FOZ – Guadiana Digital

Categoria: Algarve

  • Heróis homenageados em Tavira

    Heróis homenageados em Tavira

    Estes, em terem 16 de novembro de 2023, com grande espirito altruísta e de equipa, socorreram as vitimas da colisão de dois barcos, no sitio das Quatro Águas, tendo um dos tripulantes sido projetado para a água.

    A ação daqueles cinco nobres pescadores, foi crucial para que essa vitima tivesse sido resgarptada com vida, constituindo esse facto, um motivo de orgulho digno de registo e agradecimento público, como salienta o presidente da junta, José Mateus Domingos Costa

  • Colisão no rio Arade

    Colisão no rio Arade


    Recebido o alerta de um popular que se encontrava na praia, pelas 14:30 horas, sobre a ocorrência do acidente, frente ao cais da Marina de Portimão, foram ativados para o local elementos do Comando-Local da Polícia Marítima Portimão e tripulantes da Estação Salva-vidas de Ferragudo, além de elementos dos Bombeiros de Portimão.

    Da colisão, resultaram três feridos ligeiros, duas mulheres de nacionalidade americana, de 57 e 22 anos e um homem de 57 anos.

    Segundo as autoridades, os proprietários das embarcações foram notificados que não podem navegar até ser realizada uma vistoria que comprove as condições de navegabilidade.

    Tomou conta da ocorrência, o Comando-local da Polícia Marítima de Portimão, tendo sido instaurado um processo de sinistro marítimo para se apurarem as causas do acidente e contatada a inexistência de foco de poluição no rio Arade.

    Fonte: ???????????????????????????????????????? ????????????????́???????????????? ????????????????????????????????

    Com Arenilha TV©️2024

  • Lagoa compra Alagoas Brancas

    Lagoa compra Alagoas Brancas

    A Câmara Municipal de Lagoa acaba de anunciar que celebrou ontem a escritura de compra dos terrenos das «Alagoas Brancas», adquirindo os terrenos à empresa Edifícios Atlântico, S.A., por um valor de 3 milhões e 670 mil euros.

    No final do ano de 2023 a autarquia tinha celebrado um protocolo de colaboração com o Fundo Ambiental do Ministério do Ambiente e da Ação Climática (MAAC), que lhe permitiu receber o montante doado pelo governo para a realização da compra dos terrenos.

    Revela a autarquia que «O processo de negociação durou vários meses e foram inúmeras as diligências efetuadas pelo executivo permanente para que fosse possível chegar a um acordo de atendimento que permitiu que o ato de ontem fosse uma realidade».

    Para além das diligências efetuadas pelo Município de Lagoa, o envolvimento do governo, à data das negociações, «foi determinante para o desfecho desta pasta de negociações», considera.

    Os técnicos do Município de Lagoa já se encontram, a alguns meses, a trabalhar no projeto do Parque Natural que ali irá nascer, uma vez que ficou logo acordado no protocolo celebrado com o Fundo Ambiental do Ministério do Ambiente e da Ação Climática (MAAC) que os terrenos a adquirir seriam para construir um Parque Natural.

    Loteamento Alagoas Brancas

    O loteamento das Alagoas Brancas é parte integrante do Plano de Urbanização da Cidade de Lagoa, que foi aprovado na reunião de Câmara de 6 de fevereiro de 2008.

    Este plano «definido a zona sul da cidade de Lagoa como zona de expansão de atividades económicas e implantação de áreas industriais de usos múltiplos comerciais e de serviços, pelo que o promotor teve todos os direitos adquiridos para construir naquela zona de cidade».

    Recordam que este loteamento e construção no mesmo fez nascer um movimento cívico, a que se juntaram algumas associações ambientalistas, que desde a primeira hora «contestaram a construção naquele local porque considerarem que lá existe uma riqueza natural que deverá ser preservada».

    Felizmente, graças ao entendimento com o promotor, que abdicou de todos os seus direitos, foi possível ao Município de Lagoa chegar a um acordo que permitiu comprar os terrenos e preservar aquela zona da cidade, onde já em 2021 o atual Executivo passou a classificar aquela zona, através do PDM, como solo rural, para que jamais fosse possível construir no local.

    Luís Encarnação, presidente da câmara municipal classifica este momento como «de enorme satisfação para mim e para o meu executivo, uma vez que conseguimos resolver um problema que herdamos e que já se arrastava há muitos anos».

    Entende que Lagoa ficou a ganhar porque «conseguimos cumprir com aquilo para o qual sempre estive disponível que era resolver a situação sem nunca hipotecar o futuro de Lagoa e dos Lagoenses».

  • PCP contra o fim da pediatria em Portimão

    PCP contra o fim da pediatria em Portimão

    No Hospital de Portimão, dizem os comunistas, a falta recorrente de médicos pediatras tem causado sérias preocupações entre a população há bastante tempo. Esta carência pode resultar no desmantelamento e encerramento dos serviços de Pediatria, incluindo internamento e urgência, afetando também os serviços de Obstetrícia e o Bloco de Partos, segundo opinam.

    Recentemente, relatam, um episódio durou vários dias, incluindo um fim de semana, deixando o Hospital de Portimão sem pediatras, afetando a Urgência Pediátrica, o internamento de Pediatria, o Bloco de Partos e o serviço de Obstetrícia, que, embora não tenham fechado, operaram sem o suporte de um médico especialista em pediatria.

    Essa situação, mais uma vez, levou à transferência preventiva de grávidas, bebês e crianças para Faro, uma medida habitual que causa transtornos significativos, especialmente no que diz respeito ao deslocamento de pais e filhos por longas distâncias.

    O Secretariado da DORAL do PCP alerta para a iminente possibilidade de extinção do Departamento de Pediatria de Portimão, com a consequente centralização num único Departamento Regional em Faro, impactando todos os serviços pediátricos, como a Urgência, o Internamento e a Maternidade do Hospital de Portimão.

    Classifica a situação como intolerável e sublinha o desequilíbrio regional que isso implica, porque representa uma sobrecarga adicional para o Hospital de Faro.

    Daí vão resultar longas esperas, custos significativos de deslocação ou aumento na utilização de ambulâncias, num contexto onde este serviço já enfrenta dificuldades crescentes, particularmente o transporte inter-hospitalar devido à falta de profissionais.

    Um exemplo específico e preocupante que assinalam é a inoperância do Transporte Inter-hospitalar Pediátrico devido a restrições na formação de equipas.

  • Lei do restauro da Natureza

    Lei do restauro da Natureza

    Diversas ONG subscreveram um comunicado sobre o Conselho do Ambiente da União Europeia (UE) que fechou o acordo sobre a lei Lei de Restauro da Natureza, com voto positivo de Portugal.

    Os Estados-Membros cumpriram os seus compromissos e, com uma maioria de 20 países, representando 66,07% da população, a lei foi oficialmente aprovada, com a Ministra do Ambiente da Áustria, Leonore Gewessler a intervir no último minuto, alterando a anterior posição do país e salvaguardando a lei.

    Portugal «manteve-se do lado certo da história, com a Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, a votar a favor da Lei de Restauro da Natureza e mantendo a posição que Portugal já tinha, anteriormente, assumido», anotam as ONG.


    A votação, sublinhas, «é uma vitória maciça para a natureza da Europa e para os cidadãos que há muito apelam a uma ação imediata para combater o declínio alarmante da natureza».

    E esclarecem: «Depois de anos de intensa campanha e de muitos altos e baixos, estamos radiantes com o facto de esta lei ser agora uma realidade — este dia ficará na história como um ponto de viragem para a natureza e a sociedade».

    Dizem que, a partir de agora é necesário que «todos ponham mãos à obra: os Estados-Membros devem aplicar corretamente e sem demora esta legislação nos seus países, em estreita colaboração com todas as partes interessadas.

    No fim de contas, a natureza pode recuperar, para bem do nosso clima, da biodiversidade e das pessoas!», afirma a coligação #RestoreNature, constituída pela BirdLife Europe, ClientEarth, EEB e WWF EU, cujos membros em Portugal juntaram esforços com outras organizações de defesa do ambiente nacionais para se baterem pela Lei de Restauro da Natureza.

    No fim de contas, a lei enfrentou um dos percursos mais tumultuosos da história da legislação da UE, dizem os signatários. «Depois de sobreviver a uma campanha de desinformação absurda e sem precedentes, com o objetivo de destruir a Lei de Restauro da Natureza no Parlamento Europeu, enfrentou o risco de ser rejeitada na última etapa no Conselho Europeu de Ministros do Ambiente. No final, porém, o apoio à lei acabou por prevalecer».


    Trata-se de um resultado oportuno para apresentar na próxima Conferência das Partes da Convenção da Diversidade Biológica (COP16), a realizar no final deste ano, mostrando que a Europa está disposta a assumir a liderança na resolução das crises climática e da biodiversidade, assumindo os seus compromissos globais.

    É também uma mensagem muito clara para o novo Parlamento e a nova Comissão da UE, para que não se esqueçam de manter a biodiversidade na primeira linha da sua agenda.


    Este resultado surgiu na sequência de uma mobilização pública maciça, dizem os signatários. Ao longo dos últimos anos, mais de um milhão de assinaturas e mensagens de cidadãos, apelos repetidos de mais de 6000 cientistas, mais de 100 empresas, organizações de juventude e da sociedade civil de vários sectores foram feitos para defender esta lei e a integridade do Pacto Ecológico Europeu.


    A lei não é apenas «uma grande mais-valia não só para a natureza, mas também para a agricultura sustentável, que deve ser mais apoiada através também da Política Agrícola Comum, e para o desenvolvimento das regiões desfavorecidas do interior do país, através da criação de novas atividades económicas de empregos verdes».

    As 31 organizações de ambiente e movimentos de cidadãos que apoiaram e acompanharam a campanha #RestoreNature em Portugal estão a congratular-se com este marco histórico, e estendem um agradecimento a «todos os que contribuíram para este resultado e o tornaram possível».

    Subscrevem este xomunicado as ONGA e os movimentos ADPM; AEPGA; Agrobio; ALAMBI; Aldeia; Almargem; ANP|WWF; A Rocha; Campo Aberto; CEENTAA; CPADA; Dunas Livres; FAPAS; GEC; GEOTA; Íris; Juntos pelo Sudoeste; LPN; MovRioDouro; OIKOS; OMA; Palombar; PolliNET; ProTejo; PTF; Quercus; Sciaena; SPEA; SPECO; TAGIS; ZERO


    Fonte: ANP|WWF



  • Gerador substituído por cabo em Cabanas

    Gerador substituído por cabo em Cabanas

    A E-REDES conclui construção de troço de alimentação de energia da ilha de Cabanas, o que se traduz em um benefício das infraestruturas existentes.

    Investimento rondou os 120 mil euros e visa garantir energia à ilha, substituindo o atual gerador em funcionamento permanente diário.

  • Tavira mais neutra no clima

    Tavira mais neutra no clima

    O projeto “Tavira + Neutra”, vencedor do concurso “Iniciativa de Participação Climática”, promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian, decidiu envolver a comunidade na elaboração do Plano Municipal de Ação Climática.

    Este plano pretende que dar corpo à ”estratégia de adaptação às alterações climáticas e de mitigação das emissões de gases com efeito de estufa, assegurando o necessário alinhamento com os instrumentos de política nacional e os compromissos de Portugal a nível internacional”.

    Tavira, quer assumir um compromisso, a nível local, com o esforço global de limitar o aquecimento do planeta a 1,5˚ C, o limite considerado seguro pelo Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas.

    No dia 13 de julho de 2024, pelas 10h30, no Auditório da Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, em Tavira, decorre mais uma sessão participativa aberta à comunidade.

  • 6120 piscinas 0limpicas é a perda de água no Algarve

    6120 piscinas 0limpicas é a perda de água no Algarve

    Esta é a conclusão da DECO PROteste, após análise dos dados da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).


    Segundo a organização, as fugas na distribuição dos 16 municípios algarvios resultaram no desperdício de 15,3 milhões de metros cúbicos de água potável em 2022.

    Elsa Agante, da DECO PROteste, estima que isso cobriria 49% das necessidades das famílias numa região sob pressão turística e com períodos de seca prolongados, que levaram a medidas urgentes, posteriormente atenuadas.

    ALTERAÇÃO DE COMPORTAMENTOS

    Os números permanecem estáveis. Em 2021, foram 15,5 milhões m3 e, em 2020, 14,6 milhões. Elsa Agante suspeita que pouco melhorou em 2023 ou neste ano.

    As obras planeadas – a Comunidade Intermunicipal do Algarve tem 43,9 milhões de euros do PRR para renovar 125 quilómetros de rede até 2026 – podem não ser suficientes para solucionar completamente o problema.

    De acordo com a DECO PROteste, os municípios do Algarve com maiores perdas anuais são Lagoa (370 litros por ramal/dia), Lagos (322), Silves (295), São Brás de Alportel (289), Loulé (242) e Castro Marim (220). Por outro lado, Aljezur (2,2), Tavira (45), Alcoutim (61 litros por ramal/dia), Vila Real de Santo António (78) e Portimão (97) são os que menos desperdiçam água.

  • UALG em simulação clínica com a população

    UALG em simulação clínica com a população

    Centro de Simulação Clínica da Faculdade de Medicina e Ciências Biomédicas da Universidade do Algarve, esteve de portas abertas à população
    Durante os meses de junho, julho, setembro e outubro, serão organizadas visitas guiadas a projetos de diversas áreas, incluindo solidariedade social, saúde, inovação, ciência, empreendedorismo, cultura e património cultural.

    O primeiro dia aberto ocorreu na última terça-feira, 18 de junho, no Centro de Simulação Clínica da Faculdade de Medicina e Ciências Biomédicas, que oferece educação pré e pós-graduada e promove a formação contínua dos profissionais de saúde do sul do país.

    Este projeto pioneiro na simulação clínica para formação foi financiado pelo Programa Operacional CRESC ALGARVE 2020, o que possibilitou sua equipagem com tecnologia de ponta, colocando-o entre os melhores Centros de Simulação Clínica da Europa.

    Inaugurado oficialmente em 1 de março do ano anterior, o centro já recebeu mais de 1500 formandos, incluindo médicos e enfermeiros.
    José Apolinário, Presidente da Comissão Diretiva do Programa Regional ALGARVE 2030, destacou em seu discurso que “a investigação aplicada na área da saúde foi uma das principais prioridades do Programa Algarve 2020 e assim permanecerá no ALGARVE 2030.”
  • Lince ibérico já não está em extinção

    Lince ibérico já não está em extinção

    O lince-ibérico deixou de ser considerado um animal ameaçado de extinção e passa a ser classificado uma espécie “vulnerável” na Lista Vermelha elaborada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).

    Esta catalogação obedece ao esforço que tem sido feito para a sua conservação.
    A organização internacional vai atualizar a sua lista a 27 de junho, mas já anunciou esta que uma das grandes novidades será a melhoria do estatuto deste mamífero endémico da Península Ibérica, que se tornou a espécie felina mais ameaçada do planeta nas décadas anteriores.

    A razão para isso é que o número de linces ibéricos adultos se multiplicou por dez até agora este século, como detalhou a UCIN em comunicado, no qual afirma que “os esforços de conservação conseguiram recuperar esta espécie depois de estar perto da extinção, com um aumento exponencial da sua população de 62 espécimes adultos em 2001 para 648 em 2022”.

    A população total do lince-ibérico (lince pardinus), incluindo espécimes jovens e maduros, está estimada em mais de 2.000, segundo o último relatório de 2023 elaborado pelo grupo de trabalho coordenado pelo Ministério da Transição Ecológica e do Desafio Demográfico (Miteco). Dos 2.021 exemplares de lince, 1.730 estão localizados na Espanha e, destes, 130 estão em Doñana, o segundo centro populacional do país, atrás de Sierra Morena (545). Os restantes 291 linces estão, de acordo com o referido censo, em Portugal.

    Em Portugal, que trabalha na sua recuperação desde 2007, o lince habitou historicamente o Algarve e atualmente, com 291 indivíduos registados em 2023, as autoridades portuguesas já falam em ter “salvo este felino da extinção”.


    Considerado um animal endémico da Península Ibérica (Espanha e Portugal), o lince-ibérico é protegido em Espanha desde 1966 e declarado na categoria “em perigo” desde 1990. Pesa entre 8 e 12 quilos e, embora se assemelhe a um gato nas suas características, o seu pelo com manchas e orelhas, terminando em pincéis pretos, fazem dele um mamífero exclusivo e o melhor representante da biodiversidade ibérica.

    Para sua reprodução e sobrevivência, as condições básicas em seu ambiente, de montanhas e arbustos mediterrâneos, e sua dieta, baseada principalmente no coelho-bravo, são determinantes. Mesmo assim, a vulnerabilidade do lince está intimamente ligada à ação do homem. Incêndios, caça, atropelamentos e o declínio gradual das populações de coelhos, devido a doenças como mixomatose e pneumonia hemorrágica, têm contribuído para a extinção desta espécie.

    Em relação à Lista Vermelha da IUCN, criada em 1964, deve-se notar que ela classifica as espécies em três níveis (“baixo risco”, “ameaçadas” e “extintas”), com vários subníveis em cada um desses grupos. Dentro da classificação das espécies ameaçadas existem três subníveis, que do menos ao mais grave são “vulneráveis” (aquele que o lince-ibérico terá agora), “em perigo” e “criticamente em perigo”.
    Uma espécie vulnerável corre menor risco de extinção do que uma ameaçada de extinção, mas esta última ainda está presente devido a problemas como a perda de habitat, por isso a IUCN recomenda que seus animais continuem sendo supervisionados até que sua capacidade reprodutiva e capacidade de sobrevivência melhorem.

    Nesse sentido, a IUCN alerta que a população do lince-ibérico, nativo de zonas florestais mediterrânicas, mas também na zona do Parque Doñana, ao nível do mar, ainda está ameaçada por fatores como a alteração do seu habitat em resultado das alterações climáticas, atropelamentos ou caça furtiva.

    A organização alerta ainda para doenças que podem ser transmitidas a este animal pelos gatos domésticos, ou as flutuações que outras epidemias podem causar na população de coelhos, o seu alimento básico.

    A Lista Vermelha da IUCN inclui 44.000 espécies animais e vegetais, 28% do total, e no caso dos mamíferos, mais de um quarto delas está mais ou menos em perigo de extinção. Entre os mamíferos declarados mais ameaçados estão o camelo selvagem (camelus ferus), o vison europeu (Mustela lutreola), o gorila em suas subespécies oriental e ocidental (Gorilla beringei e Gorilla gorilla), o rinoceronte-de-java (rhinoceros sondaicus) ou o orangotango-de-sumatra (pongo abelil).

  • GNR deteve seis traficantes

    GNR deteve seis traficantes

    Cinco homens e uma mulher, entre 39 e 58 anos, foram presos em 17 de junho em várias partes da região do Algarve por tráfico de drogas, conforme informado pelo Comando Territorial de Faro da Guarda Nacional Republicana (GNR). A GNR acrescentou que a operação foi conduzida pelo Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Loulé.

    Durante patrulhas rotineiras, os oficiais notaram uma sensação de insegurança na comunidade de Tôr, em Loulé. Investigações subsequentes levaram a uma investigação de um ano pelo NIC, revelando uma rede de tráfico, distribuição e venda de drogas.

    Em 17 de junho, nove buscas domiciliares e oito não domiciliares foram realizadas pelo NIC de Loulé, com apoio de outros Núcleos de Investigação Criminal e Destacamentos Territoriais do Comando Territorial de Faro, Destacamento de Intervenção, Unidade de Controlo Costeiro e Fronteiras.

    A operação envolveu um esquema fixo para monitorar os suspeitos, com abordagens e prisões realizadas em vários locais de Loulé, Faro e Tavira.

    Foram apreendidas 32.492 doses de haxixe, 593 de cocaína, 11 de liamba, 14 celulares, 2 armas de fogo, 1 besta, 2 armas de ar comprimido, 5 carros, 3 motocicletas, 6.876 euros, 400 dólares, 90 euros em notas falsas, material para corte e embalagem de drogas e um par de walkie talkies.

    Os detidos serão levados ao Tribunal Judicial de Faro para as medidas de coação. A operação mobilizou 54 militares.).

  • Servico de caravanismo alemão chega a Portugal

    Servico de caravanismo alemão chega a Portugal

    O seu principal objetivo é permitir que as pessoas organizem férias na estrada em todo o mundo a preços competitivos, transparentes e atualizados diariamente.O serviço acaba de ser localizado e otimizado para clientes portugueses.

    A empresa, que se auto descreve como a «booking.com do aluguer de autocaravanas», foi fundada em 2013, na Alemanha, para oferecer aos clientes uma seleção de fornecedores de confiança em todo o mundo através de um processo de reserva simples em três passos, com alugueres disponíveis a partir de 100 euros por dia.

    Portugal, tal como a Polónia foram escolhidos como os novos mercados de 2024 devido à proximidade com os seus nossos domínios existentes, segundo afirmou Adriana Neves, responsável de Marketing da CamperDays, «Trata-se de uma escolha estratégica, tendo em conta a importância económica destes dois países. No caso de Portugal, onde o turismo regista taxas de crescimento muito elevadas, acreditamos que esta aposta representa uma mais-valia e proporcionará experiências inesquecíveis de norte a sul do país», está convicta.

    A empresa conta com uma frota de mais de 35 mil veículos e mais de 700 estações de recolha em todo o mundo, das quais oito em Portugal, situadas nas cidades do Porto, Coimbra, Lisboa e na região do Algarve.

    Diz contar com a média de 3 milhões de visitas online por ano e um aumento de 23% nas reservas nos primeiros meses do ano comparado com os mesmos meses do ano anterior, a CamperDays construiu uma extensa rede global de 150 parceiros de confiança e uma sólida experiência no setor durante a sua primeira década.

    O serviço está atualmente disponível em 11 domínios europeus online (Portugal, Polónia, Itália, Alemanha, Reino Unido, França, Países Baixos, Espanha, Noruega, Suécia e Dinamarca) e oferece 30 países de destino (20 europeus e 10 internacionais, com especial destaque para destinos de longo curso como os EUA, Canadá, Austrália e Nova Zelândia).

    Pretendem ser o ponto de referência para o aluguer de autocaravanas e campervans online nos próximos cinco anos, consolidando a nossa presença nos países onde já operamos e expandindo nos mercados europeus”, reforça a responsável de Marketing da empresa.

  • Amal debate floresta

    Amal debate floresta

    A importância crescente das autarquias na gestão florestal e no processo de gestão integrada do fogo rural conferiu especial relevância ao seminário, onde o presidente da AMAL, António Pina, expressou preocupação com a pressão sobre os municípios nesta área.

    António Pina criticou a perceção equivocada das competências municipais, do quadro constitucional e da distribuição de responsabilidades na administração do Estado.

    Após os incêndios de Pedrógão, acusou o Estado de transferir responsabilidades para os municípios, questionando a quem recai a culpa, quando falham as infraestruturas ou a administração central.

    O presidente da AMAL defendeu que os autarcas devem ser responsáveis pelas suas áreas e colaborar onde não têm competência, mas não devem ser responsabilizados por falhas fora do seu âmbito.

    O secretário de Estado das Florestas, presente durante todo o seminário, considerou as discussões muito pertinentes e afirmou conhecer bem a realidade do setor, ressaltando que não se pode esperar que o governo atual resolva em 50 dias o que não foi feito em anos. Rui Ladeira enfatizou que ainda há muito trabalho pela frente.

  • Iluminação LED de Lagoa na V Fase

    Iluminação LED de Lagoa na V Fase

    Este projeto, com um investimento total de cerca de 150 mil euros, visa reduzir o consumo energético e promover a sustentabilidade económica e ambiental do concelho.

    A atual fase da iniciativa cobrirá áreas como parte da Estrada Nacional 125, o Parque Municipal de Feiras e Exposições de Lagoa, a zona Industrial, as Alagoas Brancas, a Urbanização das Covas da Areia e áreas adjacentes.

    Além disso, nas próximas semanas, o Município começará a Fase IV em Ferragudo, no centro urbano da vila, e em Estômbar Parchal, especificamente na zona da Mexilhoeira da Carregação, com um investimento adicional de aproximadamente 750 mil euros.

    Nos últimos anos, Lagoa tem investido significativamente na reabilitação da iluminação pública em várias zonas, trazendo benefícios ambientais e economizando nos custos de iluminação pública.

    As novas luminárias possuem um sistema de regulação que permite diminuir a iluminação pública durante a noite, reduzindo a potência e, consequentemente, o consumo energético.

    Com estes avanços, o concelho de Lagoa está rapidamente a caminho de atingir 50% de cobertura com iluminação LED, alinhando-se com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, em particular com os objetivos 7º e 12º, que visam «Garantir o acesso a fontes de energia fiáveis, sustentáveis e moderadas».

  • As portagens foram abolidas mas ainda se vai pagar

    As portagens foram abolidas mas ainda se vai pagar

    A decisão histórica da Assembleia da República de abolir as portagens nas antigas vias SCUT (Sem Custos para o Utilizador) representa um marco significativo na política de transportes e mobilidade de Portugal.

    A medida, aprovada com amplo apoio parlamentar, visa aliviar o fardo financeiro sobre os cidadãos, especialmente aqueles que residem e trabalham nas regiões do interior do país.

    A proposta, inicialmente apresentada pelo Partido Socialista, recebeu votos favoráveis de vários partidos, refletindo um consenso sobre a necessidade de promover a equidade no acesso às infraestruturas rodoviárias.

    A eliminação das portagens abrange várias autoestradas, incluindo a A4 – Transmontana e Túnel do Marão, A13 e A13-1 – Pinhal Interior, A22 – Algarve, A23 – Beira Interior, A24 – Interior Norte, A25 – Beiras Litoral e Alta e A28 – Minho.

    Contudo, a implementação desta medida não será imediata. Existem prazos legais e administrativos a serem cumpridos, o que significa que os utilizadores das ex-SCUT continuarão a pagar portagens até que o processo de abolição seja concluído.

    Este período de transição é essencial para assegurar uma mudança suave e bem planejada, evitando complicações operacionais e financeiras.

    Além disso, a Associação Portuguesa das Sociedades Concessionárias de Autoestradas ou Pontes com Portagens (APCAP) alertou que o custo da abolição das portagens será suportado por todos os contribuintes através do Orçamento do Estado.

    Esta observação destaca a complexidade das decisões de política pública, onde os benefícios diretos para alguns podem resultar em custos indiretos para outros.

    A abolição das portagens nas ex-SCUT é vista por muitos como uma vitória para as regiões do interior, que há muito reivindicam maior justiça na distribuição dos encargos fiscais e melhorias na mobilidade e acessibilidade.

    A medida é também percebida como um passo positivo para dinamizar a economia local, reduzindo os custos operacionais para empresas e facilitando o movimento de pessoas e bens.

    No entanto, a discussão sobre o financiamento das infraestruturas rodoviárias e a justa distribuição dos custos associados continua.

    A decisão de abolir as portagens levanta questões importantes sobre sustentabilidade financeira e equidade fiscal, desafiando os decisores políticos a encontrar um equilíbrio entre as necessidades imediatas dos cidadãos e as exigências de longo prazo do orçamento nacional.

    Em resumo, a abolição das portagens nas antigas SCUT é um desenvolvimento promissor que reflete uma mudança na política de transportes de Portugal.

    No entanto, a sua implementação requer uma abordagem cuidadosa e considerada, com atenção às implicações financeiras e operacionais que acompanham tal decisão. O futuro dirá se esta medida trará os benefícios esperados para as regiões afetadas e para o país como um todo.

    com Copilot
  • Treze mil fogos nos próximos dias

    Treze mil fogos nos próximos dias

    A primeira cerimónia de assinatura ocorreu em Évora, abrangendo concelhos do Alentejo e da Lezíria do Tejo, e outras sessões estão programadas para acontecer em breve em outras regiões.

    Este movimento estratégico visa a construção ou reabilitação de 2.871 fogos, um passo inicial em direção à meta ambiciosa de executar 13 mil fogos nos próximos dias.

    O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, enfatizou a importância deste processo, que permite aos municípios iniciar todos os procedimentos necessários para avançar com as obras.

    A meta final é alcançar a construção ou reabilitação de 26 mil fogos até 30 de junho de 2026, cumprindo assim os compromissos de Portugal no âmbito do PRR e garantindo que as famílias selecionadas possam habitar essas casas até a data estipulada.

    A execução deste plano não é apenas uma questão de construção habitacional, mas também envolve a criação de infraestruturas essenciais como centros de saúde e escolas, refletindo um esforço abrangente para melhorar a qualidade de vida das comunidades mais vulneráveis.

    O governo está determinado a evitar a perda de financiamento europeu, o que aconteceria se as metas estabelecidas não fossem atingidas.

    O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) de Portugal representa um marco significativo no esforço nacional para a reabilitação e construção de habitações destinadas a famílias vulneráveis.

    A colaboração entre o governo, os municípios e as empresas de construção civil é considerada fundamental para o sucesso deste projeto.

    Num primeiro momento, a Associação Nacional de Municípios Portugueses recusou a solução, mas acabou por aceder ao mecanismo para agilizar a construção das casas até ao verão de 2026.


  • Parque Urbano do Parchal

    Parque Urbano do Parchal

    O Município de Lagoa iniciou os trabalhos para a execução da empreitada de Construção do Parque Urbano do Parchal, situado nas traseiras do antigo Pavilhão do Arade, o primeiro grande parque urbano construído no concelho.

    A autarquia anunciou que será um parque familiar, de convívio intergeracional e muito importante do ponto de vista social.

    Os trabalhos foram já iniciados sendo o investimento previsto de cerca de dois milhões de euros e terá uma área de implementação de cerca de 33 mil metros quadrados. A construção realiza-se «numa área de cedência que há muitos anos se encontrava devoluta».

    O Parque Urbano do Parchal terá uma pista de corta-mato, com cerca de 1500 metros lineares, vários espaços verdes, zonas de descanso, parques de merendas, uma zona de street workout, uma zona de equipamentos geriátricos/ginásio ar livre, zonas de equipamentos infantis, um lago com cerca de 990 m2 e módulo de bar, com instalações sanitárias.

    A pista de corta-mato está a ser preparada para receber provas oficiais, a nível regional e nacional, e «receberá, em dezembro de 2025, o 31º Campeonato da Europa de Corta-Mato».

    Esta instalação, também, vai ser utilizada diariamente pelas coletividades locais para realizarem os seus treinos.

    A câmara municipal destaca que «é uma obra há muito aguardada pelos Lagoenses, uma vez que este será o primeiro grande parque urbano construído no concelho».

    Para além deste parque urbano, o Município de Lagoa prepara-se para realizar mais duas empreitadas do mesmo âmbito, uma na Mexilhoeira da Carregação e outra na cidade de Lagoa.

    fonte: CM Lagoa
  • Grupo FTI do turismo alemão declara insolvência

    Grupo FTI do turismo alemão declara insolvência

    A notícia causou surpresa no setor e levanta preocupações sobre os possíveis impactos no turismo de Portugal, um dos principais destinos da empresa, em especial nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

    Ainda é cedo para avaliar com precisão os impactos da insolvência da FTI no turismo português. No entanto, alguns pontos poderá ficar reduzida oferta de pacotes turísticos.

    A FTI era responsável por uma parcela significativa dos pacotes vendidos para Portugal, especialmente no mercado alemão. A redução na oferta pode levar a uma queda no número de turistas provenientes desse país.

    Terá Impacto em hotéis e empresas parceiras, dado que a A FTI mantinha parcerias com diversos hotéis e empresas turísticas em Portugal. A insolvência pode gerar dificuldades financeiras para esses parceiros, que dependiam da procura gerada pela operadora.

    A saída da FTI pode abrir espaço à concorrência de outras empresas do setor, que podem aproveitar a oportunidade para conquistar uma fatia maior do mercado português.

    Contudo, a insolvência de um grande operador turístico pode gerar uma percepção negativa sobre o destino, especialmente se trouxer problemas com cancelamentos de viagens e reembolsos.

    O governo português e as entidades do setor turístico estão a acompanhar a situação de perto e a tentarr encontrar soluções para minimizar os impactos negativos. É importante destacar que a FTI afirmou que a insolvência não afetará as viagens já contratadas e que os clientes serão informados sobre eventuais alterações.

    A Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) declarou que está em contato com a FTI e a trabalhar para garantir que os clientes portugueses não sejam prejudicados.

  • Vozes de quem perdeu quase tudo

    Vozes de quem perdeu quase tudo

    Chama-se «Deixa Arder» e escuta as vozes de quem viveu o incêndio do verão de 2021, na primeira pessoa, e vai ser apresentada no dia 15 de junho, pelas 18:00 horas, nas sedes dos Clubes de Caçadores dos Castelos e da Corte António Martins, antigas escolas.

    Está prevista a realização de uma mesa-redonda com a participação de vários convidados e do público, e onde serão debatidos temas relacionados com os incêndios e a gestão sustentável do território.

    «Deixa Arder» ouvio as vozes de quem o viveu o incêndio na primeira pessoa, nos montes da Rocha dos Corvos, Corte António Martins, Carrapateira e Cortelha, e recupera as paisagens que daí sobraram, como explica a Associação Ecotopia Activa.

    «Num território alargado e de difícil acesso, para lá dos limites territoriais concelhios, entre Vila Real de Santo António, Castro Marim e Tavira, a vasta área ardida expôs carências, dificuldades e o exponencial fenómeno de desertificação, em que os ecos distantes das populações (que resistem) apenas se fizeram sentir pela densa e prolongada coluna de fumo negro, que interrompeu a paisagem e a tranquilidade no litoral”, comunicaram.

  • Santos Populares em Vila Real de Santo António

    Santos Populares em Vila Real de Santo António

    As festividades ocorrem em Vila Real de Santo António na Praça Marquês de Pombal), nas Hortas na Rua da Columbófila, em Monte Gordo na Avenida Marginal, em Vila Nova de Cacela no Largo Manuel Cabanas e e na Manta Rota, na Rua da Nora.

    Os arraiais têm início às 20:00 horas e serão acompanhados por música de baile, tasquinhas e animação ao longo de toda a noite.

    As celebrações dos Santos Populares no concelho de VRSA são organizadas pelas Juntas de Freguesia de VRSA, Monte Gordo e Vila Nova de Cacela e contam com o apoio da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António.