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Etiqueta: praias

  • Isla Cristina Vai Reforçar Praias com 16.000 m³ de Areia

    Isla Cristina Vai Reforçar Praias com 16.000 m³ de Areia

    Antes da Época Balnear

    O município de Isla Cristina prepara-se para receber um reforço de 16.000 metros cúbicos de areia nas suas praias, numa medida urgente para mitigar os estragos causados pelos recentes temporais.

    A decisão surge após uma reunião entre o executivo municipal, a Subdelegação do Governo e representantes da Direção-Geral da Costa e do Mar.

    O objetivo principal desta intervenção, com início previsto para os próximos dias, é garantir que as praias estejam em condições adequadas para receber os visitantes durante a época balnear.

    A medida visa repor a quantidade de areia perdida devido à erosão provocada pelas intempéries, assegurando o usufruto das praias pelos residentes e turistas.

    Paralelamente a esta ação imediata, a autarquia informa que está a desenvolver um projeto mais abrangente de regeneração do litoral.

    Este projeto ambiciona encontrar uma solução duradoura para proteger o ambiente natural e sustentar a economia local, que depende fortemente do turismo.

    Estamos empenhados em garantir que as nossas praias estejam prontas para a época alta,” declarou fonte da autarquia. “Esta intervenção de emergência é crucial, mas estamos também a trabalhar numa solução a longo prazo que proteja o nosso litoral para as gerações futuras.”

    O município anunciou ainda que está a prestar apoio aos estabelecimentos de praia e outros negócios afetados pelos temporais, facilitando a sua recuperação para que possam iniciar a temporada em pleno funcionamento.

    A autarquia sublinha a importância da colaboração contínua com as diversas administrações, no sentido de assegurar a recuperação e proteção da linha costeira de Isla Cristina.

    Mais informações sobre esta iniciativa podem ser consultadas na página oficial da autarquia.

  • Isla Cristina em alerta: «Grupo Andalucista» lança Três ‘SOS’ por soluções urgentes em 2026

    Isla Cristina em alerta: «Grupo Andalucista» lança Três ‘SOS’ por soluções urgentes em 2026

    O Grupo Municipal Andalucista, Andalucía Por Sí (AxSí), anunciou que irá manter e intensificar as suas reivindicações cruciais para o município de Isla Cristina ao longo de 2026.

    Através de uma nota de imprensa, o grupo classificou as suas exigências como um ‘SOS’ triplo, abrangendo as áreas do litoral, acessibilidade e saúde, fundamentais para o bem-estar dos munícipes e visitantes.

    As reivindicações do grupo municipal não se limitam apenas à esfera institucional; o AxSí apela a uma mobilização social por parte de todos os habitantes de Isla Cristina, defendendo que a exigência de melhorias deve ser unificada para garantir que as administrações competentes deem a devida atenção à localidade.

    O primeiro e talvez mais urgente dos apelos é o ‘S.O.S. para as nossas Praias’. O grupo exige uma solução definitiva e estrutural para o problema da erosão costeira que afeta o litoral.

    A preocupação central é garantir que qualquer medida adotada não ponha em risco a integridade da costa, assegurando a proteção deste recurso natural vital para a economia e a identidade da região.

    O segundo ponto foca-se na acessibilidade: ‘S.O.S. para os acessos a Isla Cristina’. O AxSí sublinha a necessidade imperativa de melhorias nas infraestruturas rodoviárias que servem o município. Adicionalmente, exige a otimização da sinalização de forma a facilitar a chegada e a circulação, um aspeto crucial para o turismo e para a segurança rodoviária.

    Por fim, o terceiro apelo, ‘S.O.S. para o nosso Centro de Saúde’, visa a melhoria e ampliação das instalações médicas. O grupo municipal exige que o centro seja dotado de melhores equipamentos e que os serviços prestados sejam reforçados.

    Esta é uma exigência diretamente ligada à qualidade de vida dos residentes, que merecem ter acesso a cuidados de saúde adequados e modernas.

    O Grupo Municipal Andalucista reitera o seu compromisso em continuar a pressionar por estas causas ao longo de 2026, defendendo que Isla Cristina “merece tudo isto e mais” para assegurar o conforto e a prosperidade de quem ali vive e de quem a visita.

  • Praia de Forte Novo em Quarteira exige reparações mediatas após erosão severa

    Praia de Forte Novo em Quarteira exige reparações mediatas após erosão severa

    A Praia de Forte Novo, em Quarteira, uma das joias da coroa do litoral algarvio, encontra-se num estado de degradação que tem suscitado preocupação generalizada, mobilizando a atenção tanto da imprensa regional como nacional. O impacto da recente agitação marítima e de fatores de erosão a longo prazo debilitou significativamente a orla costeira, forçando as autoridades a delinear um plano de intervenção urgente para garantir a segurança e a fruição da praia.

    O cenário atual em Forte Novo é visivelmente alarmante. Relatos e imagens que circulam nos meios de comunicação social mostram uma perda substancial do areal, expondo infraestruturas que normalmente estariam soterradas. O recuo da linha de costa ameaça apoios de praia e passadiços de acesso, essenciais para a mobilidade de veraneantes e residentes. Esta vulnerabilidade estrutural coloca um desafio imediato às entidades gestoras, obrigadas a agir rapidamente antes do início da época balnear.

    O que debilitou a Praia de Forte Novo é, sobretudo, a conjugação de fenómenos meteorológicos extremos – nomeadamente as fortes ondulações e as intempéries típicas do inverno – com a crónica erosão costeira que afeta grande parte da região do Algarve.

    A falta de proteção natural ou a insuficiência das barreiras existentes permitiram que a força do mar removesse toneladas de areia, alterando drasticamente o perfil da praia num curto espaço de tempo.

    Este é um problema que se agrava de ano para ano, exigindo soluções não só reativas, mas também preventivas e sustentáveis.

    Perante a gravidade da situação, as autoridades competentes – nomeadamente a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) em articulação com a Câmara Municipal de Loulé – já estão a planear as reparações mais imediatas. A prioridade máxima será a reposição do areal. Este processo de ‘engordamento’ da praia será feito através da dragagem e transporte de areias de zonas costeiras adjacentes ou de depósitos marinhos, garantindo a recuperação da largura mínima de praia necessária para a segurança e para a atividade turística.

    Adicionalmente, estão a ser consideradas intervenções de estabilização estrutural. Isto pode incluir a reparação ou reforço de muros de contenção e a realocação de barreiras de proteção para mitigar futuros impactos erosivos. O objetivo é assegurar que a Praia de Forte Novo esteja totalmente operacional e segura a tempo da chegada dos primeiros turistas de verão, minimizando o impacto negativo na economia local, altamente dependente do turismo de sol e mar.

    ./Redacção Gem-Digi

  • Razões para não apanhar conchas na praia

    Razões para não apanhar conchas na praia

    A remoção de conchas marinhas das praias, aparentemente inofensiva, pode causar impactos ambientais consideráveis nos ecossistemas costeiros, alertam especialistas. A prática, comum entre turistas e visitantes, afeta a biodiversidade, a estabilidade das praias e o ciclo de nutrientes essenciais para a vida marinha.

    Um dos principais impactos da retirada de conchas é a diminuição da biodiversidade. Diversas espécies, como caranguejos-eremitas, dependem das conchas para abrigo e sobrevivência, enquanto outras utilizam-nas como substrato para fixação ou local de reprodução. A remoção desses objetos reduz a diversidade e a abundância de organismos que dependem desse recurso.

    Além disso, as conchas desempenham um papel crucial na estabilização das praias, ajudando a mitigar a erosão causada por ondas e ventos. A ausência de conchas torna a areia mais vulnerável, comprometendo a integridade da praia a longo prazo.

    Outro efeito negativo da remoção de conchas é o desequilíbrio no ciclo do cálcio. Conchas são compostas principalmente por carbonato de cálcio, um mineral importante para a formação de recifes de corais e como nutriente para outros organismos marinhos. A retirada das conchas impede o reaproveitamento desse mineral pela vida marinha.

    A sensibilidade de certos animais ao impacto causado pela retirada das conchas pode levar ao afastamento de espécies das áreas costeiras, provocando desequilíbrios no ecossistema.

    Embora a remoção de uma única concha possa parecer insignificante, o impacto cumulativo da ação de milhares de banhistas ao longo do tempo pode resultar em uma diminuição drástica da quantidade de conchas nas praias, conforme demonstrado em estudos internacionais.

    Os impactos da remoção de conchas afetam toda a cadeia alimentar e os ciclos naturais dos ecossistemas costeiros. Diante deste cenário, especialistas recomendam que as conchas permaneçam nas praias, onde continuam a desempenhar funções ambientais essenciais. A conscientização sobre os impactos da retirada de conchas é fundamental para a preservação dos ecossistemas costeiros.

    Citações:
    [1] Deixe as conchas na praia! Coleta de conchas pode … https://popularizandociencia.wordpress.com/2016/04/11/deixe-as-conchas-na-praia-coleta-de-conchas-pode-causar-impactos-ao-ambiente-marinho/
    [2] ‘Apreciar sem encostar’: sabia que você não deve tirar conchas da … https://www.terra.com.br/planeta/atitude-sustentavel/apreciar-sem-encostar-sabia-que-voce-nao-deve-tirar-conchas-da-praia,92affb383503f8e42e07c20229cdc0770fdwnv8k.html
    [3] Saiba porque não se deve retirar conchas da praia – O Antagonista https://oantagonista.com.br/mundo/saiba-porque-nao-se-deve-retirar-conchas-da-praia/
    [4] LIXARTE: Porque não devemos apanhar conchas na praia https://postal.pt/opiniao/lixarte-porque-nao-devemos-apanhar-conchas-na-praia-por-rafaela-cardoso/
    [5] POR QUE VOCÊ NÃO DEVE RECOLHER E LEVAR PRA CASA AS … https://www.ondaeco.com.br/m/blog/65bd2f3c846dae6de807b822/por-que-voce-nao-deve-recolher-e-levar-pra-casa-as-conchas-do-mar
    [6] Verão: retirar conchas do mar desequilibra o ecossistema; entenda https://jornaldaparaiba.com.br/cotidiano/verao-retirar-conchas-do-mar-desequilibra-o-ecossistema-entenda
    [7] Sabia que não deve levar conchas da praia como … https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/2834588/porque-nao-deve-levar-conchas-da-praia-como-lembranca
    [8] Retirar conchas das praias é uma prática que afeta todo o … https://novabrasilfm.com.br/jornalismo/retirar-conchas-das-praias-e-uma-pratica-que-afeta-todo-o-ecossistema-dos-oceanos
    [9] O papel das conchas no ambiente marinho – Projeto Bióicos https://www.bioicos.org.br/post/o-papel-das-conchas-no-ambiente-marinho
    [10] Conchas do mar: por que não deveríamos levá-las para casa https://www.potencialbiotico.com/post/conchasdomar
    [11] Coletar conchas, levar cachorro, alimentar peixes https://www.bbc.com/portuguese/brasil-59888555
    ./com Perplexity e Squirrel
  • Odiana Participa em Projeto “Ambienta-te na Praia” em Vila Real de Santo António

    Odiana Participa em Projeto “Ambienta-te na Praia” em Vila Real de Santo António

    A Associação para o Desenvolvimento do Baixo Guadiana está a participar ativamente no projeto Ambienta-te na Praia, uma iniciativa promovida pela Junta de Freguesia de Vila Real de Santo António.

    O projeto, inserido no programa nacional Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas do IPDJ, visa envolver jovens na preservação do território através de ações de educação, sensibilização e intervenção ambiental.

    O Ambienta-te na Praia centra-se na Praia de Santo António, um ecossistema sensível adjacente à Mata Nacional das Dunas Litorais. O projeto visa aumentar a consciencialização sobre a importância da preservação desta área e promover práticas sustentáveis entre os visitantes e a comunidade local.

    A participação da Odiana inclui a dinamização de atividades no Stand Ambienta-te, localizado na Praia de Santo António, aberto de segunda a sábado, das 09h15 às 16h45. Neste espaço, são desenvolvidos jogos educativos, ações de limpeza ambiental e iniciativas culturais, com o objetivo de fortalecer a ligação entre gerações e promover a valorização do território do Baixo Guadiana.

    O calendário de atividades dinamizadas pela Odiana no Stand Ambienta-te inclui:

    11 de agosto: Caminhada com recolha de lixo
    14 de agosto: Jogo da Dieta Mediterrânica
    18 de agosto: Caminhada com recolha de lixo
    20 de agosto: Hora do Conto sobre o Baixo Guadiana
    27 de agosto: Hora do Conto sobre o Baixo Guadiana

    A Odiana já desenvolveu atividades nos dias 4 e 7 de agosto, incluindo uma caminhada de recolha de resíduos na praia e o Jogo da Dieta Mediterrânica. Estas ações contaram com a participação ativa de jovens voluntários, demonstrando o seu compromisso com a proteção ambiental.

    Enquanto associação de desenvolvimento local, a Odiana vê neste tipo de projetos uma oportunidade natural de cumprir a sua missão, refere um representante da Odiana. Valorizar o território, proteger o património e envolver a comunidade, sobretudo os mais jovens, são compromissos que fazem parte da nossa identidade desde a fundação.

    O projeto Ambienta-te na Praia decorre durante o mês de agosto e procura sensibilizar, educar e incentivar a mudança de comportamentos em prol da sustentabilidade ambiental.

  • Bandeira verde nas praias de Castro Marim

    Bandeira verde nas praias de Castro Marim

    As praias do município de Castro Marim, que haviam sido interditadas ontem devido a contaminação microbiológica, foram reabertas, por volta das 15h:10 horas. A presidente da câmara municipal Filomena Sintra deu noras do evento, nas Redes Sociais.

    As praias de Altura/Alagoa, Praia Verde Lago e Praia Verde, onde a bandeira vermelha havia sido hasteada, voltaram a exibir a bandeira verde, indicando que os banhos estão novamente permitidos.

    A interdição havia sido decretada após a detecção de contaminação associada à bactéria Enterococcus. No entanto, as análises mais recentes, divulgadas hoje, indicam que o foco de poluição não persiste, e não representam mais risco para a saúde dos banhistas.., como noticiamos.

    As autoridades de saúde e ambientais permanecem investigando a causa da contaminação. Apesar da investigação em curso, os resultados das análises mais recentes permitiram o levantamento da interdição e a normalização da situação nas praias de Castro Marim.

    A bandeira verde foi reposta e os banhos estão novamente autorizados nas praias afetadas.

  • Castro Marim com bandeiras vermelhas nas praias

    Castro Marim com bandeiras vermelhas nas praias

    As praias do concelho de Castro Marim estão interditas a banhos, nomeadamente a Praia da Alagoa (Altura), Praia Verde-Lago e Praia Verde devido a contaminação microbiológica, com níveis de bactérias (nomeadamente Escherichia coli) acima dos limites de segurança para a prática balnear.

    A interdição foi decretada ontem, dia 5 de agosto de 2025, após análises de rotina realizadas pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) terem detetado valores anormais. Assim que a APA comunicou os resultados à Câmara Municipal de Castro Marim, foi imediatamente hasteada bandeira vermelha nessas praias, como medida preventiva.

    A posição das autoridades é muito clara, dado que a Direção-Geral da Saúde determinou a interdição para salvaguarda da saúde pública e que a situação pode colocar os banhistas em risco, embora até ao momento não haja relatos de efeitos adversos.

    As entidades oficiais e o município estão a investigar a origem da contaminação, sem indícios conclusivos até ao momento, e já realizaram novas análises à água. Dependendo dos resultados destes testes, a restrição poderá ser levantada nos próximos dias.

    As autoridades (APA, Câmara Municipal de Castro Marim e Direção-Geral da Saúde), reforçam a necessidade de respeitar a bandeira vermelha e a proibição de banhos até indicação em contrário, lamentando eventuais transtornos aos utentes das praias.

    ./com Perplexity, foto município Castro Marim, APA,
  • Governo quer assegurar acesso público às praias de Grândola

    Governo quer assegurar acesso público às praias de Grândola

    O Governo da República está a trabalhar com todas as 18 praias concessionadas do eixo Troia-Melides, no concelho de Grândola, distrito de Setúbal, para que seja assegurado o acesso público ao areal, anunciou ontem a ministra do Ambiente.

    «Garantir o acesso adequado às praias é uma obrigação que decorre da lei e que queremos ver salvaguardada. Nenhum novo empreendimento turístico junto às praias poderá será aprovado, em Portugal Continental, sem que seja previamente assegurado este direito», afirmou a ministra.

    Maria Graça Carvalho falava durante a apresentação dos resultados de fiscalização dos acessos às 22 praias entre Troia e Melides, na costa de Grândola, das quais 18 estão concessionadas.

    Esta ação foi enquadrada no programa da Orla Costeira Espichel-Odeceixe e foi desenvolvida em articulação com a Autoridade Marítima Nacional e entidades locais, como foi o caso da Câmara Municipal de Grândola.

    Segundo a governante, na maioria das 18 praias concessionadas daquela região «a lei está a ser cumprida».

    Segundo a agência Lusa, no âmbito dessa fiscalização às 22 praias, as autoridades encontraram oito com acesso sem restrições, duas com acesso controlado, oito com acesso condicionado e uma com acesso interdito.

    As restantes três praias não têm condições para ter infraestruturas, explicou fonte da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

    Relativamente ao acesso controlado, o Governo referiu que se trata de um acesso viário condicionado por passagens por propriedades privadas, geralmente no interior de empreendimentos turísticos, e estacionamento público disponível em número limitado.

    Nessas praias, a tutela pretende que os operadores coloquem placas a informar a existência de acesso pedonal e colaborem na concretização de projetos para a disponibilização de estacionamento e acessos livres de condicionalismos. São exemplos dessas praias a Troia-Galé e a Galé Fontainhas.

    No caso das praias de acesso condicionado, quer por questões territoriais ou pela ocupação turística, o objetivo passa pela construção de mais parques de estacionamento e de acessos pedonais públicos.
    Já a praia interdita, a da Raposa, não tem acesso público livre, localiza-se junto ao Estabelecimento Prisional de Pinheiro da Cruz e numa zona destinada a exercícios militares.

    Maria Graça Carvalho defendeu ainda que seja exigido às concessionárias das praias que cumpram um «verdadeiro serviço público», cabendo essa exigência aos municípios.

    «Há um conjunto de condições que as concessionárias devem assegurar. Segurança balnear, bons acessos, balneários e sanitários, um gabinete de primeiros socorros, a limpeza do areal e outros bens e serviços igualmente necessários que as próprias câmaras municipais, enquanto entidades emissoras das licenças, têm legitimidade para salvaguardar junto dos concessionários», afirmou.

    A governante adiantou que, no futuro, irão ser feitas operações de fiscalização em conjunto com a ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica), no sentido de fiscalizar o cumprimento dessas medidas, admitindo que os preços de alguns bens básicos estejam incluídos nessas ações.

    «São condições de serviço público que não contemplam o controlo de preços, mas sim de condições mínimas, como é a água. Vamos pedir às câmaras que exijam isso dos concessionários», apontou.

    Maria Graça Fonseca admitiu ainda a realização de ações de fiscalização semelhantes à do concelho de Grândola em outras zonas do país, nomeadamente no Algarve, caso existam denúncias ou notificações.
    «O retorno que esperamos por este esforço é que as praias possam ser devidamente aproveitadas por todos, sem restrições e com condições adequadas», concluiu.

    ./Com Lusa

    Foto: https://pixabay.com/pt/users/sarahbernier3140-815740/

  • Ministra do Ambiente apela a municípios para aproveitarem fundos para o litoral

    Ministra do Ambiente apela a municípios para aproveitarem fundos para o litoral

    A ministra do Ambiente e da Energia, Maria da Graça Carvalho, apelou hoje aos municípios para aproveitarem os dois terços ainda disponíveis dos fundos para intervenções no litoral, ao abrigo do Programa Operacional “Sustentável 2030”.

    Em declarações aos jornalistas na praia de Faro, onde participou num almoço depois de ter estado numa reunião da comissão de acompanhamento da seca na região, na capital algarvia, Maria da Graça Carvalho destacou que há 167 milhões de euros disponíveis para intervir no litoral em projetos ao abrigo desse programa, que só tem intervenções aprovadas no valor de 50 milhões de euros.

    «Temos, neste momento, cerca de 50 milhões de euros em obras a decorrer, que são financiadas 85% pelo Programa Operacional Sustentável e cofinanciadas a 15% pelo Fundo Ambiental, em todo o país. A maior de todas é na Figueira da Foz, que começou na segunda-feira» afirmou a governante, frisando que só este projeto representa 20 milhões de euros de investimento.

    A ministra salientou que estão também previstas intervenções para reposição de areias na Costa da Caparica, em Esposende, Furadouro (Ovar), em Espinho e no Algarve, como no caso da praia do Vau, em Portimão.

    «Vamos ter o contrato pronto ainda este mês para a maior de todas aqui no Algarve, que é no Garrão e Vale do Lobo. E na Fuseta saiu ontem [quinta-feira], em Diário da República, o concurso internacional», adiantou, sublinhando que na Fuseta, concelho de Olhão, já foi feita uma “obra de emergência”.

    Segundo explicou Maria da Graça Carvalho, em março “houve um completo arrastar da areia” que deixou a Fuseta “sem praia” e foi preciso fazer uma “obra de urgência” para garantir a sua abertura no início da época balnear, em junho.

    «Mas, agora vamos fazer uma obra mais completa, portanto de maior dimensão, para que fique uma extensão de 30 metros de largura de areia na praia da Fuseta», justificou a ministra, que durante a tarde visitou a ilha.

    Maria da Graça Carvalho insistiu que o Programa Operacional Sustentável “ainda tem bastante financiamento” disponível, só estando “em obra um terço do financiamento”, sendo que as intervenções têm de estar prontas em 2029 para os montantes serem aproveitados.

    «Já conseguimos ter projetos no valor de 50 milhões e agora, por isso, é que estamos a dizer que é preciso executar, é preciso avançar com os projetos para que não se perca o dinheiro e que se aproveite isso para recuperar todo o litoral», disse ainda a ministra, esclarecendo que os projetos podem abranger reposição de areias, intervenções em arribas ou melhorias da qualidade de água.

    Mas, apesar de que ainda existir “algum tempo”, é “importante chamar já a atenção, porque o projeto tem que ser preparado, tem que ser submetido, aprovado e depois a obra executada” pelos municípios, com o apoio da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), reforçou.

    ./ com Lusa

  • Passadiço Praia Verde a Altura tem construtor

    Passadiço Praia Verde a Altura tem construtor

    A presidente da câmara municipal de Castro Marim deu a conhecer que vai ser construído entre a Praia Verde e Altura que já se encontra licenciado o passadiço, a ser construído por iniciativa de um particular.

    A construção está já licenciada e em breve vai ser iniciada. Terá o comprimento de três quilómetros de para ser um espaço de fruição, de desporto, de passeio, fruição da natureza e também de deslumbre das belas praias do concelho.

    Depois do Passadiço da Altura, por iniciativa do município de Castro Marim, foram ligadas por passadiços as praias da Altura, Praia Verde, Verde Lago e a Praia do Cabeço.

    A Praia Verde à Verde Lago já tem o passadiço construído, acesso público, com apoio de praia igualmente público, com os serviços necessários e essenciais de suporte à praia.

  • Sand Race de Monte Gordo afirma-se

    Sand Race de Monte Gordo afirma-se

    No segundo dia de competição, 23 de novembro, as atenções centraram-se nas provas de motos e quads. Na corrida principal de motos, o britânico Todd Kellett, aos comandos de uma Yamaha, reafirmou a sua supremacia ao conquistar a vitória, consolidando a sua liderança na Taça do Mundo de Corridas na Areia. 

    Entre os pilotos portugueses, destacaram-se Luís Outeiro e Paulo Alberto, ambos em Yamaha, que alcançaram posições de relevo na classificação geral.

    Na competição de quads, o francês Keveen Rochereau, pilotando uma Honda, repetiu o triunfo do dia anterior, assegurando a vitória na Monte Gordo Sand Race. 

    O francês Pablo Violet completou o pódio, mantendo-se na disputa pelo título mundial.

    O evento não se limitou às competições desportivas, oferecendo um programa diversificado de animação, incluindo desfiles, exibições de trial e concertos, proporcionando uma experiência completa para os visitantes. 

    A organização, que decorreu a cargo do Automóvel Club de Portugal (ACP) e do Município de Vila Real de Santo António, sob a égide da Federação Internacional de Motociclismo (FIM) e da Federação de Motociclismo de Portugal (FMP), foi amplamente elogiada, contribuindo para o sucesso do evento.

    A Monte Gordo Sand Race reafirmou-se, assim, como uma competição de referência no panorama internacional das corridas em areia, destacando-se pela qualidade dos participantes e pela excelente organização.

    A autarquia agradeceu a presença da população do concelho e considerou que o evento se saldou por um sucesso, tendo parabenizado os pilotos e prometendo a continuidade da prova no ano de 2025.

    Durante o fim-de-semana os Bombeiros Voluntários de Vila Real de Santo António e Castro Marim estiveram na Praia de Monte Gordo, no dispositivo de prevenção do SAND RACE 2024, de forma a garantir a segurança dos desportistas o dos visitantes.

    Contaram com a colaboração dos Bombeiros de Tavira e S. Bartolomeu de Messines em ajuda na materialização do dispositivo de socorro.

    Paulo Alberto obteve o 11º lugar no Campeonato Mundial de Corridas na Areia (Sand Races World Cup).

    A Yamaha Monster Energy Geração, a que o piloto pertence afirmou que a prova serviu «como uma excelente oportunidade de aprendizado para Paulo Alberto, que está focado em sua preparação para a temporada de 2025».

    O evento serviu-lhes,tal como o Supercross de Paris disputado no fim de semana anterior, como parte do plano de recuperação e fortalecimento do piloto, que recentemente passou por uma lesão no Campeonato Brasileiro de Motocross em Interlagos.

    A Yamaha demonstrou seu domínio na competição, conquistando as três primeiras colocações. Todd Kellet, atual campeão e líder da temporada, ficou em primeiro lugar, seguido por Jérémy Hauquier em segundo e Valentin Madoulaud em terceiro. Todos os pilotos utilizaram a motocicleta Yamaha YZ450F, incluindo Paulo Alberto, destacando a superioridade da marca na modalidade.

    Com os olhos voltados para a próxima temporada, Paulo Alberto continua sua trajetória de recuperação e preparação, visando alcançar novos patamares em 2025.

  • Algas limpas no concelho de Vila Real de Santo António

    Algas limpas no concelho de Vila Real de Santo António

    Explica que as algas dão à costa através de fenómenos naturais, recorrentes e não controláveis e, sempre que eles ocorrem, «a autarquia tenta remover o material que fica depositado no areal, com a maior brevidade possível».

    A câmara municipal obsrva que, a contrariar as acções, «devido às especificidades da zona de intervenção, os trabalhos de remoção dependem, em grande medida, de variadas circunstâncias que afetam diretamente os resultados pretendidos».

    E afirma que, entre essas limitações, estão «a amplitude e hora das marés ou a grande afluente de pessoas nas praias, durante o dia, sendo que, por questões de segurança, só é possível realizar as operações de limpeza durante o período noturno ou de madrugada».

    Também refere que, na grande maioria das vezes, «após a execução dos trabalhos de remoção, o novo ciclo de maré volta a trazer algas para o areal, transmitindo a sensação de que não foram efetuados quaisquer trabalhos».

    Assim, atibui a estas condicionantes naturais o facto de que, muitas vezes, «não é possível remover o material com a celeridade pretendida, existindo mesmo períodos onde se verifica a acumulação de algas».

    Lamentando os constrangimentos, a autarquia garante que «continuará a realizar todos os esforços para minimizar esses incómodos».

  • Novo salvamento na barra de Cacela

    Novo salvamento na barra de Cacela

    Durante uma ação de vigilância, os elementos do Projeto «SeaWatch» detetaram duas crianças a precisar de auxílio, em dificuldades na água, após terem sido arrastadas pela forte corrente que se fazia sentir na ria Formosa.

    As vítimas foram prontamente resgatadas, tendo sido transportadas para terra, onde se verificou que se encontravam bem fisicamente e sem necessidade assistência médica.

    A Autoridade Marítima Nacional reforçou o desaconselhamento da atividade balnear na zona da barra da Cacela Velha, pelos perigos que a mesma representa.

  • Brasileiro morre afogado em praia fluvial

    Um jovem de 21 anos morreu afogado ontem, 1 de Junho, na praia fluvial da Mina de São Domingos, em Mértola, no distrito de Beja.

    Segundo o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo, o alerta foi dado às 16:11 de sábado sobre um afogamento mortal na mina de São Domingos.

    A vítima foi um jovem, de 21 anos, de nacionalidade brasileira e o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) indicou que foi ativado para o local o helicóptero do Algarve e uma equipa de psicólogos do INEM para dar apoio à família.

    De acordo com o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo, foram mobilizados 19 operacionais, apoiados por seis veículos dos Bombeiros Voluntários de Mértola, INEM e GNR.

  • Época abre com Sunset Monsaraz Beach Fest

    Época abre com Sunset Monsaraz Beach Fest

    O sunset começará às 19h na areia da praia ao som dos DJs portugueses Miss Shy, Double Z, Brat e Miko, e do espanhol El Negro Valdez.

    Os cinco DJs apresentarão seus sets a bordo de um veleiro ancorado próximo à praia.

    A entrada para o sunset é gratuita e a música continuará até às três da madrugada. A Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz oferece transporte gratuito para a praia, com saída às 18:45 horas do terminal rodoviário da cidade.

    A temporada balnear na praia de Monsaraz decorrerá de 1 de junho a 22 de setembro, com vigilância dos nadadores-salvadores das 9h às 19h.

    Inaugurada em 2017, a praia foi agraciada com a Bandeira Azul em todos os anos e, em 2019, ganhou o primeiro prémio da Praia + Acessível, no âmbito do programa Praia Acessível – Praia para Todos.

    Durante a temporada, a praia exibirá a Bandeira Azul, a Bandeira de Praia Acessível, a Bandeira de Praia com Qualidade de Ouro 2024 concedida pela Quercus pela qualidade da água e a classificação de Praia Saudável por cumprir as normas de segurança e qualidade ambiental.

    reguengos praia fluvial

    A praia fluvial de Monsaraz tem 150 metros de comprimento, torre de vigilância, posto de nadadores-salvadores, posto médico com desfibrilhador externo automático, duches públicos, cadeiras anfíbias, rampas de acesso à água para pessoas com mobilidade reduzida e estacionamento para 500 veículos, incluindo espaços para deficientes.

    Além disso, os visitantes podem desfrutar de bares, restaurante, esplanadas, parque infantil, área de piquenique, ancoradouro e rampa de acesso para barcos. A praia também oferece espaços para a venda de artigos de praia, bebidas, comida rápida e gelados, e os operadores locais proporcionam passeios de barco e atividades náuticas.

  • A diferença de critérios nas bandeiras das praias

    A diferença de critérios nas bandeiras das praias

    No entanto, a associação ambientalista ZERO apontou que várias destas praias não alcançaram o objetivo de poluição zero. Esta discrepância levanta questões sobre os critérios utilizados para a atribuição destes galardões.

    A Bandeira Azul é um eco-label internacional que é atribuído a praias e marinas que cumprem um conjunto rigoroso de critérios ambientais, educacionais, de segurança e de gestão.

    Estes critérios estão divididos em quatro grupos principais: Informação e Educação Ambiental, Qualidade da Água, Gestão Ambiental e Equipamentos, e Segurança e Serviços.

    Para receber a Bandeira Azul, as praias devem cumprir todos os critérios imperativos e a maioria dos critérios guia.

    Por outro lado, a Qualidade de Ouro é um galardão atribuído pela Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, que se foca especificamente na qualidade da água balnear.

    As praias que recebem este selo demonstram consistentemente uma água de excelente qualidade ao longo de cinco anos consecutivos.

    A diferença entre os dois prémios reside, portanto, no âmbito dos critérios. Enquanto a Bandeira Azul abrange uma avaliação mais ampla e diversificada, incluindo educação ambiental, gestão e serviços, a Qualidade de Ouro centra-se exclusivamente na análise da qualidade da água.

    É possível que uma praia cumpra os requisitos para a Qualidade de Ouro, mas não para a Bandeira Azul, se não atender a outros critérios como educação ambiental ou gestão de resíduos.

    A situação apontada pela ZERO pode indicar que, apesar da excelência da qualidade da água, existem outros fatores ambientais que necessitam de atenção e melhoria.

    Este é um lembrete importante de que a sustentabilidade ambiental é multifacetada e requer um compromisso contínuo com todos os aspetos do ecossistema.

    Para os visitantes das praias algarvias, estas distinções são essenciais para entender o nível de compromisso das praias com a sustentabilidade e a proteção ambiental. Enquanto desfrutam das águas cristalinas e das areias douradas, também podem contribuir para a preservação destes espaços naturais, adotando práticas responsáveis e respeitando as diretrizes ambientais.

    A discussão sobre os critérios de atribuição das bandeiras é uma oportunidade para aumentar a consciência ambiental e promover ações que garantam a saúde e a beleza das praias do Algarve para as gerações futuras.

    É um convite à reflexão sobre o que cada um de nós pode fazer para ajudar a atingir o objetivo de poluição zero e assegurar que as praias continuem a ser um tesouro nacional.

    Foz com Copilot
  • Albufeira já abriu época balnear

    Albufeira já abriu época balnear

    Esteve também presente a Associação de Nadadores Salvadores de Albufeira (ANSA), a Autoridade Marítima, a GNR e os Bombeiros Voluntários de Albufeira.

    A cerimônia, realizada na Praia dos Pescadores, contou com a presença dos membros do executivo da Câmara Municipal e de várias entidades responsáveis pela zona costeira, que apresentaram os recursos e equipamentos usados nas operações de limpeza, resgate e segurança.

    O evento foi marcado por um exercício de simulação de afogamento, seguido de um resgate, e também por uma mostra dos veículos empregados na manutenção das praias locais. Além disso, houve a participação de três turmas de estudantes das escolas de Albufeira.

    Durante o seu discurso, José Carlos Rolo declarou que «como é tradição, o Município adianta a abertura da temporada balnear, disponibilizando todos os meios e pessoal necessários para o uso das praias de Albufeira».

    O presidente da Câmara Municipal salientou que «apesar das discussões sobre a diversificação do turismo em Albufeira, como tem sido promovido durante o mandato, por meio de competições e eventos desportivos de grande porte, da candidatura do Geoparque Algarvensis a patrimônio da UNESCO ou da exposição subaquática de Vhils na Praia de Santa Eulália, o turismo de ‘Sol e Praia’ é definitivamente o chamariz de Albufeira».

    Estiveram presentes também três turmas de alunos das escolas de Albufeira, especificamente da E.B. 1, 2, 3 da Guia, da E.B. 2, 3 D. Martim Fernandes e da Escola Secundária de Albufeira, que tiveram a chance de participar nas atividades educativas.

    albufeira 01 15 de maio 2024
    albufeira 01 15 de maio 2024
  • Todas as praias de VRSA com azul e ouro

    Todas as praias de VRSA com azul e ouro

    O galardão é atribuído todos pela Associação Bandeira Azul de Ambiente e Educação, reconhecendo o seu mérito turístico.

    A Bandeira Azul é um símbolo de qualidade concedido às praias que cumpram um conjunto de critérios relacionados com quatro grupos fundamentais: informação e educação ambiental; qualidade da água; gestão ambiental e equipamentos; e segurança e serviços.

    Em simultâneo, as cinco zonas balneares de Vila Real de Santo António – Fábrica-Mar, Manta Rota, Lota, Monte Gordo e Santo António – foram, em 2024, classificadas com «Qualidade de Ouro» pela Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza.

    O galardão distingue anualmente a qualidade da água balnear das praias portuguesas, tendo exclusivamente em consideração as análises efetuadas nos laboratórios das diferentes Administrações Regionais Hidrográficas.

  • Nadadores salvadores com certificação até ao fim deste ano

    Nadadores salvadores com certificação até ao fim deste ano

    O Intitito de Socorros a Náufragos, entidade reguladora da economia assistência a banhistas, com o regime legal do nadador-salvador e no âmbito das suas competências como entidade com a responsabilidade de certificação dos nadadores-salvadores, vai realizar sessões de Exame Específico de Aptidão Técnica, para efeitos de recertificação nas categorias de nadador-salvador e nadador-salvador coordenador.

    Com essas sessões os nadadores-salvadores podem assegurar a recertificação dos seus cartões, sem terem que frequentar uma nova formação, bem como os nadadores-salvadores estrangeiros que pretendam ver a sua formação reconhecida em Portugal, devendo para isso inscrever-se com a maior antecedência possível, por forma a garantir que se encontra com a certificação válida para desempenhar funções.

  • Mamífero marinho deu à costa em Monte Gordo

    Mamífero marinho deu à costa em Monte Gordo

    A Autoridade Marítima Nacional, deu nota de que foram acionados os meios da Polícia Marítima para o local e solicitado o apoio Câmara Municipal de Vila Real de Santo António para a remoção.

    A Rede Nacional de Arrojamentos, coordenada pelo Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF).
    Após análise dos técnicos o referido mamífero foi enterrado. o CLPM de VRSA tomou conta da ocorrência.