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Etiqueta: Festivais

  • Fernando Daniel no Festival do Peixe do Rio

    Fernando Daniel no Festival do Peixe do Rio

    O Festival do Peixe do Rio, decorre nos dias 23 e 24 de maio, no Pomarão, concelho de Mértola e a autarquia promete um dos momentos musicais mais aguardados desta edição com o concerto de Fernando Daniel, marcado para sábado, dia 23 de maio.

    Reconhecido como uma das vozes mais populares da música portuguesa contemporânea, Fernando Daniel sobe ao palco do Festival do Peixe do Rio para um concerto de entrada livre, prometendo uma noite de grande animação num cenário único junto ao rio Guadiana.

    O concerto integra o programa do Festival do Peixe do Rio, evento de referência na valorização da gastronomia e das tradições ribeirinhas do concelho de Mértola, que alia a promoção dos produtos locais à animação musical e cultural.

    A Câmara Municipal de Mértola lançou um convite a toda a população e visitantes a marcarem presença no Pomarão e a desfrutarem de um espetáculo imperdível, integrado num fim de semana dedicado aos sabores do rio, à cultura e ao convívio.

  • Reguengos de Monsaraz Cultiva Novo Festival Literário

    Reguengos de Monsaraz Cultiva Novo Festival Literário

    TERROIR Inspira-se no Território

    Reguengos de Monsaraz acolhe, entre 18 a 26 de abril, a primeira edição do TERROIR – Festival Literário de Reguengos de Monsaraz, um evento que pretende ir além da tradicional feira do livro e afirmar-se como um projeto cultural enraizado no território.

    O festival, promovido pelo município, ambiciona ser mais do que um evento literário, inspirando-se no conceito de “terroir” – termo usualmente associado ao vinho – para explorar a ligação intrínseca entre a escrita e o lugar.

    Tal como o vinho reflete as características do solo, clima e tradições de uma região, a literatura, segundo a organização, é moldada pelas particularidades geográficas, culturais e emocionais do seu local de origem.

    O TERROIR distingue-se pela sua abordagem descentralizada, estendendo a sua programação a todas as localidades do concelho, com o objetivo de promover o acesso à cultura de forma abrangente e próxima das comunidades locais.

    O epicentro do festival será o Parque da Cidade de Reguengos de Monsaraz, onde se concentrará a maior parte da programação.

    O cartaz inclui conversas literárias com escritores de renome como Mia Couto e José Eduardo Agualusa, bem como uma homenagem póstuma a António Lobo Antunes.

    Para além disso, estão previstos lançamentos e apresentações de livros, sessões de autógrafos, espetáculos de stand-up comedy com Fernando Alvim e Jorge Serafim, oficinas literárias e atividades de escrita criativa para crianças, sessões de contos para diferentes faixas etárias e concertos de harpa e de ensemble.

    Com esta nova iniciativa, o município de Reguengos de Monsaraz visa consolidar o festival literário como um projeto cultural de referência, impulsionando a região como um destino cultural e turístico e fortalecendo o envolvimento da comunidade local na programação cultural.

    O TERROIR pretende, assim, celebrar a literatura como uma expressão do território, à semelhança do vinho que o representa.

  • Alta Mora celebra «Festival das Amendoeiras em Flor» com reforço institucional e emoção comunitária

    Alta Mora celebra «Festival das Amendoeiras em Flor» com reforço institucional e emoção comunitária

    A aldeia de Alta Mora, no interior do concelho de Castro Marim, voltou a transformar-se num polo de encontro e celebração com a 5.ª edição do Festival das Amendoeiras em Flor, um evento que une natureza, cultura e resistência comunitária.

    A sessão de abertura contou com a presença do Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Pedro Machado, e da presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, Filomena Sintra, cuja participação foi recebida com especial reconhecimento pela população e pela organização.

    Um festival que afirma o interior

    Na intervenção inicial, foi sublinhado o simbolismo da presença das autoridades nacionais e locais. “A vossa presença simboliza o compromisso e a valorização de uma região que preserva a sua identidade”¹, afirmou um dos oradores, destacando o papel do festival na promoção do interior algarvio.

    A presidente da Câmara, Filomena Sintra, foi várias vezes referida como parceira essencial na construção do evento ao longo dos anos. A sua presença constante desde os primórdios do projeto foi lembrada com gratidão: “A senhora Presidente da Câmara… desde 2003 ou 2000 que está cá connosco”², afirmou Walter Matias, líder da associação organizadora.

    O esforço de uma comunidade que não desiste

    A preparação desta edição foi marcada por condições meteorológicas adversas, mas a resiliência da população falou mais alto. “Foram três meses de intenso trabalho… Tivemos que desmontar, tivemos que montar, mas não desistimos”³, recordou Matias, sublinhando o contributo dos cerca de 200 voluntários envolvidos.

    A autarca Filomena Sintra foi destacada como presença ativa e solidária durante todo o processo, acompanhando a organização “neste ritmo infernal, que foi baixo de chuva, de vento”⁴. O agradecimento público reforçou a ligação entre o município e a aldeia, num esforço conjunto para manter vivo o interior do concelho.

    Uma aldeia envelhecida que se reinventa

    Alta Mora tem hoje apenas cerca de 20 habitantes permanentes, muitos deles idosos. O festival é, por isso, mais do que um evento cultural: é uma estratégia de revitalização. “Aqui há uns anos eram 1.000, agora cerca de 500 habitantes”⁵, lamentou Matias, defendendo que iniciativas como esta ajudam a criar pequenas dinâmicas económicas e a atrair visitantes.

    Um dos momentos mais simbólicos foi a referência às amendoeiras decorativas criadas a partir de árvores queimadas no incêndio de 2021. “Isto é tudo trabalho manual, feito pelas pessoas da terra com 70, 80 anos”⁶, destacou o dirigente, homenageando aqueles que considera “a alma deste evento”.

    A força das parcerias

    Além da Câmara Municipal, foram reconhecidos os apoios da Junta de Freguesia, da Caixa Agrícola e da associação ADRIP, cuja equipa “é o nosso braço direito, o esquerdo e tudo o meio”⁷.

    Cultura, natureza e identidade

    O festival oferece música, teatro, caminhadas e animação de rua, convidando visitantes a descobrir um Algarve interior autêntico, longe dos circuitos turísticos tradicionais.

    A mensagem final da organização foi clara: Alta Mora quer continuar viva — e precisa de todos para isso.


    Notas de rodapé (citações diretas do documento)

    1. “A vossa presença simboliza o compromisso e a valorização de uma região…”
    2. “A senhora Presidente da Câmara… desde 2003 ou 2000 que está cá connosco.”
    3. “Foram três meses de intenso trabalho… Tivemos que desmontar, tivemos que montar, mas não desistimos.”
    4. “A Câmara… também nos acompanharam neste ritmo infernal, que foi baixo de chuva, de vento.”
    5. “Aqui há uns anos eram 1.000, agora cerca de 500 habitantes.”
    6. “Isto é tudo trabalho manual, feito pelas pessoas da terra com 70, 80 anos.”
    7. “Eles são o nosso braço direito, o esquerdo e tudo o meio.”

    Se quiseres, posso também preparar uma versão mais curta para redes sociais, ou uma versão institucional para a Câmara Municipal ou para a Associação de Amigos de Alta Mora.

  • Prémio de inovação turística para o Festival do Contrabando

    Prémio de inovação turística para o Festival do Contrabando

    O Festival do Contrabando, organizado pelo Município de Alcoutim e pelo Ayuntamiento de Sanlúcar de Guadiana, foi galardoado com o Prémio de Inovação Turística 2025 pela Agência Destino Huelva, numa cerimónia realizada no emblemático embarcadouro de Sanlúcar.

    Este reconhecimento celebra o caráter único, criativo e transfronteiriço de um evento que, desde 2017, tem unido memórias e futuro, pessoas e territórios, através de uma programação cultural que valoriza as raízes raianas com inovação e autenticidade.

    Na cerimónia estiveram presentes: Paulo Paulino, Presidente da Câmara Municipal de Alcoutim José María Pérez Díaz, Presidente do Ayuntamiento de Sanlúcar de Guadiana Júlio Cardoso, Técnico de Turismo do Município de Alcoutim Partilhamos alguns momentos desta distinção que é de todos, das equipas que o tornam possível, das comunidades que o inspiram e de quem o visita com olhos e coração abertos.

  • Festival do Contrabando recebe prémio de inovação turística

    Festival do Contrabando recebe prémio de inovação turística

    Sanlúcar de Guadiana, Espanha – 25 de Setembro de 2025 – O Festival do Contrabando, uma iniciativa conjunta dos municípios de Alcoutim, Portugal, e Sanlúcar de Guadiana, Espanha, foi agraciado com o Prémio de Inovação Turística 2025 pela Agência Destino Huelva.

    A cerimónia de entrega do prémio teve lugar no histórico embarcadouro de Sanlúcar, marcando o reconhecimento do evento como um contributo significativo para o turismo inovador na região.

    O prémio distingue o festival pelo seu conceito singular, criativo e transfronteiriço, que desde 2017 tem promovido a união entre a história e o futuro, reunindo pessoas e territórios. A programação cultural do festival é projetada para valorizar as raízes regionais, incorporando inovação e autenticidade na experiência turística.

    Na cerimónia estiveram presentes figuras chave das administrações locais, incluindo Paulo Paulino, Presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, José María Pérez Díaz, Presidente do Ayuntamiento de Sanlúcar de Guadiana, e Júlio Cardoso, Técnico de Turismo do Município de Alcoutim.

    O Festival do Contrabando tem como objetivo oferecer uma experiência turística imersiva, incentivando os visitantes a “sentir” a cultura e a história da região, em vez de simplesmente “visitar”. A organização destaca que este prémio é um reconhecimento do trabalho das equipas envolvidas, da inspiração das comunidades locais e do envolvimento dos visitantes.

    O evento é visto como um exemplo de turismo sustentável e com identidade, promovendo Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana como destinos turísticos únicos.

  • O que foram as Amendoeiras en flor

    O que foram as Amendoeiras en flor


    Durante três dias a aldeia de Alta Mora, no interior do concelho de Castro Marim, acolheu milhares de visitantes de várias partes do mundo, na edição do Festival das Amendoeiras em Flor do Algarve, que decorreu entre 31 de janeiro e 2 de fevereiro.

    Este evento está considerado como um dos maiores eventos de época baixa da região algarvia e apresenta-se como forte contributo para o desenvolvimento do interior algarvio.

    É uma iniciativa com mais de duas décadas, onde são percorridos percursos terrestres com a exploração turística e que foi pioneira no Algarve.

    Este ano os percursos pedestres ficaram em destaque, com lotação esgotada e os participantes assistiram à apresentação de uma Torta de Amêndoa Gigante, com 43 metros, e à valorização de artistas, artesãos e produtores locais que demonstraram as suas artes e tradições ao vivo.

    O recinto foi ainda preenchido com um mercado de produtos da região como o mel, frutos secos, doçaria, artesanato e cestaria, não faltando também workshops e recriações ao vivo.

    A programação deste ano incluíu pinturas faciais, o desfile das amendoeiras, a fazenda dos animais, demonstrações gastronómicas, jogos tradicionais e a atuação de grupos de dança e música como as ARUTLA, o Grupo Etnográfico Amendoeiras em Flor, Pardais à Solta ou o Rancho Folclórico do Azinhal.

    «Um orgulhoso montanheiro do nordeste do Algarve que considera que a serra algarvia, apesar de todos os estrangulamentos criados, cada vez vale mais ouro», foi como se afirmou Francisco Amaral que preside à câmara municipal de Castro Marim, concelho a que Alta Mora pertence.

    Para Francisco Amaral o evento é organizado genuinamente pelos habitantes locais, do mais novo ao mais velho, com muito amor à camisola e «uma mostra natural da vivência destas gentes, orgulhosas do seu passado, e que teimam em viver o presente com alegria de quem saboreia os dias e as horas que restam de vida».

    Para Filomena, é necessário que «as entidades que decidem e gerem acreditem no território. Não só no investimento nestas iniciativas, mas que tenham uma sensibilidade na área do ordenamento, porque precisamos de gente neste território».

    O Festival das Amendoeiras em Flor do Algarve foi organizado pela Associação Recreativa, Cultural e Desportiva dos Amigos da Alta Mora, em parceria com o Município de Castro Marim e a Junta de Freguesia de Odeleite e a participação de muitos voluntários e residentes com espírito de equipa e de missão pelo combate ao despovoamento, isolamento e desertificação.

    foto: gc CM Castro Marim
  • Tavira celebra Sol de Inverno

    Tavira celebra Sol de Inverno

    O Festival Sol de Inverno é um evento cultural realizado em Tavira, Algarve, com o objetivo de dinamizar a oferta artística durante o inverno e promover atividades ao ar livre.

    Organizado pelo Clube de Tavira e pela Junta de Freguesia de Tavira, em colaboração com o Município, o festival decorre no Largo José Joaquim Jara (Jardim do Sapal) em datas específicas, geralmente entre janeiro e março, das 11h00 às 18h00.

    A programação do festival é diversificada, incluindo música ao vivo, poesia, mercados alternativos (como o Artists & Fleas Market), street food, workshops infantis, atividades desportivas e iniciativas de sustentabilidade ambiental.

    O Artists & Fleas Market destaca-se por reunir artistas e artesãos locais, oferecendo produtos como roupa vintage, bijuteria, pinturas e cosmética natural.

    O festival conta com a participação de várias associações locais, como a Associação Ria Inquieta, Associação Môçes, Clube Náutico Tavira, Associação Rock da Baixa-Mar e Associação Onda Sólida Arraial, entre outras, que contribuem para a diversidade e riqueza das atividades oferecidas.

    O Festival Sol de Inverno visa contrariar a tendência de menor atividade cultural durante os meses de inverno no sul de Portugal, proporcionando uma plataforma para talentos locais e incentivando a comunidade a participar em eventos culturais mesmo fora da época alta.

    O Jardim do Sapal em Tavira foi o palco escolhido para este festival gratuito com vários concertos, street-food, mercado, desportos (incluindo uma rampa de skate) e ainda uma grande área infantil com brincadeiras à séria – panelas com lama, slackline e bobines para os mais acrobatas!
    Um dia para todos, no maravilhoso sol algarvio, que promete aquecer os corações naquela que é conhecida como a época baixa desta região.

    «Pretendemos combater a sazonalidade através da valorização do tecido cultural algarvio. Noutros países europeus aproveita-se mais o ar livre e não se tem (nem de perto) um clima tão bom!” – afirma Filipa Teixeira, da organização do festival – “Além disso, as pessoas agradecem “terem o que fazer” e com qualidade

    A arrancar já a 18 de janeiro, com Voyage Project e G.I.G.G.Y., o Sol de Inverno vai estender-se por 3 datas, nos 3 meses de Inverno – poderá contar com mais Sol nos dia 15 de fevereiro e 15 de março com os cabeças de cartaz Sambambas e Chalo Correia.

    Conselhos para o festival – leve uma manta para se sentar na relva, toda a família, (incluindo a de 4 patas) e vá cedo que o Festival dura das 11h só até ao pôr-do-sol!

    ☀ 18 janeiro ☀
    🎪 Quem brinca é que sabe 11h-17h
    🛹 Skate no jardim 11h-17:30h
    🪗 Voyage Project 13h
    🎷 G.I.G.G.Y. 15h
    🎾 Beach Tennis 11h-17h
    👚Artists & Fleas Market 11h-17:30h
    ⛵Vela 11h-15h
    🏐 Volleyball 11h-17:30h
    🐕 Cantinho de adoção animal 11h-16h
    🎤 VOX POP ambiente ou cidadania?
    📍 Jardim do Sapal, Tavira

  • 750 anos do Castelo de Castro Marim

    750 anos do Castelo de Castro Marim

    Estão à porta os Dias Medievais

    Promete ser “uma inesquecível viagem no tempo e um regresso à época mais intrigante e misteriosa da nossa história, retratada nas artérias da vila”.

    Este ano, assinalam os 750 anos da edificação do Castelo de Castro Marim, sendo esta construção medieval o principal palco do evento, “por ser este o cenário mais leal possível à Idade Média”.

    Durante estes dias, toda a vila se transforma, as ruas e ruelas trajadam a rigor, para levar os visitantes numa inesquecível viagem, de onde difícil será regressar.

    São fantasias de reis e rainhas, cavaleiros de armaduras reluzentes, bobos e jograis, comerciantes, monges, damas e nobres e ainda criaturas demoníacas e mágicas que invadem a vila de Castro Marim.

    O rigor histórico é um dos estandartes dos Dias Medievais, contando este ano com a participação especial de Guérande, cidade francesa geminada, e de Cortegana.

    A edição deste ano é especial, pois é a 25.ª vez que este evento decorre, desta vez com muitas novidades e surpresas, além de uma forte aposta em novos espetáculos e na segurança e proteção dos seus visitantes, com a presença de vários técnicos equipados com desfibrilhadores, que percorrem toda a área do evento, para que se possa reduzir o tempo de socorro sempre que haja uma necessidade de desfibrilhação cardíaca.

    Por ser uma efeméride simbólica, esta 25.ª edição dos Dias Medievais em Castro Marim trará também alguns registos diferentes e marcantes como um espetáculo de encerramento diário com tecnologia e projeção, sobre a história do Castelo em videomapping.

    O Castelo irá, mais uma vez, abrigar as representações de mais de 45 artes e ofícios, além de grandes espetáculos como os torneios medievais a cavalo, que são um elemento de grande atração para quem nos visita, e as exposições de Instrumentos de Tortura e Punição e da Primeira Sede da Ordem de Cristo.

    Outro dos grandes destaques dos Dias Medievais em Castro Marim são os banquetes, que decorrem num espaço exclusivo e à luz misteriosa das tochas, com uma ementa que reúne as melhores iguarias da época, acompanhadas de performances de grupos de animação.

    Se pretender ser Rei por uma noite pode ainda optar por uma experiência diferente e única na mesa real, com apenas 10 convivas por noite, que desfrutam da pompa e circunstância das cortes da Idade Média.

    Um dos pontos altos deste evento âncora organizado pelo Município de Castro Marim é o desfile, considerado como uma das melhores oportunidades para absorver este universo de imaginação e fantasia, que decorrem no primeiro e último dia, ao final da tarde.

    A animação continua a ser outra das grandes e fortes apostas dos Dias Medievais em Castro Marim, que se distingue de outros eventos do género graças à exclusividade com alguns dos 30 grupos de animação nacionais e internacionais.

    Estes grupos serão rotativos e distribuídos pelos vários palcos dos Dias Medievais em Castro Marim, desde o mercado até ao Castelo, com teatros de rua, grupos “passa calles”, malabaristas, zaragateiros, cuspidores de fogo, gaiteiros, equilibristas, espadachins, contorcionistas, músicos medievais, música e dança árabe-oriental, música sacra na Igreja do Castelo, missa com coro, danças medievais, encantadores de serpentes, arruadas e demonstrações de falcoaria.

    Uma vez que este é considerado um evento para toda a família, a programação inclui espaços e atividades de animação infantil com oficinas, jogos, carrosséis, contadores de histórias e outras diversões.

    Estas zonas especiais de crianças serão um elemento de atração ao evento, mas que exigem um maior resguardo e espaços mais acautelados, para que os mais pequenos possam usufruir das experiências, tanto no Castelo como fora dele.

    Já no Forte de S. Sebastião, com o Acampamento Árabe na sua encosta a representar o quotidiano de uma caravana de comércio de sal e especiarias, irá decorrer uma recriação histórica do quotidiano civil e militar do século XVII, com apresentações e demonstrações por profissionais da Real Academia do Terço (piqueiros, artilheiros e rodeleiros). Este ano, o acesso ao Forte será iluminado e irá alargar a sua presença na feira.

    Os Dias Medievais em Castro Marim terão sido um dos primeiros EcoEventos do país, por desde sempre disponibilizar um copo de barro diferente em cada edição, pretendendo continuar, com o objetivo de apelar à máxima redução de resíduos e à utilização de materiais reutilizáveis.

    A ilustração da edição especial de 2024 ficou a cargo de Pedro Seromenho, um ilustrador, escritor e grande contador de histórias, com dezenas de livros publicados. Nascido no Zimbabué, residente em Braga e licenciado em Economia, Pedro Seromenho assinou recentemente a exposição “Pôr-do-Sal”, em Castro Marim, com ilustrações e instalações artísticas realizadas a partir do sal e flor de sal das salinas do concelho.

    Os bilhetes serão brevemente colocados à venda na bilheteira online BOL e nos diversos pontos de venda associados.

    Fonte: Informação municipal.

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    Amanhã, 6 de julho, às 21h30, o Centro Cultural António Aleixo, em Vila Real de Santo António, acolherá o XXIV Festival de Bandas Filarmónicas.

    O evento tem entrada livre e vai contar com a participação de três bandas filarmónicas. Organizam a Associação Cultural de VRSA e a Câmara Municipal de Vila Real de Santo António.

    Participam a Banda Filarmónica da Associação Cultural de VRSA, a Banda Filarmónica da Casa do Povo de Nossa Senhora de Machede e a Banda Filarmónica Sociedade Musical 5 de Outubro, de Paio Pires.

    A programação começa às 17:30 horas com uma arruada e os cumprimentos às entidades oficiais, seguida de uma missa, às 18h00. Os concertos terão início às 21:30 horas no Centro Cultural António Aleixo.

    O Festival de Bandas Filarmónicas de Vila Real de Santo António é realizado anualmente para promover a música filarmónica e proporciona uma plataforma para que bandas de diferentes regiões se apresentem, incentivando a troca cultural e a valorização da música instrumental.

  • Muita cultura no MED


    A partir de amanhã, 27 de Junho e até ao fim do mês a 30 de junho, o Festival MED regressa à Zona Histórica da cidade de Loulé, a cumprir o vigèssiimo aniversário de realização.

    A cidade está já engalanada com os panos azuis, vermelhos e amarelos, a decorar, sendo a World Music o grande destaque do cartaz cultural do MED e apresentando 90 horas de música, 54 concertos, com 378 músicos de 31 países diferentes .

    É, neste aspeto, a representação de nacionalidades, que a edição atinge o maior número a atuar nos 12 palcos instalados, ao longo do recinto,. A edição arranca com um país convidado, o Reino de Marrocos.

  • Dois aviões colidem no Beja Air Show

    Dois aviões colidem no Beja Air Show

    Quem estava mais afastado não se apercebeu do acidente.

    As equipas de emergência estão a prestar auxílio e a realizar operações de busca e salvamento. Não foi revelado o numero de pessoas a bordo ou se há vitimas mortais.

    A ???????????????????????????????? é uma equipa de exibição acrobática hispano-portuguesa, primeira da história da aviação ibérica, militar e civil, composta por pilotos de ambos os países.

    ???????????????????????????????? é a maior equipa civil de exibição acrobática existente no sul da Europa e uma das maiores do mundo.

    Têm como bases Casarrubios, perto de Madrid, Espanha, e Ponte de Sor, Portugal.

  • Festival iluminista abre com colóquio em VRSA

    Festival iluminista abre com colóquio em VRSA

    O Festival Histórico Setecentista abriu com um colóquio que celebrou os 148 anos da fundação de Vila Real de Santo António e marca o início das comemorações dos 250 anos do lançamento da primeira pedra da Casa da Câmara e Alfândega.

    O evento destaca a importância da cidade e sua arquitetura setecentista, promovendo atividades que exploram seu potencial.

    O presidente da câmara municipal, Álvaro Araújo afirmou que «Vila Real  Santo de António tinha necessidade, na nossa ótica, de reforçar o mês de Maio com atividades que, de alguma forma, viessem compensar a baixa ocupação hoteleira».

    Explicou, depois a necessidade de estabelecer um evento âncora para colmatar este problema da sazonalidade turística, «Um evento do ano. Neste e no mês de Novembro. Foi fácil, neste caso, encontrar a solução. Porque quisemos voltar a recriar o nosso cortejo histórico, que começou ainda no tempo do António Murta, que foi quando, pela primeira vez, fez um cortejo histórico».

    Então, continuou dizendo,«pensámos em fazer, não só um dia, mas sim um fim de semana, em que pudéssemos ter atividades que mostrassem o potencial da nossa cidade, da nossa arquitetura. E, por isso, só o pudemos fazer, sendo um evento setecentista. Não é um evento medieval, nem nada que se pareça. O ano passado, diz quem sabe, tivemos ainda algumas marcas de medieval». 

    Disse, depois que ali estavam porque «é necessário também fazer um enquadramento histórico sobre aquilo que vai acontecer, sobre aquilo que aconteceu em 1774 e a partir daí».

    Lembrou que o evento também marca, este ano, «o início das comemorações dos 250 anos da Fundação, o lançamento da primeira pedra deste edifício, que está aqui ao nosso lado direito», referindo-se ao edifício da primeira Alfândega, com porta para a Avenida da República.

    Coronel José Paulo Berger

    O Coronel José Paulo Berger, engenheiro militar e especialista em história militar e fortificações, apresentou um panorama histórico da cartografia militar desde o século XVIII, destacando a evolução dos arquivos militares e a importância da documentação histórica para o estudo e compreensão do desenvolvimento da região.

    Mencionou a criação do Real Arquivo Militar em 1792 e sua posterior divisão em diferentes organismos, culminando na criação do Gabinete de Estudos Arqueológicos da Engenharia Militar, responsável pela preservação e valorização do património edificado pelo Exército.

    Berger também aborda a importância da cartografia para o planejamento territorial e para as campanhas militares, mencionando a criação da Sociedade Real Marítima Militar e Geográfica em 1798, que teve sua atuação interrompida pela Guerra das Laranjas.

    Destacou a importância da obtenção do metro padrão para a medição de distâncias e volumes, e como Portugal participou desse processo.

    O palestrante finalizou sua apresentação convidando o público a consultar a documentação histórica disponível no portal das Bibliotecas de Defesa e a entrar em contato com o Gabinete de Estudos Arqueológicos da Engenharia Militar para obter imagens de alta resolução da cartografia histórica da região.

    Fernado Pessanha

    Fernando Pessanha discorreu sobre a história de Vila Real de Santo António, focando na importância da cartografia para entender a história local e regional.

    O orador discutiu a fundação e refundação da cidade, a importância da cartografia militar para a compreensão do século XVIII e a relação da cidade com eventos históricos e militares mais amplos, como a Guerra Fantástica e a Batalha do Guadiana.

    Também mencionou a importância de preservar e estudar documentos históricos para futuras pesquisas e para promover o turismo cultural na região.

  • Festival Setecentista começa hoje

    Festival Setecentista começa hoje

    A autarquia decidiu, no ano passado, criar para esta data e datas futuras, este festival que faz o enquadramento histórico e, nos próximos três dias, a população e os visitantes podem tomar contato com os pormenores da inauguração de uma vila, hoje cidade, cuja primeira pedra foi colocada a 17 de Março de há 250 anos.

    A festa, dias depois da Sessão Solene comemorativa, está no Centro Histórico Pombalino e espalhada pelo Centro Comercial a Céu Aberto, servida por numerosos palcos.

    Recriações, cortejos, espetáculos interativos, animações e concertos são motivações que os organizadores esperam que venham atrair um grande número de visitantes e servir para animar, durante os próximos três dias, a população e o comércio local.

  • Festival Fronteiras na Eurocidade do Guadiana

    Festival Fronteiras na Eurocidade do Guadiana

    O filme vencedor do Prémio Lux de Cinema Europeu abrirá o V Festival Festival Internacional de Cinema de Fronteiras na Eurocidade do Guadiana.

    A película tem por nome «20.000 espécies de abelhas», e foi realizada pela espanhola Estíbaliz Urresola, vencendo o Lux European Film Award, e arrebatando o Urso de Prata, em Berlim, três Goya Awards e o Biznaga de Ouro de Melhor Filme no Festival de Málaga.

    Será projetado de forma simultânea nas duas margens da Eurocidade do Guadiana, e terá um interessante calendário de exibições entre 29 de Maio e 1 de Junho, que será complementado por outras actividades culturais como salas de formação, exposições e um .concerto de encerramento com a cantora Rocío Marquez y Bronquio.

    «20.000 Espécies de Abelhas» conta a história de Cocó, de oito anos, que não se encaixa nas expectativas dos demais e não entende o porquê.

    Todos ao seu redor insistem em chamá-lo de Aitor, mas ele não se reconhece nesse nome. Durante as férias de verão, numa casa intimamente ligada à apicultura, Cocó explora sua identidade de gênero ao lado das mulheres de sua família, que também refletem sobre sua própria feminilidade.

    O dia de abertura contará com a exibição deste filme tanto em Vila Real de Santo António como mais tarde em Ayamonte. As exibições continuarão quinta, sexta e sábado no Teatro Cardenio, enquanto a cerimônia de encerramento está programada para acontecer no auditório principal do Centro de Congressos de Ayamonte.

    O Prémio do Público LUX é uma iniciativa do Parlamento Europeu e da Academia Europeia de Cinema.

    É atribuído todos os anos como reconhecimento do cinema europeu e como forma de sensibilizar para as questões sociais, políticas e culturais actuais na Europa. O público e os eurodeputados poderão avaliar os filmes.

    O vencedor do Prémio é o filme que obteve a maior pontuação ao somar os votos do público e dos eurodeputados, com uma ponderação de 50%.

    Tercer cielo é o celebrado projeto da cantora de flamenco Rocío Márquez e do produtor de música urbana e eletrônica Bronquio.

    Um paraíso no limiar onde os artistas se permitiram explorar a partir de suas respectivas formações musicais em jornada que vai do conhecido ao desconhecido, da tradição à criação.

    O resultado é uma linguagem própria que transcende os compartimentos estanques dos gêneros musicais para continuar ampliando o flamenco do século 21.

  • Maio é o mês da vila do Marquês

    Maio é o mês da vila do Marquês

    Maio é mês das celebrações da fundação da cidade de Vila Real de Santo António e vai ser festejado com a edição do livro de poesia «Margens Livres», pelos Poetas do Guadiana, já amanhã, dia 3, prosseguindo as cerimónias no dia da fundação, dia 13, e o festival histórico «Vila Real de Santo António Setecentista», nos dias 17, 18 e 19.

    Livro "Margens Livres", poesia, cravo vermelho na capa.

    Trata-se da segunda edição do Festival Histórico «Vila Real de Santo António Setecentista», classificado como «evento âncora», integrando recriações históricas, cortejos, espetáculos e animação de entradas livres, com a duração de três dias.

    O festival pretende retratar a vida quotidiana da então vila, no século XVIII, e destacar a sua importância histórica, cultural e social. Ao mesmo tempo, assinalar o 248º aniversário da fundação de Vila Real de Santo António. Inaugura também a contagem decrescente das celebrações dos seus dois séculos e meio de história.

    O festival é composto por recriações, cortejos, espetáculos e animações, terminando nos mercados e banquetes, dando motivos para visitas à cidade e à evocação das personagens de época, dentro do traçado urbano da zona histórica e salientando a imponência da Praça Marquês de Pombal.

    Animação, teatralizações que retratam episódios da história de Vila Real de Santo António, em transversalidade com a História de Portugal, recriações, mercados, gastronomia e espetáculos com muita luz e cor espalhados por vários palcos, são outros dos atrativos.

    Cortejos históricos e mercados

    Os cortejos pelas ruas do Centro Histórico são considerados pontos altos do evento, reavivando uma tradição já enraizada na cidade que costumam atrair centenas de pessoas.

    Ao longo do fim de semana, haverá ainda teatro circense, com diversos ambientes cénicos, retratando episódios históricos ou cenas da vida quotidiana. O Destaque vai também para os concertos musicais e para os espetáculos de danças barrocas.

    No mercado, serão vendidos manjares frescos e acepipes doces, além do artesanato tradicional, tudo rematado com um conjunto de divertimentos para os mais novos.

    O Banquete

    No sábado, dia 18 de maio, um dos pontos altos da noite será o banquete, no Centro Cultural António Aleixo. Aqui, os comensais terão a oportunidade de desfrutar do requinte e da magia de um manjar em homenagem a D. José I.

    Os protocolos, a etiqueta, a gastronomia da época e espetáculos variados fazem parte do menu.

    Espetáculo de videomapping

    Além de um intenso programa de animação, o último dia do festival, a 19 de maio (domingo), encerra com chave de ouro: um grandioso espetáculo final de videomapping, na Avenida da República, frente ao Rio Guadiana, onde não faltará cor, luz e música.

    À exceção do banquete, todos os eventos têm entrada livre.

  • Festival do Peixe do Rio de volta ao Pomarão

    Festival do Peixe do Rio de volta ao Pomarão

    Este ano há a promessa de surpreender os visitantes com uma programação repleta de atividades, gastronomia irresistível e concertos imperdíveis.

    O Festival te por objetivo de celebrar a rica tradição piscatória da região e promover a cultura local, realizando-se nos próximos dias 23 e 24 de março com a apresentação de uma variedade de atrações para todas as idades.

    Os visitantes terão a oportunidade de desfrutar de demonstrações gastronómicas, nas quais Chefs locais vão apresentar «pratos deliciosos, destacando os sabores autênticos do peixe do rio».

    Uma eclética seleção de artistas musicais animará o festival com performances ao vivo, abrangendo uma variedade de estilos que vão desde o rancho folclórico ao cante alentejano, com destaque principal para o concerto de Ana Moura, na noite de dia 23 de março, acompanhado do esplendoroso fogo-de-artifício sobre o Rio Guadiana.

    Exposições e demonstrações por artesãos locais, transportam os visitantes sobre a rica história e tradições da região, proporcionando uma experiência enriquecedora e educativa.

    Há também. atividades ao ar livre que envolvem pesca desportiva, passeios de motorizadas e caminhadas guiadas pela natureza oferecerão para que os participantes tenham «a oportunidade de explorar a deslumbrante paisagem local».

    Por sua vez, os produtores locais desdobram-se numa panóplia de iguarias da região, nomeadamente os famosos enchidos de porco preto, os queijos artesanais, doces regionais, o pão de Mértola galardoado todos os anos como o melhor do país, mel e vinhos de Mértola

    Programa de festival com atividades, música e pesca.
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    Cartaz cultural com programação de festival e ilustração de peixe.
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  • Onde a liberdade respira arte

    Onde a liberdade respira arte

    A iniciativa, anunciou a câmara municipal, visa dar voz aos alunos, professores e comunidade escolar, no âmbito das diferentes áreas disciplinares e curriculares, e pretende o desenvolvimento de atividades que estimulem e reforcem os hábitos culturais e artísticos, oferecendo um leque de eventos diversificados.

    O «RespirArte» abre-se igualmente à comunidade, sendo possível assistir, em espaços interiores e exteriores da cidade, a um leque de espetáculos que percorrerão expressões artísticas como a dança, o teatro e a poesia, passando ainda pela pintura, pelo desenho, pela música, a escultura e o vídeo.

    Para o presidente da autarquia local, Álvaro Araújo, «Trata-se de uma iniciativa em que o município, em estreita colaboração com toda a comunidade escolar, contribui para a divulgação das boas práticas educativas e partilha com a população a qualidade do desempenho dos alunos em contexto escolar».

    O projeto «RespirArte» é desenvolvido pelo município de Vila Real de Santo António, em parceria com o Agrupamento de Escolas de Vila Real de Santo António, o Agrupamento de Escolas D. José I e os clubes e associações do concelho.

    A entrada é livre para todas as atividades e os espetáculos dos dias 20 e 21 de março estão sujeitos ao levantamento prévio de bilhetes. Todos os residentes e visitantes são convidados a juntarem-se à celebração da arte, da cultura e da liberdade em Vila Real de Santo António.

  • Vila Real de Santo António afirma-se como «Terra do Atum»

    Vila Real de Santo António afirma-se como «Terra do Atum»

    Com o impulso dado pela Confraria do Atum e o apoio do município de Vila Real de Santo António, entre os dias 17 e 25 de fevereiro de 2024, realiza-se o festival «Terra do Atum».

    A iniciativa que tem por objetivo valorizar o atum como produto emblemático da região e destacar as tradições, as memórias e as raízes culinárias associadas ao pescado.

    Está programada uma série de atividades que envolverá residentes e visitantes, em ambiente festivo e educativo e pretende «valorizar a herança cultural e a tradição pesqueira enraizada na história da cidade».

    A cerimónia de abertura, foi agendada para o dia 17 de fevereiro, no Salão Nobre da Câmara Municipal de VRSA e coincide com a geminação da Confraria do Atum de VRSA com a homóloga espanhola «Cofradía del Bonito del Norte de Colindres», localizada na Cantábria.

    O «Terra do Atum» contempla diversos momentos culturais, como poesia, música, pintura e escultura, programados para o Centro Cultural António Aleixo, em VRSA, no dia 22 de fevereiro, com entrada livre.

    atum vermelho
    atum vermelho

    Entre os dias 22 e 25 de fevereiro, a Praça Marquês de Pombal será ponto de encontro e de convívio com diversos stands e tasquinhas que darão a oportunidade de provar várias iguarias feitas à base de atum.

    No dia 23, o Salão Nobre da Câmara Municipal de VRSA volta a acolher diversos painéis informativos sobre «O atum e a sua história» e «O atum e a sua produção», além de uma apresentação da «Associação dos Profissionais da Arte do Chá de Macau».

    O ponto alto do festival será no dia 24 de fevereiro, com o X Capítulo da Confraria do Atum de Vila Real de Santo António, cerimónia a realizar no Centro Cultural António Aleixo, às 11h00.

    Antes dos atos capitulares, a reunião contempla dois momentos públicos: uma receção na Escola de Hotelaria e Turismo de VRSA, bem como um desfile das confrarias convidadas pelas ruas do Centro Histórico, a partir das 10:30 horas.

    O cortejo dará a conhecer os tons amarelos e azuis dos trajes da confraria vila-realense, cores que evocam as fardas tradicionais dos operários das muitas fábricas de conservas que existiram na cidade do Guadiana.

    O Festival encerra no dia 25 de fevereiro com um painel dedicado ao «Atum e a sua Gastronomia», no Salão Nobre da Câmara Municipal de VRSA.

    O Festival «Terra do Atum» resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de VRSA e a Confraria do Atum de Vila Real de Santo António, «entidade que tem como missão levar mais longe a história do atum e da indústria conserveira, episódios que marcaram gerações em VRSA e estão ainda hoje presentes em muitos dos pratos típicos da cidade ou nos hábitos alimentares dos vila-realenses».

  • Danielle Riegel no III Festival de Harpa do Algarve

    Danielle Riegel no III Festival de Harpa do Algarve

    A terceira edição do Festival de Harpa do Algarve, passa ao longo do mês de novembro passa por diversos concelhos do Algarve, e conta com o apoio das várias paróquias, tendo a harpista Danielle Riegel a abrir na Igreja Matriz de Paderne, concelho de Albufeira, hoje, âs 21:30 horas

    O evento integra-se no âmbito do plano de produções musicais para 2023, da Ideias do Levante – Associação Cultural de Lagoa, em parceria com os municípios de Lagoa e Albufeira, a Junta de Freguesia de Monchique e a Santa Casa da Misericórdia de Monchique.

    Danielle Riegel é uma harpista de concerto internacionalmente aclamada e foi harpista solo da Orquestra Sinfônica de Haia, Holanda, durante 15 anos, tendo-se deixado atrair desde cedo para as artes e sendo, aos 12 anos, admitida no departamento de jovens talentos do Conservatório Real daquele país, seguindo-se uma carreira internacional de sucesso.

    Danielle foi premiada nos principais concursos nacionais e internacionais de harpa e apresentou-se em todo o mundo com músicos e maestros famosos em prestigiados festivais de música e salas de concerto em Amesterdão, Berlim, Viena, Paris, Madrid, etc.

    Desde setembro de 2020 vive em Portugal onde participa em concertos, festivais, casamentos e eventos corporativos. Ela também providencia sessões individuais de cura sonora e ensina tao qigong.

    Os outros espetáculos da agenda

    A 25 de novembro, a partir das 16:00 horas, atua Helena Madeira, voz e arpa, tendo como palco a Capela do Convento S. José, em Lagoa. A 26 de novembro, também âs 16:00 horas, Leonor Maia, em harpa, e Francisco Barbosa, em flauta-transversal, atuam na Igreja da Misericórdia de Monchique.

    Em cada edição é proposta a recolha de donativos para auxiliar instituições sem fins lucrativos do Algarve na área de apoio social e humano, para a Santa Casa da Misericórdia de Lagoa, a SOS Oncológico e a Espiral de Vontades.

    A primeira edição do evento decorreu ao longo do ano de 2021, via online e ou presencial, em vários concelhos do Algarve, com vários concertos e ou workshops em Albufeira, Lagoa, Loulé, Monchique.

  • Dias Medievais em Castro Marim

    Dias Medievais em Castro Marim

    A ilustração destes XXIV Dias Medievais em Castro Marim é da autoria de Elias Gato, ilustrador, impressor gráfico, professor, mediador cultural e editor independente, licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa e mestre em Via Ensino de Artes Visuais pelo Instituto de Educação.

    Elias Gato tem 34 anos e nasceu na localidade de Vevey, Suiça, mas tem alma castromarinense, onde cresceu e estudou e onde atualmente reside.

    Ao Rei e à Rainha junta-se o Bobo da Corte, o Frade e o Cavaleiro e este ano um especial convidado, o Falcoeiro. Esta é a linhagem que nos recebe para mais uma viagem ao passado, expressa na ilustração.

    Entre as suas várias talhas profissionais de Elias Gato , destaca-se a conquista do prémio de 2016 de Literatura Infantil do Pingo Doce (ilustração) e a dinamização do projeto Estação das Artes, a funcionar em São Bartolomeu, um espaço de criação e de criatividade em que promove workshop’s e recuperação de técnicas de reprodução e pintura.

    É o regresso à época mais intrigante da história, num evento que se distingue pela preocupação com o rigor histórico e pela participação de mais de 30 grupos de animação, nacionais e internacionais, alguns só com presença em Castro Marim.

    Os bilhetes serão brevemente colocados à venda na bilheteira online BOL e nos diversos pontos de venda associados.