A nova unidade de cinco estrelas ocupa quatro edifícios de interesse histórico no centro da cidade pombalina com 57 quatros de várias tipologias, três piscinas, um bar e um restaurante aberto ao público,. O investimento ronda três milhões de euros, segundo divulgou a empresa em comunicado.
Estes edifícios de interesse histórico propriedade exclusiva do município depois da extinção da empresa municipal Sociedade de Gestão Urbana – SGU, foram cedidos por 30 anos ao grupo hoteleiro que está a criar um novo segmento da hotelaria na sede do concelho, baseado no património e na cultura locais.
Na atualidade, o Grupo Pestana detém 16 unidades hoteleiras no Algarve, das quais 13 hotéis e três Pousadas de Portugal, Sagres, Estoi e Tavira.
Miguel Nunes e Beatriz Martins jovens velejadores da Associação Naval do Guadiana sagraram-se vice-campeões nacionais vela Class Optimist, infantis masculino e feminino, respetivamente, no Campeonato de Vela que decorreu em Vilamoura no passado fim de semana.
Miguel e Beatriz haviam obtido as mesmas posições na Taça de Portugal realizada em Viana do Castelo, como noticiámos em tempo oportuno.
A direção da ANG deu nota e destacou «o excelente trabalho do treinador Hélio Lopes, bem como os resultados que a ANG vem obtendo nos escalões de formação, onde faz um grande investimento anual, proporcionando à população, e jovens em geral, a prática das modalidades náuticas com caracter gratuito».
Naquele fim-de-tarde saí de casa pela porta da frente, aquela que ao puxá-la de dentro se abria para a nesse tempo chamada de rua do Brasil. Ia encontrar-me com amigos para irmos passear à avenida dos mosaicos e dos cafés com esplanadas ou ao jardim que acompanhava a margem do rio, onde houvesse miúdas para serem olhadas. Ao fazê-lo, o Benfica de pêlo escuro encaracolado que passava as manhãs e as tardes a fingir dormitar no poial da porta da vizinha Maria João, a que ficava mesmo em frente, no outro lado da calçada da rua, levantou-se à passagem de uma bicicleta e, para afirmar a sua dominância territorial, escutando-se as suas unhas a raspar as pedras calcárias, correu atrás dela a ladrar furiosamente, quase a conseguir morder as pernas do imperturbável ciclista que nem se dignou olhar para o bicho, mantendo a mesma cadência molengona.
Quase que não ouço a velha vizinha Maria chamar-me: à semelhança das outras vezes queria que eu atentasse aos seus últimos versos. Memoriava-os e com eles construía bonitas quadras rimadas com temas do seu quotidiano e de como ela observava e interpretava a vida. Depois, sem que jamais eles tivessem sido escritos, generosamente, dizia-os a quem passava.
Confesso que das primeiras vezes tentei escapar-me. Todavia, a dona Maria impedia-o, segurando-me firmemente pelo braço, aproximando-se de mim. Não me dava qualquer outra alternativa. Tinha mesmo de a escutar. Nesse tempo, ainda não havia esquecido as muitas bolas que mal chutadas por algum de nós nalguma das nossas eternas jogatanas no Largo da Bica, depois de esvoaçarem em arco e caírem “ao pesinho” no seu quintal traseiro, eram devolvidas já espetadas por uma faca pontiaguda ou cortadas à tesoura, atirando-as por cima do muro da casa.
Mas, esses eram tempos já muito remotos: na verdade, quando me libertei do peso dessas memórias e do rancor de nunca mais ter sido convidado para os aniversários da sua neta Paula, castigado por num deles ter comido demasiados pastéis-de-nata, pelos versos que escutava, descobri uma senhora sensível que, afinal, tal como eu hoje aos sessenta anos, privilegia a calma e o sossego e abomina o som de bolas a bater nas paredes.
Uns anos mais tarde, pressentindo o final da sua vida, após escolher a roupa com que queria ser sepultada, a dona Maria comprou uns sapatos e pediu à filha que os levasse a um sapateiro para que se lhes aplicasse protectores metálicos nas biqueiras e nos calcanhares. A filha, perante tão estranho pedido, quis saber o porquê, tendo obtido como resposta que depois de morta, já na outra vida vindoura, sem saber por onde iria andar, nem sequer durante quanto tempo, o melhor seria partir desta bem calçada. Curiosamente, na sequência de uma desgastante doença prolongada, anos mais tarde, quando chegou a vez da sua filha, a dona Libânia quis que a criativa Paula lhe tratasse das unhas, pintando nelas como se fossem telas, belas flores de vários matizes. A justificação que deu à filha foi a de que tendo tido ao longo da sua vida terrena dois maridos que haviam abalado antes dela, queria chegar atraente e bonita ao outro mundo.
Depois de vários meses sem comprar o semanário Expresso, para descansar dele e desenjoar, em Abril deste ano fraquejei e cedi ao irresistível chamamento vindo de uma banca de jornais encostada à parede de uma livraria e adquiri um dos exemplares. Anos a fio a consumir esse jornal em excesso, muito fragilizado, na fase crítica do desmame, não consegui resistir, contudo, também não me arrependi!
Na sua revista, um dos cadernos que compõem o conjunto, deparei-me com uma interessante entrevista a uma escritora e jornalista que desconhecia.
Claramente de formação católica, imbuída de conceitos de continuidade que incluem acreditar nalguma forma de vida depois da morte, aos seus 78 anos bem vividos, Leonor Xavier assevera convictamente que “o milagre é a vida, o mistério é a morte”. Ao escrever esta crónica, não pude evitar lembrar-me do alcance e impacto dessa afirmação. Com efeito, se alguns de nós atravessam a vida com a certeza de que ela é única e que tudo termina com a morte física, não havendo absolutamente mais nada, para muitos outros, com a morte física terrena inicia-se uma outra de características que ainda ninguém conseguiu definir, afastando definitivamente quaisquer dúvidas que possam persistir.
No fundo, tentando ir ao encontro de Leonor Xavier, o milagre da vida será o somatório de todas as parcelas das nossas vidas desde o nosso nascimento, tal como o nascimento em si mesmo, de todos os tipos de vida, as do presente e as do passado, da nossa incapacidade de explicar racionalmente como foi ela criada e com que objectivo se é que ele existe; A incerteza do que está para além da nossa morte suscita e adensa o mistério: haverá mesmo algo? Será que existe outra vida? Que tipo de vida? E é essa convicção, a de que existe algo mais para além daquilo que conhecemos, que permite que alguns de nós adquiram o conforto espiritual que possibilita a aceitação da progressiva degradação física e do inevitável final da vida!
Não por acaso a minha vizinha Maria mandou reforçar os sapatos com que caminharia pelos trilhos da outra vida. A morte física terrena deixa assim de significar o final de tudo, passando a ser simplesmente uma etapa pessoal que será cumprida, existindo outras ainda por vir!
A variante delta, conhecida como variante indiana, espalhou-se pelo país a uma taxa preocupante, nas últimas semanas, e interrompe esses planos.
Esta variante delta do Covid-19, já predominante no Reino Unido, acarreta um risco de hospitalização que é o dobro da variante anterior, a alfa, britânica. Durante essas quatro semanas de adiamento, o governo britânico vai acelerar a vacinação e atingir um triplo objetivo: que os maiores de 50 anos tenham recebido as duas doses e que tenha passado o tempo necessário para que surtam efeito; aumentar a imunização de pessoas com mais de 40 anos; e reduzir o intervalo entre as doses de 12 para 8 semanas. 57% da população adulta do Reino Unido já recebeu ambas as injeções, em comparação com 79% que receberam apenas a primeira. A meta, assim como na Espanha, é chegar a 70% com a diretriz completa.
Mas a situação também não está muito favorável em Gibraltar e na Irlanda do Norte, separadas por 3.000 quilómetros, onde Boris Johnson enfrenta desentendimentos nos unionistas que se sentem traídos com a imposição de facto de uma fronteira marítima, uma vez que a UE exige que se exerçam controlos aduaneiros das mercadorias. A abrigo do Brexit, a Irlanda do Norte faz parte do seu mercado interno. Em Gibraltar, apesar do otimismo do Governo de Espanha, ainda nem sequer começaram as negociações para a conclusão de um acordo que anunciou para o final do corrente mês com seis meses de antecedência, para a inclusão do Penhasco no espaço Schengen.
Deste modo a vida está difícil para a tranquilidade dos britânicos que pretendem passar umas férias descansadas no nosso país e em especial no destino tradicional que é o Algarve.
A estratégia do Plano Nacional das Artes foi revelada hoje, dia 14 de junho, no Teatro Lethes, em Faro, com a comunicação dos princípios e valores que orientam as medidas do seu plano estratégico, e a importância do envolvimento de todos os cidadãos neste processo.
Na sessão estiveram presentes cerca de 50 participantes, entre representantes de municípios, agentes e instituições culturais, agrupamentos de escolas e outras entidades da área da cultura e da educação.
Ao final desta tarde, será assinado o compromisso “Cultura para tod@s” entre as escolas e os agentes e instituições culturais do concelho, momento promovido pela Câmara Municipal de Faro em parceria com o Plano Nacional das Artes.
Aqui mostramos a capacidade das praias definida para as praias do Baixo Guadiana, fluviais e de mar.
A praia de Monte Gordo encontra-se entre as que detém a maior capacidade em todo o País, com 14.800 e a que tem menor capacidade é a da Marinha com15 pessoas, no Algarve.
No referente ao concelho de Vila Real de Santo António a Lota comporta 3.500 pessoas, Manta Rota 6.300, Monte Gordo 14.800 e Santo António 3.000. No concelho de Tavira, Barril 3.300, Cabanas mar 3.000, Cabanas, Poente 1.500, Ilha de Tavira mar 4.100,Terra Estreita 3.000 em Castro Marim, a de Lagoa Altura 6.000, Cabeço 4.500 e Praia Verde 3.600.
A praia do Pego do fundo em Alcoutim é considerada uma pequena praia e terá a capacidade de operação de potencial de 12 pessoas. Quanto às praias fluviais do Alentejo, Alqueva 500, Amieir 1.400, a praia de Mourão terá a capacidade de 500 pessoas, a Tapada Grande, Mértola, é considerada uma praia pequena, com 350 pessoas. A de Cinco Reis, em Beja 800 e no Alandroal 1. 000.
Abracei o Serviço de Apoio Ambulatório Local SAAL, intituído em 1974 pelo II Governo Provisório. Considero que, mais do que se destinar a acabar com o flagelo nacional dos bairros de barracas, o SAAL foi um meio para as populações marginalizadas praticarem o direito democrático à habitação, trazido pela Revolução.
Foi, significativa a indignação dos olhanenses que leram no Facebook o anúncio do «falecimento» da empresa que resistiu estoicamente a partir de um estabelecimento que foi acompanhando as remodelações do Mercado de Olhão.
Esta aventura da família Virgílio acabou, mas há, na mensagem de despedida, uma laivo de esperaça no regresso: «Obrigado a todos os nossos amigos e clientes que fizeram parte desta história olhanense. Até um dia que seja possível fazer gelados do Virgílio outra vez».
O certo é que também os naturais daquela terra foram deixando de consumir o produto, naturalmente preferindo as ofertas de gelados a que alguns chamam de «plástico», seduzidos pela belas embalagens e métodos de consumo atrativos e fáceis de transportar e consumir.
Para a história fica o esforço estoico de manutenção durante 70 anos desta empresa que, certamente, ficará na recordação de todos quantos no Algarve aspiraram pela encomenda e se deliciaram com os gelados GELVI da família Virgílio.
Com a presença de Cláudio Torres e Fátima Palma, respetivamente diretor e arqueóloga do Campo Arqueológico de Mértola, CEAACP, Bilar Sarr, professor e investigado da Universidade de Granada Rosinda Pimenta, vereadora a cultura da câmara Municipal de Mértola, foi ontem, 12 de Junho, ao final da tarde, no salão de festas da Sociedade Recreativa Mesquitense, lançado o novo projeto de escavações arqueológicas da Aldeia da Mesquita, freguesia do Espírito Santo. Presente esteve também Cláudia Arsénio, presidente da freguesia do Espírito Santo, território onde se integra a aldeia alvo da intervenção.
´«Este é um projeto da comunidade da Aldeia da Mesquita» disse Maria de Fátima Palma, arqueóloga no Campo Arqueológico de Mértola, CEAACP, na apresentação do novo projeto arqueológico das Cercas da Alcaria aos naturais da Aldeia da Mesquita que ali acorreram. Estava presente uma plateia de gente interessada, bem representativa, descendente dos fundadores.
Bilar Sarr, professor e invetigador na Universidade de Granada, logo que lhe foi dada a palavra, esclareceu: «O projeto que aqui estamos a apresentar para as Cercas da Alcaria, parte da estreita colaboração que sempre existiu entre a Universidade de Granada, especialmente do grupo em que me integro, e o Campo Arqueológico de Mértola. Um campo que tem sido uma grande referência não apenas para Granada, mas também para toda a arquologia peninsular, Ibérica, e para toda a arqueologia europeia. Temos aprendido e participado aqui, a diversos títulos, nas atividades e em congressos, em cada iniciativa, em cada ação participando e em ações de formação», continuando:
«Este projeto vem na continuidade desta colaboração estreita não apenas dos centros mas das relações de amizade entre os dois países, Espanha e Portugal. E eu atesto a influência que tem tido este campo», e definiu o que se procurava: «A nossa participação neste projeto das Cercas da Alcaria vem na sequência da autorização que pedimos para realizar atividades arqueológicas no estrangeiro».
A arqueóloga do Centro de Mértola, Fátima Palma, adiantou que as escavações vão ser realizadas entre os próximos dias 23 de Agosto e 19 de Setembro. «A aldeia vai ter mais umas quantas pessoas a andar por aqui. A informação não ficará mantida em meio académico e será aberto um gabinete de informação para manter a população informada, revelou Fátima Palma», informou:
«O projeto para o qual foi obtido o financiamento, terá a participação de arqueólogos portugueses, espanhóis e mesmo italianos, apresenta segundo Bilar Sarr, várias perguntas, desde a transição do mundo tardo antigo para o medieval, tendo em conta os vestígios arqueológicos presentes na jazida».
«Esta colaboração entre a câmara municipal de Mértola e a Universidade de Granada de referência internacional ajuda-nos muito. Há colaboradores espanhóis, continuidade da colaboração estreita entre as duas entidades dos dois países» disse Fátima Palma para destacar como positivo, entre os vários lugares, o interesse especial.
Mesquita, Espírito Santo, Mértola
A vereadora da cultura Rosinda Pimenta observou: «Não estamos apenas a falar de um projeto de investigação no domínio da arqueologia o campo arqueológico. O projeto é uma iniciativa que acontece numa pequena aldeia, na busca do conhecimento, que possa ser importante, vestígios que possam ter interesse para os dias de depois de adaptados à realidade e ao contexto do local».
E figurou o futuro: «Um caminhante. quando chega da aldeia vai dizer muitas coisas, mas uma das coisas que vai acrescentar é que ali, no lugar da Mesquita, há uma zona de escavação. À medida que este conhecimdento for encontrado e transmitido, as pessoas vão-se dele apropriar e tornar-se seus transmissores. Este processo, mais que em Mértola, que é um local maior, ganha mais significância, por ser numa pequena aldeia, entrando a Mesquita numa escala global, quanto mais não seja no Sul e no Mediterrâneo.
Para Cláudio Torres, «Este conjunto do rio, a chegada ao velho porto! Isto é um sítio fantástico, portanto deve ter tido outro desenvolvimento histórico. É provável criar de um cerro abandonado qualquer coisa interessante. Que pode ser valorizada. E isso é um ponto fundamental. É o fato do seu passado é a riqueza arqueológica, que vai trazer a vida!»
Cláudio considera fundamental para o projeto arqueológico da Mesquita, o apoio e o interesse dos habitantes locais e a sua participação. Conseguindo alguma possibilidade de fixação na terra poderá ser ensaiado um caminho inverso ao dos seus antepassados.
O evento, destinado a empresas locais e outras entidades decorre no Parque de Leilão de Gado, em Moura e é necessária a inscrição junto da câmara municipal do concelho.
O Incorpora é um programa de interação socio laboral que tem por objetivo melhorar a integração de pessoas em situação ou risco de exclusão social, através da identificação de oportunidades e trabalho na empresa.
Segundo os promotores, permite «fazer a ligação entre as entidades sociais e as empresas portuguesas com a finalidade de criar um clima de entendimento e colaboração entre ambas, que se traduza na criação de oportunidades de emprego para quem mais necessita».
«A iniciativa inscreve-se no quadro de uma política educativa de valorização da cultura e das artes preconizada por estas duas entidades e integra um conjunto de ações que pretendem enriquecer as experiências de educação, das crianças e jovens do concelho nas áreas das Artes Visuais, Dança, Expressão Dramática/Teatro e Música»., esclarecem.
A assinatura decorreu na Capela da Achada de S. Sebastião, no Agrupamento de Escolas de Mértola onde está patente uma exposição de trabalhos de pintura dos alunos do 8º e 9º ano.
Eurociudade do Guadiana em Movimento é uma proposta em que os serviços desportivos dos concelhos de Ayamonte, em Espanha, em conjunto com os de Vila Real de Santo António e Castro Marim, em Portugal, propõem aos seus cidadãos diversos desafios e competições com os quais melhoram a saúde e o estilo de vida.
A promoção da atividade física em espaços exteriores para toda a população é um dos objetivos do projeto EuroGuadiana 2020, através de uma estratégia de desafios em que se estabelecem competições virtuais entre grupos e populações que integram a Eurocidade.
A atividade, assente numa plataforma virtual inovadora e num APP que avalia a atividade física de cada um dos inscritos, visa o regresso dos cidadãos a hábitos saudáveis e à prática desportiva após as férias e as mudanças de hábitos que a pandemia tem acarretado. .
Durante o mês de maio, foi desenvolvida uma liga entre os embaixadores do projeto, que agora serão as pessoas que, em cada um dos três municípios, vão servir de mentores a todos aqueles que queiram começar a participar nos desafios e competições. Os mais ativos de cada semana, de cada mês ou das competições propostas, receberão brindes e menções, além dos benefícios que obtêm com a atividade física realizada.
O programa ‘Eurocidade em movimento’ vai decorrer até ao final do ano em curso, procurando promover hábitos saudáveis na população transfronteiriça, fáceis de aplicar e, acima de tudo, que sejam divertidos e fomentem o espírito de eurocidadania entre todos os participantes.
Integrar a prática desportiva na vida das pessoas é um dos principais desafios à saúde que enfrentamos hoje. Este programa visa, fundamentalmente, evitar o sedentarismo e promover a atividade mais fácil: a caminhada.
A Eurociudad en Movimiento tem um mascote, Lito, que hoje viaja por quase todos os cantos dos três municípios em busca de eurocidadãos que queiram começar a praticar alguma atividade física: “Tudo começa com um primeiro passo …”
A publicação, que apoia os negócios em Portugal e a indústria do turismo, está a agir junto dos seus leitores do Reino Unido, os cidadãos britânicos radicados no Algarve, os cidadãos britânicos e cidadãos de outras nacionalidades, empregados na indústria do turismo e os cidadãos britânicos que gostam de visitar o Algarve todos os anos, para ajudar a corrigir esta situação atual, fazendo regressar o nosso país ao Corredor Verde.
A campanha destina-se a aumentar a sensibilização para a situação única portuguesa e propor razões lógicas para que o governo do Reino Unido mude de ideias.
Pede aos nossos leitores e aos que apoiam a alteração da decisão de retirar Portugal da Lista Verde que enviem uma carta de lobby ao deputado local. «Além de vós, nossos leitores, apoiando a campanha, nós do The Portugal News também estaremos a trabalhar para destacar a campanha através de cartas a Boris Johnson e outros membros-chave do governo britânico, contatando com as autoridades portuguesas e compartilhando a campanha em nosso plataformas de mídia social com mais de 75.000 seguidores»., afirma o jornal na sua edição de hoje, 11 de Junho.
Afirma também que publicará atualizações regulares no jornal impresso, que atinge 60.000 pessoas por semana e 600.000 visitantes únicos no site, a cada mês. O ThePortugal News afirma-se empenhado em trabalhar com a comunidade e empresas locais para que Portugal continue a ser reconhecido como o destino seguro que sempre foi e continua a ser.
«Se discordar da decisão do Governo do Reino Unido de continuar a deixar Portugal fora da lista verde, visite -portugal-on-the-green-list / 60281 para descobrir como fazer lobby com os ministros do Reino Unido». conclui.
Por estar integrado numa Reserva Natural, o que lhe empresta uma peculiar idiossincrasia e confere um efeito de cariz libertador e relaxante, diferente dos restantes campos de golfe das redondezas.
O Valle Guadiana Links é um campo de campo ribeirinho do Rio Guadiana com uma sensação autênticas ligações, pois encontra-se apenas a dois km da rodovia que liga diretamente a Sevilha e Portugal (A-49). Está inserido na Urbanização Costa Esuri, a norte da cidade de Ayamonte, naquele que os nossos vizinhos promovem como coração do Algarve espanhol, aproveitando o prestígio da nossa Região.
Há um mestre da construção naval, nascido e criado em Vila Real de Santo António, José Calvinho, que teve uma importante participação na réplica na Nau Vitória que, em 2019, 500 anos depois da original ter dado a volta ao Mundo e provado o conceito de que a terra é redonda, zarpou de San Lucar de Barrameda, Andaluzia, a cumprir o mesmo desígnio.
Atendendo certamente à sua acção no desenvolvimento daquele trabalho, foi depois contratado pela mesma Fundação da Nau Vitória, como Mestre Principal, para orientar, em Punta de Umbria, os trabalhos de um empreendimento maior, um galeão semelhante aos que, à época, transportavam os produtos trazidos das colónias americanas para Espanha.
O Mestre chegou a ter sob sua orientação mais de cem trabalhadores, para que o “ANDALUCIA”, de seu nome, fosse inaugurado no dia 19 de Fevereiro de 2013, e seguisse, rumo a Sevilha. Este galeão, com cerca de quarenta metros de comprimento, tem dois mastros também com quarenta metros de altura.
Estas embarcações eram apetrechadas com canhões de bordo para fazer frente a outras, inimigas, que porventura ousassem cruzar-se em seu caminho com intenções de saqueio. Hoje, no galeão “ANDALUCIA”, as réplicas desses canhões são praticamente elementos decorativos. O seu equipamento, idêntico ao original, está agora reforçado com instrumentos da mais moderna tecnologia de forma a poder enfrentar os oceanos mais confiante, sem receio a transtornos de navegação.
José Cavinho tem por norma levar uma vida discreta, tendo sido, durante muito tempo, difícil que se abrisse sobre a sua experiência, até que José Romão conseguiu o feito, não apenas de lhe ouvir as palavras, mas de, na sua companhia e amigos, se deslocarem à nau construída nos estaleiros de Isla Cristina, provícia de Huelva, Espanha.
Nascido e criado em Vila Real de Santo António o Mestre José Calvinho é uma pessoa bem conhecida e respeitada no seu meio. Exerceu a sua profissão, sempre ligado à construção naval, onde soube granjear a admiração dos amigos, e dos seus clientes, pela sua competência e rigor de execução dos trabalhos. Homem de fino trato, observador atento, poupado em palavras, sem no entanto as regatear na animação de uma boa conversa, é hoje objecto da atenção por ter conseguido mais um assinalável êxito na sua já vasta carreira profissional.
A galeria fotográfica que vos apresentamos, com a devida vénia ao José Romão (Zeca Romão), foi realizada no dia 27 de Março de 2017, e nas fotos aperecem os seus amigos Artur Estêvão, Ilídio Rodrigues e o próprio Zeca Romão que fez as fotos e nas quais se não vê.
Resta dizer que os seus amigos esperam o merecido reconhecimento a este operário especializado, por parte do município de Vila Real de Santo António, pela qualidade do inegável valor deste meritório e honroso trabalho de outro português ao serviço de Espanha, tal como há mais de 500 anos Fernão de Magalhaes.
Porém já cinco Sóis eram passados Que dali nos partíramos, cortando Os mares nunca doutrem navegados, Prósperamente os ventos assoprando, Quando uma noite estando descuidados, Na cortadora proa vigiando, Uma nuvem que os ares escurece Sobre nossas cabeças aparece.
Trata-se de uma iniciativa que procura albergar espetáculos, performances, workshops, residências e encontros, com artistas e companhias nacionais e internacionais, esperados em diversos palcos e espaços da cidade.
Os organizadores preparam o evento para a coexistência de fórmulas e linguagens estéticas distintas, de companhias consagradas e de projetos inovadores em ascensão, conectando público, artistas e cidade. O JAT, depois deste período conturbado para a cultura e para a sociedade portuguesa, assume-se consciente da sua responsabilidade enquanto agente cultural algarvio e pretende estimular,
O MOMI será um evento inspirador e transformador, apresentando «uma oferta cultural de vanguarda, que combina linguagens inovadoras no panorama artístico contemporâneo e promove trabalhos e visões de fusão entre as artes performativas num ambiente único. Podermos abrir novos caminhos, redes, diálogos e intercâmbio entre artistas, entidades culturais e público, e proporcionar às gentes da nossa cidade e da nossa região a possibilidade de ver e apreciar o trabalho de muitos artistas e companhias de nível mundial, dar visibilidade às suas criações e aos seus trabalhos, bem como colocar Faro e o Algarve numa posição de relevo no panorama cultural internacional, é para nós um objetivo e um privilégio».
OEstá aberta uma Open Call, que termina a 30 de Junho, para companhias nacionais e internacionais, que queiram apresentar-se no MOMI – Festival Internacional de Teatro Físico – Algarve, cujo formulário e regulamento podem ser consultados através das redes sociais e da página web do JAT: http://www.colectivojat.com
O MOMI conta com a direção artística da dupla Diana Bernedo e Miguel Martins Pessoa e terá lugar em vários espaços da cidade, como o Teatro das Figuras, o Teatro Lethes, a Casa das Virtudes, o Gimnásio Clube de Faro, a Universidade do Algarve, o IPDJ, entre outros, e conta com o apoio da Direção-Geral das Artes, Município de Faro, Iberescena, Direção Regional de Cultura do Algarve, Acción Cultural Española e Região de Turismo do Algarve.
Sobre o JAT – Janela Aberta Teatro
Sediado em Faro, Portugal, o JAT – Janela Aberta Teatro é uma companhia especializada em Teatro Físico dirigida por Diana Bernedo e Miguel Martins Pessoa, que assinam mais de uma dezena de produções teatrais e projetos audiovisuais no Algarve.
Desenvolve também um projeto de Formação Teatral, onde se aprofundam disciplinas variadas do Teatro em geral, e do Teatro Físico em particular, formando novos atores e novos públicos, em Portugal e no estrangeiro.
Os projetos de Teatro Comunitário são também uma das áreas de intervenção artística do JAT, com o Grupo de Teatro Comunitário – Quarteira Fora da Caixa, e com o Teatro de Vizinhos – Faro, que são espaços de diálogo, criação e participação comunitária, de jogo e expressão artística, onde a comunidade é a protagonista das suas histórias.
O JAT colabora com estruturas e companhias nacionais e internacionais de países como Espanha, Inglaterra, Argentina, Brasil, Hungria, Grécia, França, Itália ou Indonésia.
A campanha centra-se no mercado nacional, considerado o fundamental para a retoma da atividade turística, embora estejam também previstas ações de promoção nos principais mercados emissores da Europa do destino.
«Lagoa, Segura de Si» estará em divulgação durante o último semestre de 2021 em diferentes meios como mobiliário urbano, publicidade de exterior, imprensa escrita e meios digitais.
Luis Encarnação, presidente da Câmara Municipal de Lagoa do Algarve, em relação à iniciativa diz que que “Lagoa do Algarve mantêm-se um destino ideal para as famílias que queiram usufruir de umas férias seguras, onde as nossas praias paradisíacas encimam a atração de um território que oferece excelentes infra-estruturas turísticas, e atrações impares».
Enumera depois como os «spas, a gastronomia típica na restauração, um serviço de excelência na nossa hotelaria, campos de golfe, propriedades enoturísticas ou atividades marítimo-turísticas», que diz proporcionarem experiências onde o conforto, o bem-estar e a tranquilidade «são sentimentos transversais que se encontram fortalecidos no destino, após os desafios que nos foram colocados».
A campanha conta ainda com o lançamento de um vídeo promocional que será apresentado nas próximas semanas e permitirá entender o que Lagoa do Algarve proporciona a quem visita este destino.
Os recentes prémios atribuídos, destino mais seguro (European Safest Destination 2021) e praias mais seguras, Praia Nova e Praia Grande (European Safest Beaches 2021) suportam o mote da campanha que pretende posicionar o destino no top of mind dos destinos de férias preferidos dos portugueses e dos europeus.
«Lagoa, Segura de Si», pretende transmitir a confiança que a oferta turística tem em receber quem escolha este destino turístico para as férias neste próximo semestre em que viajar é importante para todos nós vivermos emoções que fomos privados nos últimos tempos.
A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas manifestou em comunicado a sua «enorme estranheza», por ter visto ser chumbada na Assembleia da República a revogação da obrigação para efeitos de preenchimento da IES, referente ao Projeto Lei n.º 655/XIV, 2.ª, que alterava os procedimentos da entrega do ficheiro SAF-T (PT) relativo à contabilidade».
A CPPME lembrou que foi um dos subscritores da petição dirigida à Assembleia da República e «lamenta profundamente esta Votação».
A proposta teve apenas os votos favoráveis do PCP, PSD e CDS-PP. O voto contra do PS, e a abstenção do BE, impediram a aprovação das propostas de revogação.
A CPPME contua a defender que «as bases de dados da contabilidade a entregar ao Estado/AT não podem incluir os registos contabilísticos. Somente devem ser entregues, para fins declarativos, elementos de reporte, ou seja, saldos. Mesmo esses têm de respeitar, entre outros aspetos, os direitos de privacidade das pessoas singulares, bem como, a AT não pode imiscuir-se na elaboração e apresentação pública das contas anuais das empresas e apenas tem que as receber sem interferir».
E remata ter sido ser sempre este o seu entendimento e que a AT «não pode elaborar ou condicionar a forma como a contabilidade se executa. A CPPME reitera a sua posição de exigir a imediata suspensão da entrada em vigor do SAF-T, e tudo continuar a fazer para salvaguardar os interesse dos Micro, Pequenos e Médios empresários e os seus Contabilistas Certificados».