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Etiqueta: praias

  • Movimento Cívico nas Cabanas de Tavira responde à autarquia

    Movimento Cívico nas Cabanas de Tavira responde à autarquia

    Consideram, face à –falta de resposta às variadas exposições e pedidos de reunião solicitados por este movimento de cidadãos, em luta por um acesso pedonal–, ser o tempo do esclarecimento público, que lhes é devido.

    Quanto às afirmações de que o Movimento Cívico Por uma ponte pedonal para a ilha de Cabanas «tenha efetuado acusações sem qualquer fundamento» refutam e procuram, exercer o devido o direito de resposta, em outros meios.

    Elencam uma série de exposições, 6 de Abril de 2021 quando solicitaram uma reunião para a qual não obtiveram qualquer resposta, 20 de Dezembro 2021 com nova exposição, «desta vez a comentar o pedido de parecer que a Autarquia enviou com duas opções de travessia pedonal, voltamos a solicitar uma reunião e novamente sem resposta».

    Houve uma nova exposição enviada a 12 de Maio de 2022, para diversas entidades, incluindo a autarquia e, perante as questões pertinentes colocadas, a resposta «foi invariavelmente o silêncio».

    No passado 20 de Agosto, relatam –várias centenas de pessoas, a maioria munícipes de Tavira e muitos turistas, que desde há décadas escolhem Cabanas para desfrutar das suas férias, uniram-se num «Cordão Humano» de apelo, por uma ponte pedonal para a praia a nascente de Cabanas–.

    A iniciativa é considerada «Uma manifestação muito salutar em democracia, para a qual a Senhora Presidente foi previamente convidada, ou no caso de não ter disponibilidade, fazer-se representar, pois entendemos que quem governa deve estar sempre disponível para ouvir quem os sufragou».

    E lamentam que «Mais uma vez, os cidadãos que há cerca de três anos se uniram pelo apelo a uma infraestrutura pública ecológica, segura, inclusiva, para uma praia pública, visitada anualmente por centenas de milhares de pessoas, tenham sido ignorados!».

    Dizem lamentar a ausência da presidente, considerando que «teria tido oportunidade de conhecer o sentimento que une milhares de pessoas, que assinaram a petição»-.

    Dizem não compreende que, passado quase um mês desse evento, que teve a cobertura mediática televisiva e de variados jornais, continuam «sem as respostas que se impõem às variadas questões que temos colocado e sem qualquer comentário ao apelo que os seus munícipes manifestaram de forma tão clara».

    Afirmam falar para que «a Senhora Presidente, entenda que, continuaremos a escrever, a publicar artigos na imprensa e voltaremos a realizar manifestações populares, no exercício de direitos democráticos. Enquanto Movimento de Cidadãos reiteramos a disponibilidade para o diálogo com a nossa Autarquia e a determinação de continuar a luta até à concretização do justo desejo da esmagadora maioria da população de Cabanas e dos seus visitantes. Um dia terá de nos ouvir e terá de responder aos seus munícipes e aos milhares de portugueses que assinaram a petição»-.

    Consideram inaceitável o «descartar de responsabilidade por parte da Câmara Municipal pela atribuição da exclusividade da travessia marítima, atribuindo-a à Docapesca e ao Tribunal. É inconcebível, para além de ilegal, que a Autarquia se recuse intervir em todo esse processo, aguardando passivamente que lhe sejam entregues os contratos já concluídos e assinados.»

    E ara melhor se perceber a estranheza desse posicionamento, apresentam o excerto de resposta a uma exposição que enviaram ao Ministério Público, sobre o caso em apreço.

    Apos varia argumentação de natureza jurídica que aparenta nao inviabilizar as pretensões dos responsáveis pelo movimento cívico, estes dizem registar com regozijo que a presidente « finalmente se assuma como defensora da travessia pedonal».

    E ficam a aguardar uma atitude politicamente responsável por parte da presidente CMT, com a recomendação de que «Agarre o dossiê relativo ao contrato da pretensa travessia marítima, para que o possa avaliar e ajustar às reais necessidades dos munícipes ou, preferencialmente anulá-lo em definitivo, por forma a apresentar uma solução integrada que inclua a acessibilidade pedonal.»

    Na opinião do Movimento Cívico Por uma ponte pedonal para a ilha de Cabanas , numa Zona Lagunar de Uso Restrito, -«não tem cabimento nenhuma travessia marítima massiva. Estamos convictos de que um necessário e desejável estudo de impacto ambiental o comprovará-».

    E reiteram que não é o querer de um grupo de pessoas, é o querer de centenas de cidadãos que no passado dia 20 de Agosto, encheram o passadiço da Marginal e gritaram bem alto aquilo por que lutam.

    A reivindicação da população de Cabanas é a que melhor serve os seus interesses, ignorá-lo será um pesado erro político.

    «Senhora Presidente, assuma para a Autarquia a responsabilidade da acessibilidade pública para a ilha de Cabanas, em conformidade com a Transferência de Competências recentemente concretizada por força do artigo 14º do Decreto-Lei nº 72/2019, de 28 de Maio e do Memorandum assinado em 29 de Maio de 2023, entre a Câmara Municipal de Tavira, representada pela sua Presidente, e a Doca Pesca – Portos e Lotas, SA».

    E, já que se afirma favorável à travessia pedonal, não se fique pelas palavras, faça acontecer.

  • Mais um falecido na praia em Monte Gordo

    Mais um falecido na praia em Monte Gordo

    O alerta ter sido dado pelo nadador salvador às 15:00 horas de hoje, 26 de Agosto, para ser socorrida uma vítima com epilepsia, quando a vítima respirava com o auxílio do material de ventilação da concessão na Praia do Coelho, Monte Gordo estava a ser ventilada com o material da praia (concessão).

    Momentos antes da chegada da equipa de vigilância motorizada da Autoridade Marítima Nacional, a vítima do sexo masculino de nacionalidade espanhola, natural de Sevilha, de 40 anos, entrou em paragem cardiorrespiratória, foi evacuada para o SUB de Vila Real de Santo António, em manobras de reanimação, onde veio a falecer.

    Com ArenilhaTV
  • Água quente e areia fina na praia fluvial Pego Fundo

    Água quente e areia fina na praia fluvial Pego Fundo

    O Algarve é um destino de eleição para muita gente no verão. As praias de areia lisa e mar quente são uma atração para todos os que gostam de banhos de sol e mergulhos. Mas não é só de mar que se faz esta zona do país. Em Alcoutim, no meio da paisagem rural, há uma praia fluvial que também atrai muitos turistas e locais.

    Apesar da pequena dimensão, é servida por várias infraestruturas para garantir a melhor experiência a quem por ali passa o dia. Além de ter zona de duches e um bar de apoio, tem parque de merendas, campo de voleibol e uma zona para atividades lúdicas e desportivas.

    A praia fluvial do Pego Fundo tem o galardão “Praia Acessível – Praia Para Todos!”.

  • Cuidados com as alforrecas nas praias algarvias

    Cuidados com as alforrecas nas praias algarvias

    O IPMA aconselha a população a não tocar nesta espécie, considerada ligeiramente urticante e anuncia terem sido verificados até ao momento do alerta, 120 avistamentos desde a última semana de junho e registados pelo GelAvista, um programa de ciência responsável pela vigilância de organismos gelatinosos em toda a costa portuguesa.

    O GelAvisa, que faz parte do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), aconselha a população a não tocar neste organismo, mesmo quando aparentam estar mortos nas praias. A sua devolução ao mar também não é aconselhada. Caso haja contacto direto com a pele, a zona afetada deve ser imediatamente lavada com água do mar, seguindo-se da aplicação de compressas de gelo durante cerca de 15 minutos, segundo a informação prestada pelo IPMA.

    A medusa-tambor, que tem grandes dimensões, é considerada ligeiramente urticante e é caracterizada pelos seus braços orais curtos e folhosos, com longos apêndices de coloração escura nas extremidades.

    Sempre que esta espécie for avistada, o IPMA recomenda a sua sinalização, assim como a comunicação da sua localização aos nadadores salvadores. «Preferencialmente, não se deve interferir com o ecossistema, mas, se necessário, os organismos poderão ser removidos para lixo orgânico e nunca enterrados». Apelam para que seja enviado um e-mail para plancton@ipma.pt sempre esta espécie for avistada. Neste e-mail deve constatar a data, a hora, o local, o número de medusas avistadas e uma fotografia.

    O aumento destas ocorrências verificam-se especialmente durante os meses de verão e outono e está normalmente relacionado com as correntes marítimas e com os ventos que favorecem o transporte das medusas até às praias.

    • Cacela Velha não é praia

      Cacela Velha não é praia

      Na sequência do debate havido na Assembleia Municipal do passado dia 27 de Maio sobre os perigos que representa para os utentes o passar a vau em Cacela Velha, a câmara municipal de Vila Real de Santo António acaba de emitir um comunicado no qual considera que «apesar de muito procuradas, sobretudo no verão, as ilhas barreira, em frente à aldeia de Cacela Velha, não são uma unidade balnear e, como tal, não estão dotadas de um serviço de Assistência a Banhistas (nadadores salvadores)».

      Avisa a autarquia que os visitantes que atravessam a vau (a pé), para chegarem até junto do mar, colocam em causa a sua própria segurança, principalmente quando a maré se encontra a vazar, uma vez que as correntes são fortes e puxam para o mar e destaca os esforços das equipas móveis do Instituto de Socorros a Náufragos. A vigilância não é permanente e, por essa razão, o socorro a qualquer situação de emergência pode não ser assegurado em tempo útil.

      Desta forma, como medidas para «proteger a estabilidade do cordão dunar e da arriba de Cacela, garantir a proteção da fauna e flora desta zona da Ria Formosa e assegurar a segurança dos moradores e visitantes de Cacela Velha, o município de Vila Real de Santo António desaconselha a utilização da zona em frente a Cacela Velha para a prática balnear».

      Alternativas

      Em alternativa, o município propõe uma visita à Unidade Balnear da Praia da Fábrica , «respeitando os condicionamentos de circulação e estacionamento, e fazendo a travessia com os operadores de embarcações licenciados para o efeito».

      Outra das opções aconselhadas é a praia da Manta Rota que tem associada «uma vasta área e serviços de apoio, dispõe de várias unidades balneares que oferecem todas as condições de segurança e estacionamento para os veraneantes».

      A Praia da Fabrica e a Praia de Manta Rota, bem como todas as praias do município de Vila Real de Santo António, oferecem, para sua segurança, um serviço de assistência a banhistas, certificado e de acordo com a legislação em vigor, entende a autarquia que solicita a ajuda cidadã para «proteger este património, que também é seu, e garanta a sua segurança».

      Sobre Cacela Velha

      A história de Cacela Velha tem origens ancestrais. Foi ocupada por fenícios, romanos e árabes. Após a reconquista, ocorrida no século XIII, as marcas da presença da população moura no território continuaram a refletir-se nos hábitos, costumes e paisagens, sendo ainda hoje possível observar marcas dessa época.

      A aldeia de Cacela Velha manteve-se bela e viçosa ao longo dos séculos. Continua a espreitar sobre um cordão dunar que forma as ilhas barreira. Essas ilhas compõem a Ria Formosa, um local idílico, mas frágil, que dá abrigo a uma grande diversidade de fauna, nomeadamente aves, que aí procuram um local para nidificar, bem como a um conjunto de flora que fixa e estabiliza esta estrutura geológica.

      A diversidade ecológica que habita a Ria Formosa materializa-se num importante conjunto de aves aquáticas migratórias do norte da Europa e num viveiro para importantes espécies marinhas. No local, localiza-se a arriba que suporta a vila e a sua fortaleza.

      Informação anexa ao comunicado, autor CM-VRSA.
    • Qualidade Ouro para a Praia de Santo António

      Qualidade Ouro para a Praia de Santo António

      A Praia de Santo António dispõe de um complexo de toldos de alta qualidade e de um restaurante de praia, sobre uma duna alta, de onde se divisa toda a panorâmica Baía de Monte Gordo, tendo passadiço de acesso.

      Esta unidade hoteleira, denominada Caramelo Beach Club terá, a par dos esforços da Junta de Freguesia de Vila Real de Santo António da câmara municipal do concelho, contribuído para este reconhecimento, marco importante para a praia de Vila Real de Santo António, a que se somam a Bandeira Azul, e a classificação de raia Acessível.

      É servida por um simpático comboio sobre rodas, cujo trajeto serve os vilarealenses que gostam da sua praia.

    • Bandeira Azul nas praias de Castro Marim

      Bandeira Azul nas praias de Castro Marim

      A Bandeira Azul ficará hasteada nas praias de Castro Marim – Alagoa/Altura, Praia Verde e Cabeço, com três galardões de qualidade atribuídos a zonas balneares, o da Bandeira Azul, da Bandeira Praia Acessível e da Qualidade de Ouro.

      A autarquia atribui esta conquista ao resultado de um «trabalho rigoroso e exigente da Unidade Orgânica de Ambiente e Serviços Urbanos, nomeadamente nas áreas de informação e educação ambiental, qualidade da água, gestão ambiental, acessibilidade, segurança e serviços das praias – postos de socorro e sinalização/informação»,

      bandeira zul castro marim

      Informa que a estes galardões se juntam-se as bechcams (câmaras panorâmicas das praias), que permitem visualizar, em tempo real, toda a zona costeira do concelho, dando informações sobre as condições meteorológicas, a temperatura, as condições do mar e do vento, o grau de afluência e o estado de ocupação do areal.

      O galardão «Bandeira Praia Acessível» garante estacionamento reservado, acesso pedonal, passadeiras no areal, sanitários adaptados e equipamentos de apoio, a cadeira anfíbia, a utentes de mobilidade condicionada, disponibilizados através das seguintes concessões de Praia da Alagoa/Altura: Concessões do Graccer/Eurotel (UB3 e UB4): Praia Verde: Pezinhos na Areia (UB2); Praia do Cabeço: Licia (UB2 poente). A designação UB significa Unidade Balnear.

      Durante a época balnear, o Município de Castro Marim irá promover várias atividades de educação ambiental, que anunciará brevemente.

    • 12 anos de Bandeira Azul em praia fluvial de Mértola

      12 anos de Bandeira Azul em praia fluvial de Mértola

      A Praia da Albufeira da Tapada Grande, na Mina de S. Domingos, voltou a receber o mais importante galardão de qualidade para uma Zona Balnear, a «Bandeira Azul», atribuída pela Fundação para a Educação Ambiental, concedida às praias e marinas que cumpram um conjunto de requisitos de qualidade ambiental, segurança, bem-estar, infraestruturas de apoio, informação aos utentes e sensibilização ambiental.

      A juntar a este galardão acrescentam-se as as distinções de ‘Praia Acessível’ e ‘Praia Qualidade de Ouro’. A abertura da época balnear ocorreu a 1 de junho e terminará a 15 de setembro de 2023.

    • Praia dos Pescadores confirmada como de domínio público

      Praia dos Pescadores confirmada como de domínio público

      Esta decisão mantém a sentença do Tribunal de Portimão, proferida a 1 de agosto de 2022, que anulou o embargo que a “Praia da Cova – Realizações Turísticas, S.A.”, empresa com ligação ao grupo “Vila Vita Parc”, efetuou, em maio de 2022, à obra que estava a ser realizada pelo Município de Silves, no corredor de pesca da Praia dos Pescadores, a qual consiste na instalação de um abrigo para o trator oferecido pela autarquia silvense à comunidade de pesca local.

      É a terceira decisão judicial, no âmbito da providência cautelar instaurada pela “Praia da Cova, S.A.”, contra o Município de Silves, que vem dar razão à autarquia, ao afirmar o carácter público, e não privado, da Praia dos Pescadores de Armação de Pêra.

      A Praia dos Pescadores de Armação de Pêra, «constitui o berço e as raízes desta vila piscatória, onde se localizam o corredor de pesca e mais de 40 apoios de pesca para recolha dos aprestos dos pescadores, a lota, balneários públicos, o posto da Cruz Vermelha e vários estabelecimentos comerciais e concessões, sempre integrou o domínio público do Estado, e do que depender do Município de Silves, assim continuará a ser», enfatiza a câmara municipal local.

      «No pressuposto da “Praia da Cova, S.A.”, respeitar as decisões judiciais proferidas, estão agora reunidas as condições para a conclusão da obra do abrigo do novo trator no valor de 95 mil euros, oferecido pelo Município de Silves à Associação de Pescadores de Armação de Pêra, investimento esse enquadrado no âmbito do processo em curso que visa a criação da área marinha protegida de interesse comunitário que incide na baía de Armação de Pêra, futuro Parque Natural Marinho do Recife do Algarve – Pedra do Valado», salienta também a autarquia.

    • «PADEL ON THE BEACH» em Maio de 2023

      O Padel Club de Vila Real de Santo António anunciou a realização de um «grande evento de PADEL», entre 25 e 28 de Maio de 2023.

      Trata-se do torneio «PADEL ON THE BEACH» que tem por objetivo agregar praticantes por todo o país e até do estrangeiro, juntando o evento desportivo, ao conceito de praia, alegria , gastronomia e, acima de tudo, a dias de convívio, num dos «melhores destinos da Europa».

    • Podem vir a ser 109 as zonas balneárias no Algarve

      Podem vir a ser 109 as zonas balneárias no Algarve

      O maior número de zonas classificadas como balneares, 25 situa-se no concelho de Albufeira, sendo as restantes 14 em Vila do Bispo, 10 em Loulé e Lagoa, 9 em Aljezur, 8 em Portimão, 6 em Lagos, 5 em Olhão e Vila Real de Santo António, 4 em Faro, Silves e Tavira, 3 em Caastro Marim

      Como praias de águas interiores estão o Pego Fundo, no concelho de Alcoutim e a zona balnear da albufeira de Odeleite, no concelho de Castro Marim.

      A ser aprovada esta proposta, o Algarve ficará a contar em 2023 com um número igual ao findo de zonas balneares

    • Carreiras para a praia de Cabanas no Inverno

      Carreiras para a praia de Cabanas no Inverno

      A MCI, após a adjudicação do concurso público para o qual concorreu e venceu, vai colocar uma embarcação de forma permanente, durante todo o período do inverno, de novembro a março, «para os utentes que pretendem frequentar a praia de Cabanas neste período do ano».

      O anúncio foi efetuado pelo proprietário da Macieira Coelho Investimentos, MCI, António Manuel Macieira Coelho, na sequência de uma resolução judicial a seu favor e depois de ter sido «alvo de várias calúnias, difamações e gravíssimas acusações, relativamente ao meu bom nome, à minha honra, e à minha conduta como empresário e sócio da MCI».

      Na sua proposta, a MCI comprometeu-se a adquirir sete novas embarcações, de sete metros de comprimento, e um calado idêntico às embarcações utilizadas até agora, e a embarcação denominada “Maria da Conceição”, idêntica às restantes seis e implicam um investimento superior a 200.000 euros.

      O empresário divulgou também o historial do processo do concurso que passou pelas várias instâncias dos tribunais até à adjudicação da carreira por parte da empresa pública DOCAPESCA que lançou o concurso para o Transporte Regular de Passageiros de Cabanas para a ilha de Cabanas, de forma exclusiva e por um período de 25 anos, tal como noutras localizações algarvias.

    • Consulta sobre a Praia do Vau acaba em Agosto

      Consulta sobre a Praia do Vau acaba em Agosto

      Trata-se de um projeto de execução em análise que prevê a alimentação artificial da praia ao longo de um troço com uma frente de mar de 1 350 m, constituídos pelas praias dos Três Castelos, Amado e Careanos, com as areias acumuladas na praia da Rocha ao longo das últimas décadas.

      A APA pretende reverter o circuito de circulação sedimentar, «promovendo a migração sedimentar desde o final do circuito (a zona de acumulação da praia da Rocha) para o seu local original, onde a erosão das arribas causa maior risco para os utentes das praias (o troço contido entre a praia do Vau e a praia dos Três Castelos)».

      Esta intervenção, no entender da agência deve ser entendida como «medida de proteção costeira, na medida em que a areia a depositar nas praias suportadas por arribas permitirá alimentar a célula natural de circulação sedimentar poente, atenuando significativa e temporariamente a erosão das arribas nas praias dos Careanos, Amado e Três Castelos».

      O processo pode ser consultado no Portal Participa

    • Praia da Armona Mar interdita a banhos

      Praia da Armona Mar interdita a banhos

      Quanto ao levantamento da interdição ela vai manter-se «até que os resultados de uma análise à qualidade da água indiquem que os valores microbiológicos se encontram dentro dos parâmetros de referência».

      A delegada de Saúde Regional do Algarve, ordenou que fosse hasteada a bandeira vermelha naquela praia.

      A praia da Armona Mar situa-se a poente da Ilha da Armona, Olhão, e faze parte do sistema lagunar da Ria Formosa.

    • Beja tem praia a sete quilómetros

      Beja tem praia a sete quilómetros

      A câmara municipal de Beja quer transformá-la em zona de recreio balnear de eleição, «que possibilite ainda a criação de um conjunto de atividades paralelas que promovem o local e permitem tirar partido das potencialidades existentes».

      A Praia Fluvial de Cinco Reis tem todas as caraterísticas de ambientais, de segurança e de conforto necessárias para garantir o bem estar de quem nos visita, garante a autarquia que oferece aos seus visitantes e utentes um conjunto de infraestruturas pensadas para serem acessíveis por todos, conquistando o galardão de Praia + Acessível no ano de 2020.

      Existem duas áreas de estacionamento, limítrofes à zona de intervenção de projeto e espera-se o ordenamento da circulação viária e dos lugares de estacionamento «de forma a afastar os automóveis para os limites do percurso principal, tornando-os menos visíveis da praia».

      A norte da área de intervenção, existe uma área de aproximadamente 2.900m2, proporcionando cerca de 114 lugares de estacionamento, para ser materializado em terreno compactado, sem marcação de lugares, assegurando apenas uma área sinalizada dedicada a lugares de mobilidade reduzida.

      O estacionamento localizado a sul da área de intervenção, junto à praça de chegada, oferece uma área de aproximadamente 3.000m2, proporcionando uma oferta de 126 lugares de estacionamento, dos quais seis são de mobilidade reduzida. Este estacionamento será materializado em saibro compactado e com a marcação dos lugares, promete a autarquia.

    • Ouro da Quercos para praia de Mourão

      Ouro da Quercos para praia de Mourão

      A praia fluvial de Mourão está certificada com Bandeira Azul e, pela primeira vez, com o galardão Praia de Ouro, atribuído pela Quercus.

      A câmara municipal de Mourão apela â visita e divulgou um vídeo promocional da praia alentejana, convidando à visita, porque «há mais Alentejo por descobrir!

      Nota: O vídeo deixou de estar disponível citada,

    • Ajuda dos cidadãos no excesso de algas nas praias

      Ajuda dos cidadãos no excesso de algas nas praias

      Está disponível para o efeito a plataforma “Algas na Praia”, e o cidadão pode enviar um conjunto de informação sobre as algas encontradas, permitindo uma monitorização a grande escala destas acumulações. 

      Aquele Centro esclarece: «É normal encontrarmos algas no mar e nas praias, mas quando encontramos acumulações excessivas de algas podemos estar perante fenómenos resultantes de excesso de nutrientes provenientes de efluentes urbanos ou da fertilização excessiva em agricultura. Podem ainda ser um fenómeno provocado por algas invasoras, as quais têm um impacto muito negativo nas espécies nativas da nossa costa». 

      Dis ainda que «Quando as algas crescem de forma excessiva, podem prejudicar a biodiversidade, as pescas e a qualidade ambiental da praia.

      É aqui que entra em ação a plataforma “Algas na Praia” para facilita o envio aos investigadores de um conjunto de informação sobre acumulações de algas encontradas ao longo da costa portuguesa, permitindo responder a várias questõescomo: de que espécies se tratam? Quando e onde ocorrem? O que está na sua origem? Quais os seus impactos? Estarão estas acumulações a tornar-se mais ou menos frequentes?  

      Diz aquele Centro que os resultados obtidos na monitorização realizada no verão de 2021, durante a qual a foram submetidos 96 registos na plataforma “Algas na Praia”, permitiram identificar três zonas distintas de acumulação de algas na costa sul do Algarve: entre Lagos e Olhos de Água dominou a alga castanha Rugulopterix okamurae, uma espécie invasora originária dos mares da Coreia/Japão; entre Vilamoura;

      que na Praia de Faro dominou a alga vermelha Asparagopsis armata, uma espécie invasora originária da Austrália;

      e entre a ilha da Armona e Vila Real de Santo António, proliferou a alga verde Ulva sp., uma espécie autóctone da nossa costa. Este ano já começaram a ser registadas acumulações de algas nas praias da costa sul do Algarve. Segundo Rui Santos, professor da Universidade do Algarve e investigador do CCMAR, “os registos que forem submetidos este ano, juntamente com os dados obtidos no verão passado, vão permitir identificar as condições ambientais chave para a proliferação de algas e definir estratégias para remover e utilizar esta biomassa que dá à costa”. 

      Não será o grupo de trabalho a proceder à remoção das algas na praia, mas atuará no sentido de contactar as autoridades competentes sempre que se justifique, tirando partido do ponto de vista científico das algas removidas e dos seus potenciais benefícios para a saúde.

      Para além disso, através do projeto NUTRISAFE, os investigadores procuram também desenvolver um novo suplemento alimentar, a partir de algas invasoras que se acumulam nas praias. Dina Simes, professora da Universidade do Algarve e investigadora do CCMAR, responsável por este projeto, salienta que «algumas destas algas apresentam compostos com caraterísticas anti-inflamatórias e de proteção vascular e pulmonar, pelo que podem ser utilizadas em suplementos alimentares que permitem reduzir comorbidades comuns associadas ao envelhecimento e às doenças inflamatórias crónicas».

      Para mais informações consulte a página do projeto ‘Algas na Praia’.  

    • Há concessões encerradas por falta de nadadores salvadores

      Há concessões encerradas por falta de nadadores salvadores

      Eleva-se o risco de afogamento, segundo alerta a Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores (FEPONS). no seu comunicado, ainda estão por contratar quase metade dos efetivos necessários, embora a Norte só esteja ligeiramente melhor.

      No entender daquela federação, tal fica a dever-se ao facto do Estado nunca ter legislou incentivos para aquela profissão, mesmo estando previsto na lei, «o que viria aumentar o interesse pela profissão, especialmente junto dos estudantes, que são a grande maioria dos profissionais».

      Atribui também à descida dos salários daqueles profissionais, uma vez que, nos concursos, o critério é o peço mais baixo, «levando a que a maioria destes técnicos altamente especializados aufira o salário mínimo nacional».

      Prosseguem chamando a atenção para o facto de ainda não ter sido criada uma carreira especial da profissão na função pública, «o que leva a que estes profissionais, quando contratados pelo Estado, sejam enquadrados como assistentes operacionais, com o salário mais baixo da função pública».

      A FEPONS considera que a transferência de competências da assistência a banhistas para as autarquias está a ser desvirtuada, com muitas das autarquias a voltarem a empurrar esta área para os concessionários de praia, quando o objetivo seria melhorar as condições de trabalho dos nadadores salvadores ao passar este setor para o Estado”.

      A federação pede, à classe política para que seja feita uma urgente revisão da legislação do setor, manifestando a sua preocupação com uma redução do interesse dos jovens por esta área.

      A FEPONS alerta que há menos formandos a saírem dos cursos de nadador salvador e muito menos, cerca de 49%, a voltarem a trabalhar na época balnear seguinte”.

    • Um morto e um desaparecido na Praia da Bordeira

      Um morto e um desaparecido na Praia da Bordeira

      Um homem de nacionalidade austríaca morreu esta tarde depois de ter ficado em dificuldades na água e entrado em paragem cardiorrespiratória, na praia da Bordeira, no concelho de Aljezur, tendo sido iniciadas buscas por uma outra vítima que se encontra desaparecida.

      O alerta foi recebido cerca das 19h25, através de Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), a informar que se encontravam duas pessoas em dificuldades na água, em risco de afogamento.

      Foram de imediato ativados para o local elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Lagos, bem como elementos do Projeto “SeaWatch” de Lagos e de Portimão. Para o local deslocaram-se também elementos dos Bombeiros Voluntários de Aljezur e do INEM.

      À chegada ao local, constatou-se que uma das vítimas, um homem de nacionalidade austríaca, tinha sido resgatada para terra por surfistas que se encontravam nas proximidades, encontrando-se em paragem cardiorrespiratória, tendo sido iniciadas as manobras de reanimação.

      Após diversas tentativas de reanimação, não foi possível reverter a situação, tendo o óbito sido declarado no local pelo médico do INEM. Foi contactado o Ministério Público, tendo o corpo da vítima sido posteriormente transportado pelos elementos dos Bombeiros Voluntários de Aljezur para o Instituto de Medicina Legal de Portimão, acompanhado por uma viatura do Comando-local da Polícia Marítima de local.

      Foram de seguida iniciadas buscas pela segunda vítima, um homem de nacionalidade austríaca, que se encontrava desaparecido na água, nas quais estiveram empenhados elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Lagos, do Projeto “SeaWatch” de Lagos e de Portimão e dos Bombeiros Voluntários de Aljezur.

      As buscas, coordenadas pelo Capitão do Porto e Comandante-local da Polícia Marítima de Lagos, foram interrompidas ao final da tarde, sem que se tivesse encontrado a vítima, e serão retomadas amanhã de manhã.

    • No sábado há limpeza na Praia dos Salgados

      No sábado há limpeza na Praia dos Salgados

      A ação, além do impacto óbvio da limpeza, pretende «promover a consciência ecológica e avaliar o impacto humano no ecossistema,
      nomeadamente quando as boas práticas de deposição do lixo não são respeitadas» e tem início às 9:30 horas com a participação das entidades parceiras tais como, IKEA, Designer Outlet Algarve, Agência Portuguesa para o Ambiente, Instituto Nacional Conservação Natureza e Florestas, SPEA – Sociedade Portuguesa do Estudo das Aves, ERP Portugal / European Recycling
      Platform – Entidade Gestora de Resíduos, CCMAR – Centro de Ciência e do Mar / UALG,
      Zoomarine ARA – Animal Rescue Algarve e Concessionário da Unidade Balnear denominada Praia
      dos Salgados – UB1.

      No final hasverá um workshop às 11:30, horas sobre o modo correto de descarte das pilhas e as suas consequências nos oceanos.

      Na primeira edição, realizada em maio de 2021, na Ria Formosa, foram recolhidos 53 sacos de lixo com capacidade de 120 litros cada, e contou com a participação de 120 voluntários. Na segunda edição, realizada em outubro do mesmo ano, 67 voluntários recolheram 2600 litros de resíduos.

      Na divulgação da iniciativa, Ana Antunes, diretora-geral do MAR Shopping Algarve, garantiu que «a responsabilidade, como membros desta comunidade é envolvermo-nos no bem-estar comum e na preservação dos
      recursos. Mais do que uma simples ação de limpeza, usaremos o nosso espaço e plataformas para
      continuar a alertar para o impacto do comportamento humano durante a época balnear no
      ecossistema, nomeadamente no que respeita à quantidade de lixo produzida e abandonada nas
      dunas e no mar
      ».

      Os participantes terão acesso a um KIT de participação composto por sacos específicos para os
      diferentes resíduos, luvas, máscaras certificadas e uma t-shirt. A iniciativa não carece de inscrição
      prévia e a participação é gratuita.