FOZ – Guadiana Digital

Etiqueta: Guadiana

  • Lugares  – Azenhas do Guadiana – 1

    Lugares – Azenhas do Guadiana – 1

    Azenhas do Guadiana – Video de Lena Valério

    As Azenhas do Guadiana são constituídas por duas azenhas e três antigos moinhos de roquete distribuídos ao longo do açude que atravessa o rio. Estes engenhos que fizeram parte do património da Ordem de Santiago, aproveitaram durante séculos as correntezas vindas de norte para transformar o cereal em farinha. Depois de perderem o seu papel principal transformaram-se em local de lazer aprazível a banhos e convidativo à contemplação da natureza. Situam-se a montante de Mértola. É uma área não vigiada que apresenta riscos com correntes e efeitos de mará.

    Nota: área não vigiada sujeita a correntes e efeito da maré. Respeite todas as normas de segurança no local.

  • De Lyon a Granada passou pela Aldeia da Mesquita

    De Lyon a Granada passou pela Aldeia da Mesquita

    É francês e descansou à porta da Venda da Prima Mariana, na Aldeia da Mesquita, Mértola, acompanhado do burro, seu companheiro de viagem de há oito anos.

    É sócio de um empreendimento turístico numa pequena Aldeia de Granada, Espanha. Tem família em Lyon. Deixou-se fotografar e exibe um sorriso de felicidade que até parece contagiar o burro que lhe carrega os pertences das longas viagens que empreendeu. Pediu anonimato do nome.

    Partiu de Lyon a caminho de Santiago de onde desceu pela costa portuguesa até ao Cabo de S. Vicente, fez a costa algarvia e pensava atravessar em Vila Real de Santo António, mas não encontrou transporte para ele e para o burro. Rumou a Alcoutim, mas aí também não lhe foi possível atravessar. Enveredou, então, pela GR15, Caminho de Santiago e descansou por uma hora à porta da Venda da Prima Mariana, que faz parte do empreendimento Mesquita, Turismo na Aldeia.

    Confrontado com a contrariedade, disse não haver problema pois sairia por Mértola, vila histórica que e ainda não conhecia. Os ingleses que ali vivem aproveitaram a oportunidade para fotografar o fotogénico burro.

  • Convívio cultural transfronteiriço na Eurocidade do Guadiana

    Convívio cultural transfronteiriço na Eurocidade do Guadiana

    Poetas que escreveram para este livro procederam à leitura de poemas, junto às fachadas dos três municípios e José Luís Náscer, responsável pela edição procedeu à apresentação da obra.

    Para as celebrações do Dia da Europa, a Eurocidade do Guadiana organizou uma série de atos, dando grande visibilidade mediática ao evento com iniciativas realizadas com a presença de público e transmitidas em direto pelas redes sociais.

    Toda a programação conjugou a música, a poesia, entrega de prémios e discursos de responsáveis pelos municípios envolvidos e dirigentes da própria Eurocidade. Susana Travassos participou e o grupo Energia Mako & Akira, animou com a iniciativa música e vinho. Foi entregue o prémio de cooperação transfronteiriça ao serviço de transportes fluviais que opera no rio Guadiana, entre Ayamonte e Vila Real de Santo António e apresentado o livro de poesia «Poética na Eurocidade do Guadiana», poesia bilingue de autores de ambas as margens deste rio peninsular.

    Este livro foi financiado pelo programa Interreg Espanha-Portugal 2020. As intervenções de apresentação estiveram a cargo de Eladio Horta, por Ayamonte; Carmo Costa, por Vila Real de Santo António e Célia Segura, por Castro Marim.

    Os atos inaugurais foram realizados na sexta-feita passada. No município de Ayamonte com o içar da bandeira local e da Europa e declaração institucional por parte de Javier López, com leitura de poesia por parte de Carmen Azaústre, acompanhada na viola por Pako Barrera. Em Castro Marim foi Nuria Guerreiro quem içou a bandeira, Filomena Sintra dirigiu a palavra aos assistentes e António Cabrita leu poemas acompanhado à guitarra por Natálio Martin. Em Vila Real de Santo António coube ao presidente da câmara municipal Luís Romão içar a bandeira e fazer a declaração institucional. São Constantino leu a poesia. acompanhado na guitarra por André Ramos, neste dia tão emblemático para a Eurocidade do Guadiana.

    Para além das comemorações do dia da Europa, as comunidades transfronteiriças da foz do rio Guadiana aproveitaram a oportunidade para reforçar laços institucionais, de amizade e cultura.

    . /José Estêvão Cruz

  • José Estêvão Cruz apresenta na próxima semana o seu sexto romance.

    José Estêvão Cruz apresenta na próxima semana o seu sexto romance.

    Na próxima quarta-feira, dia 12 de Maio de 2021, às 18 horas, na Biblioteca Municipal Vicente Campinas, em Vila Real de Santo António, vai ser apresentado o novo romance de José Estevão Cruz, «A FRONTEIRA DAS ÁGUAS POROSAS», último livro da trilogia “Fronteira de Bloqueios”.

    Este é o sexto romance do autor, nascido em Vila Real de Santo António em 20 de Julho de 1947 e faz parte da trilogia que conta a história de Mariana e de Brandão, dois banidos pela Inquisição que chegam ao degredo em Castro Marim, no dia do Terramoto de 1755, ocasião na qual a atividade das pescas ganha grande importância no antigo Reino do Algarve.

    Iludem a sua condição, acobertados pela perda dos registos, e utilizam as competências próprias e uma aliança com os catalães presentes na área de Ayamonte. Fundam salinas em Castro Marim, um estaleiro no Guadiana e uma companhia de pescas nas praias de Monte Gordo.

    Mariana assiste ao erguer da nova Vila Real de Santo António e convive com as principais personagens que participam na edificação da vila-fábrica e na instalação das companhias tituladas por armadores de Portugal. Apaixona-se pela filosofia iluminista e sofrerá as consequências dessa opção, após a morte de D. José I.

    No seu blog , o professor Fernando Martins faz a sua análise crítica a este romance, da qual extraímos o seguinte trecho: «Em A Fronteira das Águas Porosas, estamos, assim, mais uma vez, no domínio da ficção histórica. Quanto a estas componentes – história nacional e ficção –, o que ficou dito é um pálido apontamento da intriga e da vastidão informativa coligida pelo autor. Se a informação histórica e os episódios da intriga são o principal atractivo da narrativa e fazem as delícias de leitores eruditos e menos eruditos, são, todavia, os aspectos relacionados com a expressão literária e a técnica de composição que mais importam a este leitor não erudito que nutre especial apetência pela sujeição da escrita ao crivo fino da coerência narrativa e da sugestividade linguística.»,


  • Eurocidade do Guadiana dá prémio a carreira fluvial

    Eurocidade do Guadiana dá prémio a carreira fluvial

    A equipa técnica intermunicipal propôs e a Assembleia do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial, acedeu, reconhecendo o esforço cooperativo que os atuais empresários estão a fazer e daqueles que o fizeram anteriormente para «ultrapassar todos os obstáculos e dificuldades jurídicas, linguísticas, cambiais e avanços como a chegada da ponte e o facto de ainda continuarem a ser uma referência para a conexão entre os dois países».

    Apesar do serviço que se encontra temporariamente interrompido devido à pandemia de covid-19, deverá regressar e apenas regressar nas próximas semanas, ainda assim foi merecedor do prémio.

    Até à inauguração da Ponte Internacional do Guadiana em 1991, esta era mais a Sul a única ligação por via marítima entre as duas margens do rio Guadiana.

    Embora a ponte seja a mais preferida das ligações, este percurso de quem atravessa o rio nas embarcações das empresas de ambas as margens tem o sabor de passeio turístico, de elevado valor paisagístico, acima de tudo quando a meio do rio se tem uma perspetiva da foz para jusante e da serra donde o rio provém. O trajeto facilita a deslocação de visitantes e promove o intercâmbio e o fluxo de turistas entre as populações fronteiriças.

  • Guadiana, Lince e Igreja Matriz são pilares na nova imagem de Mértola

    Guadiana, Lince e Igreja Matriz são pilares na nova imagem de Mértola

    Para a criação da nova imagem do município, foram estudados e selecionados os elementos mais impactantes e representativos das valências do território, aliados a uma simbologia própria.

    A porta islâmica da Igreja Matriz de Mértola, o lince ibérico, o rio Guadiana e os fragmentos arqueológicos, entre outros, foram a inspiração para alguns dos símbolos utilizados. A nova página web apresenta também uma imagem renovada, à semelhança do logotipo, e é agora mais acessível e prática para o utilizador.

    Neste período que a autarquia também afirma difícil na nossa história, nota: «fomos forçados a mudar as nossas rotinas e a criar novos hábitos. Transformámos a nossa forma de viver, e de conviver, e encontrámos novas maneiras de comunicar. Mantendo a esperança no futuro e aliada a este espírito de renovação, a Câmara Municipal de Mértola apresenta hoje a sua imagem renovada».

  • Na Espanha é mais barato em Portugal também

    Na Espanha é mais barato em Portugal também

    A informação foi recolhida pela agência noticiosa Lusa, junto de fontes oficiais. Deixou de existir controlo de veículos na Ponte Internacional do Guadiana, sendo possível passar em ambos os sentidos entre Portugal e Espanha. No domingo, o movimento foi superior ao de sábado.

    Os espanhóis aproveitaram o fim de semana para almoçar nas esplanadas e fazer compras, em especial de têxteis que não encontramno seu país. A cidade fronteiriça tem, há muitos anos, comércio especializado e mais barato. Ocuparam esplanadas e praças na cidade foz do rio Guadiana, aproveitando para disfrutar do ar livre e sair um pouco do que muitos consideram cativeiro.

    De notar que foram impedidas de entrar em Portugal mais de setenta pessoas e também camiões ‘TIR’ cheios de mercadoria. Alguns camionistas vinham acompanhados pelas mulheres, situação que não se encontra abrangida nas exceções de circulação decorrentes do decreto governamental.

    Por fim e, segundo uma factura que consultámos, os portugueses compraram a gasolina a 1,304 euros e garrafas de gás mais baratas.

  • «Cartographia das Manobras Militares – FUNDAÇÃO DA VILLA REAL – 1776» editada pela Guadiana

    «Cartographia das Manobras Militares – FUNDAÇÃO DA VILLA REAL – 1776» editada pela Guadiana

    Passados que são 16 anos, a Editora Guadiana coloca à disposição do público um legado da história de Vila Real de Santo António, uma coleção reproduz os “Fac-simile” dos originais pombalinos da autoria de Sande de Vasconcelos, relativos às manobras do dia da fundação,  de Vila Real de Santo António, 13 de Maio de 1776.

    Esta coleção está limitada de 7 gravuras, enquadradas historicamente pelo Dr. Fernando Pessanha, apresentadas numa brochura de grande qualidade, com lançamento previsto para o dia 13 de Maio de 2021.

     

    Sande Vasconcelos

    Nascido em Évora, em 1738, Sande Vasconcelos ingressou na Academia Militar da Corte em 1756, onde cursou fortificação e se formou em engenharia militar. Em 1761 contraiu matrimónio com D. Maria Joaquina de Ataíde e Melo e, no ano seguinte, foi promovido a capitão de infantaria com exercício de engenheiro (por essa altura prestava serviço em Almeida, tendo assistido à capitulação desta praça de guerra, no contexto da Guerra Fantástica.

    Em 1769 esteve presente na evacuação de Mazagão e, em 1772, já com o posto de Sargento-Mor de infantaria, Sande Vasconcelos foi colocado no Reino do Algarve “para nele assistir, exercitando o seu emprego na forma que exercita o Sargento-Mor Romão José do Rego”, onde participou ativamente na edificação de Vila Real de Santo António, projeto concebido ao abrigo do Plano de Restauração do Reino do Algarve concebido pelo ministro de D. José I, o Marquês de Pombal.”

  • Poetas do Guadiana celebram a Eurocidade no dia da Europa

    Poetas do Guadiana celebram a Eurocidade no dia da Europa

    Estes três concelhos fazem parte da Eurocidade do Guadiana e são os mais representativos da poesia que se faz nas terras do Baixo-Guadiana.

    É um livro que evidencia o bem sucedido trabalho que os poetas do Baixo Guadiana realizam há anos, unindo as terras de um e outro lado do rio. Tem prólogo de Pedro Ojeda e  comentário da poética na Foz do Guadiana de Pedro Jubilot, Fernando Cabrita e José Juan Diaz Trillo.

    Os poemas, de 20 autores, fazem com que este poemário  «Poética na Eurocidad do Guadiana» seja uma nova obra de colecionador. A tiragem é curta, a viagem longa, dizem os prefaciadores. A edição é de José Luís Rúa, residente em Ayamonte,  um dos mais ativos divulgadores dos poetas do Guadiana.

    Fotos de José Luiz Rúa 

  • Acesso de agricultura espanhola a Alqueva deve ser pago

    Acesso de agricultura espanhola a Alqueva deve ser pago

    A FENAREG entende ser urgente regulamentar as captações diretas em Alqueva a partir de Espanha, estimada em 50 hm3/ano e ser «necessário garantir que os regantes espanhóis pagam um preço pelo uso da água, à semelhança dos regantes portugueses em situação de ‘precários’»

    Para o Algarve, a Federação apoia a construção de uma barragem na Ribeira da Foupana, onde constataram que a precipitação ocorrida entre outubro de 2020 e fevereiro de 2021 teria sido suficiente para completar 51% da capacidade total (130 hm³) da albufeira.

    NoTejo, a FENAREG vê como essencial avançar com a barragem do Alvito, no rio Ocreza, para regularizar os caudais nesta bacia hidrográfica. Aunsculatados os regantes portugueses, no Verão, o caudal de água libertado por Espanha no Tejo é insuficiente para as necessidades dos regantes e de outros utilizadores, além de constituir uma ameaça ao equilíbrio dos sistemas ribeirinhos.

  • Saramugo deu a ganhar 25.000 euros no Joker da RTP1

    Saramugo deu a ganhar 25.000 euros no Joker da RTP1

    O conhecimento ou intuição de que o saramugo é uma espécie endógena do rio Guadiana, permitiu a uma concorrente do Jocker da RTP1, estacionar no penúltimo patamar do concurso e levar para cada o segundo prémio.

    Aqui, em Guadiana Digital, desde há muito que vimos a dar conhecimento desta espécie que já se encontra em regiome de protecção, em especiala pelo projeto VALAGUA, do qual a Odiana, uma associação de direito privado dos concelhos de Castro Marim, Alcoutim e Vila Real de Santo António é parceira.

    O projeto VALAGUA – Projeto de Valorização Ambiental e Gestão Integrada da Água e dos Habitats no Baixo Guadiana Transfronteiriço, é cofinanciado pelo Programa de Cooperação Interreg Espanha-Portugal (POCTEP) 2014-2020.

    Está sob a chefia da ADPM, Mértola e visa contribuir para a proteção e a gestão sustentável dos espaços naturais do Baixo Guadiana e, em particular, dos sistemas ribeirinhos característicos deste território, incidindo, sobretudo, no desenvolvimento e na partilha de instrumentos de gestão integrada da água e da biodiversidade, na valorização ecoturística dos recursos naturais e no envolvimento dos atores sociais, políticos e técnicos com intervenção na temática.

    A Odiana participa neste projecto com várias acções, entre as quais o Estudo de Restauro Ecológico e Valorização do Habitat do Saramugo nos Açudes de Várzeas, Galaxes e Bentos (Alcoutim); Restauro Ecológico Funcional e Acessos à Zona da Barquinha (VRSA); e Marcação Percurso Pedestre na Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e VRSA.

    Salvaguarda do Saramugo (sapo.pt)

  • «Tráfico de Arte do Guadiana» substitui Festival do Contrabando

    «Tráfico de Arte do Guadiana» substitui Festival do Contrabando

    Por imposições do confinamento imposto pela pandemia ligada à Covid-19, neste ano que se considera atípico, o Festival do Contrabando, será substituído pelo Tráfico de Arte no Guadiana, novo formato adaptado aos tempos atuais.

    O mercado será feito à moda antiga, os espetáculos de rua, a passagem mística pelo rio Guadiana entre as duas povoações , Alcoutim e Sanlúcar del Guadiana, os sons da música vibrante que o caracterizam, os aromas e cheiros das tasquinhas, com todo esplendor de vida a que nos habituou, vão regressa . «O cenário pandêmico, a consciência e ética de todos, obriga à segurança e resiliência, com esperança e otimismo», observa a autarquia, na esperança de melhores dias.

    Em novembro de 2020, a gigante e colorida peça Lontra – Big Trash Animals, e o Túnel Memórias do Contrabando foram algumas das peças que o Festival do Contrabando colocou em Alcoutim com o mote do «Tráfico de Artes no Guadiana». Repetir o evento nestes moldes e voltar a surpreender e aumentar o leque de pretextos para visitar este território é objetivo da autarquia para o futuro.

    Com ele, pretende levar expressões culturais e artísticas ao Guadiana, através da criação de autores nacionais, internacionais e locais, permitindo «conhecer o horizonte dos nossos limites, possibilitando-nos atravessar novos caminhos de forma a podermos divulgar e valorizar as Artes no Guadiana, associando-as sempre ao tema Contrabando, e potencializando a estratégia de desdobrar estes valores em mais épocas do ano».

    O evento transfronteiriço já é uma marca da identidade Internacional, cultural entre dois povos do Baixo Guadiana, as povoações vizinhas de Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana, e , com base no tema do contrabando, tornou-se um valor estratégico que permite promover a sua história, o património, a cultura e a memória local, preservada por este festival.

    Para assinalar a data e celebrar a valorização do território, lançou um vídeo promocional do «Festival de Contrabando – Tráfico de Artes no Guadiana», e promete anunciar uma nova data para quando se reúnam as condições de saúde pública e segurança favoráveis, apostando pela paciência e resiliência de todos.

    Esperamos que nos acompanhem, fiquem atentos ao Facebook do Festival do Contrabando (https://www.facebook.com/festivaldocontrabando ) e até lá mantenham-se seguros.

  • GNR deteve traficantes no rio Guadiana

    GNR deteve traficantes no rio Guadiana

    Foram detidos na posse de 2.500 doses de cocaína, no rio Guadiana, em Vila Real de Santo António (Algarve). Em comunicado, a GNR revela que os suspeitos foram capturados durante uma ação de patrulhamento, enquanto navegavam numa embarcação de recreio.

    Ao serem abordados pelos militares, um dos tripulantes adotou com comportamento suspeito, atirando um objeto para a água. Ao recuperarem o mesmo, os militares encontraram o estupefaciente, avaliado em mais 17 mil euros. Além da droga, também a embarcação foi apreendida.

    Os detidos foram constituídos arguidos e presentes no Tribunal Judicial de Faro para aplicação das medidas de coação.

  • Guadiana transborda em Mértola

    Guadiana transborda em Mértola

    Apesar de não haver estragos a assinalar, a Câmara de Mértola e as empresas proprietárias de embarcações destinadas a passeios fluviais deslocaram as embarcações para a foz do rio Oeiras, que fica cerca de 200 metros abaixo do principal ancoradouro da vila alentejana, informa o Diário Campanário.

    De acordo com a notícia antes avançada pelo Jornal de Notícias, citado pelo diário, para melhor se perceber a precipitação que caiu na região, na passassem pelo Pulo do Lobo, a maior queda de água do sul de Portugal, com uma cascata com cerca de 20 metros de altura, em 24 horas o caudal do rio Guadiana passou de 27,21 para 103,81 metros cúbicos por segundo.

    Desde 5 de abril de 2013, depois de fortes chuvadas e descargas das barragens, que o caudal do Guadiana não passava as margens e alagava diversas zonas do concelho. Nessa ocasião, o antigo porto mineiro de Pomarão ficou submerso, diversas embarcações de recreio aí ancoradas sofreram danos e o restaurante da aldeia foi inundado e teve que fechar portas, tendo até levado à desistência de um empresário espanhol que pensava ali fazer uma doca seca para limpeza de cascos de iates.

    De acordo com fonte da Proteção Civil, registaram-se 14 inundações nos concelhos de Moura, Vidigueira, Beja, Serpa. Almodôvar e Mértola.

    Um a das ocorrências registada foi a derrocada do telhado de uma casa na cidade de Moura que  não provocou vítimas, já que a habitação não estava habitada. Houve estradas cortadas durante algum tempo face dos lençóis de água que se formaram em algumas zonas.

  • Frente ribeirinha de Ayamonte com obra a bom ritmo

    Frente ribeirinha de Ayamonte com obra a bom ritmo

    A presidente (alcaldeza) Natália Santos pretende transformar o município num referente turístico da Andaluzia e a obra em curso destina-se basicamente a integrar o centro urbano com o rio e é uma aposta firme no desenvolvimento turístico e sustentável.

    A obra implica d demolição do velho casario, antigos armazéns e fábricas.

    Desenvolve-se numa área de mais de quarenta mil metros quadrados de superfície e vai unir o acesso norte de Ayamonte com as ruas de Castro Marín, das Flores e do Cais de Portugal, implicando a criação de novas ligações rodoviárias e o desenvolvimento de amplos passeios pedestres frente ao rio, a ampliação da pista de bicicletas, a reordenação das zonas de estacionamento e criação de novos espaços multifuncionais.

    Procura a autarquia fronteiriça conseguir a conservação do ambiente natural, a criação de novos espaços de encontros e novos acessos ao centro da cidade, bem como a reabilitação urbanística do ambiente, a regeneração de espaços urbanos e da flora e fauna da ribeira e recuperação de áreas para espaços verdes.

    Os entulhos gerados pela demolição de algumas das naves e edificações da área serão reutilizados como material de recheio da mesma obra. As obras podem estar concluídas no fim do próximo Verão e são apoiadas por Fundos Europeus FEDER.

  • Lugares do Guadiana – Brumas

    Lugares do Guadiana – Brumas

    Vídeo da autoria de Kim Morgado

  • Jacinto-de-água eliminado do Guadiana pelos espanhóis

    Jacinto-de-água eliminado do Guadiana pelos espanhóis

    Está contida a entrada da planta em águas portuguesas


    Após quinze anos de luta intensa contra o jacinto-de-água, no leito do rio Guadiana Internacional, a Confederação Hidrográfica do Guadiana, Espanha, anunciou ter vencido a batalha contra esta espécie invasora, utilizando um plano radica de combate e controlol.

    A Confederação considera que, em todo o curso do rio Guadiana, está controlada a propagação da espécie. Porém, a luta não vai cessar com este êxito e prosseguem os trabalhos de vigilância e manutenção até à erradicação total.

    O rio Guadiana tinha as suas águas cobertas de maciços desta planta flutuante que impediam a passagem da luz solar e diminuíam os níveis de oxigénio, prejudicando a fauna piscícola e os pescadores. Foi no ano de 2004 que se detetou a presença da planta nas águas do rio, tendo chegado a cobrir mais de 185 quilómetros do caudal e 635 quilómetros das margens, em todo o percurso.

    Foram investidos mais de 50 milhões de euros durante os últimos quinze anos nesta luta, lançando um Plano de Choque em Outubro de 2018, seguindo uma estratégia delineada por especialistas da Confederação que colocou no terreno equipas de técnicos especializados e maquinaria pesada, para extração das grandes manchas de vegetação desta planta. Foram também utilizados mais de 5.000 metros de barreiras flutuantes para segregar a invasão, utilizando três dezenas de embarcações adaptadas.

    O antes e o depois

    Nos últimos dois anos, esta luta contou com um dispositivo permanente de 100 trabalhadores. Foi até utilizada a colaboração do ministério da defesa de Espanha, que participou com a Unidade Militar de Emergência. Com a aplicação do plano, ficam protegidas as infraestruturas de rega, as culturas de regadio associadas e foi mesmo, conseguido conter a entrada massiva da planta em águas portuguesas, evitando um desastre económico e ambiental na Península Ibérica.

    O jacinto-de-água

    O jacinto de água é uma espécie exótica invasora emergente que tem a sua ação facilitada pelas alterações climáticas. É uma planta flutuante originária da floresta amazónica, estando considerada como a das mais perigosas do mundo para os ambientes aquáticos. Encerra um risco para o ecossistema fluvial, as economias regionais e a saúde pública. É uma espécie de rápida propagação e as suas sementes permanecem ativas por quinze anos.

    Fonte: Confederación Hidrográfica del Guadiana



  • Suspensas as buscas por homem desaparecido no Guadiana

    Suspensas as buscas por homem desaparecido no Guadiana

    Trata-se de um pescador desportivo que em conjunto com dois outros passavam o dia na zona, segundo Rui Vasconcelos de Andrade, citado pela agência de notícias Lusa. Foram esses dois homens que deram o alerta

    Participaram nas operações, do lado português, uma embarcação da Estação Salva-vidas de Vila Real de Santo António e outra da Polícia Marítima, enquanto o salvamento marítimo espanhol também envolveu uma embarcação.