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Etiqueta: Saúde

  • Castro Marim conta com Centro de Dia para doentes de Alzheimer

    Castro Marim conta com Centro de Dia para doentes de Alzheimer

    Os responsáveis da autarquia passaram por um dia de muita felicidade com a inauguração deste projeto relevante na área da saúde e do apoio social. A Estrutura Residencial e Centro de Dia “José Cabrita” Alzheimer e Outras Demências, da St. Casa da Misericórdia de Castro Marim, tão ansiada, tornou-se realidade aos olhos de todos que presenciaram o ato.

    O novo equipamento social, segundo a autarquia, destina-se a proporcionar alojamento residencial permanente ou temporário a 70 pessoas adultas com perturbação neuro cognitiva (demência), incorporando ainda uma unidade de reabilitação e serviços de saúde especializados. Simultaneamente, o centro de dia terá capacidade para 20 pessoas.

    É a primeira unidade deste tipo a sul do Tejo e uma das primeiras do Paí. Com um custo de cinco milhões de euros, recolheu um financiamento de mais de 80% do valor elegível.

    A unidade de cuidados está incluída no Plano de Ação da ARU e do PARU, e obteve apoio do programa PO CRESC Algarve 2020, apoiado por Portugal e União Europeia, cofinanciado pelo FEDER em milhão e meio de euros, somados ao milhão de euros de apoio do Município de Castro Marim. O restante montante foi assumido pela Santa Casa da Misericórdia, através de capitais próprios e empréstimo bancário.

  • Mudança de proprietário nos edifícios HPA Saúde e Lusíadas

    Mudança de proprietário nos edifícios HPA Saúde e Lusíadas

    São três do grupo Lusíadas em Lisboa, Porto e Albufeira, e outro da HPA Saúde, situado em Lagos. Passaram dois anos sobre a priemira venda.

    No final do ano passado, a Icade Santé detinha 159 estabelecimentos de saúde, dos quais 148 em França, quatro em Portugal, seis em Espanha e um na Alemanha.

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  • Hospital Central em parceira público privada

    Hospital Central em parceira público privada

    Esta resolução tinha sido aprovada em 29 de setembro pelo Primeiro-Ministro, António Costa e determina «dar seguimento ao processo de estudo e preparação do lançamento de uma nova parceria público -privada para a construção e equipamento do edifício do novo Hospital Central do Algarve, nos termos previstos nos artigos 9.º a 14.º do Decreto -Lei n.º 111/2012, de 23 de maio, na sua redação atual, incluindo a constituição de uma equipa de projeto nos termos do artigo 10.º do referido decreto-lei.»

    O Presidente do PS Algarve sublinhou o caráter de celeridade imposto pelo chefe do Governo quando determina que sejam adotadas «as soluções e expedientes mais céleres que se encontrem ao dispor, nos termos legalmente previstos, com efeitos a partir da data da sua aprovação».

    Luís Graça saúda o especial empenhamento do Primeiro-Ministro Governo na «rápida dinamização e conclusão desta fase preparatória do procedimento, fundamental para satisfazer o compromisso eleitoral do Partido Socialista com os Algarvios».

    O dirigente socialista sugere agora a criação de uma comissão de acompanhamento que reúna «personalidades do Algarve ligadas à saúde, ao ensino superior, às autarquias e aos serviços do Estado na região que acompanhe passo a passo todos os procedimentos e escrutine publicamente o calendário de execução do novo hospital».

  • Novo edifício para a saúde em Loulé

    Novo edifício para a saúde em Loulé

    Este equipamento fica localizado em terreno junto ao atual Centro de Saúde e contará com valências distintas: Agrupamento de Centros de Saúde Central – ACES Central, Unidade de Saúde Familiar Lauroé – USF Lauroé, Unidade de Cuidados de Saúde na Comunidade – UCC Gentes de Loulé e Centro de Saúde Universitário, este último da responsabilidade do ABC – Algarve Biomedical Center.

    Com esta unidade de saúde, a câmara municipal de Loulé (65% do financiamento) e a Administração Central (35%) pretendem dar uma resposta importante às necessidades existentes ao nível dos cuidados de saúde da região algarvia, acima de tudo em termos de equipamentos, pois permitirá melhorar serviços, em especial na zona com maior densidade populacional. O total do investimento ronda os 5 milhões de euros e o prazo de execução previsto é de dois anos e meio.

  • Linha de queixas «SOS Saúde Algarve» criada pelo PSD

    Linha de queixas «SOS Saúde Algarve» criada pelo PSD

    Os deputados do PSD eleitos pelo Círculo de Faro, Luís Gomes, Ofélia Ramos e Rui Cristina, ativaram um e-mail para onde «todos os cidadãos poderão enviar os relatos pessoais dos problemas enfrentados quando se deslocam aos serviços de saúde ou das dificuldades em acederem aos mesmos».

    A linha “SOS Saúde Algarve” tem como principal objetivo ouvir a população, sendo um canal onde cada um poderá expor o seu caso «de forma rápida, direta e com a certeza de que terá uma resposta».

    O PSD informou que, nos últimos meses, os deputados Luís Gomes, Rui Cristina e Ofélia Ramos «têm dado conta de problemas cada vez maiores na prestação de cuidados de saúde na região do Algarve, sobretudo no Centro Hospitalar Universitário do Algarve, onde a falta de especialistas é uma realidade gritante e que se repete semana após semana».

    À falta de clínicos nas urgências que dizem existir, mas também conhecem estar a afetar o país na sua generalidade, juntam-se «filas de espera para consultas e cirurgias bem como um número cada vez maior de algarvios sem médico de família», que atribuem à tendência de desinvestimento público no Algarve.

  • PCP analisa urgências encerradas no Algarve

    PCP analisa urgências encerradas no Algarve

    O PCP nota que esta situação se junta aos encerramentos que têm ocorrido na urgência pediátrica do hospital de Faro, e diz que «revela não só a ausência de medidas que garantam a atracção e fixação de médicos e de outros profissionais de saúde no SNS – como o PCP tem proposto designadamente durante a discussão da proposta de Orçamento do Estado para 2022 – mas também, uma política que de forma indirecta contribui para alimentar o negócio dos grupos económicos privados que lucram com a falta de resposta do SNS».

    O recurso em situações de urgência pediátrica apenas em Portimão, ou de urgência de ginecologia e obstetrícia apenas em Faro, «não são solução», diz este partido, negando a opinião do Ministério da Saúde, e acrescenta: «As crianças e os pais algarvios precisam de ter a segurança de que, em qualquer eventualidade, as portas da urgência não se encontram encerradas, nem a saúde e a vida são postos em causa».

    O PCP relembra que, infelizmente, «a falta de profissionais de saúde em todo o Algarve – desde os cuidados primários, passando pelos hospitais, aos cuidados continuados – é uma realidade que, pese embora as muitas promessas, não tem tido resposta. Ausência que é inseparável das opções de PS, PSD, CDS, Chega e IL de favorecimento dos grupos privados de saúde».

    O PCP exige que se tomem medidas urgentes com vista a garantir a atracção e fixação de médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde, investindo nas suas carreiras e remunerações e combatendo o assalto que os Hospitais e Clínicas privadas estão a fazer aos profissionais do SNS. «Medidas urgentes que só não estão implementadas porque o Governo PS assim o tem recusado».

  • Lacerda Sales visita CHUA

    Lacerda Sales visita CHUA

    António Lacerda Sales vai presidir à inauguração do novo angiógrafo biplanar, um equipamento de alta tecnologia, financiado pelo Plano Operacional do Algarve – CRESC Algarve 2020, que visa equipar a região algarvia com uma nova valência no tratamento de doenças neuro vasculares, evitando assim a transferência de doentes para Lisboa e garantindo uma melhoria substancial nos resultados e qualidade de vida dos doentes.

    A visita de trabalho do governante está programada para as 17:00 horas, na Unidade Hospitalar de Faro do CHUA e contempla ainda uma visita ao local da futura Unidade de Procriação Medicamente Assistida (PMA), a apresentação da equipa multidisciplinar da consulta de identidade e diversidade de género, que assinala o início da sua atividade no Algarve, uma visita às obras dos cuidados intermédios/AVC .

  • Moncarapacho tem Hotel para a saúde

    Moncarapacho tem Hotel para a saúde

    O projeto nasce de uma finlandesa, Eva Orsmond, proprietária do projeto e médica de profissão, que nasceu na Finlândia e morou na Irlanda por mais de 22 anos.

    O Solar Alvura foi pensado como um lugar para cuidar do corpo e da mente e promove facilidades e suporte para os que os hóspedes «possam experienciar e adotar hábitos para uma vida com mais qualidade e felicidade».

    A diferenciação começa na chegada, quando os hóspedes são avaliados por Eva Orsmond,. A longo da estadia, têm à disposição uma programação que inclui aulas de yoga e de fitness, massagens, tratamentos de Spa, passeios guiados pelas ilhas e trilhas da região, workshops de cozinha saudável e introdução a atividades de autoconhecimento e de desenvolvimento pessoal, como sessões de meditação e de prática dos «cinco ritos tibetanos».

    Além de proporcionar o bem-estar, o objetivo do projeto «é oferecer ferramentas de reeducação
    alimentar e de equilíbrio físico, mental e emocional para que os clientes possam aplicar nas
    suas rotinas diárias, após a estadia
    », de acordo com o comunicado de imprensa.

    O Solar Alvura Health Hotel, afirmam, «é a realização de um sonho que demorou cinco anos a materializar-se. As instalações da antiga propriedade foram modernizadas para garantir praticidade e conforto, mas preservam a inspiração na atmosfera da construção original, de 1868, como é possível observar pelo restauro de uma prensa de oliveiras apresentada no lobby, ao lado de um grande e vistoso piano

    A beleza natural do Algarve foi uma das principais fontes de inspiração, deste novo projeto que aposta na união de serviços de excelência e instalações exclusivas com a beleza das praias e o clima Algarvio, que são amplamente invejados por toda a Europa.

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  • Varíola Monkeypox regista casos no Algarve

    Varíola Monkeypox regista casos no Algarve

    Segundo a Direção-Geral da Saúde, registaram-se no País mais 16 casos de Monkeypox, varíola, deixando confirmados em Portugal 74 de infeções, à data de onte,. 27 de Maio.

    Embora a maioria das infeções tenham sido notificadas em Lisboa e Vale do Tejo, há já registo de casos nas regiões Norte e no Algarve, segundo o comunicado.

    As infeções confirmadas pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) são em homens entre os 23 e os 61 anos, tendo a maioria menos de 40 anos, refere a DGS, acrescentando que todos se mantêm em acompanhamento clínico, encontrando-se estáveis.

    A autoridade de saúde recomenda às pessoas que apresentem erupção cutânea, lesões ulcerativas, gânglios palpáveis, eventualmente acompanhados de febre, arrepios, dores de cabeça, dores musculares e cansaço para procurar aconselhamento médico. Aconselha ainda a cobrir as lesões cutâneas quando se dirigirem a uma unidade de saúde.

  • PCP receia fuga à Construção do HCA

    PCP receia fuga à Construção do HCA

    Na discussão do Orçamento de Estado para o ano de 2022 foi aprovada por unanimidade a proposta do Partido Socialista, na qual é expresso o compromisso de construção de um novo hospital.

    Durante a discussão e votação na especialidade das propostas para o Orçamento do Estado para 2022, entre as várias iniciativas para que se avançasse com a construção do novo Hospital Central no Algarve, nota este partido que a sua proposta abrangia um Plano Plurianual de Investimentos no Serviço Nacional de Saúde, envolvendo equipamentos e infraestruturas do SNS e a construção do Hospital Central do Algarve, «proposta essa que não foi acompanhada nem pelo PS, nem pelo PSD».

    Referindo-se a comportamentos e promessas de sucessivos governos anteriores, o PCP Algarve sublinha: «As populações do Algarve já têm suficiente experiência para perceber que, em matéria de investimentos na região algarvia prometidos por sucessivos governos, é preciso ver para crer. Prova disso são os vários anúncios de construção do novo Hospital Central do Algarve que, pelo menos desde 2002, atravessaram sem excepção os Governos do PS e do PSD/CDS, sem que as ditas intenções se concretizassem. Ao todo, foram até ao momento 20 anos de promessas de PS, PSD e CDS, com zero concretização».

    Em matéria de saúde no Algarve, «tão importante como a construção do novo Hospital Central, é o reforço dos cuidados primários de saúde, é a garantia de que todos os algarvios têm direito a médico e enfermeiro de família, é a capacidade do SNS de atrair e fixar profissionais, para garantir consultas, exames, cirurgias à população».

    O PCP lamenta ainda que no Algarve, o Serviço Nacional de Saúde seja confrontado «com crescentes dificuldades, ao passo que o negócio da doença de que os grupos privados de saúde se alimentam, continua a florescer à custa dos recursos públicos que para aí são desviados».

    Para o PCP o reforço do Serviço Nacional de Saúde, com o seu carácter universal e tendencialmente gratuito, «é a única forma de assegurar sem discriminações o direito à saúde do povo português. Um reforço que é todos os dias comprometido com as opções de PS e PSD de submissão à moeda única e aos critérios do défice e que impedem a valorização dos serviços públicos».

  • Hospital Central do Algarve proposto para o OE2022

    Hospital Central do Algarve proposto para o OE2022

    A proposta tem a assinatura de Jamila Madeira, Jorge Botelho, Luís Graça, Francisco Oliveira e Isabel Guerreiro que afirmam cumprir ´«a promessa da campanha eleitoral de fazer do novo Hospital Central e Universitário do Algarve a primeira iniciativa legislativa enquanto parlamentares eleitos sobre aquela que consideram a prioridade das prioridades para o Algarve».

    Os deputados socialistas lembram que o novo Hospital Central do Algarve foi por «iniciativa do Primeiro-ministro, António Costa, inscrito no Programa do atual Governo enquanto compromisso para a atual legislatura e que, decorrente desse objetivo, deveria passar a ter um artigo autónomo em sede de Orçamento de Estado».

    Os parlamentares algarvios sublinham o amplo consenso que existe em torno da necessidade deste equipamento de saúde, cujo concurso para adjudicação da Parceria Público Privada para a sua construção se encontra suspenso desde 2011.

    Até ao final do terceiro trimestre de 2022 o Governo adota as diligências necessárias que «assegurem o procedimento para a construção e equipamento do novo edifício do Hospital Central do Algarve, assumindo o modelo contratual mais célere para a concretização da obra, que concilie o princípio de viabilidade e sustentabilidade económica e financeira com o critério de imperiosa urgência e necessidade para a qualidade da assistência prestada à população da região».

  • Afastamento de Ayala foi devido a normas não obedecidas em Castro Marim

    Afastamento de Ayala foi devido a normas não obedecidas em Castro Marim

    Francisco Amaral, que não concorda com a substituição, revelou que o dr. Carlos André, lhe terá finalmente apresentado aquela justificação para o afastamento e carreou os argumentos porque continua a considerar injusto aquele afastamento.

    «Vejamos», observa o autarca na sua página do Facebook, “Ainda a dra. Graça Freitas, diretora Geral de saúde pública, contraindicava a utilização das máscaras, já as costureiras de Castro Marim sob orientação do dr. Mariano Ayala, fabricavam máscaras que eram cedidas gratuitamente à população. Castro Marim foi o primeiro município do país a realizar testagem em massa. Passado poucos dias o país inteiro fazia testagem em massa».

    Reafirma que o delegado de saúde realizava todas as semanas reuniões de proteção civil com as várias entidades envolvidas e encontrava-se todos os dias no terreno, aconselhando de um modo pedagógico todos os modos de proteção individual e coletiva de combate à pandemia covid-19, nomeadamente nos comércios, restaurantes, cafés, etc…

    Acusando os decisores da medida de «ciumeira institucional gerada pela cobertura televisiva das iniciativas de saúde em Castro Marim», Francisco Amaral dá nota de que «Todo este trabalho desenvolvido pelo dr. Mariano Ayala é reconhecido pela população e pelo município. Sabendo nós do contencioso do foro pessoal que corre nos tribunais entre o dr. Carlos André e o dr. Ariano Ayala» e critica a postura de «algumas pessoas na área da saúde no Algarve, que secundarizam os interesse e a saúde da população em prol da guerrilha política ( ou melhor, politiqueira)…»

  • Suspenso em Monsaraz o boletim epidemiológico

    Suspenso em Monsaraz o boletim epidemiológico

    A publicação desse boletim epidemiológico, que tem carácter informativo, «deve também servir o intuito de dar à população indicação do evoluir da pandemia na nossa terra, e isso não está a acontecer, pelo contrário, os baixos números que nos enviam e que publicamos, e que não correspondem minimamente à realidade podem induzir uma falsa sensação de segurança nas pessoas, que queremos evitar», anunciou a autarquia.

    Os números de infeção por Covid-19 são, efectivamente, altos, constatam, afirmando que procuram, junto de todas as autoridades de saúde, «perceber o motivo deste desfasamento entre os dados que nos são enviados e aquilo que efetivamente sabemos existir, e a justificação é que o enorme número de casos está a atrasar todo o circuito de informação».

    Na circunstância, Entendem que não podemos continuar a comunicar aos reguenguenses números que «não são verdadeiros.
    Retomaremos a publicação do boletim epidemiológico quando os dados voltarem a espelhar a realidade, até lá estamos atentos e sempre disponíveis para proteger a população
    ».

  • Onda de solidariedade com João Pedro

    Onda de solidariedade com João Pedro

    Com 25 anos, deitado numa cama de hospital, não consegue comunicar nem nada fazer de forma autónoma e estão a ser recolhidos fundos para o tratar numa clínica em Espanha (Hospital NISA Sevilla Aljarafe) que poderá ajudar o jovem não apenas nos seus problemas motores, mas também, nos problemas cognitivos que o impedem contatar com todos os que o rodeiam.

    A iniciativa foi tomada porque «Se existe povo generoso que se emociona e que abraça causas, como se dos seus familiares, e amigos se tratassem, é o povo português. Por isso, apelamos a todos os portugueses para que ajudem o João Pedro. Não interessa o valor, o pouco faz muito, e se todos contribuirmos, conseguiremos, certamente, ajudar o João Pedro na sua recuperação». escrevem.

    As incógitas a resolver sáo difíceis, pois náo é possível ainda conhecer a duração do tratamento,e estima-se que o valor mensal ronde os onze mil euross. Existe uma página onde será dado a conhecer conhecer o João Pedro e partilhar as suas vitórias e conquistas, ao longo do tratamento. Os eventos criados para o ajudar, bem como o valor angariado para os seus tratamentos, serão aqui partilhados.

    João Pedro está internado em Huelva, no Hospital Juan Ramon Jiménez, depois de ter sido brutalmente agredido por um bando de indivíduos, espanhóis e portugueses, sgundo declarou a mãe à Rádio Guadia, emissora local que a entrevistou e que disse também que das autoridades de saúde portuguesa recebeu a informação que nada podem fazer para o retirar do estado em que se encontra.

    A maé agradece ao hospital por lhe ter salvo a vida, mas está descontente pois, depois de ter saído dos cuidade intensivos, está numa enfermaria e, segundo declarou, “ali o têm numa cama e nada mais fazem além da higiene pessoal, não o estimulam».

  • Painel temático sobre I&D do Compete 2020

    Painel temático sobre I&D do Compete 2020


    Na esfera do Quadro Temporário relativo a medidas de auxílio estatal de apoio da economia no contexto do surto da COVID-19, foi publicado a 20 de abril de 2020 na âmbito dos Sistemas de Incentivos à Empresas do Portugal 2020,um aviso para apoiar projetos promovidos por empresas e entidades do sistema científico e tecnológico.

    Este aviso teve como objetivo assegurar o financiamento público necessário ao desenvolvimento de actividades de investigação associadas ao combate ao COVID-19, estimulando projetos de investigação e desenvolvimento (I&D) e inovação entre as empresas e os centros de interface tecnológica e laboratórios colaborativos, que respondam às necessidades imediatas e a médio prazo do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

    Neste contexto, foi essencial disponibilizar o financiamento público necessário ao seu desenvolvimento e alavancar instrumentos de co-financiamento comunitário e privado, facilitando e estimulando projetos e iniciativas de investigação e desenvolvimento (I&D) e inovação entre os centros de interface tecnológica e laboratórios colaborativos e as empresas.

    O foco foi a investigação de vacinas, medicamentos e tratamentos, dispositivos e equipamento médico e hospitalar, desinfetantes, vestuário e equipamento de proteção, incluindo a construção ou modernização das infraestruturas de ensaio necessárias para desenvolver, testar e otimizar, até à primeira utilização industrial, de produtos relevantes para o COVID-19.

    No âmbito desse aviso o Compete 2020 aprovou projetos que envolvem 26 milhões de euros investimento correspondendo a 24 milhões de euros de Fundos da União Europeia (incentivo), em projetos que mostram a capacidade de mobilização dos agentes para dar resposta aos desafios colocados coletivamente por esta pandemia.

  • Mais pedro o comprimido contra a Covid-19

    A notícia é do jornal americano The New York Times e o medicamento será de fácil de distribuição e pode ser tomado em casa. Segundo apurou aquele jornal, os resultados do ensaio mostraram que «reduziu pela metade o risco de hospitalização e morte entre as pessoas de alto risco no início da infeçáo».

    A Merck permitirá que os fabricantes de genéricos, na Índia, vendam as pílulas a um preço muito mais baixo, em mais de 100 paíse pobres, e a maioria das nações da África Subsaariana, onde as taxas de vacinação são de apenas 3%, está coberta pelo acordo.

    A empresa também solicitou autorização para uso de emergência da F.D.A ( o organismo licenciador nos Estados Unidos). Há dúvidas se o produto genérico vai estar disponível já próximo ano, e os acordos excluem muitas nações sub-vacinadas.

    Vários outros fabricantes de medicamentos, incluindo a Pfizer, devem anunciar os dados de eficácia dos ensaios de seus próprios medicamentos Covid-19.

    As empresas disseram ao NYT que é muito cedo para comentar se entrarão em acordos de acesso semelhantes e citou John Amuasi, especialista em doenças infecciosas do Centro Kumasi para Pesquisa Colaborativa em Medicina Tropical, que disse ser justo afirmar «que esta droga pode prevenir centenas de milhares de hospitalizações e mortes, mas a barreira será o preço.»

    foto Photo by Jakayla Toney on Unsplash

  • Castro Marim lamenta saída do Delegado de Saúde

    Castro Marim lamenta saída do Delegado de Saúde

    O presidente do município de Castro Marim, Francisco Amaral, não concordou com a não renovação da comissão de serviço do delegado de saúde local que diz ser um «médico que se tem revelado muito competente, preocupado, ativo e disponível, nomeadamente no combate à COVID-19».

    A substituição pela ARS dá-se no final da comissão de serviço, mas Francisco Amaral queixa-se de o município não ter sido consultado «em plena pandemia e num concelho em risco elevado». Classificou a decisão como só se justificando «na baixa política e na perseguição pessoal, devendo esta tomada de posição envergonhar os seus autores». Entende que «Pelos vistos, não ser “yes man”, ser competente e ter uma boa relação com uma câmara não socialista, é condição para ser demitido de um cargo».

    Classificou ainda a decisão, no mínimo, infeliz e inoportuna da Autoridade Regional de Saúde, «que se deveria preocupar, de modo sério, com o controlo desta pandemia, em vez de só valorizar as perseguições pessoais e políticas, julgando-se “dona disto tudo”»

  • Vigília no final do mês na Mina de S. Domingos

    Vigília no final do mês na Mina de S. Domingos


    No pró­ximo dia 30 de julho, sexta-feira, a partir das 18:30 horas, a população da Mina de São Do­mingos, Fre­guesia da Corte do Pinto, con­celho de Mér­tola, entra em vi­gília para exigir a re­a­ber­tura da Ex­tensão do Centro de Saúde.

    A ini­ci­a­tiva será levada a efeito frente ao Centro de Saúde tendo por organizadora a Co­missão de Mo­ra­dores da Mina de São Do­mingos, por ter sido encerrada desde março de 2020 a única ex­tensão exis­tente no Con­celho de Mér­tola, o que consideram «de­su­mano e in­sus­ten­tável».

    A po­pu­lação da Mina de São Do­mingos, caracterizam, «é mai­o­ri­ta­ri­a­mente idosa, com re­formas mi­se­rá­veis, não tendo di­nheiro su­fi­ci­ente para a sua ali­men­tação e me­di­ca­mentos, seja obri­gada a gastar o di­nheiro que não tem e a fazer 34 km para se des­locar ao Centro de Saúde de Mér­tola».

    Para além do mais, tal deslocação im­plica «sair de manhã e re­gressar no final do dia no pe­ríodo es­colar, uma vez que, «fora deste, existe apenas um trans­porte pú­blico se­manal».

  • Profissionais de saúde treinam com manequins

    Profissionais de saúde treinam com manequins

    O Centro de Simulação Clínica da Faculdade de Medicina e Ciências Biomédicas da Universidade do Algarve prepara-se para, a partir de setembro, abrir portas à formação contínua de equipas hospitalares com manequins eletrónicos capazes de ter sintomas e de reagir a tratamentos, anunciou a CCDRA.

    Amplas paredes laterais de vidro espelhado e câmaras de vídeo de alta definição, instaladas do teto, dão a entender que os cerca de 30 metros quadrados pintados a branco serão, mais do que uma sala de emergência hospitalar, um teatro de operações escrutinado ao detalhe por muitos olhos e ouvidos.

    Do outro lado deste vidro estarão observadores, enquanto, por detrás deste outro, um instrutor vai comandando o episódio clínico e introduzindo as variáveis a que a equipa na sala vai ter de ser capaz de dar resposta”, é o que explica Guy Vieira, coordenador do Centro de Simulação Clínica, a ganhar forma na Faculdade de Medicina e Ciências Biomédicas da Universidade do Algarve.

    Quando o novo ano letivo arrancar, em setembro, já o espaço estará equipado tal e qual uma unidade hospitalar, mas com uma diferença primordial que fará dele o foco das atenções: na maca, em vez de um paciente de carne e osso, estará um manequim dotado de múltiplos sensores de alta-fidelidade capazes de recriar as funções básicas do corpo humano, anuncia ainda a CCDR – Algarve e «Será nele que se vai refletir a sintomatologia gerada por programas informáticos desenhados para recriar os casos clínicos que vão pôr à prova os profissionais de saúde da região».

    Vamos supor que estamos a simular um edema agudo do pulmão e que o instrutor decide gerar uma baixa significativa da oxigenação, que é um sintoma comum numa situação destas”, exemplifica o oncologista docente da faculdade. “Essa variação há de refletir-se no oxímetro dos monitores, a equipa há de aperceber-se e o chefe de equipa terá de adotar medidas em relação a isso, provavelmente ordenar administração de oxigénio. Estes simuladores são já de tal forma evoluídos que conseguem identificar o oxigénio administrado e em que quantidade e reagir de forma fisiológica, como o corpo humano reagiria”.

    Fonte: CCDR – Algarve

  • Aulas pelo Facebook originárias de Tavira promovem atividade física

    Aulas pelo Facebook originárias de Tavira promovem atividade física

    As aulas são dirigidas a diferentes destinatários. Esta acção tem em conta as preocupação da Organização Mundial de Saúde (OMS) que continua a reforçar a importância do exercício físico, «neste período tão crítico para a saúde, salientando que o comportamento sedentário e baixos índices de atividade física, poderão ter um impacto muito negativo, na saúde, bem-estar e qualidade de vida da população» e assinala que com a nova entrada em confinamento a actividade física nunca fez tanto sentido como agora.

    O vídeo pode ser visto aqui