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  • Ideia fascinante é como a I.A. vê o teleférico VRSA – Ayamonte

    Ideia fascinante é como a I.A. vê o teleférico VRSA – Ayamonte

    Existe em Vila Real de Santo António, um curioso movimento que propugna a construção de um teleférico turístico entre a cidade portuguesa e a vizinha cidade de Ayamonte.

    A construção da Ponte Internacional do Guadiana, no início dos anos 90 prporciona um acesso rodoviário com uma volta que muitos consideram demorada. Existe uma carreiracom embarcação marítimo-turistica.

    Uma vez que o teleférico teria de ser montado sobre o rio Guadiana procuramos, com auxílio da inteligência artificial, na sua atual fase de desenvolvimento consultar experiências semelhantes,mundo fora, sobre a viabilidade de tal projeto, quer do ponto de vista da segurança, quer da sua construção.

    Para a Copilot da Microsoft, «a ideia de um teleférico turístico entre Vila Real de Santo António e Ayamonte é fascinante e poderia trazer um charme único à região, além de oferecer uma alternativa prática e atrativa ao acesso rodoviário e ao ferry existente. Vamos analisar os dois pontos que mencionou: segurança e viabilidade de construção».

    Eis o resto da opinião:

    Segurança

    Teleféricos modernos são projetados com altos padrões de segurança, incluindo sistemas redundantes, manutenção rigorosa e monitoramento constante. Exemplos de teleféricos sobre rios, como o de Londres (Emirates Air Line) sobre o rio Tâmisa, mostram que é possível operar com segurança em condições semelhantes. No entanto, fatores como ventos fortes, corrosão devido à proximidade com a água salgada e impacto ambiental precisariam ser cuidadosamente avaliados no caso do Guadiana.

    Viabilidade de Construção

    1. Aspectos Técnicos: A construção sobre o rio Guadiana exigiria torres de suporte robustas e cabos de alta resistência. A profundidade e largura do rio, bem como as condições do solo nas margens, seriam determinantes para o projeto.
    2. Impacto Ambiental: O rio Guadiana é uma área sensível, e qualquer construção precisaria de estudos de impacto ambiental detalhados para proteger a fauna, flora e o ecossistema aquático.
    3. Custos e Financiamento: Projetos como este podem ser caros, mas o potencial turístico e a possibilidade de financiamento por fundos europeus ou parcerias público-privadas poderiam viabilizá-lo.
    4. Experiência Turística: Um teleférico poderia oferecer vistas panorâmicas incríveis, tornando-se uma atração por si só e aumentando o fluxo de visitantes para ambas as cidades.

    Um teleférico turístico bem-sucedido combina funcionalidade, inovação e experiência única. Aqui estão as principais características que o tornam marcante:

    1. Vistas Panorâmicas: Oferecer paisagens de tirar o fôlego, como montanhas, rios ou cidades icônicas, é essencial. O trajeto precisa proporcionar uma experiência visual inesquecível.
    2. Conforto e Acessibilidade: Cabines confortáveis, com capacidade para diferentes grupos (famílias, indivíduos, etc.), e acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida garantem uma experiência inclusiva.
    3. Segurança Avançada: Sistemas redundantes, manutenção regular e tecnologias de última geração transmitem confiança aos passageiros.
    4. Impacto Ambiental Reduzido: Projetos ambientalmente responsáveis são mais atraentes hoje em dia, especialmente em áreas de valor ecológico, como rios ou parques.
    5. Aspecto Cultural ou Temático: Incorporar a cultura local ou uma temática específica torna o teleférico um ícone turístico. Por exemplo, ele pode contar com design único ou oferecer informações históricas durante o trajeto.
    6. Acessibilidade Financeira: Tarifas razoáveis tornam a atração viável para um público amplo, sem excluir moradores locais ou visitantes de baixo orçamento.
    7. Conexão Estratégica: Ligação entre pontos importantes, como centros históricos, estações de transporte, ou outros pontos turísticos, aumenta a relevância do teleférico como meio prático e recreativo.
    8. Sustentabilidade Econômica: Além de atrair turistas, o teleférico precisa gerar receita suficiente para manutenção e potencial expansão, seja por bilheteria, parcerias público-privadas ou eventos especiais.

    Advertência ao leitor: A IA é apenas mais um intrumento de análise e pode enganar-se. Ela própria avisa desta limitação






























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  • Castro Marim acolheu o XI Capítulo da Confraria do Atum

    Castro Marim acolheu o XI Capítulo da Confraria do Atum

    A vila de Castro Marim foi palco, no dia 22 de fevereiro, do 11.º Capítulo da Confraria do Atum, evento que reuniu cerca de 300 participantes de várias confrarias gastronómicas nacionais e internacionais.

    A cerimónia de entronização ocorreu no auditório da Biblioteca Municipal, destacando-se a admissão de uma jovem italiana de 18 anos com Trissomia 21 e soou do hino da Confraria do Atum.

    Foram também recebidos como novos confrades Cilio Rollo, Luísa Travassos, José Carlota, Alicja Bochenek e Nuno Lourenço Correia. Já como confrades de honra, passaram a integrar a confraria as Terras de Sal, a Banda Musical Castromarinense, Neto Gomes e João Coelho.

    Na sessão de boas-vindas, o Município de Castro Marim destacou a importância das confrarias gastronómicas na preservação da identidade cultural, anunciando a criação da Confraria do Sal e lançando a proposta para que a Confraria do Atum passe a chamar-se Confraria do Atum das Terras do Guadiana, com âmbito da Eurocidade do Guadiana.

    O evento contou com intervenções de diversas entidades e a atuação da cantora algarvia Susana Travassos. Durante a cerimónia, foram prestadas homenagens a confrades falecidos no último ano e a Confraria do Atum recebeu uma pintura da artista Manuela Leal Santos. A sessão incluiu ainda uma oração de sapiência proferida pelo escritor e jornalista Neto Gomes.

    Ao todo, participaram 60 confrarias de países como Portugal, Espanha, Itália e Bélgica. O evento culminou com um desfile até à Praça 1.º de Maio para a tradicional foto de família, seguido de um banquete na Quinta do Sobral.

  • Concelhos da Bacia Hidrográfica do Rio Guadiana

    Concelhos da Bacia Hidrográfica do Rio Guadiana

    PORTUGAL – Concelhos Abrangidos

    A bacia hidrográfica do rio Guadiana abrange 32 concelhos em Portugal, dos quais 10 estão totalmente inseridos na região hidrográfica e 22 apenas parcialmente. Abaixo, apresento a percentagem da área de cada concelho que se encontra dentro desta bacia hidrográfica:

    Concelhos totalmente inseridos na bacia hidrográfica do Guadiana (100%):

    • Alandroal
    • Campo Maior
    • Mourão
    • Reguengos de Monsaraz
    • Vila Viçosa
    • Alcoutim

    Concelhos parcialmente inseridos na bacia hidrográfica do Guadiana:

    • Arraiolos: 4,8%
    • Borba: 61,8%
    • Estremoz: 10,3%
    • Évora: 52,5%
    • Portel: 71,9%
    • Redondo: 98,9%
    • Castro Marim: 97,2%
    • Loulé: 28,2%
    • São Brás de Alportel: 38,2%
    • Tavira: 42,9%
    • Vila Real de Santo António: 48,5%
    • Arronches: 97,0%
    • Elvas: 89,1%
    • Marvão: 0,1%
    • Monforte: 9,6%
    • Portalegre: 41,9%

    ESPANHA – Ayntamientos abrangidos

    Província de Badajoz (Estremadura):

    • Badajoz
    • Olivença
    • Alconchel
    • Cheles
    • Villanueva del Fresno

    Província de Huelva (Andaluzia):

    • Sanlúcar de Guadiana
    • San Silvestre de Guzmán
    • Ayamonte

    Estas informações foram extraídas do relatório da

    • Agência Portuguesa do Ambiente sobre a Região Hidrográfica do Guadiana
    • Newsroom Insigth.
  • Acordo transfronteriço para um Geoparque

    Acordo transfronteriço para um Geoparque

    Na passada sexta-feira, realizou-se uma reunião entre o Município de Mértola e a Diputação de Huelva, onde foi apresentado e discutido o documento para a criação da Agrupação Europeia de Cooperação Territorial (AECT), que irá gerir o futuro Geoparque Transfronteiriço entre o Vale do Guadiana, a Serra de Aracena e os Picos de Aracena, informa a autarquia.

    O acordo visa ´«impulsionar a candidatura transnacional para a classificação do geoparque, envolvendo tanto os Municípios portugueses de Mértola, Serpa, Moura e Barrancos, como os Municípios espanhóis da província de Huelva».

    A iniciativa integra a estratégia de valorização do Vale do Guadiana e da Serra de Ficalho, com foco nas áreas turísticas, geológicas e identitárias da região.

    O projeto pretende transformar este território num polo de atração para o turismo sustentável, «promovendo um desenvolvimento equilibrado e uma gestão integrada da área, com impacto positivo no turismo transfronteiriço».

    Para a câmara municipal de Mértola, a criação da AECT «representa uma grande oportunidade para fortalecer os laços entre Portugal e Espanha, em iniciativas de valorização ambiental e promoção da cultura local. A aposta na geodiversidade, associada à identidade e história da região, tem como objetivo posicionar o Geoparque Transfronteiriço como uma referência europeia no contexto da sustentabilidade».

    O projeto alinha com as políticas europeias de cooperação territorial e promete ser «um modelo de desenvolvimento regional, promovendo a identidade transfronteiriça e a cooperação entre os dois países».

  • Desassoreamento do Guadiana em Mértola

    Desassoreamento do Guadiana em Mértola

    A Câmara Municipal de Mértola está a trabalhar com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a Direcção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM) na navegabilidade do Rio Guadiana.

    Há muito que o desassoreamento do rio faz parte do imaginário das populações locais e é uma antiga pretensão daquele município, uma vez que a navegabilidade permitiria, entre outros, o desenvolvimento turístico das várias localidades ribeirinhas.

    A melhoria das condições de navegabilidade do Guadiana até Mértola é um compromisso assumido, pelo Governo, no quadro do projeto de abastecimento de água ao Algarve a partir do Pomarão, pelo que o presidente da câmara municipal do concelho afirma que este foi um processo do município naquele âmbito.

  • Poesia transfronteiriça

    Poesia transfronteiriça

    A compreensão vivida das duas linguagens faladas nos territórios fronteiriços e, no caso em apreço do rio Guadiana, proporciona incontáveis tertúlias poéticas bilingues, nestas paragens ibéricas.

    A Casa do Sal testemunhou, mais uma tertúlia de poesia no quadro da Feira Transfronteriça de Arte Contemporânea, onde participaram as vozes de Pedro Jubilot, Ana Sofia Brito, Sara Monteiro, Esther Garboni, Pablo Valdera e José Luís Rua, sob orientação de Maria Luisa Dominguez Borrallo.

    Fonte: Poesía en la frontera.

  • Arte Contemporânea na Eurocidade do Guadiana

    Arte Contemporânea na Eurocidade do Guadiana

    A Feira Transfronteiriça de Arte Contemporânea realiza-se de 6 a 9 de fevereiro na Eurocidade do Guadiana e reunirá artistas espanhóis e portugueses num evento que contará também com duas exposições paral em Vila Real de Santo António e Ayamonte.

    Vão ser expostas obras de reconhecidos autores como Picasso, Joséallero Ag Ruiz de la Prada ou Ceesepe, bem como alguns dos mais reconhecidos fotógrafos da viragem do século na Espanha.

    A Feira, uma iniciativa da Fundação Olontia, terá ainda concerto, conferências, recitais de poesia apresentações de livros e culturais.

    Catorze artistas contemporâneos terão durante dias as suas obras expostas ostas na Casa do Sal de Castro Marim:

    João Pedro Viegas, Julia Labrador, Greshan, Filipe de Palma, Filipe Farinha, Pedro Noel da Luz e Pedro Alves da Veiga como representação portuguesa.

    Pela parte espanhola estarão Juan Galán, Noelia Mel, Pedro Rodríguez, Juana Manuel González Flores, Pilar Lozano Iglesias e Ángel García Roldán.

    Estes artistas apresentam propostas pictóricas, fotográficas e de video arte.

    «Passeio pelo amor e a morte» (Arquivo Histórico, VRSA) é uma exposição fruto da colaboração entre o presidente Fundação Olontia, Pablo Sycet, reconhecido artista multidisciplinar, e o escritor Juan Cobos Wilkins.

    Na exposição poderão ser vistas obras de Pablo Picasso, José Caballero, Elmyr d’Hory, Lita Mora Alejandro Gorafe, Quico Rivas, Carlos Alcolea, Ciro Marra, Ceesepe, Miluca Sanz, Agredano, Agatha Ruiz de la e José Guadalupe Posada, entre outros.

    A exposição “Rostos e máscaras” (Casa Grande, Ayamonte) apresenta um percurso visual pela transformação da identidade na Espanha desde meados dos anos 70 até a atualidade.

    Através de fotografias de artistas como César Lucas e Nacho Canut, a mostra explora a evolução dos costumes e a expressão individual em um contexto sociopolítico mutante. Com imagens que abrangem desde1977, ano da primeira manifestação pelas liberdades.


  • Açude da Horta do Ficalho é para remover

    Açude da Horta do Ficalho é para remover

    Será a ANP|WWF quem, no ano de 025, procederá à remoção do açude Horta do Fialho, localizado na Ribeira de Oeiras.

    Esta ribeira nasce na Serra do Caldeirão e desagua no Guadiana (Mértola). Ao que foi informado, o açude já não cumpre a função para a qual foi construído. Nos dias de hoje, está apenas a obstruir o curso natural da ribeira.

    A remoção será realizada com o apoio do programa European Open Rivers Programme, organização que atribui fundos dedicados à remoção de barreiras obsoletas em rios europeus, com vista ao seu restauro.

    Estimam que, a remoção deste açude, pode permitir restaurar a conectividade fluvial da Ribeira de Oeiras, recuperando 2,34 km desta ribeira e melhorando o seu estado ecológico.

    Espera-se a melhoria da vegetação ripícola na área de intervenção, mas também o habitat para peixes nativos e espécies de mexilhões ameaçadas.

    Na Ribeira de Oeiras habitam várias espécies autóctones, ameaçadas de extinção, das quais se destacam o mexilhão-de-rio-do-sul (Unio tumidiformis), cujos peixes hospedeiros estão restritos unicamente às espécies do género Squalius, ou a enguia europeia (Anguilla anguilla).

    Esta sub-bacia do rio Guadiana é também habitat de mamíferos emblemáticos, como o lince ibérico (Lynx pardinus) e a lontra (Lutra lutra).

    Esta ação de restauro pode ainda criar condições para o regresso de outros peixes ameaçados anteriormente encontrados na ribeira, como por exemplo o caboz-de-água-doce (Salariopsis fluviatilis) ou a lampreia marinha (Petromyzon marinus).

    O projeto inclui a monitorização das comunidades de peixes e mexilhões de água doce, bem como a qualidade da água, para avaliar a abundância de biodiversidade, antes e após a remoção.

    Segundo os promotores, abrirá mais uma oportunidade de trabalhar em estreita colaboração com as autoridades locais e com as comunidades, incluindo os proprietários dos terrenos onde a barreira está inserida, que podem assim contribuir para mitigar os impactos ambientais da mesma.

    Esta remoção também aponta para o restauro total da conectividade da ribeira de Oeiras (143,3 km) e a ANP|WWF está a estudar nove barreiras identificadas na Ribeira com o intuito de libertar todo o seu curso, contribuindo para melhorar o seu estado ecológico e promover a conservação da biodiversidade.

    Esta é a terceira vez que a ANP|WWF ganha um financiamento do European Open Rivers Programme para remover uma barreira fluvial obsoleta e estudar outras para futuras remoções, seguindo a estratégia para a Biodiversidade 2030 e a nova Lei do Restauro da Natureza que obriga os estados membros da UE a libertar pelo menos 25.000 km de rios em toda a Europa, cabendo a Portugal libertar cerca de 600 km de rios.

  • PR aprova diploma sobre Ponte de Alcoutim

    PR aprova diploma sobre Ponte de Alcoutim

    O Presidente da República assinou o diploma do Governo que aprova o Acordo entre a República Portuguesa e o Reino de Espanha para a construção de uma ponte internacional sobre o rio Guadiana, entre as localidades de Alcoutim (Portugal) e Sanlúcar de Guadiana (Espanha), assinado na Cimeira Luso-Espanhola, em Faro, a 23 de outubro de 2024, informou a CCDR Algarve.

    Aprovado na reunião do Conselho de Ministros de 9 de janeiro, o diploma ratifica o acordo celebrado na XXXV Cimeira Luso-Espanhola entre a República Portuguesa e o Reino de Espanha para a construção da ponte internacional sobre o Rio Guadiana, aguardando-se agora pela ratificação por parte das autoridades espanholas.

    Visando a dinamização das regiões transfronteiriças e a melhoria das acessibilidades entre os dois países, a promoção do bem-estar das populações e o desenvolvimento económico, esta obra será dinamizada pelo Município de Alcoutim e traduz-se num investimento superior a 15 Milhões de Euros (M€), tendo o financiamento da mesma sido inscrito por Portugal no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    Desde a assinatura do contrato entre a CCDR Algarve (beneficiário intermediário) e o Município de Alcoutim (beneficiário final), a Câmara Municipal de Alcoutim já elaborou o projeto de execução e realizou os estudos de avaliação ambiental, encontrando-se também prontos os procedimentos referentes ao lançamento da obra e respetiva fiscalização.

    Originariamente, este investimento foi identificado nos projetos de interesse comum na Cimeira Luso-Espanhola de 1992 e no programa INTERRREG de 1995, não tendo avançado, desde logo por razões de financiamento. Com o PRR, Portugal inscreveu este investimento nos projetos com financiamento europeu, a concluir até 30 de junho de 2026. Aguarda-se agora a aprovação do acordo por parte das autoridades do Reino de Espanha.

  • Água abundante a caminho do sistema Beliche/Odeleite

    Água abundante a caminho do sistema Beliche/Odeleite

    Dizem os antigos que, quando é molhada a Lua do Equinócio de Outono, o ano seguinte é bem regado. Trazemos hoje o testemunho de Luís Frederico Rosa, um trabalho extraordinário de quem calcorrreou as serranias das margens das ribeiras e outros córregos que alimentam as barragens e o próprio rio Guadiana.

    Vejamos o seu testemunho que pode ser encontrado na sua página do Facebook:
    A precipitação da noite e início da manhã aumentou os caudais na bacia hidrográfica das ribeiras do Beliche e de Odeleite. As cheias estão bem compostas e recordam os melhores anos da década de 90, contudo, ainda aquém de máximos históricos.

    A água escorre pelas encostas, todos os barrancos correm, há cascatas temporárias: o cenário evoca as serras do Noroeste de Portugal.

    Nas próximas duas semanas a barragem de Odeleite deverá ultrapassar os 60% de volume acumulado, e a do Beliche os 50%.

    Se os próximos meses tiverem valores de precipitação próximos da média, e se no período estival prosseguir a política de poupança de água, as reservas hídricas do Sotavento poderão regressar a valores normais ao longo de 2025.

  • A «pequena Lisboa» gabada em Espanha

    A «pequena Lisboa» gabada em Espanha

    Maria Prieto Garcia é redatora e gestora do portal turístico «Huelva, Tu Destino» e graduada en jornalismo pela Universidad de Sevilla. Publicou no «Huelva Información», um interessante artigo sobre Vila Real de Santo António, colocando em evidencia o que tem raízes históricas e classificando a cidade como a bonita e «A pequena Lisboa», que se situa a um salto de Huelva.

    Considera Vila Real de Santo António como um pequeno diamante em bruto que tem todo o encanto, mas vive bem sem a necessidade da massificação turística e se encontra rodeada de natureza selvagem, con ruas que recordam a capital portuguesa.

    Nota-se que ficou encantada com a cidade algarvia junto à foz do río Guadiana onde se elevam duas localidades que, «apesar de estarem situadas ao lado uma da outra, têm cada uma o seu carácter próprio e diferenciado, e não apenas pertencem a países distintos, como cada uma tem a sua singularisdade».

    E anota que, «enquanto Ayamonte é uma povoação de pescadores de Huelva, cheio de vida, que recebe o afluxo constante de visistantes pela sua beleza, praias e gastronomia, Vila Real de Santo António, em Portugal, destaque-se pela sua tranquilidade, elegância e uma arquitetura que recorda a sua capital, Lisboa».

    Importante para a promoção da cidade no mercado turístico espanhol, é que a publicação digital EsDiario recomenda uma escapada para se saciar destes destinos separados por apenas dois quilómetros de água, que se comunicam através da Ponte Internacional do Guadiana e pelo ferry que, em sua opinião, tem um preço simbólico.

    Maria Prieto Garcia iniciou a sua carreira profissional como repórter, redatora, editora e câmara na delegação de Sevilla de Agencia EFE, e como redatora e locutora na Cadena Ser e Onda Cero. Nos últimos anos tem trabalhado como redatora en meios locais como o Diario de Huelva e como gestora em varios departamentos de comunicación deportivos e gastronómicos.

    Veja o artigo do Huelva Información

    por José Estêvão Cruz
  • Duas centrais fotovoltaicas aos pés do Alqueva

    Duas centrais fotovoltaicas aos pés do Alqueva

    Dois projetos de contrução de centrais fotovoltaicas perto da Barragem do Aluqueva, um da EDP Renováveis e outro da Projeto da Lightsource BP, podem ser implantados nas margens do rio Guadiana.

    Ambos os projetos estão em consulta pública e aguardam a decisão da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) para obter a Declaração de Impacte Ambiental favorável.

    A Central Fotovoltaica da Sobreira de Baixo está prevista para os concelhos de Vidigueira e Portel e será a maior central solar da EDP na Europa, com uma potência instalada de 242 MWp e uma produção anual estimada de 418 GWh.

    O investimento ronda os 115 milhões de euros. O projeto prevê o abate de centenas de azinheiras e sobreiros, com a compensação de replantar o triplo das árvores abatidas.

    A ligação à rede elétrica será feita através da infraestrutura da Central Hidroelétrica de Alqueva II, permitindo uma operação híbrida que combina energia solar e hídrica.

    Quanto à Central Solar Fotovoltaica do Alqueva, planeada para o concelho de Moura, o projeto representa um investimento de 365 milhões de euros para uma potência de 431,5 MWp.

    A produção anual estimada é de 680 GWh, o que corresponde a cerca de 1,4% do consumo atual de eletricidade em Portugal. O projeto inclui a instalação de quase 630 mil painéis solares e um parque de baterias, para armazenamento de energia,

    por Redacção Digital

    fotovoltaicas
  • Ponto de Situação sobre a água do Pomarão

    Ponto de Situação sobre a água do Pomarão

    A câmara municipal de Mértola divulgou a sua perspetiva atual, o ponto de situação, sobre a «Tomada de água do Pomarão», no âmbito do protocolo celebrado entre o município e as Águas do Algarve.

    «É importante recordar que a Câmara Municipal de Mértola, lamentavelmente, não foi envolvida no projeto ‘Tomada de água no Pomarão’ e das suas implicações desde o início», lembra a autarquia que se queixa também da «ausência de informações prévias sobre um projeto de tal envergadura, que impacta diretamente a vida das comunidades locais, gerou grande preocupação e mobilização por parte do município».

    Perante este cenário, a autarquia diz ter estabelecido estabeleceu três premissas fundamentais: «o acesso equitativo à água potável em condições dignas e justas, eliminando as desigualdades existentes para com a Freguesia de Espirito Santo; revisão da localização da torre de captação; e melhoria das condições de navegabilidade do Rio Guadiana, algo tão necessário para a promoção ambiental e recuperação do ecossistema do Rio Guadiana».

    Releva que, com a assinatura deste protocolo, a Câmara Municipal de Mértola «alcança uma vitória significativa, garantindo o acesso à água potável para as localidades de Mesquita e Espírito Santo e abrindo caminho para o abastecimento de outras localidades e para a resolução das outras duas questões».

    Em relação à relocalização, por agora, considera a câmara municipal «ficou salvaguardada uma avaliação cuidada que minimize os impactos ambientais, sociais e urbanísticos desta infraestrutura, em relação à navegabilidade foi possível inscrever verbas a rondar os 3 Milhões € para o efeito na reprogramação do PRR, havendo a possibilidade de atingir os 10 Milhões numa futura fase», como foi transmitido pela Sra. Ministra do Ambiente e Energia durante a inauguração do Pavilhão da Água – Exposição Ambiental em Faro.

    Observa que a ministra Maria da Graça Carvalho, presente na cerimónia, destacou a importância deste acordo para garantir «soluções definitivas de acesso à água para consumo humano às populações e a necessidade da recuperação das Margens do Guadiana com o objetivo de ‘renaturalizar o Rio’».

    A assinatura do documento contou com a presença do Conselho de Administração das Águas do Alentejo, da Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, do Presidente da CCDR Algarve, José Apolinário, do Presidente da Câmara de Faro, Rogério Bacalhau, da ARH Algarve, do Presidente da Junta de Freguesia do Espírito Santo, Luís Caetano, entre outras personalidades.

    Assinala um «marco importante para estas localidades que há anos se debatiam com a escassez de acesso à água potável. Graças a este acordo, as populações da Freguesia do Espírito Santo, que até agora dependiam de soluções precárias como furos artesianos e autotanques, terão finalmente acesso a um sistema de abastecimento de água público, eficiente e seguro».

    Mário Tomé, Presidente da Câmara Municipal de Mértola, mostrou a sua satisfação com este momento crucial para o concelho, afirmando ser este «um dia histórico para Mértola. Fruto destas negociações estamos a dar um passo decisivo para garantir a qualidade de vida das nossas populações e o desenvolvimento do nosso concelho. Conseguimos solucionar um problema com décadas, conferindo dignidade às populações da Freguesia do Espirito Santo e com uma perspetiva real de solução para a navegabilidade do Rio Guadiana até Mértola!»

    Noutro âmbito, mas relacionado com a mesma temática, o presidente Mário Tomé, aproveitou a ocasião para entregar à Ministra Maria da Graça Carvalho os contributos do Município de Mértola para a revisão Plano Nacional da Água 2025-2035, transmitindo-lhe também o seu agradecimento público pelo empenho na resolução dos problemas do Concelho de Mértola.

  • Reposição lenta nas barragens do rio Guadiana

    Reposição lenta nas barragens do rio Guadiana

    Na perspetiva do aumento das captações em Portugal, observando a principal fonte que se encontra no débito dos rios versus armazenamento das barragens de Espanha, o conjunto controlado pela Condeferación Htidrografica del Guadiana, ainda se encontra com uma média de -4,31 % que nos últimos dez anos.

    Estão, no país vizinho, armazenados 3.891,41 hm3, 48% da capacidade do sistema, depois de uma subida de 0,16 % no conjunto Oriental e 0,01 % na Ocidental. Há meses que não são divulgados registos relativos ao conjunto Sul.

  • Ponte Alcoutim-San Lucar de Guadiana é de interesse público nacional

    Ponte Alcoutim-San Lucar de Guadiana é de interesse público nacional

    O Governo da República acaba de anunciar que reconhece o relevante interesse público da construção da Ponte Alcoutim – Sanlúcar de Guadiana, através do Ministro Adjunto e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, e da Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho.

    Fez publicar o Despacho conjunto que reconhece como «ação de relevante interesse público a viabilização» do projeto de construção da ponte internacional sobre o rio Guadiana, hoje publicado no Diário da República, na sequência de proposta apresentada pelo Município de Alcoutim em articulação com a CCDR ALGARVE.

    O Governo reconhece como ação de relevante interesse público a viabilização, no âmbito do Regime Jurídico da Reserva Ecológica Nacional (REN), do projeto que pretende proceder à construção da ponte internacional entre as localidades de Alcoutim (Portugal) e Sanlúcar de Guadiana (Espanha).

    O Despacho produz efeitos da ocupação de uma área integrada na REN, no concelho de Alcoutim sujeita ao cumprimento das medidas mitigadora enunciadas no parecer da Agência Portuguesa do Ambiente, I. P. (APA, I. P.), que deverão constar da licença ou autorização do projeto; das medidas de minimização e do programa de monitorização, constantes no parecer do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I. P. (ICNF, I. P.); e, das demais condições estabelecidas nos pareceres e informações estabelecidos pelas demais entidades participantes no processo, bem como às normas legais e regulamentares aplicáveis.

    O projeto da ponte internacional Alcoutim-Sanlúcar de Guadiana visa estabelecer a interligação das duas margens do rio Guadiana entre as redes rodoviárias portuguesa e espanhola, favorecendo a aproximação cultural, social e económica do eixo inter-regional do Alentejo-Algarve-Andaluzia e, por inerência, o desenvolvimento dos territórios do interior, sendo um investimento que visa também fomentar a coesão territorial.

    O projeto será financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e concretizado pelo Município de Alcoutim (beneficiário final), tendo a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve como beneficiário intermediário.

    Confirmando o seu compromisso na implementação da Estratégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriço (ECDT) e sublinhando o seu impacto na melhoria da qualidade de vida e do bem-estar das pessoas nas zonas fronteiriças, os Governos de Espanha e Portugal assinaram na Cimeira de Faro o Acordo para a construção da Ponte Internacional sobre o Rio Guadiana, sendo esta declaração de relevante interesse público mais um passo para a sua concretização, que se traduzirá num investimento de cerca de 15 Milhões de Euros (M€).

    Para a abertura do concurso de empreitada da obra aguarda-se agora a aprovação do projeto de execução por parte da Comissão Mista Luso-Espanhola, conforme previsto no acordo, tendo o Governo da República Portuguesa, através do Ministério da Coesão Territorial já enviado a composição da delegação portuguesa às autoridades do Reino de Espanha. Aguarda-se agora a designação dos representantes das autoridades nacionais, regionais e locais do Reino de Espanha e da Junta de Andaluzia.

    Fonte: CCDR Algarve

  • Eurocidade do Guadiana é multiligue

    Eurocidade do Guadiana é multiligue

    A EUROCIDADE DO GUADIANA PROMOVE O MULTILINGUISMO COM MAIS DE TREZENTOS E CINQUENTA PARTICIPANTES NAS ATIVIDADES ‘AS LINGUAS LIGAM NOS’

    O encontro transfronteiriço ‘Los idiomas nos unen/As línguas ligam nos’ na Eurocidade do Guadiana contou com a participação de mais de 350 escolares e estudantes dos concelhos de Ayamonte, Castro Marim e Vila Real de Santo António.

    Esta actividade de promoção do multilinguismo contou com a participação de representantes das equipas de tradução da Comissão Europeia em Lisboa e Madrid, técnicos de dinamização dos centros Europe Direct de Huelva e do Algarve, bem como facilitadores e animadores que promoveram diferentes acções multilingues adaptadas a as idades e conhecimentos de cada um dos grupos participantes.

    A primeira das sessões, dirigida a alunos do ensino secundário do IES Guadiana de Ayamonte, teve como oradora a professora de espanhol da Universidade do Algarve María Jesús Botana Vilar, diretora do Centro de Estudos Galegos, que ofereceu aos participantes dados interessantes sobre a diversidade linguística na Península Ibérica e dados interessantes sobre a importância de conhecer diferentes línguas.

    A programação dirigida a crianças em idade escolar foi animada pelas equipas técnicas dos centros Europe Direct, que narraram a história ‘A Ana aprende uma língua nova’ numa versão bilingue. Mais tarde, os alunos puderam desfrutar de um karaokê com músicas em diversos idiomas.

    Simultaneamente, também para crianças en idade escolar, os escritores Fátima Valentim e Jesús González Francisco contaram histórias na biblioteca de Castro Marim. Lucía, em português sobre a mãe de Paco de Lucía, e O menino que olhava as estrelas e vê pássaros coloridos, em espanhol sobre a diversidade.

    À tarde, dois conselheiros linguísticos da Comissão Europeia – Sara Occhipinti e Álvaro Carvalho – realizaram um encontro online com alunos da Universidade de Tempos Libres de Vila Real de Santo António.

    A organização desta actividade, cujas origens remontam a 2016 durante a comemoração dos 30 anos da entrada de Portugal e Espanha na Comunidade Europeia,é o resultado da colaboração dos dois centros Europe Direct do Algarve e de Huelva com o Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Eurocidade do Guadiana.

    Eurocidade Bilingue

  • Formôa levanta processo ao transvase no Pomarão

    Formôa levanta processo ao transvase no Pomarão

    Esta iniciativa surge em resposta à aprovação condicionada do projeto pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que autorizou a transferência de água com restrições específicas, como a captação apenas entre outubro e abril, limitada a 30 hectómetros cúbicos anuais, para salvaguardar o caudal ecológico do rio.

    A “Amigos da Formôa”, escreve o Observador, expressa preocupações significativas quanto aos potenciais impactos ambientais e sociais do projeto, incluindo a possível salinização do estuário do Guadiana e efeitos adversos nas comunidades locais.

    Estas preocupações são partilhadas por outras organizações, como a Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável, que contesta o projeto, argumentando que o aumento da oferta de água não deve servir consumos insustentáveis.

    De acordo com o Jornal do Algarve o projeto de transvase, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência com um investimento superior a 61 milhões de euros, visa reforçar a disponibilidade hídrica no Algarve, região frequentemente afetada por escassez de água.

    No entanto, enfrenta oposição de várias entidades que alertam para os riscos ambientais e questionam a sua sustentabilidade a longo prazo.

    A ação judicial da “Amigos da Formôa” reflete a crescente preocupação da sociedade civil em relação à gestão dos recursos hídricos e à necessidade de equilibrar o desenvolvimento regional com a preservação ambiental.

    O desfecho deste processo poderá estabelecer precedentes importantes para futuros projetos de captação e transferência de água em Portugal.

  • Paulo Paulino declara-se candidato à presidência em Alcoutim

    Paulo Paulino declara-se candidato à presidência em Alcoutim

    Em entrevista a Paulo Moreno do Região Sul, o atual presidente da câmara municipal de Alcoutim, pronunciou-se o seu futuro político, afirmando que, no momento se afirma a sua disponibilidade para ser o candidato pelo Partido Socialista para dar continuidade ao cargo que ocupa no momento.

    Esta é a sua intenção que terá de ser sufragada ainda pela comissão política concelhia, onde, em breve será apresentada a sua proposta.

    Destaque ainda para as declarações prestadas sobre a construção da nova ponte sobre o rio Guadiana, em Alcoutim, com garantia de acordo assinado pelos governos Ibéricos no decorrer da XXXV Cimeira Luso-Espanhola, realizada em Faro, no passado dia 23 de outubro

  • Alcoutim desce o Guadiana em Caiaque

    Alcoutim desce o Guadiana em Caiaque

    O evento «I Descida do rio Guadiana em Caiaque» realiza-se no dia 9 de novembro, a partir das 9h, no troço do rio entre o Cais do Pomarão e a cidade de Alcoutim.

    A descida servirá como evento piloto, pois será «a primeira de outras que serão organizadas nos próximos anos».

    Segundo a Organização, o objetivo é que, com o passar dos anos, cada vez mais haja a adesão de participantes”. Termina com um almoço de confraternização entre todos os participantes.

    Trata-se de uma coorganização da Associação de Veteranos Paraquedistas do Algarve (AVPA) e da Associação de Paraquedistas do Alentejo (APA).

    Foi assinado um protocolo entre as duas entidades em Faro, no passado mês de Fevereiro.

    A Descida conta com os apoios da câmara municipal de Alcoutim, dos Bombeiros de Vila Real de Santo António (VRSA) e Castro Marim, da Xplore Benagil e da Frimarc.

    Segundo a AVPA, o objetivo é dinamizar o associativismo de antigos militares, não só no Algarve, mas também no Alentejo, no que é secundada neste capítulo, pela APA.

    caiaque
  • Incidente na Ponte do Guadiana entre Serpa e Beja

    Um incidente ocorrido com um homem na ponte sobre o Rio Guadiana, que liga Serpa a Beja, levou ao corte temporário da Estrada Nacional 260, na tarde de ontem, para que os meios de socorro pudessem atuar no local, informou o Canal Alentejo.

    A operação de assistência contou com a presença da GNR, dos Bombeiros de Serpa, de uma ambulância SIV (Suporte Imediato de Vida) de Moura e de um helicópetro do INEM. Procederam às manobras de socorro.

    O trânsito, entretanto, foi reaberto por volta das 16h30, após a estabilização da situação. A vítima foi helitransportada para o Hospital de São José, em Lisboa, onde encontra a receber acompanhamento clínico especializado.