FOZ – Guadiana Digital

Categoria: Algarve

  • Provas de futebol e futsal chegam ao fim no Algarve

    Estas provas estavam suspensas devido à pandemia do coronavírus, sendo seguido o procedimento adotado pela Federação Portuguesa de Futebol nas suas competições.

    Em comunicado, a Associação de Futebol do Algarve esclareceu o motivo da finalização antecipada dos campeonatos, sem estarem concluídos:

     “Conscientes da realidade maioritariamente amadora dos nossos clubes, consideramos não haver condições e, eventualmente, recursos necessários para se concluírem os respetivos campeonatos até ao final da presente época desportiva, que finda a 30 de junho de 2020. Sabemos que esta é uma decisão difícil de ser tomada, pois frustra todo um trabalho que dezenas de coletividades e seus praticantes levaram a cabo, durante muitos meses, com fundadas expetativas de colher os proveitos desse esforço

  • Turismo do Algarve lança cursos online para promover a região

    Turismo do Algarve lança cursos online para promover a região

    Os cursos de de e-learning destinam-se inicialmente aos mercados inglês, francês, norte americano e holandês. A partir da partir da próxima semana vão também abranger o mercado alemão).

    Com eles, a ATA  pretende dar a conhecer uma perspetiva completa e detalhada sobre a diversidade da oferta que o Algarve dispõe para os seus visitantes, ao longo do ano.

    Ministrada em tempos de confinamento generalizado, a iniciativa procura ser um meio para manter a notoriedade do destino na alto da atenção dos seus principais mercados emissores.

    Adaptados aos interesses dos principais mercados que visitam o Algarve, estes cursos estão, no entanto, disponíveis a todos os profissionais do setor que tenham interesse no destino.

    A participação é gratuita, mediante um registo nas respetivas plataformas. Para além da informação disponibilizada sobre diferentes módulos temáticos, os participantes terão ainda a oportunidade de testar os seus conhecimentos através de uma série de questões, e de aceder a um conjunto de conteúdos complementares sobre a região, como vídeos, fotografias de alta resolução, brochuras ou guias.

    A ação está disponível disponível neste endereço.

  • Apolinário coordena combate ao COVID-19 no Algarve

    Apolinário coordena combate ao COVID-19 no Algarve

    O primeiro-ministro designou decidiu nomear mais quatro dos seus secretários de Estado para essa tarefa de coordenação regional; os secretários de Estado (da Mobilidade) Eduardo Pinheiro para a região Norte, João Paulo Rebelo (Juventude e Desporto) para a região Centro, Duarte Cordeiro (Assuntos Parlamentares) para Lisboa e Vale do Tejo e Jorge Seguro Sanches (Adjunto e da Defesa Nacional) para o Alentejo.

    António Costa salienta que o faz «Sem prejuízo das competências dos presidentes das câmaras municipais, como autoridades municipais da política de proteção civil, nos termos da Lei de Bases de Proteção Civil, considera-se imprescindível assegurar uma melhor coordenação dos serviços da administração central de nível regional ou distrital e a devida articulação supramunicipal”, justifica-se no despacho assinado pelo primeiro-ministro».

    No que respeita às razões da opção pela divisão em cinco do território continental, o líder do executivo alega que “as NUTS II já são hoje a área territorial consolidada da generalidade destes serviços desconcentrados da administração central ou compreendem os serviços que ainda se organizam na base distrital”.

    Durante este período de estado de emergência em Portugal, dis o primeiro-ministro, os ora designados tem por incumbência «a coordenação horizontal das entidades, organismos ou serviços de âmbito regional ou distrital da administração direta e indireta do Estado, necessários no combate à pandemia de covid-19, promovendo a articulação de todas as estruturas desconcentradas do Estado existentes na respetiva NUT II que devam ser mobilizadas na execução do estado de emergência».

    De acordo com o despacho de nomeação, cabe-lhes «a articulação e interlocução com as autarquias locais e as diversas entidades dos setores social e económico na respetiva NUT II».

    No âmbito destas competências estará igualmente «a articulação com a Estrutura de Monitorização do Estado de Emergência, coordenada pelo ministro da Administração Interna [Eduardo Cabrita] para efeitos de acompanhamento e produção de informação regular sobre a situação ao nível local».

  • Queda acentuada da ocupação hoteleira no Algarve

    Queda acentuada da ocupação hoteleira no Algarve

    É o registo mais baixo desde sempre para o mês de março, de acordo com os dados divulgados pela AHETA, no dia  6 de abril.

    O volume de vendas das unidades algarvias seguiu a mesma tendência de quebra, registando uma diminuição de 29,8%. Os mercados que mais que registaram maiores descidas foram o nacional (-54,5%), o alemão (-51,7%) e o britânico (-48,9%). Desde o início do ano a taxa de ocupação quarto regista uma descida média de 13,8% e o volume de vendas uma descida de 1,4%.

    Ao longo do mês de março, cerca de 60% da oferta disponível encerrou devido à pandemia do COVID-19. Cerca de 10% encerrou em 1 de abril, enquanto a generalidade da restante oferta preparava-se para o fazer, refere a associação.

  • PCP analisa medidas de emergência decididas pelo Governo

    PCP analisa medidas de emergência decididas pelo Governo

    Para o PCP, os desenvolvimentos suscitados pelo surto epidémico do Covid-19 no Algarve continuam a «impor que se prossiga com o cumprimento das orientações e medidas decretadas pelas autoridades de saúde e que têm merecido por parte da população uma adesão voluntária e responsável».

    O PCP defende também «o reforço da capacitação do Serviço Nacional de Saúde no Algarve nas suas diferentes vertentes, nos serviços hospitalares, nos cuidados primários e nos demais serviços e unidades de saúde que cobrem a região».

    Diz também que, durante a actual situação, «não poderá haver a mínima hesitação na contratação de mais trabalhadores para o SNS, no reforço de meios e equipamentos hospitalares, na ampliação da capacidade de resposta, incluindo com a abertura ou instalação provisória de equipamentos que aliviem e complementem a resposta aos serviços já existentes na região», observando que se confirma e torna mais evidente que, «por mais hospitais e clínicas privadas como as que se têm vindo a instalar na região à custa dos recursos públicos», é com o Serviço Nacional de Saúde que as populações algarvias podem e devem continuar a contar.

    Este partido saúda os trabalhadores da saúde na região, médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares, entre outros, cuja acção se tem revelado fundamental para responder às exigências de combate ao surto epidémico e estende essa saudação a todos os outros trabalhadores que «asseguram o fornecimento de bens e serviços essenciais à população e que também precisam de ver garantidas as suas condições sanitárias e direitos para poderem continuar a desempenhar as suas funções».

    Para além da saúde a direcção regional do PCP entende que é «preciso defender a saúde das populações, mas é igualmente necessário proteger os direitos e os rendimentos de quem trabalha» e denuncia e chama a atenção ´«para a necessidade de parar urgentemente a vaga de despedimentos que se está a desenvolver na região do Algarve, atingindo com particular gravidade o sector do Turismo – da hotelaria à restauração, do comércio aos transportes e actividades de lazer e entretenimento – mas também outros».

    Diz que se está a tirar partido do alarmismo e medo instalados e a assistir à generalização dos cortes nos salários e noutros rendimentos dos trabalhadores, à tentativa de impor férias forçadas, ao recurso indiscriminado ao Lay-off e ao banco de horas, à coacção para impor perdas de direitos e regalias – subsídios diversos, prémios, etc, «configurando em muitos casos o aproveitamento da actual situação por parte do grupos económicos e financeiros».

    Para a DORAL do PCP, a defesa dos direitos dos trabalhadores é parte integrante da resposta social, mas também, da resposta económica que é necessário dar e reafirma a necessidade de medidas que a partir do Governo, defendam o emprego, assegurem os salários por inteiro, combatam todo o tipo de abusos, ilegalidades e retrocessos. «Só protegendo os salários e rendimentos será possível assegurar o funcionamento do mercado interno e impedir o seu colapso na região», opina o PCP no Algarve.

    Olhando para a situação que está a ser vivida por milhares de famílias no plano social, o PCP defende que se impõe que sejam adoptadas medidas que «assegurem a ampliação dos apoios sociais, o fornecimento de electricidade, gás, água e serviços de telecomunicações, o combate à especulação dos preços e a sua regulação num cabaz de bens e serviços essenciais. Coloca-se igualmente a necessidade de impedir os despejos na habitação, seja para as situações de arrendamento, seja para situações e empréstimo bancário para compra de casa. Sem prejuízo do apoio que tem sido prestado às populações, designadamente pelas autarquias, cabe ao governo a adopção das medidas necessárias».

    A exclusiva dependência da actividade turística

    A diversificação da actividade económica e o desenvolvimento do aparelho produtivo constitui a base mais sólida, não apenas para o desenvolvimento económico, mas também para resistir e enfrentar situações como a que agora se apresenta. Esta é uma importante lição que ficará seguramente para o futuro., porém, no plano imediato, «é fundamental ultrapassar o carácter insuficiente e limitado das medidas anunciadas pelo governo de apoio à economia».

    E a propósito observa a situação de «enorme preocupação« com que diz estarem confrontados milhares de micro, pequenos e médios empresários da região – restaurantes e bares, pequeno comércio, alojamento, feirantes, táxi, aluguer automóveis, actividades culturais e de entretenimento, construção civil, agências imobiliárias e outros.

    Defende que se agilizem e mobilizem apoios aos MPME’s na região, se assegure que, quer a cadeia de abastecimento, quer as cadeias de pagamentos não sejam interrompidas, prossiga com as diversas obras e investimentos públicos que já estavam em curso e apoiar de forma enérgica a produção de alimentos na região – agricultura e pescas – para abastecer a população, acelerar os pagamentos das dívidas do Estado às empresas dando prioridade às PME’s.

    A DORAL do PCP considera que é importante que se continue a «garantir o fornecimento de bens e serviços básicos às populações numa situação que será eventualmente prolongada o que reclama desde logo que não se poupem esforços na defesa das condições sanitárias nos diferentes locais de trabalho, bem como, se mobilizem as energias e recursos necessários para assegurar o funcionamento das actividades económicas indispensáveis, incluindo o serviço de transportes que se revele adequado».

    Perante uma situação de enorme exigência e complexidade, o PCP reafirma o seu compromisso de sempre na defesa intransigente dos interesses dos trabalhadores e das populações algarvias.

    O PCP reafirma o seu distanciamento e reserva quanto à declaração do Estado de Emergência proposta pelo Presidente da República e que, após a decisão da Assembleia da República, entrou em vigor. Cabendo ao Governo a concretização por decreto das medidas a aplicar no âmbito da declaração do Estado de Emergência, o PCP sublinha que a Constituição e a lei – designadamente a Lei de Bases de Protecção Civil e o Sistema de Vigilância em Saúde Pública – já comportam os instrumentos necessários para responder à complexa e exigente situação com que o País se confronta.

    Assinalando a atitude que a população tem assumido de contribuição para a prevenção e contenção do surto epidémico, o PCP rejeita a «instrumentalização de uma situação que suscita em todos compreensíveis inquietações com o objectivo de justificar e impor regressões no plano da vida económica e social, e ataques a direitos a partir de lógicas alarmistas. É neste quadro, que o PCP não pode também deixar de alertar para a possibilidade de interpretações abusivas e discricionárias que, a pretexto do Estado de Emergência, se possam vir a manifestar, designadamente a propósito do direito de circulação».

  • AHRESP quer 1000 euros mensais por trabalhador por causa do vírus

    AHRESP quer 1000 euros mensais por trabalhador por causa do vírus

    Em reunião que decorreu ontem, dia 16 de Março, após a apresentação pública, por parte do Governo, de diversas medidas de apoio, que considerou insuficientes para diminuir os impactos da atual crise, a AHRESP pediu ao governo que disponibilize uma linha de apoio à tesouraria de 1000 euros mensais por trabalhador para as empresas do canal HORECA. 

    Este canal refere-se à área de actividade económica relativa aos hotéis, restaurantes e cafés.

    Este valor parece estranho às organizações de trabalhadores que tem estado em luta por aumentos salariais, acusando estas mesmas entidades patronais de «alimentarem a precariedade e os baixos salários».

    Aquela proposta é uma entre as mais de 40 propostas que a associação empresarial portuguesa apresentou ontem ao Ministério da Economia, numa reunião de trabalho com objetivo de «responder de forma eficaz às dificuldades sentidas pelas empresas de restauração e alojamento turístico».

    “O Estado deve estar disponível para aceitar o reequilíbrio económico-financeiro dos contratos públicos de fornecimento de bens e serviços. Relativamente aos compromissos bancários das empresas, deve o seu calendário de responsabilidades ser suspenso, prorrogando-o de forma a evitar penalizações”, diz a associação que, ao mesmo tempo considera que este é o momento do sistema financeiro português contribuir para a recuperação e manutenção de milhares de empresas e postos de trabalho.

  • Algarve recebe conferência mundial sobre turismo

    Algarve recebe conferência mundial sobre turismo

    via Algarve recebe conferência mundial sobre turismo – Turisver

    .A t-Forum 2020 reunirá oradores nacionais e internacionais para discutir as principais tendências e desafios do turismo na actualidade.

    A t-Forum 2020 é organizada pela Universidade do Algarve, através do Centro de Investigação em Turismo, Sustentabilidade e Bem-Estar – CinTurs, em parceria com o Grupo Pestana. Tem como tema central “Breaking Old Barriers for a New World: Mobilizing Intelligene to Survive”, e dirige-se a profissionais do sector do turismo e a académicos.

    A conferência da Associação t-Forum (Tourism Intelligence Forum) vai explorar as possibilidades de transferência de conhecimento/inteligência para dentro do turismo, nela vendo «uma oportunidade para partilhar conhecimento e networking entre profissionais do sector, universidade de centro de investigação».

    A participação na conferência oferecerá possibilidade de formação profissional, motivo pela qual as sessões e workshops conferirão certificado comprovativo, com referência ao número de horas ministradas. Destaca-se o programa de 19 de Março, centrado em questões pragmáticas que envolvem o fenómeno turístico e os seus stakeholders.

  • Turismo português cresce acima da média da UE

    Portugal encontra-se no grupo de países onde a média da pernoita dos estrangeiros, 66% do total, supera a da União Europeia, 47%.

    Contudo, as estatísticas assinalam um abrandamento na taxa de crescimento do turismo no nosso país e espera-se um impacto negativo nas viagens, ainda não calculado, pelo aparecimento do virus Corona na República Popular da China

  • PSD quer uma data para o Hospital Central do Algarve

    A dúvida sobre o início da construção do novo Hospital Central Hospital surgiu pelo facto da ministra ter afirmado que o mesmo «deverá ser planeado este ano, «de modo a que em 2021, possamos começar a executá-lo, estamos a falar de estudos, de garantia de investimento, de decisões sobre a carteira de serviços e o caderno de encargos, para poder responder a essa necessidade dos algarvios»,.

    O PSD interpreta estas palavras como o Governo e o PS terem «abandonado os algarvios no que respeita aos cuidados de saúde hospitalares“.  

    No seu comunicado, o PSD verifica que o Hospital Central do Algarve não consta no Orçamento do Estado de 2020 ou no quadro plurianual de investimentos, até 2023, nem mesmo a «realização de investimentos em equipamentos ou obras de conservação profundas para os Hospitais de Faro e de Portimão».

  • Sindicato da Hotelaria critica secretária de Estado do Turismo

    Sindicato da Hotelaria critica secretária de Estado do Turismo

    O Sindicato da Hotelaria do Algarve criticou-a por essa falta de atitude que lhe permitiria avaliar «a situação laboral e social da «força viva» mais valiosa deste setor – os trabalhadores», como assinala em comunicado.

    Aquele sindicato recorda que os trabalhadores, todos os dias, «dão o melhor de si para o êxito e o forte crescimento do sector e que tão maltratados têm sido, nomeadamente em relação aos salários, aos horários, aos direitos e às condições de trabalho, que se têm vindo a degradar”.

    Os dirigentes do Sindicato da Hotelaria estavam na expectativa que Rita Marques «tivesse tido o interesse em ouvir a opinião de quem, todos os dias, luta pela melhoria da qualidade do serviço prestado ao cliente, que luta incansavelmente pela valorização dos trabalhadores e das profissões, pelo emprego estável e com direitos, como elementos estruturantes de um serviço de qualidade».

    Na sua visita de segunda-feira passada, a governante visitou o Algarve, avistando-se com unidades hoteleiras, uma área de serviço de auto caravanismo e o Autódromo Internacional do Algarve.

  • PSP de Tavira com leitor de chips para identificar animais

    PSP de Tavira com leitor de chips para identificar animais

    No âmbito do programa de controlo de animais errantes no município de Tavira, do qual são parceiros a PSP e a GNR, a autarquia entregou à PSP um leitor de microchip.

    Possibilita, aquando da recolha de um animal errante ou abandonado (cão ou gato) na via pública, o reencontro mais célere do animal com o seu tutor.

  • EDIA vai identificar larvas nas bacias do Guadiana e do Sado

    EDIA vai identificar larvas nas bacias do Guadiana e do Sado

    Segundo o Diário Campanário, o concurso apresenta um valor base de 100 mil euros e prazo de execução de 7 sete meses, prevendo a prestação de serviços de captura e identificação de larvas de peixe em massas de água das referidas bacias hidrográficas, bem como, o tratamento e apresentação de resultados para caracterização da comunidade de larvas e avaliação do grau de dispersão.

    Os trabalhos terão lugar nos concelhos de Aljustrel, Alvito, Beja, Cuba, Ferreira do Alentejo, Alandroal, Montemor-o-Novo, Portel, Vendas Novas, Arronches, Elvas, Alcácer do Sal, Grândola, Palmela e Santiago do Cacém.