FOZ – Guadiana Digital

Etiqueta: Agricultura

  • Fatores de Produção debatidos em Beja

    Fatores de Produção debatidos em Beja

    Decorreu no Anfiteatro da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Beja o Evento Final do GO FitoFarmGest: Gestão Sustentável de fitofármacos em Olival, Vinha e Culturas Arvenses, na área de influência do EFMA.

    A sessão de abertura, realizada na passada terça-feira, esteve a cargo do diretor da ESAB, professor doutor Manuel Patanita, e do painel fizeram parte Patrícia Palma, coordenadora do projeto, e Alexandra Tomás, professora adjunta no IPBeja, que apresentaram os resultados do GO FitoFarmGest.

    A Professora Coordenadora da ESA, Margarida Pereira, fez a Apresentação do Manual de Boas Práticas Para a Gestão Sustentável de Fatores de Produção.

    Gestão de Fatores de Produção na Agricultura de Regadio, foi o tema da segunda parte do painel do qual fizeram parte, André Matoso, diretor da ARH Alentejo; Gonçalo Tristão, presidente do COTR; José Pedro Salema , presidente do conselho de administração da EDIA; Rui Garrido, presidente da Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo; Rui Marreiros, vice-presidente da câmara municipal de Beja; e Tiago Pinto, secretário Geral ANPROMIS.

    A moderação da mesa esteve a cargo de Maria Custódia Correia, coordenadora nacional da Rede Rural Nacional.

  • Proprietários temem roubos de alfarroba

    Proprietários temem roubos de alfarroba

    O perigo fica a dever-se à burocracia que pode levar ao roubo de centenas de milhares de euros em alfarrobas, no barrocal do Algarve, a partir de meados de Julho próximo., num ano em que se prevê uma abundante produção de alfarroba e que coincide com um preço muito alto. O receio dos assaltos deve-se ao fato de a comercialização não exigir documentação de titularidade de terras, nem de contratos de arrendamento.

    alfarrobeira

    A Direção Regional de Agricultura está a ser apontada como responsável. Segundo um dos produtores, por «absoluta incompetência. Aquilo que pode e dever ser controlado com as normas adequadas para se reduzir e evitar o roubo descarado não foi feito».

    «Nós temos que cumprir prazos e todas as regras, mas o Estado perante nós falha redondamente por completa incúria.» queixam-se dizendo que será um Verão com as furgonetas do costume a roubar por todo o lado e a GNR a identificar um caso ou outro mas incapaz de resolver o problema de fundo.

  • Explorações agrícolas no Algarve e Alentejo com forte descida em 30 anos

    Explorações agrícolas no Algarve e Alentejo com forte descida em 30 anos

    Atualmente existem 8.659 explorações de olival, 1.969 de vinha, 8.943 de frutos de casca rija, 6.030 de frutos frescos, 4.858 citrinos 740, frutos subtropicais e 21 de outras culturas permanentes.

    O número das explorações com culturas temporárias ė de 564 culturas forrageiras, 420 de cereais para grão, 154 de batatas, 765 de culturas hortícolas e 91 de leguminosas secas para grão, 170 de prados temporários, 136 de outras culturas temporárias, 80 de culturas industriais e 64 de flores e plantas ornamentais.

    Na região do Alentejo, no mesmo período, o número de culturas desceu de 68.461. Para 38.541.

    Atualmente existem 21.169 de olival, 5.424 de vinha, 3.221 de frutos de casca rija, 1.772 de frutos frescos, 2.520 de citrinos, 99 de frutos tropicais e 82 de outras culturas permanentes

    Quanto ao número de explorações em culturas temporárias, são 8.665 de culturas forrageiras, 4.637 de cereais para grão, 363 de batata, 1.555 de culturas hortícolas, 1.149 de leguminosas secas para grão, 2.396 de prados temporários, 249 de outras culturas temporárias, 596 de industriais e 66 de flores e plantas ornamentais.

    No site do Instituto Nacional de Estatística. Estes números podem ser observados em detalhe, região por região, município por ~´município e freguesia por freguesia de todo o País

  • “Juntos pelas Abelhas”

    “Juntos pelas Abelhas”

    A empresa vai voltar a apoiar a apicultura com a oferta de 300 novas colmeias aos apicultores nacionais cujos apiários estejam em regiões afetadas por catástrofes e calamidades registadas em 2021 – como os incêndios florestais -, dando assim continuidade à missão centrada no repovoamento das abelhas.

    Esta é a segunda edição da campanha “Juntos Pelas Abelhas”, que teve início no ano passado com a oferta de colmeias a 61 apicultores de norte a sul do país, numa altura em que a sobrevivência destes polinizadores volta a estar em causa devido à seca e à falta de floração que se faz sentir em Portugal.

    Depois de em 2021 ter alertado para a importância que as abelhas assumem na manutenção dos ecossistemas e para a sustentabilidade da cadeia alimentar, a marca NESTUM® volta a colaborar com as duas principais federações apícolas nacionais – FNAP (Federação Nacional dos Apicultores de Portugal) e FENAPÍCOLA (Federação Nacional de Cooperativas Apícolas e de Produtores de Mel). O concurso está aberto até 22 de Março e destina-se a apicultores federados, elegíveis para a oferta de 300 núcleos de abelha-rainha, seguindo os critérios definidos pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), a entidade que tutela o sector.

    Razões de um concurso:

    “As abelhas são essenciais para a sobrevivência da Humanidade e do planeta. Sem elas, não teríamos polinização e não haveria, por exemplo, frutos silvestres, abacates, couves, maçãs, amêndoas, laranjas, entre muitos outros alimentos. Por isso, e porque o mel é o ingrediente ‘estrela’ de NESTUM® Mel, não poderíamos deixar de dar continuidade ao caminho que iniciámos em 2021.

    A campanha “Juntos pelas Abelhas” teve um impacto muito positivo no repovoamento das abelhas. Estamos confiantes de que este ano a campanha voltará a ser um sucesso e felizes por vir a oferecer, em apenas dois anos, um total de 700 núcleos de abelha-rainha, que se multiplicarão.”, refere Elisa Riboldi, da Nestlé Portugal.

    “A apicultura é uma atividade nacional de grande relevo e com muita expressão no nosso país, existindo cerca de 11 000 apicultores com um total de cerca 750 000 colmeias, distribuídas por todo o território nacional. Sendo esta atividade considerada como tradicional, conta já com muitos apicultores profissionais.

    As abelhas são associadas sobretudo à produção de mel, um alimento de excelência, mas também têm um papel predominante e fundamental na polinização, sendo essenciais para a manutenção da biodiversidade e para a produção de alimentos.
    Pese embora o clima propício do nosso país para a prática apícola e a boa dinâmica do nosso setor apícola, existem ameaças à produção apícola, tais como a introdução de novas doenças e novos predadores das abelhas e a ocorrência de catástrofes naturais, como tempestades, incêndios e seca.

    É neste contexto que o apoio aos apicultores cujos apiários se encontravam nas regiões afetadas por catástrofes e calamidades em 2021, foi muito importante para que estes possam continuar a sua atividade e contribuir para a sustentabilidade do planeta.
    A Direção Geral de Alimentação e Veterinária está assim ciente das várias dificuldades que esta atividade enfrenta, pelo que continuará em conjunto com as Organizações de Apicultores, a tomar as medidas adequadas de modo a zelar pela sanidade das nossas abelhas e continuará com todo o agrado a apoiar a campanha “Junto pelas abelhas” que, estamos cientes voltará a ser um sucesso.”, comenta Susana Guedes Pombo, Diretora-Geral da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária.

    Os apicultores selecionados no concurso serão revelados a partir do dia 6 de abril e a entrega dos 300 núcleos vai ser feita pela Nestlé, num prazo médio de seis meses, após a divulgação dos beneficiários pela FENAPÍCOLA e FNAP, e que, de acordo com a indicação da DGAV, foram elegíveis para esta contribuição.

  • Regantes espanhóis manipulam caudais no Alto Guadiana

    Regantes espanhóis manipulam caudais no Alto Guadiana

    A denúncia foi tornada pública pela Confederação Hidrográfica do Guadiana, podendo as penalidades contra os falsificadores excede, se for o caso, 50.000 euros. O objetivo anunciado pela CHG é o de «consciencializar os utilizadores da água e chamar a atenção para a responsabilidade». A CHG releva que estas ações «resultam em detrimento de todos».

    Antes do início da Campanha de Irrigação, a Confederação Hidrográfica de Guadiana verificou, no âmbito das ações de controlo e vigilância do domínio público hidráulico que realiza, «a manipulação de três medidores volumosos instalados em captações de águas subterrâneas no Slto Guadiana, através de diferentes procedimentos (ímãs, fios, hastes)».

    Como já foi dito em outras ocasiões, salienta aquele organismo do Governo espanhol, «tais atos podem constituir crime contra o meio ambiente e os recursos naturais. As penalidades excederão, se for caso disso, 50.000 euros e implicarão o processamento das extinções dos direitos de uso da água desses usos».

    A Lei das Águas do país vizinho prevê que os detentores de concessões administrativas de água, tanto subterrâneas quanto superficiais, e todos aqueles que, por qualquer título, tiverem direito ao uso exclusivo da água, sejam obrigados a instalar e manter os sistemas de medição correspondentes que garantam informações precisas sobre os fluxos de água efetivamente consumidos ou utilizados e, quando apropriado, retorna.

    Os medidores de fluxo fornecem informações sobre os fluxos de água utilizados para garantir o respeito aos direitos existentes, medir o volume de água efetivamente consumida ou utilizada, permitir o planejamento e o gerenciamento corretos dos recursos e garantir a qualidade da água.

  • 5G para territórios de Baixa Densidade e agricultura

    5G para territórios de Baixa Densidade e agricultura

    A ministra da agricultura, Maria do Céu Antunes, em declarações prestadas ao Jornal de Negócios, lembrou que o Governo tem 93 milhões de euros diretos para financiar uma rede de inovação, para permitir a transição digital e ambiental com a garantia de rendimento aos agricultores.

    Das suas declarações retiramos que está prevista a instalação da rede de rega e o investimento de 17 milhões de euros para aumentar a eficiência hídrica no Algarve e reduzir a perda de água. A ministra também considerou como medidas medidas fundamentais a cobertura 5G, para que nos territórios de baixa densidade a largura de banda seja consentânea com esta ambição de digitalização do setor agrícola.

  • Continente volta a comprar laranja do Algarve

    Continente volta a comprar laranja do Algarve

    A marca afirma que todas as laranjas disponíveis nas lojas Continente são do Algarve, incluindo as disponíveis nas máquinas de sumo das lojas, assim como o sumo de laranja natural à venda nas cafetarias BAGGA e nas suas entregas ao domicílio através de BAGGA Delivery, e que é espremido na hora. A variedade de laranjas sumo distinguem-se por não terem umbigo e serem mais doces,.

    O Clube de Produtores Continente (CPC), em parceira com os seus produtores, garante que «são utilizadas as melhores práticas agrícolas nos pomares algarvios, resultando numa fruta de excelência», sendo colhidas à mão.

    Os dois mil hectares de pomares onde se realizam aas colheitas estão distribuídos entre Tavira e Silves e pertencem a cerca de 100 produtores que compõem quatro Organizações de Produtores Membros do Clube de Produtores Continente.

    A laranjas algarvias possuem têm certificação IGP – Indicação Geográfica Protegida – a certificar que o produto possui uma determinada qualidade, reputação ou outras características que podem ser essencialmente atribuídas à sua origem geográfica.