A sétima edição do Triatlo de Altura, no concelho de Castro Marim, está de volta no dia 30 de outubro, pelas 10:30, anunciou a autarquia.
Esta prova, está integrada no Campeonato Regional do Algarve e Baixo Alentejo, vai decorrer na praia de Altura (Alagoa) com as vertentes de natação – 750 m, bicicleta – 20 km e corrida -5 km.
No anúncio da prova, a organização está convicta que esta prova promete trazer muitos atletas federados nacionais e de outros países, nomeadamente da vizinha Espanha”, refere o município em comunicado.
O VII Triatlo de Altura é uma organização do Clube Leões do Sul, de São Bartolomeu do Sul, e do município de Castro Marim, com o apoio técnico da Federação de Triatlo de Portugal e os apoios do Turismo do Algarve, Castro Marim Golfe & Country Club, Junta de Freguesia de Altura e do IPDJ (Delegação Regional do Algarve).
A prova integra o programa desportivo Euroguadianasport, da Eurocidade do Guadiana, uma iniciativa integrada na candidatura INTERREG – Espanha – Portugal.
A iniciativa decorre no Pavilhão de Usos da sede do concelho que está de entrada renovada no novo Parque Exterior.
No calendário da feira e com a ação de participantes, constam a Observação da Fauna, em zona de caça com linces, em percurso a pé com guia, dia 21; uma montaria com javalis, veados e gamos, a 12ª Taça Ibérica Stº Huberto, Torneiro de Tiro aos Pratos, no campo de tiro «O Alhinho; dia 22; Caçada de Falcoaria, caça de salto, Observação da Fauna, em zsona de caça com linces, desta vez com jeep; o 10º Campeonato de Caça de Salto «Fernando Pereira», dia 23.
Os colóquios estão previstos para o dia 22, a partir das 14 horas. Ao mesmo tempo
No percurso, de cerca de 17 quilómetros, os atletas atravessam o rio Guadiana pela Ponte Internacional do Guadiana. A partida está marcada para as 11:15, 12:15 horas em Espanha, junto ao Pavilhão João Ilídio Setúbal.
A edição deste ano presta homenagem a José Manuel Lobo Militão, falecido no passado mês de julho, uma das figuras incontornáveis do atletismo no concelho pombalino e um dos mentores deste evento desportivo.
A autarquia espera a presença de mil atletas nesta 27.ª edição da prova internacional e as inscrições continuam a abertas até ao dia 3 de novembro, no website da prova: www.10millasdelguadiana.com.
Os participantes devem ter uma idade superior a 18 anos e podem inscrever-se a nível individual, coletivamente, federado ou não, sendo integrados num dos nove escalões disponíveis. No final serão distribuídos três tipos de classificações: geral individual masculina e feminina, individual por escalões e coletiva por equipas.
As X Milhas do Guadiana são organizadas pela Comissão Mista Desportiva das Câmaras Municipais de VRSA, Castro Marim e Ayamonte, pela Divisão Municipal de Desporto de Ayamonte, Grupo Desportivo Pic-Nic e Clube de Atletismo de Ayamonte.
A prova teve a sua primeira edição em 1992, tendo sido assinalada a construção da Ponte Internacional do Guadiana.
Ruas e praças transbordam de gente, perante a alegria e a capacidade de acolhimento da população local, ávida desta feira que não se realizava já há dois anos, interrompida que ficou pelos surtos de Covid-19 e da pandemia que assolou o Mundo e ainda dá que falar.
Como sempre, no dia 12 de Outubro, quando os nossos vizinhos espanhóis celebraram o seu dia nacional, «Dia da Hispanidade», que recorda a chegada de Cristóvão Colombo às Caraíbas, e. como desde 1991, a beneficiarem da Ponte Internacional do Guadiana, as artérias e parques da cidade encheram-se de viaturas.
Apesar dos esforços da autarquia vila-realense e da associação de empresários local, continuam a verificar-se, nas zonas de cobrança de portagem, numerosas filas que podiam ser impedidas se fosse mais bem esclarecido que o acesso à zona do Guadiana, no Sotavento Algarvio, está isento de portagem.
Associação ZERO avalia caudais a algumas semanas do final do ano hidrológico.
A Associação ZERO, efetuou uma avaliação dos resultados relativos aos caudais dos três principais rios internacionais, Douro, Tejo e Guadiana, desde o início do ano hidrológico que se estende de 1 de outubro de 2021 a 30 de setembro de 2022 e está a apelar ao entendimento sobre caudais ecológicos tal como sugerido na Diretiva Quadro da Água.
A avaliação foi efetuada «com base nas estações hidrométricas previstas ou equivalentes na Convenção sobre a Cooperação para a Proteção e o Aproveitamento Sustentável das Águas das Bacias Hidrográficas Luso-Espanholas». Os dados de caudais foram retirados do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos tendo sido considerada a informação até 3 de setembro, inclusive.
Anota que Espanha alegou exceções em todos os rios, mas deve ter de ir mais longe no Tejo. Descreve que, depois de seca que tem assolado a Península Ibérica, o rio Douro tem um terço do volume de água em falta, o Douro tem um terço do volume de água em falta o Guadiana está em regime de exceção, 20 dias sem atingir o caudal mínimo diário e 17% aquém do mínimo anual no início de setembro
No caso do Guadiana, a Espanha alegou também uma situação de exceção, não tendo assim que cumprir os caudais em causa. «Efetivamente, no início de setembro, de acordo com os dados da estação hidrométrica do Monte da Vinha, Espanha estava cerca de 17% (51 hectómetros cúbicos) aquém do valor mínimo anual estabelecido na Convenção (300 hectómetros cúbicos), quando não existe regime de exceção.»
«A Espanha tem de garantir um valor médio diário de 2 metros cúbicos por segundo», lembra a ZERO, e desde 1 de outubro de 2021 até 3 de setembro, houve 20 dias em que tal não aconteceu. Mais uma vez, apesar da enorme capacidade da albufeira de Alqueva, no longo prazo, uma expansão do regadio pode estar em risco com estas restrições associadas a situações de seca mais frequentes e extremas.
O terreno estava reservado para o cultivo de abacate, mas antes de darem autorização para esta plantação, as autoridades locais pediram uma análise da terra, caso houvesse algo com importância arqueológica. A revista científica «Trabajos de Prehistoria», entende que o saldo da descoberta é positivo, no trabalho que publicou sobre o achado, intitulado «El sitio megalítico de La Torre-La Janera (Huelva): monumentalidades prehistóricas del Bajo Guadiana»
As pedras mais antigas do local, chamado sítio de La Torre-La Janera, foram erigidas provavelmente na segunda metade do 6º milênio a.C. ou no 5º milênio a.C. É uma das coleções mais diversas de megálitos, incluindo menires, dólmens, mamoas, cistas e muito mais. Menires isolados eram os mais comuns, com 526 deles. As pedras têm entre 1 e 3 metros de altura.
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A diversidade e o estado de conservações do complexo também impressionou os arqueólogos: menires alinhados, cromleques e dólmens juntos raramente são vistos na Europa. Cromleques são círculos feitos com várias pedras verticais, dólmens são tumbas construídas empilhando duas ou três pedras, cistas são quatro lajes de pedra formando um triângulo e mamoas são montículos artificiais de pedra, protegendo dólmens.
A maioria dos menires de La Torre-La Janera estava agrupada em 26 alinhamentos e dois cromleques, ambos no topo de colinas com uma vista aberta para o leste, de onde é possível ver o sol nascer, nos solstícios de verão e inverno europeus, e nos equinócios de primavera e outono do hemisfério norte. Uma boa parte das pedras está cravada bem fundo no solo.
Espera-se que o complexo seja escavado cuidadosamente, com trabalhos planejados para acontecer até 2026. Após escavações deste ano e do próximo ano, no entanto, os cientistas esperam que parte do sítio arqueológico já possa ser visitada por turistas. Para meios de comparação, o sítio de Carnac, no noroeste francês, tem cerca de 3.000 menires.
O local no contexto do Baixo-Guadiana
La Torre-La Janera está localizada na margem esquerda do rio Guadiana, no espaço ao redor do morro de Monte Gordo. É a elevação mais alta (155 m) do ambiente. Fica a 2,5 km a leste do rio Guadiana e pouco mais de 15 km ao norte do litoral atual.
Os elementos arqueológicos estão localizados em locais de topografia variável e substratos alternados de ardósias e grauvacas da Universidade Culm do Cinturão pirita ibérico (Anexo-Fig. 2). Na Pré-História Recente, durante o máximo transgressor phlandrian (6500-4000 BP), a foz do Guadiana foi formada como um estuário aberto com delta (Klein 2019: 24).
O nível do mar ultrapassou até 2 m o nível atual no quarto milênio a.C. A mudança das condições paleogeográficas e ambiental após o evento 4.2 ka BP levou do final do iii milênio a.C. a um entupimento fluvial progressivo e formação de pântanos atrás dos bancos de areia e ilhas barreira (Morales e Garel 2019).
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Fonte: Vista de El sitio megalítico de La Torre-La Janera (Huelva): monumentalidades prehistóricas del Bajo Guadiana (csic.es)
O rio é cenário principal, o ambiente quer-se de descontração para ver e ouvir o Nebuchadnezzar Group, a 14 de agosto, João Frade Jazz Trio, a 21, e Papa Dragon a 28, sempre a partir das 19:00, com entrada gratuita.
O Nebuchadnezzar Group formou-se em 2014 e é composto por Cláudio Alves, João Ferreira, Hugo Santos e Maximiliano Llanos, que dará um concerto que também tem incursões em géneros como rock e drum and bass.
João Frade é um músico algarvio que acompanha Mariza nas suas digressões e tem no seu currículo o prémio de campeão mundial de acordeão. Já o projeto Papa Dragon é composto por José Vieira na guitarra, João Melro na bateria e Luís Henrique no baixo, que apresentará cinco temas originais gravados durante o confinamento da pandemia de covid-19.
A uma iniciativa desenvolvida pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, em parceria com as associações e coletividades locais.
Um período de seca prolongado e calor extremo converteram o passado mês de julho no mês mais caloroso em Espanha. As barragens espanholas estiveram a 40% em média da sua capacidade, nos princípios de Agosto, muito abaixo da média de há dez anos. a qual rondava os 60%, segundo os dados oficiais do país.
O tempo seco e quente continuará provavelmente até ao Outono, de acordo com o serviço meteorológico da AEMET, o que acarretará uma maior pressão sobre a maior rede de barragens da Europa.
Como se pode verificar pelo mapa anexo, publicado pela Confederación Hidrográfica del Guadiana, a Bacia Hidrográfica está dividida em três partes, a Baixa, a Média e a Alta, com três parques naturais, o «Parque Natural do Vale do Guadiana», em Portugal, já a caminho da Foz, no Golfo de Cádiz, o «Parque Natural de las Tablas de Daimel», e o «Parque Natural de Las Lagunas de Ruidera», estes perto da nascente.
O rio tem 818 quilómetros de extensão, cruza cinco províncias espanholas e três comunidades autónomas distintas, Castilla-LaMancha, Extremadura, Andalucia, em Espanha, e duas Regiões portuguesas, Alentejo e Algarve.
Dentro das suas possibilidade de diário autónomo, Guadiana Digital, procura contribuir para trazer ao conhecimento dos seus leitores, aspetos da vida e da sociedade que abrangem estes territórios influenciados pela presença do Rio Guadiana e seus numerosos afluentes, ribeiras e córregos.
As estruturas apresentadas por Fernando Dias, na sua página do Facebook, localizam-se na margem esquerda do Vascão, do lado de Mértola e ficam na atual passagem da Grande Rota do Guadiana entre o Monte Vascão e o Monte Mesquita.
É possível observar três setias que canalizavam a água para igual número de tanques onde eram colocados tecidos grosseiros para serem pisados por um pesado pilão ligado a uma engrenagem movida pela força da água.
O local é de uma beleza natural inimaginável para a maioria dos mortais e deveria ser restaurado e valorizado para enriquecer a cultura de quem o quisesse visitar, valorizando este território que tão abandonado está. Julgo que será caso único, nas ribeiras do nordeste algarvio, embora exista o moinho do Pisão, também no Vascão e próximo de Diogo Dias, onde a avaliar pelo nome poderá ter existido uma estrutura idêntica.
A Virgem del Carmen é a Padroeira de Canela, povoação da margem direita do rio Guadiana, a sul da cidade de Ayamonte, fronteiriça a Vila Real de Santo António. Teve, no passado domingo, no passeio pelas ruas do bairro, a companhia da prefeita da cidade, Natalia Santos, e dos membros da sua equipe de governo local.
É um domingo sempre muito aguardado por todos os habitantes que a veneram, numa edição que se celebra de novo após dois anos de pandemia que impediram a celebração desta tradicional festa popular e religiosa.
A procissão, que partiu às cinco da tarde a partir do Eremitério de Canela, conduziu a Virgem a viajar, acompanhada por inúmeros fiéis, pelas ruas de um bairro que aguardava esse momento com especial entusiasmo.
Como de costume, o destaque do percurso é a entrada da Virgem, aos ombros de seus portadores, nas águas do rio acompanhados pelos sons dos bateristas. A procissão foi seguida pelo tradicional leilão da vara e das flores, nos portões do eremitério.
Mértola prepara-se para acolher as tradicionais “Festas da Vila”, como todos os anos por ocasião do Feriado Municipal, a 24 de junho.
Os festejos de São João invadem as ruas, o Castelo e o tradicional palco junto ao Guadiana no cais do Rio há espetáculo. Estes dias, são ponto de reencontro de todos os mertolenses e de todos os que visitam a vila para sentir e participar na animação e convívio com sons e alegria.
Este ano é de retoma de festividades, e são vários os espetáculos e artistas que vão subir aos vários palcos durante sete dias, disfrutando ao máximo as comemorações do São João.
Já no próximo dia 17 de Junho , realiza-se o espetáculo de Moullinex, no Castelo da Vila. No mesmo local, no dia seguinte, 18 de junho,, será a noite do Cante Alentejano a «entoar e encantar no recinto». No dia 22, o destino é o anfiteatro Zeca Afonso, que recebe uma “Noite de Fados”.
Já na contagem decrescente para o momento alto das comemorações das Festas da Vila de Mértola e com o aproximar do feriado Municipal, a celebração deste santo popular começa com a atuação dos «Alcoolémia” a 23 de junho no cais do Guadiana».
Este evento teve o apoio e o envolvimento da estação Náutica do Baixo Guadiana, estrutura coordenada pela Associação Naval do Guadiana e dos municípios de Vila Real de Santo António, Castro Marim e Alcoutim, que criaram todas as condições para assegurar a partida inaugural.
O projeto «Caminho Marítimo de Santiago em Portugal» a que já fizemos referência, pretende recriar, na costa portuguesa, a viagem da mítica «Barca de Pedra» que terá transportado o corpo do Apóstolo Santiago até à Galiza, navegando entre os locais que estão historicamente associados ao culto e à Ordem de Santiago – os Portos de ligação forte com Santiago.
A largada do cruzeiro inaugural do novo e primeiro «Caminho Marítimo de Santiago» em Portugal ocorreu ontem, dia 28 de maio no porto de Vila Real de Santo António.
Espetáculo de encerramento da 11ª edição. Vídeo divulgado pela Câmara Municipal de Mértola
Para quem não visitou Mértola durante os quatro dias do Festival Islâmico e quiser saber o que “perdeu”, clique no link abaixo para aceder a todos os vídeos que foram produzidos durante o evento, em parceria da autarquia com O Atual e o Canal Alentejo.
Nestes vídeos irá encontrar entrevistas a visitantes, expositores, organização, concertos em direto, animação circulante, conhecer o ambiente do famoso Souk (mercado de rua) do Festival e muito muito mais…
A semana e a Primavera entraram com chuva forte sobre o Vale do Guadiana, onde se temiam os mais variados cenários à mingua de água nos aquíferos, ribeiras e barragens, mas a população sentiu a carga súbita e repentina e os efeitos expressos no aforismo popular «o que é demais não presta».
Em qualquer dos casos, a chuva abundante de domingo que inundou ruas e praças, espera-se que vá ter continuidade durante a semana, desejando-se que passe a moderada e reponha as reservas que permitam enfrentar as necessidades da agricultura e o normal funcionamento da atividade turística.
Cá estaremos para acompanhar o desenvolvimento da situação.
Vídeo de Ayamonte Interesa – Costa de La Luz
Precisamente no dia em que havia visita à nau Santa Maria. Chuvada sobre Ayamonte cai este inusitado aguaceiro.
Reportagem da Arenilha TV, televisão local em Vila Real de Santo António.
O presidente da Região de Turismo do Algarve, João Fernandes, recolheu em Lisboa, em nome da Eurocidade do Guadiana, o distintivo que reconhece o trabalho de melhoria das acessibilidades enquanto destino turístico.
A RTA desenvolve o seu projeto Algarve4all na mesma linha de trabalho e colabora com o projeto de acessibilidade da Eurocidade.
Fez entrega do galardão de reconhecimento a diretora de Portugal Acessível, Ana García, na presença dos vice-presidentes de dos municípios de Castro Marim, Vila Real de Santo António e do diretor da Eurocidade do Guadiana.
A iniciativa é aberta à participação individual ou coletiva, e desenrola-se me três fases, com o objetivo de estimular a inovação, o empreendedorismo e a qualificação do tecido empresarial.
Conta com prémios que passam por ações de high coaching empresarial e pela atribuição de um “cheque” de € 2.500 euros ao grande vencedor. Até 30 de abril está aberta a fase de candidaturas do GUADIANA LAB cuja missão é promover a apresentação de projetos, produtos e serviços que contribuam para a introdução de inovação.
As grandes metas são fomentar a inovação e sustentabilidade, potenciar a integração de jovens, investigadores e empreendedores e promover o desenvolvimento de processos de indústrias criativas no território. São admitidas ideias de negócio exclusivamente em torno da economia do mar, nomeadamente as que se enquadrem no setor primário, na indústria transformadora, nos serviços avançados de tecnologia e turismo, nas indústrias culturais e criativas, na saúde e bem-estar, no setor agroalimentar e no âmbito das energias renováveis, tal como descrito no Regulamento do concurso, o qual aconselhamos a sua consulta.
As três melhores candidaturas terão acesso direto à segunda fase, com direito a ações de high coaching empresarial, nomeadamente Workshops e Planos de Negócio especializados. Na terceira e última fase há lugar às menções honrosas e a ideia vencedora terá direito a um prémio pecuniário de € 2.500.
O GUDIANA LAB é uma das atividades nucleares do CHOOSE GUADIANA, um projeto estruturado em torno de quatro eixos principais de atuação: o Mar e o Rio Guadiana enquanto fonte para a capacitação e qualificação das PME’s; fonte de atividade económica e investimento empresarial; fonte de inovação para novos produtos e serviços; e finalmente, enquanto destino de eleição na fileira náutica e desportiva.
A destacar que o Choose Guadiana é um projeto apoiado pelos município citados e pelo Programa Operacional CRESC ALGARVE 2020 (SIAC Qualificação).
Convocados pela plataforma «¿Y Huelva Quando» estes milhares de cidadãos individualmente ligados a todas as áreas da vida da capital daquela Província, estão a apoiar os pedidos, a todas as administrações, para que os principais investimentos e infraestruturas sejam finalmente concretizados.
A cidade acredita ter enviado uma mensagem de unidade cristalina e inequívoca ao dizer que não quer esperar mais nem ser discriminada em termos de investimento, em relação a outras comunidades,
A plataforma manifestou-se pela alta velocidade Huelva-Sevilha-Algarve, a melhoria da malha rodoviária Huelva-Sevilha e a modernização da linha Huelva-Zafra, bem como a prorrogação dos horários da conexão direta Huelva-Madrid e substituição dos atuais modelos de comboio da Alvia que considera serem os mais eficientes, bem como o alargamento do horário de funcionamento Huelva-Sevilha
Na infraestrutura rodoviária querem o envolvimento dos trajetos N435 com a ligação ao N435 com a Rota da Prata, acessos do Acesso do A49 com o Litoral, terceira via da autoestrada A49 e a divisão do A-492 pelo PCTH. Também um aeroporto, o aprofundamento e manutenção da dragagem do Porto de Huelva e o arranque do Hospital Materno Infantil.
São ainda colocadas reivindicações sobre as Infraestruturas hidráulicas com o desdobramento do túnel de San Silvestre, Transferência do Condado, represa Alcolea, ligações com a barragem do reservatório de Andévalo, Canal de Trigueros.
Quanto à costa litoral desejam um plano contínuo de manutenção e regeneração das praias e planos de praia, com infraestruturas de serviços no litoral.
A Confederação Hidrográfica do Guadiana anunciou o desmantelamento da represa de Los Jarales, no âmbito das ações de melhoria do estado ecológico do Rio Bullaque, um afluente direito na bacia do meio do rio Guadiana, ao norte do município de Piedrabuena (Ciudad Real), em Espanha.
Era uma barragem hidráulica de alvenaria de 5 m de altura, 6 m de largura e 114 m de comprimento, com três portões de drenagem. A obra destinou-se a de melhorar o estado ecológico do rio Bullaque, um ambiente ribeirinho que se destaca por sua naturalidade e diversidade biológica. As obras começaram a 11 de novembro, e duraram várias semanas.
Esta barragem, associada à atividade agrícola desde 1960, fragmentou a área e impediu as ações necessárias para recuperação do habitat ribeirinho, natural do ambiente afetado pela infraestrutura. Da mesma forma, seu estado atual refletia sintomas de abandono, identificando vazamentos, rachaduras, incompatibilidades e o aparecimento de vegetação enraizada na barragem.
Este instrumento de participação e cooperação para a governação foi criado com o cofinanciamento da Junta da Andaluzia através da linha de subsídios para a cooperação transfronteiriça do seu Ministério da Presidência.
A cerimónia de apresentação teve lugar em Castro Marim e contou com a presença de Francisco Amaral, presidente da Eurocidade do Guadiana e do município de Castro Marim; o delegado de Desenvolvimento da Junta de Andaluzia em Huelva, José Manuel Correa; o vice-presidente da Eurocidade e o presidente da autarquia de Vila Real de Santo António, Álvaro Araujo; o primeiro vice-presidente da Câmara Municipal de Ayamonte Javier López, bem como o presidente da CCDR Algarve José Apolinario.
Durante o evento, David Franco participou também, como representante da Cercarnia Consultores, a empresa encarregada de desenvolver a metodologia participativa do Observatório, Jesús Felicidades, da Universidade de Huelva; e Francisco Muñoz e Nuria Guerreiro representando o gabinete técnico da Eurocidade do Guadiana.
Da mesma forma, uma ampla representação do tecido empresarial ayamontino esteve presente na reunião, chefiada pelo presidente da Apyme Ayamonte Bella Carballo e pela sua secretária-geral, Carmen Bañez, membros de associações dos três municípios, bem como cidadãos independentes e comunicação social.
O Observatório Transfronteiriço facilitará a participação e envolvimento ativo e contínuo dos habitantes da Eurocidade na definição da visão estratégica deste no cenário de 2030 e no desenvolvimento, acompanhamento e avaliação dos Planos de Ação que são lançados.
Entre os principais valores do observatório estão o compromisso com a construção coletiva; A dupla visão e participação espacial do território transfronteiriço; Participação transversal e relacional com a participação de todos os tipos de grupos (funcionários públicos, agentes económicos, grupos dos desfavorecidos, etc.); participação no espaço físico e digital e compromisso com a transparência.