FOZ – Guadiana Digital

Categoria: Algarve

  • Grades de protecção no Francisco Gomes Socorro

    Grades de protecção no Francisco Gomes Socorro

    O núcleo de serviços gerais do município de Vila Real de Santo António efetuou a colocação de uma grade de proteção junto à entrada do Campo Francisco Gomes Socorro, em VRSA.

    A medida pretende aumentar a segurança de todos os utentes do espaço, em especial das dezenas de crianças que frequentam aquele recinto desportivo.

    Da mesma forma, foram renovadas as lombas redutoras de velocidade na passagem de peões situada nas imediações do campo de futebol, de forma a garantir a segurança de todos os transeuntes.

  • Símbolo das Jornadas Mundiais da Juventude em Vila Real de Santo António

    Símbolo das Jornadas Mundiais da Juventude em Vila Real de Santo António

    Chegaram por barco à fronteira portuguesa em Vila Real de Santo António os símbolos das Jornadas Mundiais da Juventude católica realizadas no Brasil, a cruz e o ícon mariano ‘Salus Populi Romani’, em digressão pelo Mundo.

    Este símbolo esteve ontem e estará hoje na cidade de Vila Real de Santo António e nas próximas quinta e sexta-feira vai estar em Monte Gordo.

    De acordo com o programa divulgado pela «Folha de Domingo», os símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) – a cruz e o ícone de Nossa Senhora – depois de terem peregrinado em Angola, Polónia e Espanha, iniciam uma peregrinação de dois anos em Portugal.

    A peregrinação começou pela Diocese do Algarve, depois de chegaram de através do rio Guadiana, em organização conjunta com a vizinha diocese espanhola de Huelva.

    A comitiva integrou algumas dezenas de jovens algarvios, liderada pelo presidente da Fundação JMJ Lisboa 2023, D. Américo Aguiar, e pelo bispo do Algarve, D. Manuel Quintas, que estiveram em a Ayamonte, Espanha. para participar na eucaristia de despedida, presidida pelo bispo local, D. Santiago Gómez Sierra e concelebrada pelos dois bispos portugueses que ocorreu ao princípio da noite na igreja paroquial de Nossa Senhora das Angústias, seguida de procissão até ao porto fluvial.

    Após o acolhimento dos símbolos em território algarvio, seguiu-se a procissão até à igreja matriz de Vila Real de Santo António. Álvaro Araújo, presente da câmara municipal do concelho, na Praça Marquês de Pombal, disse à Rádio Guadiana ser um orgulho e uma honra receber em Vila Real de Santo António as jornadas e de a terra ter sido escolhida para o início do percurso pelo País. «É uma alegria e, por isso vamos celebrar com os nossos jovens e a nossa população».

    A cruz e o ícone permaneceram, onde decorreu a vigília de oração iniciada pelo bispo do Algarve, D. Manuel Quintas, a qual se prolongou até cerca das 24h, ao ar livre.

    As edições internacionais destas jornadas promovidas pela Igreja Católica são um acontecimento religioso e cultural que reúne centenas de milhares de jovens de todo o mundo, durante cerca de uma semana.

    As próximas Jornadas Mundiais da Juventude realizam-se em 2023

  • PCP retira a confiança a Álvaro Leal em Vila Real de Santo António

    PCP retira a confiança a Álvaro Leal em Vila Real de Santo António

    «A decisão de Álvaro Leal de assumir pelouros na Câmara Municipal, indo ao encontro da estratégia e objetivos do PS, constitui uma rutura com o compromisso coletivo que assumiu, quer como militante do PCP, quer como primeiro candidato da CDU».

    E considera que, na sequência de não ter pessoalmente aceitado a decisão quer da Comissão Coordenadora da CDU, quer da Comissão Concelhia de Vila Real de Santo António do PCP, que lhe indicava não dever assumir pelouros e tempo inteiro «constitui uma inaceitável usurpação dos votos e do mandato que a CDU obteve e que deixa, na prática, a Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, sem vereador que represente a CDU, contrariando assim a vontade expressa pelos eleitores que não deixarão de fazer o seu próprio juízo sobre quem assim procede. Uma rutura que não deixa outra alternativa ao PCP e à CDU que não seja a retirada da confiança política ao vereador eleito».

    O caminho apontava, face ao fato de a CDU ter confirmado «no fundamental as suas posições no concelho de Vila Real de Santo António» , e a obtão de 1098 votos ter sido considerada um «resultado construído a pulso que teve de enfrentar uma grande desigualdade de meios e uma bipolarização que favoreceu a concentração de votos no PS» para reafirmar a sua disponibilidade para colocar os votos e os mandatos obtidos nestas eleições inteiramente ao serviço dos trabalhadores e das populações do concelho sendo esta disponibilidade inseparável da afirmação de uma «verdadeira alternativa – à gestão PS e PSD — bem conhecida pela sua prática no concelho, como, aliás, foi sublinhado pelos candidatos da CDU, ao longo de toda a campanha eleitoral.
    Foi nesse contexto que, feito o indispensável apuramento coletivo, a CDU assumiu o respeito pelos resultados eleitorais
    »,

    Nessa medida, a CDU releva que, na instalação dos órgãos autárquicos, permitiu com os seus votos que o PS formasse quer na Assembleia Municipal, quer na Junta de Freguesia de Vila Real de Santo António, as mesas destes órgãos , bem como o executivo da Junta de Freguesia de Vila Real de Santo António, em «atitude séria e construtiva, expressa na ideia de uma intervenção independente durante o mandato, de apoio a medidas positivas e de combate ao que de negativo se poderá enfrentar no futuro. Uma opção que, atendidas a distinção de projetos, a conhecida prática de uma gestão por parte do PS contrárias ao que o concelho precisa e a indispensável afirmação de uma alternativa – que a influência da CDU, passada e presente autoriza – considerou a não assunção de pelouros por parte do vereador da CDU no executivo municipal».

    A não existência de um vereador da CDU na Câmara Municipal, torna mais difícil, mas não impede a sua intervenção. «A CDU prosseguirá a sua luta pela concretização do programa eleitoral apresentado aos eleitores, desenvolvendo a sua ação quer no quadro da Assembleia Municipal, quer no das Assembleias de Freguesia, bem como, nos bairros, nas ruas e lugares, junto dos trabalhadores do município e do conjunto da população. Como sempre, a questão decisiva que se vai colocar em Vila Real de Santo António será a das respostas ou da falta delas para a resolução dos problemas da população. Da parte da CDU não faltarão a iniciativa e a determinação para afirmar uma política alternativa, que sempre apresentou, à gestão do PS e do PSD», dizem ainda.

    A Comissão Concelhia de Vila Real de Santo António do PCP considera que a CDU «não é um projeto individual, nem um instrumento ao serviço de interesses pessoais, mas sim «um amplo projeto coletivo que tem obra, percurso e história em Vila Real de Santo António. É um projeto autárquico assente no trabalho, na honestidade e competência que orgulha muitas gerações de comunistas, de ecologistas e de outros democratas que ao longo dos anos – com elevados padrões éticos — têm dado a sua contribuição para o desenvolvimento do concelho. É um projeto com futuro».

  • Presença de Portugal em Sevilha pela especialização territorial

    Presença de Portugal em Sevilha pela especialização territorial

    Entre as empresas, entidades ou clusters que participaram nesta reunião bilateral por parte de Portugal encontram-se, entre outras, a EMBRAER, a Universidade de Évora, a MECACHROME , a LAUAK GROUP, Curtis-Wright Surface Tecnhnologies, IAPMEI e o Parque do Alentejo da Ciência e Tecnologia.

    Do lado espanhol, participaram o Cluster Aeroespacial da Andaluzia, a Federação de Empresários Metalúrgicos (FEDEME), a SIMGI, Curtis-Wright Coporation, GAHA ARANDA, PRODETUR e o Parque Científico e Tecnológico da Cartuja.

    O algarvio vilarense, Fernando Horta, dirigiu o encontro e elogiou “a participação interessada, ativa e enriquecedora de todos os intervenientes.

  • INTREPIDA + une designers em Carmona na mesma passarela

    INTREPIDA + une designers em Carmona na mesma passarela

    A trabalhar em estreita colaboração com empresárias de Portugal e de Espanha, apoiando-as, nomeadamente na internacionalização das suas propostas, o projeto INTREPIDA plus, liderado por esta instituição andaluza, facilitou a participação de designers de ambos os países na XVI Edição da Semana da Moda da Andaluzia, CODE 41.

    Seguindo a linha que marca para esta ocasião o encontro essencial com a moda na Andaluzia, a Fundación selecionou duas designers mais jovens: Carlota Martínez (Lisboa) e María Zapata (Martos, Jaén), que dividiram a passarela com uma empresa portuguesa com maior experiência e presença em feiras e eventos, a Bioco Tradition, uma iniciativa de Lurdes Silva que vive e trabalha em Faro, no Algarve.

    O encontro das designers e posterior desfile ocorreu na tarde de domingo, 24 de outubro de 2021, numa passarela preparada para esta ocasião na cidade de Carmona, declarada Património da Humanidade pela UNESCO, em reconhecimento do legado histórico e artístico que acumula. Um bom exemplo deste património é a Puerta de Sevilla, um arco romano e vestígios da muralha que serviu de enclave para a passarela ao ar livre, preparada para esta ocasião.

    A decorrer de 18 a 31 de outubro de 2021, a XVI Semana da Moda da Andaluzia, o CODE41 pretende unir moda e património numa seleção de enclaves de máximo interesse patrimonial na Andaluzia como são Carmona (Sevilha), Málaga, Córdoba e Sanlúcar de Barrameda (Cádiz ).

    O encontro INTREPIDA com a moda, começou com o desfile de Carlota Martínez, (Lisboa, 1997) licenciada na especialidade de Design e Moda pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa. Atualmente combina a criação de peças de vestuário com o Mestrado em Design de Moda promovido pela referida universidade.

    Designer do fato Miss Eco Portugal em 2016, apresentou as suas coleções no concurso Moda Portugal 2018 e, em 2019, o seu trabalho foi apresentado na DEMO’19. No ano seguinte é selecionada para o concurso PFN (Portuguese Fashion News) para jovens criadores 2020, organizado pela Associação Seletiva Moda. Para esta ocasião apresentou a coleção intitulada ‘A Leste de Dorian’.

    A coleção em si é uma releitura interessante do fato masculino do século 19, na Europa. O romance O Retrato de Dorian Grey –The Picture of Dorian Gray – do escritor britânico Oscar Wilde é o fio condutor desta coleção, permitindo uma reinterpretação do imaginário vitoriano, trazendo-o até à atualidade.

    As peças que integram a coleção são uma releitura das peças-chave que compunham o fato masculino do século XIX, conforme já referido, mas exaltando a sua essência e privilegiando as formas e detalhes amplos da confeção do vestuário. «A paleta de cores reflete o imaginário complexo, misterioso e sombrio da era vitoriana que causa por sua vez fascínio e rejeição, o branco puro predomina para as camisas que encabeçam uma escala de tons que se aproximam pouco a pouco ao cinzento para terminar em preto mais intenso. Os padrões que às vezes são sintetizados em finas linhas brancas num fundo escuro, são descartados. Para destacar, acessórios como chapéus, formas angulares, cortes ousados e, por vezes, peças de roupa oversize. Ela foi a única designer que propôs roupas unisex e saias largas entre os designs de moda masculina».

    Seguiu-se a jovem designer de Jaén María Zapata (Martos, 2000), ainda estudante de moda e design, mas com alguns prémios na sua carreira, como o Primeiro Prémio do Concurso para Jovens Designers da III Passarela de Flamenco de Granada (2020). O seu interesse pela literatura e pela história refletem-se nos seus designs, assim como a sua preocupação com as mulheres que desempenharam um papel importante em diferentes sociedades e representaram a vontade de melhorar a situação da mulher. É o caso do vestido flamenco inspirado na carreira da advogada e defensora do direito ao voto feminino, Clara Campoamor.

    Nesse desenho, incluiu uma gravura artesanal onde se lia “A liberdade aprende-se, exercendo-a”, frase de quem foi a primeira deputada em Espanha. Participou da I Passarela Virtual de Moda ‘Estación Diseño’ onde apresentou uma coleção que já era finalista do Concurso de Jovens Designers Costa de Almería Fashion Week Digital 2020 na qual refletia a estética da grande depressão dos anos 30. Em todas as suas coleções faz alusão a uma mulher livre e poderosa que se move num mundo de dificuldades e desigualdades.

    Na XVI Semana da Moda da Andaluzia, apresentou a coleção ‘Medusa’, uma proposta muito experimental para mulheres para a temporada Primavera / Verão 2022, composta por vestidos, saias, tops, espartilhos e casacos, junto com moda de banho, lingerie e bijuterias. A designer investiga a parte mais desconhecida desse personagem da mitologia grega. Entre os tecidos encontramos diversos tipos de cetim, tule, gaze, redes metálicas, popelina, couro sintético e plástico, além de aplicações de penas e pérolas que remetem ao etéreo e elusivo da cultura helénica e do próprio personagem.

    O desfile terminou com a experiência de moda Bioco Tradition, liderada pela empresária e designer Algarvia, Lurdes Silva (Faro, 1970). Cultura e tradição fazem parte do DNA da Bioco Tradition. Esta empresa consegue recuperar peças que estão ligadas à tradição portuguesa, dando-lhes uma nova vida, recriando-as numa perspetiva slow fashion. Os vários designs são baseados em padrões e formas relacionados com artistas.  A Bioco centra a sua produção em gabões e biocos que antigamente eram usados por mulheres, especialmente em Portugal. Essas vestimentas aparecem entre os textos de escritores como José Saramago ou Raul Brandão.

    Hoje, é considerado um caso excecional de roupa autenticamente portuguesa que sobrevive no tempo. Em Bioco Tradition cada peça de roupa é uma peça única. Lurdes Silva imaginou novas linhas, atualizando o desenho inicial e tornando-o mais contemporâneo e leve. Para isso, joga com tecidos como a ganga, a seda, o algodão, a lã, permitindo que as peças sejam usadas quer na primavera quer no outono-inverno. Cores fortes, estampados personalizados, relacionados com textos de artistas.

    A Fundación Tres Culturas del Mediterráneo já promoveu iniciativas europeias em conjunto com esta empresa portuguesa, através do projeto europeu CARPET (Craft Art and People Together) do programa Creative Europe onde colaborou com os designs de artistas como o calígrafo marroquino Sadik Haddari, a tatuadora têxtil Mercedes Pérez Cañas, criadora de Debaga e a artista plástica Ana Langeheldt.

    O projeto INTREPIDA plus conta para o desenvolvimento das suas ações com o apoio financeiro do programa europeu Interreg POCTEP Espanha-Portugal, assim como da Junta da Andaluzia.

    A Fundación Tres Culturas del Mediterráneo é a Principal Beneficiária do Projeto INTREPIDA plus, em conjunto com os seguintes sócios de Espanha e de Portugal: Diputación de Huelva, Mancomunidad de Desarrollo Condado de Huelva, Núcleo de Empresários da Região de Portalegre (NERPOR), Núcleo Empresarial da Região de Évora (NERE) e o Município de Faro. O projeto INTREPIDA plus conta com o financiamento europeu do programa INTERREG VA Espanha-Portugal (POCTEP).

  • Plano Estratégico da PAC 2023-2027 APRESENTADO NO ALGARVE

    Plano Estratégico da PAC 2023-2027 APRESENTADO NO ALGARVE

    A proposta de Regulamento do PEPAC 2023-2027 estabelece que cada Estado-Membro apresente um plano estratégico único incluindo as medidas de apoio para se alcançarem os objetivos específicos da UE para a futura Política Agrícola Comum (PAC) e a Comissão Europeia verifica esses planos e procede à sua aprovação.

    Os PEPAC combinarão os instrumentos de apoio da PAC financiados pelo FEAGA , pagamentos diretos e intervenções setoriais e pelo FEADER – intervenções do desenvolvimento rural.

    Em linha com os procedimentos previstos na proposta de regulamento, as diferentes componentes do PEPAC 2023-2027 são sujeitas a contributos através de processo de consulta alargada, que incluem os parceiros económicos e sociais bem como as entidades representativas do setor agrícola, ambiente e da sociedade civil.

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, presidida por José Apolinário, acolhe esta iniciativa e convidou à participação das diversas entidades associativas e institucionais na Região, atenta a missão das CCDR de assegurar a coordenação e articulação das diversas políticas sectoriais na Região.

  • «Agua Mole» apresentou-se em Sevilha

    «Agua Mole» apresentou-se em Sevilha

    Os encontros INTREPIDA entre ambos os países, promovem a internacionalização das mulheres empresárias na Eurorregião: Andaluzia, Algarve e Alentejo para as aproximar a potenciais clientes e outros consumidores fora dos seus mercados locais.

    O encontro

    Durante duas horas todos os assistentes puderam conhecer melhor algumas das chaves a ter em conta em relação aos aromas e à composição de um perfume, a sua influência no estado anímico de cada um, as diferentes substâncias que o tornam possível e como prepará-lo, entre outros aspetos.

    A criadora da Água Mole, pequena empresa familiar que está já a exportar para a Alemanha, fez uma apresentação detalhada, acompanhada com atenção por todos os espanhóis que ali estiveram presentes e que puderam brincar com fragrâncias como a bergamota, o jasmim ou os cítricos, entre outros óleos aromáticos, para criar um perfume líquido e posteriormente, outro sólido.

    A empresa Água Mole, criada em 2014, surgiu inicialmente como a solução para um problema de pele, pelo que Ana Paula Leirão, começou a fabricar sabonetes com azeite. Foi o início de um projeto empresarial que foi ganhando cada vez mais importância e que hoje em dia é uma empresa inovadora, em constante evolução, atenta às necessidades dos clientes e do meio ambiente.

    Especializada em cosméticos naturais, os seus produtos passaram pelos mais rigorosos e exigentes controles. A Empresa declara-se «amiga do meio ambiente» e oferece, entre outros, sabonetes à base de água termal, champôs e desodorizantes sólidos que permitem menor utilização e consumo de plástico, além de muitos outros produtos de elevada qualidade e com aromas delicados.

     A Fundación Tres Culturas del Mediterráneo é a Principal Beneficiária do Projeto INTREPIDA plus, em conjunto com os sócios de Espanha e de Portugal: Diputación de Huelva, Mancomunidad de Desarrollo Condado de Huelva, Núcleo de Empresários da Região de Portalegre (NERPOR), Núcleo Empresarial da Região de Évora (NERE) e o Município de Faro. O projeto INTREPIDA plus conta com o financiamento europeu do programa INTERREG V A Espanha-Portugal (POCTEP).

  • Algarve procura minimizar futuras catástrofes

    Algarve procura minimizar futuras catástrofes

    Três entidades, Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) e Agência para a Modernização Administrativa (AMA) estabeleceram um protocolo de cooperação que define o Algarve como a região piloto para o projeto, «Região Resiliente 2.0»

    Tiveram em conta a responsabilidade que lhes cabe na participação, à escala regional e local, nos princípios da Estratégia Internacional para Redução do Risco de Catástrofes, instituída pelas Nações Unidas através do Quadro de Sendai 2015-2030.

    O projeto “Região Resiliente 2.0” destina-se a criar «uma solução inovadora para a conceção de plataformas locais para redução do risco de catástrofes» e pretende promover a participação ativa dos cidadãos, das universidades, das empresas e dos serviços públicos nos esforços globais de criação de comunidades mais resilientes.

    Consideram que tal desígnio será obtido através da integração das medidas de redução do risco de catástrofes e de adaptação às alterações climáticas nas políticas locais, em linha com os objetivos da Estratégia Nacional para uma Proteção Civil Preventiva 2030. Vai durar o tempo de um parto, nove meses, e abranger os 16 municípios que integram a AMAL, englobando quatro fases:

    Capacitação: capacitação imersiva para os elementos da equipa do projeto; investigação: trabalho de campo destinado a avaliar os desafios localmente existentes; conceção: desenvolvimento de uma solução em cocriação com todas as partes envolvidas; e experimentação: validação da solução entre todas as partes envolvidas.

    A equipa de projeto é composta por elementos da ANEPC, do Centro para a Inovação no Setor Público da AMA, da AMAL e dos municípios do Algarve.

  • A Linha Faro-Sevilha e o Porto de Sines

    A Linha Faro-Sevilha e o Porto de Sines

    Apesar do baixo orçamento que o governo espanhol destina à Andaluzia, a esperança do outro lado da fronteira de Huelva com o Algarve é a de que Portugal os ajude a ir de AVE a Sevilha.

    A parte espanhola não esconde que, por trás deste desejo dos algarvios para reforço do turismo, se esconde o aproveitamento da linha para reforçar a posição do Porto de Huelva como primeiro destino face ao Porto de Sines e com todas estratégias relacionadas com os corredores ferroviários.

    No dia 28 de outubro, serão discutidas na cidade de Cáceres as propostas emanadas da XIII Reunião da Comissão Hispano-Portuguesa de Cooperação Transfronteiriça, realizada em Mérida, no dia 29 de setembro. O jornal Huelva Información teve acesso ao documento em seis pontos que inclui todas as propostas que serão apresentadas no encontro entre o Primeiro-Ministro português, António Costa, e o Presidente espanhol, Pedro Sánchez, com os respectivos gabinetes.

    É que a região portuguesa conseguiu que um documento central seja tratado na XXXII Cimeira Ibérica entre os governos espanhol e português no final do mês, a fazer parte de um plano básico de infra-estruturas ferroviárias que se vai desenvolver-se em todo o território português nos próximos 15 anos. A ligação transfronteiriça com o vizinho peninsular é essencial nesta rede de comunicações elaborada, que prevê a passagem de fronteira em vários pontos raianos.

    O empresários de Huelva aproveitam o impulso do Algarve que consideram como principal aliado, no outro lado do Guadiana, tendo promovido um movimento liderado pela Câmara de Comércio e a FOE (Federação Onubense de Empresários) para o qual se conseguiram a adesão de diferentes grupos e dos autarcas de Huelva, Faro e Sevilha.

    O projeto alta velocidade entre Huelva e Sevilha está uma espécie de limbo e, antes, já tinha expirado um estudo de impacto ambiental de outro projeto anterior de um dos investimentos prometidos por sucessivos governos, desde 1991.

    O Algarve, em princípio, não faz parte de nenhum dos corredores desenhados em Bruxelas, embora se tenha entendido desde a região portuguesa que a união com Huelva e Sevilha integraria Faro numa rede que será fundamental para o desenvolvimento económico regional através de comunicações na Europa, nas próximas décadas.

  • Produtores locais do Algarve procuram organizar circuitos

    Produtores locais do Algarve procuram organizar circuitos

    O projeto da Rede de Produtores Locais do Algarve, visa a formalização de circuitos de comercialização baseados em cadeias curtas, aproximando os produtores agroalimentares dos consumidores, garantindo os requisitos de qualidade e segurança alimentar e o apoio técnico aos produtores, continua a avançar.

    Sistemas Alimentares Sustentáveis, é um dos projetos sob coordenação da AMAL, as Comunidade Intermunicipal do Algarve, que se encontra já em execução e que decorrerá até final de 2022.

    Trata-se de um projeto especialmente dirigido às zonas de baixa densidade, que visa a implementação de um sistema de compras públicas agregadas da produção local para abastecimento de instituições locais e regionais, como por exemplo escolas e Instituições Particulares de Solidariedade Social.

    Está baseado em circuitos curtos de comercialização, assentes em modos de produção e consumo ambientalmente sustentáveis que promovam a biodiversidade, os conhecimentos tradicionais e as dietas saudáveis, com grande foco na dieta mediterrânica.

    Entre as principais ações deste projeto destacam-se a realização de diagnóstico para a reorganização de mercados locais, cadeias curtas de comercialização, avaliar o mercado institucional do alimento, regionale municipal, testar ações-piloto, no abastecimento de cantinas públicas, e desenvolver uma estratégia global de compras públicas de alimentos para a região.

    Foi também discutida, a preparação de uma candidatura a implementar no período compreendido entre 2022 e 2025, no âmbito do PRR/Terra Futura, do Ministério da Agricultura, focada em «dar sustentabilidade à pequena produção local, com destaque nos modos de produção sustentável, valorizar a proximidade, com menos pegada ecológica, numa vertente da coesão social, territorial e ambiental, contribuindo assim para melhorar a dieta alimentar da população com base na dieta mediterrânica».

    A candidatura prevê um conjunto de atividades, tais como Identificar produtores e produções locais; aumentar o número de agricultores e área de produção em Modos de Produção Sustentável na RPL; criar serviços de apoio à inovação e desenvolvimento de produtos; apoiar a organização e assistência técnica a produtores locais e a realização de ações de capacitação e visitas a unidades demonstrativas; criar um sistema de abastecimento à restauração coletiva emcantinas escolares, IPSS ; criar um modelo de organização e funcionamento de Mercados de Produtores Locais; organizar ações de sensibilização com o objetivo de aumentar o nível de adesão à Dieta Mediterrânic..

    Prevê-se que nos próximos encontros sejam apresentadas e discutidas as diferentes componentes da candidatura e do plano de ação da Rede de Produtores Locais do Algarve.

  • Resíduos da construção em Webinar no Algarve

    Resíduos da construção em Webinar no Algarve

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, promove um Webinar sobre o Plano de Ação para os RCD’s – Transporte e Gestão de RCD’s, destinado a técnicos, decisores municipais, empresários e colaboradores de Operadores de Gestão de Resíduos e a transportadores-

    Esta acção pretende dar continuidade ao ciclo de Sessões Informativas dinamizados pela (CCDR) da Região do Algarve, no âmbito do Programa de Ação da Agenda Regional de Transição para a Economia Circular. Decorrerá às 10:00 horas do próximo dia 21 de outubro.

    O principal objetivo da iniciativa consiste na transmissão e partilha de informação relativa a esta matéria e a contribuir para a capacitação dos profissionais e promovendo a saudável discussão sobre este tema «tão significativo na Região do Algarve».

    A CCDRA diz contar com um painel de especialistas que, «atualizando o enquadramento legal e divulgando as boas práticas do setor, promoverá disseminação dos aspetos preponderantes para garantir a execução da atividade de forma mais circular e ambientalmente sustentada».

    A inscrição é gratuita.

  • Alcoutim tem a maior Central Fotovoltaica do País

    Alcoutim tem a maior Central Fotovoltaica do País

    O ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, esteve ontem em Alcoutim e inaugurou a Central Fotovoltaica Riccardo Totta, o maior projeto do género até agora existente no País.

    É convicção do minisstro que projetos como este «vão tornar o preço da eletricidade mais estável e mais barato, porque a produção de eletricidade a partir de fontes renováveis é muito mais barata do que a partir dos combustíveis fosseis» disse o ministro durante a conferência de Imprensa e acrescentou: “Este tempo em que o mundo enfrenta uma crise energética, nós estamos bem mais preparados do que os outros e quantos mais projetos como este entrarem em funcionamento, melhor preparados estaremos num futuro próximo”.

    Para o diretor de projetos da WElink para a Penísula Ibérica, Hugo Paz, o projeto «preserva totalmente o habitat natural de várias espécies endógenas”,

    Paulo Paulino, vice-presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, representou a autarquia em substituição do presidente Osvaldo Gonçalves, esteve ausente “por motivos de força maior”, revelando que o projeto tem um investimento de cerca de 200 milhões de euros no concelho, classificando-o como o maior alguma vez feito o território do interior do Algarve. Relevou o compromisso da empresa em mudar a sua sede social para o concelho e o recurso a empreiteiros locais, durante a execução da obra.

    Há uma a nova dinâmica económica criada em todo o concelho, com especial incidência nas áreas do material de construção, oficinas, restauração, distribuição alimentar, hotelaria, alojamento e farmácias que «Tem sido muito importante para todo o comércio, contrariando os efeitos adversos causados pela pandemia».

    .Além dos colaboradores contratados, a central fotovoltaica conta com rebanhos de ovelhas, que através da sua alimentação contribuem para a manutenção do corte da vegetação, sob os painéis.

    As ovelhas, o que fazem é comer o pasto e, dessa forma, reduzem o crescimento do pasto e permitem que a manutenção do corte da vegetação. O que as ovelhas comerem, nós não precisamos de cortar”, explicou.

    As ovelhas são acompanhadas por pastores locais, que já estão no local com o primeiro lote. No futuro, vão chegar mais duas centenas de ovelhas.

    Um dos maiores do género na Europa

    Localizada nas freguesias de Vaqueiros e Martim Longo, no interior do Algarve, a central agora inaugurada conta com uma potência de 219 megawatts e 661.500 painéis de energia solar instalados em 320 hectares dos 800 hectares inicialmente previstos no Estudo de Impacto Ambiental.

    Segundo Hugo Paz, o projeto Solara4  irá gerar 382 gigawatts por hora de energia limpa, o que equivale ao abastecimento de, aproximadamente, 200 mil casas e uma redução de 326 mil toneladas de emissões de dióxido de carbono por cada ano.

    Classificou-o com características únicas que o tornaram num caso de estudo a nível mundial devido à área montanhosa e à «extrema complexidade logística do local devido à obrigatoriedade, por questões ambientais, de utilizar apenas os caminhos existentes».

    Após a conclusão desta primeira fase do projeto, Hugo Paz admite que no futuro, que não definiu, existe o objetivo de continuar a desenvolver o seu potencial, com a implementação de sistemas de armazenamento que irão ser determinantes para alterar e revolucionar o panorama energético do País.

    Contudo, adianatou que pode vir a ser instalados mais painéis nas zonas livres do terreno, além do sistema de armazenamento que poderá chegar aos 70 megawatts.

    Um olho na rendibilidade

    Uma central como esta, uma vez que está a produzir energia, a mesma tem de ser injetada obrigatoriamente na Rede Elétrica Nacional e não a podemos guardar. Mas se tivermos uma capacidade de armazenamento, podemos usar essa energia de uma forma mais inteligente e injetar nos horários onde o preço é mais elevado e assim contribuir para o controlo dos custos de energia”, explica.

    Sendo um projeto de grande dimensão, requer uma manutenção bastante difícil e Hugo Paz salientou que podem vir a contratar vinte pessoas para assumirem os trabalhos de controlo da vegetação, a limpeza dos painéis e a manutenção do ponto de vista elétrico, que será feita com equipas locais e da região.

    O porquê do nome da Central Fotovoltaica

    A inauguração contou ainda com a participação do secretário de Estado Adjunto e da Energia, João Galamba, e de representantes das entidades envolvidas no projeto.

    Localizada nas freguesias de Vaqueiros e Martim Longo, no concelho de Alcoutim, no nordeste algarvio, a central fotovoltaica, com uma potência de 219 Megawatts, é a maior, atualmente, a operar em Portugal e uma das maiores da Europa não subsidiada, promovida pela WElink Energy/Solara4 em parceria com a China Triumph International Engineering Company (CTIEC), segundo explicam os responsáveis pelo projeto, acrescentando que, “comparativamente, é cerca de cinco vezes superior à Central da Amareleja, que, em 2008, era a maior central solar do mundo”.

    O projeto conta com 661.500 painéis instalados, que ocupam uma área descontínua de 320 hectares, acompanhando a orografia do terreno e mantendo corredores verdes, o que representou um desafio da engenharia para minimizar o impacto no meio ambiente. No total, 40 postos de transformação fazem a ligação entre a subestação da Central e a subestação da Rede Elétrica Nacional (REN) em Tavira.

    Lançada em março de 2017, a Central Fotovoltaica Riccardo Totta – até aqui designada por Solara4 ou Central Fotovoltaica de Alcoutim – começou a ser implementada em 2019, num processo de engenharia moroso, sofreu uma paragem em 2020 devido à pandemia de covid-19 e ficou concluída este ano, tendo recebido, a 15 de setembro, a licença de exploração por parte da Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG).

    A maior central solar do país ganha o nome de Riccardo Totta, em homenagem ao proprietário do terreno que colaborou com a WElink/Solara4 para que o projeto se concretizasse.

  • Ferido grave com intervenção do helicóptero do INEM no IC27 – Azinhal

    Ferido grave com intervenção do helicóptero do INEM no IC27 – Azinhal

    Pprovocou dois feridos graves, um homem de 49 anos e outro de 29 que se encontra em estado grave, tendo sido transportado para o Hospital Universitário do Algarve, em Faro, depois de accionado o herlicóptero do INEM.

    O Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro, confirmou os dois feridos. Uma longa fila formou-se na estrada e estiveram presentes no local, para as operações de socorro, 21 operacionais, apoiados por sete veículos dos Bombeiros Voluntários de Vila Real de Santo António, Cruz Vermelha, o INEM e a GNR.

  • Saiba as escolas que vão ter «Eletrão» no Algarve

    Saiba as escolas que vão ter «Eletrão» no Algarve

    A Electrão – Associação de Gestão de Resíduos, informou que a campanha é destinada a sensibilizar para o correto encaminhamento de pilhas, lâmpadas e equipamentos elétricos fora de uso e espera que este seja um marco na recolha deste equipamento nas escolas, desviando, para boa reciclagem, estes materiais, do depósto em lixo indiferenciado.

    Assim, não iriam poluir solos ou linhas de água, nem seriam desviados para operadores que não procedem à sua descontaminação, alertou o diretor-geral do Electrão, Pedro Nazareth.

    A campanha “Escola Electrão” permitiu a recolha de mais de seis mil toneladas de equipamentos elétricos usados nas várias escolas aderentes, de norte a sul do país. A 11ª edição desta iniciativa prolonga-se até junho de 2022. No total participam mais de 360 escolas.

    Como incentivo pelo trabalho de sensibilização, as escolas aderentes podem receber vales para a compra de novos equipamentos elétricos, que são atribuídos com base num sistema de pontos, em função da quantidade de equipamentos recolhidos pela escola.

    O desafio Repórter Electrão, um concurso de vídeos produzidos pelos alunos sobre o tema da reciclagem, é outra das iniciativas promovida no âmbito da campanha que também dá direito a prémios a atribuir às equipas vencedoras.

    Com os meios de acondicionamento e comunicação enviados pelo Electrão, as escolas aderentes incentivam alunos, professores, funcionários e pais a entregar equipamentos fora de uso, como forma de consciencializar para o papel de cada um na proteção do ambiente através da separação para reciclagem.

    As escolas aderentes no Algarve:

    • Colégio da Penina
    • Escola Básica Cónego Dr. Clementino de Brito Pinto, Almancil, Loulé
    • Escola Básica D. Afonso III, Faro
    • Escola Básica D. Francisca de Aragão, Quarteira, Loulé
    • Escola Básica D. Martinho de Castelo Branco, Portimão
    • Escola Básica das Naus, Lagos
    • Escola Básica de Algoz, Silves
    • Escola Básica de Ameijeira, Lagos
    • Escola Básica de Carvoeiro, Lagoa
    • Escola Básica de Conceição, Faro
    • Escola Básica de Estoi, Faro
    • Escola Básica de Hortas de Santo António, Loulé
    • Escola Básica de Montenegro, Faro
    • Escola Básica de Santa Bárbara de Nexe, Faro
    • Escola Básica de São João da Venda, Loulé
    • Escola Básica Dr. António de Sousa Agostinho, Almancil, Loulé
    • Escola Básica Dr. António João Eusébio, Moncarapacho, Olhão
    • Escola Básica Dr. Francisco Cabrita, Albufeira Escola Básica Dr. João Lúcio, Fuseta, Olhão
    • Escola Básica Dr. Joaquim Rocha Peixoto Magalhães, Faro
    • Escola Básica Dr. José de Jesus Neves Júnior, Faro
    • Escola Básica e Secundária da Bemposta, Portimão
    • Escola Básica e Secundária de Albufeira
    • Escola Básica Eng. Duarte Pacheco, Loulé
    • Escola Básica Eng. Nuno Mergulhão, Portimão
    • Escola Básica Jacinto Correia, Lagoa
    • Escola Básica João da Rosa, Olhão
    • Escola Básica João de Deus, São Bartolomeu de Messines, Silves
    • Escola Básica José Carlos da Maia, Olhão
    • Escola Básica José Sobral, Mexilhoeira Grande, Portimão
    • Escola Básica Júdice Fialho, Portimão
    • Escola Básica n.º 4 de Faro
    • Escola Básica Padre João Coelho Cabanita, Loulé
    • Escola Básica Poeta Emiliano da Costa, Estoi, Faro
    • Escola Básica Prof. Dr. Aníbal Cavaco Silva, Boliqueime, Loulé
    • Escola Básica Professor João Cónim, Estômbar, Lagoa
    • Escola Básica Rio Arade, Parchal, Lagoa
    • Escola Básica Santo António, Faro
    • Escola Básica Vale de Pedras, Albufeira
    • Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve
    • Escola Secundária de Albufeira
    • Escola Secundária de Vila Real de Santo António
    • Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes, Olhão
    • Escola Secundária Dr.ª Laura Ayres, Quarteira, Loulé
    • Escola Secundária Júlio Dantas, Lagos
    • Escola Secundária Padre António Martins de Oliveira, Lagoa
    • Escola Secundária Pinheiro e Rosa, Faro
    • Escola Secundária Tomás Cabreira, Faro
  • PCP analisa no Algarve os resultados eleitorais

    PCP analisa no Algarve os resultados eleitorais

    Dizem os comunistas que o valor do resultado que a CDU obteve nas eleições autárquicas no Algarve foi contrariado por ter «de enfrentar na sua construção um conjunto de factores adversos mas que a mobilização e empenhamento de centenas de activistas e candidatos ergueu, afirmando o trabalho, a honestidade e a competência enquanto reconhecida razão de apoio e confiança à Coligação Democrática Unitária».

    Relevam o facto de, com a obtenção de mais de 16.500 votos, correspondente a mais de 9% dos resultados apurados, com a conquista de 81 mandatos directos e a confirmação da CDU como terceira força mais votada na região, é a grande força de esquerda no poder local, o que representa, no quadro em que estas eleições foram disputadas, «um resultado que importa e deve ser valorizado».

    O PCP diz que o resultado não ilude a perda de um vereador em Aljezur e de eleitos nas Assembleias Municipais de Albufeira e Tavira, que fica também fica marcado pela renovação das maiorias absolutas na Câmara Municipal de Silves e nas juntas de freguesia de Santa Bárbara de Néxe, de São Bartolomeu de Messines e de Silves, pela confirmação da posição do vereador na Câmara Municipal de Vila Real de Santo António e a conquista de novas posições em órgãos municipais, com destaque para a recuperação de um vereador na Câmara Municipal de Lagos ou de um eleito na Assembleia Municipal de Loulé. Com 6 vereadores eleitos na região, 24 eleitos nas Assembleias Municipais e 51 eleitos directos nas Assembleias de Freguesia, a CDU «confirmou, no essencial, as posições que já detinha».

    Quanto à não eleição de vereadores da CDU, designadamente nos concelhos de Faro, Olhão ou Portimão «onde tal constituía um objectivo assumido (até porque tal representaria a recuperação de posições perdidas em 2017), não apaga o amplo reconhecimento que se verificou sobre o papel da CDU ao longo de toda a campanha eleitoral».

    Nos casos em que não foi ainda possível assegurar esse objectivo, o PCP manté a sua intenção de «trabalhar e de lutar, com as populações, para suprir e colmatar, num futuro tão próximo quanto possível, as consequências dessa ausência

    Explicação das perdas

    O PCP sublinha que o resultado da CDU «é inseparável de factores que foi necessário enfrentar e que, tendo expressões distintas num ou noutro local, marcaram em geral a sua construção: o peso da epidemia e dos condicionamentos no plano da participação, proximidade e envolvimento populares, essenciais para a construção do resultado da CDU; os efeitos de uma prolongada e intensa campanha anticomunista visando, com recurso à mentira e à manipulação, atingir a reconhecida e distintiva seriedade dos eleitos da CDU; a desfocagem alimentada ao longo de semanas da natureza e objectivos destas eleições, esbatendo o seu carácter local e a distinção nesse plano entre os vários programas e projectos em disputa; a promoção dada a outras forças políticas acompanhada, nalguns casos, de uma ostensiva menorização da CDU; a utilização do aparelho do Estado ao serviço dos objectivos eleitorais do partido do Governo, que foi aliás bem visível no Algarve».

    Diz este partido que os 81 mandatos directos obtidos pela CDU nestas eleições no Algarve corresponderão a uma «decidida intervenção com que as populações podem contar».

    Afirma que o apoio agora recolhido será integralmente colocado ao serviço das populações, mas »será também um factor que contará para prosseguir a intervenção e a luta por melhores condições de vida, por uma política alternativa patriótica e de esquerda que o Algarve e o País precisa».

  • Regulamentação do subsídio de insalubridade e risco é insistência do STAL

    Regulamentação do subsídio de insalubridade e risco é insistência do STAL

    Um grande número de autarquias continua a não aplicar o Suplemento de Penosidade e Insalubridade e o Sindicato dos Trabalahadores da Administração Local, STAL, para além de reivindicar que o façam quanto antes, entende que o mesmo deva ter incluído o risco laboral.

    O STAL/CGTP-IN lembra que este suplemento tem a sua aplicação integrada na Lei do Orçamento do Estado para 2021 e já enviou à ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, uma nota de que as autarquias estão legalmente obrigadas a fazê-lo e, ao não procederem à sua implementação, desrespeitam o princípio do Estado de Direito, sonegando um justo direito aos trabalhadores.

    Considera inaceitável que, passados nove meses desde o início do ano, cerca de metade das autarquias ainda não tenha aplicado o SPI, nem justificado a sua não aplicação, cujos efeitos reportam a 1 de Janeiro do ano em curso.

  • Orquestra Sinfónica do Algarve em Albufeira

    Orquestra Sinfónica do Algarve em Albufeira

    A região tem uma nova aposta cultural, a Orquestra Sinfónica do Algarve, cujo programa de apresentação oficial inclui dois concertos, dias 1 e 2 de outubro. A “SOA – Associação Orquestra Sinfónica do Algarve”, tem como lema «a música é o nosso desígnio», e o propósito de enrique a oferta cultural da região algarvia.

    Sob a batuta de Armando Mota e tendo por solista, Gonçalo Pescada, este concerto vai trazer à memória grandes êxitos musicais do cinema e, deste modo, apresentar-se ao público com temas bem conhecidos, designadamente, “Super Homem”, “Tema da Deborah – Era uma vez na América” , “Raiders March – Indiana Jones”, “Lista de Schindler” de John Williams, “Cinema Paradiso – Tema de Amor” , “A Missão – Tema Principal”, de Ennio Morricone, entre outros. O programa inclui ainda o “Concerto de Acordeão e Orquestra”, da autoria de Armando Mota, com o solista Gonçalo Pescada, e irá terminar com “Danzon”, de Arturo Márquez.

    Uma das vertentes da nova Orquestra consiste em dar oportunidade aos jovens algarvios de se apresentarem com uma Orquestra Sinfónica. Ao longo do concerto serão apresentados dois jovens algarvios, Francisca Brito e José Nuno Matias, que executarão algumas obras do programa.

  • Canábis Medicinal nas antigas instalações da Gráfica do Sul

    Canábis Medicinal nas antigas instalações da Gráfica do Sul

    A CANNPRISMA é uma empresa constituída em 2018 com capital 100% português, e afirma ter a sua estratégia integrada num modelo vertical que abrange o cultivo, a transformação, a produção, a “marca branca”, a distribuição e a investigação.

    Foi criada com o objetivo de atender às necessidades emergentes da indústria farmacêutica relacionadas ao campo da cannabis medicinal. O seu principal objetivo é disponibilizar produtos GACP e GMP à base de cannabis medicinal, inovadores e de referência no mercado que ´«contribuam para melhorar a qualidade de vida do maior número possível de pessoas».

    Autorização definitiva

    A autorização definitiva que permite o cultivo, importação e exportação de cannabis medicinal foi concedida após vistoria in loco pelo INFARMED e a PSP e está publicada no Diário da República.

    Foia a situação de pandemia, desde o início do ano passado, que atrasou o processo de obtenção da licença definitiva, mas que agora se encontra concluído com a fiscalização in loco bem sucedida do INFARMED, explica a empresa no seu site público.

    Cultivo em Castro Marim

    A unidade de cultivo e beneficiação da CannPRISMA, tem 10 hectares, está localizada em Castro Marim e inclui cerca de 3.000 m2 de estufas e infraestruturas de apoio com «tecnologia de ponta, respeitando todos os padrões de qualidade exigidos (obedecendo sempre aos requisitos GMP) que permite obter flores de alta qualidade», informam.

    Até o final de 2021, está prevista a conclusão da construção da fábrica de Vila Real de Santo Antónioque tem estado a ser alvo de obras de adaptação e beneficiação, unidade fabril de GMP, já com decisão de aptidão do INFARMED. Estas novas instalações para a indústria farmacêutica, juntamente com a obtenção desta licença definitiva, vão ao encontro da estratégia da empresa de «estar presente em toda a cadeia de valor do negócio da cannabis medicinal, bem como na verticalidade do negócio da empresa (I&D, cultivo e colheita, secagem, embalagem, processamento, extração, cristalização de API, fabricação de medicamentos, engarrafamento e rotulagem».

    No dia 20 de setembro, a CANNPRISMA inaugurou as suas instalações de cultivo e processamento de cannabis medicinal, localizadas no concelho de Castro Marim, com a presença de Francisco Amaral, presidente da autarquia local e José Apolinário, presidente da CCR Algarve e o CEO João Nascimento.

  • CCDR Algarve reestrutura serviços de desenvolvimento regional

    CCDR Algarve reestrutura serviços de desenvolvimento regional

    No domínio da cooperação, os colaboradores da DSDR participam no Grupo de Trabalho do INTERREG Portugal España 21-27, também conhecido por Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça Espanha – Portugal (POCTEP), e integram a Unidade de Coordenação Algarve – Gestão Regional da AC5-Alentejo-Algarve e Andaluzia, integrando os vários órgãos (Comité Territorial, Comité de Gestão e Comité de Acompanhamento) e acompanhando a execução do POCTEP (1ª, 2ª, 3ª, 4ª e 5ª convocatórias), procedendo nomeadamente ao acompanhamento de projetos e validação de despesas.

    Nesta área, a CCDR Algarve foi chefe de fila do projeto MEDITA “Dieta Mediterrânica promove saúde”, o qual contou com a colaboração de três entidades parceiras, nomeadamente a Administração Regional de Saúde do Algarve, IP (ARSAlgarve), a Universidade do Algarve (UAlg) e o Servicio Andaluz de Salud (SAS). Em regime de parceria, integra os projetos GIT, GITT-AAA, Magallanes ICC e Atlazul.

    De igual forma, acompanha os projetos desenvolvidos ao abrigo do programa de cooperação territorial do espaço Sudoeste europeu (INTERREG SUDOE) que apoia o desenvolvimento regional através do cofinanciamento de projetos transnacionais por intermédio do FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional), nos territórios de Portugal, Espanha e França.

    Em conjunto com a CCDR Alentejo e a Junta de Andaluzia, a CCDR Algarve dinamiza a «Eurorregião Alentejo-Algarve-Andaluzia» (EuroAAA), criada em 5 de maio de 2010, e na qual, desde janeiro de 2020, o Algarve ocupa umas das vice-presidências.

    A DSDR acompanha os trabalhos da Comissão Luso-Espanhola para Cooperação Transfronteiriça, participando regularmente nos trabalhos preparatórios das Cimeira Ibéricas e a operacionalização da Estratégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriço (ECDT).

    No domínio dos estudos regionais, os colaboradores da DSDR coordenam a Rede de Acolhimento ao Autocaravanismo na Região do Algarve (RAARA), uma parceria com a Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) e a Região de Turismo do Algarve (RTA), que agrega quase quatro dezenas de espaços (áreas de acolhimento de autocaravanas, parques de campismo e caravanismo e parques de campismo rural), acompanhando ainda as dinâmicas relacionadas com as questões da Mobilidade e Transportes (dinamizando o Portal da Mobilidade e Transportes do Algarve, em parceria com o Centro de Cartografia da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa), das redes transeuropeias de transportes (TEN-TGuidelines), colaboram na apreciação dos fatores socioeconómicos nos procedimentos de Avaliação de Impacte Ambiental e na avaliação dos impactos da Reorganização Administrativa Territorial Autárquica – Freguesias, estando atualmente a aprofundar essa avaliação, face aos resultados dos Censos 2021.

    Ainda neste domínio, cabe-lhes a representação nos Grupos de Trabalho de Acompanhamento das estratégias “Reativar o Turismo | Construir o Futuro” e “Habitar no Interior” e no Grupo de Implementação, Monitorização e Avaliação da Estratégia (GIMAE) da Estratégia Nacional de Inclusão das Pessoas em Situação de Sem Abrigo (ENIPSSA) e do respetivo Plano de Ação 2021/2023, bem como a implementação das Estratégias Locais de Habitação (ELH), dos espaços de co-working e do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), nomeadamente da construção da Ponte de Alcoutim.

    A DSDR é igualmente responsável pela representação da CCDR Algarve no Comité Insular da iniciativa “Culatra 2030 – Comunidade Energética Sustentável” e, como suplente, na seção permanente das Estatísticas de Base Territorial do Instituto Nacional de Estatística (INE).

    No domínio do planeamento, os colaboradores da DSDR acompanham as temáticas das Áreas de Acolhimento Empresarial: Algarve Acolhe (REVIT+), T-Invest (contatos com empresas) e no PRR, assegurando a representação na Rede InvestAlgarve (coordenada pela AMAL), REDIAL – Rede de Incubadoras do Algarve e na Estrutura Transversal de Boa Governança e Transparência.

    Igualmente, integram a equipa de trabalho do Plano Estratégico da CCDR Algarve e acompanham as temáticas do Turismo e Desenvolvimento Regional (incluindo Programa Regional de Ecoturismo e Turismo Náutico), Economia Circular (em articulação com a DSA – Direção de Serviços de Ambiente) e INC2 Cidades Circulares, participando na Comissão de Acompanhamento da elaboração do Plano Nacional de Saúde e representação na elaboração do Plano Regional de Saúde, no Comité de Acompanhamento do Interreg SUDOE, na ENMar2030 (acompanhamento de projetos POCTEP mar: Atlazul), Planos de Ação no contexto da Execução Regional das Ações Política Climática e Transição Energética e na Estratégia Regional: ODS e Biodiversidade, Observatório “Os serviços, a competitividade urbana e coesão territorial” da Confederação do Comércio Português (CCP).

    A DSDR representa a CCDR Algarve na coordenação do projeto Região Inteligente Algarve (RIA), uma parceria que integra a Universidade do Algarve (UAlg), a AMAL e a RTA, e no acompanhamento dos Conselhos Municipais de Educação.

    Líder da Comissão Regional da Dieta Mediterrânica – Património Cultural Imaterial da Humanidade, a CCDR Algarve é representada pela DSDR na dinamização dos projetos Dieta Mediterrânica, CEAT, TASA – atividades artesanais ancestrais (gerido atualmente pela empresa PROACTIVETUR, e Articular para Intervir, em colaboração com as associações de desenvolvimento local Vicentina, In Loco e Terras do Baixo Guadiana.

    Em articulação com a Divisão de Informação, Promoção e Comunicação (DIPC), a DSDR assegura a gestão das competências no domínio da política de incentivos do Estado à comunicação social, na Região do Algarve.

    Na sequência da candidatura apresentada à Representação Permanente da Comissão Europeia em Lisboa, a CCDR Algarve é a entidade hospedeira do Europe Direct Algarve, sendo a DSDR responsável pela sua dinamização e representação junto da comunidade de centros à escala europeia, os quis visam tornar a Europa acessível às pessoas, partilhando as suas atividades e iniciativas e levá-las a participar em debates sobre o futuro da União Europeia.

    Investimento nas pessoas

    A alinhada com a Estratégia para a Inovação e Modernização do Estado e da Administração Pública 2020-2023, a CCDRA assumiu como ação prioritária «Investir nas Pessoas, fomentando a formação e a capacitação, bem como a partilha de conhecimento e de boas práticas que permita fazer face aos complexos desafios que se colocam à Administração Pública num quadro de particular exigência».

    Assim, a presidência da CCDR Algarve, exercida por José Apolinário, decidiu alargar o universo de participantes das ações de formação destinadas aos seus colaboradores aos trabalhadores em funções públicas dos demais serviços e organismos desconcentrados da administração direta e indireta da Região, nos Municípios da Região, e sempre que possível às demais CCDR´s, num quadro de trabalho colaborativo e em rede essencial no âmbito da Administração Pública.

    Desde janeiro, a CCDR Algarve promoveu seis ações – Princípio e Garantias de Imparcialidade; Conferências Procedimentais; Código do Procedimento Administrativo: o CPA de 2015 e a revisão de 2020; RGPD: 3 anos de aplicação – Balanço, Perspetivas Futuras e Boas Práticas na Administração Pública; Webinar Tendências para o sucesso da Avaliação de Impacto Ambiental na região do Algarve – novos desafios e dinâmicas perspetivas de futuro; e, Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial.

    Globalmente, estas seis ações corresponderam a 40 horas de formação/capacitação, foram totalizadas 518 participações, 221 das quais por parte de trabalhadores em funções públicas da CCDR Algarve e 297 oriundos dos serviços e organismos da administração direta e indireta desconcentrada do Estado e das autarquias locais.

    No primeiro semestre, 87% dos trabalhadores em funções públicas na CCDR Algarve frequentaram, pelo menos, uma ação de formação no âmbito do seu Plano de Capacitação e Formação, cofinanciado pelo Programa Operacional do Algarve – CRESC Algarve 2020.

    Nos próximos dias 20 e 21 de setembro, realizar-se-á a ação de formação Código do Procedimento Administrativo: o CPA de 2015 e a revisão de 2020 (para Não Juristas), de cariz tendencialmente presencial, com a participação de 35 trabalhadores em funções públicas da CCDR Algarve e 10 oriundos de serviços e organismos da Administração direta e indireta do Estado da Região, e bem assim das forças de segurança e proteção civil, nomeadamente da Direção de Serviços do Algarve da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), da Direção Regional de Cultura do Algarve, Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Polícia de Segurança Pública e Guarda Nacional Republicana.

  • CDU mantém a maioria em Silves

    CDU mantém a maioria em Silves

    Rosa Cristina Gonçalves da Palma, de 49 anos, é formada em Biologia e Geologia, tendo lecionado no Agrupamento de Escolas Dr. Garcia Domingues, em Silves, e desempenhado funções como vereadora antes da sua eleição para a autarquia, em 2013.

    São os seguintes os resultados para os diversos órgão autáquicos do concelho de Silves:

    Câmara Municipal:

    Câmara Municipal: Rosa Palma (PCP-PEV) – 43,07 por cento (6.448 votos)

    Freguesias:

    Alcantarilha e Pera – PCP – PEV – 34,02 por cento (665 votos)
    Algoz e Tunes – PPD/PSD – 34,52 por cento (900 votos)
    Armação de Pera – PPD/PSD – 33,33 por cento (625 votos)
    São Bartolomeu de Messines
    – PCP-PEV – 62,94 por cento (2.203 votos)
    São Marcos da Serra – PCP-PEV – 37,63 por cento (216 votos)
    Silves – PCP-PEV – 46,73 por cento (2.084 votos)Total de inscritos em Silves – 30.958

    Resultados:

    Votantes – 48,36 por cento (14.971)
    Abstenção – 51,64 por cento
    Votos em branco – 2,99 por cento (448 votos)
    Nulos – 1,51 por cento (226 votos)