FOZ – Guadiana Digital

Autor: jestevaocruz

  • Parque do Vale do Guadiana em cogestão

    Parque do Vale do Guadiana em cogestão

    Foram hoje formalmente constituídas mais duas novas comissões de cogestão de áreas protegidas de âmbito nacional, informou o Munist+erio do Ambiente que diz apostar num modelo de gestão de proximidade, com os municípios a intervir na valorização territorial.

    As novas comissões abrangem por um lado o Parque Natural do Douro Internacional, nos municípios de Miranda do Douro, Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e Figueira de Castelo Rodrigo e oParque Natural do Vale do Guadiana, nos municípios de Mértola e de Serpa.

    Neste momento, um total de dez áreas protegidas possuem comissão de cogestão. As outras são o Parque Natural da Serra de São Mamede – Arronches, Castelo de Vide, Portalegre e Marvão, Parque Nacional da Peneda Gerês – Arcos de Valdevez, Melgaço, Montalegre, Ponte da Barca e Terras de Bouro, – Mondim de Basto e Vila Real, Parque Natural do Litoral Norte – Esposende), Reserva Natural das Dunas de São Jacinto – Aveiro), Reserva Natural das Berlengas – Peniche, Paisagem Protegida da Serra do Açor – Arganil) e Reserva Natural da Serra da Malcata – Penamacor e Sabugal.

    Segundo o ministério, estas comissões estão a ser criadas com o intuito de promover a participação de entidades relevantes das regiões na gestão das áreas protegidas, autarquias, instituições de ensino superior, organizações não governamentais, entre outras.

    Constituem-se como órgãos de administração e gestão, com responsabilidades específicas nos domínios da promoção, sensibilização e comunicação de cada área protegida.

  • Jerónimo de Sousa falou do Plano Ferroviário Nacional

    Jerónimo de Sousa falou do Plano Ferroviário Nacional

    Numa sessão de esclarecimento realizada em Bragança, Jerónimo de Sousa, secretário geral do PCP afirmou que «desde que este Governo está em funções há 6 anos, este é para aí o vigésimo anúncio da aquisição de comboios, mas por enquanto só chegou à CP algum material rebocado e em segunda mão. Uma pessoa mais distraída deve considerar que em Portugal existe um ritmo frenético de investimento na ferrovia. Infelizmente, não existe. Frenético só mesmo o ritmo de anúncios e promessas».

    E disse até que «foi impossível não reparar que para apresentar esta sua promessa, o Governo usou exatamente as mesmas palavras que um outro governo usou em 2009, quando a então anunciada compra de 102 comboios foi igualmente apresentada como «o maior investimento de sempre na aquisição de material circulante». Nem um foi comprado ainda. Esperemos que os 139 agora anunciados tenham melhor taxa de concretização».

    Referiu-se ao facto de o Ministro ter voltado a falar da construção de comboios em Portugal, relevando que «Tendo em conta que o PCP anda há anos a propor isso mesmo, deveríamos estar satisfeitos. Mas o problema com este Ministro é a prática».

    E esclareceu que os 22 comboios cujo contrato de aquisição já assinou vão ser comprados a uma empresa suíça e não são construídos em Portugal. Os 14 comboios para o Metro de Lisboa foram encomendados à mesma empresa e serão feitos em Espanha. «Assim não vamos lá. É preciso romper com este caminho».

    E apontou o que no entender do PCP deve ser feito: «Deixar de ir às compras como e onde a UE nos autoriza e organizarmos a produção em Portugal. Planificar a satisfação das necessidades nacionais de comboios a 15 anos. Programar o investimento necessário para o alcançar. Usar esse investimento para alavancar a reconstrução da construção de comboios em Portugal. Tal como na proposta que apresentámos ao País em março».

  • Naufrágio junto à Armona com salvamento de duas pessoas

    Naufrágio junto à Armona com salvamento de duas pessoas

    Elementos da Polícia Marítima e da Estação Salva-vidas resgataram duas pessoas, ontem, um homem e uma mulher idosa. O alerta foi dado cerca das catorze horas junto da Polícia Marítima. Os dois tripulantes se encontravam já na água, a tentar chegar à costa, tendo sido resgatados pela embarcação da Estação Salva-vidas. Por se encontrarem bem fisicamente, não foi necessária a prestação de assistência médica, segundo o comunicado da Autoridade Marítima Nacional.

    O naufrágio ficou a dever-se às condições meteorológicas que se faziam sentir no local, sendo a embarcação empurrado para a zona de rebentação da praia da ilha da Armona.

    O comando local da Polícia Marítima de Olhão tomou conta da ocorrência, pelo que será instaurado um inquérito para apurar as causas do naufrágio, tendo notificado o proprietário da embarcação para apresentar um plano de remoção da embarcação do local.

  • Dez horas por dia abrirá o posto médico da Mina de S. Domingos

    Dez horas por dia abrirá o posto médico da Mina de S. Domingos

    São 10 horas que representam cerca de 35 consultas, em contraponto com as cerca de 50 semanais em anterior período de funcionamento do Posto Médico, anunciou a câmara municipal e Mértola sobre o posto médico da localidade de Mina de S. Domingos.

    Depois de várias diligências, e após uma reunião realizada no passado dia 13 entre a Câmara Municipal, a Junta de Freguesia de Corte Pinto e a ULSBA, existe agora um compromisso de dez horas de consultas pré-agendadas, num mesmo dia.

    «Na sequência do encerramento do Posto Médico da Mina de S. Domingos, importante resposta aos munícipes desta localidade e povoados vizinhos, o município desenvolveu em próxima colaboração com a Junta de Freguesia local, vários procedimentos para a sua reabertura. Inicialmente foi necessário adaptar o espaço às condicionantes da Covid 19, com obras adequadas. Posteriormente, por dificuldades por parte da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) em colocar pessoal, médico e auxiliar, esta unidade não mais reabriu», explica a autarquia sobre as diligências encetadas para manter em funcionamento aquele posto, antes do mesmo ter sido encerrado.

    Diz reconhecer as dificuldades em conseguir médicos nesta altura, e agradece por isso «os esforços da ULSBA, reconhecemos também que esta não é ainda a situação ideal, pelo que o objetivo é aumentar o período já anunciado, por forma a que todos os que pretendam consulta a possam obter em tempo adequado neste Posto Médico, e permitir que os utentes que tinham na médica que cessou funções a sua médica de família, possam transitar para outro médico, normalizando a situação, por forma a que todos possam ter médico de família designado».

  • Bloqueio a Cuba

    O movimento norte americano Black Lives Matter condenou «o tratamento desumano do governo dos Estados Unidos aos cubanos» e exortou «o presidente Joe Biden a levantar o embargo de décadas contra Cuba». Recorde-se que, nas Nacões Unidas, apenas o EUA e Israel são favoráveis à manutenção do bloqueio total de bens, serviços e transações financeiras.
  • S2H97 novo anticorpo de esperança

    S2H97 novo anticorpo de esperança

    Cientistas do laboratório do Fred Hutchinson Cancer Research Center, nos EUA, descobriram a existência de um super anticorpo S2H97que consegue dar combate a todas as variantes do coronavirus e, ao mesmo tempo, a toda a família destes vírus que tem infectado os seres humanos.

    Acreditar que é na ciência que reside a principal arma de combate tem nesta descoberta a confirmação de ser este o caminho seguro para livrar a humanidade de pragas e doenças. A descoberta foi publicada na revista Nature e está a ser amplamente divulgada pelos meios de comunicação social.

    Embora as notícias sejam animadoras quanto ao presente, nas medidas de combate à pandemia e produção de vacinas com base nesta descoberta, as autoridades de saúde de todo o mundo têm de reforçar o investimento nos sistemas de detecção e combate à doença como sugere a Organização Mundial de Saúde que defende uma mais célere vacinação global.

    JEC/Foz

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  • Plano Ferroviário Nacional será apresentado no Algarve

    Plano Ferroviário Nacional será apresentado no Algarve

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) da Região do Algarve, em parceria com o Gabinete do Ministro das Infraestruturas e Habitação e com o Instituto de Mobilidade e Transportes (IMT), promovem na próxima segunda-feira, dia 19 de julho, pelas 15 horas, uma sessão de apresentação das bases do Plano Nacional Ferroviário, nos termos do programa anexo.

    O debate sobre o Plano Ferroviário Nacional (PFN), um instrumento que irá definir a rede ferroviária de interesse nacional e internacional realiza-se quando o ano assinalado como Ano Ferroviário Europeu avança. Com este plano, pretendem conferir «estabilidade e previsibilidade ao planeamento da rede ferroviária para um horizonte de médio e longo prazo».

    O setor dos transportes representa 25% das emissões de gases com efeito de estufa da União Europeia, fazem notar, enquanto o transporte ferroviário é responsável por apenas 0,4% dessas emissões. O setor dos caminhos-de-ferro é, em grande parte, eletrificado, tendo sido o único modo de transporte a reduzir consideravelmente as suas emissões desde 1990. «Este setor também pode desempenhar um papel significativo no âmbito do turismo sustentável».

    A adoção de um Plano Ferroviário Nacional está prevista no programa do XXII Governo Constitucional, que também estabelece como objetivos «levar a ferrovia a todas as capitais de distrito, reduzir o tempo de viagem entre Lisboa e Porto e promover melhores ligações da rede ferroviária às infraestruturas portuárias e aeroportuárias. Além desses, o PFN deverá assegurar uma cobertura adequada do território e a ligação dos centros urbanos mais relevantes, bem como as ligações transfronteiriças ibéricas e a integração na rede transeuropeia. Deverá ainda garantir a integração do modo ferroviário nas principais cadeias logísticas nacionais e internacionais».

    Os promotores da reunião lembram que, na Estratégia de Desenvolvimento Regional – Algarve 2030 destacam-se como muito relevantes a melhoria das ligações modais intrarregionais, em particular na ligação ao aeroporto internacional de Faro, bem como o desenvolvimento do estudo de ligação a Andaluzia, posição partilhada e recentemente reiterada por ambas as regiões através de manifesto assinado por associações empresariais e autarcas.

  • Festa da Ilha da Culatra é já Património Cultural Imaterial

    Festa da Ilha da Culatra é já Património Cultural Imaterial

    A inclusão na lista de Património Cultural Imaterial desta festa, caracterizada por uma procissão embarcada que faz o percurso entre a Culatra e Olhão, nasceu de uma proposta do ano de 2019 elaborada pela Associação de Moradores da Ilha da Culatra, um dos núcleos habitacionais das ilhas barreira da Ria Formosa, passou por um período de consulta pública de trinta dias.

    O anúncio da classificação da Festa em Honra de Nossa Senhora dos Navegantes da Ilha da Culatra no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial destaca a importância de que se reveste «esta manifestação do património cultural imaterial enquanto reflexo da identidade da comunidade envolvente», assim como a «sua profundidade histórica e evidente relação com outras práticas inerentes à comunidade».

    A festa em honra de Nossa Senhora dos Navegantes é realizada com uma procissão no primeiro domingo de cada mês de agosto, que começa com a retirada da imagem da padroeira da comunidade piscatória da Culatra da capela local para ser levada a bordo de uma embarcação de pesca, pela Ria Formosa, até Olhão. No cais de Olhão, a procissão marítima recolhe a imagem de Nossa Senhora do Rosário, a padroeira da cidade, e inicia o regresso à Culatra, onde se realiza depois uma procissão pelas ruas do núcleo piscatório e uma missa.

    Apesar da festa celebrar a Senhora dos Navegantes não se considera meramente religiosa, mas toda uma manifestação cultural em si, – a Festa da Ilha.

    JEC/FOZ – Foto cortesia do Jornal do Algarve

  • A vila pombalina vista de Espanha

    A vila pombalina vista de Espanha

    Foto de José Luiz Rua Nascer

  • Empresárias portuguesas e andaluzas unidas numa viagem aos sentidos

    Empresárias portuguesas e andaluzas unidas numa viagem aos sentidos


    Através de uma parceria «Intrepida» é apresentado um convite para descobrir recantos do Alentejo guiados por Mar Villalba, de Mi Ruta, seguindo-se uma degustação de uma seleção de Queijos Doñana com Ana Rocío Lepe, que são uma amostra do potencial das regiões que fazem parte de Portugal e de Espanha.

    Numa altura do ano em que se começa a renovar a vontade de redescobrir novas paisagens e sabores, ainda que próximos, a Fundación Tres Culturas apresenta a primeira parceria entre empresárias de Portugal e de Espanha. É uma ideia inovadora que se baseia na união e no apoio entre as empresárias dos dois países.

    A parceira encontra-se entre os muitos resultados positivos extraídos do último fórum de trabalho INTREPIDA plus, realizado em outubro de 2020 em Sevilha e que foi organizado pela Fundación Tres Culturas, líder do projeto. Nessa ocasião e apesar das circunstâncias, mais de 70 empresárias das oito províncias da Andaluzia conviveram durante dois dias consecutivos com outras empresárias do Algarve e do Alentejo.

    A Fundación Tres Culturas del Mediterráneo coordena o projeto INTREPIDA plus, uma iniciativa do programa Interreg VA Espanha-Portugal (POCTEP) que promove projetos de cooperação transfronteiriça, com o apoio da União Europeia.

    O projeto INTREPIDA plus centra o seu foco no empreendedorismo das empresárias que desenvolvem a sua atividade na Eurorregião Alentejo-Algarve-Andaluzia, com o intuito de potenciar a sua internacionalização e visibilidade em novos mercados.
    Este guia turístico digital é gratuito e está disponível nos idiomas português e espanhol.

    Mais que um convite

    Na verdade, para as empresárias da Andaluzia, trata-se de algo mais do que um convite para descobrir, como turistas de Espanha, as belas paisagens e lugares de interesse que, uma pequena parte dos portugueses têm. A informação que Mar Villalba, da Asociación Mi Ruta Responsable, foi compilando durante os quatro dias em que viajou, sozinha, combina dados práticos e conselhos para os viajantes além de recomendações, ao mesmo tempo que incentiva o uso de carros elétricos como uma opção de transporte sustentável e respeitosa com o meio ambiente.

    É importante, dizem as senhoras, notar que o guia é um relato íntimo em que se visita o interior de uma seleção de empresas geridas por mulheres, onde se evidencia o papel que muitas mulheres desempenham em muitos casos, como as seguidoras de tradições empresariais que, de outra forma, talvez pudessem ter sido perdidas.

    Ao mesmo tempo que, como mães, esposas, cuidadoras, companheiras e, em definitivo, como cidadãs, essas empresárias contribuem para fixar a população em lugares afastados dos grandes centros urbanos e assim, ajudam a combater o despovoamento das áreas rurais, uma preocupação partilhada quer por Portugal quer por Espanha.

    Além disso, essas empresas demonstram o desejo de inovar e de apostar em produtos de qualidade, com serviços personalizados que animam a um desfrute tranquilo e ao deleite. Entre as empresárias e os negócios, destacam-se: Catarina Machado da Mercearia de Marvão em Marvão, Ana Paula Leitão da Água Mole em Cabeço da Vide, Paula Carvalho de Descubra o Alentejo e Ana Isabel Pereira da Horta do Muro, ambas em Campo Maior. Por outro lado, no Distrito de Évora onde Eduarda Tavares da Courela do Zambujeiro em Redondo, Manuela Marques da Olaria Bulhão em S. Pedro do Corval, várias empresárias de Arraiolos como Maria do Céu Na Sombra do Alentejo, Isabel Diogo da Sempre Noiva, Joana Garcia da Queijaria do Monte da Vinha e Teresa Barrocas do Moinho de Pisões. Em Évora, Ana Rita Guerreiro do Alentejo Natural, Isabel de Mello da Quinta da Espada e Delfina Marques da Capote’s Emotion, que além é também Vice-Presidente do NERE (Núcleo Empresarial da Região de Évora), por sua parte, também sócio no projeto INTREPIDA plus.
    Um exemplo destas empresárias que continuam com a tradição e que desenvolvem o seu trabalho nas zonas rurais da Andaluzia, é Ana Rocío Lepe, natural de Bonares na província de Huelva, Espanha, que em nome da empresa Quesos Doñana selecionou cinco variedades de queijos para uma degustação orientada por ela própria, para depois da apresentação do guia digital do Alentejo, na sede da Fundación Tres Culturas, em Sevilha, Espanha.

    Os rebanhos caprinos da empresa familiar Quesos Doñana, alimentam-se das pastagens que crescem às portas do Coto de Doñana, um lugar privilegiado pela sua flora e fauna, um ecossistema único em muitos aspetos. Desde 2005 que começaram a produzir queijos artesanais desde zero, a partir de leite cru e pasteurizado dos seus próprios rebanhos. Entre as suas marcas, a produção artesanal destaca-se sobre a produção industrial. Em menos de dez anos, até ganhou 40 prémios, incluindo duas medalhas de ouro do World Cheese Awards, competindo com mais de 3.000 queijos de 35 países dos cinco continentes. No entanto, nas palavras de Ana Rocío Lepe, «os prémios são necessários porque ajudam a continuar a acreditar no seu trabalho quotidiano, mas, o reconhecimento das pessoas que regressam à loja é a melhor recompensa que se mantém a longo prazo». Sem dúvida que a fé no projeto empresarial e no trabalho constante, são os ingredientes que garantem a continuidade e o sucesso de uma empresa que começou com um volume de negócios de 100.000 euros e que triplicou no seu quarto ano de existência. Os seus queijos utilizam apenas 15% do leite de cabra utilizado na Andaluzia. O leite que os queijeiros andaluzes não utilizam é exportado para países como a França.

    Como acontece em Espanha e Portugal, é necessário um maior convencimento da qualidade e das possibilidades dos nossos próprios produtos. Esta empresa também permite a sobrevivência de raças de gado autóctones como a cabra Rubia Costeña, típica da Serra de Huelva, Andaluzia, também muito apreciada pelo seu leite. Ana Rocío Lepe declarou que se sente «orgulhosa de valorizar o produto da sua terra e assim contribuir para a economia local».

    Neste encontro INTREPIDA, que foi transmitido na plataforma de zoom digital, nas redes sociais da Fundação Tres Culturas e presencialmente, permitiu aos participantes poderem degustar de cinco variedades de queijos com diferentes combinações de texturas e de sabores diversos, que vão do doce ao picante, queijos como entrada ou de sobremesa, entre tantas outras possibilidades, com destaque para os queijos de cabra e ovelha com sabores.

    A Fundación Tres Culturas del Mediterráneo é a Beneficiária Principal do projeto INTREPIDA plus, juntamente com os seguintes parceiros de Espanha e Portugal: Mancomunidad Condado de Huelva, Diputación de Huelva, Núcleo de Empresários da Região de Portalegre (NERPOR), Núcleo Empresarial da Região de Évora (NERE) e do Município de Faro. O projeto INTREPIDA plus tem financiamento europeu do programa INTERREG VA Espanha-Portugal (POCTEP).

    JEC/Foz

  • Recibos verdes sem aumento do apoio na pandemia

    O Tribunal Constitucional chumbou o aumento do apoio aos trabalhadores independentes decidido pelo Parlamento. O diploma, aprovado na Assembleia da República e promulgado pelo Presidente da República foi recusado porque o TC considera que os deputados não podem aprovar medidas que constituam aumento da despesa fora do Orçamento de Estado. O Governo tinha invocado a inconstitucionalidade da medida. O artigo chumbado que teria maior impacto orçamental é o que determina que os apoios à redução de atividade dos independentes devem ter em conta a quebra de faturação registada em comparação com 2019 (e não com o ano anterior), gerando, por isso, um subsídio mais alto.

  • A pupia

    A pupia

    O BOLO

    Na nossa dieta andevalenha quase que não pode faltar, para o café da manhã e lanches o característico pãozinho de gordura ou manteiga, elaborado com a simplicidade de mãos artesanais que adquiriram o costume que deixassem os séculos como boa herança; pequena iguaria que nas mesas dos mineiros ou no campo é um elemento alimentício de valor capaz de suportar as longas intempéries de qualquer manhã de inverno.

    As crianças gostam de pãozinho e mastigam-no com prazer e devagar como querendo que não se lhes acabe; as mulheres acham primordial, guardam-no com excesso de cuidado na bolsa, oferecem-no com esmero e fazem-lhe o seu rito devocional de mães ou esposas; os mais velhos querem o toque da sua ternura e degustam-no molhado no café, simbolizando a necessidade de mais ternura e mais sabor.

    Faz-se com sabedoria, como se fazem as coisas que nos sustentam a vida e nos livram da fome e se come com paixão. O pãozinho é redondo como um pequeno universo e não tem fim.

    Ramon Llanes. 15 julho de 2021.
  • Espanha prepara planos contra inundações no Guadiana

    Espanha prepara planos contra inundações no Guadiana

    A Confederação Hidrográfica do Guadiana submeteu a informação pública, durante um período de três meses, a documentação correspondente à “Proposta de plano de gestão do risco de inundação”, no valor de 153 milhões de euros, entre 2022 e 2027.

    As inundações em Espanha constituem o risco natural que causa maiores danos, tanto em perda de vidas humanas e danos materiais que têm ocorrido ao longo do tempo e este organismo da vizinha Espanha que atua na bacia do Guadiana entende que o combate aos seus efeitos passa pela implementação de soluções estruturais e não centradas na prevenção, protecção e preparação. 

    Destaca os planos de Protecção Civil e a implementação de sistemas de alerta precoce ( 12,85 milhões de euros), bem como a recuperação de rios e margens (53,33 milhões de euros), e a melhoria da continuidade fluvial, transversal, longitudinal e sedimentar (59,33 milhões de euros).  

    As autoridades costeiras competentes e as autoridades de proteção civil estabelecem objetivos de gestão de risco de inundação para cada Área de Risco Potencial de Inundação Significativa (ARPSI), concentrando sua atenção na redução das potenciais consequências adversas das inundações para a saúde humana, meio ambiente, patrimônio cultural, atividade econômica e infraestrutura.

    O ARPSI foi determinado durante a revisão e atualização da Avaliação Preliminar de Risco de Inundação (EPRI), aprovada em 12 de abril de 2019. Junto com os mapas de perigo e de risco de inundação, relatados pelo Comitê de Autoridades Autoridades Competentes do Distrito da Bacia Hidrográfica em 17 de março , 2020, constituem a informação fundamental em que se baseiam os PGRIs.  

  • Dinossauros da Lourinhã em férias no Algarve

    Dinossauros da Lourinhã em férias no Algarve

    A exposição tem entrada livre e vai estar patente ao público até ao próximo dia 22 de agosto, permitindo que os visitantes possam aproveitar as férias de verão para oferecer uma experiência considerada única aos seus filhos. Desta forma, os organizadores entendem que, em família, «podem aprender de forma divertida e segura, tudo sobre a vida e desaparecimento de algumas das espécies animais mais temíveis que habitaram o nosso planeta durante mais de 200 milhões de anos». Para visitar a exposição é obrigatório cumprir todas as recomendações da Direção-Geral de Saúde.

    São catorze os dinossauros, do período Triássico ao Cretáceo, e vão andar livremente no Parque do Ribeiro, um bonito vale à entrada de Albufeira. A exposição é temporária, com modelos à escala real (entre 1,80 m e os 13 metros), todos «certificados cientificamente, que prometem deslumbrar miúdos e graúdos sobre estes fantásticos animais». À noite, graças à iluminação dos modelos expostos, o vale dos dinossauros transforma-se com novas sombras e cores, ficando ainda mais impressionante.

    Fica a saber sobre a vida e extinção das espécies do mais temido animal que habitou o planeta: T-Rex Junior, e outros como Iguanodon, Lourinhanosauros, Pterodactylus, Velociraptor, Plateosaurus, Dilophosaurus, Scelidosauros, Oviraptor, Deinonychus, Trodon, Allosaurus, Centrosaurus e Tyranossauros Rex.

    Os dinossauros foram cedidos pelo Dino Parque da Lourinhã, o maior Museu ao Ar Livre da Europa dedicado à temática dos dinossauros e à paleontologia.

    «Os últimos dinossauros desapareceram do Planeta há cerca de 66 milhões de anos. Estes animais habitaram a terra durante os períodos geológicos Triásico, Jurássico e Cretácico. Porém, nem todas as espécies de dinossauros viveram na mesma época, assim como também não se extinguiram ao mesmo tempo. Viveram no mundo inteiro e os seus fósseis foram encontrados em todos os continentes. E alguns destes dinossauros só viveram no território que hoje conhecemos como Portugal, pelo que são únicos no mundo. Havia dinossauros de todos os tamanhos. Alguns eram mais pequenos do que uma galinha, enquanto outros chegavam a atingir os 45 metros de comprimento». Esclarecem os organizadores.

  • Medidas de acesso aos estabelecimentos turísticos são exagero segundo a AHETA

    Medidas de acesso aos estabelecimentos turísticos são exagero segundo a AHETA

    A Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) criticou a obrigação de ser apresentado um teste negativo ou um certificado de vacinação para aceder aos estabelecimentos turísticos, considerando que se trata de um exagero e pede ao Governo a revogação imediata da medida.

    “Um exagero desnecessário, uma medida impraticável e de eficácia duvidosa. Ao contrário do que o Governo afirma, de que promove o desenvolvimento, vem restringir ainda mais a disponibilidade das pessoas para fazer férias e contribuir decisivamente para que muitos portugueses optem por passar férias no estrangeiro, em vez de optarem por fazê-lo no próprio país”, afirmou presidente da AHETA. Elidérico Viegas à agência noticiosa Lusa.

    De acordo com o responsável, os “profissionais dos hotéis não são profissionais de saúde, nem forças de segurança, nem autoridades sanitárias” e “não estão habilitados nem têm condições para dar cumprimento à medida que foi anunciada pelo Governo”.

    Os hotéis estão a ser bombardeados com telefonemas a toda a hora de todas as pessoas que tinham feito reservas, indignadas com esta decisão, alertou, esclarecendo que, por enquanto, ainda não se assiste ao cancelamento de reservas, embora considere que a decisão “não vai motivar pessoas a fazer férias no país”.

    Além da hotelaria, em Portugal continental, também a restauração está obrigada a exigir certificado COVID-19 ou teste para ingressar no interior, mas apenas nos concelhos de risco elevado e muito elevado, entre as 19h00 de sexta-feira e aos fins de semana e feriados, o que permite que os estabelecimentos de concelhos de risco muito elevado deixem de encerrar às 15h30, fechando portas às 22h30.

  • Não há estacionamento para quem vai de fora trabalhar em Monte Gordo

    Não há estacionamento para quem vai de fora trabalhar em Monte Gordo

    Um abaixo assinado subscrito por dezenas de trabalhadores de Monte Gordo exige o acesso sem custos ao estacionamento, desde que, «ao dos últimos anos», se tem assistido à criação e ampliação das zonas de estacionamento pago em Monte Gordo, «criando cada vez mais dificuldades a quem necessita de estacionar a sua viatura naquele local para ir trabalhar».

    Os signatários consider não ser justo que «a Câmara Municipal de Vila Real de Santo António esteja a obrigar os trabalhadores a terem de optar entre mais uma elevada despesa mensal ou a perderem imenso tempo à procura de um lugar numa zona distante, por vezes a mais de 1 Km, para estacionarem a sua viatura e terem de fazer o percurso de e para o seu local de trabalho a pé».

    O abaixo-assinado a exige que a Câmara Municipal de Vila Real de Santo António tome medidas para garantir «sem custos» o acesso dos trabalhadores ao estacionamento em Monte Gordo. O Sindicato dos Trabalhadores da Hotelaria do Algarve tem estado a solicitar uma reunião, com carácter de urgência, à câmara municipal de Vila Real de Santo António do qual Monte Gordo é freguesia.

  • Incidência da Pandemia sobe na Huelva vizinha do Algarve

    Incidência da Pandemia sobe na Huelva vizinha do Algarve

    A explosão de novos positivos para Covid-19 em Huelva disparou a taxa de incidência durante o fim de semana para 214,9 casos por 100.000 habitantes, valor que supera em 30% o registado pela província na segunda-feira da semana anterior.

    A esse respeito, deve-se destacar que há dois municípios que ultrapassam 1.000 casos por 100.000 habitantes. São eles Santa Bárbara de Casa (1.821,17), que já ultrapassou esse limite na semana passada, e Niebla, cujo índice subiu para 1.149,9 ontem. Por sua vez, Isla Cristina (766,6) e Alosno (438,1) também apresentam taxas elevadas.

    Diz ainda aquele meio que a taxa na capital da província, muito visitada pelos portugueses, Ainda assim, também experimentou uma recuperação, embora mais tímida do que na província como um todo. Dessa forma, sua incidência sobe para 195,4 casos por 100.000 habitantes, com 281 casos positivos nas últimas duas semanas.

    Por autarquias, os contágios registados ao longo do fim-de-semana situaram-se em: Huelva capital (67), Isla Cristina (32), Lepe (31), Ayamonte (20), Aljaraque (18), Niebla (15), Moguer (11) , La Palma del Condado (11), Cartaya (10), Escacena del Campo (10), San Juan del Puerto (7), Aracena (4), Almonte (4), Punta Umbría (4), Palos de la Frontera ( 3), Bonares (2), Valverde del Camino (2), La Zarza-Perrunal (2), Zalamea la Real (1), Puebla de Guzmán (1), Beas (1), Cumbres Mayores (1), Cumbres Mayores (1), Jabugo (1), Lucena del Puerto (1), Minas de Riotinto (1) e Nerva (1).

    Por outro lado, a pressão hospitalar sofreu ligeiro aumento nos últimos dois dias com mais dois internados, ambos em terapia intensiva. Dessa forma, o número de internados sobe para 23, dos quais três permanecem na UTI.

    Do lado positivo, há a ressaltar que ontem não houve mortes na província, cifrado em 395 mortos, e 93 pessoas conseguiram vencer a doença, de modo que já são 32.509 curadas do início da pandemia

    Em relação à taxa de vacinação, um total de 309.938 pessoas já receberam a primeira dose de alguma das vacinas, enquanto 250.642 estão com o esquema completo.

  • Escolas do Algarve com quase metade executada de fundos europeus

    Escolas do Algarve com quase metade executada de fundos europeus

    As candidaturas aprovadas pelo Programa Operacional Regional do Algarve, para melhoria de infraestruturas escolares, permitirão aos municípios da Região executar 34 milhões de euros de investimento em 63 escolas, informou a CCDRA.

    As candidaturas aprovadas no âmbito do CRESC ALGARVE 2020 ascendem a 27 milhões de euros de investimento elegível na requalificação e construção de escolas, com um apoio de 18,6 milhões de euros em fundos europeus geridos na Região, provenientes do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), em execução nos anos de 2021 e 2022.

    À data de 30 de Junho, a taxa de execução destas candidaturas atingiu os 41,51 por cento, inserindo-se a requalificação de escolas insere-se na prioridade na formação profissional, nas competências e na aprendizagem ao longo da vida através do desenvolvimento das infraestruturas de formação e ensino do Eixo 7 – Reforçar as competências.

    Na região do Algarve o programa dirige-se a investimentos de remoção do fibrocimento em 30 escolas e de requalificação, reconstrução e  apetrechamento dos estabelecimentos de Ensino Básico do 1º, 2º, 3º ciclos e secundário, redimensionando-os e modernizando-os, proporcionando condições para a utilização informática e atividades experimentais e melhorando as respetivas condições funcionais, ambientais e de conforto térmico e acústico.

    A melhoria da qualidade dos equipamentos educativos e as valências colocadas à disposição da comunidade escolar, de alunos e professores pretendem contribuir para o sucesso do percurso educativo, qualificando a aprendizagem com impacto relevante na redução do abandono escolar e no combate das desigualdades sociais e territoriais.

  • Instalações desportivas fechadas em Lagoa

    Concelho de Lagoa mantem-se em risco elevado e reforça medidas de prevenção e combate à COVID-19, tendo adiado todos os eventos culturais agendados até ao final de julho e volta a encerrar os polidesportivos e multidesportivos do concelho. Segundo o Município, chegam a juntar-se cerca de 30 a 40 jovens em simultâneo no mesmo espaço que nem sempre cumprem com as regras de segurança em vigor

  • Mentiras e falsificações

    Segundo o Diário de Notícias de hoje, há relatos de pessoas que testam positivo em auto análises e, pelo facto de não terem sintomas, não avisam as autoridades. A mentira está a tornar-se um dos fatores de agravamento da pandemia, nesta quarta fase de agravamento da doença Covid-19.