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Etiqueta: Festivais

  • Três dias a comer caracóis em Castro Marim

    Três dias a comer caracóis em Castro Marim

    A animação de rua é dos Pardais à Solta, a abrir os três dias do evento, a partir das 19:00 horas de sexta-feira, dia 21 de julho. O palco está reservado para os Fado Tropical, 20:00 horas, seguindo-se a peça de teatro «Art’rite», pelo grupo de teatro amador do Centro de Cultura e Desporto da Câmara Municipal de Castro Marim.

    Sábado, às 2000 horas, atua o Duo Amar Guitarra, com João Cuña e Pedro Mendes «Pierre». Às 22:00 horas, espera-se o concerto de Los Romeros, trio fundado no Alentejo e que se dedica, há uma década, a reinventar as músicas com a sonoridade da rumba e a criar originais.

    A fechar o evento, no último dia, 23 de julho, em palco, pelas 20:00 horas, chega a música tradicional alentejana com Pedro Mestre, seguindo-se o concerto de Tiago Silva, cantor popular e finalista do «The Voice Portugal 2020».

    Com o objetivo de tornar os eventos mais ecológicos, será utilizado no festival o eco copo. O  Festival Internacional do Caracol é uma organização do Município de Castro Marim, contado com a colaboração de muitas associações do concelho.

  • Festival Andanças junto ao Guadiana

    Festival Andanças junto ao Guadiana

    O evento é organizado pela Associação PédeXumbo, em parceria com o Município de Reguengos de Monsaraz, a União de Freguesias de Campo e Campinho e a Associação Gente Nova de Campinho.

    Os participantes têm a possibilidade de fazer passeios de barco pelo Lago Alqueva, um percurso pedestre por Monsaraz e visitas ao Observatório do Lago Alqueva e à destilaria Sharish Gin. Durante o Andanças estará a circular o Transfer Alqueva que vai levar os festivaleiros para darem um mergulho na Praia Fluvial de Monsaraz.

    O festival vai ter lotação para 1.500 pessoas e a partir desta edição será realizado de dois em dois anos. Os bilhetes os residentes no concelho de Reguengos de Monsaraz têm 50 por cento de desconto no preço.

    O Andanças é definido como «uma aldeia global onde os participantes são convidados a interagir e a partilhar entre eles, mas também com a comunidade de Campinho. É um festival que promove a música e a dança popular enquanto meios privilegiados de aprendizagem e intercâmbio entre gerações, saberes e culturas, reavivando hábitos sociais de viver a música retomando a prática do baile popular com abordagens às danças tradicionais portuguesas e do mundo».

    Durante os quatro dias do Andanças vão realizar-se mais de 120 atividades em sete espaços diferentes de programação, com bailes, concertos, oficinas e atividades para as famílias e para as crianças, anuncia a autarquia. A programação apresenta cinco bailes por noite com artistas de Portugal, Espanha, França, Itália e Brasil. No palco vão estar os portugueses Zé Oliveira, Os Burricos, Grupo Velha Guarda da Madeira, Burel, Dahu, Não És Tu Sou Eu, Stompin At Six e Aire, os espanhóis Sérgio Cobos, Obal e Zaroj, os brasileiros Espaço Baião, os franceses Edentia e Duo des Cîmes e os italianos Rudemá.

    O Andanças vai ter concertos com propostas musicais tão diversas como os Malino, Malotira, Fado Badiu ou Ramblers Parade, mas também com artistas do concelho de Reguengos de Monsaraz como os 5 Castas, Al’Canti, Encanta Modas, Brisas do Alentejo e o Grupo Coral da Casa do Povo de Reguengos de Monsaraz. Durante a madrugada atuam dj’s que vão misturar a música latina, africana, caribenha e eletrónica, com os sets a cargo de Waty Barbosa, Dj Deão e Quim Ezequiel, Tito e Estereocleidomastóideo.

    A programação do festival inclui performances, arruadas, oficinas criativas, oficinas de instrumentos e conversas, como por exemplo sobre as tradições de Campinho, pintura alentejana em olaria e produção de tijolos rústicos para construção. O Andanças preparou diversas atividades para as famílias, nomeadamente oficinas de relaxamento com ioga dance, meditação coletiva, danças circulares sagradas ou massagem ayurvédica, mas também para as crianças que vão ter jogos, danças de roda e brincadeiras dançadas, cantigas e brinquedos do Brasil, oficinas de origami, de circo e de feltragem, assim como o Circo VagaMundo que vai apresentar o espetáculo “O Modesto Augusto”.

    Na Praça Bernardino José Cruz vai ficar o Mercado de Artesanato, um espaço tradicional para venda de bens regionais e artesanato do mundo. Para além da Cantina Andanças, com refeições completas, haverá o espaço de tasquinhas junto ao recinto principal.

  • Hammam e Casa de Chá na Casa Cor de Rosa em Mértola

    Hammam e Casa de Chá na Casa Cor de Rosa em Mértola

    Apesar da inauguração oficial estar prevista para o próximo mês de outubro, a Casa de Chá estará em funcionamento, durante os dias 18 e 21 do festival, sendo, na ocasião, conhecido o espaço reabilitado, a Casa Cor-de-Rosa, e, ainda, desfrutar das várias iniciativas disponíveis como oficinas de cosmética natural, yoga facial, remédios e “mézinhas”, bem como uma experiência gastronómica pela chef Sahima Hajat, vencedora do Masterchef 2023.

    Nos dias 19, 20 e 21, será possível desfrutar de uma experiência gastronómica com a chef Sahima Hajat, que oferecerá um menu de degustação. Tanto as oficinas como a experiência gastronómica têm inscrições limitadas e estão sujeitas a marcação prévia.

    O Festival Islâmico de Mértola tem entrada livre e na passada edição contou com 50 mil visitantes. Este ano são esperadas 60 mil visitas, neste que é dos eventos mais relevantes do distrito, e que tem como objetivos, além da divulgação do conhecimento sobre a história e o património de Mértola, em particular da época islâmica, também promover o conhecimento, o diálogo, a tolerância e cidadania entre culturas; divulgar a cultura islâmica e produção contemporânea; fortalecer laços culturais, sociais e económicos com o Mediterrâneo e desenvolver a oferta turística muslim friendly.

    O que são os Hammam’s e as Casas de Chá são parte integrante da cultura islâmica.

    Hammam, é um espaço de banhos e rituais que se acreditam «purificantes tanto de corpo como de alma. Uma visita a este local é um ritual que está presente em vários momentos importantes da vida nesta cultura. Aqui o banhista irá limpar o seu corpo e mente da forma que se acredita mais profunda, passando por diversas salas com distintas temperaturas, bem como uma sauna húmida que o fará suar e abrir os poros para que possa libertar todas as impurezas acumuladas no seu interior, que posteriormente através da esfoliação intensa serão eliminadas em definitivo».

    Associado ao ritual de Hammam está sempre presente o chá, parte integrante do mesmo. No final dos banhos e terapias inerentes, o banhista terá de repor os seus líquidos perdidos durante o ritual, através dos chás.

    O consumo do chá pela população da região do Norte de África acredita-se centenária. Para os árabes, o Salão de Chá é um local de receber convidados, relaxar e socializar. A toma do chá envolve todo um ritual de preparação e consumo, sendo muito importante a forma como é servido. Também a louça é parte essencial no ritual, o chá deve ser preparado em bule metálico e, posteriormente, servido em copos devidamente decorados. É importante ter em conta que cada chá deve ter a sua louça, faz parte do ritual. Para os árabes, o chá é um símbolo de hospitalidade, boas-vindas e sociabilidade, devendo sempre causar boa impressão aos convidados e deve ser acompanhado de doces típicos.

    Para os islâmicos, a hospitalidade é muito importante e o dever de bem receber é habitualmente bastante respeitado. A qualquer convidado, familiar ou amigo que visite uma casa islâmica é-lhe oferecido comida e bebida para que aprecie e se sinta como em sua casa e são colocados na mesa pratos com muitas variedades para que os seus gostos sejam sempre agradados. Os momentos das refeições são nesta cultura verdadeiros rituais que representam comunicação, hospitalidade e encontro familiar. A variedade e a fartura são parte da rotina e a mesa cheia e devidamente decorada serve para homenagear os convidados.

    De raízes milenares, a cozinha árabe ensina-nos técnicas e ensinamentos de como lidar com o produto com respeito, cada ingrediente, tempero e ou bebida. Desde a época mesopotâmica esta é uma culinária com forte personalidade que se reflete na atual gastronomia árabe.

    As suas especialidades vão desde a confeitaria aos pratos principais, sem esquecer o típico pão. Tal como a cozinha portuguesa, a cozinha árabe é mediterrânica, baseada em muitos dos ingredientes que por cá se utilizam, com bases bastante semelhantes, respeito pela sazonalidade dos produtos, uso de verduras e legumes frescos e qualidade das proteínas, apenas com a diferença no uso e manuseio de alguns dos ingredientes.

    O edifício Casa Cor de Rosa

    O edifício designado de «Casa Cor de Rosa» é um espaço cheio de história. Sendo uma das mais nobres edificações do centro histórico da vila, mostra-se um belo exemplar da arquitetura neoclássica. Ele faz parte da memória coletiva da vila, mandado construir por Manuel Francisco Gomes, no século XIX, comerciante e proprietário de barcos de transporte no Guadiana. O piso de baixo era utilizado como armazém para fins comerciais, já o piso de cima era exclusivo para a habitação.

    Mais tarde, este palacete passou para as mãos do seu filho, Doutor Gomes um reconhecido médico em toda a região, que para além de habitar a casa, aqui formou um pequeno consultório, devidamente equipado para a época, onde dava grande parte das suas consultas. Desde a cura de simples constipações até à valia de arrancar dentes, muitos são aqueles que guardam memórias da casa e das diligências do Dr. Gomes, conhecido por dominar várias especialidades médicas.

    O projeto

    O projeto de reabilitação desta edificação foi liderado pelo arquiteto José Alberto Alegria, revelando a «preocupação em manter o rigor e respeito pelo sítio e a sua envolvente. Este edifício viu recuperados muitos dos seus detalhes arquitetónicos e decorativos de outrora, nomeadamente madeiramentos, abóbadas, arcarias, gradeamentos e painéis decorativos bem como a sua grande chaminé. Grande parte estão interligados com novas estruturas de apoio de modo a reforçar a construção e a proporcionar uma maior segurança ao edifício. Sem esquecer as acessibilidades que foram contruídas para que seja possível o acesso a pessoas com mobilidade condicionada».

    A intervenção realizada apostou na valorização da ambiência mediterrânica, tanto na requalificação do edifício como na sua decoração. Os elementos decorativos respeitam uma discreta elegância e uma evidente interligação com o passado mouro desta vila.

    A sustentabilidade é também uma máxima adotada. Foi importante «implementar um sistema de gestão de água que faz uma utilização sábia e sustentável da mesma. Na cobertura, encontram-se canais que recolhem as águas pluviais que serão transportadas para um tanque de decantação e posteriormente encaminhadas e depositadas numa enorme cisterna, para que mais tarde possam ser utilizadas».

    Foi uma preocupação assegurar um equilíbrio estético com a moldura arquitetónica já presente neste edifício recuperado. Pormenores como o mobiliário, os utensílios, os tecidos, as molduras, iluminação, entre outros, foram «cuidadosamente pensados» para proporcionar uma experiência plena de Hammam & Casa de Chá.

    O Hammam e Casa de Chá no Festival Islâmico de Mértola
    Nos dias 19, 20 e 21, será possível desfrutar de uma experiência gastronómica com a chef Sahima Hajat, que oferecerá um menu de degustação. Tanto as oficinas como a experiência gastronómica têm inscrições limitadas e estão sujeitas a marcação prévia através do número 968689109.

    O Festival Islâmico de Mértola tem entrada livre e na passada edição contou com 50 mil visitantes. Este ano são esperadas 60 mil visitas, neste que é dos eventos mais relevantes do distrito, e que tem como objetivos, além da divulgação do conhecimento sobre a história e o património de Mértola, em particular da época islâmica, também promover o conhecimento, o diálogo, a tolerância e cidadania entre culturas; divulgar a cultura islâmica e produção contemporânea; fortalecer laços culturais, sociais e económicos com o Mediterrâneo e desenvolver a oferta turística muslim friendly.

  • Festa da Gamba e do marisco em Punta Umbria

    Festa da Gamba e do marisco em Punta Umbria

    O certame é promovido pelo município de Punta Umbria e também terá pé-de-burrinho e biqueirões. Trata-se da 27ª edição do certame, começa amanhã e estende-se até ao dia 23, na praça 26 de Abril daquele município da costa onubense. A organização prevê a presença de cerca de 80.000 pessoas, segundo a presidente da câmara local, alcaldesa Aurora Águedo Borrego.

    O estacionamento foi ampliado e será gratuiro desde sexta a domingo, mesmo no poarque da zona portuária. Os pratos mantém os peços anteriores, de 6 a 7 euros e as bebidas subiram cinquenta cêntimos. Este ano os festejos coincidem com a celebração dos 60 anos de Punta Umbria como município independe, no dia 26 de Abril.

  • Festival Islâmico com apresentação na Casa do Alentejo em Lisboa

    Festival Islâmico com apresentação na Casa do Alentejo em Lisboa

    Está prevista na cerimónia a presença do presidente da Câmara Municipal de Mértola, Mário Tomé e da vice-presidente Rosinda Pimenta, do presidente da Casa do Alentejo, em Lisboa, João Manuel Rato Proença e do presidente da Entidade Regional de Turismo, Vítor Silva.

    A apresentação do Festival Islâmico de Mértola na Casa do Alentejo (Rua Portas de Santo Antão, nº 58), é aberta ao público e vai incluir a atuação do grupo Cus Cus Flamenco para um pequeno concerto de antevisão à programação de concertos do Festival. Além deste apontamento musical, vai decorrer uma prova de doçaria tradicional alentejana e marroquina.

    O conjunto Cus Cus Flamenco , foi criado em Granada, Espanha, em 2016, pelo cantor de origem marroquina Hamid Ajbar, licenciado pela Conservatório de Rabat como especialista em música andalusí e oriental. A sua proposta musical é baseada no conceito «duas histórias, um caminho» que propõe um encontro entre a música e a dança de duas culturas que parecem convergir no tempo e no lugar.

    Cus Cus Flamenco proporciona um concerto de fusão onde a profundidade do canto flamenco se junta à estética dos poemas-cantigas da poética árabe-andalusí e à beleza e paixão da dança flamenca.

    O que é o Festival Islâmico

    De dois em dois anos, o Festival Islâmico de Mértola, que já vai na 12ª edição, transforma a vila de Mértola, para celebrar e dar a conhecer a cultura islâmica e os seus laços com Portugal.

    Durante os dias do Festival, que este ano decorre entre 18 e 21 de maio, Mértola acolhe uma vasta comunidade islâmica do norte de África, proveniente de países como Marrocos, Argélia, Tunísia, além de Espanha e do Egipto, entre outras geografias.

    O Festival Islâmico de Mértola é dos eventos mais relevantes do distrito, que tem como objetivos, além da divulgação do conhecimento sobre a história e o património de Mértola, em particular da época islâmica, promover o conhecimento, o diálogo, a tolerância e cidadania entre culturas; divulgar a cultura islâmica e produção contemporânea; fortalecer laços culturais, sociais e económicos com o Mediterrâneo e desenvolver a oferta turística muslim friendly.

    Com entrada livre, o Festival Islâmico de Mértola contou no ano passado com 50 mil visitantes ao longo dos 4 dias da sua duração, esperando, esta edição, receber este ano mais de 60 mil pessoas.

    Em 2023 o souk regressa às vilas «velha« e «nova» de Mértola para receber os mais variados produtos como artesanato, doçaria, produtos regionais alentejanos e tecidos, provenientes de Marrocos, Tunísia, Egipto, Espanha e Alentejo. Além do mercado e do tradicional ritual árabe de regatear bons preços, o festival também conta com música e arte que complementam o encanto do mercado de rua.

  • Guitarras em concurso internacional em Lagoa | Algarve

    Guitarras em concurso internacional em Lagoa | Algarve

    O evento está previsto para os dias de 31 de março a 2 de abril de 2023 e os organizadores classificam-no como «único a sul do Tejo. O município de Lagoa, pretende oferecer «uma manifestação cultural de excelência, de grande nível nacional e internacional e proporcionador de estímulo e motivação a jovens e profissionais do nosso País e do estrangeiro».

    A razão de ser deste Concurso Internacional de Guitarra Cidade de Lagoa – Zé Gregório é o valorizar os jovens músicos e facilitar a sua integração no meio artístico; promover os jovens intérpretes e a sua paixão pela guitarra; divulgar as criações de grandes compositores; proporcionar o diálogo e a apresentação de trabalhos universitários sobre a música em geral – e a música para guitarra em particular – assim como do património musical mundial.

    Em paralelo, está prevista a criação do “Prémio Cidade de Lagoa” para o melhor guitarrista algarvio a concurso visando promover e incentivar o gosto pelo instrumento nos jovens músicos da nossa região. O Concurso encerrar numa grande final do nível profissional (nível VI) onde decorrerá a entrega dos prémios aos vencedores, nos diversos níveis etários a concurso.

  • Festival das Amendoeiras em Flor em Alta Mora

    Festival das Amendoeiras em Flor em Alta Mora

    Valter Matias explica que o que significa o projeto festival, no seguimento dos passeios que começaram como brincadeira, quando eram 36 a fazer a caminhada, muitos espanhóis, muita gente, holandeses, belgas e outras as nacionalidades. A decisão de em 2020 avançar para o Festival das Amendoeiras em Flor que a pandemia interrompeu, logo no primeiro no e as melhorias introduzidas no evento que está maior, com mais cultura, mais artistas, mais produtores a vender, mais artesanato.

    A presidente da junta de freguesia de Altamora, Rosário Sousa que diz olhar para a terra com muito orgulho e muita satisfação, e agradeceu a todos os apoio e a presença.

    Francisco Amaral, presidente da câmara municipal de Castro Marim, define o festival como uma mostra de tudo quanto existe de mais genuíno na Serra Algarvia, num mundo cada vez mais sofisticado. Salientou a cultura local, o artesanato e a vida no campo como tendo cada vez mais valor, sendo um complemento ideal da oferta turística de sol e praia que se pratica no litoral.

    Para o autarca, este festival também é uma prova de que a vida na serra algarvia, apesar da histórica desertificação e despovoamento, desde a década de 60, prova que a vida ali vai ter futuro. Está cada vez mais próximo o momento em que poder central, regional e local possam criar as condições para que os jovens possam ali viver e anuncia as possíveis medidas que podem ser tomadas.

    Com ArenilhaTV
  • Festival Internacional de guitarras em Lagoa

    Festival Internacional de guitarras em Lagoa

    A cidade volta ser palco de uma programação em que apresentará diversificadas linguagens musicais, interpretadas por grandes músicos nacionais e internacionais. Aliada à oferta musical, a promoção do património assume um especial relevo neste Festival, sendo que os vários espetáculos dão a conhecer ao público sítios, monumentos e infraestruturas da cidade de Lagoa.

    Os concertos realizam-se em diferentes locais do concelho de Lagoa e têm o seu início pelas 18:00 horas.

    A informação e o programa completo encontra-se em: https://www.festivalguitarralagoa.pt/

  • Serpa recria Templários

    Serpa recria Templários

    O Castelo de Serpa irá acolher diversas atividades de recriação histórica, demonstrações de combate e de tratamento de feridos, jogos e teatralizações, anunciou a câmara municipal que em breve anunciará o programa completo.

    O Festival resulta de uma candidatura no âmbito do fomento da cooperação transfronteiriça na Euroregião Andaluzia – Alentejo – Algarve, aprovada pela Junta da Andaluzia, que junta como parceiros os municípios de Aracena, Aroche e Serpa, e pretende promover uma agenda cultural comum ligada à história medieval deste território, com o intuito de consolidar a cooperação institucional e divulgar o património da região.

    As atividades do Festival têm início em Aracena, com a Muestra de Música Antigua Castillo de Aracena, de 10 a 14 de agosto, seguindo-se em Aroche a Noche de las Velas de Aroche, a 13 de agosto, e terminando nos dias 20 e 21, em Serpa, com a iniciativa “Hospitalários: das Cruzadas à Reconquista Cristã”.

    Brevemente, programa completo.

  • Festival Islâmico de Mértola a começar

    Festival Islâmico de Mértola a começar

    Na impossibilidade de restabelecer a circulação em tempo útil numa das duas únicas entradas no centro histórico da vila e por forma a cumprir a exigência de garantir canais de evacuação em caso de situações de emergência, o tradicional souk (mercado de rua) terá uma distribuição diferente, ocupando a Rua da Igreja de acesso ao Largo da Igreja Matriz de Mértola no centro histórico, sendo alargado para a envolvência do Largo Vasco da Gama e ruas que lhe dão acesso, já na parte “nova” da vila.

    Apesar desta nova configuração, Da Alcáçova ao Arrabalde, o Festival Islâmico de Mértola apresenta em 2022, um “souk” com ruas cobertas de panos e caniços, cheias de artesãos, comerciantes de várias paragens, animação de rua, oficinas, aromas e sonoridades de vários pontos do mediterrâneo. E ao Cais do Guadiana regressam os concertos com nomes já confirmados como Al Qasar, Hey Douglas, Tamikrest, Trio Alcatifa entre muitos outros.

    Depois de dois anos de interregno face às restrições provenientes da pandemia, contamos mais uma vez com a sua visita, no mais emblemático evento da vila de Mértola.

  • Pomarão no Guadiana recebe Festival do Peixe do Rio

    Pomarão no Guadiana recebe Festival do Peixe do Rio

    O festival do peixe do rio de 2022 realiza-se entre 9 e 10 de abril no Pomarão, aldeia do Guadiana , no concelho de Mértola.

    O horário do festiva, no dia dia 9 é entre as 11:00 horas e a uma da manhã e no dia 10 entre as 11:00 e as18 horas. As candidaturas já encerraram para quem que ter um estabelecimento no local. Trata-se de um recomeço, após o interregno causado pela pandemia, e a câmara municipal propõe que não haja lugar a qualquer cobrança para utilização dos stands e das tasquinhas.

    O Festival do Peixe do Rio é organizado anualmente pela câmara municipal de Mértola em parceria com associações locais e outras entidades. Trata-se de uma iniciativa que tem por objetivo valorizar o Rio Guadiana através da mostra e divulgação dos produtos e pela promoção de recursos associados e de contribuir para uma maior procura turística do território e desenvolvimento local.

    Para lá da oferta gastronómica que é apresentada pelas associações culturais, recreativas e desportivas presentes no festival, através dos pratos confeccionados nas tasquinhas, a autarquia pretende dar a conhecer os restantes produtos locais e contribuir para o crescimento do património.

  • 22.º Festival de Música Al-Mutamid já no sábado no Algarve

    22.º Festival de Música Al-Mutamid já no sábado no Algarve

    Vai ser ser estendido até 5 de março. Os espetáculos realizam-se no Centro Cultural de Lagos e no Cine-Teatro Louletano. No dia 26 de fevereiro passa por Lagoa e dia 4 de março por Silves. É uma música que durante séculos animou bazares, medinas e palácios do Gharb Al-Andalus

    Festival de Música Al-Mutamid, nesta 22ª edição ininterrupta, apresenta quatro projetos de música e dança com músicos e bailarinos de Marrocos, Siria, Sudão, Guiné Conacri, Egito e Espanha.

    Com ele, pretende-se que volte à memória o rei poeta Al-Mutamid (1040, Beja – 1095, Agmât), o mais liberal, magnânimo e poderoso de todos os taifas de Al-Andaluz.

    A programação do 22º Festival de Música Al-Mutamid irá centrar-se na música do Médio Oriente e Mediterrâneo oriental, nas melodias de Al-Andalus, na música árabe-andalusí e também na música afro-árabe.

    Programa:

    MUHSILWAN(Música e dança afro-árabe) – 19 fevereiro I 21:30 – Auditório Municipal de Albufeira I ALBUFEIRA

    YINNAN ENSEMBLE (Música árabe-andalusí e dança oriental) – 26 fevereiro I 19:00 – Auditório Carlos do Carmo I LAGOA

    IMAN KANDOUSSI & ALMAWSILY (Melodias de Al-Andaluz) – 4 março I 21:30 – Teatro Mascarenhas Gregório I SILVES

    IMAN KANDOUSSI & ALMAWSILY (Melodias de Al-Andaluz) – 5 março I 21:30 – Centro Cultural de Lagos I LAGOS

    IBN MISJAN ENSEMBLE (Música e dança do Médio Oriente e Magrebe) – 5 março I 21:00

  • «Tráfico de Arte do Guadiana» substitui Festival do Contrabando

    «Tráfico de Arte do Guadiana» substitui Festival do Contrabando

    Por imposições do confinamento imposto pela pandemia ligada à Covid-19, neste ano que se considera atípico, o Festival do Contrabando, será substituído pelo Tráfico de Arte no Guadiana, novo formato adaptado aos tempos atuais.

    O mercado será feito à moda antiga, os espetáculos de rua, a passagem mística pelo rio Guadiana entre as duas povoações , Alcoutim e Sanlúcar del Guadiana, os sons da música vibrante que o caracterizam, os aromas e cheiros das tasquinhas, com todo esplendor de vida a que nos habituou, vão regressa . «O cenário pandêmico, a consciência e ética de todos, obriga à segurança e resiliência, com esperança e otimismo», observa a autarquia, na esperança de melhores dias.

    Em novembro de 2020, a gigante e colorida peça Lontra – Big Trash Animals, e o Túnel Memórias do Contrabando foram algumas das peças que o Festival do Contrabando colocou em Alcoutim com o mote do «Tráfico de Artes no Guadiana». Repetir o evento nestes moldes e voltar a surpreender e aumentar o leque de pretextos para visitar este território é objetivo da autarquia para o futuro.

    Com ele, pretende levar expressões culturais e artísticas ao Guadiana, através da criação de autores nacionais, internacionais e locais, permitindo «conhecer o horizonte dos nossos limites, possibilitando-nos atravessar novos caminhos de forma a podermos divulgar e valorizar as Artes no Guadiana, associando-as sempre ao tema Contrabando, e potencializando a estratégia de desdobrar estes valores em mais épocas do ano».

    O evento transfronteiriço já é uma marca da identidade Internacional, cultural entre dois povos do Baixo Guadiana, as povoações vizinhas de Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana, e , com base no tema do contrabando, tornou-se um valor estratégico que permite promover a sua história, o património, a cultura e a memória local, preservada por este festival.

    Para assinalar a data e celebrar a valorização do território, lançou um vídeo promocional do «Festival de Contrabando – Tráfico de Artes no Guadiana», e promete anunciar uma nova data para quando se reúnam as condições de saúde pública e segurança favoráveis, apostando pela paciência e resiliência de todos.

    Esperamos que nos acompanhem, fiquem atentos ao Facebook do Festival do Contrabando (https://www.facebook.com/festivaldocontrabando ) e até lá mantenham-se seguros.

  • Festival do Caracol será com comida-para-fora

    Festival do Caracol será com comida-para-fora

    A câmara municipal de Castro Marim anunciou que, em virtude da crise de saúde provocada pela Covi-19, o habitual Festival Internacional do Caracol será a partir de casa, tendo como sloganFaça como o caracol, festeje a partir de casa!”.

    A ideia da iniciativa é minimizar o impacto económico provocado pelas medidas de combate ao covid-19, envolvendo todos os comerciantes do concelho que quiserem aderir em regime de take-away e, simultaneamente, dar continuidade à política cultural que o município afirma que tem desenvolvido ao longo do tempo, tomando os seus eventos como cartões-de-visita do território.

    O Festival, estende-se por dois meses e nele estão previstos encontros e debates online entre os comerciantes, os quais vão ser transmitidos pelo Município de Castro Marim. Nesses debates vão ser trocadas ideias e receitas do petisco.

    Para além do estímulo ao pequeno comércioe restauração, o Festival vai estar aliado à promoção do sal de Castro Marim, um dos ingredientes chave na confeção dos caracóis.

    A componente internacional será introduzida com a partilha de receitas marroquinas, francesas e espanholas, nacionalidades que todos os anos marcavam presença no evento, mas serão também partilhadas as tradicionais receitas portuguesas, com alguns “segredos” da cozinha do território.

    Na rede global vão também aparecer showcookings e momentos culturais, de música, dança e outras performances, à semelhança do que aconteceria no evento, habitualmente realizado na Colina do Revelim de St. António, na sede do concelho. O primeiro será com o chef Abílio Guerreiro, formador da Escola de Hotelaria e Turismo de Vila Real de Santo António, em data a anunciar.

    Afirmar Castro Marim como destino dos melhores caracóis do Algarve e potenciar também os produtos locais e tradicionais, bem como a cozinha e a cultura mediterrânicas, continuam a ser as diretrizes que movem a realização do Festival Internacional do Caracol.