Para esta acção, escolheu o dia 18:00 de maio, entre as 9:00 e as 18:00 horas, estabelecendo do «Dia da Cal em Cacela Velha»
Recentemente, parece ter-se perdido o hábito secular dos residentes em manter e caiar as suas fachadas e muros, o que pode contribuir para o declínio do caráter e da imagem do centro histórico de Cacela Velha.
Após o sucesso da primeira edição do «Caia-me», realizada em Maio do ano passado e com a ajuda de mais de vinte voluntários que dedicaram seu esforço e motivação para tornar Cacela Velha mais branca, limpa e brilhante, decidiu continuar a iniciativa este ano.
Como Cacela Velha é um dos locais de maior interesse histórico e patrimonial da região e este dia visa contribuir para a valorização do espaço público.
Também para valorizar materiais e práticas tradicionais no contexto da arquitetura tradiciona; fomentar a troca de práticas e saberes associados ao uso da cal; e incentivar a participação da população, agentes locais e público em geral, na preservação e valorização do centro histórico de Cacela Velha
Trata-se de uma obra de reconstrução na zona afetada que implicará um orçamento elevado, embora os detalhes da ação esperada devam ser fornecidos pela Subdelegação, no momento que considerar mais adequado.
A subdelegada do Governo indicou que as propostas apresentadas por aquela associação foram apresentadas à Direcção Geral de Costas e, segundo o diário Huelva Informação, acrescentadas com a rejeição da contribuição massiva de areia «porque significa colocar dinheiro e deixar o mar levar isso embora de novo», o que é inútil, porque «qualquer coisa que tentarmos lutar contra o mar não vamos conseguir.»
Já foram apresentados os resultados da IACAM- Mesquita, na Faculdade de Filosofia e Letras, em Granada sobre minorias, identidade e materialidade dos Moçárabes.
No Sul de AL-ANDALUS celebrou-se ontem em Granada a aul Garcia Lorca, atividade coordenada por Luca Mattei, no quadro do projeto «I+D Proyecto “DICRAN” Dimmies cristianos en el sur de al-Andalus: análisis arqueológico sobre su identidad y agencia campesina».
Bilal Sarr (UGR) e Maria de Fátima Palma (CAM), de Mértols apresentaram a investigação arqueológica sobre «Mesquita, ¿una alquería mozárabe en el territorio de Mértola?»
Enquadramento do projeto
As escavações na aldeia de Mesquita, no concelho de Mértola, estão a ser realizadas em colaboração com a Universidade de Granada e são coordenadas por Maria de Fátima Palma (Campo Arqueológico de Mértola/Universidade de Granada) e Bilal Sarr (Universidade de Granada).
Observa que, nas últimas décadas, tem procurado «melhorar a eficiência e a qualidade dos serviços de abastecimento de água e de tratamento de águas residuais em várias localidades do concelho, promovendo igualmente a requalificação urbanística das mesmas».
Desde 2016, a autarquia apresenta candidaturas ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (POSEUR) 2014-2020, tendo conseguido obter a aprovação de 7 operações, num total de investimento elegível de 2.256.750,00 €, com financiamento aprovado pelo Fundo de Coesão de 1.988.886,00 €.
Através de quatro empreitadas de obras públicas realizadas entre 2016 e 2021, foi feito um investimento total de 3.221.776,00 €. A Câmara Municipal de Mértola recebeu, até o momento, 1.764.199,00 € do Fundo de Coesão, representando 55% do investimento total em requalificação urbana e infraestruturas de abastecimento e saneamento nas localidades de Alcaria Longa, João Serra, Montes Altos e Picoitos.
Cada projeto incluiu a criação de sistemas de abastecimento de água (dois autónomos e dois conectados ao sistema da AGDA) e sistemas autónomos de tratamento de águas residuais (quatro no total), além da requalificação viária das quatro localidades, visando melhorar a mobilidade e segurança dos residentes.
redes de saneamento e aguas 1 alcaria longa
Esses investimentos são um avanço importante para a qualidade de vida dos habitantes e visitantes das localidades do concelho de Mértola, refletindo o compromisso da Câmara Municipal de Mértola e da União Europeia com a sustentabilidade e o bem-estar das comunidades locais.
Em Alcaria Longa, os investimentos abrangeram o sistema de abastecimento de água, o tratamento de águas residuais e pluviais e a requalificação urbana, totalizando 950.044,06 €, com um financiamento aprovado pelo Fundo de Coesão de 546.046,34 €, o que corresponde a uma taxa de cobertura de 57% para uma população de 46 habitantes. POSEUR-03-2012-FC-000431 | Sistema de Abastecimento de Água de Alcaria Longa Custo total elegível: 380.985,94 € Apoio financeiro da União Europeia: Fundo de Coesão – 235.656,52 €
POSEUR-03-2012-FC-000428 | Sistema de Saneamento de Águas Residuais de Alcaria Longa Custo total elegível: 395.128,09 € Apoio financeiro da União Europeia: Fundo de Coesão – 310.389,82 €
Em João Serra, foram efetuados investimentos no sistema de abastecimento de água e no tratamento de águas residuais e pluviais, além da requalificação urbana, num valor de 642.175,28 €,
Ainda segundo aquele jornal, a ministra Maria da Graça Carvalho, responsável pelo ambiente, nega ter recebido essa carta mas admite que os dois Ministérios se vão reunir em breve para discutir este tema.
Com o problema da seca existente em várias regiões peninsulares, como é o caso do Algarve e da Extremadura, a água do Alqueva é vista como cada vez mais importante.
As alterações climáticas são cada vez mais preocupantes. Portugal apresenta duas realidades hídricas bem diferentes, com as albufeiras a norte quase cheias e as do sul peninsular, como é o caso da Extremadura, com níveis preocupantes.
«Há dez anos que o Alqueva, uma das maiores barragens da Europa, não enchia. Estamos a apenas um metro de ficar totalmente cheia. A cota máxima é de 152 metros. 4150 hm3: é metade do que Portugal consome todos os anos na agricultura e na indústria», observa El Trapezio..
Segundo María José Rico, subdelegada do Governo em Huelva (na Andaluzia), «parece haver condições« para uma negociação. Os espanhóis pretendem captar esta água na confluência do rio Chança com o rio Guadiana, junto à linha de fronteira.
Há um dado curioso nestas observações que é o de afirmar que a água do Guadiana tem sido utilizada em Boca Chança «nas últimas duas décadas, mas o Governo espanhol pretende oficializar esta retirada da água proveniente do Alqueva».
«A dita ‘abolição’ significa apenas a transferência do custo de construção e manutenção dos troços em causa, dos utilizadores para os contribuintes», refere a APC num comunicado enviado às redações.
A associação presidida por Paulo Carmona não faz comentários sobre o enquadramento político da votação da medida, mas lamenta que partidos e comentadores utilizem o termo abolição como «se com esta votação deixássemos, todos nós contribuintes, de as pagar».
Na passada quinta-feira, o parlamento aprovou na generalidade o projeto de lei do PS para eliminar as portagens nas ex-SCUT com os votos a favor dos socialistas, Chega, BE, PCP, Livre e PAN, a abstenção da IL e o voto contra do PSD e do CDS-PP.
A proposta do PS – a única que foi aprovada – pretende acabar com as portagens na A4 – Transmontana e Túnel do Marão, A13 e A13-1 – Pinhal Interior, A22 – Algarve, A23 – Beira Interior, A24 – Interior Norte, A25 – Beiras Litoral e Alta e A28 – Minho nos troços entre Esposende e Antas e entre Neiva e Darque.
De acordo com os socialistas a medida tem um impacto orçamental de 157 milhões de euros.
A APC critica o facto de os partidos assumirem a popularidade da medida junto dos utilizadores, sem referirem o ónus que passou para os que não utilizam estas vias, incluindo os que não têm carro, e estranha mesmo que partidos que sempre se posicionaram «contra a utilização do automóvel», tenham agora votado a favor desta medida «que incentiva o seu uso».
«Esta forma continuada de referir o fim das portagens, como se a medida fosse positiva para os portugueses, distorce a realidade, aumenta a iliteracia fiscal e impede o debate que lamentamos não existir sobre se o custo – da utilização rodoviária ou de outros serviços – deve ser suportado todo através dos impostos, ou também pelo utilizador-pagador», salienta a associação cívica.
A APC lamenta igualmente que o Governo critique a votação do projeto pelo impacto que pode ter na cobrança da receita das «suas contas», esquecendo que os verdadeiros prejudicados são os contribuintes.
Neste contexto, apela a que se reforce a mensagem de que não existe uma abolição de portagens, mas antes uma transferência do custo de construção e manutenção dos troços de autoestradas em causa.
A APC assume-se como uma associação apartidária que pretende reequilibrar a relação entre o Estado e os contribuintes, contribuindo para que «os impostos sejam transparentes, claros e fáceis de entender no seu propósito de bem comum».
Entre os elementos dos seus órgãos contam-se os nomes de Daniel Bessa, João Vilalobos, António Nogueira Leite, Diogo Feio, Carlos Lobo, Cecília Meireles ou Luís Leon.
Intitulada «100 memórias – 100 anos da Sociedade Recreativa Popular – Banda Musical Castromarinense», acompanhou as celebrações que decorreram com muita alegria e uma programação cultural que incluía atuações musicais e bandas convidadas.
Ao princípio do dia foram recebidas as bandas convidadas, a Filarmónica Artística Pombalense e Banda Filarmónica Artistas de Minerva, que percorreram as ruas da vila em arruada, cumprimentando entidades, sócios e população.
A exposição gem estado patente sendo uma oportunidade de viajar no tempo e de reviver momentos marcantes, contando com um acervo da própria sociedade e de particulares, que cederam registos documentais e objetos.
Recoda-se, desta forma, a história da Sociedade Recreativa Popular – Banda Musical Castromarinense, retratada através de objetos antigos como bandeiras, fardas, divisas, instrumentos e recortes de imprensa.
O dia culminou com atuações da Banda Musical Castromarinense, da Filarmónica Artística Pombalense e da Banda Filarmónica Artistas de Minerva, que encheram a Casa do Sal
Sociedade Recreativa Popular – Banda Musical Castromarinense
É uma das instituições mais importantes do concelho, considerada como «um orgulho para o Município». Foi fundada com um fim mais diverso do que a música, tendo ao longo da sua vida marcado presença em festas, cerimónias e celebrações, além de elevar o bom nome de Castro Marim.
Está previsto a mrlhoria da exposição com a realização de várias atividades, encontros e ensaios in loco, com este 100.º aniversário a continuar a ser assinalado ao longo de todo o ano, incluindo um concerto a 24 de junho, Dia do Município de Castro Marim, com a participação dos UHF, no Revelim de Santo António.
A câmara municipal considera que a participação desta sociedade na vida social, cultural e recreativa de Castro Marim «teve um profundo impacto na comunidade durante várias décadas, tendo ganho dinâmica com a Revolução dos Cravos de 25 de abril de 1974, que celebra este ano o seu 50.º aniversário».
A Sociedade Recreativa Popular – Banda Musical Castromarinense não é apenas um conjunto de músicos, é uma família que se reúne para ensaiar, compartilhar histórias e criar algo maior do que a soma das suas partes individuais.
Este grupo cria crianças e jovens, arrasta famílias e amigos, constrói laços para a vida e transforma a essência humana de todos os que por lá passam, com o empenho e dedicação de todos os dirigentes, maestros, músicos, familiares e autarcas.
Este programa é uma excelente oportunidade para agentes culturais que procuram financiamento e apoio para as suas iniciativas.
Para se candidatar, é importante que os interessados sejam entidades coletivas sem fins lucrativos e que estejam formalmente constituídas.
Além disso, não devem ter recebido apoios sustentados (bienais ou quadrienais) da tutela da Cultura no ano civil a que respeita a candidatura.
O programa cobre várias áreas, incluindo «Criação/Produção», «Programação/Circulação», «Apoio ao Associativismo» e «Protocolos».
As candidaturas estão abertas até 24 de maio de 2024, e os documentos necessários para a candidatura podem ser obtidos através do site da Direção Regional de Cultura do Algarve.
É importante notar que o montante disponível para este programa é de 175.500 euros, o que será distribuído como comparticipação a fundo perdido. Isto significa que os beneficiários não terão que reembolsar o apoio financeiro recebido.
Este programa representa uma oportunidade significativa para o enriquecimento cultural da região do Algarve, incentivando a criação e fruição cultural das populações locais.
Para mais informações detalhadas e para aceder ao formulário de candidatura, visite o site oficial da Direção Regional de Cultura do Algarve ou da CCDR Algarve.
A campanha decorre entre os dias 7 e 13 de maio, tendo por objetivo alertar os condutores para «as consequências negativas e mesmo fatais do uso indevido do telemóvel durante a condução».
Quando se conduz a 50 km/h, observa a ANSR, olhar para o telemóvel durante três segundos é o mesmo que conduzir uma distância de 42 metros com os olhos vendados, o que equivale a percorrer uma fila de 10 carros.
A utilização do telemóvel durante a condução aumenta em quatro vezes a probabilidade de ter um acidente, causando um aumento no tempo de reação a situações imprevistas.
A campanha «Ao volante, o telemóvel pode esperar» integrará ações de sensibilização da ANSR em território continental e dos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira.
Ainda, as operações de fiscalização pela GNR e pela PSP, com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário e de acordo com o PNF de 2024, de forma a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores no que respeita ao manuseamento do telemóvel durante a condução.
Dois municípios algarvios já cooperavam com os caçadores, na missão de proteger o espaço rural dos incêndios, Alcoutim e Castro Marim, e acaba de se lhes juntar o município de Tavira, são visados.
A edição atual da publicação foca-se no concelho de Vila Viçosa e do que o município pode proporcionar aos amantes da caça.
A atividade, enquanto arte de caçar, assume neste concelho alentejano uma grande importância, desde logo, devido à sua ligação histórica com a Casa de Bragança, que ali fundou uma das suas tapadas.
A revista ilustrada ALVA realça o trabalho realizado em conjunto com o poder local para a implementação de projetos que visam ordenar e proteger o território rural, nomeadamente, contribuir para a diminuição do risco de incêndios.
A revista ALVA contempla as Jornadas do Mundo Rural de Alcoutim, as Jornadas da Caça de Mértola, a Feira de Caça, Pesca e Desenvolvimento Rural de Vilar Formoso, a Feira de Caça e Turismo de Macedo de Cavaleiros e a EXPOCAÇA de Santarém.
O Sporting Clube de Portugal celebrou a conquista do campeonato nacional com uma festa memorável no Marquês de Pombal, um local emblemático para as celebrações dos clubes de Lisboa.
A vitória veio após um deslize do Sport Lisboa e Benfica, permitindo ao Sporting garantir o título com mérito e antecipação.
Milhares de adeptos juntaram-se aos jogadores e à equipa técnica, numa noite que ficará na história do clube.
O treinador Rúben Amorim, que já havia conduzido a equipa a um título nos últimos quatro anos, foi uma das figuras centrais da celebração, prometendo aos adeptos continuar a lutar por mais conquistas no futuro.
Este evento não só reafirma a posição do Sporting no futebol português, mas também fortalece o vínculo entre o clube e os seus seguidores, que juntos festejaram até ao amanhecer.
Carrozza, presidente do Conselho Nacional de Investigação de Itália, afirma que os robôs avançados prometem melhorias generalizadas na qualidade de vida na Europa e fora dela.
Em locais que vão desde quintas a fábricas, ela prevê que a robótica será muito mais uma aliada dos humanos do que uma ameaça ao seu emprego.
«A robótica é uma tecnologia fundamental», disse Carrozza, físico e engenheiro que serviu há 11 anos como ministro italiano da investigação. «Os robôs podem ser um apoio para melhorar a qualidade do trabalho.»
O programa de investigação da UE, a terceira maior parte do orçamento da UE, com um financiamento de quase 100 mil milhões de euros em 2021-2027, dedicou uma atenção considerável à robótica.
Os projetos financiados pela UE examinaram o potencial dos robôs para fazer tudo, desde colaborar com os trabalhadores nas fábricas até melhorar as operações nos hospitais.
A própria Carrozza tem foco de pesquisa em robótica. Ela diz que a Europa desfruta de uma vantagem competitiva neste domínio porque o continente é há muito tempo o lar de fabricantes automóveis de classe mundial e estes tradicionalmente implementam tais tecnologias.
«Temos as competências, temos as infraestruturas, temos as empresas – e engenheiros muito bons», disse Carrozza.
Ela diz que esta experiência pode ser aproveitada não apenas para reforçar a base industrial da Europa, mas também para garantir uma influência europeia proeminente no desenvolvimento de robôs para uma série de funções emergentes.
Estas incluem o trabalho agrícola no campo, que as pessoas podem ter cada vez mais dificuldade em realizar devido às alterações climáticas, bem como serviços domésticos básicos, incluindo a aspiração, de acordo com Carrozza.
«Isso significa prestar assistência ao domicílio – como, por exemplo, apoiar os idosos em casa, mas também apoiar a vida quotidiana em casa através da automatização da limpeza», disse ela. «Este será um negócio importante para o futuro.»
O anúncio ocorreu no Aquário Vasco da Gama, em Dafundo, município de Oeiras, distrito de Lisboa, pelo presidente da Associação Bandeira Azul da Europa, José Archer. Ele revelou que, na próxima temporada balnear, 398 praias em 103 municípios hastearão a Bandeira Azul.
Uma praia com Bandeira Azul cumpre diversos critérios, incluindo qualidade da água, gestão do espaço, segurança, serviços, vigilância e educação ambiental.
José Archer considerou encorajador o aumento do número de praias, marinas e embarcações com Bandeira Azul, observando que o total está próximo de atingir 400.
Destacou ainda o crescimento contínuo das praias interiores, reconhecendo que são mais sensíveis e desafiadoras para alcançar e manter os padrões exigidos.
“Portugal é notavelmente proeminente nas praias interiores. Somos o segundo país a nível mundial com mais praias fluviais, totalizando 49, mais do que o dobro de Espanha e Itália, um feito digno de destaque”, afirmou.
Quanto às praias costeiras, sublinhou que o número de praias portuguesas com Bandeira Azul está bem estabelecido, crescendo à medida que novas praias são designadas.
Sobre a perda da Bandeira Azul, Archer explicou que todas as decisões foram baseadas na qualidade da água. No caso específico da Zambujeira do Mar, a perda deve-se ao impacto do festival de verão realizado na região do sudoeste alentejano, no município de Odemira, distrito de Beja.
Para as praias fluviais mais vulneráveis, mencionou que um acidente a montante pode ser suficiente para afetar a sua condição.
As obras expostas ilustram diversas temáticas e alguns dos quadros fazem-se acompanhar de poemas da autora, professora de primeiro ciclo aposentada, que fez da pintura e da poesia as formas terapêuticas de viver o quotidiano.
Ana Horta é também uma das poetas participantes na antologia de poesia, dedicada aos 50 anos das Comemorações do 25 de Abril de 1974.
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ana horta assistencia
A exposição contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de VRSA, Álvaro Araújo.
Os quadros estarão expostos de 2 a 29 de maio, na Biblioteca Municipal Vicente Campinas, em Vila Real de S. António.
A antologia conta com a participação de Ana Maria Horta, António Cabrita, Áurea Nobre, Clara Lourenço, João Pereira, João Viegas, José Carlos Barros, José Estêvão Cruz, Miguel Godinho, Paula Amaro e Pedro Tavares e comemora os 30 anos da Editora Guadiana e os 50 anos do 25 de Abril.
Poetas da cidade de Ayamonte estiveram presentes na iniciativa, bem como público local.
Em representação da Biblioteca Municipal Vicente Campinas, a bibliotecária Assunção Constantino esclareceu que a antologia surgiu do repto lançado pelo Helder, que é o responsável pela editora Guadiana a vários poetas.
É uma antologia de poetas vilarealenses, frisou e esclareceu: « o que não quer dizer que sejam todos poetas nascidos e naturais, mas que, de alguma forma, tem a ligação a esta terra, decorrente da sua atividade profissional, e que aqui se fixaram».
Chamou a atenção para a pintura exposta no hall da biblioteca, inspirada no território, da autoria de Ana Maria Horta, que tinha sido inaugurada na véspera da apresentação do livro
A antologia que apresentamos hoje é uma antologia que reúne os poetas e eles estão aqui quase todos, destinada a assinalar os 50 anos do 25 de abril, da conquista da liberdade. Ela pretende também marcar os 30 anos de existência da editora Guadiana.
Salientou o trabalho excepcional na terra do editor Helder Oliveira, a quem felicitou e louvou a iniciativa de ter lançado o repto aos poetas «Se não fosse a persistência dele, possivelmente, esta editora já tinha as portas fechadas».
Houve palavras para dois ausentes, participantes no «Margens Livres», José Carlos Barros, prémio Leya que, à mesma hora, apresentava na Casa Álvaro de Campos em Tavira a sua coletânea de poesia «Taludes Instáveis» e Pedro Tavares, «que está a uns quantos quilómetros de distância daqui», ironizando sobre a presença em Timor, em cooperação.
Helder Oliveira, editor de muitos dos trabalhos dos «Poetas do Guadiana» e outros escritores que não encontram acolhimento nas grandes editoras, que o livro «Margens Livres» foi uma iniciativa da Editora Guadiana, para comemorar o seu 30º aniversário e que se integrou, pela temática dos poemas nas comemorações oficiais do Município de Vila Real de Santo António, com o apoio da câmara municipal.
Gostaria de agradecer aos autores que participaram num trabalho árduo, ao longo de três ou quatro meses, com um timing específico para ser, enfim, lançado nas comemorações do 25 de abril, e que, no fundo, conseguimos. Agradeceu o apoio ao executivo camarário e acessorias que ali se encontravam representado por Fernando Horta, vereador do pelouro do Património Imaterial, e, ainda, Vítor Junqueira, Miguel Godinho e Assunção Constantino.
Helder Oliveira disse que o título do livro se inspirou no pensamento de Bertolt Brecht, que citou de cór, «do rio que tudo arrasta, diz-se que é violento, mas ninguém chama violentas às margens do cumprimento».
Para a Editora Guadiana os poemas plasmados no livro manifestam o que, de mais íntimo, possui o ser humano, o sentimento sobre os temas mais pertinentes da nossa sociedade, o que, em seu entender dá continuidade ao serviço público que a editora Guadiana tem vindo a fazer, na edição e produção da obra gráfica, sendo contributo para a cultura da nossa terra. Dentro do aspecto gráfico do livro, chamou a atenção para os flamingos que estão na contracapa, uma das áreas úmidas do Sotavento, e que vem da capa interior, atravessam o livro e saem como mensagem de liberdade.
Fernando Horta fechou o ciclo de intervenções citando o trabalho de Pedro Teixeira, Assunção Constantino, Miguel Godinho e André Oliveira. Relevou, para valorizar o trabalho
desenvolvido na biblioteca Vicente Campinas, «esta casa de porta aberta».
«Celebrar os 50 anos do 25 de abril em liberdade, marcados com um com um livro, um livro de poesia, numa antologia de poetas da nossa terra, edificado por um editora da nossa terra que celebra tão corajosos 30 anos, é um insofismável registro da retoma ao apoio à produção cultural promovida pelos agentes da nossa terra», destacou, para continuar:
Ao serviço do enriquecimento identitário e cultural da nossa comunidade, determinante para a defesa e usufruto da liberdade, nunca será demais agradecer aos nossos poetas.
Fernando Horta terminou citando Garcia Lorca que entendia que a um mendigo deveria dar-se o pão e um livro, referência a que não é apenas a satisfação das necessidades materiais, mas também a cultura e educação que constroem a liberdade humana.
O MRPI plataforma nacional de reformados, pensionistas e idosos, em pergunta dirigida ao Governo.ao presidente da Assembleia da República e aos grupos parlamentares, mostra-se perplexo com o Instituto da Segurança Social (ISS).
Este organismo informou, que mais de 140 mil pensionistas receberiam menos em Maio, relativamente a meses anteriores, devido a um acerto do IRS.
Através da Segurança Social directa, foi possível apurar que o valor ilíquido da pensão é o mesmo, a percentagem de retenção na fonte para IRS é a mesma, mas o valor a reter é superior, sendo portanto menor o valor líquido a receber.
Para o MURPI, o valor a reter é superior à taxa indicada.
Números avançados pelas autoridades policiais dos Estados Unidos da América, revelam a dimensão dos protestos dos estudantes universitários que exigem o fim da intervenção militar de Israel na Faixa de Gaza.
Houve confrontos e os acampamentos montados pelos alunos universitários pró-Palestina foram desmantelados. Os detidos já ultrapassam os 1600.
A Casa Branca, empenhada no apoio a Israel, tenta desvalorizaros os acontecimentos. Os conselheiros do Presidente, Joe Biden, estão preocupados com a repercussão dos protestos, em especial porque, no final do ano, há eleições presidenciais.
Na memória, estão os protestos estudantis dos anos 60 do século passado e as consequências no modo de vida americano.
No momento atual, é o receito que o conflito israelo-palestiniano se torne um tema de campanha, que, entendem eles, acabará por beneficiar o adversário republicano, o ex-Presidente Donald Trump.
A associação ambientalista ZERO, referindo-se à captação no Pomarão, considera que o aumento da oferta de água não pode ter por destino consumos insustentáveis.
Já chegou ao fim no dia 29 de abril, o período de consulta pública ao Estudo de Impacte Ambiental (EIA) do projeto de Reforço do Abastecimento de Água ao Algarve a partir da Solução de Tomada de Água no Pomarão.
Esta captação superficial na zona estuarina do rio Guadiana, fica localizada a montante do Pomarão.
Terá uma conduta adutora até à albufeira de Odeleite, percorrendo os concelhos de Mértola, Alcoutim e Castro Marim, numa extensão total de condutas que varia entre 37 e 41 quilómetros, em função da alternativa de traçado.
O contributo desta captação deverá ser, em média, de 16 a 21 hm3 de água, através de um regime de exploração da captação durante sete meses por ano, entre outubro e abril.
O bombeamento pode parar nos meses excecionalmente secos e quando, em acumulado, desde o início do ano hidrológico, for atingido um total anual de 30 hm3 ou for atingida a capacidade de armazenamento útil do sistema Odeleite-Beliche (164 hm3).
A captação de água no Pomarão é uma das medidas definidas no Plano Regional de Eficiência Hídrica do Algarve para a qual estão previstos 61,5 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) 2021-2026.
A Zero considera o preconizado na Diretiva Quadro da Água relativamente à necessidade de implementação de estratégias capazes de tornar os usos e consumos de água mais sustentáveis.
Afirma que se prossegue ‘numa lógica de aumento da captação e retenção de um recurso escasso para fazer face a consumos insustentáveis através de projetos que fomentam um aumento da procura por esse mesmo recurso‘.
Analisando a natureza do projeto, a associação critica a ‘lógica de pensamento e de atuação ao intervir diretamente sobre as massas de água para captação de caudais adicionais destinados a aumentar a retenção e ou o armazenamento de água, não só com o objetivo de garantir que não falta água às populações’
Porém, ao mesmo tempo, ‘pretende garantir que a agricultura praticada na região continua a dispor dos caudais necessários para manter ou, até mesmo aumentar, os seus níveis de consumo e desperdício’.
Esses números são referentes às áreas onde vivem pessoas, ou seja, as zonas humanizadas do território nacional, correspondendo a cerca de 39% do total.
O estudo, desenvolvido pela Universidade de Aveiro a pedido do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e financiado pelo Fundo Ambiental, utiliza modelos de extrapolação com base na contagem direta de animais errantes em zonas de amostragem.
Apesar da capacidade para recolher cães e gatos das ruas ter aumentado, os lugares disponíveis nos centros de recolha oficiais ainda são insuficientes para atender às necessidades.
Em 2022, os canis municipais acolheram 41.994 animais, o maior número desde 2017, mas ainda muito abaixo do estimado de animais ao abandono. Além disso, há um elevado número de animais com dono que não estão esterilizados nem têm identificação eletrónica, passeando pelas ruas sem supervisão.
Os dados da Guarda Nacional Republicana (GNR), relacionados com a sinistralidade rodoviária, mostram que foram reportados 4.640 atropelamentos entre 2019 e 2022, sendo 4.443 cães e 197 gatos.
O ano de 2020 registou o maior número de atropelamentos (1.428 cães e 84 gatos). Quanto aos cuidados prestados pelos inquiridos aos animais errantes, 83,4% providenciaram alimento para os gatos, enquanto 70,5% fizeram o mesmo para os cães.
No entanto, os índices de detenção responsável são baixos, especialmente no que diz respeito à identificação individual e ao acesso ao exterior sem supervisão
O presidente francês, Emmanuel Macron, voltou a admitir ontem a possibilidade de enviar tropas terrestres ocidentais para a Ucrânia no caso de a Rússia romper as linhas da frente e Kiev solicitar esse apoio.
«Se os russos passassem a linha da frente, se houvesse um pedido ucraniano – o que não é o caso atualmente – deveríamos legitimamente colocar-nos a questão», disse o chefe de Estado francês numa entrevista ao semanário britânico ‘The Economist’.