Este progresso ocorreu depois de as autoridades portuguesas terem entregue o estudo de impacte ambiental e o projeto de execução.
Na passada sexta-feira, realizou-se uma reunião telemática com a participação da Junta de Andaluzia, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, da Câmara Municipal de Alcoutim, da Câmara Municipal de Sanlúcar de Guadiana e do Consulado de Portugal em Sevilha.
O objetivo principal foi o de «coordenar os próximos passos para alcançar uma declaração ambiental favorável das autoridades do Reino de Espanha e da Junta de Andaluzia», conforme noticiado pela CCDR Algarve.
O financiamento do projeto está assegurado através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) de Portugal, sendo que o investimento público necessário para a construção do novo viaduto será realizado pela Câmara Municipal de Alcoutim.
A intermediação e colaboração técnica é da CCDR Algarve e conta com o apoio das administrações espanhola e andaluza, sendo uma iniciativa que afeta diretamente tanto os municípios fronteiriços como ribeirinhos do Guadiana.
Os primeiros passos concretos para concretizar esta importante infraestrutura, que vai melhorar as comunicações rodoviárias entre o interior da província de Huelva e o Algarve português, foram dados em setembro de 2021, com a assinatura do contrato de financiamento da construção entre a Recuperar Portugal, a CCDR do Algarve e a Câmara Municipal de Alcoutim.
Alcoutim e San Lucar de Guadiana são as únicaslocalidades fronteiriças divididas pelo rio Guadiana, nas províncias do Algarve e de Huelva, que ainda não estão ligadas por estrada, a
Na exposição, os participantes apreciaram os trabalhos realizados pelos alunos, “apresentados com grande orgulho e admiração”.
O jantar decorreu no Espaço Guadiana, em confraternização, “marcado por um ambiente de camaradagem e partilha de experiências.“
A noite culminou com um espetáculo de revista, proporcionando momentos de entretenimento e alegria a todos os presentes.
O evento foi organizado com sucesso pela Associação Odiana, Associação Alcance e Município de Alcoutim, que expressaram aos participanres gratidão, à espera que “levem consigo lembranças preciosas desta ocasião”.
São centenas os atletas, famílias e apoio das equipas que desfilaram no Estádio em festa do futebol, em cerimónia que contou com a presença de membros da câmara municipal.
O Complexo Desportivo de Vila Real de Santo António continuará a acolher, até ao dia 1 de julho de 2024, «o maior torneio nacional de futebol realizado num só concelho».
A autarquia prevê que a edição de 2024 será a maior de sempre, com a presença de 288 equipas e perto de 5000 participantes, entre atletas e staff, transformando a cidade na «capital do futebol juvenil».
A competição está dividida em oito escalões, nomeadamente sub-08, 09, 10, 11, 12, 13 e 15, estando reunidas todas as condições para jogos ao mais alto nível com jovens entre os 7 e os 15 anos.
Este ano, o torneio volta a estar dividido em três momentos. De 22 a 25 de junho (futebol 11) estarão em competição os escalões de Iniciados (atletas nascidos em 2009/2010) e Infantis A (atletas nascidos em 2011).
Já entre 25 e 28 de junho (futebol 9 e futebol 7) entram em campo os escalões de Infantis A (atletas nascidos em 2011), Infantis B (atletas nascidos em 2012) e Benjamins A (atletas nascidos em 2013).
Entre 28 de junho e 1 de julho (futebol 7 e futebol 5) competem os escalões de Benjamins B (atletas nascidos em 2014), Traquinas A (atletas nascidos em 2015) e Traquinas B (atletas nascidos em 2016).
Os jogos terão também lugar no Campo Francisco Gomes Socorro e no Complexo Desportivo de Monte Gordo e decorrem diariamente a partir das 8:30 horas.
A autasrquia acredita que «voltam a estar criadas todas as condições para a concretização de grandes momentos futebolísticos, juntando as futuras promessas do futebol e os melhores clubes da atualidade».
A cerimónia de abertura de 22 de junho, com desfile de abertura das equipas de futebol 11,será repetida no dia 28 de junho, às 20:30 horas e sendo esta considerada a cerimónia de abertura do torneio para os restantes escalões.
A presença, no concelho, de dezenas de equipas e de centenas de participantes de diferentes regiões do país, representa para o concelho, segundo declarou o presidente da câmara muncipal, Álvaro Araujo, «cria uma dinâmica única que beneficia não só a economia local, mas também promove a nossa cidade como um destino turístico e desportivo de referência».
O suporte ao evento é proporcionado por um quadro de 80 pessoas para suporte e apoio, nomeadamente ao nível técnico.
Durante toda a prova, será criada a linha «Copa do Guadiana Bus» para transportar os milhares de atletas entre os alojamentos e os locais dos jogos.
«Este reconhecimento sublinha a nossa dedicação em promover o envelhecimento ativo e saudável na nossa comunidade. Acreditamos que a atividade física regular é essencial para melhorar a qualidade de vida dos nossos seniores, proporcionando-lhes bem-estar físico, mental e social», sublinham.
Prometem continuar a trabalhar com empenho «para oferecer programas e iniciativas que incentivem um estilo de vida ativo e saudável para todos». e agradeceram a todos os participantes e colaboradores que tornaram este reconhecimento possível.
Este projeto oferece informação e apoio a empresas e trabalhadores em relação a especificidades do mercado laboral transfronteiriço.
O objetivo do ponto móvel é ter presença em eventos nos quais passam um grande número de potenciais utilizadores do serviço, «de forma a que possam ter um primeiro contacto com a equipa Eures Transfronteiriço Andaluzia Algarve para conhecer as ferramentas disponíveis e as possibilidades que tem este tipo de trabalhadores para melhorar a sua situação laboral e pessoal».
O ponto de informação esteve assegurado durante esse fim de semana por dois técnicos afectos ao Eures Transfronteiriço Andaluzia Algarve e um Conselheiro Especializado em serviços transfronteiriços de emprego.
Eles explicaram aos assistentes as características do programa e inclusive um primeiro atendimento a trabalhadores transfronteiriços que enunciaram as suas dificuldades.
Esta ferramenta que também se deslocará a outros eventos com grande assistência assim como a diversos pontos nos quais haja uma grande concentração de pessoas que trabalhem num pais e tem a sua residência no outro, regressando à mesma ao menos uma vez a semana.
Pretende dar informações em matérias administrativas, relação laboral, fiscal, serviços de saúde ou segurança social entre outros.
O recurso, ao ser móvel, também pode ser solicitado por empresas para sessões informativas aos seus trabalhadores transfronteiriços. Esta atividade é coordenada pelo Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Eurocidade do Guadiana , contando com a participação ativa do Serviço Andaluz de Emprego e do Instituto de Emprego e Formação Professional.
O novo presidente do município pretende dar continuidade ao trabalho de desenvolvimento do concelho operado nos últimos anos, assumindo o compromisso de «pugnar pela melhoria constante da qualidade de vida de todos os Alcoutenejos, dando continuidade ao trabalho que se encontra em desenvolvimento e cumprindo assim o programa eleitoral do PS sufragado nas últimas eleições autárquicas».
Dirigindo-se aos órgãos autárquicos, do município e das freguesias, e aos parceiros institucionais nas mais diversas áreas, sublinhou que «podem contar com este executivo no sentido de dar continuidade a uma postura de diálogo de modo a manter uma relação de ampla colaboração e proximidade».
Paulo Paulino espera contar com o empenho de todos os funcionários que, por sua vez, afirmou, «poderão contar sempre com a sua disponibilidade».
Na mesma reunião, tomaram posse como vereador José Galrito e a vereadora Rosa Palma. Esta assumiu a vice-presidência.
Em cerimónia realizada no Cantro Cultural António Aleixo, na presença de autoridades locais e regionais, civis, militares e relegiosas e convidados, incluindo representantes de Angola, decorreram homenagens e reconhecimentos, por serviços de relevo prestados ao município.
Várias personalidades e entidades foram homenageadas por seus contributos à comunidade, abrangendo áreas como educação, saúde, cultura e desenvolvimento social e econômico local. Medalhas de Honra, Mérito Profissional e Mérito Cultural foram entregues, simbolizando reconhecimento público pelos serviços prestados.
A encerrar as diversas comunicações e após ter saudados os presentes e autoridades concelhias, o Presidente da câmara municipal Álvaro Araújo dirigiu especiais cumprimentos ao Presidente da CCDR Algarve, José Apolinário, ao Governador da Província do Zaire, Adriano Mendes de Carvalho, ao representante do Ministério da Indústria e do Comércio, Diretora-Geral do Instituto de Desenvolvimento Industrial e Inovação Tecnológica de Angola, Maria Filomena Ramos de Oliveira, e a toda a comitiva que se deslocou de Angola, Província do Zaire, para firmar uma colaboração mútua em várias áreas de interesse de ambas as partes, nomeadamente a formação profissional, a agricultura, o turismo e a indústria.
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Também, um cumprimento especial, para os dois administradores presentes da Província do Zaire, o administrador do município do Nezeto, Tuzay Copinda, e o administrador do município do Soio, José Mendes Belo, e ficam então os cumprimentos a toda a comitiva que veio desde Angola.
Cumprimento também antigo Presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, António Maria Farinha Moura, que tinha sido objeto de homenagem na cerimónia e o seu presidente da Câmara, Castro Marim, Francisco Amaral.
A cidade de Ayamonte fez-se representar pelo alcaide Alberto Fernandez e membros do executivo municipal.
Álvaro Araújo abriu o discurso da celebração dos 248 anos da fundação dizendo que foi naquele que é o país mais a oeste da Europa, onde se refundou «uma nova vila na Foz do Guadiana, agora sob a designação de Vila Real de Santo António. Foi a 17 de Março de 1774 que, sob as ordens do Marquês de Pombal, foi lançada a primeira pedra da então denominada Nova Vila de Santo António de Arnilha, há exatamente 250 anos. Mas foi somente a 13 de Maio de 1776 que se inaugurou formalmente a já designada Vila Real de Santo António»,
Salientou que, aquela foi a data «a partir da qual se deu início a uma jornada extraordinária de desenvolvimento e prosperidade. 248 anos. Não é todos os dias que se tem a honra de celebrar um aniversário desta magnitude. A nossa terra está de parabéns. E também os vilarealenses, os monte-de-gordinos e os castelenses merecem esta celebração».
Recordou que Vila Real de Santo António fez parte integrante do plano de restauração do Reino do Algarve, concebido pelo ilustre Marquês de Pombal.
«As nossas ruas, a nossa arquitetura de programa, fazem parte da história e da nossa identidade patrimonial. O traçado do edificado urbano da cidade foi concebido e concretizado com base nos ideais do iluminismo. Esta cidade surgiu também da necessidade estratégica inerente à afirmação política, económica e militar do Estado português face ao Estado espanhol na Foz do Guadiana».
Disse que, desde então, as gentes de Vila Real de Santo António fizeram um caminho de afirmação de uma cidade e de um povo com características muito especiais.
«A nossa cidade cresceu rapidamente, mas o espírito empreendedor e a resiliência dos vilarealenses, a sua identidade e o seu caráter mantiveram-se intactos. Por isso mesmo, hoje é também dia de homenagear alguns dos nossos que têm vindo a destacar e a representar da melhor forma Vila Real de Santo António. Com esta iniciativa, a Câmara Municipal pretendeu prestar o reconhecimento público a pessoas e entidades que deram o seu contributo para a comunidade que somos hoje».
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Homenagens a destacados cidadãos
A António Maria Farinha Murta, figura de destaque com um vasto percurso profissional e político, foi atribuída a Medalha de Honra da Cidade.
António Murta foi Presidente do Conselho Diretivo da Escola Secundária de Vila Real de Santo António, desempenhou vários cargos a nível desportivo e foi Presidente da Câmara Municipal do nosso município em quatro distintos mandatos. «Teve um papel fundamental na história do nosso Conselho e deixou uma marca significativa no panorama local e regional. Foi para mim uma grande honra poder ter e ter tido a anuência da Câmara e da Assembleia Municipal por unanimidade prestar esta homenagem merecida».
A Medalha de Mérito Profissional foi atribuída a título póstumo, a Lourdino Marques, «um apaixonado pela educação, como foi dito, a sua jornada foi marcada por um profundo impacto na educação, na política local e no tecido social da sua comunidade. Desempenhou cargos políticos de grande importância, como por exemplo o Vereador da Câmara Municipal, Deputado Municipal e Presidente da Conselhia do Partido Socialista da nossa terra. Uma inspiração para várias gerações de vilarealenses.»
A Medalha de Mérito Profissional foi atribuída a título póstumo, a Maria Fernanda Santos, «uma querida colega de trabalho também, construiu um legado que perdura na memória dos que tiveram o privilégio de a conhecer».
Fernanda Santos destacou-se na esfera política, em representação da CDU e foi eleita Vereadora da Câmara Municipal e Deputada do nosso Conselho. «Foram duas décadas a contribuir para a educação, para a política e para o tecido social da nossa comunidade».
A Medalha de Mérito Profissional, foi atribuída, também a título póstumo a Carlos André Gomes, com «quase 40 anos da sua vida dedicados ao Serviço Nacional de Saúde. Desempenhou vários papéis-chave na área da saúde pública, um legado notável de serviço e compromisso».
A Medalha de Mérito Profissional foi também para Joaquim Gouveia, da cidade dio Fundão, ali presente, «uma figura notável ao serviço da educação, um legado marcante no campo pedagógico e no fortalecimento dos laços entre comunidades».
O presidente da câmara municipal de Vila Real de Santo António destacou que Joaqauim Gouvei tem como «Uma das suas maiores marcas é o projeto educativo à descoberta das 4 cidades que ainda hoje nos acompanha».
A Medalha de Mérito Cultural foi atribuída à Associação Naval do Guadiana, «uma entidade com mais de 40 anos de existência e um compromisso inabalável com o desenvolvimento local e a promoção das atividades náuticas. A prova viva de que com visão, trabalho árduo e compromisso comunitário é possível alcançar grandes feitos e deixar um legado duradouro para as gerações futuras.»
Para finalizar as homenagens e dirigindo-se também às suas famílias ou representantes deixou «em nome da autarquia, o nosso muito obrigado pelo que deram de si por todos nós. Aceitem esta singela homenagem como um agradecimento sentido de toda a comunidade vilarelense. Se foram estes os ilustres que nos honraram, cabe-nos a nós continuar o seu caminho.»
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O futuro do concelho
Álvaro Araújo disse, depois de nomear os homenageados, que «Vila Real de Santo António enfrenta hoje uma série de desafios e, para os superar, precisamos de foco e de ter as nossas prioridades muito bem definidas. É por isso que privilegiamos o turismo enquanto motor do desenvolvimento da cidade e também da região Algarvia».
Consinuou dizendio «É também por isso que dinamizamos o comércio de rua enquanto motor do desenvolvimento da economia local e da comodidade dos residentes no concelho. Apostamos igualmente na educação enquanto motor do desenvolvimento dos mais jovens, das gerações futuras e na nossa sociedade. Não descuramos a ação social ligada à educação».
Disse que, no contexto tinha de «destacar a implementação de uma medida extraordinária por parte da Câmara Municipal. Falo-vos do alargamento da gratuidade de refeições escolares a todos os alunos que frequentam os estabelecimentos de ensino pré-escolar, básico e secundário da rede pública, sediados no nosso concelho durante o ano de 2024. Esta medida abrangerá sensivelmente 800 alunos e implica um investimento de cerca de 185 mil euros».
Em termos de infraestruturas destacou também as obras de requalificação da Escola Dom José I, que já está em fase avançada, o seu projeto e a sua aprovação, um investimento de cerca de 6 milhões de euros com o apoio do PRR.
O investimos na saúde e segurança enquanto motor do desenvolvimento do bem-estar da nossa população. «Exemplo disso é a recém-inaugurada Esquadra da Polícia de Segurança Pública».
Afirmou que «Tem sido vários os projetos em que temos apostado sempre com o objetivo de dar mais qualidade de vida à nossa população. Fazemos-lo com uma especial atenção para com os mais frágeis e para com os idosos».
O projeto ‘Cuidar de Quem Cuidou« é um bom exemplo disso mesmo, disse também. Trata-se de uma iniciativa, no domínio da saúde, do apoio social e da solidariedade intergeracional, vai apoiar muitos idosos do nosso concelho.
Há trabalho «de forma muito intensa na requalificação de infraestruturas». que exemplificou.
«Continuamos também a desenvolver a revisão do plano diretor municipal de Vila Real de Santo António».
Classificou este instrumento de gestãso territorial como «um instrumento estratégico fundamental para uma boa gestão do nosso território e cabe a este executivo recuperar o tempo perdido no passado».
Lembrou que o PDM atual, com mais de 30 anos, não consegue dar uma resposta a todas as necessidades e por isso a revisão do mesmo constitui uma prioridade deste executivo.
Prometeu «Um plano mais eficiente, mais moderno e adequado ao nosso município e aos desafios que se colocam ao nosso território será concluído até final deste ano. Asegurar o alojamento digno de famílias em situação econômica ou social vulnerável é também essencial para nós».
Destacou que, no âmbito da estratégia local de habitação de Vila Real de Santo António, o executivo municipal procedeu à candidatura a fundos comunitários no âmbito do PRR; a aquisição de 114 fogos a construir na freguesia de Vila Real de Santo António; A empreitada de reabilitação de 372 fogos pertencentes ao Parque Habitacional Social do município; e a construção a custos controlados de 96 fogos novos a concretizar em terrenos próprios do município junto à Estação de Caminhos de Ferro de Vila Real de Santo António; a aquisição de 13 fogos a concluir em edifício situado em Vila Nova de Cacela junto ao mercado municipal.
Classificou a estratégia local de habitação como, seguramente, «o projeto mais relevante do nosso Conselho das últimas décadas. Com esta estratégia estamos a resolver um dos problemas mais graves que a nossa sociedade enfrenta atualmente, o da habitação».
Para o presidente da autarquia de Vila Real de Santo António «ter uma casa digna desse nome é algo que não pode ser um milagre para muitos, uma miragem para muitos. Neste sentido, nós autarcas temos de ser capazes de utilizar os instrumentos ao nosso dispor para dar resposta a esta necessidade de muitas pessoas».
As finanças municipais
«Os últimos anos têm sido muito duros para a nossa cidade. Estamos a recuperar de uma situação financeira delicadíssima que hipotecou Vila Real de Santo António em vários aspectos».
Álvaro Araújo destacou que a jornada «não tem sido fácil. Com estratégia, com honestidade e com transparência já conseguimos reduzir esta dívida pública em cerca de 16 milhões de euros em apenas dois anos. Este caminho é fundamental para que possamos trazer de volta a dignidade à nossa terra».
Falou da dignidade «de assumir os compromissos assumidos e o pagamento do que devemos. A dignidade de podermos voltar a tomar decisões sobre a nossa vida sem qualquer interferência externa. A dignidade de nos afirmarmos como um município de contas certas. Reafirmo o compromisso do atual executivo autárquico de trabalhar incansavelmente por todos os vilarealenses. Continuaremos, como até aqui, a partilhar dois domínios».
Disse que da recuperação económica e financeira da autarquia, diminuindo uma dívida astronómica que nos fere na nossa honra, e da realização de trabalho e obras em vários domínios que têm impacto direto na qualidade de vida de todos os que residem no nosso Conselho.
ccaa orquestra do comite olimpico – foto CM-VRSA
A cerimónia no Centro Cultural António Aleizxo terminou com a atuação da Orquestra do Comitê Olímpico Português, com a interpretação dos temas Ária da Rainha da Noite, de Mozart, com a soprano Patrícia Modesto, no violino João Castro e José Nascimento, na viola d’arco Ana Teresa Alves e no violoncelo Ferreira.
A associação ambientalista ZERO, referindo-se à captação no Pomarão, considera que o aumento da oferta de água não pode ter por destino consumos insustentáveis.
Já chegou ao fim no dia 29 de abril, o período de consulta pública ao Estudo de Impacte Ambiental (EIA) do projeto de Reforço do Abastecimento de Água ao Algarve a partir da Solução de Tomada de Água no Pomarão.
Esta captação superficial na zona estuarina do rio Guadiana, fica localizada a montante do Pomarão.
Terá uma conduta adutora até à albufeira de Odeleite, percorrendo os concelhos de Mértola, Alcoutim e Castro Marim, numa extensão total de condutas que varia entre 37 e 41 quilómetros, em função da alternativa de traçado.
O contributo desta captação deverá ser, em média, de 16 a 21 hm3 de água, através de um regime de exploração da captação durante sete meses por ano, entre outubro e abril.
O bombeamento pode parar nos meses excecionalmente secos e quando, em acumulado, desde o início do ano hidrológico, for atingido um total anual de 30 hm3 ou for atingida a capacidade de armazenamento útil do sistema Odeleite-Beliche (164 hm3).
A captação de água no Pomarão é uma das medidas definidas no Plano Regional de Eficiência Hídrica do Algarve para a qual estão previstos 61,5 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) 2021-2026.
A Zero considera o preconizado na Diretiva Quadro da Água relativamente à necessidade de implementação de estratégias capazes de tornar os usos e consumos de água mais sustentáveis.
Afirma que se prossegue ‘numa lógica de aumento da captação e retenção de um recurso escasso para fazer face a consumos insustentáveis através de projetos que fomentam um aumento da procura por esse mesmo recurso‘.
Analisando a natureza do projeto, a associação critica a ‘lógica de pensamento e de atuação ao intervir diretamente sobre as massas de água para captação de caudais adicionais destinados a aumentar a retenção e ou o armazenamento de água, não só com o objetivo de garantir que não falta água às populações’
Porém, ao mesmo tempo, ‘pretende garantir que a agricultura praticada na região continua a dispor dos caudais necessários para manter ou, até mesmo aumentar, os seus níveis de consumo e desperdício’.
Na obra, participam Ana Maria Horta, António Cabrita, Áurea Nobre, Clara Lourenço, João Pereira, João Viegas, José Carlos Barros, José Estêvão Cruz, Miguel Godinho, Paula Amaro e Pedro Tavares.
Pretende comemorar os 30 anos da Editora Guadiana e os 50 anos do 25 de Abril e resulta de um convite da editora à participação dos escritores que participam na tertúlia transfronteiriça do «Poetas do Guadiana».
Para a Editora Guadiana, os poemas do livro manifestam o que de mais íntimo possui o ser humano: «a oportunidade de patentear na escrita o sentimento sobre um dos temas mais pertinentes da nossa sociedade».
«Infelizmente confirma-se o que temos vindo a afirmar, com bastante desilusão» diz a autarquia na sua nota, afirmando que «tudo fará para reverter o total desinvestimento que a anterior governação socialista e a sua tutela da Agricultura deixaram para a nossa terra e para o Bloco de Rega de Reguengos – o esquecimento e o abandono»
Em abono da sua opinião aponta o atual Plano de Atividades e Orçamento de 2024 da Empresa de Desenvolvimento das Insfraestruturas de Alqueva (EDIA), na sua página 29 do quadro do Referencial Estratégico a Médio Prazo para a Promoção de Novas Áreas de Regadio.
Lembra que o município de Reguengos de Monsaraz já havia anunciado, na sua Nota de Imprensa de 15 de março de 2024 que «… os 88 milhões de euros que constam na portaria do Governo já não vão chegar para a construção do bloco de rega de Reguengos, uma das empreitadas do projeto. …».
Para a autarquia, nunca esteve candidato aos fundos europeus do Programa de Desenvolvimento Rural 2020, o PDR 2020, pelo governo liderado pelo Partido Socialista a que acusa de durante oito anos ter iludido, sistematicamente, os agricultores reguenguenses.
A presidente, Marta Prates, com o apoio do restante executivo em funções, «tudo fará para reverter o estado de abandono a que os agricultores de Reguengos de Monsaraz foram deixados», sublinham.
Porém não fecha as portas ao diálogo e afirma: «Tal como nós, também a Federação Nacional de Regantes de Portugal (FENAREG), parceiro do Município de Reguengos de Monsaraz nesta exigência, irá trabalhar com o atual Ministério para, em articulação com a autarquia, verificar e demonstrar a necessidade da concretização do financiamento para esta obra essencial para a sobrevivência e futuro do concelho de Reguengos de Monsaraz».
A Eurocidade atribuiu o prémio de Cooperação Transfronteiriça aos «Poetas do Guadiana». O prémio será entregue no dia 9 de maio, Dia da Europa, pelo Grupo Europeu de Cooperação Territorial Eurocidade do Guadiana, que também celebra o seu décimo primeiro aniversário.
Este prémio destaca que o coletivo simboliza a essência da superação de fronteiras como barreiras e, ao mesmo tempo, a fusão cultural.
Poetas do Guadiana em tempos primordiais – foto de José Luís Rua
O prémio é de reconhecimento pelo trabalho de cooperação e integração os escritores das duas margens do rio. concedido pela Assembleia daquela entidade por sugestão da equipe técnica, e destaca que os poetas encarnam a essência da eliminação das fronteiras como obstáculos e como união de culturas.
Os autores dos dois países recitam, publicam e organizam recitais nas duas margens do rio, promovendo a criação e divulgação da obra de numerosos escritores.
Os Poetas do Guadiana, com mais de uma década de experiência, têm partilhado os seus versos não só nas três localidades da Eurocidade, mas também noutros pontos de Huelva e do Algarve, colaborando com alguns dos poetas mais destacados e afastando-se dos formalismos restritivos.
Com mais de cinquenta publicações, coleções como «Los libros del Estraperlo» ou «Los Cuadernos de la Barranca», antologias e livros de autores emergentes e poetas consagrados, já são mais de cem escritores que publicaram com este grupo poético.
No lado de Portugal é a Editora Guadiana quem tem assegurado algumas das edições dos poetas portuguese.
José Luíz Rua e António Cabrita tem assegurado a coordenação informal deste movimento poético transfronteiriço.
Em maio de 2021 foi lançada a «Poética na Eurocidade do Guadiana«, integrada no projeto EuroGuadiana e coordenada por José Luis Rúa. Este trabalho foi apresentado virtualmente, no Dia da Europa, devido às condições sociais e de saúde da época.
O programa estende-se entre 9:00 e as 17:30 horas sede e Centro de Interpretação da Reserva Natural, no Sapal de Venta Moinhos, concelho de Castro Marim. As atividades são gratuitas, com inscrição prévia, para algumas delas.
Este Dia Aberto tem por fim proporcionar uma experiência completa e familiar com múltiplas atividades, tais como amarcha-passeio, o passeio de BTT, observação de aves, tiro com arco, zumba, mini passeios de cavalo, entre outras propostas.
O programa inclui uma Feira de Produtos Tradicionais, com as melhores iguarias e artesanato da região, e num dia direcionado à sustentabilidade e prática de hábitos saudáveis. É ainda possível fazer rastreios gratuitos à glicemia e tensão arterial.
O Dia Aberto será, também, dinamizado por grupos das escolas de dança ABC, ARUTLA e Conservatório Regional de Vila Real de Santo António (VRSA), bem como pelas muitas atividades do Grupo de Escoteiros n.º 60 e Agrupamento 1370 de VRSA. O dia termina em festa, com um concerto pelos SUGALAND-Band.
A Observação de Aves, o passeio de BTT e a Marcha-Passeio, estão sugeitas a inscrição até ao próximo dia 11 de abril.
A organização do evento é da Comissão de Cogestão da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António, da qual faz parte a Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL).
A Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António, prestes a celebrar 50 anos, foi criada em 1975 eestá localizada no Sudeste algarvio, junto à foz do Rio Guadiana, abrangendo uma área de 2.307,99 hectares.
Engloba sapais salgados, corpos de água salobra, salinas e esteiros que se estendem pelos concelhos de Castro Marim e de Vila Real de Santo António, abrigando um elevado número de espécies faunísticas e florísticas.
Esta zona húmida de importância internacional foi a primeira reserva natural a ser criada em Portugal, na sequência da Revolução de Abril, no ano de 1975, no governo do general Vasco Gonçalves.
Presentes, estiveram Vitor Cardeira, em representação da Casa Álvaro de Campos, de Tavira, que participou no projeto, do lado português e falou sobre a sua experiência como membro do júri do prémio.
Nuno García López, o autor, natural de Linhaceira, no concelho de Tomar, agradeceu o prémio e leu alguns poemas do seu livro.
Santiago Abadé Landero, da Associação Santiago Abadé do Landero, promotora do concurso, falou sobre a importância da poesia e da cultura para unir os povos. O público presente fez perguntas ao autor.
O prémio Deco-Poesia Ponte do Guadiana, foi publicado na Coleção de Poesia Lusófona, e destaca a importância da cultura para unir os povos. O livro “Corações de Musgo” é uma obra bilingue, em português e espanhol. É um prémio luso-espanhol de poesia, com que a Associação Santiago Abadé Landero, Em Huelva, Espanha, promove a cultura luso-espanhola.
Este ano, foi universalmente aclamada como a melhor de Espanha, um testemunho do seu esplendor e da dedicação da comunidade local.
O Huelva Información destacou a sua singularidade e a rica tapeçaria de eventos que compõem esta celebração. Desde as procissões solenes até às performances musicais emocionantes, Ayamonte oferece uma experiência inesquecível que ressoa com todos os que têm a sorte de participar.
O prazo termina a 29 de abril, sendo a obra denominada Reforço do Abastecimento de Água ao Algarve – Solução da Tomada de Água no Pomarão.
Esta obra destina-se a captar água superficial na zona estuarina do Rio Guadiana, junto à povoação de Mesquita, a montante do Pomarão, através de uma conduta adutora até à albufeira de Odeleite, em Castro Marim.
De acordo com a literatura inclusa, «permitirá reforçar a garantia e aumentar a resiliência do sistema multimunicipal de abastecimento urbano de água do Algarve, face aos efeitos esperados e já sentidos das alterações climáticas».
A não execução deste projeto, contribuirá para «o agravamento da situação atual de exploração do sistema Odeleite-Beliche, agravando os efeitos da seca na região do Algarve, com previsão de impactos muito significativos na economia, no bem-estar das populações e no aumento da pressão sobre as massas de água»,
A bombagem da água ocorrerá apenas durante sete meses do ano, entre outubro e abril, com paragem nos meses excecionalmente secos ou depois de ter sido atingida uma acumulação anual de 30 hm3.
A condutas terão cerca de 37 a 41 quilómetros, passando pelos concelhos de Mértola, Alcoutim e Castro Marim e dependendo de qual dos três traçados alternativos seja adotado.
Impactos negativos
Previsivelmente, esta captação de água do Guadiana, que entra em Odeleite em estado natural, afetará de forma negativa, para além da quantidade da massa de água do estuário, a qualidade da água das massas de água que afluem às albufeiras de Odeleite e de Beliche, a alteração de habitats e das comunidades biológicas, o efeito-barreira e a fragmentação de habitats, bem como a disseminação de espécies exóticas invasoras aquáticas.
Como sempre, há novidades e este ano são a Exposição de Concurso de Ovos da Páscoa, que terá lugar durante os dois dias do evento, e o Showcooking- “Prato certo: alimentação + sustentável PNAES Algarve, que se ocorrerá por volta das 16:00 de sábado.
Além da variedade de doçaria e licores, o certame oferece ainda animação musical com Tap Noir da CompanhiaMarimbondo, Quinteto Alcatifa e Olho’s 4.
As atividades lúdicas para as crianças também não serão esquecidas e passam pela realização de dois ateliers alusivos à Páscoa – Pinturas de ovos de Páscoa e Confeção de Folares.
Na sexta-feira, quem gosta de dançar, ver dançar ou apenas ouvir música esteja às 21:30 horas no recinto da feira que vai haver Baile da Pinha.
Este ano há a promessa de surpreender os visitantes com uma programação repleta de atividades, gastronomia irresistível e concertos imperdíveis.
O Festival te por objetivo de celebrar a rica tradição piscatória da região e promover a cultura local, realizando-se nos próximos dias 23 e 24 de março com a apresentação de uma variedade de atrações para todas as idades.
Os visitantes terão a oportunidade de desfrutar de demonstrações gastronómicas, nas quais Chefs locais vão apresentar «pratos deliciosos, destacando os sabores autênticos do peixe do rio».
Uma eclética seleção de artistas musicais animará o festival com performances ao vivo, abrangendo uma variedade de estilos que vão desde o rancho folclórico ao cante alentejano, com destaque principal para o concerto de Ana Moura, na noite de dia 23 de março, acompanhado do esplendoroso fogo-de-artifício sobre o Rio Guadiana.
Exposições e demonstrações por artesãos locais, transportam os visitantes sobre a rica história e tradições da região, proporcionando uma experiência enriquecedora e educativa.
Há também. atividades ao ar livre que envolvem pesca desportiva, passeios de motorizadas e caminhadas guiadas pela natureza oferecerão para que os participantes tenham «a oportunidade de explorar a deslumbrante paisagem local».
Por sua vez, os produtores locais desdobram-se numa panóplia de iguarias da região, nomeadamente os famosos enchidos de porco preto, os queijos artesanais, doces regionais, o pão de Mértola galardoado todos os anos como o melhor do país, mel e vinhos de Mértola
A Ecovia/ Ciclovia do Litoral Sul, a Ecovia/ Ciclovia da Costa Vicentina e a Ecovia/ Ciclovia da Rota do Guadiana, são as tês ciclovias regionais previstas para o Algarve e que se desenvolvem respetivamente entre Odeceixe e Sagres, entre Sagres e V. Real de Santo António e entre esta cidade e Alcoutim.
Estas redes de Ciclovias Regionais integram redes internacionais e dão continuidade a uma rede ciclável urbana atravessando e ligando entre si os principais centros urbanos regionais e estão configuradas para acolher as deslocações pendulares diárias, principalmente para a escola e trabalho, mas também por motivos de comércio, lazer e outros. A Ecovia/ Ciclovia do Litoral Sul e a Ecovia/Ciclovia da Costa Vicentina, que integram a Rede Europeia de Ciclovias, rotas EuroVelo, contaram com 3,9 milhões de euros de apoio dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI), através do Programa Operacional CRESC ALGARVE 2020.
Destinadas à prática do Cicloturismo ao longo do continente europeu, mas também uma boa alternativa para mobilidade diária e para lazer de uso local, as rotas EuroVelo contam com 14 rotas cicláveis de longa distância cruzando todo o continente europeu, com um comprimento total de 70.000 Km em 42 países.
A Ecovia/ Ciclovia do Litoral Sul vai de Sagres a Vila Real de Sto. António, atravessa os 12 concelhos do Litoral Sul do Algarve e 9 das 11 cidades da Região, numa extensão de aproximadamente 250 Kms. Teve um financiamento de 2,5 milhões de euros da Prioridade de Investimento (PI 4.5) do PO Regional (2014-2020).
Esta rede liga com a Rota do Guadiana, através da qual já é possível chegar até Castro Marim (Município fronteiriço) restando apenas 5 Kms, até ao início da Ponte sobre o Rio Guadiana na fronteira com a Andaluzia, o que permite a sua continuidade para o país vizinho.
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Estas obras de beneficiação foram da responsabilidade das Autarquias (Municípios) e coordenadas através de um modelo de parceria entre a Autoridade de Gestão do PO Algarve (CCDR Algarve), o Turismo de Portugal (TP) e a AMAL (Comunidade Intermunicipal do Algarve), dispondo de financiamento conjugado entre os apoios dos FEEI e o financiamento do Turismo de Portugal.
Até final do atual Período de Programação, ficarão concretizados cerca de 74 kms dos cerca de 250 kms totais, o que representa aproximadamente 1/3 do traçado total, prevendo-se que o restante venha a ser totalmente executado durante a vigência do Programa Regional ALGARVE 2030.
A Ecovia da Costa Vicentina tem financiamento do PO aprovado na PI 6.3 e do Turismo de Portugal através do Programa Valorizar. Encontra-se neste momento em curso no concelho de Vila do Bispo e de Aljezur. Dos 108 kms previstos, esta Ecovia encontra-se com 92 kms concretizados, cerca de 85% da rota concluída. O traçado que faz a ligação direta do Alentejo (na Ribeira de Odeceixe) a Sagres (cerca de 91 kms) ficará concluído.
No concelho de Vila do Bispo compreende uma extensão total de 24 Km, divididos por 3 troços (Limite do Concelho Aljezur/Vila do Bispo – Praia da Cordoama; Praia da Cordoama – EN268); e Cabo de S. Vicente – Sagres. Em Aljezur, compreende uma extensão de 60 Km, divididos por 13 troços entre Odeceixe e o limite do Concelho de Vila de Bispo (EN 268). No conjunto, trata-se de um custo total de 2,6 milhões de euros, com um investimento elegível de 1,9 milhões de euros, comparticipado a 70% pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).
Esta ciclovia do Sudoeste é um projeto estruturante para os concelhos de Vila do Bispo e Aljezur do ponto de vista da mobilidade e da atratividade do território. Irá prover estes 2 concelhos de uma infraestrutura capaz de potenciar o desenvolvimento sustentável de uma oferta turística baseada na valorização do património natural, potenciando a atratividade do território e do produto Cycling & Walking.
ermite uma mobilidade suave entre as várias localidades ao longo deste Eixo da Costa Vicentina e o contato com a natureza no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina na Região do Algarve.
No que concerne à Ecovia do Guadiana, com bastante menos maturidade no que respeita ao desenvolvimento dos estudos preparatórios, dispõe apenas de um “Esquema Diretor” esboço de traçado, efetuado em 2006, não dispondo ainda de Estudos Prévios ou Projetos de Execução.
Ainda segundo a CCDR Algarve, no âmbito do PR ALGARVE 2030, está ainda previsto realizar as principais prioridades de redes cicláveis urbanas em cada Centro Urbano/ Município da Região.
Para tal os Municípios têm de desenvolver um Plano de Ação de Mobilidade ciclável/ ativa urbana, onde serão identificados e cartografadas os principais corredores de ligações pedonais e cicláveis, entre os principais pontos geradores de tráfego de cada Centro Urbano.
Têm de estar organizados por prioridades, em função do grau de maturidade, com indicação do respetivo orçamento estimado e da calendarização prevista, de forma a permitir a sua realização faseada, troço a troço, ao longo do período de vigência do Programa Regional.
O jornal Huelva Información, refletindo a opinião local, noticiou com destaque a notícia e, embora referisse que se tratava de uma descarga ecológica, não deixou de indiretamente assinalar que tinha sido uma perda, dois anos consecutivos, o despejar «uns 300 metros cúbicos por segundo, entre os dias 27 e 29 de fevereiro».
Entretanto, chegou à imediações da Aldeia da Mesquita uma máquina de sondagens que se julga estar relacionada com a captação de água no rio Guadiana, perto do antigo porto mineiro do Pomarão.
Na margem espanhola, onde existe uma captação das águas da barragem do Chança, para abastecimento dos campos de Huelva, as organizações agrárias daquela província andaluza, após encontro com o secretário de Estado do Meio Ambiente, no Governo de Pedro Sanchez, obtiveram o compromisso para que sejam resolvidas as captações de «Bocachanza», para poderem assegurar os 75 hm3 procedentes do Guadiana, previstos no Plano Hidrológico, ainda antes de 15 de abril.
O grupo é dinamizado pela Escola de Negócios e Comunidade de Mulheres Empreendedoras “Como una cabra”. A reunião decorre nas instalações do Castro Marim Golf e conta com a presença de empreendedoras dos três municípios que constituem a Eurocidade do Guadiana, além de outras regiões do Algarve e Andaluzia.
Este encontro pretende que empresárias e futuras empreendedoras estejam envolvidas no espírito de cooperação transfronteiriço, e aprendam a ultrapassar os obstáculos que a fronteira pode colocar nos seus negócios, convertendo as dificuldades em oportunidades de negócio e crescimento.
Estes encontros tem o objetivo de reunir o talento feminino no território fronteiriço da Eurocidade do Guadiana e contribuir com ferramentas e workshops para promover novas iniciativas empresariais. Após a dinâmica de grupo as participantes poderão realizar um networking de debate e analise do trabalho num brunch.
A Eurocidade do Guadiana tem uma trajetória de realização de encontros para potenciar o empreendedorismo feminino, sendo que atualmente estes encontros ganham novas dinâmicas e parcerias com o apoio do Projeto Eures Transfronteiriço Andaluzia Algarve , com o trabalho de eliminação de barreiras no mercado laboral transfronteiriço.