FOZ – Guadiana Digital

Categoria: Algarve

  • Fábrica de hidrogénio funcional em Huelva no ano de 2008

    Fábrica de hidrogénio funcional em Huelva no ano de 2008

    Desta forma, a província de Huelva terá vantagem tecnológica sobre outras localidades para que continuem a chegar investimentos comprometidos com a geração e transporte de energias renováveis.

    A Casa Colón, em Huelva, acolheu a apresentação deste projeto, anunciado na cimeira do clima do Dubai, há pouco mais de um mês, e estiveram presentes o presidente da Junta de Andalucía, Juanma Moreno, o CEO da Cepsa, Maarten Wetselaar, segundo relata o jornal onubense Huelva Información.

    O CEO da C2X, Brian Davis, destacou a idoneidade da cidade de Huelva para desenvolver este projeto, que envolve um investimento de até 1.000 milhões de euros e a criação de 2.500 postos de trabalho diretos e indiretos associados.

    Calcula-se que, em 2028, a fábrica de metanol verde de Huelva estará em plena capacidade, tornando-se a maior da Europa e uma das cinco maiores do mundo, com uma capacidade de produção anual de 300.000 toneladas.

    Segundo Juanma Moreno, a aliança entre a Cepsa e a C2X «faz de Huelva o epicentro, a capital da energia limpa, principalmente do hidrogénio verde. A Andaluzia e Huelva têm uma vantagem tecnológica sobre outros territórios da Europa que nos permitirá atrair investimento e capacidade produtiva nos próximos anos

    Assegurou, ainda, a Andaluzia tomou a decisão de ser líder na geração de energia limpa e renovável e «vamos consegui-la nesta legislatura, queremos ser líderes, não em Espanha, mas na Europa e queremos liderar todos os projetos de hidrogénio verde».

  • «Ficções» é exposição de pintura de José Carlos Barros em Vila Real de Santo António

    «Ficções» é exposição de pintura de José Carlos Barros em Vila Real de Santo António

    Na Biblioteca Municipal Vicente Campinas e com a presença do autor José Carlos Barros, poeta e escritor galardoado com o primeiro prémio da editora Leya, foi ontem, 8 de janeiro, inaugurada a exposição de pintura «Ficções» que estará permanente até ao próximo dia 31 de janeiro.

    A exposição apresenta desenhos a lápis de cor ou a pastel e tinta industrial «quase como se fosse um diário de ausências e memórias do que não existe ou está noutro lugar».  São dezoito quadros, e alguns deles podem ser adquiridos, têm preço que pode ser consultado.

     José Carlos Barros proferiu algumas palavras de apresentação da sua exposição. Começou por dizer que «expormos nem sempre é coisa muito fácil, muito agradável. Depois, ainda por cima, está associado a uma coisa que é, quando nos expomos, é porque achamos que o que fazemos merece o olhar das outras pessoas. E isso, por vezes, também nos deve recomendar alguma prudência. Não deixa de ser sempre um bocadinho, um atrevimento, fazer estas coisas». 

    Acrescentou que «Sejam grandes ou pequenas obras, eu levo a escrita a sério, portanto, quando escrevo um livro, quer dizer o que lá está, enfim, é aquilo que eu consegui fazer e, portanto, investi nisso seriamente». 

    Referindo-se à sua ação nas artes plásticas disse que «o caso do desenho, da pintura, é diferente porque é uma espécie de divertimento e de coisa, que está sempre um bocadinho ao lado. E agrada-me às vezes, embora nem sempre as pessoas percebam isso, porque isto ao referir-se à pintura, também não é uma coisa muito para o público». 

    Depois destas breves palavras, José Carlos Barros apresentou os quadros e explicou os respectivos motivos. «Este aqui chama-se Resident 1909. Eu gosto muito de pintura. E fui apaixonado por um quadro do Kirchner que se chama Dresden. Bem, a partir daí eu fiz um desenho que já não tem nada a ver com o quadro original, mas onde me apeteceu meter 1909. Tem ali umas pessoas do lado direito no quadro. Aqui está a chover. Do outro, não chove e, portanto, são os jogos destes».

    E, mudando para outro «Ficamos sempre um bocado fascinados com Marrocos. Aquilo é uma, enfim, interpretação de Tetuan, que eu fiz com base em algumas fotografias que tirei, especulando de tal maneira que, às tantas, os prédios já são letras. Já é um a um B ou 19, ou umas palavras que estão ali bem escondidas.»

    E ainda outro «Ali está um, a partir de uma fotografia, uma radiografia aos pulmões».

    Falou depois sobre o seu processo de pintura, das tintas mais ou menos baratas que utiliza para a elaboração dos seus quadros, do uso dos materiais reciclados. Deteve-se num quadro «Sítio do Alto», «Uma coisa que eu conheço há muitos anos que passo ali a pé, por razões que me interessam, agora quase diariamente, e ver todos os dias chaminés de mestre a cair. Coisas de boa arquitetura a cair, e nós sabemos depois o que é que vai substituir sempre estas coisas, que é a má arquitetura». 

    Aproveitou, então, para falar da preservação, dizendo que «O património, não é só aquela coisa que vem de trás e nós devemos proteger isto, que é muito bom, sem percebermos muito bem que o património é feito a cada ano. Quer dizer, eles, quando fizeram aquelas coisas, estavam a fazer património e nós, neste momento, não estamos a fazer património para o futuro. Fez-se na primeira metade do século com as multibandas com as chaminés, e neste momento não se está a fazer e, portanto, é uma tristeza»

    Revelou, a seguir, que, quando teve um problema de coração e depois começou a andar a pé, o ter descoberto esse fascínio, que classifica agora como uma coisa maravilhosa. Percebeu também que as coisas são vistas de outra maneira e reparou que nunca as tinha visto, as coisas à volta da sua própria casa. 

    «Anos e anos, nunca as tinha visto. Comecei a ver as abas das chaminés, os pormenores das platibandas, etc. É uma tristeza perceber que quase de quinze em quinze dias cai uma chaminé. Se calhar, caem quatro ou cinco e no Algarve, ao todo, devem cair umas quinze ou vinte por semana ou de 15 em 15 dias. Estão todas a desaparecer. Portanto, a pintura também serve um bocado para isso». 

    José Carlos Barros teve a assistir, para além do público, os responsáveis da Biblioteca Municipal e  todo o staff institucional da cultura, na autarquia de Vila Real de Santo António.

    Fernando Horta, vereador, classificou a exposição e o trabalho do autor como «uma base clara, disruptiva de um processo inquieto de criação, que é de alguém que observa delicadamente, aquilo que anda e aquilo que se encontra à sua volta, e tem esta capacidade, acho que já comparada com Aquilino».

  • Atum vendido por 719.000 euros

    Atum vendido por 719.000 euros

    O atum pesava 238 kg e foi vendido por 114 milhões de ienes. Cerca de 3.000 €/kg. Foi adquirida pelo grossista YAMAYUKI e pela cadeia GIZA ONODERA.

    O atum foi capturado em águas perto do porto de Oma, na província de Aomori, no norte do Japão, onde os melhores nadadores de sushi do mundo são considerados para nadar.

    Este atum é o quarto preço mais alto da história. O recorde é detido por um atum que atingiu os 2,37 milhões de euros em 2019. Quando o leilão foi alterado do bairro TSUKIJI para o atual em TOYOSU. Este atum é considerado HATSUMONO, o primeiro da temporada.

    Créditos: José Antonio López González/Facebook

  • Pode haver corte de água na agricultura e no consumo

    Pode haver corte de água na agricultura e no consumo

    O presidente da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) continua a considerar a situação como muito preocupante, e perto de catastrófica e salienta a necessidade de se poupar água a sério.

    Só a imprevisível chuva poderá evitar a falta de água, provavelmente até ao fim de agosto próximo, e as reduções no consumo previstas podiam permitir que a região tivesse água até ao fim do corrente ano.

    Também a redução coersiva do consumo, apoiada no aumento das tarifas de água para determinados escalões, pode vir a ser encarada, definidos consumos considerados moderados e, acima disso, penalizar os «consumidores inconscientes» com o pagamento de coimas.

    Os mais avisados especialistas em matéria de tempo, que se apoiam no saber secular para apreciar situações difíceis que já enfrentaram, consideram que a chegada deste frio, algo radical no mês de Janeiro, poderá eliminar bicharada e fungos parasitas e permitir salutares colheitas na próxima Primavera. O tempo é aleatório, até mesmo para a computação quântica.

  • A EPPO de Olhão e a libertação de pescado aquícola

    A EPPO de Olhão e a libertação de pescado aquícola

    7 de dezembro – Libertação de milhares de peixes na Ria Formosa

    Realizou-se uma operação significativa de libertação de milhares de peixes ao largo da Armona e na Ria Formosa, tendo os peixes sido cuidadosamente transportados a bordo de uma embarcação de carga da empresa Tunipex.

    A carga incluía diversas espécies, como dourada (Sparus aurata), corvina (Argyrosomus regius), e robalo (Dicentrarchus labrax), todos criados em cativeiro na EPPO.

    Agosto de 2023 – Libertação de juvenis de peixes marinhos produzidos em aquacultura

    No fim de agosto procedeu-se à libertação de uns milhares de juvenis de dourada (Sparus aurata), corvina (Argyrosomus regius) e robalo (Dicentrarchus labrax) duas milhas a SE do Cabo de Santa Maria na costa do Sotavento algarvio.

    Esta libertação teve como objectivo contribuir para o aumento dos efectivos no recrutamento anual de espécies naturalmente existentes na nossa costa e, que devido ao seu elevado valor económico sofrem uma grande pressão piscatória, onde se acrescenta nos meses de veraneio a pesca amadora.

    Para esta operação a EPPO contou com a preciosa colaboração da Tunipex para apoio na logistica do transporte dos peixes, das instalações da EPPO para o Porto de Olhão e daí até ao local da libertação.

    O transporte de peixe vivo é uma operação delicada, de elevada exigência e rigor, em que a perfeita coordenação dos vários passos é essencial, pelo que a associação do conhecimento dos técnicos do IPMA com os meios disponibilizados pela Tunipex, a nível do equipamento pesado, nomeadamente camião e navio com grua, assim como o elevado grau de profissionalismo da tripulação, potenciam a taxa de sobrevivência dos peixes durante o transporte e no mar, permitindo assim melhor cumprir os objectivos de recrutamento de mais recursos marinhos.

    Peixes libertados: 3203 douradas de 85g; 1800 robalos de 77g com cerca de 8 meses de idade e 1800 corvinas de 77g com aproximadamente 5 meses de idade.

    Julho de 2023 – Libertação de corvinas


    Também no passado mês de julho, a EPPO/IPMA libertou corvinas produzidas em aquacultura, excedentes que não foram usadas em ensaios de investigação. Esta libertação teve como objetivo repovoar e aumentar os stocks para a pesca local na costa Algarvia.

    Nestas ações foram libertadas 3525 corvinas (Argyrosomus regius) de aproximadamente 8g no interior da Ria Formosa. Este tamanho de peixe garante um maior sucesso da sua sobrevivência na natureza.

    1º Semestre de 2023 – Doação de pescado a instituições de solidariedade social

    Nos últimos meses a Estação Piloto de Piscicultura em Olhão (EPPO/IPMA) doou cerca de 500 kg de peixe a várias instituições de solidariedade mais carenciadas do concelho de Olhão.

    Entre as instituições contam-se a Cruz Vermelha Portuguesa de Olhão e a de Moncarapacho/Fuzeta, o Grupo de Bem Fazer Celeiro de Amor, a Santa Casa da Misericórdia de Olhão e de Moncarapacho, o Centro de Bem Estar Nossa Senhora de Fátima e a ACASO.

    Desta forma foi possível a estas instituições proporcionar aos seus utentes menus que incluiram douradas e sargos de aquacultura, produzidos na EPPO.

  • Lar de Alzheimer de Castro Marim visitado por secretária de Estado

    Lar de Alzheimer de Castro Marim visitado por secretária de Estado

    A Estrutura Residencial para Idosos e Centro de Dia “José Cabrita” para pessoas com Alzheimer e outras demências, da Santa Casa da Misericórdia de Castro Marim, inaugurada no ano passado, mereceu a visita da secretária de Estado da Inclusão, Ana Sofia Antunes.

    A secretária de Estado ficou a conhecer as instalações e o trabalho efetuado diariamente naquela que é a primeira unidade a sul do Tejo e uma das primeiras do País com esta especialidade.

    Reunião de negócios com participantes sérios e focados.

    A iniciativa contou com a participação do presidente do município, Francisco Amaral, do provedor da Santa Casa da Misericórdia de Castro Marim, José Cabrita, da diretora do Centro Distrital de Segurança Social de Faro, Margarida Flores, da técnica do Lar de Alzheimer, Iola Fernandes, da diretora clínica da estrutura, Isabel Valente, e do presidente do Secretariado das Misericórdias de Faro, Armindo Vicente.

    Este equipamento social proporciona alojamento residencial permanente ou temporário a pessoas adultas com perturbação neurocognitiva, a demência, incorporando uma unidade de reabilitação neurocognitiva e serviços de saúde especializados.

  • Busca e salvamento marítimo em 2023

    Busca e salvamento marítimo em 2023

    Os Centros de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), de Ponta Delgada (MRCC Delgada) e o Subcentro do Funchal (MRSC Funchal), da Marinha Portuguesa, durante o ano de 2023 procederam ao salvamento de 401 pessoas, em 419 ações de busca e salvamento marítimo.

    Com uma taxa de eficácia do serviço de 96,9% no ano 2023, os Centros de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo do nosso país foram já reconhecidos nacional e internacionalmente com diversos prémios.

    ​No Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo (MRCC) de Lisboa, foram registados 246 incidentes em que foram salvas 306 pessoas. Na área relativa ao MRCC Delgada ocorreram 148 casos que se traduziram em 71 salvamentos. Na zona de ação do MRSC Funchal houve um total de 25 ações de busca e salvamento, tendo sido resgatadas 24 pessoas.

    O sucesso do sistema de busca e salvamento conta com o contributo de contribuem diferentes organizações e o empenhamento de meios de diversas entidades nomeadamente da Marinha Portuguesa, da Autoridade Marítima Nacional, da Força Aérea Portuguesa (FAP) e outras entidades pertencentes à Estrutura Auxiliar do Sistema Nacional de Busca e Salvamento, em especial o Instituto Nacional de Emergência Médica – Centro de Orientação de Doente Urgentes no mar (INEM CODU-MAR), os Serviços Nacionais e Regionais de Proteção Civil e Bombeiros, as Administrações Marítimas e Portuárias, entre outros organismos.

    Realça-se ainda o apoio prestado pelos navios mercantes e embarcações de pesca nas ações de busca e salvamento, que se desviam das suas rotas comerciais para prestarem o auxílio necessário, sempre coordenados pelos Centros Nacionais – MRCC Lisboa e MRCC Delgada.

  • Primeiro bebé do ano no Algarve tem origens brasileiras

    Primeiro bebé do ano no Algarve tem origens brasileiras

    Aquele jornal também adianta que os pais, um casal brasileiro que atualmente vive na zona de Castro Marim, dizem-se «muito felizes com a chegada do bebé».

    O nascimento do pequeno Henri é também sinónimo do primeiro nascimento ocorrido na nova ULS Algarve. A nova Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve entrou em funcionamento a 1 de janeiro de 2024, agrupando na mesma entidade o Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA) e os Agrupamentos de Centros de Saúde, responsabilidade da Administração Regional de Saúde (ARS).

    Pelo terceiro ano consecutivo, o Jornal do Algarve, em parceria com o Continente, ofereceu ao primeiro bebé de 2024 do distrito de Faro e aos seus pais um cheque-prenda de 250 euros em cartão, que pode ser gasto em produtos, Continente do Bebé.

  • O maior orçamento desde 2013 em Castro Marim

    O maior orçamento desde 2013 em Castro Marim

    O maior orçamento desde o ano de 2013, no município de Castro Marim, ascendendo a 27 milhões de euros é destinado à melhoria da qualidade de vida dos cidadãos do concelho, ascendendo o plano de investimentos aos 10 milhões de euros, com 16 milhões destinados à manutenção da vila e freguesias do concelho.

    Os recursos vão ser utilizados especialmente em medidas e projetos para melhorar a qualidade de vida dos munícipes e tornar o concelho mais atrativo para a fixação de novas famílias, novos investimentos e novas empresas.

    As dificuldades de gerar receita para suportar o orçamento são muitas, segundo a autarquia, tanto mais que a componente de investimento depende e em muito de dundos estruturais.

    O plano e o orçamento vão permitir a requalificação de infraestruturas de água na vila de Castro Marim (1.ª fase), a beneficiação do Centro de Saúde de Castro Marim e a requalificação da Rua da Alagoa, em Altura, com candidaturas ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) já aprovadas, e será implementada a Estratégia Local de Habitação, dividida entre a criação de habitações condignas para 109 famílias (Programa 1.º Direito) e a construção de apartamentos para habitação a custos controlados e conservação da habitação existente para famílias que, embora não fragilizadas, também não conseguem aceder à habitação, mediante a situação imobiliária nacional.

    «Se a criação de habitação e de infraestruturas são fundamentais para aumentar a atratividade do município», o conjunto de benefícios fiscais deliberado, com a taxa de IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) no mínimo legal e desconto máximo no IMI Familiar, é também um dos principais fatores para a fixação das famílias.

    IMI mais baixo

    O Município de Castro Marim vai ter o IMI, Imposto Municipal sobre Imóveis mais baixo em 2024 e medida destina-se à habitação própria e permanente, passando de 0.35% para 0.30% em casas com valor patrimonial abaixo dos 200 mil euros.

    O desconto máximo sobre o IMI Familiar, o que significa que os proprietários de imóveis que têm dependentes a cargo beneficiam de uma redução do valor do imposto entre os 30 e os 140 euros.

    Foi decidida a prorrogação por mais dois anos da isenção do Imposto Municipal sobre Imóveis destinados à habitação, nos termos do artigo 46.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais. O período de isenção, que é agora de três anos, passa assim para cinco anos, aplicável a prédios urbanos cujo valor patrimonial tributário não exceda 125 mil euros.

    ???? Estas medidas integram um conjunto de benefícios fiscais implementando em Castro Marim, e recentemente distinguido como “Medida Inovadora” pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis, «que contribui para um maior equilíbrio entre a vontade política de aliviar fiscalmente os munícipes, sem abdicar da estrutura de receitas» como destaca Filomena Sintra, vicepresidente da câmara municipal.

  • A dor de cabeça que é a SGU para Vila Real de Santo António

    A dor de cabeça que é a SGU para Vila Real de Santo António

    Uma vez que este regime determina que se verificou que em, em três anos consecutivos, 2016, 2017 e 2018 (três anos consecutivos) a empresa teve prejuízos e que determinava a sua extinção no prazo de seis meses, a empresa entrou em processo de extinção e os trabalhadores e o património foram internalizados, ou seja, regressaram à autarquia com as mais valias e as dívidas.

    Para que tal fosse possível, em 18 de junho de 2019, as contas desses anos já aprovadas, pela câmara e pela assembleia municipal, foram reabertas. Nessa reabertura, o ano de 2016, que tinha apresentado resultados positivos, passou a apresentar prejuízos. Assim, ficou completa a sequência dos três anos com prejuízos de 1,261, 1,669 e 1,213 milhões de euros.

    Da sua ação interna, a câmara municipal, presida então por Conceição Cabrita, retirou a conclusão de que ela preenchia «os requisitos previstos e enquadrando a situação de dissolução obrigatória.» O capital da SGU, era, nessa ocasião de 36,6 milhões de euros.

    As duas fases, a dissolução e a liquidação, conjugadas com as deliberações da assembleia municipal e da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, bem como a prévia deliberação dos órgãos da entidade pública participante, e os termos da liquidação do património existente foram cumpridas.

    Estava estabelecido que a liquidação ocorreria de «forma global, de acordo com o artigo 148. 2 do CSC, de modo que a transferência da atividade da empresa para o Município seja acompanhada da transferência das situações ativas e passivas associadas à atividade, numa lógica de continuidade da mesma, sem prejuízo do que se dispõe relativamente aos contratos de trabalho existentes».

    Considerava ainda, uma vez que «não foram celebrados, previamente, acordos escritos com os credores, com a liquidação, são transferidas para o Município todas as obrigações da SGU».

    Também «as dívidas de natureza fiscal ainda não exigíveis à data da dissolução não obstam à partilha nos termos sobreditos, ficando, no entanto, o Município, ilimitada e solidariamente, responsável por essas dívidas, embora deva reservar as importâncias estimadas para o seu pagamento».

    Quanto à internalização, a proposta aprovada considerava que «Atendendo à natureza das atividades que têm vindo a ser desenvolvidas pela SGU e da estrutura e condições criadas para o efeito, considera-se que, de acordo com o RJAEL, poderá essa atividade ser internalizada na estrutura do Município, sem que daí resulte qualquer prejuízo para a sua realização».

    O Plano de Internalização definiu também as atividades e trabalhadores a internalizar, de acordo com as funções a que estes se encontram afetos e que fossem necessários ao cumprimento das atividades. O Conselho de Administração da SGU informou o Município das necessidades de recursos humanos para o correto e eficaz funcionamento dos equipamentos e prossecução das atividades a integrar.

    O Município não dispunha, no seu mapa de pessoal, de trabalhadores excedentários a afetar aos postos de trabalho necessários ao cumprimento das atividades desenvolvidas, pela SGU que extinguia.

    A empresa municipal extinta e internalizada administrava a Unidade do Território, dividida em cinco subunidades, o Centro Comercial a Céu Aberto; o Parques de autocaravanas e de estacionamento; a Fiscalização; o Urbanismo; e Novos projetos e Planos Municipais de Ordenamento do Território (PMOTs).

    Administrava a Unidade Complexo Desportivo, dividida em quatro subunidades, sendo que, por sua vez, duas destas subunidades encerravam em si subsetores: Serviços operacionais, com Espaços Verdes, Manutenção Geral, Limpeza, Vigilância e segurança e medidas de autoproteção; e Nadadores-salvadores.

    Receção e serviços administrativos, com Serviços especializados como Desporto local e atletas lúdicos; Estágios e atletas de alto rendimento e competição; Eventos e corporate; e novos projetos desportivos. Também toda a área Comercial

    Como se pode verificar, trata-se de uma superestrutura, num concelho de apenas 20.000 habitantes, com plenos poderes acumulados no concelho de administração, que chegava a abarcar praticamente todas as competências da autarquia.

    A fase atual é a de que a empresa se encontra internalizada, os trabalhadores que estavam em serviço na SGU foram integrados nos quadros da câmara municipal e a fase de liquidação estava praticamente no fim, depois de alguns adiamentos. O Tribunal de Contas acaba de mandar tudo para trás, mandando anular a internalização e o executivo dirigido por Álvaro Araújo prepara uma reação em conformidade com o determinado, segundo apurámos e contaremos noutro artigo.

    Os credores estão à perna e em risco o património do Parque de Campismo, do Complexo Desportivo Municipal e do próprio edifício histórico sede do Município.

    . /José Estêvão Cruz

  • Internos recebidos na nova Unidade Local de Saúde do Algarve

    Internos recebidos na nova Unidade Local de Saúde do Algarve

    Os responsáveis pela ULS manifestaram a sua esperança de que todos possam ficar naquela que consideram a verdadeira restruturação da prestação dos cuidados de saúde do SNS, que deu origem à ULS Algarve.

    No âmbito da Formação Especializada, e numa aposta consistente na idoneidade formativa das várias especialidades os médicos internos foram colocados nas unidades de Faro e Portimão, nas seguintes especialidades: Anestesiologia (2), Cardiologia (1), Cirurgia Geral (2), Cirurgia Pediátrica (1), Doenças Infeciosas (1), Gastrenterologia (2), Ginecologia/Obstetrícia (4), Imunoalergologia (1), Medicina Física e Reabilitação (5), Medicina Intensiva (2), Medicina Interna (3), Nefrologia (1), Neurologia (2), Neurorradiologia (1), Oncologia Médica (1), Patologia Clínica (1), Pediatria (2), Pneumologia (2), Psiquiatria (3), Radiologia (3), Saúde Pública (1), Urologia (1).

    No que respeita à Formação Geral, por forma a aprofundar os seus conhecimentos em diversos contextos clínicos, os internos vão desenvolver a sua formação, de forma tutelada, em diferentes especialidades e serviços nas unidades hospitalares de Faro e Portimão (112) e ainda nos Centros de Saúde da região (23).

    A área da Farmácia Hospitalar da Unidade Local de Saúde do Algarve recebeu quatro novos residentes farmacêuticos que vão cumprir o seu programa de formação nas unidades algarvias.

  • Uma má notícia para o Algarve

    Uma má notícia para o Algarve

    A sociedade civil e administrações decidiram fazer frente à decisão da União Europeia de adiar a chegada da Alta Velocidade Espanhola à província de Huelva para o ano de 2050, revela o diário Huelva Información que se publica na capital onubense, na sua edição de 4 de Janeiro.

    Decidiram ainda, pedir explicações no Parlamento Europeu e vão defender a necessidade de este investimento chegar o mais rapidamente possível.

    Em defesa da sua causa apontam que no horizonte estão os mais de 10.000 milhões de euros que deverão ser investidos em redor do Porto de Huelva para o desenvolvimento de centrais de hidrogénio verde, metanol e energias renováveis, o que deverá aumentar a população da cidade.

    No final do ano, diz ainda aquele jornal, soube-se que a Rede Transeuropeia de Transportes (RTE-T) previa a chegada do caminho-de-ferro de alta velocidade a Huelva no prazo de 26 anos, após ter sido revista e aprovada pela Comissão Europeia e pelo Parlamento Europeu.

    Na quarta-feira, representantes das administrações e da sociedade civil reuniram-se na Federação de Empresários de Huelva (FOE) para articular uma resposta e definir um roteiro para inverter esta situação.

  • Tavira instala abrigos para colónias de gatos

    Tavira instala abrigos para colónias de gatos

    No final do ano de 2023, foi instalada, na Conceição de Tavira, mais uma colónia de gatos beneficiada com um ponto de alimentação e abrigo normalizado e pede aos cuidadores que sinalizem o surgimento de novos animais, para aplicação do programa, bem como quando são necessários cuidados médico-veterinários.

    A colocação destes abrigos, potencia as valências positivas do programa CED e melhora as condições em que vivem os gatos silvestres e assilvestrados pertencentes a uma colónia.

    Esta medida é uma das que fazem parte do Plano Municipal para o Bem-Estar e Proteção Animal de Tavira. Em 2023 foram beneficiados três locais, prevendo-se, ainda, a colocação destas estruturas em mais 15 colónias situadas em diferentes freguesias do concelho.

    O objetivo desta medida é «facilitar o controlo populacional dos gatos silvestres e assilvestrados que vivem na rua, permitindo uma aplicação mais eficiente do programa CED (Captura – Esterilização – Devolução) para que o número de gatos não cresça descontroladamente».

    O Programa CED tem vindo a ser levado a cabo pelo Município de Tavira, ao longo dos anos, pelo qual os gatos são esterilizados, vacinados e «chipados» e são tratados por cuidadores informais identificados.

  • Dia de entrega das casas no Monte Fino

    Dia de entrega das casas no Monte Fino

    Álvaro Araújo, presidente da câmara municipal, esteve presente e declarou que a entrega de casas ia prosseguir e que aquele era um dia feliz porque o fazia a famílias que estavam a viver em condições indevidas.

    A autarquia considera que está a «dar mais um passo na melhoria das condições de vida de meia centena de pessoas, que passam a ter acesso a uma habitação digna».

    Ao longo dos últimos dois anos, a Estratégia Local de Habitação de VRSA já permitiu atribuir casa a uma centena de famílias do concelho que se encontravam em situação de vulnerabilidade e assegurou a resolução de situações específicas e urgentes de carência habitacional, como temos noticiado.

    O investimento já concretizado ascende a cerca de 12 milhões de euros.

  • Mais de metade da energia de Portugal foi renovável

    Mais de metade da energia de Portugal foi renovável

    Em 2023, Portugal alcançou um marco significativo na produção de energia renovável, abastecendo 61% do consumo elétrico do país com um total de 31,2 Terawatt-horas (TWh), o valor mais alto registado no sistema nacional.

    A contribuição do Algarve para a energia renovável de Portugal está-se a tornar cada vez mais significativa. A empresa Águas do Algarve (AdA) possui três instalações fotovoltaicas e está a construir mais quatro, além de 55 instalações com unidades de microprodução fotovoltaica, totalizando uma capacidade de 220 kWp​​.

    O objetivo desses investimentos é aumentar a produção de energia renovável 100% para autoconsumo, visando atingir a neutralidade energética nas operações do grupo Águas de Portugal até 2030​​.

    O Algarve é uma região ideal para a instalação de fotovoltaicas, pois beneficia do maior número de horas de sol no país, propício para a produção consistente de energia solar​​.

    Nos próximos dez anos, está previsto um investimento de cerca de 44,8 milhões de euros para estabelecer plantas de energia renovável na região. Estas instalações serão principalmente de energias eólica, hídrica e solar, sendo um componente crucial do programa ZERO desenvolvido pela Águas do Algarve, SA, parte do Programa de Neutralidade Energética do grupo AdP​​.

    A REN, empresa responsável pela rede elétrica, detalhou que a energia eólica foi responsável por 25% do consumo, seguida pela hidroelétrica (23%), fotovoltaica (7%) e biomassa (6%). A produção hidroelétrica cresceu 70% em relação ao ano anterior, enquanto a fotovoltaica aumentou 43% devido à expansão da capacidade instalada.

    A produção de energia não renovável caiu para 19% do consumo, o menor valor desde 1988, influenciado pelo aumento da energia renovável e pelo saldo importador, que atingiu 20% do consumo, o mais alto desde 1981. O consumo de eletricidade pela rede pública aumentou 0,8%, chegando a 50,7 TWh, o mais alto desde 2018. Em dezembro, 73% da eletricidade consumida em Portugal veio de fontes renováveis, com a hidroelétrica mostrando índices de produtividade favoráveis.

    Por outro lado, o consumo de gás natural em 2023 foi o menor desde 2014, com uma redução de 21% em relação a 2022, principalmente devido a uma diminuição de 42% no segmento de produção de energia elétrica.

    A maioria do gás natural foi fornecida pelo terminal de GNL de Sines, proveniente principalmente da Nigéria e dos Estados Unidos. Em dezembro, o consumo de gás seguiu a tendência de queda do ano, com uma contração de 11,5%.

  • André Boto International Photographer of the Year 2023

    André Boto International Photographer of the Year 2023

    Na imagem, André Boto aparece com os seis troféus que conquistou, da direita para a esquerda, na imagem onde está atrás:

    • Silver Country Winner – Portugal (2ª lugar por países, por ter tido a segunda imagem mais pontuada na competição);
    • Fotógrafo Internacional do Ano 2023 (é o troféu grandalhão, o galardão máximo da competição, atribuído por ter sido a categoria com maior soma de pontos entre todas as categorias);
    • Imagem mais pontuada na subcategoria “Digitally Created Fantasy”;
    • Imagem mais pontuada na subcategoria “Fine Art – Architecture”;
    • Vencedor da categoria de “Fine Art” (atribuido pelo somatório das 4 imagens mais pontuadas numa categoria);
    • Imagem mais pontuada na subcategoria “Still Life”.

    Faz notar que já participou em muitos concursos, talvez 160 nos últimos dois anos, recebeu uns quantos troféus, mas nunca recebi troféus comparáveis a estes, com design exclusivo em cristal.

    Revele que, quqando os recebeu e abriu as caixas ficou sem palavras e agora orgulho-se de os mostrar na sua partilha na rede social Facebook e mostrá-los também «porque em 8 edições desta competição internacional (com sede no Canadá) nunca o vencedor tinha sido de um país fora da América do Norte (E.U.A., seis vezes e Canadá, uma vez)».

    E por isso, pela primeira vez há um vencedor europeu, que por acaso é português, vindo de uma pequena terra chamada Silves.

    «Sabia que a competição seria grande, num concurso onde todos os tipos de fotografia e edição são aceites, coisa que me agrada especialmente. Penso que entre todos os concursos em que participei, este, apesar de ser bastante complexo, é também o mais c

    André Boto

  • Vai ser construída a sede dos Escuteiros Marítimos de Ferragudo

    Vai ser construída a sede dos Escuteiros Marítimos de Ferragudo

    Segundo os autarcas de Lagoa, «há muitos anos que os Escuteiros Marítimos de Ferragudo reivindicavam melhores condições para o desenvolvimento da sua atividade, nomeadamente uma sede para receber as crianças e jovens do seu agrupamento».

    Foi no passado dia 16 de dezembro, em pleno convívio de Natal, que foi dado o primeiro grande passo que permitirá iniciar as obras necessárias para que a sede de escuteiros passe a ser uma realidade. Neste protocolo de colaboração celebrado, cabe ao Município de Lagoa apoiar financeiramente os custos do projeto de arquitetura e todas as especialidades legalmente exigíveis, para a construção do edifício. bem como o custo da execução da obra.

    Será concretizado este apoio através de um subsídio atribuído à Fábrica da Igreja Paroquial de Ferragudo, no valor de 150 mil euros, e do acompanhamento técnico da mesma.

    Foi a Fábrica da Igreja Paroquial de Ferragudo quem concedeu o terreno onde irá ser construída a sede dos escuteiros, que se situará no Adro da Igreja de Ferragudo, anteriormente ocupado com o cemitério.

    Está ainda prevista a remodelação do campo de jogos, desde há muito, em profundo estado de degradação. À Junta de Freguesia de Ferragudo cabe o compromisso de «não obstaculizar a regularização patrimonial da área descoberta», visando a obtenção duma solução definitiva.

    O Agrupamento de Escuteiros Marítimos de Ferragudo, justifica o município, tem atualmente cerca de 100 elementos, sendo o maior agrupamento do concelho e dos maiores da região do Algarve. Realiza as suas atividades, de há muitos anos a esta parte, em vários espaços localizados na vila de Ferragudo, andando, praticamente, com “a casa às costas” para conseguir concretizá-las.

    Para Luís QEncarnação, presidente da câmara municipal, é um «importante passo para oferecermos as condições necessárias para que o Agrupamento de Escuteiros Marítimos de Ferragudo continue a desenvolver as suas atividades de forma extraordinária, contribuindo de forma decisiva para a educação dos homens e mulheres de amanhã».

  • Portagens na Via do Infante baixam e não acabam

    Portagens na Via do Infante baixam e não acabam

    A informação foi dada pelo Governo, sendo abrangidos por estes novos descontos os lanços e sublanços da autoestrada 22 antiga SCUT do Algarve ou Via do Infante, a autoestrada 23, na Beira Interior, a autoestrada 24, no Interior Norte, e autoestrada 25, na da Beira Litoral e Beira Alta.

    Foi o ministério da Coesão Territorial, MCT, quem divulgou a redução de cerca de 30% face aos preços em vigor no final de 2023, para veículos ligeiros, e de 22,6% para transportes de mercadorias e de passageiros no período diurno. No período noturno, fins de semana e feriados, os transportes de mercadorias e de passageiros mantém os preços em vigor no ano passado.

    Nestes valores de redução não estão considerados os aumentos que decorrem da inflação, conforme estipulado nos contratos de concessão em vigor.

    Passam também a ter as mesmas condições de redução de taxas de portagens das vias ex-SCUT do Interior lanços e sublanços da autoestrada 4, A4 Transmontana e o Túnel do Marão e autoestrada 13, A13 e A13-1, no Pinhal Interior.

    A redução será mais sentida nas autoestradas A4 Transmontana e Túnel do Marão e nas A13 e A13-1 Pinhal Interior, porque não tinham sido abrangidas pela última redução de preços de 2021”

    Estas autoestradas foram consideradas estradas sem custos para o utilizador (SCUT) até 2011, quando começaram a ser pagas pelos automobilistas.

  • Polémica com a vizinhança em Porches

    Polémica com a vizinhança em Porches

    É um movimento muito grande, um entra e sai constante no prédio de pessoas estranhas, com barulho e um intenso cheiro a droga nas escadas. Temos aqui famílias e crianças e começa a existir um sentimento de insegurança”, explicou o morador Hélder Conduto àquele jornal. Afirma já ter contactado diferentes autoridades, a dar conhecimento da situação, mas que «ninguém faz nada».

    Oa moradores não querem o inquilino fora do bairro, mas que lhe seja dada uma casa no rés-do-chão, onde incomoda menos, apon tando para que existem casas livres noutros blocos.

    Queixam-se também da ausência de fiscalização e de nenhuma preocupação com o bairro, quer da parte da Segurança Social, quer da Câmara Municipal.

    «Ninguém vem cá saber o que se passa, os problemas que existem e os casos sociais, pois há também aqui pessoas sozinhas que estão desamparadas e que precisam de apoio. Está tudo a degradar-se neste bairro e ninguém quer saber», lamentou ainda o senhor Hélder Conduto ao jornal.

  • Charolas em Tavira pelo Ano Novo

    Charolas em Tavira pelo Ano Novo

    Saiba onde assistir aos cânticos:

    Dia 01, 14h30, no Largo da República, Luz de Tavira, 15h00, frente à Junta de Freguesia de Cabanas, 17h30, na Casa do Povo da Conceição

    Dia 05, Encontro de Charolas bom, 21h00, no Salão da Junta de Freguesia de Santo Estêvão

    Dia 07, XXXVII Festival de Charolas “Cidade de Tavira”, 15h00, Mercado da Ribeira, Festival de Charolas, 21h00, na Casa do Povo de Santa Catarina da Fonte do Bispo

    Uma semana para descobrir os cantos em louvor do Deus Menino, no concelho de Tavira, uma tradição que conta com a participação ativa da comunidade no intuito de salvaguardar e perpetuar o trabalho desenvolvido pelos grupos de Charolas do concelho, a autarquia registou os melhores momentos do ano passado e produziu três vídeos que serão divulgados, oportunamente.