se dispersou pelo concelho, durante o séc. XVII que assistiu à Guerra da Restauração (1640-1668).

    A resposta a este enigma com quatro séculos foi agora desvendada pelo historiador de arte Marco Sousa Santos, que identificou, na Ermida de Santo António, em Castro Marim, um pedestal com o brasão de armas do capitão António Leite, alcaide-mor de Arenilha, assim como o tampo de uma mesa de altar onde figura a inscrição:

    “ESTE.(A)LTAR.E.IRMI/DA.MANDOV.FAZER.AMTO.LE.ESTÃNDO.POR.CAPITÃ.N/O.SE(INAL) (…)”.

    Esta descoberta destaca-se, desde logo, pela sua grande importância histórico-cultural, não só por se tratar de um património arqueológico dos Algarves de Aquém e de Além-mar, trazido para a foz do Guadiana no contexto da reformulação da estratégia norte-africana de D. João III, como também por se tratar dos únicos materiais (até agora conhecidos) que sobreviveram ao desaparecimento da sede de concelho de Santo António de Arenilha, reconstruída a partir de 1774 e cujo nome, em 1775, veio a ser alterado para Vila Real de Santo António, segundo deliberação do marquês de Pombal. Mais uma prova, agora física, de que a nossa terra é muito mais antiga do que, deliberadamente, nos quiseram convencer com o pretexto rebuscado da arquitectura pombalina. Contra factos não há argumentos.

    Fernando Pessanha
    Historiador
  • José Saramago na Biblioteca Municipal Carlos Brito

    José Saramago na Biblioteca Municipal Carlos Brito

    No mesmo dia, será inaugurada em Alcoutim, a exposição «Viagem Fotográfica ao Algarve», um projeto da associação 1/4 Escuro, Associação de Fotógrafos Amadores de Vila Real de Santo António (VRSA), apoiado pela DRCAlg, e realizado em colaboração com a Fundação José Saramago e a Região de Turismo do Algarve.

    Estas iniciativas integram as comemorações das festas do Município de Alcoutim, sendo que a exposição “Viagem Fotográfica ao Algarve” já passou por Vila Real de Santo António, Castro Marim, Lepe (Huelva – Espanha), Olhão e Tavira, e vai ainda percorrer a totalidade dos concelhos que integram a “Rota Literária Saramago no Algarve”

    Segundo a opinião da DRCAlg, «estes projetos constituem uma oportunidade para dar a conhecer um território que inspirou vários escritores, nomeadamente os lugares, os monumentos, as paisagens, os sabores e as gentes, mas também promover o Algarve como destino de turismo literário».

    O mote para a criação dos itinerários, da «Rota Literária Saramago no Algarve», promovido pela DRCAlg, foi a vontade de refletir sobre o território: se aquele foi o Algarve visto, em 1980, por José Saramago, como será o Algarve de agora?

    Os fotógrafos participantes no projeto, realizaram uma visita aos concelhos referidos e inspiraram-se nos textos escritos por José Saramago aquando da sua passagem pelo Algarve. O fotógrafo algarvio, André Boto, distinguido, pela FEP – Federation of Professional European Photographers, como «Fotógrafo Europeu do Ano», em 2023, participa no projeto com a fotografia de Silves e com a edição das restantes fotografias selecionadas para a exposição, refere nota do mesmo organismo.

  • XXIV Dias Medievais começam amanhã em Castro Marim

    XXIV Dias Medievais começam amanhã em Castro Marim

    Rainha, o Bobo da Corte, o Frade e o Cavaleiro têm nesta edição a companhia de um especial convidado, o Falcoeiro, sendo estas as personagens que recebem todos quanto visitarem a vila histórica do Algarve, ne margem direita do rio Guadiana, para penetrarem nos mistérios da história medieval.

    Como já o dissemos em artigo anterior, a ilustração dos XXIV Dias Medievais em Castro Marim é de Elias Gato, ilustrador, impressor gráfico, professor, mediador cultural e editor independente, licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa e mestre em Via Ensino de Artes Visuais pelo Instituto de Educação.

    Elias Gato, 34 anos, nasceu na localidade suíça de Vevey, mas tem alma castromarinense, onde cresceu e estudou e onde atualmente reside. Entre as suas várias talhas profissionais, é de destavar a conquista do prémio de 2016 de Literatura Infantil do Pingo Doce (ilustração) e a dinamização do projeto Estação das Artes, a funcionar em São Bartolomeu, um espaço de criação e de criatividade em que promove workshop’s e recuperação de técnicas de reprodução e pintura.

    A Câmara Municipal de Castro Marim é a organizadora e promotora do evento.

  • Dias Medievais em Castro Marim

    Dias Medievais em Castro Marim

    A ilustração destes XXIV Dias Medievais em Castro Marim é da autoria de Elias Gato, ilustrador, impressor gráfico, professor, mediador cultural e editor independente, licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa e mestre em Via Ensino de Artes Visuais pelo Instituto de Educação.

    Elias Gato tem 34 anos e nasceu na localidade de Vevey, Suiça, mas tem alma castromarinense, onde cresceu e estudou e onde atualmente reside.

    Ao Rei e à Rainha junta-se o Bobo da Corte, o Frade e o Cavaleiro e este ano um especial convidado, o Falcoeiro. Esta é a linhagem que nos recebe para mais uma viagem ao passado, expressa na ilustração.

    Entre as suas várias talhas profissionais de Elias Gato , destaca-se a conquista do prémio de 2016 de Literatura Infantil do Pingo Doce (ilustração) e a dinamização do projeto Estação das Artes, a funcionar em São Bartolomeu, um espaço de criação e de criatividade em que promove workshop’s e recuperação de técnicas de reprodução e pintura.

    É o regresso à época mais intrigante da história, num evento que se distingue pela preocupação com o rigor histórico e pela participação de mais de 30 grupos de animação, nacionais e internacionais, alguns só com presença em Castro Marim.

    Os bilhetes serão brevemente colocados à venda na bilheteira online BOL e nos diversos pontos de venda associados.

  • Eurocidade do Guadiana terá dinâmica diferente

    Eurocidade do Guadiana terá dinâmica diferente

    É pelo menos o que se depreende das palavras preferidas por Álvaro Araújo, presidente da câmara Municipal de Vila Real de Santo António, na abertura da exposição de pintura e a escultura «2 MARGENS», inaugurada na passada sexta-feira, 7 de Julho, no centro cultural António Aleixo da cidade de pombalina. «Nós queremos que a Eurocidade tenha uma projeção ainda maior e que sirva as três comunidades por igual»., disse.

    Também o novo executivo de Ayamonte, saído da recentes eleições autárquicas em Espanha, nomeou já uma nova conselheira para a Eurocidade do Guadiana.

    Em breve e no âmbito da rotatividade estabelecida, Vila Real de Santo António a assumirá a presença da Eurocidade do Guadiana e o novo presidente ressaltou já que valorizava o trabalho existente neste território, no objetivo do reunir as duas margens do rio.

    Álvaro Araújo afradeceu aos distritos artistas plásticos e dos poetas do Guadiana, quanto a este desenho transfronteiriço, na pessoa da Ayamontina Ana Feu, sob cuja iniciativa nasceu a exposição, que tem já quatro anos de exibição de distintas obras. Terminou dizendo «nós queremos que a Eurocidade tenha uma projeção ainda melhor e que sirva as três comunidades por igual.

  • Cultura algarvia gerida do Porto e Lisboa de modo empresarial

    Cultura algarvia gerida do Porto e Lisboa de modo empresarial

    Segundo a apreciação da CCDR – Algarve, presidida por José Apolinário, «a reforma da organização do Estado na administração do Património Cultural deve seguir o princípio da subsidiariedade, a capacitação e dimensão crítica regional valorizando a passagem das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) para instituto público», .

    Adianta que o investimento no património cultural classificado carece de maior coordenação e valorização através da sua inserção na estratégia do desenvolvimento regional e que o reforço do papel da cultura no turismo sustentável, na inclusão e inovação social exige uma articulação ao nível infranacional, assegurando uma resposta de proximidade na salvaguarda do património cultural.

    Dando um exemplo desde o Algarve: «O Promontório de Sagres é Marca Património Europeu devido à perseverança e vontade das entidades regionais, desde logo da própria CCDR Algarve, da Direção Regional de Cultura – promotora da candidatura – e dos Municípios, em particular o Município de Vila do Bispo».

    Em sustentação do que opina a CCDR Algarve argumenta que a reforma do Estado, a capacitação e dimensão crítica regional, é«tema há muito constante nos programas políticos e de Governo. Lembra o passado em que que «ainda no início do regime democrático instaurado em abril de 1974, a 12 de janeiro de 1980, na apresentação do Programa do VI Governo Constitucional, o então Primeiro-Ministro, Dr. Francisco Sá Carneiro, considerava a reforma progressiva da administração pública e a racionalização do setor público, como condições de progresso do País».

    Recorre ao presente no qual «o Programa do atual Governo Constitucional, liderado pelo Dr. António Costa, propunha uma reforma do Estado baseada no princípio da proximidade e da subsidiariedade. A transformação das CCDR em instituto público, conforme constante do Programa de Governo, é um importante e significativo passo no sentido da reforma do Estado ao nível infranacional e supramunicipal».

    Conclui «Manifestamente, quando o País assinala 50 anos desde a Revolução de Abril de 1974, a anunciada reforma de organização da gestão dos museus e monumentos integrados no património classificado do Estado, desconsidera o princípio da subsidiariedade».

  • Mística moura regressa a Cacela Velha

    Mística moura regressa a Cacela Velha

    Haverá dança oriental e tribal com fogo, Helena Madeira – Melodias de Al-AndalusSufi, SoulTeatro de Rua_O triângulo do Al-Gharb. Sons, cheiros, cores e tradições do Mediterrâneo estão de volta a Cacela Velha, durante esses três dias, a ocupar os múltiplos recantos da histórica localidade e a transportar os visitantes para o fascinante universo das «Mil e Uma Noites», com experiência cultural única num cenário deslumbrante.

    A Ria Formosa é o pano de fundo e  o evento revisitará os tempos em que a população moura tinha um importante peso no sul do território, cujas marcas ainda hoje estão presentes nos hábitos, nos costumes e nas paisagens.

    A programação diária das «Noites da Moura Encantada» oferecerá uma variedade de atividades e espetáculos que prometem encantar o público de todas as idades. Diariamente, as portas do recinto abrem às 18h00, onde os visitantes poderão começar por explorar o souk, mercado de artesãos, onde será possível descobrir produtos únicos e tradicionais. A entrada em todo o recinto é gratuita.

    Durante toda a noite, haverá demonstrações de caligrafia árabe, trazendo a arte da escrita de uma forma que promete ser bela e fascinante. Além disso, serão realizadas oficinas de percussões árabes no Largo da Fortaleza, onde os participantes poderão aprender e envolver-se com os ritmos vibrantes da música árabe.

    Os visitantes também terão a oportunidade de se encantar com espetáculos de dança oriental, onde as habilidades e a graciosidade dos bailarinos serão exibidas junto à cisterna e no Largo da Fortaleza. A música ao vivo também será uma atração, com Helena Madeira a apresentar «Melodias de Al-Andalus» na igreja matriz de Cacela, transportando os ouvintes para uma viagem sonora pela história e cultura árabe.

    O teatro de rua «O triângulo do Al-Gharb» será apresentado no adro da igreja, envolvendo o público numa narrativa que retrata a convivência entre as diferentes culturas que coexistiam na Península Ibérica.

    Ao longo da noite, diversos artistas e músicos irão animar as ruas de Cacela Velha com performances cativantes. O grupo EL LAFF irá mesclar música e dança oriental, enquanto Rita Sales encantará o público com seus contos do Mediterrâneo. O espetáculo SUFI SOUL proporcionará quadros envolventes de música e dança oriental, mergulhando os espectadores numa atmosfera de encantamento e beleza.

    Para encerrar a noite, haverá espetáculo de dança oriental e tribal com manipulação de fogo será realizado no Largo da Fortaleza, criando um momento verdadeiramente memorável para todos os presentes.

    As «Noites da Moura Encantada» é um evento organizado pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, Ibérica – Eventos e espetáculos e ADRIP – Associação de Defesa do Património de Cacela. A entrada é gratuita.

    Contexto histórico das Noites da Moura Encantada

    O Mediterrâneo – e os territórios que em torno dele se organizam – teve sempre a capacidade de atrair gentes de diferentes culturas e credos e a localização geográfica do Algarve – o antigo Gharb – facilitou, desde a antiguidade, as trocas culturais e comerciais.

    Cacela, importante núcleo urbano durante este período, foi um relevante ancoradouro integrado nesta densa rede de ligações, cujos barcos que ali aportavam, vindos do Levante, traziam novas modas, produtos e costumes.

    Após a reconquista, ocorrida no século XIII, as marcas da presença da população moura no sul do território continuaram a refletir-se nos hábitos, costumes e paisagens, sendo ainda hoje possível observar marcas dessa época de esplendor

  • Diogo Piçarra apresentou «Os Tvgas» em Castro Marim

    Diogo Piçarra apresentou «Os Tvgas» em Castro Marim

    O músico e cantor Diogo Piçarra apresentou o seu livro pedagógico “Os Tvgas”, um projeto de promoção da Língua e Literatura Portuguesa, na Biblioteca Municipal de Castro Marim, em iniciativa foi destinada aos alunos do 3.º ciclo do Agrupamento de Escolas de Castro Marim.

    O integra um projeto pedagógico da mais alargado – Coleção Reinventar por Diogo Piçarra, e, nele, o leitor ingressa numa viagem íntima do autor pela obra camoniana “Os Lusíadas”.

    Os cinco séculos que separam Piçarra de Camões foram o mote para o livro, numa odisseia por mares e continentes, desta feita, para descobrir, conhecer e dar a conhecer portugueses e portuguesas que partiram de Portugal.

    Os jovens assistiram à dramatização da obra e à performance musical dos temas, que o autor e músico compôs para o projeto, e para casa levaram o livro, editado pela Betweien e assinado pelo músico Diogo Piçarra.

    Durante a sessão foi lançado um novo repto a Diogo Piçarra, o de ser embaixador do projeto de investigação da Estrutura Residencial e Centro de Dia “José Cabrita” Alzheimer e Outras Demências, da St. Casa da Misericórdia de Castro Marim, recentemente inaugurada.

    Castro Marim considera Diogo Piçarra como «referência nacional e algarvio de grande notoriedade», e seria uma forma de para ali levar a debate as demências e conhecimento dos mais jovens e gerar a sensibilização necessária sobre a matéria. Mais do que uma residência, o equipamento social destina-se a ser também um «espaço de estudo e investigação».

    O CLDS-4G «Castro Marim (COM) Vida» é promovido pelo Município de Castro Marim, coordenado pela Associação Odiana, e cofinanciado pelo CRESC Algarve 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Social Europeu.

  • Arte e poesia no feminino exposta em Huelva

    Arte e poesia no feminino exposta em Huelva

    A coordenação e criação correu a cargo da poeta María Luisa Domingos Borallo, com o apoio e o empenho de Dolores Bosque Alondo e de Jaime De Vicente Núñez, com apoios da Área de Igualdade da Deputação de Huelva.

    Pericipantes
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    Participam as pintoras María Del Prado Aznar Navarro, Antonia Maria Peralto Perez y Carmen Gomez Orta; as escultoras Chata Terrades Muñoz, Marta de Pablo, y Anne Klein H.; as fotógrafas Rocio Lopez Zarandieta, María Jimeno y Clara Carrasco; as poetas Carmen Ciria Santos, Julia Gutierrez y María Luisa Domínguez Borrallo.

    A poesia visual esteve a cargo de Francesca Alfonso e, como cantora, participou Irene Reina.

    Créditos: Ana Deacracia
  • Memória exposta em Alvito

    Memória exposta em Alvito

    A Exposição tem como Curador o Professor Florival Baiôa Monteiro, é promovida pela CIMBAL – Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo com o apoio da Rede de Arquivos Municipais da CIMBAL e cofinanciada pelo Alentejo2020 e Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

    Tem como principal objetivo dar a conhecer o espólio que cada arquivo da região tem à sua guarda, divulgando a sua existência com uma mostra dos documentos mais relevantes do seu acervo arquivístico, enquanto testemunhos de acontecimentos marcantes da história e da vida de cada comunidade.

    Os organizadores anunciam, que algumas das razões que levaram a CIMBAL e a Rede de Arquivos Municipais a promover esta iniciativa. sustentam-se no facto de que os arquivos constituem a memória viva de uma comunidade, de uma região e de um país! São fontes de informação fidedignas, evidências da História e permitem-nos viajar no tempo. Percebermos o que fomos, como e porque somos assim, e através da nossa identidade podermos afirmarmo-nos seguros na construção do futuro.

  • Adão Contreiras apresenta em Gorjões «Corredores Habitados»

    Adão Contreiras apresenta em Gorjões «Corredores Habitados»

    A Associação Casa-Museu José Pinto Contreiras (ACMJPC), sita nos Gorjões, Santa Bárbara de Nexe, acolhe, logo a partir da 16h:00, a apresentação do livro “Os Corredores Habitados”, da autoria de Adão Contreiras.

    Trata-se do quinto livro do autor, após “Púrpura Voz” (2017), editado pela Lua de Marfim, obra traduzida para francês pela Presses Sorbonne-Nouvelle, em 2018.

    Adão Contreiras nasceu e vive em Gorjões, é licenciado em artes plásticas e foi professor no ensino básico, dirigente associativo e já realizou diversas exposições de pintura, escultura e instalações artísticas. Fundou a Galeria Margem em Faro e tem participações como cronista e poeta em várias publicações, em Portugal e Espanha.

    A obra, editada pela ACMJPC, será apresentada pela professora emérita da Sorbonne-Nouvelle, Catherine Dumas, conhecedora da obra do autor e tradutora e prefaciadora da obra em francês, “Pourpre Voix”.

    cartaz adao contreiras
    cartaz adao contreiras