FOZ – Guadiana Digital

Autor: jestevaocruz

  • GFA de Mértola com financiamento aprovado

    GFA de Mértola com financiamento aprovado

    A câmara municipal de Mértola anunciou que lhe foi aprovada a candidatura ao Fundo Florestal Permanente para o funcionamento do Gabinete Técnico Florestal (GFA), referente ao ano de 2019.

    O valor do financiamento ronda os 14 mil euros. O GTF integra o gabinete municipal de Proteção Civil e tem como objetivos fundamentais a concretização das tarefas de planeamento, operacionalização, gestão, controlo e administrativa com vista à defesa da floresta contra incêndios.

    A acções principais previstas são: a elaboração e posterior actualização do Plano Municipal de Defesa da Floresta contra Incêndios;

    elaboração e posterior actualização do Plano de Gestão Florestal do Perímetro Florestal dos Coutos de Mértola;

    participação nas tarefas de planeamento e ordenamento dos espaços rurais do município; acompanhamento dos Programas de Ação previstos no Plano Municipal de Defesa da Floresta;

    centralização da informação relativa aos Incêndios Florestais (áreas ardidas, pontos de início e causas de incêndios);

    acompanhamento de ações preconizadas no Plano de Gestão Florestal; relacionamento com as entidades, públicas e privadas, de Defesa da Floresta Contra Incêndios (DFCI) nomeadamente Estado, municípios, associações de produtores;

    promoção do cumprimento do estabelecido no Dec.-Lei nº 124/2006; acompanhamento e Divulgação do Índice Diário de Risco de Incêndio Florestal;

    coadjuvação do Presidente na CMDFCI, em reuniões e em situações de emergência, quando relacionadas com incêndios florestais e designadamente na gestão dos meios municipais associados a defesa e ao combate a incêndios florestais; supervisão e controlo de qualidade das obras municipais subcontratadas no âmbito de DFCI;

    construção e Gestão de SIG’s de DFCI;

    emissão de Propostas e de Pareceres no âmbito das medidas e ações de DFCI.

  • Jornadas do Contrabando anunciam Festival

    Jornadas do Contrabando anunciam Festival

    Foi a quarta edição. O tema viu-se alargado às memórias de fronteira, ao património intangível e imaterial e a estudos do património rural e edificado.

    Falou-se do reconhecimento e valorização de uma identidade local, fortemente marcada pelas ligações fronteiriças.

    Foram as necessidades locais, agravadas pelos acontecimentos bélicos da primeira metade do séc. XX, que fizeram disparar as ações de contrabando. A atividade deu um apreciável contributo para a sobrevivência e manutenção das populações., na conjuntura adversa.

    Para o município de Alcoutim «Estes são dados históricos considerados inegáveis. O contrabando tradicional criou uma rede de contatos e relações familiares ligando ambas as margens do Guadiana, situação que se pretende valorizar, nos nossos dias, numa perspetiva de promoção turística do território».

    Foram apresentados os documentário «220 m de Guadiana», por Paulo Vinhas Moreira; «Atores e episódios de uma serra de variadas ruralidades na primeira metade do século XX», por Miguel Rego; «Apresentação do Festival do Contrabando»; por Júlio Cardoso; «Bandoleros y Contrabandistas en la Sierra de la Contienda», por António Rodríguez Guillén; «Fome, Guerra e Epidemia na Zona Transfronteiriça do Guadiana Durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918). O caso de Alcoutim», por Joaquim Vieira Rodrigues; «Modos de vida no interior serrano algarvio e a dieta mediterrânica», por Jorge Queiroz; «A arquitetura tradicional do Baixo Guadiana da orla do rio às achadas de Alcoutim», por Miguel Reimão Costa e «Contrabando no Baixo Guadiana».

    Estas jornadas anteciparam o Festival do Contrabando também com a realização do espectáculo, «Evaristo, Um Clássico nunca Visto», pela Companhia Profissional de Teatro de Improviso Instantâneos que decorreu no Espaço Guadiana, na vila de Alcoutim, uma novela teatral que levou o público para uma viagem aos anos 30 e 40 do século XX, tendo como base estórias de vida alcoutenejas, contadas pelo público presente.

    O Festival do Contrabando, mais que um festival pretende ser a junção e fusão da homenagem a uma atividade que ao longo da história foi importante para as gentes da fronteira, recorrendo às artes e à cultura.

    Nos dias 27, 28 e 29 de março. Alcoutim apresenta a todos os visitantes, um mercado de época, gastronomia local, desfiles etnográficos, teatro de rua, bandas de música de rua, oficinas de artesanato e muita mais animação, tendo como grande atrativo a Ponte Pedonal Transfronteiriça Alcoutim – Sanlúcar de Guadiana, disponibilizando a experiência pioneira de caminhar sobre o Rio Guadiana e transpor a fronteira de forma original e única, um sonho antigo das duas vilas.

    Veja mais em www.facebook.com/festivaldocontrabando/

  • Passadiço entre Verdelago e Lota

    Passadiço entre Verdelago e Lota

    O objectivo anunciado para esta infraestrutura de custo aproximado a 936 mil euros é a salvaguarda do cordão dunar da Praia de Altura. A obra, já consignada, tem apoio do PO SEUR (Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos), Portugal 2020, cofinanciada a 75% pelo fundo de coesão.

    Para a contrapartida nacional e a despesa não elegível é utilizada uma comparticipadas no âmbito do empréstimo BEI.

    Tem passagem pela ponte na ribeira do Álamo, largura de três metros, a serpentear o sistema dunar, abraçando os apoios de praia e enquadrando na frente-mar. Terá zonas de descanso e iluminação. A intervenção envolve ainda a reconstrução dos quatro acessos à praia já existentes e a construção de um novo, articulando com os novos apoios de praia, que são da responsabilidade da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), sob cuja orientação foi elaborado e apresenta-se, segundo afirmam os responsáveis, em conformidade com a dinâmica sedimentar do respetivo cordão dunar.

    A segunda fase, prevista para mais tarde, vai fazer ligação ao passadiço da praia de Monte Gordo.

    A autarquia de Castro Marim justifica que a infraestrutura elevada «promove a redução da erosão costeira, uma vez que garante o não pisoteio, bloqueia a ação do homem sobre as zonas de proteção, fomenta a estabilização de areias para a formação de dunas e possibilita a instalação de vegetação natural, restabelecendo assim a dinâmica do habitat dunar»

  • Marroquinos ilegais desembarcam em Olhão

    Marroquinos ilegais desembarcam em Olhão

    Não têm documentos e vão ser ouvidos ainda hoje por um intérprete do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), disse fonte deste organismo.

    A mesma fonte adiantou à agência Lusa que os homens, com idades compreendidas entre os 21 e os 30 anos e detetados cerca das 04:30 horas, talvez vindos do Norte de África, ”falam “muito pouco francês”. O SEF vai avaliar toda a situação destas pessoas e só depois será tomada uma decisão.

    Recordando Monte Gordo

    Em dezembro, oito migrantes de nacionalidade marroquina, desembarcaram na praia de Monte Gordo, no distrito Faro, e foram acolhidos por Portugal ao abrigo do quadro de proteção internaiconal aplicado a outros estrangeiros resgatados no mediterrâneo que chegaram ao país provenientes de países como Itália e Malta.

  • CM de Moura viola direito à greve

    CM de Moura viola direito à greve

    Segundo a lei, o trabalhador paga o dia de greve com o seu salário e não com o gozo de férias. Greve é um dia de trabalho por uma vida melhor.

    fonte: Junta a tua à nossa voz – Facebook

  • Turismo português cresce acima da média da UE

    Portugal encontra-se no grupo de países onde a média da pernoita dos estrangeiros, 66% do total, supera a da União Europeia, 47%.

    Contudo, as estatísticas assinalam um abrandamento na taxa de crescimento do turismo no nosso país e espera-se um impacto negativo nas viagens, ainda não calculado, pelo aparecimento do virus Corona na República Popular da China

  • PSD quer uma data para o Hospital Central do Algarve

    A dúvida sobre o início da construção do novo Hospital Central Hospital surgiu pelo facto da ministra ter afirmado que o mesmo «deverá ser planeado este ano, «de modo a que em 2021, possamos começar a executá-lo, estamos a falar de estudos, de garantia de investimento, de decisões sobre a carteira de serviços e o caderno de encargos, para poder responder a essa necessidade dos algarvios»,.

    O PSD interpreta estas palavras como o Governo e o PS terem «abandonado os algarvios no que respeita aos cuidados de saúde hospitalares“.  

    No seu comunicado, o PSD verifica que o Hospital Central do Algarve não consta no Orçamento do Estado de 2020 ou no quadro plurianual de investimentos, até 2023, nem mesmo a «realização de investimentos em equipamentos ou obras de conservação profundas para os Hospitais de Faro e de Portimão».

  • Sindicato da Hotelaria critica secretária de Estado do Turismo

    Sindicato da Hotelaria critica secretária de Estado do Turismo

    O Sindicato da Hotelaria do Algarve criticou-a por essa falta de atitude que lhe permitiria avaliar «a situação laboral e social da «força viva» mais valiosa deste setor – os trabalhadores», como assinala em comunicado.

    Aquele sindicato recorda que os trabalhadores, todos os dias, «dão o melhor de si para o êxito e o forte crescimento do sector e que tão maltratados têm sido, nomeadamente em relação aos salários, aos horários, aos direitos e às condições de trabalho, que se têm vindo a degradar”.

    Os dirigentes do Sindicato da Hotelaria estavam na expectativa que Rita Marques «tivesse tido o interesse em ouvir a opinião de quem, todos os dias, luta pela melhoria da qualidade do serviço prestado ao cliente, que luta incansavelmente pela valorização dos trabalhadores e das profissões, pelo emprego estável e com direitos, como elementos estruturantes de um serviço de qualidade».

    Na sua visita de segunda-feira passada, a governante visitou o Algarve, avistando-se com unidades hoteleiras, uma área de serviço de auto caravanismo e o Autódromo Internacional do Algarve.

  • PSP de Tavira com leitor de chips para identificar animais

    PSP de Tavira com leitor de chips para identificar animais

    No âmbito do programa de controlo de animais errantes no município de Tavira, do qual são parceiros a PSP e a GNR, a autarquia entregou à PSP um leitor de microchip.

    Possibilita, aquando da recolha de um animal errante ou abandonado (cão ou gato) na via pública, o reencontro mais célere do animal com o seu tutor.

  • EDIA vai identificar larvas nas bacias do Guadiana e do Sado

    EDIA vai identificar larvas nas bacias do Guadiana e do Sado

    Segundo o Diário Campanário, o concurso apresenta um valor base de 100 mil euros e prazo de execução de 7 sete meses, prevendo a prestação de serviços de captura e identificação de larvas de peixe em massas de água das referidas bacias hidrográficas, bem como, o tratamento e apresentação de resultados para caracterização da comunidade de larvas e avaliação do grau de dispersão.

    Os trabalhos terão lugar nos concelhos de Aljustrel, Alvito, Beja, Cuba, Ferreira do Alentejo, Alandroal, Montemor-o-Novo, Portel, Vendas Novas, Arronches, Elvas, Alcácer do Sal, Grândola, Palmela e Santiago do Cacém.

  • Homenagem póstuma a Antónia Sanchez Barba

    Homenagem póstuma a Antónia Sanchez Barba

    Antónia Maria Sanchez Barba foi professora em San Lucar del Guadiana. Casou com o português Ângelo Camarada Carro que foi chefe da secretaria em Alcoutim e Vila Real de Santo António.

    Durante a homenagem, foram lidos poemas do livro que recolheu com o título de «Esse mágico nome: Guadiana», uma antologia com quatro dezenas de poemas de outros tantos poetas, dedicada ao rio, a qual já não chegou a apresentar publicamente, por ter subitamente falecido.

    Vitória Cassinelo assinalou o momento de tristeza, mas de homenagem merecida, lembrando o papel de Antoñita, nome por que era conhecida entre os amigos, no desenvolvimento de acções de carácter social, cívico e cultural, entre os povos fronteiriços de Portugal e de Espanha.

    Lembrou que ela era uma cidadã activa, desde os tempos da juventude em San Lucar del Guadiana, o matrimónio hispano-português e as participações na Associação Transfronteiriça ATA, na S.L. Alavanca e a página escrita em espanhol que manteve no «Jornal do Baixo Guadiana», bem como o trabalho em defesa da construção de uma ponte internacional que unisse os dois territórios, entre Alcoutim e San Lucar.

    Carlos Brito salientou que os que ali estavam não tinham comparecido apenas por amizade, mas também para prestarem homenagem pela sua dedicação à causa da cultura, a paixão pelo Guadiana. Colocou em relevo o facto de Antónia, no seu livro, ter encontrado e reunido poemas que provém até mesmo de Badajoz.

    António Cabrita lembrou a reunião na Casa Grande de Ayamonte, no ano de 2011, onde a iniciativa de Antónia fez reunir vários poetas de ambos os lados da fronteira, tendo um papel determinante no arranque da tertúlia «Poetas do Guadiana» que continua activa.

    Maria Rita também salientou o papel da Antónia, tendo revelado que uma das coisas que a surpreendera na homenageada tinha sido o facto de ela se ter lembrado de uma pequena terra como Balurcos, ter recebido a sua atenção, considerando-a como mulher incansável que saltava os cânones e queria sempre acrescentar algo que os valorizasse. Classificou-a de mulher excepcional.

    Augusto Lourido também se referiu ao papel cultural que Antónia desenvolveu na Região do Baixo Guadiana, tendo-a conhecido nas iniciativas dos «Poetas do Guadiana»

    No final da cerimónia, Paul, irlandês tocou no violino, a lembrar as brumas do Guadiana e uma outra em homenagem à sua terra natal.

    José Estêvão Cruz

  • Imagens aéreas RTP 2019

    Imagens aéreas RTP 2019

    https://www.facebook.com/rtpnoticias/videos/714021232752905/?t=0
  • Protocolo de memória histórica da Água Castello

    Protocolo de memória histórica da Água Castello

    O acordo assinado entre as duas partes prevê a realização de até dois passeios mensais, que consistem no Percurso Temático da Água “Do Castello até Pisões”.

    Esta atividade, segundo a câmara municipal, encontra-se inserida na estratégia de desenvolvimento local, em que se pretende valorizar o ativo territorial “Água” nas suas diversas dimensões enquanto património natural, cultural e paisagístico.

    A parceria agora estabelecida entre o Município de Moura e a Mineraqua Portugal é considerada pela autarquia como fundamental para dar a conhecer a importância histórica da marca Castello na vivência da cidade de Moura.

    O protocolo insere-se nesta estratégia municipal com o objetivo de preservar a “memória” e potenciar esse “passado” como oferta cultural e turística, pretendendo igualmente envolver a comunidade escolar do concelho.

    O dia de ontem, 14 de janeiro foi o dia escolhido para a assinatura deste protocolo, já que foi precisamente a 14 de janeiro de 1899 que a Câmara Municipal de Moura assinou o contrato de exclusividade com Julio Maximo Pereira e António de Assis Camilo, para a “exportação das águas minero-medicinais” da então Vila de Moura, começando aqui a Água Castello a dar os seus primeiros passos.

    A iniciativa representa igualmente o culminar das comemorações dos 120 anos da marca, que contemplaram várias iniciativas realizadas ao longo do ano de 2019.

    A sessão de assinatura do protocolo realizou-se no recinto do Castelo de Moura, local da primeira unidade de exploração, sendo posteriormente realizado o Percurso Temático da Água “Do Castello até Pisões”.

  • Idosos com apoio do “+ Próximo” em Alcoutim

    Idosos com apoio do “+ Próximo” em Alcoutim

    O objectivo é a redução das vulnerabilidades dos idosos em isolamento, através da Teleassistência, projeto pioneiro no sotavento algarvio.

    Através do simples toque de um botão de alarme, o sistema permite ao idoso em situação de solidão, emergência/urgência ou segurança ser contactado por um técnico especializado que accionará a melhor resposta.

    O utente dispõe de um terminal telefónico fixo e o botão está numa pulseira ou colar. Ao ser pressionado de qualquer parte de sua casa, estabelece contacto telefónico imediato com o Contact Center da CVP, que garante o apoio a situações de emergência/urgência, segurança e solidão, 24h por dia e 365 dias por ano.

    Para o efeito, será disponibilizada uma equipa de dois técnicos da estrutura de Emergência do CHT para estabelecer proximidade e implementar o serviço de Teleassistência junto da população idosa, bem como monitorizar o seu estado de saúde através de avaliações dos parâmetros vitais.

    A deslocação dos técnicos da Emergência CVP acontecerá três vezes por semana e abrangerá cerca de 80 idosos sinalizados no concelho de Alcoutim.

    Este projeto pioneiro vai permitir aos idosos isolados usufruírem de um acompanhamento de 24 horas, 365 dias por ano, complementado pela presença física de dois técnicos da estrutura de emergência.

    O Presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, Osvaldo Gonçalves, justifica o projecto com a necessidade de estarem “presentes de diversas formas junto da população sénior: através do desporto, da cultura, com os polos da Universidade Sénior e, também, ajudando aqueles que têm maiores problemas de isolamento, colaborando para que a sua segurança seja reforçada”.

  • Sector empresarial cresce em Mértola

    Sector empresarial cresce em Mértola

    O presidente da câmara municipal de Mértola, Jorge Rosa, considera que o concelho teve “boa evolução do sector empresarial na última década”.

    Estas declarações foram prestadas à emissora de rádio Voz da Planície, por Jorge Rosa, no decorrer do XVI Encontro de Empresários do seu concelho que ocorreu no Salão da Junta de Freguesia de Mértola, com o apoio da Associação de Empresários do Vale do Guadiana e da Rota do Guadiana.

    Esta associação é presidida por Marta Cortegano, para quem é complicado ser empresário em territórios de baixa densidade, devido à falta de recursos humanos. Por essa razão, defende a criação de medidas discriminatórias “muitos fortes”, para estas zonas, porque as que existem não são suficientes.

    Por sua vez, David Machado, presidente da Rota do Guadiana, destacou aqueles que considera ser os principais desafios que se colocam aos empresários do concelho de Mértola.

    Tendo por base dados referentes a 2018, naquele concelho, existiam 771 empresas, 77% das quais individuais, só 1,5% tinha mais de 10 trabalhadores e não existia nenhuma com mais de 50. Quanto ao volume de negócios nesse ano, em todo o concelho, foi de 60 milhões de euros.

  • Mais 40 quartos na Praia Verde

    Mais 40 quartos na Praia Verde

    O investimento ronda os 800 mil euros e acompanha outros no Algarve, o Vila Monte Farm House, com um milhão de euros investidos na renovação e abertura do Vila Indigo, cujos únicos três quartos, piscina e jardins privados serão dedicados a um público mais endinheirado, com noites a rondar os 2.000 euros.

    A empresa investidora é a Discovery Hotel Management (DHM) que anuncia colocarar 21 milhões de euros em hotéis, este ano.

    Esta marca foi criada a partir de um fundo da Explorer Investments, que se dedica a comprar ativos tóxicos, para depois os recuperar, valorizar e vender. Os investidores contam abrir dez novas unidades hoteleiras em Portugal, a maioria localizada em zonas recônditas do país.

  • Monte Gordo – 2020-01-01

    Vídeo da autoria de Zeca Romão

    Aspetos do passadiço e da linha marginal. Praia e águas tranquilas.

  • Janeiras em Odeleite

    Janeiras em Odeleite

    Aproveitando a realização do Mercadinho na Aldeia, dia 5 de janeiro, o Grupo irá também cantar as Janeiras na Casa de Odeleite, pelas 10:00, com a especial colaboração da Charola da Mesquita.

    “Vamos Cantar as Janeiras” é iniciativa do Grupo de Cantares de Odeleite, da Junta de Freguesia de Odeleite e da Câmara Municipal de Castro Marim.

    As Janeiras são cânticos conhecidos por traduzir o espírito desta quadra natalícia, o espírito de família, e é essa a mensagem que esta iniciativa pretende levar às povoações mais isoladas, proporcionando um momento de comunhão e de convívio.