Um homem, de 58 anos, morreu esta tarde depois de alegadamente se ter sentido mal enquanto estava a banhos na praia da Lota, no concelho de Vila Real de Santo António, informou a Autoridade Marítima Nacional.
O alerta foi recebido ali recebido, pelas 14:15 horas, através do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), tendo sido de imediato ativados para o local elementos do Comando-Local da Polícia Marítima de Vila Real de Santo António e do Projeto “SeaWatch”, bem como dos Bombeiros Voluntários de Vila Real de Santo António e do INEM.
À chegada constataram que a vítima, um homem de 58 anos, tinha sido retirada, da água para o areal, por populares, tendo os nadadores-salvadores da praia iniciado de imediato as manobras de reanimação, até à chegada dos elementos do Projeto “SeaWatch”, dos Bombeiros Voluntários de Vila Real de Santo António e do INEM, que continuaram as manobras.
A vítima foi posteriormente transportada, em estado muito grave, pelos elementos do INEM, para uma unidade hospitalar. O Gabinete de Psicologia da Polícia Marítima foi ativado e encontra-se a prestar apoio à família da vítima.
O Comando-local da Polícia Marítima de Vila Real de Santo António tomou conta da ocorrência.
É que, no Dia Mundial dos Oceanos, 8 de Junho, o ministério do Ambiente e da Ação Climática (MAAC) anunciou a consulta pública da proposta de classificação do «Recife do Algarve – Pedra do Valado» como Parque Natural Marinho, considerado um património natural nacional de características únicas.
«Esta área marinha constitui uma das zonas mais ricas em termos de biodiversidade a nível nacional, sendo um dos maiores recifes rochosos costeiros de Portugal com valores naturais ímpares, conforme foi evidenciado no artigo “Recife Pedra do Valado, um tesouro submarino no Algarve” (publicado na National Geographic Portugal), desenvolvendo-se naquele espaço atividades de pesca comercial e lúdica e atividades marítimo-turísticas com importância económica e social ao nível das comunidades locais, as quais foram envolvidas no processo preparatório da classificação, liderado pelo Centro de Ciências do Mar (CCMAR) da Universidade do Algarve, na sequência dos estudos efetuados entre 2003 e 2017», explica aquele organismo, recentemente transformado em Instituto Público.
Com a classificação do Parque Natural Marinho do Recife do Algarve – Pedra do Valado, «cumpre-se o previsto na Estratégia de Biodiversidade da União Europeia para 2030, que prevê a classificação de, pelo menos, 30% do espaço marítimo sob jurisdição nacional até 2030, estando esta proposta igualmente alinhada com os compromissos assumidos na Conferência das Nações Unidas dos Oceanos de 2022 e na 15.ª Conferência das Partes (COP) das Nações Unidas, no âmbito da Convenção para a Diversidade Biológica de final de 2022, e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, previstos na Agenda 2030 das Nações Unidas, nomeadamente o Objetivo 14: Proteger a Vida Marinha».
A CCDR do Algarve assinala-se que as áreas marinhas e costeiras protegidas representam apenas 8,9% da área total sob jurisdição nacional, tendo sido a última classificada em 1998.
O Governo anunciou que, pela primeira vez, os pescadores afetados pela área de não pesca receberão uma compensação temporária, conforme estudo em elaboração pelo CCMAR.
Durante o período de discussão pública, os documentos que compõem o processo referente à proposta de classificação podem ser consultados a partir dos portais do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e do ConsultaLEX, no qual os interessados poderão apresentar as suas observações e sugestões.
A consulta presencial dos documentos disponibilizados poderá ser feita no horário normal de expediente nos serviços centrais do ICNF, na Avenida da República, n.º 16, em Lisboa, e na Direção Regional da Conservação da Natureza e Florestas do Algarve, sita no Centro de Educação Ambiental de Marim, Quelfes, Olhão.
Foi resgatado no início de maio e encontrava-se bastante debilitado, com as penas desgastadas e uma mancha de óleo na barriga. Após ter sido concluído o diagnóstico, o Centro de Recuperação e Investigação de Aves e Animais Selvagens, situado em Olhão, deu início «ao protocolo estabelecido para aves marinhas emaciadas – um processo que inclui, entre outros, administrações de fluídos (sub-cutâneos, intravenosos e/ou orais) de acordo com o seu estado».
Para saber que medidas aplicar, existem sempre em consideração diversos critérios relacionados com o peso e valores sanguíneos. Após todo o stress do resgate e do exame físico, ficou a descansar durante a noite, sendo os dias seguiram «focados no protocolo, até que estava forte o suficiente».
Para surpresa dos técnicos do RIAS, depois de decidirem dar-lhe peixe que o devorou. Durante os dias seguintes, e já totalmente estabilizado, foi colocado numa pequena piscina exterior, com acesso a um sítio seco, de forma a recuperar a sua impermeabilidade, muito importante para uma ave marinha. À noite, era recolhido para o interior para não estar sujeito às baixas temperaturas.
Pouco tempo depois, foi transferido definitivamente para uma instalação exterior, uma piscina maior, ainda com acesso a uma prancha, que lhe foi gradualmente retirada. Assim ficou até ser finalmente libertado na zona onde foi resgatado, a Ilha Deserta.
Acompanhe pelos vídeos, a recuperação desta ave aqui, segera a RIAS: https://rias-aldeia.blogspot.com/…/primeiro-papagaio-do…
Foram ativados para o local, de imediato, os elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Vila Real de Santo António, meios do Combate à Poluição do Mar, da Capitania de Vila Real de Santo António, tripulantes da Estação Salva-vidas de Vila Real de Santo António e Bombeiros Voluntários de Vila Real de Santo António.
A ação de socorro fez colocar à volta da embarcação, já afundada, uma manga de poluição para garantir a contenção de material poluente, embora não tenha sido regista e se encontre sob acompanhamento. O proprietário da embarcação terá de remover a embarcação do local.
O Comando-local da Polícia Marítima de Vila Real de Santo António tomou conta da ocorrência.
A senhora sofreu uma queda quando praticava escalada com um grupo de amigos, entre a praia do Beliche e a Ponta do Cabo de São Vicente, no concelho de Vila do Bispo.
Segundo a Autoridade Marítima, o alerta foi por volta das 16:00 horas, tedo-se sido, de imediato, enviados para a zona tripulantes da Estação Salva-vidas de Sagres e elementos da Polícia Marítima de Lagos.
À chegada ao local, constatou-se que a mulher se encontrava num local de difícil acesso, tendo-se procedido ao seu resgate com recurso a uma embarcação, para o porto da Baleeira, onde já se encontrava uma ambulância do INEM, que a transportou posteriormente para uma unidade hospitalar.
O Capitão do Porto e Comandante-local da Polícia Marítima de Lagos coordenou as operações de resgate e o Comando-local da Polícia Marítima de Lagos tomou conta da ocorrência.
O exercício teve iniciativa da Armada de Espanha com o registo MARSEC 23. Guadiana Digital publica, sob licença da Arenilha TV, um vídeo, com locução do jornalista Eusébio Costa, a documentar as diversas fases da operação.
Se tivesse sido a sério, seria de registar três mortos e 29 feridos, para um acidente deste tipo. Foi apenas um simulacro, para colocar sob o estado de operacionalidade para dar combate a estas tragédias, as forças de segurança envolvidas na proteção dos cidadãos em ambos os lados de um fronteira líquida, onde circulam a toda a hora barcos de todas as nacionalidades e tipos diferentes.
A coisa simulou-se mais ou menos assim. Cerca das 10:30 da manhã registou-se uma colisão no rio Guadiana, frente ao porto de Ayamonte, entre um ferry que une os municípios de Vila Real de Santo António e Ayamonte, cheio de turistas, e um barco de pesca.
Os dois barcos assinalam o acidente através de VHF e, a gravidade do acontecimento, obrigou a que fossem ativados o Plano de Emergência do Território da Andaluzia (PTEAND) em pré-emergência, o Plano de Emergência Municipal de Ayamonte e o Plano Interior Marítimo de Espanha, tendo sido mobilizados numerosos efetivos, em ambos os lados da fronteira. Em Vila Real de Santo António, participaram a Capitania do Porto e os Bombeiros Voluntários.
Foram registadas observações de mais de mil organismos no referido arquipélago e mais de uma centena na área de Peniche.
Aquele Instituto apresenta o conjunto de cuidados a tomar:
• Se detetar uma caravela-portuguesa, não lhe toque e informe as pessoas que se encontram nas imediações. Localizadas nos tentáculos, as suas células urticantes são capazes de causar queimaduras severas, mesmo após a morte do animal. • Uma vez que esta é a espécie mais perigosa de gelatinosos que ocorre no país, nunca é demais alertar para os cuidados a ter em caso de contacto inadvertido com a mesma. Comece por lavar a zona afetada cuidadosamente com água do mar sem esfregar, remova então possíveis vestígios da pele com uma pinça e aplique compressas quentes (40º C) durante 20 minutos ou vinagre sem diluir. Por fim, dependendo da gravidade da situação, procure um profissional de saúde. • O projeto de ciência cidadã GelAvista realiza, desde 2016, a monitorização de gelatinosos em toda a costa portuguesa. Trata-se de um projeto do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) que desafia os cidadãos a contribuir para o desenvolvimento da ciência através da comunicação de avistamentos das espécies que ocorrem no país. • Só com a colaboração de todos será possível saber a área de ocorrência e estimar a abundância desta e de outras espécies, assim como conhecer melhor os seus padrões de distribuição sazonal e espacial. • Participe na monitorização de gelatinosos em Portugal, enviando os seus avistamentos através da aplicação GelAvista ou para plancton@ipma.pt. • Mais informamos que estamos disponíveis para qualquer esclarecimento adicional que entendam necessário.
Está a recuperar bem dos traumatismos provocados pela exposição ao vento, mar e sol e dos possíveis traumas psicológicos da aventura, na companhia dos pais.
O caso emocionou e fez chegar às lágrimas as comunidades locais, quando foi anunciado o seu salvamento. depois de ter enfrentado condições adversas, uma noite inteira no mar e a soalheira de um dia inteiro, 20 horas ao todo, enfrentando sob o espetro da morte, se não fosse resgatada.
A aventura desta jovem, que era escuteira, o que proporciona uma diferente resistência psicológica a condições de isolamento, e que aparenta grande robustez física, fica indelevelmente marcada nas praias do concelho de Vila de Santo António, onde contou com uma vigilância e um alerta sempre com a expetativa de um desfecho feliz, que viria a suceder e a ter semelhanças com o final das películas cinematográficas.
a jovem salva
A aventura no mar
Segundo a Autoridade Marítima Nacional, a jovem encontrava-se desaparecida no mar desde a noite de 14 de abril, quando entrara nas águas da Baía de Monte Gordo, com com uma prancha de stand-up paddle, não conseguindo remar para terra, na praia do Coelho, no concelho de Vila Real de Santo António. devido às condições do vento.
Foi um navio mercante, da MSC, que se apressou a informar que tinham encontrado a jovem que se encontrava desaparecida, a 25 milhas náuticas, aproximadamente 46 quilómetros, a sul de Vila Real de Santo António, tendo sido deslocada de imediato para o local uma embarcação do Comando-local da Polícia Marítima de Vila Real de Santo António e o navio NRP Oríon, da Marinha Portuguesa.
Relatam as autoridade que «à chegada ao local, constatou-se que a jovem se encontrava com sinais severos de hipotermia, tendo sido solicitado o apoio da aeronave da Força Aérea Portuguesa. Os elementos da Força Aérea procederam ao resgate da vítima, tendo transportado a mesma para o aeroporto de Faro, onde aguardava uma ambulância do INEM, que a transportou para uma unidade hospitalar».
Nas operações de busca, coordenadas pelo Capitão do Porto e Comandante-local da Polícia Marítima de Vila Real de Santo António, foi ainda relatado, estiveram empenhadas uma embarcação do Comando-local da Polícia Marítima de Vila Real de Santo António, duas embarcações das Estações Salva-vidas de Vila Real de Santo António e Tavira, o navio NRP Oríon, da Marinha Portuguesa, uma embarcação da Sociedade de Salvamento e Segurança Marítima (SASEMAR), uma embarcação da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR, bem como uma mota 4×4 da Vigilância Motorizada da Autoridade Marítima Nacional, uma viatura do Comando-local da Polícia Marítima de Vila Real de Santo António, uma viatura todo-o-terreno do Serviço Municipal de Proteção Civil de Vila Real de Santo António e uma aeronave da Força Aérea Portuguesa.
Helcópeto «Melin» recuperou a jovem no mar do Algarve
Helicóptero EH-101 «Merlin» da Esquadra 751 Pumas da Força Aérea Portuguesa (FAP), no Mar do Algarve, a 56 km de Faro, ao final da tarde de 16 de Abril de 2023, recupera uma jovem portuguesa, recolhida pelo navio porta-contentores MSC Reef». IMO 9754965, após ter estado desaparecida durante 20 horas no Mar do Algarve,
O MSC Reef é um porta-contentores construído em 2016, desloca 200 000 toneladas, com 398,4 metros de comprimento e 59,08 metros de boca, sendo actualmente operado, sob pavilhão da Libéria, pela empresa multinacional suíça Mediterranean Shipping Company (MSC) S.A. . Este navio mercante, proveniente de Antuérpia (BEANR, Bélgica), cruzava o Mar do Algarve rumo a Tanger (MAPTM, Marrocos).
O helicóptero Agusta-Westland EH-101 Merlin é um transporte médio, trimotor, que entrou ao serviço da Força Aérea Portuguesa (FAP) em 2004 – sendo o meio escolhido para substituir os Aérospatiale SA-330 Puma, nome do qual aliás deriva o cognome da esquadra a que estão afectos, a Esquadra 751 “Pumas”. Esta esquadra tem uma tripulação em alerta permanente na Base Aérea N.º 6, Montijo, uma tripulação e aeronave no Aeródromo de Manobra N.º 3, Porto Santo (Região Autónoma da Madeira), e duas tripulações e duas aeronaves na Base Aérea N.º 4, Lajes (Região Autónoma dos Açores).
O EH-101 Merlin tem um comprimento de 19,30 metros, uma altura de 6,61 metros e uma envergadura de 18,60 metros. Propulsionado por 3 motores Rolls-Royce Turbomeca RTM 322-MK 250, consegue uma velocidade de cruzeiro de 278 kh/h com um raio de acção de 740 km e um tecto de altitude de 4 575 metros. Com uma tripulação de 3 a 5 elementos, pode transportar até 30 militares equipados, com um peso máximo à descolagem de 14,6 toneladas. Pode ainda, com guincho, suportar uma carga alternativa exterior de 5,5 toneladas.
a) A prática de SUP só é permitida durante o período diurno até uma hora antes do pôr do sol; b) Durante a época balnear, é proibida a prática de SUP nas zonas reservadas a banhistas; c) A prática de SUP não pode ser exercida mais de 300 metros da borda de água; d) A prática de SUP implica o uso obrigatório de colete salva-vidas e leash; e) O praticante deve dispor de comunicações móveis em condições de comunicar com o número nacional de emergência (112) em caso de acidente; f) Cumulativamente aos avisos de mau tempo promulgados, a prática de SUP não pode ser exercida com vento superior a F4 da escala de Beaufort (até 16 nós) e mar de Pequena Vaga (vaga até 1 metro de altura), atenção não confundir vaga com rebentação da onda na praia.
Trata-se de uma infraestrutura que funcionará como um laboratório vivo, essencial para o desenvolvimento de serviços, bens e produtos nas áreas da biotecnologia, alimentação e valorização de recursos endógenos do mar, com conclusão da entrada em funcionamento prevista dentro de dois anos.
Será reconstruído e ampliado o edifício existente no limite sul da área portuária de Olhão, no pontão nascente do porto de pesca, comprometendo-se o Consórcio à execução do projeto e criação de sinergias que «potenciem o desenvolvimento, atraiam empresas e investimento, e criem postos de trabalho».
Abrangerá a área de 836 m2, onde vão ser serão instalados vários laboratórios de ensaios e cultivo de organismos marinhos, sendo o Polo dotado com capacidade para biologia molecular, biologia geral ou patologia, incluindo novas tecnologias e robótica, bioprospecção para a indústria cosmética e a farmacêutica.
O Polo HUB Azul do Algarve resulta de uma candidatura a fundos do Plano de Recuperação e Resiliência liderada pelo Município, e traduzir-se-á num investimento de 4,4 milhões de euros, repartidos pelo Fundo Azul e pela autarquia.
Os responsáveis da autarquia pretendem «criar condições para uma economia do mar mais competitiva, mais coesa e inclusiva, mas também mais descarbonizada e sustentável, com maior capacidade de aproveitamento das oportunidades provenientes das transições climática e digital, ao mesmo tempo que se reforçam a formação e a capacitação técnica dos trabalhadores e estudantes na área do mar».
As SeaPods são casas flutuantes inteligentes e uma proposta se para viver no mar. Trata-se de um projeto de habitação modular da empresa Ocean Builders, que, segundo a empresa, estará disponível em 2024.
A empresa Ocean Builders está especializada em tecnologia marinha inovadora e acaba de lançar uma nova frota de casas modulares projetadas para viver no meio do oceano. As cápsulas foram batizadas como SeaPods e desenhadas pelo arquiteto Koen Olthuis.
Trata-se de um projeto de casas futuristas com 77 metros quadrados de área de estar distribuídos em três níveis, incluindo um quarto principal com 21,5 m2 com vista panorâmica para o mar, uma sala de estar que pode ser configurada como um espaço para receber hóspedes ou como segundo quarto, cozinha, casa de banho que inclui jacuzzi com capacidade para quatro pessoas, terraço e opcionalmente um pátio que flutua 1,5 metros acima da água e que é o local perfeito para relaxar, meditar ou jantar.
Os recursos inteligentes da casa permitem abrir a porta sem chave, apenas com recurso a um anel no dedo e para ter acesso à ao duche ou banheira na temperatura e pressão da preferência de cada pessoa, colocar a música, acender e apagar as luzes…
Para não prejudicar o meio ambiente, o SeaPod não tem fundações. Flutua como um iceberg, usando tubos de aço cheios de ar., permitindo-lhe permanecer três metros acima da água, o que também significa que não é particularmente afetada pelas ondas, segundo os seus criadores, e mais segura do que uma casa na costa em caso de tsunami.
Após vários anos de estudos e testes, estão cada vez mais próximos de se tornarem realidade: espera-se que em 2024 sejam instalados no oceano, a poucos metros da Linton Bay Marina, no Panamá – será possível reservá-los por uma noite como hóspedes, ou comprá-los. No futuro, espera-se que também possam ser instalados em outras partes do mundo.
Do acidente resultaram, três feridos ligeiros, tendo a AMN dado nota que, na sequência de um alerta recebido pouco depois da meia-noite, através do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), foram ativados para o local elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Olhão, dos Bombeiros Municipais de Olhão e do INEM.
As embarcações recolheram ao porto de pesca de Olhão, onde atracaram em segurança, Três dos tripulantes que seguiam nas embarcações apresentavam ferimentos ligeiros, tendo sido assistidos no local pelos elementos do INEM e dos Bombeiros Voluntários de Olhão. Dois deles foram posteriormente transportados ao hospital.
As duas embarcações vão ser vistoriadas, por se terem verificado danos estruturais acentuados na embarcação de pesca local. O Comando-local da Polícia Marítima de Olhão tomou conta da ocorrência.
O incidente ocorreu cerca das 16:30, quando as autoridades foram alertadas para a presença de um homem caído na água na praia de Quarteira, tendo a vítima sido resgatada para terra por um popular que se encontrava na zona e sido prontamente assistida pelos nadadores salvadores, que executaram as manobras de reanimação até à chegada dos elementos do INEM. Estes deram continuidade às tentativas, não tendo sido possível reverter a situação, segundo explicou, em comunicado, a AMN.
O óbito foi declarado no local pelo médico do INEM, acrescentou. Ali estiveram elementos do comando local da Polícia Marítima de Faro, que tomou conta da ocorrência, do INEM e da Cruz Vermelha Portuguesa.
O gabinete de psicologia da Polícia Marítima foi ativado para prestar apoio aos familiares da vítima.
De acordo com a nota, os elementos da Estação Salva-vidas de Olhão e do Comando-local da Polícia Marítima de Olhão auxiliaram na tarde de ontem, 30 de julho, quatro tripulantes de um veleiro, de bandeira sueca, que encalhou à entrada da barra da Armona, no concelho Olhão.
O alerta recebido foi recebido cerca das 18:20 horas, através do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), a informar que se encontrava um veleiro encalhado à entrada da barra da Armona,.
Foram ativados para o local elementos da Estação Salva-vidas de Olhão e do Comando-local da Polícia Marítima de Olhão e, à chegada junto do veleiro, constataram que os tripulantes se encontravam bem fisicamente, sem necessidade de assistência médica, tendo os elementos da Estação Salva-vidas procedido ao resgate de três dos tripulantes para o porto de Olhão.
Face às condições da maré, não foi possível retirar o veleiro do local, tendo o proprietário ficado a bordo, onde durante a madrugada procederam ao desencalhe do veleiro, pelos próprios meios, tendo fundeado na ria Formosa.
O proprietário foi notificado, e só poderá largar após ser alvo de uma vistoria, a fim de assegurar as condições de navegabilidade. O Comando-local da Polícia Marítima de Olhão tomou conta da ocorrência.
A revelação foi feita pelo presidente da câmara municipal de Vila Real de Santo António, Álvaro Araújo, na presença do secretário de Estado do Mar, José Maria Costa e do presidente da CCDR-Algarve José Apolinário, no encerramento da reunião de trabalhos sobre a estratégia regional para o crescimento AZUL do Algarve e contributos para a construção transfronteiriça AAA – Projeto Atlazul, envolvendo Algarve, Alentejo e Andaluzia.
Foi ainda falada a construção de uma unidade de transformação do pescado ligada à aquicultura e de uma estação ligada ao Mar, no sapal de Castro Marim e outra em Sagres.
O presidente da CCDR Algarve, José Apolinário, referiu a necessidade de se completarem os trabalhos da navegabilidade do rio Guadiana, bem como as dragagens da barra do Guadiana, que pertencem agora a Portugal.
No âmbito do projeto Access2Sea, representantes de organizações e empresas de cinco países do Espaço Atlântico – Portugal, Irlanda, Espanha, França, Reino unido – participaram na passada semana no evento final do projeto, que incluiu uma visita a empresas do setor do Mar..
Com a natureza da produção das empresas visitadas, ficamos com uma ideia das potencialidades que existem no aproveitamento do mar para as atividades humanas.
Visitaram cinco empresas, a Éire Composites, que produz compósitos para cascos de Catamaran, a Mungo Murphy’s Seaweed Co; com produção de abalones, moluscos, em aquacultura e produtos naturais para cuidados da pele feitos de algas marinhas; a Breizon Ltd., com processamento de marisco cozido sob a marca Window to the Sea e exportação de mariscos frescos, congelados, cozidos e vivos para a Europa e China; a Connemara Seaweed Company, focada na criação de produtos de algas orgânicas excecionais; e a Zoan Biomed, crescimento de coral para uso em cirurgia ortopédica para enxertos e preenchimentos ósseos.
Na visita participaram representantes do CRIA e duas empresas portuguesas do setor do Mar: Bluegrowth e Blueveg.-
O evento incluiu um seminário sobre os temas do projeto Access2Sea: aceitação social das aquaculturas, planeamento espacial e modelos de negócio em aquaculturas.
O projeto Access2Sea, no qual a Universidade do Algarve participa, visa criar novas oportunidades para um crescimento mais competitivo e sustentável da aquicultura no Espaço Atlântico e é cofinanciado pelo programa Interreg Espaço Atlântico.
Um homem de nacionalidade austríaca morreu esta tarde depois de ter ficado em dificuldades na água e entrado em paragem cardiorrespiratória, na praia da Bordeira, no concelho de Aljezur, tendo sido iniciadas buscas por uma outra vítima que se encontra desaparecida.
O alerta foi recebido cerca das 19h25, através de Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), a informar que se encontravam duas pessoas em dificuldades na água, em risco de afogamento.
Foram de imediato ativados para o local elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Lagos, bem como elementos do Projeto “SeaWatch” de Lagos e de Portimão. Para o local deslocaram-se também elementos dos Bombeiros Voluntários de Aljezur e do INEM.
À chegada ao local, constatou-se que uma das vítimas, um homem de nacionalidade austríaca, tinha sido resgatada para terra por surfistas que se encontravam nas proximidades, encontrando-se em paragem cardiorrespiratória, tendo sido iniciadas as manobras de reanimação.
Após diversas tentativas de reanimação, não foi possível reverter a situação, tendo o óbito sido declarado no local pelo médico do INEM. Foi contactado o Ministério Público, tendo o corpo da vítima sido posteriormente transportado pelos elementos dos Bombeiros Voluntários de Aljezur para o Instituto de Medicina Legal de Portimão, acompanhado por uma viatura do Comando-local da Polícia Marítima de local.
Foram de seguida iniciadas buscas pela segunda vítima, um homem de nacionalidade austríaca, que se encontrava desaparecido na água, nas quais estiveram empenhados elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Lagos, do Projeto “SeaWatch” de Lagos e de Portimão e dos Bombeiros Voluntários de Aljezur.
As buscas, coordenadas pelo Capitão do Porto e Comandante-local da Polícia Marítima de Lagos, foram interrompidas ao final da tarde, sem que se tivesse encontrado a vítima, e serão retomadas amanhã de manhã.
Ao CCMAT/Universidade do Algarve especificou que caracterizará as «capacidades de natação e sensorial das larvas de peixe, suas respostas comportamentais e como as utilizam para seguir as pistas do berçário; estudar a ecologia alimentar e a condição fisiológica das larvas de peixe, e quantificar sua entrada em habitats de berçário».
Vânia Batista é principal investigador do projeto LittleFish-STP. e a prioridade é estudar a biologia, ecologia, ciclo de vida e pesca de um recurso pesqueiro anfídro, endêmico e importante em São Tomé e Príncipe, ‘peixinho’ – peixinho, Sicydium bustamantei Greeff, 1884. Este projeto pretende fazer do estudo de caso ‘peixinho’, um grande exemplo para a pesca de batata frita semelhante em outras ilhas tropicais.
A investigadora tem trabalhado no projeto LuandaWaterFront em colaboração com parceiros em Luanda, a fim de caracterizar e determinar a influência dos distúrbios ou impacto ambiental nessas comunidades a partir das respostas dos organismos na Baía de Luanda.
Nos últimos anos, declarou ao CCMAR/UALG «também tive o privilégio de colaborar em atividades de pesquisa relacionadas a diversos temas, comportamento de larvas de peixes, mudanças climáticas e pesca, contato com comunidades pesqueiras, atividades de ciência cidadã, monitoramento de espécies invasoras, monitoramento de zooplâncton no Estuário de Guadiana e Ria Formosa, etc. Também tive a oportunidade de trabalhar em projetos em países africanos (São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique)».
Nas horas livres, Vânia gosta de caminhar na natureza, passar um tempo na praia assistindo o mar, assistir séries de TV, ouvir música e ler livros, viajar e conhecer novos lugares e culturas.
Durante esta ação, foram detetadas e fiscalizadas cinco embarcações de pesca em plena atividade de captura de bivalves, com recurso a uma arte de pesca denominada de “ganchorra rebocada”, cujos pescadores a bordo se encontravam em situação de infração por operarem fora do horário definido por lei e por não envergarem os coletes de salvação.
Foram elaborados os respetivos autos de notícia, tendo os elementos da Polícia Marítima apreendido, como medida cautelar, cerca de 180kg de amêijoa pé-de-burrinho e cerca de 80kg de conquilha que, por ainda se encontrarem vivos, foram devolvidos ao seu habitat natural.
Nesta ação estiveram empenhados sete elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Tavira, apoiados uma embarcação e duas viaturas.
O aumento da quota na pesca da sardinha previsto para este ano das dez para as trinta mil toneladas, anunciada pelo ministro do mar, é do agrado dos pescadores, positivo para o setor e para toda a cadeia de valor envolvida na pescaria da sardinha foi o que disse à agência noticiosa Lusa o presidente da Olhãopesca – Organização de Produtores de Pesca do Algarve.
O presidente da Cooperativa dos Armadores Pesca do Barlavento – Barlapescas salientou que os cientistas deram razão aos pescadores que detetaram a existência de muita sardinha no mar.
O ministro do Mar, Ricardo Serrão Santos, tinha revelado que a captura de sardinha em Portugal poderá aumentar para até 30.000 toneladas já este ano, após o parecer científico do Conselho Internacional para a Exploração do Mar e indicado que a avaliação científica revelou uma recuperação da biomassa. Contudo, realça ser importante manter a sustentabilidade do recurso.
O parecer do Conselho Internacional para a Exploração do Mar indica que as capturas de sardinha em Portugal e Espanha não devem ultrapassar as 40.434 toneladas este ano, prosseguindo agora o diálogo entre os dois países para definir as exatas possibilidades de pesca. A negociação será entre as 27.000 e as 30.000 toneladas, uma vez que Portugal é responsável por 66,6% da quota de pesca da sardinha, enquanto Espanha fica com os restantes 33,3%.
O incidente ocorreu no dia de ontem e envolveu turistas estrangeiros, numa zona de mar situada entre a Ilha de Tavira e Terra Estreita, tendo a equipa prestado o auxilio com o reboque e transporte dos ocupantes. Ninguém ficou ferido.
Para as populações locais, a equipa da Estação de Salva-Vidas de Tavira é uma peça fundamental na proteção, prevenção e intervenção em ocorrências na Ria e no Mar
Tavira é uma terra virada ao mar e tem testemunhado muitos feitos desenvolvidos por estes operacionais ao longo de várias dezenas de anos, numa história riquíssima de superações e vitórias e infelizmente, também em histórias trágicas em que os seus operacionais foram vitimas do infortúnio ou conseguiram fazer a diferença no seio das famílias dos pescadores das comunidades. Pretende a manutenção deste serviço, cuja a preservação da sua base é uma prioridade.