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Etiqueta: Saúde

  • Entensão de saúde encerra na Mina de S. Domingos

    Entensão de saúde encerra na Mina de S. Domingos

    A Comissão de Moradores protestou contra o que considera «o inaceitável encerramento da extensão do Centro de Saúde da Mina de São Domingos, concelho de Mértola”.

    Exige a sua reabertura, a atribuição de um médico e funcionamento do serviço de enfermagem tal como acontecia. A ULSBA respondeu que para além das obras há equipamento que ainda está em falta e que se está à espera, assim como a resolução de um problema elétrico que impede o sistema informático de funcionarconvenientemente.

    A Comissão de Moradores afirma que fez chegar as suas preocupações à Câmara Municipal de Mértola e à Junta de Freguesia de Corte do Pinto, assim como às autoridades de Saúde, lembrando que, quatro meses depois das obras concluídas, o Centro de Saúde continua encerrado, obrigando a população da Mina, maioritariamente idosa, a ter de se deslocar a Mértola para consultas médicas, serviços de enfermagem e passagem de receitas, através do transporte público que sai às 09.00 horas e que parte de Mértola para regresso às 15.00 horas, duas vezes na semana. Havendo agora, diz a Comissão de Moradores, mais algumas facilidades porque as aulas regressaram e já há transporte diário. Contudo, as entidades continuam sem dar qualquer resposta.

    Joaquim Cavaco, em declarações à Rádio Voz da Planície, em representação da Comissão de Moradores, observou que «a população é maioritariamente idosa e, para além das dificuldades de mobilidade, não tem dinheiro para fazer face a despesas de deslocação a Mértola».

    Fonte: Rádio Voz da Planície

  • Surto de Covid-19 em Castro Marim

    Surto de Covid-19 em Castro Marim

    Este surto, segundo o delegado é a «causa da maioria dos casos atuais de infeção e de isolamento profiláctico e a sua contenção está a exigir um trabalho extra devido à demora no pedido de cuidados médicos do caso inicial».

    No entanto, considera que, embora nestas situações não seja possível fazer afirmações com total certeza, «estão criadas as condições para o controlo de surto a breve prazo», apelando a que mantenham as medidas de prevenção e evitem «comportamentos imprudentes como o que esteve na origem deste surto».

  • Em Alcoutim há uma Unidade de Saúde Móvel a vacinar contra a gripe

    Em Alcoutim há uma Unidade de Saúde Móvel a vacinar contra a gripe

    O Município de Alcoutim, em articulação com a Administração Regional de Saúde do Algarve IP, através do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Sotavento, está a levar a efeito uma ação de vacinação contra a gripe, gratuita para todas as pessoas com idade igual ou superior a 65 anos ou com determinadas doenças crónicas.

    A próxima deslocação da unidade está prevista para o dia 17 de novembro.

  • APDP apela à criação de um registo nacional da diabetes tipo 1

    APDP apela à criação de um registo nacional da diabetes tipo 1

    A APDP lançou um apelo aos partidos políticos para que desenvolvam propostas legislativas que promovam a criação do registo como um instrumento que fornecerá dados exatos sobre a diabetes tipo 1 em todas as idades e que «facilitará a construção de uma estratégia com real impacto».

    A responsabilidade está, agora, nas mãos dos grupos parlamentares e a APDP pensa reunir com todos, «para que não se perca a oportunidade de desenvolver uma proposta de lei que concretize esta intenção», explica José Manuel Boavida, presidente da APDP.

    A incidência e a prevalência da diabetes tipo 1 está a aumentar e, sendo ainda uma doença pouco conhecida pela população em geral e pelos decisores de políticas de saúde, é crucial que existam dados concretos e atualizados como ponto de partida. Em causa estão entre 30 e 75 mil pessoas de todas as idades que morrem se não injetarem insulina.”, frisa João Filipe Raposo, diretor clínico da APDP

    Esta petição tem o apoio da Associação Mellitus Criança, do Grupo DiabéT1cos, da Sociedade Portuguesa de Diabetologia, da Secção de Endocrinologia e Diabetologia Pediátrica da Sociedade Portuguesa de Pediatria e do Núcleo de Estudos da Diabetes Mellitus da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna.

    Sobre a Diabetes tipo 1:

    A diabetes tipo 1 atinge na maioria das vezes crianças ou jovens, podendo também aparecer em adultos e até em idosos. Na diabetes tipo 1, as células ß do pâncreas deixam de produzir insulina pois existe uma destruição maciça destas células produtoras de insulina pelo próprio sistema de defesa do organismo (sistema imunitário) da pessoa.

    Pessoas com diabetes tipo 1 necessitam de terapêutica com insulina para toda a vida porque o pâncreas deixa de a poder fabricar. A causa deste tipo de diabetes não é, ainda, plenamente conhecida e não está diretamente relacionada com hábitos de vida ou de alimentação menos corretos.

    Sobre a APDP

    Fundada em 1926, a APDP é a associação de pessoas com diabetes mais antiga do mundo. Com cerca de 15 mil associados, desenvolve a sua atividade na luta contra a diabetes e no apoio à pessoa com esta doença, tendo sempre como meta a integração das pessoas com diabetes enquanto elementos ativos na sociedade. A APDP tem sido pioneira na prevenção, na educação e no acompanhamento personalizado. Conhecer melhor a doença e explorar novas formas de tratamento são os seus principais objetivos, a par da criação de estruturas capazes de dar resposta aos diversos problemas que envolvem a diabetes.

    Fonte: www.apdp.pt e PlanetAlgarve.

  • AADIC promove Webinar “À Conversa com Salvador Sobral: o outro lado da Insuficiência Cardíaca”

    AADIC promove Webinar “À Conversa com Salvador Sobral: o outro lado da Insuficiência Cardíaca”

    A Associação de Apoio aos Doentes com Insuficiência Cardíaca (AADIC), vai agora promover o Webinar “À conversa com Salvador Sobral: o outro lado da Insuficiência Cardíaca” com transmissão exclusiva no Facebook e Site da AADIC, no dia 12 de outubro, pelas 21h00.

    Será uma conversa informal, diz a AADIC sobre Insuficiência Cardíaca (IC) entre a Dra. Maria José Rebocho, Médica Cardiologista e também membro do Conselho Técnico-Científico da AADIC, e Salvador Sobral, músico português e vencedor do Festival Eurovisão da Canção 2017, que aos 27 anos de idade recebeu um transplante cardíaco. A iniciativa é de participação gratuita e é dirigida aos doentes com IC e aos seus cuidadores.

    Vou participar neste Webinar da AADIC para dar o meu testemunho enquanto doente com insuficiência cardíaca que teve de ser submetido a um transplante do coração e aproveitar a ocasião para explicar as medidas que todos devemos tomar para evitar ao máximo o risco de contágio pela covid-19”, explica Salvador Sobral.

    Através desta conversa informal queremos partilhar informações pertinentes sobre a doença, dar conselhos úteis e até dicas que permitam aos nossos doentes retomar a sua vida com normalidade e em segurança, nestes tempos que vivemos causados pela covid-19 e que são de cuidados excecionais para todos, principalmente para os portugueses com insuficiência cardíaca”, conclui a Dra. Maria José Rebocho.

    A Associação de Apoio aos Doentes com Insuficiência Cardíaca (AADIC) reúne doentes, familiares e amigos, e tem por objetivo promover, incentivar, orientar e dar apoio na área da Insuficiência Cardíaca, nomeadamente através da informação à população e promoção de melhores cuidados de saúde para esta condição. Atualmente é suportada por um conselho técnico científico e por cerca de 100 associados de norte a sul do país, mas mantém a ambição de atingir os 500 sócios até ao final do ano.

    Página de Facebook:

    Site:

  • Vanessa Ferreira caminha na Via Algarviana por doenças raras

    Vanessa Ferreira caminha na Via Algarviana por doenças raras

    Vanessa Ferreira, fundadora da Associação Portuguesa para as Doenças Congénitas da Glicosilação e outras Doenças Metabólicas Raras (APCDG) e cofundadora da rede de investigação CDG & Allies PPAIN, está a percorrer parte da Via Algarviana a pé.

    A partida foi no domingo, 27 de setembro e a chegada será no próximo sábado, 3 de outubro. O objetivo passa por consciencializar a população para a existência das doenças congénitas da glicosilação (CDG) e por angariar fundos para a investigação nesta área, através do site da Organização Mundial de CDG, no separador “Doar”, em https://worldcdg.org/donation.

    “Com esta caminhada gostava de alertar as pessoas para as CDG e para as necessidades das famílias com CDG em todo o mundo, assim como recolher fundos, através do site da Organização Mundial de CDG, para o desenvolvimento de investigação nesta área, que será realizada pela rede de investigaçãoCDG & Allies PPAIN”, afirma Vanessa Ferreira, bióloga e irmã de uma jovem com CDG.

    E continua: “O meu desejo é angariar pelo menos 100 euros por cada etapa, mas o objetivo ideal são os 10 euros por km. Vou levar uma camisola com a mensagem ‘CDG is rare, but research should not be’ (as CDG são raras, mas a investigação não deve ser) e uma bandeira que vou içar num ponto bonito de cada etapa do percurso. Se conseguir numa etapa angariar o valor de duas, presentearei os nossos seguidores com uma iniciativa especial, como um vídeo ou algo atípico, que irei decidir na altura”.

    Vanessa Ferreira tem como objetivo caminhar uma média total de 135 km. O percurso vai ser constituído por sete etapas – Alcoutim/Balurcos, Balurcos/Frunazinhas, Frunazinhas/Vaqueiros, Vaqueiros/Cachopo, Cachopo/Barranco do Velho, Barranco do Velho/Salir, Salir/Alte.

    As CDG são um grupo de 150 doenças hereditárias que afetam a glicosilação, um processo pelo qual todas as células humanas acumulam açúcares de cadeia longa que estão ligados a proteínas ou lípidos (gorduras), essenciais para muitas funções biológicas. Estas doenças são altamente incapacitantes, com uma elevada taxa de mortalidade pediátrica e com significativo impacto negativo na qualidade de vida dos doentes e das famílias. As CDG são uma família de doenças muito raras, estimando-se que a forma mais comum (PMM2-CDG) tenha uma incidência de 1 em cada 20 mil pessoas.

    Para mais informações: https://worldcdg.org ou http://www.apcdg.com/

  • Festival do Caracol será com comida-para-fora

    Festival do Caracol será com comida-para-fora

    A câmara municipal de Castro Marim anunciou que, em virtude da crise de saúde provocada pela Covi-19, o habitual Festival Internacional do Caracol será a partir de casa, tendo como sloganFaça como o caracol, festeje a partir de casa!”.

    A ideia da iniciativa é minimizar o impacto económico provocado pelas medidas de combate ao covid-19, envolvendo todos os comerciantes do concelho que quiserem aderir em regime de take-away e, simultaneamente, dar continuidade à política cultural que o município afirma que tem desenvolvido ao longo do tempo, tomando os seus eventos como cartões-de-visita do território.

    O Festival, estende-se por dois meses e nele estão previstos encontros e debates online entre os comerciantes, os quais vão ser transmitidos pelo Município de Castro Marim. Nesses debates vão ser trocadas ideias e receitas do petisco.

    Para além do estímulo ao pequeno comércioe restauração, o Festival vai estar aliado à promoção do sal de Castro Marim, um dos ingredientes chave na confeção dos caracóis.

    A componente internacional será introduzida com a partilha de receitas marroquinas, francesas e espanholas, nacionalidades que todos os anos marcavam presença no evento, mas serão também partilhadas as tradicionais receitas portuguesas, com alguns “segredos” da cozinha do território.

    Na rede global vão também aparecer showcookings e momentos culturais, de música, dança e outras performances, à semelhança do que aconteceria no evento, habitualmente realizado na Colina do Revelim de St. António, na sede do concelho. O primeiro será com o chef Abílio Guerreiro, formador da Escola de Hotelaria e Turismo de Vila Real de Santo António, em data a anunciar.

    Afirmar Castro Marim como destino dos melhores caracóis do Algarve e potenciar também os produtos locais e tradicionais, bem como a cozinha e a cultura mediterrânicas, continuam a ser as diretrizes que movem a realização do Festival Internacional do Caracol.

  • PSD quer uma data para o Hospital Central do Algarve

    A dúvida sobre o início da construção do novo Hospital Central Hospital surgiu pelo facto da ministra ter afirmado que o mesmo «deverá ser planeado este ano, «de modo a que em 2021, possamos começar a executá-lo, estamos a falar de estudos, de garantia de investimento, de decisões sobre a carteira de serviços e o caderno de encargos, para poder responder a essa necessidade dos algarvios»,.

    O PSD interpreta estas palavras como o Governo e o PS terem «abandonado os algarvios no que respeita aos cuidados de saúde hospitalares“.  

    No seu comunicado, o PSD verifica que o Hospital Central do Algarve não consta no Orçamento do Estado de 2020 ou no quadro plurianual de investimentos, até 2023, nem mesmo a «realização de investimentos em equipamentos ou obras de conservação profundas para os Hospitais de Faro e de Portimão».