FOZ – Guadiana Digital

Autor: jestevaocruz

  • Capotamento em Alcoutim

    Um homem de 65 anos sofreu ferimentos ligeiros na sequência de um despiste, embate e capotamento, perto de Alcoutim. O alerta foi dado às 13h16 de ontem, sábado, para um acidente ao quilómetro 75 na Estrada Nacional 122, paralela ao IC27 que liga a ponta na Ribeira de Vascão a Odeleite.

    O veículo saiu da estrada, embateu num eucalipto e caiu numa ravina. A vítima foi transportada para o Hospital de Faro. No local, estiveram os Bombeiros de Alcoutim, uma ambulância dos bombeiros de Vila Real de Santo António e militares da Guarda Nacional Republicana (GNR).

  • PSD não concorda com as motas na praia de Monte Gordo

    PSD não concorda com as motas na praia de Monte Gordo

    Qualificam a realização da prova como um «retrocesso na política de ambiente e na estratégia turística de VRSA, porque a mesma vai degradar a imagem ambiental e paisagística do turismo de VRSA, ao meter 250 motos nos areais da Praia de Monte Gordo», entendendo que «o ACP aufere e a Câmara paga cem mil euros».

    Não é apenas a verba prevista que desagrada ao PSD, mas o facto de «levar veículos motorizados aos areais da Praia de Monte Gordo, num tempo em que os destinos turísticos apostam cada vez mais na imagem da defesa do ambiente e da conservação da natureza, e em que as preocupações com as alterações climáticas estão cada vez mais na ordem do dia».

    Para o PSD esta prova não favorece a imagem do turismo concelhio perante os principais mercados emissores, «num concelho onde parecia consensual a necessidade de privilegiar o turismo desportivo e de saúde, a mobilidade ciclável, os percursos pedonais, as atividades ao ar livre, o aproveitamento das nossas especificidades naturais, paisagísticas e ambientais».

    E prosseguem, em defesa do seu ponto de vista considerando que «num concelho onde as nossas áreas naturais são uma imagem de marca e um dos pilares de qualquer estratégia de afirmação económica e territorial do município, numa perspectiva de médio e longo prazo, as praias com areais a perder de vista, a Reserva, o Parque Natural da Ria Formosa, a Mata Nacional e os seus percursos de manutenção e de descoberta da natureza».

    Justificam, ainda, o voto contra porque a prova, no entender do PSD, dá sinais errados aos agentes económicos, nomeadamente em termos da degradação da imagem turística do nosso concelho.

    Pronunciou-se também contra a desadequação do modelo de financiamento da prova. «De facto, nos termos do Protocolo celebrado com o Automóvel Clube de Portugal, o ACP terá direito às receitas auferidas com as inscrições dos participantes na prova desportiva», enquanto que o Município é responsável pelas «despesas necessárias à realização da prova», no valor «expectável e previamente cabimentado de 100.000 euros»”.

  • Conservas aromatizadas produto de Vila Real de Santo António

    Conservas aromatizadas produto de Vila Real de Santo António

    Como é conhecido da história local, as conservas de peixe começaram pelas salgas, refinadas pela sofisticação catalã, pela descoberta da pasteurização e, mais tarde, pelo enlatamento em azeite.

    O novo processo, que faz o requinte dos consumidores espanhóis, para os quais, de momento, está a ser conduzida oitenta por cento da produção, e consiste em acrescentar à segurança da salga, o sabor do fumado, em forno apropriado para o efeito ou a frio, criando um novo e requintado sabor que atenua a rispidez do sal.

    O produto já está à venda em cadeias como a Pingo Doce e Auchan, na cadeia algarvia Apolónia e nos supermercados Intermarché do Sotavento. Há capacidade para aumentar a produção e duas novas naves operacionais estão prontas para entrar em funcionamento, caso seja necessário aumentar a produção.

    A Sociedade de Pescas Pelágicas 

    Visitámos a unidade e conversámos com Paulo Carvalho e Carlos Benjamin Carvalho e as declarações que se seguem relativamente à empresa, foram colhidas de ambos, em relação ao conhecimento da fábrica e das suas origens.

    «Há, primeiro, o processo produtivo da sardinha fumada. Portanto, é a novidade que é introduzida por esta sociedade, aqui em Vila Real de Santo António,  porque nós, no nosso mercado, só temos tido conserva tradicional e a conserva fumada tem origem praticamente nos países nórdicos», começou por nos dizer Benjamim, acrescentando: «Eles fumam a sardinha à lareira».

    Dizemos que vimos para dar conhecimento aos nossos leitores  principalmente das novidades e o que a empresa entende ser possível dar a conhecer ou divulgar no mercado e também sobre as dificuldades que, sendo conhecidas, permitam a tomada de medidas  para ajudar a ultrapassar.

    Vamos falar da fábrica, que é uma unidade produtiva, e mais do produto produzido.  É uma unidade grande e não o parece de fora e temos aqui uma unidade produtiva bastante importante em Vila Real de Santo António da qual deve ser dado conhecimento à população, observámos.

    «Pois sim, é uma das poucas indústrias cá em Vila Real de Santo António, em especial nesta área que é mais nossa, que é a área do mar que se perdeu muito na nossa terra», disse-nos Carlos Benjamim e falou-nos da perda da transformação do pescado, em especial do atum, com a infelicidade da morte de Dâmaso, um vizinho. «Eles ainda continuam a vender um produto, mas  já não é produzido ali». Mostrou-se satisfeito pela continuidade da unidade, mas triste porque acabou o desmancho do peixe no local, processo conhecido por ronqueamento. Agora, «compram as peças já desarmadas que lhes são necessárias para a laboração».

    A Sociedade não vende para o mercado local, não tem venda ao público do atum. «Vai para Espanha, principalmente. A Espanha representa oitenta por cento do nosso negócio, são os consumidores fundamentais. No mercado que temos em Espanha a restauração e a hotelaria são os destinatários. Aqui, no nosso mercado, é a venda direta ao público basicamente nos supermercados, nas grandes superfícies, já estamos em quase todas, já fizermos contrato com o Pingo Doce, vamos começar a fornecer o Pingo Doce e estamos a fornecer Corte Inglês», explica Paulo de Carvalho.

    Em Vila Real de Santo António e Monte Gordo também vendem para o Intermarché, locais. Conseguiram dar satisfação às exigências com que foram escolhidos, cumpriram todas e, no setor da distribuição, neste momento, têm o mercado assegurado.

    «Aqui, em relação ao processo produtivo dos trabalhadores, a produção conta comigo e mais cinco e temos  sócio presidente e, ainda,  uma funcionária na na nossa loja, nas costas deste armazém (Lote 15 da Zona Industrial), onde vendemos os nossos produtos», esclarece Paulo de Carvalho

    A fumagem aromática 

    Fazemos notar que, em relação ao  processo de fumar a sardinha, para nós, gente do Sul, pareceu-nos uma ideia estranha porque não é hábito, é um hábito mais nórdico do que propriamente aqui nosso. 

    «Mas é uma fumagem diferente e a nossa é a frio, abaixo dos trinta e cinco graus é considerado fumagem frio. Apesar de ser um conservante, a fumagem que fazemos, quando se faz a fumagem em frio, é mais para aromatizar, para dar o sabor de fumo do que como conservante. Com fumo, é feita a fumagem a quente. A conservação é a sal», explica Paulo de Carvalho.

    Carlos Benjamim aponta-nos orgulhoso o cartaz emoldurado no escritório da sede da Companhia das Pescas Pelágicas, a produtora das novas conservas que representa a distinção do ano de 2022, como produtor nacional, pela revista «Vinhos», e continua;

    «Da atividade das pescas, que foi o motivo da fundação da sociedade, sobrou o leme, também pendurado, ao lado da moldura da condecoração e das fotografias das embarcações sucessivamente abatidas para a conversão. Tiveram uma traineira, a «Pelágico», a seguir um palangreiro, para a pesca do espadarte, o «Rio Zêzere». Fizemos, então, de raiz, um barco novo, em ferro, o «Rio Pravia», com umas condições diferentes de congelação, com uma autonomia para três meses de mar acabamos com esses e tivemos novamente outra traineira, que foi a última que teve atividade em Vila de Santo António e não foi do senhor Vairinhos. Chamava-se «Pelágico» como a primeira»

    Quando terminaram a atividade da pesca, a sociedade, inicialmente armadora, construiu a fábrica que inicialmente era só um bloco começaram por fazer filetes de sardinha, na altura em que havia sardinha com abundância e a preços para indústria, têm uma máquina para fazer os filetes e chegaram a produzir dez toneladas diárias para o mercado e, através de uma empresa, vendiam para a cadeia de distribuição do Mercadona com a qual chegaram a estar quase em regime de dedicação. Até que a sardinha, em quantidade e preço acessível acabou, também devido às quotas.

    «Estiveram uma temporada praticamente parados e depois retomámos a atividade a fazer outras coisas como peixe fresco, até que surgiu um cliente a querer cavala fumada. Fazíamos os filetes e eles faziam a fumagem noutro lado. Começaram a pedir outros artigos e passamos para a sardinha fumada e cavala fumada, em processos diferentes, já que a cavala fumada exige fumo líquido, cujo processo desconheciamos, não tinham estufa. Uma encomenda generosa permitiu fazer o investimento no forno e garantir a transposição do processo tecnológico para a fábrica de Vila Real de Santo António».

    A pandemia que provocou uma paragem, onde não tiveram mais ajudas que a parte financeira do lay-off. Não tiveram ajudas da Segurança Social «é só conversa de televisão». Têm a noção de ter aguentado sozinhos a pandemia. A seguir apareceu a guerra e também sofreram pela quebra no óleo de girassol que vinha da Ucrânia, porque os preços dispararam.

    Com o abastecimento assegurado no mercado espanhol, perguntámos se não era hora de crescer para Portugal, mas apontam duas limitações. Os produtos que produzem ainda são estranhos ao paladar português, os hábitos de comer tapas são diferentes e há poucos recursos financeiros para um investimento em divulgação nacional.

    Confiança e vontade de fazer mais e melhor foi coisa que não vi que faltasse aos sócios que se lançaram nesta inovadora gastronomia das conservas «Real Filets»

    FOZ/José Estêvão Cruz
  • O colapso climático segundo a ONU

    António Guterres, secretário-geral da ONU, lançou um alerta a avisar que o colapso climático começou, após ser conhecido que o verão deste ano, perto do fim, foi o mais quente jamais registado no Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul também foram batidos muitos recordes de calor em pleno inverno austral.

    À agência francesa AFP lembrou que «Os cientistas há muito que alertaram para as consequências da nossa dependência dos combustíveis fósseis».

    Ondas de calor, secas, inundações e incêndios atingiram a Ásia, a Europa e a América do Norte durante este período, em proporções dramáticas e muitas vezes sem precedentes e os extremos meteorológicos custaram vidas humanas e danos para as economias e o ambiente.

    «O nosso clima está a implodir mais depressa do que conseguimos aguentar, com fenómenos meteorológicos extremos a atingir todos os cantos do planeta”» alerta o Secretário Geral da ONU.

  • IVA zero prolongado sem mais acrescentos

    O Primeiro Ministro, António Costa, anunciou em Évora, a manutenção do IVA Zero sobre os alimentos essenciais, não tendo acrescentado qualquer outro produto ao cabaz. A medida será prolongada até ao final do ano de 2023.

    António Costa está convicto que os preços dos produtos desceram 7,94 por cento, que a medida é positiva e mantém a possibilidade de controlar o preço dos bens alimentares para as famílias portuguesas.

    O cabaz do IVA zero inclui alimentos como cereais, laticínios, carne, peixe, fruta e legumes, fazendo descer de seis para zero por cento um conjunto de produtos alimentares considerados essenciais, tendo entrado em vigor no mês de Abril.

  • José Saramago na Biblioteca Municipal Carlos Brito

    José Saramago na Biblioteca Municipal Carlos Brito

    No mesmo dia, será inaugurada em Alcoutim, a exposição «Viagem Fotográfica ao Algarve», um projeto da associação 1/4 Escuro, Associação de Fotógrafos Amadores de Vila Real de Santo António (VRSA), apoiado pela DRCAlg, e realizado em colaboração com a Fundação José Saramago e a Região de Turismo do Algarve.

    Estas iniciativas integram as comemorações das festas do Município de Alcoutim, sendo que a exposição “Viagem Fotográfica ao Algarve” já passou por Vila Real de Santo António, Castro Marim, Lepe (Huelva – Espanha), Olhão e Tavira, e vai ainda percorrer a totalidade dos concelhos que integram a “Rota Literária Saramago no Algarve”

    Segundo a opinião da DRCAlg, «estes projetos constituem uma oportunidade para dar a conhecer um território que inspirou vários escritores, nomeadamente os lugares, os monumentos, as paisagens, os sabores e as gentes, mas também promover o Algarve como destino de turismo literário».

    O mote para a criação dos itinerários, da «Rota Literária Saramago no Algarve», promovido pela DRCAlg, foi a vontade de refletir sobre o território: se aquele foi o Algarve visto, em 1980, por José Saramago, como será o Algarve de agora?

    Os fotógrafos participantes no projeto, realizaram uma visita aos concelhos referidos e inspiraram-se nos textos escritos por José Saramago aquando da sua passagem pelo Algarve. O fotógrafo algarvio, André Boto, distinguido, pela FEP – Federation of Professional European Photographers, como «Fotógrafo Europeu do Ano», em 2023, participa no projeto com a fotografia de Silves e com a edição das restantes fotografias selecionadas para a exposição, refere nota do mesmo organismo.

  • Hoje começa o festival F

    O Festival F regressa à Vila Adentro, o centro histórico de Faro, para celebrar o melhor que se faz na música em Portugal. O «Último Grande Festival de Verão» acontece nos dias 7, 8 e 9 de setembro de 2023.

    O Festival F tem um cartaz 100% português, distribuído por 9 palcos e espaços dinâmicos que contemplam desde música a artes performativas, artesanato, exposições e tertúlias.

    Esta é uma iniciativa do Município de Faro, do Teatro das Figuras, da Ambifaro e da produtora Sons em Trânsito.

  • «Centro Comercial a Céu Aberto» tem candidatura aprovada para bairro digital

    «Centro Comercial a Céu Aberto» tem candidatura aprovada para bairro digital

    O anúncio foi efetuado, ontem, numa cerimónia realizada no Palácio da Bolsa, no Porto, em sessão organizada pela Direção-Geral das Atividades Económicas que contou com a presença do Ministro da Economia e do Mar, António Costa Silva, do Secretário de Estado da Digitalização e da Modernização Administrativa, Mário Campolargo, e do Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Nuno Fazenda.

    A iniciativa representa um investimento global de 1,5 milhões de euros, dos quais 895 mil euros são elegíveis para financiamento no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    A sessão foi organizada pela Direção-Geral das Atividades Económicas – na qual foi efetuada a apresentação dos «Bairros Comerciais Digitais» aprovados – e contou com a presença do Ministro da Economia e do Mar, António Costa Silva, do Secretário de Estado da Digitalização e da Modernização Administrativa, Mário Campolargo, e do Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Nuno Fazenda.

    O município de VRSA esteve representado pelo Chefe de Divisão de Atividades Económicas, Turismo e Comunicação, José Gonçalves.

    O Bairro Digital de VRSA resulta de uma parceria estabelecida com a Associação de Empresários do Concelho de VRSA, tendo a candidatura sido promovida e instruída pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António.

    Para a câmara municipal, «Esta valorização, desenvolvida em conjunto com os empresários locais, tem como objetivo estruturar e defender a identidade do comércio vila-realense, tornando-o ainda mais atrativo e resiliente, e posicionando-o como uma clara alternativa às grandes superfícies comerciais. Por outro lado, procura reforçar ainda mais a sua visibilidade no contexto da vizinha Andaluzia, já que os visitantes espanhóis são um dos seus principais clientes».

    A constituição de um Bairro Digital na zona comercial do centro de Vila Real de Santo António, que o município afirma ser uma das maiores aposta, «torna-se possível porque – ao contrário de muitas cidades e vilas – ali já existe um «centro comercial a céu aberto», com uma identidade única e inovadora, mobiliário e sinalética próprios e uma ampla diversidade de lojas e serviços».

    Os Bairros Comerciais Digitais procuram que sejam projetos dedicados à valorização do comércio e serviços, recuperando o conceito de urbanismo comercial para a vertente digital.
    É dadp como exemplo que se pode melhorar a experiência de consumo através da integração de soluções digitais, da digitalização dos modelos de negócio, ou do aumento das competências digitais dos trabalhadores, estimulando o empreendedorismo nas áreas do comércio e dos serviços.

    À semelhança do que já está a ser dinamizado noutras cidades, o Bairro Digital de VRSA «pretende alavancar a presença dos estabelecimentos comerciais em websites na Internet ou em plataformas de comércio tipo marketplace, em conjunto com uma ótica de promoção e divulgação assente nas redes sociais ou na agregação de circuitos turísticos que possam valorizar o comércio».

  • Celebração das Angústias começou em Vila Real de Santo António

    Celebração das Angústias começou em Vila Real de Santo António

    Começou com a recepção da comitiva espanhola no Cais de Embarque de VRSA e seguiu em arruada até à Praça Marquês de Pombal, com uma banda portuguesa e outra espanhola que tocaram, à vez, os Hinos Nacionais, frente ao edifício da sede do concelho de Vila Real de Santo António, na cerimónia do hastear das bandeiras de ambos os países ibéricos.

    Depois nova arruada pelas ruas da cidade de VRSA, a comitiva regressou ao cais de embarque, para a travessia fluvial do Rio Guadiana até cidade Ayamonte, localidade onde se prosseguiu em clima de festa com um desfile até à sede do Ayuntamiento local, sendo novamente tocados os Hinos dos dois países.

    A iniciativa terminou com os discursos solenes e com a abertura oficial das festividades das Angústias, que foi simbolicamente marcada pela inauguração da iluminação do recinto da romaria ayamontina, ato popularmente apelidado como «el encendido del alumbrado».

    Ayamonte e Vila Real de Santo António são cidades geminadas e pertencem à Eurocidade do Guadiana que agrega também Castro Marim.

  • «Os Piratinhas» cresce em Vila Nova de Cacela

    «Os Piratinhas» cresce em Vila Nova de Cacela

    Participaram também na cerimónia de inauguração o presidente da Câmara Municipal , Álvaro Araújo, o delegado especial da Delegação da CVP de VRSA, Manuel Marrafa, a diretora do Centro Distrital de Faro da Segurança Social, Margarida Flores, o deputado da Assembleia da República, Jorge Botelho, o presidente da Junta de Freguesia de Vila Nova de Cacela, Luís Rodrigues, outros representantes políticos do concelho e forças de segurança.

    A creche «Os Piratinhas», segundo o município, representa «uma nova resposta social de natureza socioeducativa, vocacionada para o apoio à família e à criança, destinada a acolher crianças até aos 36 meses» e terá um horário de funcionamento entre 8:00 horas e as 18:30 horas, com encerramento aos feriados e fins de semana. Todas as salas são abrangidas pela bolsa de gratuitidade do Instituto da Segurança Social.

    A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António afirma ter desempenhado um papel essencial neste projeto, tendo garantido a segurança do edifício para acolher a valência de creche, suportado os encargos financeiros relacionados com o Sistema Automático de Detecção de Incêndio, extintores, sinalética e ventilação e investido cerca de 15 mil euros.

    Álvaro Araújo, anunciou que brevemente irão existir mais vagas gratuitas para suprir as necessidades do concelho e ainda que, nos dois agrupamentos de escolas do concelho, iniciaram funções 40 novos funcionários, «o que permitirá colmatar as falhas que existiam, até agora, em termos de pessoal».

    De acordo com o responsável da Cruz Vermelha, Manuel Marrafa, «esta nova resposta social permite aos alunos da freguesia iniciar o seu percurso escolar na creche e evoluir até ao 3º ciclo, o que não acontecia até agora e obrigava os encarregados de educação a procurar alternativas fora da freguesia ou do concelho».

    De acordo com a secretária de Estado da Inclusão, Ana Sofia Antunes, a prioridade do Governo passa pela democratização do acesso às creches, seja pela criação de novos espaços, seja pela aposta na modernização, reconversão ou criação de vagas adicionais em salas já em funcionamento.

  • Trabalhadores vítimas de acidente em Vilamoura

    Uma viatura ligeira de mercadorias despistou-se, numa estrada de terra batida em Vilamoura, «Caminho dos Pinheiros Mansos», que circula por dentro do pinhal, ontem ao principio da tarde, provocando três vítimas mortais, com idades entre os 34 e os 45 anos.

    As vítimas mortais são dois portugueses e um brasileiro. No local, em socorro das vítimas, estiveram bombeiros Municipais de Loulé e Voluntários de Albufeira, equipas do INEM, Cruz Vermelha de Silves e GNR.

    A carrinha embateu frontalmente num pinheiro, com bastante violência.

  • Já há dinheiro para o projeto da Barragem da Foupana

    Já há dinheiro para o projeto da Barragem da Foupana

    A Ribeira da Foupana é um curso de água que nasce na Serra do Caldeirão, a uma altitude de 495 metros, percorrendo os concelhos algarvios de Alcoutim e Castro Marim e desaguando na Ribeira de Odeleite, um pouco antes da sua foz, na margem direita do Rio Guadiana.

    O valor garantido pelo Governo é meio milhão de euros e este projeto, que é acompanhado por um estudo de impacto ambiental, será o primeiro passo na construção de uma barragem que irá dar será mais um auxílio para ajudar no abastecimento de água ao Algarve.

    Foto: Francisco Amaral
  • Seis garrafas de litro com beatas

    Seis garrafas de litro com beatas

    As 112 famílias voluntárias que aderiram à eco ação «Caça à Beata» que decorreu, em quatro praias galardoadas com bandeira azul, no concelho de Tavira, Cabanas, Ilha de Tavira, Terra Estreita e Barril, recolheram seis garrafas de litro com beatas de cigarro, atiradas para a areia pelos utentes.

    A iniciativa teve cariz lúdico-ambiental e pretendeu sensibilizar os banhistas para o não abandono de pequenos resíduos em espaço público, nomeadamente, beatas, bem como premiar quem colabora na prevenção e defesa do meio ambiente.

    A ação surgiu no âmbito dos compromissos assumidos com a ABAE – Associação Bandeira Azul da Europa em termos de educação e sensibilização ambiental e contou com a colaboração da empresa municipal TaviraVerde. Teve também o apoio dos concessionários, das empresas de transporte marítimo-turístico, fluvial e do transporte turístico facultado pelo Aldeamento Pedras d’ El Rei.

    Fonte: Município de Tavira
  • Sismo no Algarve com valor máximo em Albufeira

    Sismo no Algarve com valor máximo em Albufeira

    Segundo escala de Mercalli modificada, que mede os «graus de intensidade e respetiva descrição», o abalo registou a intensidade máxima III na região de Albufeira”. Segundo esta medição, quando há uma intensidade III, considerada fraca, o abalo é «sentido dentro de casa» e «os objetos pendentes baloiçam», sentindo-se uma «vibração semelhante à provocada pela passagem de veículos pesados», revela o IPMA.

    Segundo a escala de Richter, os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2,0), muito pequenos (2,0-2,9), pequenos (3,0-3,9), ligeiros (4,0-4,9), moderados (5,0-5,9), forte (6,0-6,9), grandes (7,0-7,9), importantes (8,0-8,9), excecionais (9,0-9,9) e extremos (quando superior a 10).

  • Como ajudar a combater as espécies invasoras

    Como ajudar a combater as espécies invasoras

    Neste caso, explica-nos a página do Facebook dedicada a estas espécies, que demorou três minutos e não foi preciso nenhuma ferramenta: bastou puxar, com cuidado para prevenir os cortes, muito fáceis. Nesta altura do ano, nas situações em que não é fácil ou possível remover as plantas, arrancar pela raiz, remover as plumas é um importante contributo para conter a dispersão da espécie.

    «Se todos dermos um contributo, nos locais onde tivermos legitimidade para o fazer, e sempre protegidos para evitar cortes, podemos travar a expansão desta espécie, pelo menos em alguns locais», diz-nos o Espécies Invasoras.

  • Inovação na Dieta Mediterrânica a debate em Tavira

    Inovação na Dieta Mediterrânica a debate em Tavira

    O seminário contará com a apresentação de um conjunto de projetos sobre inovação em produtos agroalimentares, com intervenções de Pedro Valadas Monteiro e João Cassinello (DRAP Algarve), Hugo Barros (CRIA da Universidade do Algarve), Nuno Alvarenga, Nelson Pereira e Marta Abreu (INIAV – Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, I. P.) e Maria da Graça Pacheco Carvalho (Instituto Politécnico de Portalegre), entre outros.

    A CCRR Algarve alerta que este será igualmente o momento de avaliação do Plano Regional de Ação e Salvaguarda 2018-2021, por Artur Gregório (Associação In Loco) e de apresentação da Agenda da Dieta Mediterrânica, por representante da CONFAGRI, e do NOVO Plano de Atividades 2023-2027, por Ana Freitas (Vice-Reitora da Universidade do Algarve), que brevemente entrará em consulta pública.

    Este novo plano pretende identificar «as intervenções objeto de consenso regional e transversal ao território, estruturantes no âmbito do Programa Regional ALGARVE 2030, mantendo a Dieta Mediterrânica como elemento-chave na estratégia regional de especialização inteligente (RIS 3 Algarve)».

    A sessão será encerrada por Pedro Monteiro, Diretor da DRAP Algarve, André Gomes, Presidente do Turismo do Algarve, Paulo Águas, Reitor da UALG, José Apolinário, presidente da CCDR Algarve e do Programa Regional ALGARVE 2030, Ana Abrunhosa, Ministra da Coesão Territorial, e Ana Paula Martins, presidente da Câmara Municipal de Tavira, seguindo-se a inauguração da Feira na Baixa de Tavira.

  • Presidente da República promulga nova lei da droga

    Marcelo Rebelo de Sousa anunciou ontem que vai promulgar a lei da droga depois de o TC ter decidido desatender a posição da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira.

    O Presidente da República chamou a atenção para o facto de a Assembleia da República ter divergido do Governo no ponto sensível da definição da quantidade de droga detida por quem tenha de ser considerado mero consumidor ou efetivo traficante.

  • Vídeo vigilância avança no Algarve

    O município de Lagos vai ter sistema de vigilância com vídeo, CCTV, no centro histórico da cidade, com o objetivo de complementar a atividade policial, preventiva e reativa, com o objetivo de dissuadir a prática de crimes, melhorando a segurança de munícipes e visitantes.

    Junta-se assim Olhão, Portimão e Faro, com um protocolo de cooperação com a PSP assinado por Hugo Pereira, presidente da câmara municipal de Lagos, e o superintendente Dário Prates, na presença de José Luís Carneiro, ministro da Administração Interna. Em Portimão, estão instaladas com 36 câmaras nas áreas consideradas de maior risco pelas autoridades. Em Olhão, onde existem 26 câmaras em funcionamento e uma proposta aprovada para instalação de mais 41.

  • Antiga Alfândega passa a café

    Antiga Alfândega passa a café

    Este foi o primeiro edifício a ser inaugurado quando da construção da cidade e tinha sido prometido, quando das obras de remodelação do edifício da câmara municipal, que seria dedicado aos serviços técnicos municipais e a albergar a Assembleia Municipal, que tem distribuído as suas sessões ora pela Biblioteca Municipal, ora pelo Centro Cultural António Aleixo.

    É, sem dúvida, um sinal de novos tempos.

  • Ordem dos Médicos em apoio da vacinação

    Os utentes do SNS com mais de 60 anos, os grupos prioritários e os médicos podem ser vacinados contra a gripe e a Covid-19 e a Ordem dos Médicos está a apelar a que participem nesta fase da imunização.

    A vacina da gripe é gratuita para maiores de 60 anos e as farmácias comunitárias podem administrar as vacinas, cujo processo se inicia a partir da segunda metade do mês de Setembro.