A AHRP anunciou que esta ferramenta visa «beneficiar as unidades de turismo em espaço rural, oferecendo uma gama de funcionalidades através da aplicação Concierge Digital».
Entre essas funcionalidades apresentadas, merecem destaque a promoção das unidades de alojamento e das regiões; a interação com os hóspedes por meio de chat, o fornecimento de informações turísticas; a possibilidade de check-in digital; e oportunidade de aumentar a receita através da venda de produtos e serviços complementares à estadia.
A adesão ao Concierge Digital é gratuita para as unidades de turismo em espaço rural, sendo necessário realizar um pedido junto da Associação dos Hotéis Rurais. Após a adesão, as unidades recebem suporte na configuração, por meio de manuais e tutoriais.
Este organismo marinho, parecido às medusas e que raramente surge nas zonas costeiras tem estado a aparecer de novo junto à costa algarvia, sendo a sua presença é inofensiva.
Apesar de ser um animal oceânico, a salpa tem sido detetada junto à costa do Algarve e Joana Cruz, investigadora do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) da Universidade do Algarve (UAlg), também corrobora a tese de há dois anos de a presença estar relacionada com as correntes.
Sendo uma espécie que se alimenta de fitoplâncton e a sua deslocação é influenciada pela movimentação marítima, explicou Joana Cruz, investigadora do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) da Universidade do Algarve (UAlg), quando prestou declarações à agência lusa, repercutidas em vários jornais.
O que são as salpas
As Salpas são criaturas marinhas fascinantes que, embora muitas vezes sejam confundidas com águas-vivas devido à sua aparência transparente e gelatinosa, pertencem a uma classe diferente de organismos conhecidos como Thaliacea.
Ao contrário das águas-vivas, estes organismos são notáveis pelo seu ciclo de vida único, que inclui as fases solitária e colonial. Na fase colonial, as salpas ligam-se para formar estruturas longas e em cadeia, movendo-se através do oceano de forma sincronizada.
As salpas desempenham um papel significativo no ecossistema marinho, incluindo a ciclagem do carbono. Alimentam-se de plâncton, que filtram da água, e os seus resíduos podem afundar-se nas profundidades do oceano, removendo eficazmente o carbono das águas superficiais e ajudando a mitigar as alterações climáticas.
A imagem gerada fornece uma representação visual de uma salpa em seu habitat natural, destacando o seu corpo semitransparente com estruturas internas pouco visíveis e uma característica semelhante à cauda que auxilia em seu movimento através da água.
Com a devida vénia e o mais profundo respeito pelo Vítor e pelo brilho da sua prosa, aqui fica o texto que publicou no Facebook, para conhecimento dos nossos leitores.
«De carinha redonda, sorriso aberto, o sorriso da mãe, a alegria da Sara, a cidade de Tavira viu-o crescer como outra qualquer criança traquina e alegre. Alguns, que se acham especialistas na arte da bola, viram naquele menino uma forma diferente de tocar na bola, uma capacidade de ocupar o espaço que o tornava pequeno para os outros e uma avenida para ele. Uma garra que o tornava maior do que os maiores. Por isso, ainda menino, foi para a “academia” de um dos “grandes”. A Sara sofreu, o João sofreu! Separar um filho de uma mãe é doloroso. Mas, era para o seu bem. Era o que o menino queria! E o menino, ainda menino, chegou ao mais alto patamar do futebol português: campeão europeu junior, campeão nacional de futebol, estreia na seleção nacional, aos 18 anos. Hoje a cidade de Tavira, onde todos nos conhecêmos, acordou em choque. A Sara morreu. Embora já a soubéssemos doente. Com essa terrivel “doença prolongada”, não pudémos deixar de ficar de rastos com esta terrível notícia. Ninguém pode calcular a dor e o sofrimento do João! Eu que tive o privilégio de ter a minha mãe comigo durante 65 anos, e que ainda hoje não consigo livra-me da dor intensa de a ter perdido, nem consigo imaginar como se pode sentir um menino ao perder a sua, ainda uma jovem, com tantos anos pela frente. Coragem e força, João!“
O Memmo Arade, hotel de cinco estrelas, é resultante de uma parceria com a propriedade dos vinhos Arvad, criada em 2016, nas margens do rio Arade, com vista para Silves, segundo apurou o site TNews.
Vai estar em cima do rio Arade e ser um oásis de tranquilidade, com um conceito muito à volta das vinhas, sendo que o elemento vinho vai ter um papel importante. É um hotel destinado a clientes que procurem a tranquilidade e o sossego. Permitirá viver o barrocal e todo o interior do Algarve, «longe da confusão», mas situado a 10 minutos de praias ótimas.
O hotel nascerá com capacidade para 42 quartos, incluindo duas suites e a empresa afirma que o projeto terá uma componente muito forte de sustentabilidade, como explicou Rodrigo Machaz àquela publicação. O restaurante vai trabalhar muito o conceito Farm to Table, (da quinta para a mesa), e oferecer o que de melhor a região tem.
Quanto a infraestruturas, vai dispor de wellness, como um centro de bem-estar, um pequeno ginásio, espaços para aulas de ioga no exterior, sauna, banho turco, duche sensorial e dois gabinetes de tratamento. Ainda estão a ser definidos os conceitos de tratamento, mas devem ser sempre à volta do que existe localmente. O acesso ao Rio Arade também será promovido, através de passeios de barco ou passeios de canoagem.
O Memmo Arade será uma mistura de bom clima do Algarve, com a beleza da Toscânia, e o encanto do Douro, tudo ali concentrado, num outro lado do Algarve.
No âmbito da realização do 10º Capítulo da Confraria do Atum, com cerimónia marcada para o próximo dia 24 de fevereiro, Vila Real de Santo António está a receber a presença de várias confrarias, com a deslocação antecipada e permanência no concelho de vários dos seus membros. A primeira a chegar foi a do Bonito del Norte, com dez dias de antecedência.
A cerimónia realizada ontem na Cãmara Municipal, contou com vários momentos de interesse. Para além do ato da geminação e respetivos discursos e assinatura, assistimos à exibição de um vídeo que relatou a atividade da Confraria do Atum durante o ano de 2023. O amarelo das capas desta confraria e o verde listado da Confraria do Bonito del Norte encheram de cor a sala, onde normalmente se realizam as reuniões do executivo municipal. Assistiu-se ainda, à troca de lembranças, livros, medalhas e galhardetes.
10 capitulo sala de atos
Momentos altos foram o cantar em coro do hino da Confraria do Atum com letra de Carlos Escobar, malogrado letrista de fado que estava a viver no concelho de Alcoutim e faleceu recentemente e com música de Ricardo Marins, guitarrista português.
Em resposta, os membros da confraria do Bonito del Norte, cantaram em coro o seu hino, composto por Jesús Baquero, conhecido por El Mule Carajonero, famoso chefe e escritor gastronómico de Cantábria, uma canção animada e divertida que exalta as virtudes do bonito e do povo da Cantábria, no Golfo de Biscaia.
Diferenças entre o atum o bonito do Norte
O Atum e o bonito del norte são ambos peixes valorizados, mas possuem diferenças significativas:
O atum é da família dos atuns e habita zonas equatoriais e tropicais, é maior, podendo pesar mais de 200 quilogramas, tem barbatanas mais curtas e às vezes em tons de amarelo, sendo a sua carne rica em ácidos gordos ómega 3, rico em proteínas de qualidade, pobre em gorduras saturadas e com uma boa quantidade de vitaminas e minerais essenciais.
O Bonito del norte é uma espécie de atum de tamanho menor e mais leve, sendo pescado na costa cantábrica. Os olhos são mais arredondados e as barbatanas muito longas. A parte dorsal é azul escura, quase preta e a ventral é esbranquiçada.A carne deste peixe é rica em ômega 3, ajuda a reduzir o colesterol ruim e os triglicerídeos no sangue e reduz o risco de doenças cardiovasculares. É rico em vitaminas B3 e B12, duas vitaminas muito importantes para o funcionamento normal do nosso corpo. Em termos de sabor e textura, a carne do bonito do norte é muito macia ao paladar.
PROGRAMA COMPLETO
22 de fevereiro 16h00 • Abertura de stands e tasquinhas Praça Marquês de Pombal 21h00 • Momento Cultural – poesia, música, pintura e escultura Centro Cultural António Aleixo
23 de fevereiro 16h00 • Abertura de stands e tasquinhas Praça Marquês de Pombal 16h00 • Painel «O atum e a sua história» Salão Nobre • Câmara Municipal de VRSA 17h30 • Apresentação pela Tea Art Professional’s Association of Macau Salão Nobre • Câmara Municipal de VRSA 18h30 • Painel «O atum e a sua produção» Salão Nobre • Câmara Municipal de VRSA
24 de fevereiro 10° CAPÍTULO COM ENTRONIZAÇÃO DA CONFRARIA DO ATUM 09h00 • Receção aos participantes e entrega e troca de lembranças às confrarias presentes Escola de Hotelaria de VRSA 10h15 › Foto de Família Escola de Hotelaria de VRSA 10h30 • Desfile das confrarias até ao Centro Cultural António Aleixo 11h00 • CAPITULO:
Abertura
Hino da Confraria do Atum
Atuação Musical, Fátima Cupertino
Oração de Sapiência, Dr. José Mendes Bota
Geminação com a Cofradía del Dornillo – Valdepeñas de Jaén
Performance artística, Xu Pimentão
Entronização – Confrades de Honra e Confrades Efetivos
Atuação Musical, Fátima Cupertino
Encerramento 13h15 • Almoço Restaurante O Infante 16h00 • Abertura de stands e tasquinhas Praça Marquês de Pombal 25 de fevereiro 10h00 • Abertura de stands e tasquinhas Praça Marquês de Pombal 10h00 • Painel «O atum e a sua gastronomia» Salão Nobre • Câmara Municipal de VRSA 11h30 • Cerimónia de encerramento Salão Nobre • Câmara Municipal de VRSA
Porém, e apesar de ter considerado que «a desobstrução da foz da ribeira de Aljezur feita voluntariamente por um cidadão é ineficaz para garantir o escoamento da água para o mar», a câmta municipal de Aljezur não tomará qualquer medida no sentido punir o indivíduo. Porém, ao informar que não tomará qualquer medida, a autarquia dá uma indicação clara de que a responsabilidade pelo ato, se necessário, será sempre dos poderes públicos, o que é duplamente positivo.
«Ninguém condena aquilo que ele fez, nós não condenamos. Foi mediático e foi engraçado ver um homem abrir aquilo [a foz da ribeira para o mar] com uma pá, mas a verdade é que o trabalho não tem a eficácia que se pretende, porque nós vamos ter que intervir na mesma», afirmou o vereador da Câmara de Aljezur com o pelouro do Ambiente, António Carvalho.
O homem foi filmado esta semana a retirar a areia arrastada pelo mar para a foz da ribeira, que desagua junto à praia da Amoreira, em Aljezur, onde a água fica estagnada a montante e António Carvalho classificou o trabalho realizado pelo cidadão como um «ato de voluntariado», que a intervenção prevista para meados de março, adiantou.
Soube-se, assim, que a autarquia está a trabalhar com a Agência Portuguesa do Ambiente, na Administração da Região Hidrográfica (APA/ARH) do Algarve e o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) para obter as autorizações necessárias à colocação de maquinaria na praia para abrir a foz da ribeira de Aljezur.
A ribeira da Amoreira
A ribeira da Amoreira é um pequeno curso de água costeiro, encanado em grande parte do seu percurso, que desagua no Monte Estoril1. A sua cabeceira encontra-se a nascente de Alcabideche, verificando-se pouco depois a alternância do seu leito entre zonas artificalizadas, semi-artificalizadas e naturais.
A poluição da ribeira da Amoreira pode ser atribuída a várias causas, tais como descargas de águas pluviais de origem urbana, porque as águas da chuva que escorrem pelas ruas urbanas podem carregar uma variedade de poluentes, como óleo de motor, lixo, produtos químicos e outros resíduos.
Descarga clandestina de águas residuais domésticas, quando as águas residuais não tratadas de casas e edifícios podem ser despejadas ilegalmente na ribeira, contribuindo para a sua poluição.
Caudal excessivo da rede da ribeira em situações de precipitação, em períodos de chuva intensa, o volume de água na ribeira pode aumentar significativamente, o que pode levar à erosão das margens da ribeira e ao arrastamento de sedimentos e outros poluentes para a água. São fatores que, combinados, podem resultar em níveis elevados de poluição na ribeira da Amoreira.
Daniel Martinez chegou a ter mais de cinco minutos de vantagem e há destaque para a Soudal Quick-Step que marcou a ascensão, proporcionando uma subida em eliminação, deixando para trás os menos preparados. Acabaria por ser um grupo de doze unidades que abordou o derradeiro quilómetro, onde o vento era mais intenso.
Os dois quilómetros finais foram bastante difíceis, tendo o vento forte dificultado grandes ataques, embora o vencedor das edições de 2020 e 2022 da Volta ao Algarve tenhas atacando a 300 metros da meta, com pronta resposta pronta de Daniel Martínez, que se impôs ao sprint, cruzando a meta com o mesmo tempo. Em terceiro lugar entrou Sepp Kuss (Team Visma | Lease a Bike).
Daniel Martínez acumulou a dono da Camisola Azul Água Vida, da montanha e a mantém ao fimda terceira etapa.
Vila Real de Santo António
A terceira etapa partiu simbolicamente da Praça Marquês de Pombal em de Vila Real de Santo António. e encheu a cidade de gente e de alegria e terminou em Tavira. Como curiosidade publicamos a foto da retaguarda da volta com os apoios aos ciclitas e comitiva, que se estenderam até ao largo onde antigamente foi a fábrica de conservas dos Gregos.
volta ao algarve apoios
Van Aert venceu, em Tavira, por centímetros, a Rui Oliveira, de 27 anos, conquistando a sua primeira vitória da temporada. O belga da Visma-Lease a Bike foi o mais forte no sprint para a meta em Tavira, mas Rui Oliveira (UAE Emirates), em recuperação tardia, cruzou a linha muito pouco atrás daquela vedeta do pelotão mundial, numa meritória, mas frustrante segunda posição.
O trepador Frederico Figueiredo (Sabgal-Anicolor) aventurou-se na fuga do dia, junto com mais seis parceiros de formações portuguesas: Afonso Eulálio (ABTF-Feirense), Carlos Miguel Salgueiro (AP Hotels&Resorts-Tavira-Farense), António Ferreira (Efapel) e Francisco Morais (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), o argentino Nicolás Tivani (Aviludo-Louletano-Loulé Concelho) e o espanhol Raúl Rota (Rádio Popular-Paredes-Boavista).
Os sete colaboraram para construir uma diferença superior a quatro minutos, que nunca perturbou as equipas dos sprinters, Intermarché-Wanty, Arkéa-B&B Hotels e EF Education-EasyPost. Esta última viria a perder Rui Costa, na sequência de uma queda quando faltavam cerca de 80 quilómetros para a meta.
Depois de anulada a fuga, restava preparar o sprint em Tavira, onde Van Aert foi o mais forte. Apesar do triunfo, após uma jornada de 192,2 quilómetros, a Volta ao Algarve continua liderada pelo colombiano Daniel Martínez (BORA-hansgrohe), seguido do belga Remco Evenepoel (Soudal Quick-Step) a quatro segundos. O norte-americano Sepp Kuss (Visma-Lease a Bike) é terceiro, a 12.
Hoje, há contrarrelógio de 22 quilómetros em Albufeira, que pode provocar mudanças significativas na geral.
É neste contexto, segundo aputou o site idealista.pt o grupo Vila Galé, um dos maiores operadores hoteleiros de Portugal, está na vanguarda ao transformar a hospitalidade em arte que combina conforto, cultura e inovação.
Com mais de três décadas de atuação, o grupo liderado por Jorge Rebelo de Almeida, tem se destacado por seu enfoque inovador no desenvolvimento de hotéis temáticos, que não apenas oferecem acomodações de qualidade mas também uma imersão cultural única. Hotéis dedicados à poesia, à música, à pintura, à dança e até à gastronomia e vinhos refletem a diversidade e riqueza da cultura portuguesa e internacional.
O conceito de inovação do grupo não se limita a temáticas culturais. Há um compromisso com a reabilitação de patrimônio histórico, transformando edifícios com séculos de história em espaços de hospedagem de luxo. Projetos como a reconstrução de um castelo em Ponte de Lima e a reabilitação de um patrimônio com ligações militares em Elvas demonstram um equilíbrio entre preservação histórica e modernidade.
O grupo afirma não poupar esforços para criar experiências memoráveis para todos os públicos. O Vila Galé Nep Kids em Beja, por exemplo, é um paraíso para as crianças, com atividades educativas e de lazer que garantem a diversão dos pequenos e a tranquilidade dos pais. Este foco na experiência familiar é um diferencial que coloca o grupo em uma posição única no mercado hoteleiro.
A expansão do grupo Vila Galé não se restringe a Portugal. Com investimentos na Espanha, Brasil e Cuba, a marca busca levar sua filosofia de inovação e qualidade em serviços hoteleiros para novos públicos. A entrada no mercado espanhol, com a remodelação de um hotel em Isla Canela, e a continuação do crescimento no Brasil e Cuba, mostram a ambição e o dinamismo do grupo em explorar novos horizontes.
No mercado cada vez mais competitivo, onde novas formas de hospedagem como o Airbnb ganham espaço, o grupo Vila Galé se mantém firme na sua missão de oferecer mais do que um lugar para dormir. São espaços onde a cultura, a história e a sustentabilidade se encontram, criando uma experiência de viagem rica e autêntica. A preocupação com o meio ambiente e a sustentabilidade também é um pilar importante, refletindo as expectativas de uma nova geração de viajantes conscientes.
À medida que o mundo do turismo se prepara para os desafios e oportunidades de 2024, o grupo Vila Galé posiciona-se, não apenas como um player importante no setor hoteleiro, mas como um visionário que entende a importância de inovar e criar espaços que inspirem, eduquem e encantem.
A estratégia de diferenciar-se através da cultura, história e experiências únicas é um caminho promissor para o futuro do turismo, onde a autenticidade e a inovação são as chaves para o sucesso.
A Biblioteca Municipal Vicente Campinas de Vila Real de Santo António criou, no ano de 2019, o Clube Malha de Letras.
Desde o início, o projeto foi anunciado com a frase: «Tricotando histórias: a malha, o tricot, o saber fazer de outros tempos entrelaçando a literatura de todas as épocas».
A atividade foi interrompida durante a pandemia, viria a ser retomada no ano de 2021. Desde então, o Clube Malha de Letras permanece ativo e dinâmico, reunindo duas vezes por semana, às terças e às quintas-feiras à tarde.
Este clube foi criado com o firme propósito de vir a ser um espaço de encontro intergeracional e de partilha de saberes de outros tempos e da atualidade.
O tricot, o crochet e o macramé, entre outras técnicas, foram dando forma a trabalhos criativos, artísticos e diversificados, sempre com um propósito de cariz social e solidário e primando, a todo o tempo, pelo esmero e dedicação dos seus membros.
Desta forma, diferentes instituições foram já contempladas com aquilo que foi o fruto do trabalho desenvolvido no seio deste clube.
Os trabalhos que têm vindo a ser criados ultimamente, tem sido diversos brinquedos em tricot, que foram entregues à Liga Portuguesa contra o Cancro para serem oferecidos às crianças com cancro, tornado os seus dias mais felizes e coloridos.
Em paralelo foram criadas também em tricot, diversos trabalhos de tamanhos reduzidos, com o propósito de virem a ser entregues à Nascer Prematuro – Associação Portuguesa de Pais de Bebés Prematuros, para o serviço de Neonatologia do Hospital de Faro.
Com o impulso dado pela Confraria do Atum e o apoio do município de Vila Real de Santo António, entre os dias 17 e 25 de fevereiro de 2024, realiza-se o festival «Terra do Atum».
A iniciativa que tem por objetivo valorizar o atum como produto emblemático da região e destacar as tradições, as memórias e as raízes culinárias associadas ao pescado.
Está programada uma série de atividades que envolverá residentes e visitantes, em ambiente festivo e educativo e pretende «valorizar a herança cultural e a tradição pesqueira enraizada na história da cidade».
A cerimónia de abertura, foi agendada para o dia 17 de fevereiro, no Salão Nobre da Câmara Municipal de VRSA e coincide com a geminação da Confraria do Atum de VRSA com a homóloga espanhola «Cofradía del Bonito del Norte de Colindres», localizada na Cantábria.
O «Terra do Atum» contempla diversos momentos culturais, como poesia, música, pintura e escultura, programados para o Centro Cultural António Aleixo, em VRSA, no dia 22 de fevereiro, com entrada livre.
atum vermelho
Entre os dias 22 e 25 de fevereiro, a Praça Marquês de Pombal será ponto de encontro e de convívio com diversos stands e tasquinhas que darão a oportunidade de provar várias iguarias feitas à base de atum.
No dia 23, o Salão Nobre da Câmara Municipal de VRSA volta a acolher diversos painéis informativos sobre «O atum e a sua história» e «O atum e a sua produção», além de uma apresentação da «Associação dos Profissionais da Arte do Chá de Macau».
O ponto alto do festival será no dia 24 de fevereiro, com o X Capítulo da Confraria do Atum de Vila Real de Santo António, cerimónia a realizar no Centro Cultural António Aleixo, às 11h00.
Antes dos atos capitulares, a reunião contempla dois momentos públicos: uma receção na Escola de Hotelaria e Turismo de VRSA, bem como um desfile das confrarias convidadas pelas ruas do Centro Histórico, a partir das 10:30 horas.
O cortejo dará a conhecer os tons amarelos e azuis dos trajes da confraria vila-realense, cores que evocam as fardas tradicionais dos operários das muitas fábricas de conservas que existiram na cidade do Guadiana.
O Festival encerra no dia 25 de fevereiro com um painel dedicado ao «Atum e a sua Gastronomia», no Salão Nobre da Câmara Municipal de VRSA.
O Festival «Terra do Atum» resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de VRSA e a Confraria do Atum de Vila Real de Santo António, «entidade que tem como missão levar mais longe a história do atum e da indústria conserveira, episódios que marcaram gerações em VRSA e estão ainda hoje presentes em muitos dos pratos típicos da cidade ou nos hábitos alimentares dos vila-realenses».
A primeira etapa da Volta ao Algarve foi ganha pelo ciclista belga Gerben Thijsen (Intermarché-Wanty), assumindo a primeira liderança na Volta ao Algarve, ao vencer ao sprint a primeira etapa, que ligou Portimão a Lagos.
Foram 200,8 quilómetros percorridos nesta priemira da tirada, tendo Thijsen gasto 4:52.04 horas, o mesmo tempo do neerlandês Marijn Van den Berg (EF Education-EasyPost) e do belga Jordi Meeus (BORA-hansgrohe), segundo e terceiro classificados.
Thijsen tem quatro segundos de vantagem sobre Van den Berg e seis sobre Meeus, graças às boficações, por ter chegado em primeiro lugar.
Hoje est~e em disputa a segunda etapa, entre Lagoa e o Alto da Fóia, com contagem de montanha de primeira categoria a coincidir com a meta, colocada a 171,9 da partida.
Classificação da primeira etapa
Gerben Thijssen, Bel (Intermarché-Wanty), 04:52.04 horas com a média: de 41,045 km/h).
Marijn van den Berg, Hol (EF Education-EasyPost), m.t.
As entidades gestoras das Zonas de Caça Turística podem alterar os seus Planos de Ordenamento e Exploração Cinegética (POEC) para o efeito.
A decisão porque a população de javalis em Portugal Continental está já acima da capacidade de suporte do meio, e a redução do número destes animais pode evitar prejuízos na agricultura e eventuais acidentes rodoviários.
Nas ZCT com menos de 400 hectares, onde, de acordo com o Decreto-Lei n.º 202/2004, de 18 de agosto, só pode ser explorada uma espécie ou grupo de espécies, entende-se que o javali deve ser incluído em todos os «grupos de espécies».
As entidades titulares ou gestoras de zonas de caça interessadas em realizar medidas de correção de densidade de javalis podem requerer estas ações junto do ICNF.
Huelva, Sevilha e Faro continuam a lutar pelo seu objetivo de conseguir que Lisboa, Madrid e Buxelas se disponham a incluir muito antes de 2050, a construção de uma linha ferroviária de alta velocidade que uma a Andaluzia e o Algarve, dois destinos turísticos europeus de excelência.
A presidente da Câmara Municipal da Huelva, Pilar Miranda, promoveu uma reunião com os presidentes da Câmara Municipal de Sevilha e o presidente da Câmara Municipal de Faro, respetivamente José Luis Sanz e Rogério Bacalhau e assinaram um «manifesto institucional».
O documento vai agora ser apreciado em sessões plenárias municipais das cidades envolvidas e, em seguida, será apresentado a Madrid e Bruxelas.
Este documento insta as autoridades nacionais e europeias a assumirem um compromisso inequívoco com o desenvolvimento de uma linha de alta velocidade Faro-Huelva-Sevilha.
Apela também aos governos espanhol e português para que transmitam à União Europeia a necessidade de ligar o Algarve à Andaluzia através de um corredor ferroviário, defendam a sua inclusão como projeto prioritário na Rede Transeuropeia de Transportes e disponibilizem os fundos necessários para o desenvolvimento do projeto.
No âmbito das qualificações, o «Aviso» dirigido aos Centros Qualifica, com uma dotação de 2.4M€, visa «apoiar a sua atividade e promover a Aprendizagem ao Longo da Vida e a melhoria das qualificações escolares e profissionais de adultos, valorizando os percursos individuais das pessoas».
No que respeita ao emprego, foi publicado Aviso-convite ao IEFP com uma dotação de 3.6M€, para financiar os Estágios Profissionais na região, desenvolvidos em atividades económicas que integrem a Estratégia Regional de Especialização Inteligente do Algarve (EREI3), tendo como foco apoiar a diversificação da base económica regional, e promovendo a transição de qualidade de jovens para o mercado de trabalho.
A lógica é a do reforço da interação entre empresas e infraestruturas científicas e tecnológicas e de criação de empregos sustentáveis e de qualidade, foram dedicados 3.8M€ para contratação de recursos humanos altamente qualificados (licenciados, mestres, doutorados ou pós-doutorados), por entidades cuja estratégia de inovação esteja alinhada com a EREI.
Foi publicado Aviso geral dirigido a PME, bem como Aviso específico dirigido a PME estabelecidas em territórios de baixa densidade, com uma dotação de 1.2M€ e 200 mil € respetivamente. As infraestruturas científicas, instituições científicas e tecnológicas e Laboratórios Colaborativos encontram também Aviso próprio com dotação de 2.4M€ para apoiar a contratação de recursos humanos altamente qualificados.
Com 300 mil € dedicados para inclusão social, foi publicado Aviso para ações de criação, desenvolvimento e crescimento de Centros para o Empreendedorismo de Impacto, que tenham como fim a dinamização dos ecossistemas locais ou regionais de inovação social e de empreendedorismo de impacto através de processos de incubação, aceleração e capacitação.
A região algarvia, «com o financiamento destas ações, espera alcançar resultados significativos rumo às metas de 2030 no âmbito do Programa ALGARVE 2030 e também do Pilar Europeu dos Direitos Sociais», entende a CCDR Algarve.
Trata o traçado base da ligação em sistema de transporte público e em canal dedicado e segregado (TPSP), do tipo metro-bus (BRT), projeto desenvolvido em articulação com os Municípios de Faro, Olhão e Loulé, a Universidade do Algarve, o Aeroporto Internacional – ANA e o Turismo do Algarve.
Esta iniciativa encontra-se integrada no Portugal 2030, e recebeu a posição favorável do Conselho Regional e a aprovação da Comissão Europeia considerado como projeto estruturante no ALGARVE 2030.
Segundo informa o organismo regional adjudicatário do estudo, «pretende promover a mobilidade urbana multimodal sustentável, como parte da transição para uma economia com zero emissões líquidas de carbono e de descarbonização dos transportes públicos na região».
Tem em conta ser o padrão de ocupação do território no Algarve um povoamento disperso e uma rede urbana policêntrica, com numerosas deslocações pendulares casa-trabalho, de média distância em viatura própria, com impactos negativos para o ambiente, em especial nesta bacia de emprego estratégica para a região.
Depois do estudo de procura realizado no final de 2023, este é o segundo passo metodológico até ao Programa Base.
Com a execução do Programa Base, do sistema de transporte público em canal dedicado e segregado (TPSP), do tipo metro-bus, entre Olhão–Faro–Aeroporto-Universidade do Algarve-Parque das Cidades-Loulé, a desenvolver com os Municípios, ficará definido o estudo do traçado, a proposta de localização das paragens, o veículo padrão estabelecido, a estimativa dos custos de construção das infraestruturas e do material circulante.
O estudo a desenvolver terá o grau de detalhe inerente à fase de Programa base e terá de ser validado pelos Municípios envolvidos.
foto: (Fonte: “Estudo sobre Metro Ligeiro no Eixo Loulé, Faro e Olhão – Relatório Preliminar”, 2022)
Esta decisão pode levar Portugal a alterar novamente a metodologia de cálculo do ISV para estes veículos.
A legislação atual, que inclui um desconto no valor do imposto baseado na idade do veículo, difere nas componentes de cilindrada e emissões de CO2, o que foi considerado contrário ao direito da União Europeia.
Esta diferença de tratamento tributário entre veículos importados e similares já presentes no mercado nacional viola o princípio do mercado único europeu, segundo O TJUE.
Como consequência, os compradores de veículos importados desde 2021 podem ter o direito de reaver parte do valor pago pelo imposto, desde que apresentem uma reclamação à Autoridade Tributária ou recorram judicialmente.
A Associação do Comércio Automóvel de Portugal indicou, contudo, que o caso ainda não está fechado, sugerindo que o processo de ajuste à decisão do TJUE ainda poderá envolver etapas adicionais.
Esta decisão destaca a complexidade e o desafio de harmonizar os sistemas fiscais nacionais dentro do quadro regulatório da União Europeia, especialmente no que toca à livre circulação de mercadorias, um dos pilares fundamentais do mercado único europeu.
Nas antigas instalações onde funcionou a Gráfica do Sul, em Vila Real de Santo António, a Cannprisma já investiu também no seu próprio laboratório de extração de 5000 m2 em instalações e equipamento
Esta empresa algarvia é uma das cerca de 20 licenciadas, segundo o Observatório Português de Canábis, embora a cofundadora Elsa Pereira, em entrevista ao Dinheiro Vivo aponte para um número possivelmente maior devido às múltiplas licenças que a própria Cannprisma detém.
A firma já investiu aproximadamente 25 milhões de euros, parte deste montante proveniente de fundos europeus, como o programa CRESC Algarve 2020, para desenvolver estufas de alta segurança e laboratórios farmacêuticos com tecnologia avançada, visando iniciar a sua produção em junho de 2024 com a expectativa de colher entre três e seis toneladas de flor de canábis seca.
O processo de estabelecimento, segundo a fundadora revelou-se, complexo e demorado, envolvendo quase três anos «apenas para a instalação do complexo de produção».
Elsa Pereira descreve àquele jornal o desafio de navegar por múltiplos licenciamentos e a colaboração com diversas entidades, desde ministérios ao Infarmed e autoridades policiais.
Atualmente, a empresa possui sete estufas dedicadas ao cultivo de várias estirpes de canábis, adequadas para diferentes patologias, ocupando um complexo de nove hectares em Castro Marim, equipado com instalações de alta segurança.
A Cannprisma espera alcançar um volume de negócios significativo em seu primeiro ano de produção e também planeia expandir a sua atuação para o segmento de óleos de canábis até 2025.
A iniciativa visa atender a uma gama mais ampla de pacientes, incluindo crianças pequenas e idosos, que podem enfrentar dificuldades com a vaporização.
Com uma equipe de sócios-fundadores especializada e uma estratégia de investimento contínuo, incluindo a possibilidade de concorrer a programas do Algarve 2030, a Cannprisma se posiciona como uma empresa inovadora e integral na cadeia de valor da canábis medicinal, buscando oferecer soluções e produtos diversificados para cultivo, distribuição, fabricação e pesquisa.
“Entretanto, a Cannprisma já investiu também no seu próprio laboratório de extração – 5000 m2 de instalações e equipamento state-of-the-art em Vila Real de Santo António.”
No entanto, a seca persistente no Sul do país, especialmente no Algarve, reacende o debate sobre a necessidade de transvasar água da barragem do Alqueva para o sistema Odeleite-Beliche.
Para os agricultores do Algarve, a principal preocupação reside na necessidade de garantir água para rega, fundamental para a agricultura algarvia, especialmente durante a seca. A falta de água pode levar a perdas significativas nas colheitas e prejudicar a economia regional.
A seca também afeta a população do Algarve, que rebe água do abastecimento público, com algumas zonas a sofrerem restrições no consumo de água e a ameaça de medidas de aumentos significtivos do preço por metro cúbico. O transvase poderia ajudar a aliviar a pressão sobre os recursos hídricos da região.
Alguns ambientalistas adotaram uma posição moderada que, embora defenda o transvase, entende que devem ser tomadas medidas para minimizar o impacto ambiental, como a definição de caudais ecológicos mínimos nos rios e a monitorização da qualidade da água.
A oposição ao transvase Alqueva-Odeleite-Beliche chega em especial de outros ambientalistas, mais preocupados com as consequências, receando que o transvase possa ter um impacto negativo no ecosistema do rio Guadiana e na albufeira do Alqueva, pondo em risco a fauna e flora aquática.
A população alentejana teme que o transvase possa levar à diminuição da água disponível para a região, afetando a agricultura e o abastecimento público e uma parte dos especialistas em gestão da água entende que existem alternativas mais sustentáveis ao transvase, como a reabilitação de albufeiras, a modernização dos sistemas de rega e a sensibilização para o consumo responsável da água.
Neste momento, está em estudo o Transvase Cabril-Tejo com a transferência de água da albufeira da barragem do Cabril para o rio Tejo, tendo sido, a água do Cabril, utilizada para compensar os caudais do Tejo e evitar a subida da cunha salina, demonstrando o potencial desta solução.
Assim, o debate sobre os transvases de água em Portugal é complexo e envolve diversos fatores, desde as necessidades da agricultura e do abastecimento público até à preservação ambiental. Considera-se importante encontrar soluções que conciliem as diferentes necessidades e garantam a sustentabilidade dos recursos hídricos a longo prazo.
O Algarve, nas soluções que vier a encontrar para a regular consinuidade do seu abastecimento deve analisar muito bem a capacidade das albufeiras do Algarve para armazenar água da chuva, o impacto do transvase na qualidade da água do rio Guadiana, o custo da construção e manutenção dos sistemas de transvase, a necessidade de uma política nacional de gestão da água abrangente e sustentável.
A transparência do processo deve também ser apoiada em dados científicos, para que se possa tomar a melhor decisão para o futuro do Algarve e do País.
Para objeto das melhorias estão sinalizadas a Urbanização Casas da Alcaria, na localidade de Cerro do Enho, na estrada de acesso à Praia Verde, no Monte do Eucalipto (Malhão), no caminho municipal entre a Quinta da Fornalha e Rio Seco (passagem superior da A22), na Av. Infante Dom Henrique em Castro Marim, mais concretamente em frente à escola EB 2, 3 de Castro Marim, nos armazéns municipais e na área em frente à escola EB 1 de Castro Marim.
Na Urbanização Casas da Alcaria, a Câmara revela que, embora seja relativamente recente e tenha já sido alvo de uma intervenção municipal posterior, ficou a pecar por erros estruturais, que implicam fazer um saneamento geral e a respetiva pavimentação integral.
Nesta urbanização, outras intervenções vão ser levadas a cabo, em particular no que se refere às zonas de deposição de resíduos.
Criar melhores condições de mobilidade aos transeuntes e assegurar melhores condições de circulação e segurança rodoviária a peões e automobilistas, são os principais objetivos desta empreitada.
A CCDR Algarve considera que André Jordan foi «justamente apontado como o “pai” do turismo dos últimos 50 anos, um estudioso dos acontecimentos e das pessoas, como gostava de se definir», e releva a obra feita no Algarve e no País».
André Jordan foi reconhecido como grande impulsionador do turismo na região e deu o seu contributo para o desenvolvimento regional, sendo um dos principais responsáveis por posicionar o Algarve como um dos principais destinos de golfe e de turismo do Mundo.
André Jordan foi considerado em 2014 como uma das 12 personalidades mais influentes no turismo a nível mundial, foi condecorado em 2005 com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, pelo Presidente da República Dr. Jorge Sampaio e, em 2023, com a Grã-Cruz da Ordem de Mérito Comercial, pelo Presidente da República Professor Marcelo Rebelo de Sousa.
Também a nível de ação cultural, André Jordan deixou a sua marca, tendo sido um dos fundadores do Festival Internacional de Música do Algarve, na década de 70 do século XX e promotor de iniciativas em diversos pontos da região e do país.
Em 1 de junho de 2011 foi lhe atribuído o Doutoramento Honoris Causa pela Universidade do Algarve, Universidade que em sua homenagem decretou luto académico.