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Etiqueta: Cultura

  • Cultura no Algarve com doze projetos em execução


    O Programa Regional ALGARVE 2030 prevê no seu programa a ativação de uma nova medida de apoio à promoção da inclusão social por via da cultura, anunciaram os responsáveis.

    O apoio destes investimentos culturais «pretende ser um meio e não um fim em si, incentivando projetos que visem a integração social e económica de grupos mais vulneráveis. Deste modo, pretende-se que a cultura seja um fator de coesão e de promoção da diversidade», explicam.

    Foi neste contexto que esteve aberto o Aviso para apresentação de candidaturas «Inclusão pela Cultura», que visa promover a inclusão social de grupos particularmente vulneráveis, através de iniciativas e atividades de expressão artística e cultural por e para grupos desfavorecidos.

    Na sequência da análise às candidaturas apresentadas, encontram-se em execução doze projetos apoiados pelo ALGARVE 2030, que atuam em áreas e públicos distintos, cobrindo também diferentes territórios.

  • Laura Carlos

    Faleceu no passado dia 11 de Janeiro a investigadora na área da cultura e dirigente associativa Laura Carlos, tendo causado grande consternação. A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, I.P. e a Unidade de Cultura da CCDR Algarve manifestaram o seu profundo pesar pelo falecimento de Laura Carlos, no passado dia 11 de janeiro.

    Laura Carlos, nasceu em Buenos Aires, na Argentina, há 43 anos, tendo vindo para Faro, onde completou os seus estudos e se licenciou em Design pela Universidade do Algarve.

    Sempre muito ligada ao setor cultural, Laura Carlos era mestre em Gestão Cultural pela Universidade do Algarve, com a dissertação intitulada “Manifestação Cultural – Alterações ao longo do tempo, Estudo de Caso – Festa da Pinha” (2011-2013)”.

    Laura Carlos era investigadora na área do património cultural imaterial, tendo sido uma das responsáveis pela candidatura da Festa da Pinha à edição de 2020 das 7 Maravilhas da Cultura Popular.
    No âmbito da Algarve Film Commission, à qual esteve ligada cerca de quinze anos, Laura Carlos desempenhou igualmente um papel muito ativo na promoção da produção cinematográfica no Algarve sendo, desde dezembro de 2021, Coordenadora Executiva daquela associação cultural de Utilidade Pública, a primeira Film Commission a ser constituída em Portugal.

    Laura Carlos era também membro da Assembleia da União das Freguesias de Faro desde 2021 e fez parte dos órgãos sociais de várias associações culturais farenses, sendo uma das assíduas participantes nas sessões da Tertúlia Farense.

    Entre 2014 e 2017 esteve envolvida na produção e realização de documentários sobre os vencedores do Prémio Regional “Maria Veleda”, uma iniciativa da Direção Regional de Cultura do Algarve, que pretendia destacar e reconhecer a atividade cultural de personalidades algarvias, protagonistas de intervenções particularmente relevantes e inovadoras na região.

    O velório realizou-se ontem na Igreja de São Luís, em Faro, seguido de missa, tendo ido a cremar em Faro.

  • ARUTLA um grupo especial

    ARUTLA um grupo especial

    Em Castro Marim o grupo de dança ARUTLA, que celebrou o seu 25.º aniversário com várias atuações especiais, tem contado com sempre com o apoio do Município que lançou um pequeno filme, na continuidade da sua aposta na arte e no desporto.

    Ali se conta a história deste grupo de dança de Altura, pertencente ao Clube Recreativo Alturense, que ao longo de 25 anos atravessou gerações de bailarinas, subiu a vários palcos e conquistou vários prémios devido ao seu talento e empenho único.

    O vídeo está disponível para visualização gratuita nas redes sociais do Município de Castro Marim, além do Youtube e fica também disponível nas páginas de FOZ – Guadiana Digital.

    Nestes últimos 25 anos, além dos fundadores Luís Cristina e Ana Simão, que têm lutado todos os dias para elevar o nome das ARUTLA, o Município de Castro Marim decidiou congratular a professora Laura Pook, considerada como uma das grandes impulsionadoras do sucesso deste grupo de dança, reconhecendo ainda o empenho da professora, para que mais do que um projeto de dança, seja um projeto de partilha e integração social.

    As ARUTLA são tidos como um dos projetos do concelho de Castro Marim que mais tem dado notoriedade ao Clube Recreativo Alturense, que recentemente celebrou o seu 50.º aniversário.

  • Anas Mendes expõe em Ayamonte e em Faro

    Anas Mendes expõe em Ayamonte e em Faro

    A vila realense Ana Mendes vai expor os seus quadros na Galeria «EL PASSAGE» em Ayamonte, a partir do próximo dia 13 e até 30 de Janeiro de 2025. Entre 1 e 16 de Fevereiro vai estar em Faro no Espaço Cultura do Forum Algarve.

    Ana Mendes iniciou a sua viagem pelas artes plásticas há cerca de três anos, na sequência da convalescença de uma doença e, desde então, já expôs na Biblioteca Municipal Vicente Campinas, em Vila Real de Santo António; na Casa André Pilarte, em Tavira; e no IPDJ – Instituto Português, em Faro.

    Conversámos com Ana Mendes que se mostra satisfeita com o acolhimento que está a ter às suas obras, com vontade de prosseguir esta nova vocação e contribuir para a elevação cultural do concelho de Vila Real de Santo António, onde reside.

    Ana Mendes - Passage
  • ALGARVE 2030 executa 12 projetos de apoio à Inclusão pela Cultura.

    ALGARVE 2030 executa 12 projetos de apoio à Inclusão pela Cultura.

    O ALGARVE 2030 prevê no seu programa a ativação de uma nova medida de apoio à promoção da inclusão social por via da cultura.

    O apoio destes investimentos culturais pretende ser um meio e não um fim em si, incentivando projetos que visem a integração social e económica de grupos mais vulneráveis.

    Deste modo, a CCDR Algarve, pretende que a cultura seja um fator de coesão e de promoção da diversidade.

    Este propósito do Programa Regional encontra-se alinhado com o Pilar Europeu dos Direitos Sociais e com a Estratégia Nacional de Combate à Pobreza, e ainda com o Plano Nacional de Combate ao Racismo e à Discriminação 2021-2025.

    Neste contexto, esteve aberto o Aviso para apresentação de candidaturas “Inclusão pela Cultura”. Visa promover a inclusão social de grupos particularmente vulneráveis, através de iniciativas e atividades de expressão artística e cultural por e para grupos desfavorecidos.

    Garante o acesso e a fruição de atividades e bens, assim como o seu envolvimento nos próprios processos de produção e representação de formas de expressão artística, como condição para um desenvolvimento mais coeso e inclusivo.

    Na sequência da análise às candidaturas apresentadas, encontram-se em execução 12 projetos apoiados pelo Programa ALGARVE 2030, que atuam em áreas e públicos distintos, cobrindo também diferentes territórios.

    São abrangidos reclusos, migrantes, idosos, pessoas com deficiência e/ou incapacidade, jovens NEET e pessoas com problemas de saúde mental.

    Os projetos apoiados preveem o desenvolvimento de oportunidades concretas de participação por meio de diversas formas de expressão artística e cultural, intervindo através de:

    aulas de dança, partilha de memórias e testemunhos; workshops, residências artísticas, espetáculos e exposições; valorização dos patrimónios culturais do território e foco em intervenções de proximidade;

    intervenção social que recorre a práticas artísticas; transformação social através de atividades artísticas e culturais, fomentando o pensamento crítico, empoderamento e participação cívica dos participantes;

    promoção da interculturalidade e a não discriminação em contexto escolar, utilizando a arte participativa;

    formação cultural e social dos indivíduos; capacitação e promoção da inclusão na comunidade, a todos os níveis.

    O apoio FSE+ aprovado de mais de 800 mil euros no âmbito do Programa ALGARVE 2030 permitirá, nos próximos anos, mostrar a cultura e a arte como instrumentos valiosos de inclusão social, contribuindo para a coesão e promoção da diversidade.

    Projetos apoiados:

    DesignaçãoBeneficiário
    OS INVISÍVEISTEATRO MUNICIPAL DE FARO – SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS
    Dansanté em tournéeARTIFICIAL- ASSOCIAÇÂO ARTÍSTICA E CULTURAL DO ALGARVE
    Festival de Artes InclusivasTEIA D’IMPULSOS – ASSOCIAÇÃO SOCIAL, CULTURAL E DESPORTIVA
    CLUSTER CRIATIVO
    Monchique – Fábrica de Memórias
    VICENTINA – ASSOCIAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SUDOESTE
    Cultura ao MontesARCDAA – ASSOCIAÇÃO RECREATIVA CULTURAL E DESPORTIVA DOS AMIGOS DA ALTA-MORA
    Projeto CamarataLAC – LABORATÓRIO DE ACTIVIDADES CRIATIVAS – ASSOCIAÇÃO CULTURAL
    Recordar é viver, Histórias de uma vidaASSOCIAÇÃO CULTURAL DANCENEMA
    AD-HOCS: Arte e Desenvolvimento para Horizontes de Oportunidades Culturais e SociaisG. R. A. T. O. – GRUPO DE APOIO AOS TOXICODEPENDENTES
    QuART TILESFREGUESIA DE QUARTEIRA
    Tudo IncluídoMUNICÍPIO DE LAGOA
    Dançar com a Diferença em TaviraMUNICIPIO DE TAVIRA
    LINHA COMUMQUESTÃO REPETIDA – ASSOCIAÇÃO

  • As Charolas

    As Charolas

    Uma Charola é muito mais do que o seu simples repertório musical, diz-nos Tina Madeira, no Facebook, qualificando-se como uma ancestral manifestação cultural que, felizmente, em Portugal, ainda perdura no sotavento algarvio, nos concelhos de Faro, S. Brás de Alportel, Olhão, Tavira, Castro Marim e Vila Real de Sto. António.

  • As Janeiras: Uma Tradição Viva no Sul de Portugal

    As Janeiras: Uma Tradição Viva no Sul de Portugal

    O mês de janeiro traz consigo uma das tradições culturais mais vibrantes do sul de Portugal: as Janeiras. Este costume secular, que remonta a práticas populares de celebração do início do ano, continua a ser um marco importante nas comunidades do Algarve e Baixo Alentejo, reunindo gerações em momentos de convívio, música e valorização do património imaterial.

    As Janeiras são caracterizadas pelo canto de grupos populares que percorrem as ruas das localidades, entoando músicas tradicionais e votos de bom ano para os seus vizinhos. A prática tem raízes nos rituais pagãos de celebração do solstício de inverno, mais tarde adaptados pela Igreja Católica como forma de exaltar os Reis Magos. Hoje, são um símbolo de união e de partilha, especialmente em regiões como o Algarve e o Baixo Alentejo, onde o vínculo comunitário permanece forte.

    Iniciativas Destacadas no Algarve e Baixo Alentejo

    Ao longo de janeiro, várias câmaras municipais do sul do país promovem eventos culturais que dão nova vida a esta tradição. Entre as iniciativas programadas destacam-se:

    1. Câmara Municipal de Alcoutim: Cumprindo a tradição um grupo de voluntários vai animar o primeiro sábado de 2025 passando pelos Lares, Associações e cafés da Freguesia e uma visita a Sanlúcar de Guadiana.

    2. Câmara Municipal de Castro Marim: Algumas povoações da freguesia de Odeleite vão estar as Janeiras no sábado, dia 4 de janeiro, a partir das 14h00, mantendo viva mais uma tradição do interior da serra do concelho de Castro Marim.
    3. O Cantar às Janeiras terá início em Odeleite, no largo da Junta de Freguesia, pelas 14h00, seguindo para as Furnazinhas pelas 15h00.
    4. Já na Corte Pequena vão cantar-se as Janeiras pelas 16h00, junto à paragem de autocarro, e em Alta Mora vai decorrer junto ao centro de convívio pelas 17h00.
    5. Esta iniciativa pretende levar às povoações mais isoladas alguns momentos de comunhão, de convívio e de solidariedade a quem, muitas vezes, nestas quadras sofre a ausência de familiares e amigos.
    1. Câmara Municipal de Tavira
    • Encontro de Janeiras: Diversos grupos de cantares locais reúnem-se no centro histórico para um espetáculo comunitário. O evento é gratuito e acontece na Praça da República no dia 6 de janeiro.
    1. Câmara Municipal de Albufeira
    • Cantares ao Luar: Grupos de jovens e seniores visitam freguesias do concelho durante a primeira semana de janeiro, proporcionando momentos de interação com os habitantes e visitantes.
    1. Câmara Municipal de Castro Verde
    • Festival de Janeiras e Reis: O Salão dos Bombeiros Voluntários recebe grupos corais alentejanos que apresentam cânticos tradicionais. Uma feira de artesanato e gastronomia local acompanha o evento.
    1. Câmara Municipal de Loulé
    • Desfile das Janeiras: Um cortejo percorre as ruas do centro histórico com grupos de folclore e coros paroquiais. A celebração inclui uma bênção especial na Igreja Matriz de São Clemente.
    1. Câmara Municipal de Mértola
    • Janeiras no Castelo: Este evento único celebra as Janeiras no emblemático Castelo de Mértola, com música tradicional e recriações históricas que remetem às origens da tradição.

    Preservação da Tradição

    As Janeiras não são apenas um momento de festa, mas também uma oportunidade de manter vivas as raízes culturais do sul de Portugal. As autarquias e associações locais têm desempenhado um papel crucial na dinamização desta tradição, garantindo que ela perdure no imaginário das comunidades e cativando novas gerações.

    Para quem procura um início de ano marcado pela cultura e pelo espírito comunitário, as celebrações das Janeiras no Algarve e Baixo Alentejo são uma experiência única, que alia a música, a história e o calor humano que define estas regiões.

    Fica o convite para todos participarem e celebrarem as Janeiras, perpetuando esta tradição que une e valoriza o património cultural português.

  • Barquinhos de poemas rumo ao Guadiana

    Barquinhos de poemas rumo ao Guadiana

    No dia 27 de dezembro, em Barriada de Canela, a poesia correu por terra, mar e ar nas terras do Baixo Guadiana., com o tradicional almoço de despedida do ano, onde pasrticiparam os «Poetas do Guadiana» das duas margens do rio.

    Qualidade humana, portas e as janelas sempre abertas caso, com o Ano Novo, para dar uma volta pelos poemas de sempre e pelos novos.

    Fotos A. Cipriano Cabrita e José Luís Nascér

  • 25 Anos da IN Versus Fado no Club Farense

    25 Anos da IN Versus Fado no Club Farense

    IN VERSUS FADO ASSINALAM EM FARO 25 ANOS DE ATIVIDADE
    O Club Farense irá receber na sexta-feira, 6 de dezembro, pelas 21:00, o grupo In Versus que assinala 25 anos de atividade como cultores do fado, da canção e da guitarra de Coimbra no Algarve.
    O grupo iniciou a sua atividade na Universidade do Algarve em 1999. A realização das monumentais serenatas académicas nas escadarias da Sé de Faro e da Igreja do Carmo definem um alinhamento com a tradição da Canção de Coimbra e a guitarra portuguesa de Coimbra.
    O grupo tem contado, ao longo da sua história, com alunos e antigos alunos da Universidade do Algarve, Universidade de Coimbra e Universidade do Porto.
    São reconhecidos como referência neste estilo musical a sul de Coimbra. Realizam espetáculos por todo o sul do país com maior incidência no Algarve tendo registado incursões por Espanha.
    Contam no repertório com temas clássicos do reportório de Coimbra bem como fados e guitarradas de novas gerações. Assumem como influências mais marcantes Artur Paredes, Carlos Paredes, Edmundo Bettencourt e Luiz Goes.
    O lançamento do disco “Saudade” em 2017 é um marco no percurso do grupo. Apresenta registos de estúdio que ilustram a forte ligação à canção de Coimbra e às guitarradas existentes no Algarve.

  • Tráfico de arte no Guadiana

    Tráfico de arte no Guadiana

    A câmara municipal de Alcoutim apresenta entre 5 e 7 de Dezembro o programa de iniciativas culturais «Tráfico de Arte no Guadiana».

    Estão incluídas lendas e canções das mulheres da fronteira, a apresentação do Projeto Aves do Algarve, a iniciativa «O meu corpo fronteira», jogo da glória e pintura artística.

    Vai também haver música Tunnak e projeto participativo

    Programa:

    5, 6 e 7 de DEZEMBRO

    Vila de Alcoutim

    Quinta feira, dia 05 de dezembro – Raianas – Lendas e canções das mulheres da fronteira, por Irene Reina e Ricardo Martins | 19h00 | Cais Central da Vila

    Sexta feira, dia 06 de dezembro – Apresentação do Projeto Aves do Algarve, Guia de Campo e descoberta, pela Associação Terras do Baixo Guadiana | 10h00 | Salão Nobre da Câmara Municipal

    Jogo da Glória, Caminhos da Fronteira, pintura artística de Soizic Seon
    Jogado pelos alunos do 1º Ciclo do Agrupamento de Escolas do Concelho de Alcoutim

               11h00 | Cais Central da Vila

    O Meu Corpo Fronteira – Instalação Habitada
    por Artelier? by Nuno Paulino & TNR Studios ( a barca por mares ) | 15h00 – 16h30 | Capela de Santo António.

    TUANAKE
    Por Companhia Honky Tonk Sail com pintura ao vivo de Soizic Seon e música de Bots Leonard (percussão, sopros, voz, guitarra e loop station)

                 19h00 | Barco Honky Tonk |  Cais Velho

    Sábado, dia 07 de dezembro

    Jogo da Glória, Caminhos da Fronteira, pintura artística de Soizic Seon
    Jogo aberto à população e visitantes com animação por Água Ardente Produções Teatrais

          11h00 | Cais Central da Vila

    O Meu Corpo Fronteira – Instalação Habitada
    por Artelier? by Nuno Paulino & TNR Studios ( a barca por mares )

         15h00 – 16h30 | Capela de Santo António

    Apresentação do Livro “Poesia das Margens do Guadiana”, de José Dias Rodrigues
    16h30 | Biblioteca Municipal Carlos Brito

    Rio – Um Leito na Esfera de Fogo –Teatro de fogo participativo
    por Artelier? by Nuno Paulino & TNR Studios ( a barca por mares )

       19h00   | Performance   itinerante pelo Cais e Zona ribeirinha
  • Petição sobre a obra de José Mário Branco

    Petição sobre a obra de José Mário Branco

    A petição tem mais de 5200 assinaturas recolhidas com vista à declaração de interesse nacional e consequente classificação da obra fonográfica do músico José Mário Branco.

    Nascido em 1942 e falecido em 2019, o intérprete, compositor, arranjador e produtor portuense tem um percurso em disco entre 1969, data em que foi editado o EP «Seis Cantigas de Amigo», e, no próprio ano em que faleceu, produziu o álbum “Ruas e Memórias”, do fadista Marco Oliveira.

    O último disco de José Mário Branco em nome próprio, a coletânea «Inéditos – 1967-1999», foi publicado em 2018, mas a riqueza da sua obra não se esgota unicamente nesses registos, devendo compreender as composições escritas para outros e ainda as produções, destacando-se o seu trabalho inovador na área do fado a partir da década de 1990, especialmente ao lado de Camané e da letrista Manuela de Freitas.

    José Mário Branco dirigiu, entre outros, o álbum «Cantigas do Maio» (1971), de José Afonso, publicado na mesma altura do seu primeiro álbum, «Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontade», colaborando com Sérgio Godinho em diversos momentos do percurso de ambos.

    Depois de 1974, fundou o Grupo de Acção Cultural – Vozes na Luta, responsável por uma nova abordagem ao cancioneiro tradicional português.

    Com este pedido de classificação, os proponentes e os signatários pretendem que a obra de José Mário Branco seja mais divulgada, estudada e interpretada, tendo em conta a riqueza do seu criador, onde confluíam os universos da música popular, da música erudita e ainda de uma importante passagem pelo teatro.

    Os promotores da Petição :

    Alain Vachier (produtor musical); Ana Ribeiro (música); António Bulcão (Cantautor); Antonio Duarte (músico); A.P. Braga (cantautor) ; Armando Carvalhêda (Radialista); Arnaldo Trindade (editor fonográfico); Cândido Mota (Radialista); Carlos Alberto Moniz (cantautor); Carlos Clara Gomes ( cantautor); Francisco Fanhais (cantor); Francisco Naia (cantautor); Gaspar Varela (músico); João Afonso (cantautor); João Carlos Callixto (Investigador musical e autor de programas de rádio e televisão); João Loio (músico); João Nogueira (músico); Jorge Mendes (músico); José Barros (cantor/autor/compositor); José Carita (músico); José Manuel Ésse (músico); Lúcia Moniz (actriz/cantautora); Luís Almeida (cantautor); Luis Galrito (cantautor); Luís Gil Bettencourt (músico); Lurdes Nobre (produtora musical); Manuel Freire (cantautor); Marco Oliveira (cantautor); Mário Mata (cantautor); Miguel Calhaz (cantautor); Pedro Branco (cantautor); Rogério Charraz (cantautor); Rogério Oliveira (músico); Rui Curto (músico); Rui Júnior (músico); Rui Sousa (músico); Samuel Quedas (cantautor); Silvestre Fonseca (músico); Tino Flores (cantautor); Toni da Costa (músico); Vitor Paulo (músico); Vitor Sarmento (músico)

    Créditos: Lugar ao Sul

  • Linguagem gestual no Teatro das Figuras

    Linguagem gestual no Teatro das Figuras

    As problemáticas árduas de homens meninos, de mães que perderam filhos, de mulheres meninas que ficaram viúvas e de filhos que ficaram órfãos, mas também de afetos, compreensões e incompreensões que emergiram dessa situação de acesa conflitualidade.

    A narrativa está centrada numa experiência colonial nossa, portuguesa e africana, mas os comportamentos humanos, as suas causas e consequências, são de todas as geografias. No que nos diz respeito, felizmente houve ABRIL. Luís Vicente, é responsável pela dramaturgia e encenação de «Suplicantes».

    A peça incide, essencialmente, sobre uma história de encontros e desencontros históricos circunstanciais, memórias suplicantes que se desvendam por via de uma narrativa que apela ao sentido de humanidade.

    cultura
  • Alunos e raízes culturais em Castro Marim

    Alunos e raízes culturais em Castro Marim

    Alunos de Castro Marim e Altura aproximam-se das suas raízes culturais com aulas de introdução ao folclore e canto tradicional

    Os alunos do primeiro ciclo de Castro Marim e Altura têm atualmente, no seu programa escolar do ano letivo de 2024/2025, aulas de introdução ao folclore e canto tradicional.

    Estas aulas fazem parte do projeto «Aprender com o Passado», que teve a sua fase experimental e piloto durante o ano passado, são agora asseguradas a todas as turmas e dinamizadas por Ricardo Jerónimo e Susana Samúdio.

    A iniciativa pretende ser uma aproximação destas crianças às raízes culturais dos territórios algarvios, com o objetivo de despertar o gosto pelo folclore e etnografia, garantindo a continuidade e passagem do testemunho para as gerações vindouras.

    O projeto tem ainda como objetivo levar às escolas do concelho de Castro Marim algumas temáticas importantes de índole cultural, ligadas ao quotidiano dos antepassados, como jogos tradicionais, alimentação, ofícios e trabalhos de campo, para tornar o território num ponto de referência na região algarvia ao nível do ensino cultural e das tradições.

    As aulas têm um cariz voluntário e passaram a ter um carácter regular, com a frequência de duas horas semanais.

    Este projeto pretende ainda voltar a dar destaque a esta cultura tradicional e etnográfica do concelho e do Algarve, que tem vindo a definhar, a ser esquecida e adulterada ao longo dos tempos, apesar do seu enorme potencial.

    É uma iniciativa do Município e do Agrupamento de Escolas de Castro Marim, com a colaboração da Associação Cultural Amendoeiras em Flor.

  • Faro celebra centenário de António Ramos Rosa

    Faro celebra centenário de António Ramos Rosa

    Natural de Faro, nascido a 17 de outubro de 1924, onde frequentou os estudos secundários, António Ramos Rosa cedo rumou a Lisboa, onde trabalhou como empregado de escritório, tradutor e professor.

    Por iniciativa do Município de Faro e da associação A Tal Emersa, o seu centenário será celebrado ao longo de dois dias com um programa especial que incluiu a exposição “António Ramos Rosa e a Interrogação do Real”.

    A inauguração está prevista para as 17:30 do dia 16 de outubro, e uma jornada de trabalho com conferências, mesas-redondas e recital de poesia, a partir das 9 horas do dia 17 de outubro, sempre na Biblioteca Municipal de Faro António Ramos Rosa.

    António Ramos Rosa tem o seu nome ligado a publicações literárias dos anos 50. Foi cofundador da revista Árvore (1951-1953) e participou na Cassiopeia e nos Cadernos do Meio-Dia. Estes primaram não só por uma postura de isenção relativamente aos diversos feixes estéticos que atravessam aquela década (legado surrealista e evolução da poesia neorrealista, entre outros), como por um critério de respeito pela qualidade estética dos trabalhos literários publicados.

    Viveu intensamente a vitória dos Aliados, aquando do término da II Guerra Mundial e desenvolveu uma importante atividade nos domínios da teorização e da criação poética.

    Complementarmente, Ramos Rosa colaborava com textos de crítica literária na Seara Nova e no Colóquio Letras, entre outras publicações periódicas.

    É no primeiro número da Árvore, onde garante a participação dos poetas António Luís Moita, José Terra, Luís Amaro e Raul de Carvalho, que subscreve o texto “A Necessidade da Poesia”, apontando como princípios imperativos da publicação a liberdade e a isenção (“Não pode haver razões de ordem social que limitem a altitude ou a profundidade dum universo poético, que se oponham à liberdade de pesquisa e apropriação dum conteúdo cuja complexidade exige novas formas, o ir-até-ao-fim das possibilidades criadoras e expressivas.”), postergando apenas da aventura poética a “gratuitidade como intenção“, posto que a poesia decorre de uma “superior necessidade […] tanto no plano da criação como no da demanda social” (ibi., p. 4).

    Como poeta, estreia-se em 1958 no jornal «A Voz de Loulé» com o poema “Os dias, sem matéria” e na coletânea “O Grito Claro”, n.º 1 da coleção de poesia «A Palavra», editada em Faro e dirigida pelo seu amigo e também poeta Casimiro de Brito. Seria apenas o primeiro de uma obra poética que ultrapassa os cinquenta títulos.

    É ainda autor de ensaios, entre os quais se salienta A Poesia Moderna e a Interrogação do Real (1979-1980). Estava assim lançado o movimento da moderna poesia portuguesa onde o autor circulava. 

    Ramos Rosa foi distinguido com numerosos prémios nacionais e estrangeiros, entre os quais o Prémio Pessoa, em 1988, o Prémio Poesia da Associação Portuguesa de Escritores/CTT – Correios de Portugal em 1989, pela recolha “Acordes”, e em 2006, pelas obras “Génese” e “Constelações”, que estão igualmente na base da atribuição do Prémio Luís Miguel Nava, no mesmo ano; em 1990, o Grande Prémio Internacional de Poesia, no âmbito dos Encontros Internacionais de Poesia de Liège; em 1992, o Prémio Jean Malrieu, para o melhor livro de poesia traduzido em França, e o Prémio Municipal Eça de Queiroz, da Câmara Municipal de Lisboa (Prémio de Poesia), pela obra “As armas imprecisas”; e, em 2005, o Grande Prémio Sophia de Mello Breyner Andresen (Prémio de Poesia), São João da Madeira, pela obra “O poeta na rua. Antologia portátil”.

    A 10 de Junho de 1992 foi feito Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada e a 9 de Junho de 1997 é agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique. Em 2001, o seu nome foi dado à Biblioteca Municipal de Faro. Em 2003, a Universidade do Algarve, atribui-lhe o grau de Doutor Honoris Causa.

    Considerado um dos grandes poetas portugueses da atualidade, a sua atitude crítica perante a sua própria palavra, fez dele um dos mais esclarecidos críticos portugueses contemporâneos. 

    Faleceu a 23 de setembro de 2013, em Lisboa, tendo doado todo o seu espólio literário à Biblioteca Nacional de Portugal.

    No âmbito da sua Missão e das atribuições no domínio da Cultura, a CCDR do Algarve, I.P. congratulou-se com esta iniciativa, que considera meritória, eevoca a memória de um dos mais distintos algarvios e a obra de um nome maior da Poesia do Século XX.

  • Ria Inquieta organiza M Grande Fest em Tavira

    Ria Inquieta organiza M Grande Fest em Tavira

    Este evento celebra a arte no feminino, promovendo projetos autorais de mulheres e reforçando a igualdade de género e o empoderamento feminino nas artes.

    Programação:

    • 11 de outubro: A banda Džezva abre o festival com uma fusão de sons folclóricos dos Balcãs, jazz e música improvisada, liderada pela cantora croata Marta Fiolić.
    • 12 de outubro: Mila Dores apresenta seu novo álbum “BRAVA”, que mistura indie pop com influências da música tradicional portuguesa, abordando temas de empoderamento feminino e contestação social.

    Outras Atividades:

    • Poesia Inquieta: Oficina de poesia que promove a partilha e reflexão.
    • Exposição de Artes Visuais: Obras de artistas colaboradoras da Ria Inquieta, no Hub Criativo da Ria Inquieta.

    O evento é parte do programa Equinácios da Câmara Municipal de Tavira e conta com o apoio de várias entidades locais.

    A exposição do M Grande Fest contará com obras de várias artistas que colaboram com a Associação Cultural Ria Inquieta. No entanto, os nomes específicos das artistas participantes não foram mencionados nas fontes disponíveis.

    A Associação Cultural Ria Inquieta é uma organização dedicada à promoção de espaços de criação, exibição e diálogo artístico e cultural em Tavira e na região algarvia.

    Fundada em resposta à escassez de oferta cultural na orla da Ria Formosa, a associação tem como objetivo principal dinamizar o setor cultural no Algarve, descentralizando-o e dando visibilidade a artistas locais ou residentes.

    Principais Iniciativas:

    • 6as Inquietas: Programação regular de eventos no Clube de Tavira, incluindo música, poesia, cinema, exposições, mercados, concursos de desenho e espetáculos de stand-up.
    • Coro Inquieto: Fundado em 2022, é um coro que promove a música coral na região.
    • Música com M Grande: Ciclo de concertos que destaca grupos liderados por mulheres, já na sua terceira edição em 2024.

    Missão e Valores:

    • Promoção da Igualdade de Género: Através de eventos como o M Grande Fest, a associação reforça a igualdade de género e o empoderamento feminino nas artes.
    • Colaboração e Redes Criativas: A Ria Inquieta acredita na importância das parcerias e trocas criativas para construir um polo artístico vibrante e dinâmico.
    • Descentralização Cultural: Busca descentralizar a oferta cultural, levando eventos e iniciativas para diferentes partes da região algarvia.

  • Livro de António Horta Correia sobre irmão de Lutegarda de Caires

    Livro de António Horta Correia sobre irmão de Lutegarda de Caires

    A obra centra-se na recolha documental e respetiva seleção criteriosa das pessoas do passado de Vila Real de Santo António, onde presidiu à câmara municipal.

    O sétimo volume é a biografia, elaborada a partir de uma recolha documental, de João de Deus Guimarães, notável jornalista e político, nascido em Vila Real de Santo António em 8 de Janeiro de 1860, irmão da poetisa Luthgarda Guimarães de Caires.

    Considerado jornalista notável, foi redator ou diretor dos jornais «A Correspondência» (1893), «O Tempo» (1894), «O Portugal» (1900), «O Progresso» (1900), «O Intransigente» (1910).

    Político Republicano, em 1909, sob pseudónimo de João Diabo, publicou o manifesto político «Carta a El-Rei». Por divergências e perseguições políticas foi forçado a emigrar algumas vezes, para diversos países da Europa e da América. Colaborou com Sidónio Pais e integrou o grupo fundador do movimento de 28 de Maio de 1926.

    A obra de investigação apresenta 300 páginas de informações e documentos, nunca antes compilados e pode ser adquirida junto da Arandis.

  • Apoios ao associativismo em Tavira

    Apoios ao associativismo em Tavira

    A câmara municipal de Tavira anunciou os apoios concedidos face à relevância das atividades desenvolvidas pelas associações culturais e recreativas, na oferta cultural do concelho, em diferentes eixos de atuação como o teatro, a dança, a música ou o artesanato.

    Beneficiaram deste apoio 39 associações legalmente constituídas e sedeadas no concelho com a atribuição de um financiamento total de €257.750,00,.

    A distribuição ficou faseada em duas tranches e as verbas foram concedidas mediante celebração de um protocolo de colaboração, destinado a fomentar o valor educativo e cultural da programação existente no concelho, assim como a dinamização do associativismo cultural e recreativo.

    A par deste apoio, a autarquia auxilia, logisticamente, a realização de diversas iniciativas que integram o programa das associações, assim como através da aquisição de viaturas, de instrumentos musicais, da manutenção de sedes e outras ajudas que a edilidade considere fundamentais para o desenvolvimento, valorização e subsistência do associativismo tavirense.

  • Manuel Palma com livro de memórias em Castro Marim

    Manuel Palma com livro de memórias em Castro Marim

    Manuel Palma, aos 89 anos, reuniu neste seu livro diversos episódios sobre estes períodos da sua vida, contando com a presença e forte apoio de familiares e amigos do autor, na apresentação da obra.

    Houve um momento musical protagonizado pelo exímio músico Nélson Conceição e contou com convidados especiais que fizeram questão de participar através da Internet, como foi o caso do professor Pedro Tavares.

    A participação em formato online decorreu no dia em que se comemoravam os 25 anos do referendo de independência de Timor, estabelecendo-se uma ligação com aquele professor a lecionar em Díli, sendo mensageiro da Língua Portuguesa.

    A cultura local viu-se valorizada com a partilha de histórias de uma adolescência distante, bem marcada pelo período da ditadura em Portugal. A simplicidade das histórias e dos sonhos vividos fazem sempre parte da cultura de um povo.

    Trata-se do sexto livro deste autor natural do concelho de Castro Marim e consiste num «bem-disposto e fiel relato dos anos 40 e 50 do século XX, no qual a sua geração, certamente, se identificará».

    A obra recolhe uma série de pequenos apontamentos que evocam os momentos mais marcantes da infância e adolescência do autor, que já conta com um vasto leque de obras editadas, maioritariamente de poesia.

    Para Pedro Tavares, autor do prefácio deste livro, trata-se de um «trabalho louvável, quer pela ideia, quer pela concretização, numa visão que nos traz dinâmicas de outros tempos, desde a escola à vida caseira, da natureza às tradições».

    Manuel Palma é membro da tertúlia poética transfronteiriça, Poetas do Guadiana.

  • JAZZ na marginal do Guadiana

    JAZZ na marginal do Guadiana

    Guadiana Jazz recebe, no dia 18 de Agosto, às 19:00 horas, AZAR AZAR, o alter-ego do teclista e produtor Sérgio Alves.

    O anúncio deste concerto chega com a promessa de um por de sol, na Avenida da República, a prometer uma viagem inesquecível, na qual Sérgio Alves apresenta Cosmic Drops, o seu álbum de estreia.

    Entretanto, o seu talento acompanhou nomes como os Groovelvets, de Marta Ren, Capicua, Virtus ou Minus & MRDolly.

    Foi em 2020 a estreia deste músico com o seu projeto pessoal. Sérgio Alves cresceu em pleno advento do Hip Hop, do House, do Techno, do Broken Beat e de muitas outras expressões da mais moderna música de dança.

    Tem mais de duas décadas e meia de percurso consistente como Dj, contributo para a forma como consegue consolidar a sua personalidade, através do domínio natural de uma imensidão de impulsos.

    A organização é do Município de Vila Real de Santo António.

  • Igreja de Tavira recebe visita comentada

    Igreja de Tavira recebe visita comentada

    Esta visita enquadra-se na descoberta do património cultural da região com uma série de visitas comentadas, iniciadas no dia 20 de maio no Castelo de Paderne, em parceria com o Município de Albufeira que o organismo regional está a promover.

    A visita também se enquadra-se na celebração dos 60 anos da Carta de Veneza, «marco importante na história da conservação e restauro de monumentos e sítios».

    Em foco salientam os promotores, está ´«o passado da Igreja de Santa Maria do Castelo, Monumento Nacional desde 1910 e um dos dois únicos templos existentes na região algarvia que fazem parte da Rota dos Templos Marianos».

    Esta Igreja destaca-se pelo seu valor patrimonial, cultural e histórico e está intrinsecamente ligada à história de Tavira e aos sepulcros dos sete cavaleiros mártires e de D. Paio Peres Correia, conquistador de Tavira aos Mouros, lembra a CCDR Algarve.

    Acompanhados por especialistas como Pedro Gago da Unidade de Cultura da CCDR, Marco Sousa Santos , do Museu Municipal de Tavira e Fátima Llera, da In Situ, os participantes poderão inteirar-se sobre aspetos da história artística do monumento e sobre aos resultados da intervenção em curso no interior do templo.

    O esclarecimento incide especialmente sobre a recente descoberta de pintura mural a fresco e sobre a intervenção de restauro dos painéis de azulejos figurativos.

    A operação foi financiada pelos fundos europeus geridos na Região, no âmbito do Programa Regional CRESC ALGARVE 2020, visou a requalificação dos retábulos, pinturas e alguma estatuária que se encontrava degradada e reforçou a importância da valorização e divulgação do património cultural edificado.