FOZ – Guadiana Digital

Categoria: Algarve

  • CCDR Algarve insiste na alta velocidade ferroviária

    CCDR Algarve insiste na alta velocidade ferroviária

    Esta tomada de posição ocorreu no quadro da XIV Comissão Luso-Espanhola de Cooperação Transfronteiriça, realizada em Vila Nova de Gaia, na qual a CCDR Algarve esteve representada pelo presidente e pela vice-Presidente, Elsa Cordeiro.

    Esta posição acompanha igualmente a defesa da concretização de um investimento no troço de ferrovia entre Tunes e Torre Vã, como vem sendo defendido em diversas ocasiões na Região, designadamente no quadro do debate sobre o futuro Plano Ferroviário Nacional pós 2030.

    José Apolinário, presidente da CCDR Algarve, afirma ser «urgente avançar com o.s projetos de modernização da linha ferroviária entre Tunes e Terra Vã, uma estimativa de investimento de 253 milhões de euros”.

    Esta obra permitiria reduzir em 30 minutos a viagem de comboio Algarve-Lisboa, uniformizando a velocidade do comboio ao longo e todo o trajeto. Atualmente nos 150 quilómetros entre Torre Vã e Tunes a velocidade média do comboio raramente ultrapassa os 100 quilómetros/hora. Com este investimento, a viagem intercidades ou comboio Alfa entre Lisboa e Faro passaria a 2:30, sendo assim competitivo com o modo autocarro, afirma o organismo regional de coordenação.

    Nos últimos 30 anos, o investimento na Ferrovia mais significativo na ligação a Sul foi a modernização da linha ferroviária entre Pinhal Novo e Torre Vã, um investimento de 225 milhões de euros realizado antes do Euro 2004 a que, só agora em 2022 e 2023, se somarão 80 milhões de euros de conclusão da eletrificação e modernização da Linha Ferroviária do Algarve, concretizados com o apoio dos Fundos Europeus.

  • Vento forte em Monte Gordo faz feridos

    Vento forte em Monte Gordo faz feridos

    A tenda estava preparada para o “Algarve Golden Race”, evento de columbofilia agendado para sábado, na estrada que conduz à desativada estação ferroviária daquela localidade balnear, perto da rotunda de Monte Gordo. As viaturas estavam estacionadas na berma da estrada.

    Bombeiros, GNR e populares acudiram ao local e verificaram, para além dos danos em viaturas sobre as quais a estrutura desabou, que tinham ficado feridas três pessoas, felizmente sem gravidade.

    Video:cortesia da ArenilhaTV

  • Construção de Habitação Acessível em Castro Marim

    Construção de Habitação Acessível em Castro Marim

    No auditório da Biblioteca Municipal de Castro Marim, realizou-se ontem, 28 de Setembro a cerimónia de Assinatura do Acordo de Colaboração entre o Município de Castro Marim e o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), que possibilita o acesso ao financiamento do “1º Direito”.

    A cerimónia contou com a presença da Secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves e o Programa de Apoio ao Acesso à Habitação está inserido na Estratégia Local de Habitação (ELH) do Concelho de Castro Marim, apresentada hoje pela vice-presidente do Município, Filomena Sintra. A ELH do concelho tem por fim promover habitações condignas para 109 famílias, um universo de 282 pessoas, ao abrigo do Programa 1.º Direito, no período de 2022-2025.

    Por forma a abranger os agregados familiares sinalizados em situação de vulnerabilidade, a Câmara Municipal de Castro Marim prevê um investimento de 4.633.000,00 € até ao final de 2025, repartidos entre a reabilitação e a construção de novas habitações.

    Para Filomena Sintra, o Município «procura encontrar soluções para as famílias que, embora não fragilizadas, também não conseguem aceder à habitação, mediante a situação imobiliária que o país atravessa».

    A política de habitação de Castro Marim privilegia também um novo regulamento de benefícios fiscais municipais, a construção de habitação para a venda a custos controlados, o Programa Arrendamento Acessível e a venda de lotes para construção de habitação a custos controlados.

    acordo de colaboração programa «1º direito» castro marim
    acordo de colaboração programa «1º direito» castro marim

    No final da cerimónia, procedeu-se à assinatura do Acordo de Colaboração pelo Presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, Francisco Amaral e, pela Presidente do Conselho Diretivo do IHRU, Isabel Dias. O Acordo foi homologado pela Secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves.

  • Luz verde para o 1º Direito em VRSA

    Luz verde para o 1º Direito em VRSA

    Em cerimónia decorrida na Sala de Atos do município, foi assinado e de imediato homologado o Acordo de Colaboração no âmbito do Programa «1.º Direito» que contou com a presença da secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves.

    Ao abrigo deste contrato, ente município de Vila Real de Santo António e o Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), este acordo de colaboração, no âmbito do Programa «1º Direito», representa o arranque da Estratégia Local de Habitação (ELH) do concelho e tem um investimento previsto de 101 milhões de euros.

    Presentes estiveram também a presidente do IHRU, Isabel Dias, o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, José Apolinário, e o presidente da câmara Municipal de VRSA, Álvaro Araújo.

    As ações previstas em prol das famílias do concelho vão apoiar um total de 812 agregados e mais de 1.221 pessoas com carências habitacionais de vária ordem, com financiamento a 100% por parte do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    A Estratégia Local de Habitação do Município de VRSA (EHL) é uma das mais providas de verbas do país e a maior do Algarve, apenas comparável aos rácios existentes dos municípios das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, segundo a autarquia. Prevê a construção de novas habitações, a recuperação do parque habitacional existente e a promoção do arrendamento acessível.

    O programa, já divulgado nas nossas páginas, destaca quatro eixos estratégicos: «resolução de situações indignas através da implementação de soluções habitacionais no âmbito do «1.º Direito»; reforço da resposta e da acessibilidade habitacional através do planeamento e gestão; incremento da oferta, da qualidade e da promoção do parque habitacional; promoção do território, da integração social e da atuação preventiva».

    Na cerimónia, o presidente da Câmara Municipal de VRSA, Álvaro Araújo, enfatizou o tempo recorde de menos de um ano em que este projeto se desenvolveu de raiz, sublinhando que vai ao encontro das prioridades das famílias e colocará um ponto final na precaridade habitacional.

    Salientou que o diagnóstico foi realizado, durante o último ano, «por equipas especializadas que foram para o terreno e identificaram, in loco, uma realidade mais grave do que era expectável».

    «Esta candidatura representa, por isso, uma viragem de paradigma e põe fim ao esquecimento recorrente no que se reporta à construção, reparação e manutenção de equipamentos habitacionais no concelho. Por outro lado, constitui uma aposta clara na correção dos níveis de especulação imobiliária, procurando uma solução habitacional acessível para que os jovens se fixem e possam viver em Vila Real de Santo António», disse Álvaro Araújo.

    «Esse investimento, quer pela sua dimensão, quer pelo elevado número de agregados familiares que apoia, constitui um marco histórico para o desenvolvimento da nossa terra e representa um compromisso deste executivo para com as famílias vila-realenses», rematou o autarca.

    cerimónia da elh vrsa
    cerimónia da elh vrsa

    Sobre o Programa «1.º Direito»

    A criação da ELH é um requisito obrigatório de acesso às linhas de financiamento do «Programa de Apoio ao Acesso à Habitação – 1.º Direito», que visa a promoção de soluções habitacionais para pessoas que vivam em condições indignas e sem capacidade financeira para suportar o custo do acesso a uma habitação adequada.

    Estima-se que a implementação da Estratégia Local de Habitação de VRSA, concretamente a resolução das situações indignas ao abrigo do programa «1º Direito», envolva um investimento global de cerca de 101 milhões de euros, financiado a 100% pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

  • Fim do estacionamento pago à ESSE

    Fim do estacionamento pago à ESSE

    Embora a Assembleia Municipal do concelho reúna no mesmo dia, será agendada, dias depois, uma nova reunião extraordinária onde se prevê que será tomada a decisão definitiva.

    Alega o município no seu comunicado que “Tal decisão é justificada pela reiterada falta de resposta da ESSE às sucessivas solicitações da Câmara Municipal para que a empresa disponibilizasse informação detalhada e credível sobre os valores (receitas) recebidos pela concessão em 2021 e nos meses de junho e julho de 2022”.

    Álvaro Araújo, presidente da autarquia local justifica a decisão proposta: «o padrão reiterado de oposição da empresa constitui uma violação grave das obrigações contratuais, facto que tem impedido a autarquia de exercer o poder de fiscalização e validação dos valores efetivamente cobrados e, consequentemente, a verificação do cumprimento do contrato de concessão».

    A título de exemplo, recorda que o município, nos termos da concessão, tem direito a receber uma renda mensal de 25 por cento da receita global obtida nos meses de época alta.

    No entanto, e face à ausência de informações detalhadas da ESSE, nomeadamente o fornecimento de documentação de suporte, não foi possível observar o cumprimento desta obrigação, tendo ainda sido detetadas incongruências e omissões no que se reporta às verbas transferidas.

    Assim a autarquia rescindirá o contrato «Face a todos estes incumprimentos, entendemos que o fim da concessão do estacionamento tarifado que tem vindo a ser cobrado, de forma desenfreada, nas freguesias de Vila Real de Santo António e Monte Gordo, é a única solução justa e viável para defender os interesses da autarquia e de todos os munícipes», conclui Álvaro Araújo.

  • Sardinha tem agora confraria em Portimão

    Sardinha tem agora confraria em Portimão

    A cerimónia contou com a presença e intervenções de autoridades locais e regionais, designadamente José Apolinário, presidente da CCDR Algarve, do Diretor Regional de Agricultura e Pescas do Algarve, Pedro Valadas Monteiro, da vereadora da Câmara Municipal de Portimão, Teresa Mendes e da presidente da Assembleia Municipal de Portimão, Isabel Guerreiro e a presença de diversas outras confrarias.

    Esta confraria, nascida no passado dia 17 de setembro, quer ser muito mais que uma associação de comes e bebes. A madrinha foi a Confraria do Atum de Vila Real de Santo António, representada por vários confrades e por António Cabrita, que também representou a Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas.

    O logótipo, da Confraria Gastronómica da Sardinha de Portimão foi concebido pelo artista plástico João Sena, tendo a conceção do traje o traço da estilista portimonense Sandra Gonçalves e que marca uma herança histórica e uma tradição fortemente enraizadas na cultura da cidade de Portimão.

    É composto por: Boné, de cor azul-marinho, inspirado no modelo usado nesta zona litoral. Capa de cor azul-marinho, com sobrecapa na mesma cor, ambos forrados com tecido no tom prata, que remetem ao mar e à cor da sardinha. Contém também uma rede de malha de pesca na sobrecapa alusiva a esta atividade.

  • Os almocreves e as vias de comunicação no Algarve

    Os almocreves e as vias de comunicação no Algarve


    O CiiP de Vila Nova de Cacela continua a desenvolver a atividade de divulgação do património cultural, abordando, desta vez a utilização das vias de comunicação por parte dos almocreves no passado do Algarve

    Salientam que, na região, são referidos em fontes históricas pelo menos desde o séc. XVI e que o estado das vias de comunicação na região é fundamental para se compreender a relevância da profissão.

    Ainda no séc. XIX, citando Vilhena de Mesquita, 2005 lembram que:

    Faltavam no Algarve as vias de comunicação terrestre, amplas, acessíveis e seguras. O que existia era uma desgastada e ancestral via longitudinal, designada por ‘estrada real’ «que marginava, próxima e paralela, à linha costeira (em certos locais coincidente com a actual estrada 125), com poucas ramificações para o interior alentejano, com vários acidentes naturais (rios, desfiladeiros e penhascos) intransponíveis por falta de pontes e de outras obras para a facilitação do trânsito.”)

    E anotam que, segundo Romero Magalhães, 2018. no séc. XVI, não podemos sequer falar de verdadeiras estradas, de vias pavimentadas, mas sim de caminhos maus em terrenos acidentados, onde transitavam apenas cavalos e sobretudo muares, transportando mercadorias. Estradas carroçáveis não as havia. Os principais agentes deste tráfego, eram os almocreves que circulavam por veredas e passagens difíceis com as suas bestas muares carregadas, cruzando a serra, pelo menos mensalmente.

    Para além do desconforto provocado pelas estradas impraticáveis, dificuldade na transposição das linhas de água, relevo acidentado, exposição ao sol intenso ou ao frio e chuva, a almocrevaria não era também uma profissão isenta de perigos. O mais comum, para atravessar a serra algarvia e penetrar na peneplanície alentejana, eram os almocreves circularem em caravanas, protegendo-se em conjunto dos salteadores de estradas. Na serra, especialmente, escondiam-se malfeitores e bandoleiros que assaltavam os passantes. Muitos dos assaltos eram perpetrados por homens ao serviço de proprietários das terras por onde passavam.

    Leia os trabalhos de Ciip de Cacela

  • Só o Algarve não cresceu em dormidas no mês de Julho

    Só o Algarve não cresceu em dormidas no mês de Julho

    Comparando com julho de 2019, apenas o Algarve registou um decréscimo (-4,5%). Os aumentos mais expressivos ocorreram na RA Madeira (+21,0%), Norte (+14,9%) e Centro (+10,6%).

    Segundo o Instituto Nacional de Estatística, o setor do alojamento turístico registou 3,0 milhões de hóspedes e 8,6 milhões de dormidas em julho de 2022, correspondendo a aumentos de 6,3% e 4,8%, respetivamente, face a julho de 2019, ano antes da pandemia.

    Os proveitos totais aumentaram 131,9% para 682,1 milhões de euros e os proveitos de aposento atingiram 535,0 milhões de euros, refletindo um crescimento de 27,6% em ambos os indicadores comparativamente a julho de 2019.

    O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 86,1 euros em julho e o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 127,2 euros. Em relação a julho de 2019, o RevPAR aumentou 23,0% e o ADR cresceu 19,0%.

    Em julho, o mercado interno contribuiu com 2,9 milhões de dormida e os mercados externos totalizaram 5,7 milhões. Face a julho de 2019, o mercado interno cresceu 15,8% e os mercados externos atingiram o mesmo nível de 2019.

    No conjunto dos primeiros sete meses de 2022, as dormidas aumentaram 194,3% (+58,5% nos residentes e +406,2% nos não residentes).

    Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas decresceram 4,4%, consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-9,4%), dado que as de residentes cresceram 7,8%.

    Os proveitos acumulados no período de janeiro a julho de 2022 cresceram 239,4% no total e 242,9% nos relativos a aposento (+10,0% e +11,0%, face a igual período de 2019, respetivamente).

    Relativamente às dormidas de residentes, registaram-se aumentos em todas as regiões, destacando-se a RA Madeira (+78,6%), Centro (+22,4%), Norte (+21,2%), AM Lisboa (+12,7%) e Alentejo (+12,6%). As dormidas de não residentes aumentaram no Norte (+11,3%), RA Madeira (+11,1%), AM Lisboa (+2,8%) e RA Açores (+0,2%), tendo-se observado as maiores diminuições no Algarve (-8,3%) e Alentejo (-7,4%).

  • Quiosques automáticos da VAMUS para evitar filas

    Quiosques automáticos da VAMUS para evitar filas

    O Aeroporto de Faro, junto à Paragem de Autocarros, os terminais rodoviários de Faro, Lagos, Albufeira e Tavira, foram os primeiros a receber esta estrutura onde é possível a compra antecipada de bilhetes, carregar o passe ou cartão pré-pago a qualquer momento do dia, todos os dias do ano.

    Os quiosques fornecem informação em português e inglês aceitando pagamentos com todos os cartões bancários.
    Os terminais rodoviários de Loulé, Quarteira e Portimão são os próximos.

    Por enquanto ainda não contam com a opção de adicionar a compra de títulos de transporte das redes urbanas nos quiosques, tais como: VAI e VEM em Portimão, A ONDA em Lagos ou o GIRO em Albufeira.

    Estas medidas estão a ser tomadas para complementr o uso da aplicação eletrónica, VAMUS Algarve, que apesar de contar com milhares de utilizadores, uma grande parte dos passageiros continua a privilegiar a utilização dos suportes físicos.

    O objetivo é eliminar filas e poupar tempo e dinheiro aos passageiros. O cartão pré-pago lançado pela VAMUS ALGARVE oferece descontos entre 10 a 50% na compra das viagens, sendo válido para todas as linhas da rede VAMUS ALGARVE.

  • Incêndio no antigo edifício da Frigarve

    Incêndio no antigo edifício da Frigarve

    O edifício está há muito devoluto, com presenças esporádicas de sem-abrigo. Não houve registo de feridos, mas o edifício ficou tomado pelas chamas, com fumo negro a sair pela torre, tendo ardido lixo que se encontrava no interior, principalmente pneus

    Na operação de combate às chamas estiveram presentes 31 operacionais, elementos da PSP, Polícia Marítima, Serviço Municipal de Proteção Civil de Vila Real de Santo António, e 12 viaturas, assinalando-se a presença do autotanque dos Bombeiros de Olhão, tendo sido observado por muitos populares que se deslocaram ao local.

    Segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro de Faro, o incêndio foi causado pelo lixo que se encontrava dentro do edifício. Após o fogo estar circunscrito, ainda ficou em combustão.

    Imagem cedida por ArenilhaTV
  • Alcoutim em festa

    Alcoutim em festa

    São, pois, três dias de intensa festa bem do agrado das populações locais, uma festa que começou com comissão instaladora, foi assumida pela Santa Casa da Misericórdia e hoje se realiza em conjunto com clubes, bombeiros IPSS, organizada e totalmente financiada pela autarquia.

    Trata-se de uma festa com grande participação popular, onde nunguém arreda pé durante três dias e noites que as autoridades locais asseguram têm assiduidade garantida e tem um cada vez maior número de visitantes que ficam pela terra durante a festa, embora também assinalem a existência de um défice de alojamento.

    As Festas de Alcoutim animam a economia local e dão uma ajuda no combate ao desemprego. Amanhã à noite há espetáculo com o “Deejay Telio”, antecedido pela atuação da Ganda Banda, que também animará o público, noite fora. Gastronomia local, artesanato, desporto, fogo-de-artifício no rio Guadiana e animação musical diversa, fazem também parte do programa de animação.

    A Festa de Alcoutim é organizada pelo Município de Alcoutim com o apoio da União de Freguesias Alcoutim e Pereiro, Bombeiros Voluntários de Alcoutim, Grupo Desportivo de Alcoutim, Associação Inter-Vivos, Guarda Nacional Republicana, Associação A Moira, Associação Odiana, Capitania do Porto de Vila Real de Santo António, Cruz Vermelha Portuguesa – Centro Humanitário de Tavira.

  • A Lua do Equinócio, lua das colheitas

    A Lua do Equinócio, lua das colheitas

    É a lua cheia que mais se aproxima do equinócio de setembro. No hemisfério Norte e na cultura anglo-saxónica é conhecida por Harvest Moon ou Lua da Colheitas. Este ano acontece em setembro, embora lua cheia de outubro, desde que mais perto do equinócio também receba essa designação.

    A versão de 2022 da Lua das Colheitas chega excecionalmente cedo, tal como ocorreu em a 8 de setembro de 2014 e 7 de outubro, como em 1987, por exemplo

    O que diferencia a lua cheia de sábado das outras é que os agricultores no auge da safra atual podem trabalhar até tarde da noite à luz da Lua. Nasce na hora em que o sol se põe, mas mais importante, nesta época do ano, em vez de subir sua média normal 50 minutos depois a cada dia, a lua parece nascer quase à mesma hora todas as noites.

    Créditos a Joe Rao,  instrutor e palestrante convidado no Hayden Planetarium de Nova York em https://www.space.com/early-harvest-full-moon-sept-10-22
  • Aeroporto Gago Coutinho oficializado hoje

    Aeroporto Gago Coutinho oficializado hoje

    A cerimónia oficial de redenominação do aeroporto foi presidida pelo Primeiro-Ministro António Costa, numa celebração que contou com as presenças do Ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, dos Chefes de Estado Maior da Armada, Força Aérea e Exército, autarcas e titulares de cargos políticos da região e entidades nacionais da aviação civil e comercial. Esteve também presente o CEO da VINCI Concessions e Presidente da VINCI Airports, Nicolas Notebaert.

    Em ano de celebração dos 100 anos desse marco histórico da aviação, importa sublinhar que um dos fatores decisivos para o sucesso desta viagem foi a invenção, por Gago Coutinho, de um aparelho de navegação aérea – um novo tipo de sextante – que por se ter revelado eficaz na navegação entre o Rio Tejo e a Baía de Guanabara, acabou depois a ser utilizado nas décadas seguintes na indústria aeronáutica.

    A denominação oficial deste aeroporto foi aprovada pelo Governo em Conselho de Ministros no passado mês de junho, tendo a iniciativa surgido de um movimento de cidadãos.

    A travessia de hidroavião que se completou há 100 anos teve início no Rio tejo, em Lisboa, a 30 de março de 1922 e completou-se, na Baía de Guanabara, Rio de Janeiro, em 17 de junho. O Almirante Gago Coutinho foi o navegador dessa aventura de 4500 milhas náuticas (8300 quilómetros). A pilotar o hidroavião estava o comandante Sacadura Cabral.

    Para o presidente da VINCI Airports, Nicolas Notebaert, «esta é uma homenagem merecida, porque se trata de celebrar um homem da região que fez história na aviação mundial. Por isso, é justíssimo que o Aeroporto de Faro homenageie o almirante Gago Coutinho, tendo em conta que esta é uma infraestrutura muito relevante para a região e para o país, onde já investimos mais de 100 milhões de euros e continuamos a investir. Um dos mais recentes investimentos foi a construção de uma central fotovoltaica. É a primeira num aeroporto de Portugal, onde planeamos construir mais 6, colocando na próxima década os aeroportos portugueses na vanguarda da sustentabilidade ambiental. Desta forma, reafirmamos o nosso compromisso com o país e com todas as regiões onde temos aeroportos e deixamos, mais uma, vez a garantia que vamos continuar a trabalhar, em conjunto com as regiões, para estreitar distâncias e ligar pessoas e culturas

    Sobre o Aeroporto Gago Coutinho

    O Aeroporto Gago Coutinho em 2019 registou o recorde no número de passageiros, com um total de 9.1 milhões. Em Faro, neste verão operam 27 companhias regulares que viajam para 63 destinos, através da operação de 75 rotas. Inaugurado em 1965 este aeroporto é o principal aeroporto turístico em Portugal e desempenha um papel determinante no desenvolvimento económico do país ao servir os principais polos de turismo do Sul de Portugal e Espanha.

    A ANA|VINCI Airports assume, através da aposta em energia verde no aeroporto de Faro, um papel de relevo na prossecução da descarbonização do setor da aviação, em alinhamento com a estratégia para a Neutralidade Carbónica em 2030 e os objetivos e metas estabelecidos para a promoção da sustentabilidade.

    A nova central fotovoltaica no Aeroporto de Faro faz parte de um plano de ação global da VINCI Airports em todos os seus aeroportos, com projetos semelhantes já implementados ou em desenvolvimento na República Dominicana, Brasil, Reino Unido, Sérvia, Suécia, França e agora em Portugal.

    Este projeto terá uma capacidade instalada de 2,9 MWp e irá permitir produzir 30% das necessidades energéticas do aeroporto, gerando uma poupança anual equivalente a mais de 1.500 toneladas de CO2.

    Este projeto – o primeiro em ambiente aeroportuário em Portugal –, insere-se no plano de ações ambientais para a região do Algarve e representa os objetivos no âmbito da sustentabilidade, que são uma prioridade para a empresa.

    Gago Coutinho, natural de São Brás de Alportel, juntamente com Sacadura Cabral realizaram a travessia do Atlântico Sul, Sacadura Cabral pilotava e Gago Coutinho seguia como navegador a bordo do hidroavião “Lusitânia” que descolou de Belém em Lisboa às 7h00 da manhã do dia 30 de março de 1922, chegaram ao Rio de Janeiro, no Brasil, a 17 de junho.

    No Dia de Faro

    Sessão solene no Teatro das Figura com comemorações incluem ainda inaugurações de Memorial de homenagem a pescadores que salvaram náufragos durante a II Guerra Mundial, de Centro de Alojamento de Emergência Social e de nova horta comunitária

    O Município de Faro celebra esta quarta-feira, dia 7 de setembro, os 482 anos da sua elevação a cidade com um conjunto alargado de comemorações que vão incluir um concerto de Cuca Roseta, inaugurações, descerramentos de placas toponímicas e a sessão solene que vai incluir a atribuição de distinções a quatro antigos presidentes da autarquia – José Vitorino, José Apolinário, José Macário Correia e Luís Coelho e ainda a outorga da Chave de Honra da Cidade de Faro ao Chefe do Estado-Maior da Armada e Autoridade Marítima Nacional, Almirante Henrique Gouveia e Melo.

    O programa oficial de comemorações do Dia do Município começou ontem dia 6 de setembro, às 19h30, com a inauguração da exposição de fotografia “Vozes fora da guerra”, da autoria de Serhiy Stakhnyk, fotógrafo de origem ucraniana a viver em Faro há 26 anos que retrata famílias de refugiados da Ucrânia. A exposição, organizada pela ALFA – Associação Livre de Fotógrafos do Algarve, vai ficar patente no Jardim Manuel Bivar durante três meses.

    Para terminar de assinalar o arranque das comemorações do Dia da Cidade, o Largo da Sé recebe, esteve a fadista Cuca Roseta.

    O Dia do Município começou às 08:45 horas com o tradicional hastear de bandeiras, junto aos Paços do Concelho, seguindo-se, na Igreja da Sé, uma missa de sufrágio pelos funcionários e servidores da câmara municipal de Faro.

    Foram ainda distinguidos com a atribuição de medalhas, ao abrigo do regulamento das distinções honoríficas do Município, Artur Nunes da Silva “chefe Artur”, Arquente – Associação Cultural; Hotel AP Eva Senses; João José Gago Horta (a título póstumo); João Luís Lopes Rio Seco Amaro; Maria Cabral e Ricardo Colaço.

    Depois da cerimónia teve lugar no Largo de São Francisco a inauguração do Memorial em homenagem aos pescadores de Faro que salvaram náufragos durante a II Guerra Mundial.

    Esta tarde, vão ter lugar os descerramentos de várias novas placas toponímicas: Praça José Marciano Nobre, às 15:00 horas; na Praça José Matos Junça, às 15:20 horas; na Praça Joaquim Carvalho Afonso, às 15:40 horas e na Praça Geleate Canau, às 16h:00 horas.

    A partir das 17:10 horas, é inauguração do novo Centro de Alojamento de Emergência Social (CAES) de Faro, projeto coordenado pelo Movimento de Apoio a Problemática Sociais (MAPS) que conta com apoio do Município. A inauguração destas novas instalações, no Patacão, vai contar com a presença de várias entidades, nomeadamente a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança, Ana Mendes Godinho.

    De seguida, a partir das 17:50 horas, será inaugurada a nova horta comunitária de Faro, no Patacão, um projeto do município que conta com a colaboração da Direção Regional de Agricultura do Algarve.

    As celebrações do Dia do Município terminam com a inauguração de dois projetos da primeira edição do Orçamento Participativo de Faro: o Futebol Lab, do Clube Desportivo de Montenegro, às 18h20, e dos polidesportivos reabilitados do São Pedro Futsal no Jardim da Alameda, a partir das 19h20.

  • RTA divulga iniciativas para Setembro

    RTA divulga iniciativas para Setembro

    O objetivo é dar a conhecer o destino turístico do país através da gastronomia, da cultura e da natureza. A Feira da Dieta Mediterrânica, uma fam trip para operadores turísticos e ações de charme na Embaixada de Portugal em Madrid são algumas das ações programadas para o mercado interno alargado.

    O mês começa com a participação da RTA na Feira da Dieta Mediterrânica, a decorrer em Tavira, de 8 a 11 de setembro, após dois anos de interrupção devido à situação pandémica. A RTA vai marcar presença nesta feira com um stand institucional, durante os quatro dias do evento, com o objetivo de promover a gastronomia algarvia, uma das componentes que considera mais vivas da cultura da região.A edição deste ano conta com o apoio da RTA, entre outras entidades, e da Comissão Nacional da UNESCO, estando esta iniciativa inserida no Plano de Salvaguarda aprovado pela UNESCO, o qual resulta da inscrição da Dieta Mediterrânica na Lista do Património Cultural Imaterial da Humanidade.

    Entre os dias 14 e 16 de setembro, a RTA, em parceria com a Fundación Andanatura para el Desarrollo Socioeconómico, está a organizar uma fam trip destinada a operadores turísticos de Portugal e Espanha mais vocacionados para o turismo de natureza. Durante estes três dias os participantes vão poder conhecer o Parque Natural da Ria Formosa e a oferta dos concelhos de Olhão e Faro.

    A ação surge no âmbito do projeto VALUETUR, que tem por fim fomentar uma atividade turística sustentável que valorize as áreas protegidas de elevado valor ecológico, paisagístico, histórico e cultural. Aprovado ao abrigo do Programa de Cooperação INTERREG V-A Espanha-Portugal 2014-2020 (POCTEP), o projeto é liderado pela Diputación Provincial de Huelva e inclui a Consejería de Medio Ambiente y Ordenación del Territorio da Junta de Andalucía, a Fundación Andanatura, a Mancomunidad Condado de Huelva e a RTA.

    Ainda durante o mês, a RTA vai apresentar ao mercado espanhol a diversidade turística da região numa ação promocional na Embaixada de Portugal em Madrid, marcada para 21 de setembro, no âmbito do projeto Algarve Craft&Food. Este evento procura promover o melhor do Algarve junto de jornalistas e influencers das áreas da gastronomia, turismo, artesanato/cultura, bem como de operadores turísticos e agentes de viagens espanhóis.

    A gastronomia algarvia vai ser apresentada aos convidados através de um showcooking e de degustações, numa experiência gastronómica baseada nas receitas tradicionais da região. O artesanato também vai marcar presença, através de uma exposição de artigos tradicionais e demonstrações ao vivo, permitindo aos convidados um contacto mais próximo com as artes e os artesãos da região.

    O Algarve Craft&Food é um projeto promovido pela RTA, em parceria com a Tertúlia Algarvia e a cooperativa QRER, e apoiado pelo programa operacional CRESC Algarve 2020. Este projeto visa estimular o desenvolvimento e a internacionalização das indústrias culturais e criativas baseadas no artesanato e nos produtos alimentares locais do Algarve.

    «O Algarve tem muito para oferecer além das maravilhosas praias tão visitadas na época alta. Com estas iniciativas pretendemos reforçar a proximidade do Algarve com os portugueses no fim do verão, mas também com Espanha, fazendo com que o contributo deste mercado emissor, que em junho cresceu 28,7% nas dormidas em comparação com 2021, seja cada vez mais relevante para o turismo do Algarve», opina o presidente da RTA, João Fernandes.


    A fechar o mês, terá ainda lugar uma ação de charme no Aaeroporto Gago Coutinho, Faro, para assinalar o Dia Mundial do Turismo, que se celebra a 27 de setembro. A RTA e a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve vão distribuir cerca de 200 quilos de laranjas algarvias aos turistas que chegarem ao aeroporto para umas férias no principal destino turístico nacional. A ação com os citrinos do Algarve, que são hoje um «cartão-de-visita» da região, conta ainda com o apoio da infraestrutura aeroportuária.

    As iniciativas preparadas para o mês de setembro surgem no âmbito da promoção do Algarve no mercado interno alargado (Portugal e Espanha), uma das principais competências da entidade regional de turismo, além da animação e da informação turística.

  • Lagoa da pré-História ao Islâmico

    Lagoa da pré-História ao Islâmico

    Sinopse: A identificação do sítio arqueológico da Quinta dos Poços 4 e 5 surgiu no âmbito da construção do Campo de Golfe Lagoa-Carvoeiro, mais concretamente na área correspondente à pista 1.

    A escavação de salvaguarda levada a cabo por uma equipa multidisciplinar da ERA-Arqueologia permitiu registar estruturas de formação antrópica e espólios inseríveis numa larga diacronia, da Pré-História ao período Islâmico.

    Neste arqueossítio, um dos maiores registados no concelho de Lagoa, foram identificadas mais de seis dezenas de estruturas negativas escavadas no geológico calcário, designadamente silos/ fossas e cavidades funerárias de ritual islâmico, bem como quatro sepulcros coletivos que em termos cronológicos podem ser enquadrados entre o Neolítico Médio e o Calcolítico, isto é, do 3.º ao 4.º milénio a.C.

    Os trabalhos desenvolvidos na Quinta dos Poços revelaram dados particularmente importantes, sobretudo nos contextos pré/ proto-históricos, sendo geradores de uma reflexão em torno da ocupação humana primitiva no litoral do Algarve, que por sua vez poderá motivar a revisão das teorias sobre os contextos funerários da parte ocidental da região. Os resultados serão alvo de uma apresentação pública a cargo dos Arqueólogos Francisco Correia e Catarina Furtado e da Antropóloga Biológica Lucy Evangelista, que aludirão às estruturas e conjuntos artefactuais dos distintos contextos de ocupação e ao estudo bioantropológico preliminar dos restos humanos exumados.

    A conferência, que decorre a 23 de setembro no Centro Cultural Convento de S. José, em Lagoa, tem início marcado para as 18:30 horas e é de entrada livre.

  • Novo edifício para a saúde em Loulé

    Novo edifício para a saúde em Loulé

    Este equipamento fica localizado em terreno junto ao atual Centro de Saúde e contará com valências distintas: Agrupamento de Centros de Saúde Central – ACES Central, Unidade de Saúde Familiar Lauroé – USF Lauroé, Unidade de Cuidados de Saúde na Comunidade – UCC Gentes de Loulé e Centro de Saúde Universitário, este último da responsabilidade do ABC – Algarve Biomedical Center.

    Com esta unidade de saúde, a câmara municipal de Loulé (65% do financiamento) e a Administração Central (35%) pretendem dar uma resposta importante às necessidades existentes ao nível dos cuidados de saúde da região algarvia, acima de tudo em termos de equipamentos, pois permitirá melhorar serviços, em especial na zona com maior densidade populacional. O total do investimento ronda os 5 milhões de euros e o prazo de execução previsto é de dois anos e meio.

  • Mais um parto em ambulância perto da A22

    Mais um parto em ambulância perto da A22

    Dois bombeiros municipais de Tavira tiveram de fazer um parto numa ambulância a caminho do Hospital de Faro, junto à A22, na madrugada de sábado, como é referido pelo Diário On-Line, algarvio, a partir da  reportagem da TVI/CNN Portugal.

    “Quando demos por nós já estávamos todos envolvidos na situação”, disse um dos bombeiros sobre o parto normal que aconteceu dentro da ambulância que começou por se deslocar da coorporação para o domicílio da parturiente em Cabanas de Tavira e depois para o Hospital de Faro.

    “Foi bastante rápido, ninguém estava à espara, não havia muitos sinais que fosse naquele momento. O sentimento foi alegria, um bocadinho de pânico pelo meio, mas faz parte, mas no fim é alegria, sentir-mo-nos realizados, e pronto estamos a trazer ao mundo uma vida, é sempre especial” disse o bombeiro Leandro Oliveira.

    Foi um verdadeiro desafio para os jovens bombeiros, Tiago Ferro e Leandro Oliveira, que enfrentaram pela primeira vez uma situação destas. A bebé Luana nasceu saudável e sem complicações. Mais uma missão cumprida com sucesso.

  • CCDR Algarve lembrou passado de Silves

    CCDR Algarve lembrou passado de Silves

    Lembrou os testemunhos da presença humana recolhidos na região de Silves e ao longo do curso do Rio Arade, que «revelam a sua existência desde os tempos Pré-Históricos. Os monumentos megalíticos como os menires do Monte Roma, em Silves, e os menires da Vilarinha, manifestam atividade daquelas comunidades agrícolas do período Neolítico da Região».

    Assinalou que «Dois quilómetros a poente do atual núcleo urbano, existiram as ruínas de uma importante feitoria fenícia do 1º milénio a.C. Aquele povoado terá sido muito provavelmente a chamada Cilpes, que manteve relações comerciais com povos de remotas regiões do Mediterrâneo oriental»

    «Após a presença romana, a ocupação muçulmana preponderou entre os séculos VIII a XIII, e marcou profundamente a história e o urbanismo da cidade. Amantes das artes e das ciências, permitiram o desenvolvimento deste importante pólo cultural e político do al-Gharb al-Andaluz, nos séculos IX a XII. Ficou na memória dos seus habitantes, a Medina Xelb conhecida, como a cidade de filósofos e poetas, Ibn Caci, Ibn Ammar ou o rei Al-Mutamide», assinala o texto do organismo regional.

    Lembrando a História, «A primeira conquista cristã acontece em 1189. As tropas portuguesas governadas por D. Sancho I foram assistidas por um contingente de Cruzados em trânsito para a Terra Santa, que aportara acidentalmente em Lisboa. A efémera sujeição durou apenas dois anos, Al-Mansur dota a cidade com fortes muros e infra-estruturas de aprovisionamento de água. A derradeira conquista cristã acontece em meados do séc. XIII. D. Afonso III, apressa-se a nomear um bispo para esta sede episcopal, e logo a cidade se tornou capital de todo o Algarve».

  • Footgolfe em Castro Marim

    Footgolfe em Castro Marim

    Open de Portugal 2022 de footgolf, decorre desde ontem, sexta-feira e termina amanhã no Castro Marim Golfe & Country Club e ali estão os melhores jogadores do mundo.

    Esta quarta edição da prova conta com mais de 170 jogadores da nata mundial do Footgolf,. A prova é organizada pela Federação Portuguesa de FootGolf (FPFG) e tem chancela da Federação Internacional (FIFG).

    Os favoritos na categoria geral, são Ben Clarke do Reino Unido, Josef Nemec da República Checa, e os argentinos Nico Garcia (vencedor da edição de 2018) e Matias Perrone. Pedro Brito, português, quatro vezes campeão nacional consecutivo, tentará dificultar a vida aos favoritos.

    Na categoria de veteranos, o principal candidato a vencer é o holandês Mickael Wilkes. Na categoria feminina, a eleita é a jogadora do Reino Unido, Claire Williams, recentemente consagrada vice-campeã europeia da modalidade.

  • Lagosta apreendida pela GNR na lota de Sagres

    Lagosta apreendida pela GNR na lota de Sagres

    No âmbito de uma ação de fiscalização realizada na Lota de Sagres, com o objetivo de controlar as descargas de pescado provenientes das embarcações da pesca costeira, os militares da Guarda detetaram a descarga de crustáceos, nomeadamente lagosta, diretamente para uma viatura ligeira de mercadorias.

    Não tinham sido sujeitos ao regime de primeira venda de pescado (fuga à lota), motivo que levou à sua apreensão. Na sequência da ação foi identificado um homem de 43 anos e elaborado o respetivo auto de contraordenação, sendo a infração punível até ao montante máximo de 1.500 euros para pessoas singulares.

    Os crustáceos apreendidos foram transportados para a Lota de Sagres, a fim de serem submetidos ao regime de primeira venda em lota, ficando o produto da venda à ordem do processo.

    A GNR salienta que o cumprimento do regime de primeira venda em Lota, tem por base a intenção de se manter e preservar um mecanismo regulador de preços neste sector pela concentração da oferta e da procura, garantindo o cumprimento das cotas de captura e visando a sustentabilidade das espécies e o controlo higionossanitário do pescado.