FOZ – Guadiana Digital

Etiqueta: trânsito

  • Grades de protecção no Francisco Gomes Socorro

    Grades de protecção no Francisco Gomes Socorro

    O núcleo de serviços gerais do município de Vila Real de Santo António efetuou a colocação de uma grade de proteção junto à entrada do Campo Francisco Gomes Socorro, em VRSA.

    A medida pretende aumentar a segurança de todos os utentes do espaço, em especial das dezenas de crianças que frequentam aquele recinto desportivo.

    Da mesma forma, foram renovadas as lombas redutoras de velocidade na passagem de peões situada nas imediações do campo de futebol, de forma a garantir a segurança de todos os transeuntes.

  • Ferido grave com intervenção do helicóptero do INEM no IC27 – Azinhal

    Ferido grave com intervenção do helicóptero do INEM no IC27 – Azinhal

    Pprovocou dois feridos graves, um homem de 49 anos e outro de 29 que se encontra em estado grave, tendo sido transportado para o Hospital Universitário do Algarve, em Faro, depois de accionado o herlicóptero do INEM.

    O Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro, confirmou os dois feridos. Uma longa fila formou-se na estrada e estiveram presentes no local, para as operações de socorro, 21 operacionais, apoiados por sete veículos dos Bombeiros Voluntários de Vila Real de Santo António, Cruz Vermelha, o INEM e a GNR.

  • Saída por Mértola a 15 de Agosto

    Saída por Mértola a 15 de Agosto

    Hoje, dia 15 de agosto de 2021, o cidadão Carlos Pereira, recolheu um importante documento em video, na EN 122 onde se observa a fila de trânsito a sair do Algarve, na mudança da quinzena.

    Por ele se infere que o trânsito por aquela via necessita de uma solução mais eficaz e fluida que não servirá apenas nestes momentos, mas apresenta também a alternativa credível de acesso ao Algarve e sentido inverso.

    Em 2017, a Assembleia da República aprovou uma resolução nesse sentido que «Recomenda ao Governo a assunção de compromissos quanto à calendarização da construção e qualificação da rede viária do distrito de Beja, em função das necessidades das populações e dos agentes económicos da região».

    Entre outras resoluções recomendava que assumisse a conclusão do IC27 – Itinerário Complementar do Sul de Portugal e do IC4 (prolongamento da Via do Infante) no planeamento de infraestruturas da entidade pública responsável pela construção e manutenção da rede viária nacional, estabelecendo a respetiva calendarização e enquadramento financeiro.

    E que estudasse a possibilidade de alargamento da Rede Rodoviária Nacional, através da inclusão de itinerários como à ligação Beja-Aljustrel-Odemira, em perfil de Itinerário Complementar; a Ligação Portel (IP2)-Moura-Ficalho e assegurasse a inclusão nos planos de manutenção da rede rodoviária do distrito de Beja da reparação e requalificação da rede de estradas nacionais e respetivas pontes e pontões (obras de arte), nomeadamente pela sua localização, das ligações rodoviárias aos concelhos de Barrancos (Estradas Nacionais 258 e 386) e de Odemira (Estradas Nacionais 123, 389, 266 e 120).

  • Obras paradas enchem bolsos de accionista na EN125 diz o PCP/Algarve

    Obras paradas enchem bolsos de accionista na EN125 diz o PCP/Algarve

    Feita a pergunta, considera que «Fica claro o embuste e o roubo que representam as chamadas Parcerias Público Privadas tal como as responsabilidades políticas de quem as promoveu e promove.».

    Para este partido e perantea a situação, adianta que se impõe «desde logo aprender a lição e abolir as Parcerias Público Privadas como opção de investimento, que têm sugado e estão a sugar importantes recursos públicos do País, como se verifica também na Via do Infante e na cobrança de portagens».

    Ao mesmo tempo, diz o PCP, «o Estado Português e os seus órgãos de soberania, não podem aceitar a actuação do concessionário privado da EN 125 que quer receber centenas de milhões de euros sem fazer a obra que foi contractualizada. E por fim, impõe-se que o Governo PS assuma a necessidade urgente de retomar a requalificação da EN125 – cujas condições de segurança se agravaram nos últimos anos – ultrapassando o actual problema e mobilizando os instrumentos necessários para a sua concretização, em vez de continuar a adiar o problema».

    Historiando, lembra o PCP/Algarve que em 2009, « por decisão do Governo PS de então, a requalificação da EN 125 foi concessionada em regime de Parceria Público Privada sob o argumento de que, sem o envolvimento dos grupos económicos privados, não seria possível executar a obra. Onze anos depois, com a actuação negligente e submissa ao poder económico dos sucessivos Governo PS e PSD/CDS, a EN 125 não só continua por requalificar, nomeadamente no traçado entre Olhão e Vila Real de Santo António, como se aprofunda um imbróglio jurídico com consequências desastrosas para o erário público e para as Infraestruturas de Portugal».

    Papel das Infraesdtrutras de Portugal

    No final do mês de Março, por decisão do Tribunal Arbitral, a empresa pública Infraestruturas de Portugal (que herdou as Estradas de Portugal e é responsável pela EN 125) foi condenada a pagar no imediato mais de 30 milhões de euros à concessionária – RAL (que tem a Elevo, a Conduril e a Tecnovia como accionistas), acrescido de um valor mensal de quase 1,2 milhões de euros até à decisão da causa principal.
    «Esta decisão do Tribunal Arbitral, só possível na base de leis e contratos – da responsabilidade de PS, PSD e CDS – que protegem os interesses do grupos económicos privados em vez dos nacionais, decorre da contestação por parte da RAL do processo de renegociação do contracto de concessão efectuado durante o Governo PSD/CDS e de decisões do Tribunal de Contas, bem como, da atitude de submissão do Governo PS que, não só tem cedido à chantagem da RAL, como continua a deixar o Algarve sem a obra que precisa. Acresce que, a procissão ainda vai no adro, pois a RAL, para além de tudo quanto já recebeu, está ainda a reclamar mais 445 milhões de euros ao Estado».