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Categoria: Algarve

  • Eleitos algarvios para o Conselho Económico Social

    Eleitos algarvios para o Conselho Económico Social

    Foram eleitos o presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Luís António Alves Encarnação, como membro efetivo, e o presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, Francisco Augusto Caimoto Amaral, como membro suplente.

    Trata-se de uma decisão na sequência da recomposição do Conselho Económico e Social, resultante do início da presente Legislatura e na qualidade de representantes das autarquias locais do Algarve.

    Ambos integraram a lista única apresentada a sufrágio pelo Conselho Diretivo, aprovada por maioria, através de voto secreto.

    Liderado atualmente por Luís Pais Antunes, o Conselho Económico e Social, é o órgão de consulta e concertação no domínio das políticas económica e social e participa na elaboração dos planos de desenvolvimento económico e social, sendo os representantes da Região reconduzidos naquelas funções.

    Previsto na Lei de Bases do Clima, aprovada pela Lei n.º 98/2021, de 31 de dezembro, o Conselho para a Ação Climática (CAC) é uma entidade de natureza consultiva, independente e especializada, que funciona junto da Assembleia da República, «composto por personalidades de reconhecido mérito, com conhecimento e experiência nos diferentes domínios relacionados com as alterações climáticas, incluindo mitigação e adaptação, atuando com estrita isenção e objetividade».

    Tem por missão zelar pelo cumprimento da Lei de Bases do Clima, colaborando com o Parlamento e com o Governo em razão das suas competências, contribuindo para a divulgação, transparência e execução das políticas de ação climática e pronunciando-se a título consultivo sobre as políticas públicas climáticas.

    Considerando a importância da governança multinível e o papel das autarquias locais na implementação das políticas de alterações climáticas de proximidade, o Conselho Diretivo propôs a designação do presidente da Câmara Municipal de Loulé, Vítor Aleixo, como representante da CCDR Algarve naquele órgão.

    Foi eleito por maioria, também através de voto secreto, nos termos previsto na Lei que estabelece a composição, organização e funcionamento do Conselho para a Ação Climática.

    Para além das funções desempenhadas no Município de Loulé, Vítor Aleixo é igualmente presidente da ADAPT.LOCAL – Rede de Municípios para a Adaptação Local às Alterações Climáticas.

    No exercício das suas funções, será apoiado pela Unidade de Planeamento e Desenvolvimento Regional.

    O Conselho Regional é o órgão da CCDR representativo dos vários interesses e entidades relevantes na prossecução da missão e atribuições da CCDR Algarve, garantindo a respetiva execução e acompanhando a atividade do Conselho Diretivo.

  • Algas não prejudicam banhos nas praias

    Algas não prejudicam banhos nas praias

    A época balnear está a chegar ao fim. Embora os dias ainda estejam quentes e a temperatura da água moderadamente amena, o Outono começa a dar sinais de se querer instalar.

    Uma das queixas recorrentes dos banhistas, em especial os não naturais do Algarve, tem a ver com a presença das algas marinhas. Uns, por receio de poder contrair alguma doença de pele em contato com elas, outros pela opacidade que elas criam.

    Porém o mar não é uma piscina, onde as águas são límpidas e cristalinas e é às vezes necessário um pouco de mais de esforço para encontrar os locais onde tal acontece.

    Para a Agência Portuguesa do Ambiente, as algas presentes nas praias do Algarve não afetam a qualidade das águas balneares, nem representam qualquer perigo para os banhistas, sendo a alta concentração de algas observada em várias praias do Algarve considerada uma situação normal e recorrente.

    A Agência entende que fenômeno natural se tornou cada vez mais frequente devido às mudanças climáticas, aos ventos que sopraram de sudoeste, às correntes marítimas e ao aquecimento da água do mar.

    Para quem frequenta as praias, pode tornar-se desagradável o acúmulo de grandes quantidades de algas, nativas ou invasivas, a provocarem desconforto e receio.

    Sabe-se que as autoridades, em muitos municípios se esforçam por retirar as algas depositadas pelas marés nos areais, trabalhos que tem de se fazer durante os períodos em que não há gente nas praias e o ciclo das enchentes não afeta tal trabalho.

    O fenômeno está monitorado pela APA, garante a entidade que analisa diariamente a qualidade das águas balneares, e nenhuma contaminação causada por algas foi detectada até o momento.

    Anota a APA, que as algas marrons e vermelhas, típicas dos fundos marinhos rochosos, são mais comuns no oeste do Algarve, enquanto as algas verdes são mais abundantes no leste do Algarve

    algas
  • Área de Serviço de auto caravanismo em Salir

    Área de Serviço de auto caravanismo em Salir

    A Rota Serrana de Auto Caravanismo é uma estratégia para «criar um novo destino turístico no interior do Algarve, atraindo para este território rural auto caravanistas de todo o mundo interessados em descobrir as paisagens, as comunidades, o património, a gastronomia e o artesanato únicos e genuínos».

    Alcoutim, São Brás de Alportel, Ameixial, Salir, São Marcos da Serra, Alferce e Marmelete, bem como Cachopo, que ainda não tem ASA mas é uma Aldeia Amiga do Autocaravanismo) compõem, neste momento a Rota Serrana.

    Muitas outras localizações apenas aguardam as condições adequadas para integrarem esta rede e contribuírem para reforçar a capacidade de atração do mundo rural, de forma equilibrada e sustentável, acrescenta a IN-LOCO.

    A ASA de Salir abriu em regime aberto, bastando contactar a entidade responsável, a Junta de Freguesia de Salir, para desfrutar, com qualidade e todas as condições, de momentos de grande intimidade com uma região território rural algarvio que fica no coração do aspirante a Geoparque Algarvensis.

  • Segurança «Cinto-me Vivo» motiva campanha da GNR

    Segurança «Cinto-me Vivo» motiva campanha da GNR

    A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) vão iniciar, no dia 10 de setembro, a campanha de segurança rodoviária “Cinto-me Vivo”, que faz parte do Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2024.

    De 10 a 16 de setembro, a campanha visa conscientizar motoristas e passageiros sobre a importância do uso constante e adequado dos dispositivos de segurança.

    Em caso de colisão, o veículo para instantaneamente, mas os ocupantes, se não estiverem de cinto, continuam em movimento na mesma velocidade que o veículo tinha antes do acidente. A 50 km/h, um motorista de 70 kg sem cinto sofreria um impacto semelhante ao de cair do terceiro andar.

    O capacete homologado, quando bem ajustado, diminui em 40% o risco de fatalidade em acidentes.

    Também está provado que o uso adequado de uma cadeirinha certificada, apropriada ao peso da criança, reduz em 50% o risco de morte. Para crianças até 18 kg, o uso de uma cadeirinha voltada para trás, juntamente com o cinto de segurança, pode diminuir em até 90% o risco de lesões graves ou morte.

    A campanha “Cinto-me Vivo” incluirá:

    • Ações educativas da ANSR no continente e pelas administrações regionais dos Açores e da Madeira;
    • Fiscalizações da GNR e da PSP, focadas em estradas com alto tráfego, seguindo o PNF 2024, para reduzir o risco de acidentes e encorajar comportamentos mais seguros na utilização correta dos dispositivos de segurança.

    As atividades educativas ocorrerão em paralelo com as fiscalizações nas seguintes localidades:

    Dia 10 de setembro, às 10h00, na EN-114 Km 181.

  • Fundos Europeus com 60 avisos para 213 milhões no Algarve

    Fundos Europeus com 60 avisos para 213 milhões no Algarve

    A Comissão Interministerial do Portugal 2030 aprovou a atualização do Plano Anual de Avisos do Portugal 2030 com a previsão dos Avisos a publicar entre setembro de 2024 e agosto de 2025 pelos Programas do Portugal 2030 e do FAMI.

    Destes está prevista a abertura de 60 avisos ALGARVE 2030, com uma dotação de mais de 213 milhões de euros.

    De acordo com o Plano aprovado, está prevista a publicação nacional de 376 Avisos de concurso com uma dotação de Fundo associada de 4.679 milhões de euros.

    São distribuídos pelas várias regiões do país e pelos diversos objetivos de política do Portugal 2030, nas áreas sociais, da economia, do ambiente, do mar e do território.

    Estes investimentos, devem estar centrados nas necessidades das pessoas e das empresas, promover a investigação e inovação, a competitividade e internacionalização das empresas, bem como o empreendedorismo e a inclusão social.

    De setembro a dezembro de 2024 está prevista a publicação de 238 avisos, com um volume de fundo associado de 2,6 mil M€, destacando-se os avisos destinados ao Sistema de Investigação, Desenvolvimento e Inovação Empresarial (IDI), a Extensão do metro do Porto ou o financiamento de Cursos Profissionais, entre outros.

    O que é o Plano Anual de Avisos

    O Plano Anual de Avisos constitui um relevante instrumento de planeamento para todos os atores do ecossistema dos fundos. Assume particular relevância para os beneficiários pela perspetiva que fornece a médio prazo sobre oportunidades de financiamento, num modelo que valoriza transparência.

    O Plano Anual de Avisos é atualizado todos os quadrimestres, sendo, em cada um, publicada uma versão atualizada do Plano para os 12 meses subsequentes.

    Na página Plano Anual de Avisos pode ser encontrads informação sobre todos estes avisos e saber quando serão lançados, quem se pode candidatar e quais as ações elegíveis em cada um.

     O ALGARVE 2030, no final de agosto de 2024, segundo a CCDR do Algarve, conta com 92 operações aprovadas e 77 avisos de concurso lançados, prevendo até ao final de setembro de 2024 atingir os 50M€ de fundo aprovado. Encontram-se em análise 308 operações representando um total de 151 Milhões de Euros (M€) de investimento.

  • Custos controlados em Faro

    Custos controlados em Faro

    Estes foram adquiridos por famílias, e adiantou que o Governo trabalha e vai anunciar em breve medidas que vão no sentido de proporcionar aos municípios mais terrenos para este tipo de construção.

    O papel que pode ser desempenhado pelos municípios

    Os municípios podem conceder uma série de facilidades e incentivos aos promotores privados que participem na construção de habitação de custos controlados, com o objetivo de aumentar a oferta de habitação acessível. Entre as principais facilidades estão:

    Isenções ou reduções no pagamento de impostos municipais, como o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) e taxas urbanísticas.

    Podem ceder terrenos municipais a preços reduzidos ou mesmo de forma gratuita, para a construção de habitação de custos controlados.

    Podem facilitar os procedimentos administrativos simplificados e prioridade no licenciamento de projetos de habitação de custos controlados, para reduzir os prazos de aprovação e iniciar as obras mais rapidamente.

    É-lhes possível assumir os custos de construção ou melhoria das infraestruturas públicas necessárias (como redes de água, esgotos, acessos rodoviários) nas áreas onde os projetos serão desenvolvidos.

    Também está ao alcance disponibilização de equipas técnicas municipais para apoiar os promotores privados no desenvolvimento dos projetos, garantindo que estes cumpram todos os requisitos legais e técnicos.

    Alguns estabelecem parcerias público-privadas, onde o município assume uma parte do risco e do investimento, facilitando a execução dos projetos.

    Em alguns casos, os municípios podem conceder apoios financeiros diretos ou subsídios aos promotores, para viabilizar a construção de habitação a preços controlados.

    Estas facilidades visam reduzir os custos de construção e tornar os projetos economicamente viáveis para os promotores privados, enquanto se assegura que os preços finais das habitações se mantêm acessíveis para a população.

  • Tarifas da água podem ser centralizadas

    Tarifas da água podem ser centralizadas

    A presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses, ANMP, Luísa Salgueiro, não está de acordo com a decisão do Governo que permite à Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) fixar as tarifas da água por, em seu entender, «violar a autonomia do poder local».

    A ERSAR fixar as tarifas «merece a nossa forte oposição, uma vez que viola claramente a autonomia do poder local», defendeu Luísa Salgueiro, no fim de uma reunião do Conselho Diretivo da ANMP, em Coimbra.

    Devem ser os municípios a fixar as tarifas dos serviços que são prestados no seu território, porque «essas tarifas devem ser fixadas pelos municípios em função das condições do próprio território. Não deve ser uma entidade externa a impor as tarifas que se aplicam nos nossos concelhos», considerou.

  • 26 horas de Portimão

    26 horas de Portimão

    Com duração de 26 horas, a quarta etapa da Lamera Cup promete ser novamente um espetáculo de animação, estratégia e resistência no próximo fim de semana, dias 7 e 8 de setembro.

    Após um agosto de alta velocidade, o AIA inicia setembro com um evento especial, onde por 26 horas, os veículos desta competição monomarca serão testados ao máximo, juntamente com os pilotos que enfrentam este desafio.

    Neste ano de 2024, com 35 equipes inscritas, a Lamera Cup volta a colocar no asfalto de Portimão seus renomados chassis tubulares, equipados com motores turbo de quatro cilindros e aproximadamente 330 cavalos de potência. Estes veículos, devido ao seu baixo peso (970 quilos), alcançam um alto nível de desempenho e garantem corridas emocionantes.

    Lamera Cup

    O início das 26 horas de Portimão está agendado para as 14h30 do próximo sábado, após a sessão de treinos livres e qualificação na manhã do mesmo dia no AIA.

    O retorno da Lamera Cup será aberto ao público no «paddock», com ingressos ao custo de 10 euros para o fim de semana, disponíveis para compra na loja do Kartódromo Internacional do Algarve.

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  • Seminário emTavira sobre saúde dos solos

    Seminário emTavira sobre saúde dos solos

    Terá lugar no Centro de Experimentação Agrária de Tavira, no âmbito da X Feira da Dieta Mediterrânica.

    Para os promotores, «a sustentabilidade dos solos tem sido um tema da ordem do dia e tem ocupado a agenda dos decisores da União Europeia, que, inclusive, deliberaram o ano passado sobre um conjunto de medidas que visa reforçar a resiliência dos sistemas alimentares e da agricultura da Europa».

    Avalia-se em 60 a 70 % a degradação dos solos da UE e mil milhões de toneladas de solo são anualmente removidas devido à erosão, o que significa que a camada superior fértil desaparece rapidamente.

    Segundo a Comissão Europeia, os custos associados à degradação do solo são estimados em mais de 50 mil milhões de euros anuais, salienta aquela CCDR.

    Daí que este seminário se vá debruçar sobre esta problemática e propor alguns caminhos e respostas a um uso mais eficiente dos recursos naturais, reforçando a resiliência e saúde dos solos agrícolas.

    O objetivo é proteger as colheitas dos efeitos das alterações climáticas, da perda de biodiversidade e da degradação ambiental.

    Espera-se a apresentação dos projetos LivingSoil, pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), e + Solo + Vida – Adaptação e Mitigação das Alterações Climáticas e Luta contra a Desertificação no Vale do Guadiana, promovido pela Associação para o Desenvolvimento do Património de Mértola, ADPM.

    A Dieta Mediterrânea é chamada para o caso por ser «um conjunto de competências, conhecimentos, práticas e tradições relacionadas com a alimentação humana, que vão da terra à mesa».

    E por promove «uma atitude de respeito pela terra e pela biodiversidade, promovendo o desenvolvimento de uma agricultura conservacionista».

    A CCDR Algarve, bem como os serviços regionais de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas e de Cultura, integra a comissão dinamizadora da Dieta Mediterrânica desde a apresentação da candidatura a Património Cultural Imaterial da Humanidade, junto da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura(UNESCO).

    A Dieta Mediterrânica foi declarada, a 16 de novembro de 2010, Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, durante a reunião do Comité Intergovernamental, em Nairobi, no Quénia.

    Posteriormente, em 2013, na 8ª sessão do Comité realizada em Baku, no Azerbaijão, Portugal, Croácia e Marrocos juntaram-se a Espanha, França, Itália e Grécia, países integrantes da candidatura original, ficando o município de Tavira designado como comunidade representativa de Portugal.

    Esta iniciativa está integrada no Plano de Atividades para a Salvaguarda da Dieta Mediterrânica na Região do Algarve 2023- 2027 (PASDM), elaborado pela Universidade do Algarve e dinamizado pela CCDR, em colaboração com as entidades regionais.

    O plano define os objetivos e as iniciativas para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial da Dieta Mediterrânica, no âmbito dos seguintes vetores estratégicos: identificação, investigação e documentação; preservação e proteção; promoção e valorização; e transmissão, através da educação/ensino, formal e não formal.es.

    Dieta Mediterrânica
  • Captações e infraestruturas recebem cinco milhões no Algarve

    Captações e infraestruturas recebem cinco milhões no Algarve

    Maria da Graça Carvalho aprovou um investimento de 5,2 milhões de euros para o Algarve, com o objetivo de apoiar medidas de intervenção após situações de seca na região.

    Este investimento visa promover um uso mais eficiente da água e proteger os recursos hídricos, contribuindo para a sustentabilidade e resiliência do sul do país diante das alterações climáticas.

    O investimento, a ser executado pela Águas do Algarve e financiado pelo Fundo Ambiental, inclui:

    • A criação de novas captações de águas subterrâneas e a reabilitação de captações públicas estratégicas, fortalecendo o sistema de abastecimento público de água, com um investimento de quatro milhões de euros.
    • O reforço temporário de equipes para operar as captações estratégicas, assegurando uma gestão eficiente e um controle de qualidade rigoroso, com um investimento de 700 mil euros.
    • A reabilitação da rede de saneamento de Castro Marim, visando reduzir afluências indevidas e melhorar a eficiência do sistema, representando um investimento de meio milhão de euros.

    «A aprovação deste investimento é um passo essencial para enfrentar os desafios das secas que têm afetado o Algarve. O Governo está empenhado em garantir que as infraestruturas hídricas da região sejam robustecidas e que a gestão da água seja realizada com eficiência», declarou a ministra.

    água
  • Marinha apreende embarcações suspeitas de tráfico

    Marinha apreende embarcações suspeitas de tráfico

    Contaram com o apoio de uma aeronave da Força Aérea Portuguesa, numa das acções desenvolvidas, entre os dias 28 e 30 de agosto, ao operarem em águas internacionais. As embarcações tinham a bordo mais de uma centena de depósitos de combustível.

    As três embarcações de alta velocidade, que eram tripuladas por onze homens, sete de nacionalidade espanhola e quatro de nacionalidade marroquina, com idades compreendidas entre os 23 e os 68 anos,.

    Foram identificadas e posteriormente perseguidas por um navio da Marinha e duas embarcações de alta velocidade, uma tripulada por elementos do Grupo de Ações Táticas (GAT) da Polícia Marítima e outra por Fuzileiros.

    Nas perseguições, efetuadas a alta velocidade, uma das embarcações suspeitas, para evitar a abordagem, tentou abalroar lateralmente uma das embarcações que a estavam a perseguir, colocando em risco a vida dos militares da Marinha, tendo o acidente sido evitado no último momento com manobras evasivas, relata a autoridade.

    Os onze suspeitos foram, posteriormente, sujeitos aos necessários procedimentos de identificação e consequentes formalismos de tramitação legal.

    A Autoridade Marítima Nacional, através da Polícia Marítima, e a Marinha Portuguesa, empenhando meios do Comando Naval, desenvolvem continuamente missões de combate ao narcotráfico, tendo desde o início do ano de 2023, efetuado a detenção de 107 pessoas e a apreensão de 41 embarcações de alta velocidade com mais de 33 toneladas de produto estupefaciente, referem.

  • Confrarias portuguesas bem acolhidas na FATACIL

    Confrarias portuguesas bem acolhidas na FATACIL

    Na 43ª edição da FATACIL, Feira de Artesanato, Turismo, Agricultura, Comércio e Indústria de Lagoa que decorreu na cidade de Lagoa, entre 16 e 25 de Agosto ocorreu uma promoção dos vinhos algarvios e das iguarias gastronómicas portuguesas, com especial detalhe nas algarvias.

    Foi um contributo para a candidatura da cidade de Lagoa a «Capital Europeia do Vinho 2026».

    O vice-presidente da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas, o vilarealense António Cabrita, declarou ao nosso meio digital que ali se passaram dez dias muito intensos e de grande divulgação e que o espaço que lhes foi consignado era excelente.

    Por muito bem situado, permitiu uma ótima divulgação de todos os produtos, nos quais lhe tocou coordenar as atividades de promoção das iguarias gastronómicas em harmonização diária com um vinho do Algarve, em conjunto com Amílcar Malhó, em representação da Associação de Municípios Portugueses do Vinho e da Câmara Municipal de Lagoa e mais a Comissão Vitivinícola do Algarve – CVA.

    Deu-nos ainda nota das confrarias que estiveram presentes naquele importante evento do calendário algarvio:

    Confraria do Atum, Confraria Gastronómica da Serra do Caldeirão, Confraria Marinha da Ria Formosa, Confraria do Medronho de Monchique, Confraria do Franguinho da Guia, Confraria Gastronómica do Alentejo, Confraria Enogastronómica da Madeira, Confraria Gastronómica de Almeirim, Confraria dos Ovos Moles, Confraria dos Rojões de Válega, Confraria dos Gastrónomos dos Açores, Confraria da Caldeirada e do Camarão de Espinho, Confraria dos Gastrónomos de Lafões e Confraria da Marmelada Branca de Odivelas.

    Quanto às marcas de vinhos do Algarve representadas, foram:

    Única – Adega Cooperativa do Algarve, Dona Niza, Vale de Almádena, EDD’s, Quinta do Francês, Quinta dos Santos, Tapada dos Moinhos, Dito Cujo, Villa Alvor, ARVAD, Vinhas de Nexe, Adega do Cantor, Adega do Convento do Paraíso, Quinta da Penina e Mundo do Vinho.

  • Vida independente para pessoas com deficiência

    Vida independente para pessoas com deficiência

    O Programa Regional ALGARVE 2030 segue o princípio da desinstitucionalização e apoia a transição para cuidados comunitários.

    Para tanto, utiliza iniciativas inovadoras que promovem a não institucionalização e a vida autónoma em comunidade para pessoas com deficiências ou incapacidades.

    Foi lançado um convite ao Instituto da Segurança Social para continuar o apoio aos Centros de Apoio à Vida Independente (CAVI/MAVI), em conformidade com a Estratégia Nacional para a Inclusão das Pessoas com Deficiência (ENIPD) 2021-2025.

    O intuito é melhorar a qualidade e diversificar a oferta de serviços, através de projetos que proporcionem assistência pessoal e inclusão, visando uma mudança de paradigma e a reversão da tendência para a institucionalização e dependência familiar,

    O Modelo de Apoio à Vida Independente (MAVI) está em harmonia com as políticas nacionais de suporte a pessoas com deficiência e com as diretrizes e estratégias da União Europeia, que se baseiam na desinstitucionalização, no empoderamento e na promoção da independência e integração social e comunitária das pessoas.

    A implementação desta abordagem é feita pelos Centros de Apoio à Vida Independente (CAVI), entidades legalmente encarregadas de promover a assistência pessoal, cujo pedido parte da iniciativa do indivíduo com deficiência e/ou incapacidade, ou de seu representante legal, por meio de uma manifestação formal de interesse junto a um CAVI, refletida num plano individualizado de assistência pessoal.

    Assim, os apoios a esta área foram intensificados neste ciclo de programação, com o objetivo de expandir a cobertura territorial dos serviços especializados de assistência pessoal.

    Portanto, o aviso em questão possibilitará o financiamento, por um período de 36 meses, dos CAVI existentes e de outros que venham a ser estabelecidos.

  • Faro é terceira cidade com ar mais limpo da Europa

    Faro é terceira cidade com ar mais limpo da Europa

    A estação de monitorização da qualidade do ar de Faro é uma das quatro estações que compõem a rede de monitorização da qualidade do ar do Algarve, sendo gerida pela CDR do Algarve desde 2004.

    • Estação urbana de fundo de Faro, na Escola Joaquim Magalhães
    • Estação urbana de fundo de Albufeira, junto do depósito de água de Malpique
    • Estação urbana de tráfego de Portimão, na Escola David Neto (junto da Estrada de Alvor)
    • Estação regional de fundo de Alcoutim, no sítio do Cerro


    As estações de monitorização funcionam em contínuo 365 dias por ano, sendo da responsabilidade da CCDR a sua manutenção, remodelação, reparação de avarias, etc, trabalhos que são efetuados por técnicos da CCDR Algarve, IP.

    Os principais poluentes atmosféricos indicadores da situação de qualidade do ar na região são as partículas em suspensão, o ozono (O3) e os óxidos de azoto (NOx), partículas em suspensão (PM) de 2 diâmetros 2,5 e 10 µm, sendo igualmente monitorizados, os compostos orgânicos voláteis (BTX), o dióxido de enxofre (SO2) e o monóxido de carbono (CO).

    Salvo situações anómalas e pontuais, o tecido económico da região, alicerçado sobretudo nas atividades de comércio, serviços e transformação agroalimentar, em regra não gera emissões atmosféricas relevantes.

    Assim, a qualidade do ar nas quatro estações de monitorização da região têm estado consistentemente abaixo dos valores limite de qualidade do ar que estão legislados em Portugal, através do Decreto-Lei n.º 102/2010, de 23 de setembro.

    A região do Algarve tem em regra bons níveis de qualidade do ar e o poluente que mais preocupações acarreta são as partículas em suspensão, face à proximidade com o continente africano e a suscetibilidade da região para os fenómenos de excesso de partículas na atmosfera com potenciais consequências das mesmas na saúde pública.

    Embora classificadas como evento natural, estas ocorrências são previamente alvo de aviso à população para cuidados redobrados sobre a exposição a estes fenómenos.

    Os dados da qualidade do ar monitorizados nas estações de monitorização, podem ser consultados online em QualAR, podendo ser obtidos relatórios de cada estação e de cada poluente medido.

    Fonte: CCDR Algarve
  • Lagoa faz balanço positivo da FATACIL

    Lagoa faz balanço positivo da FATACIL

    Retomando os números expressivos de 2022 e do período pré-pandemia em 2019, quando pela primeira vez atingiu 200 mil visitantes, a 43ª edição da FATACIL, realizada em Lagoa de 16 a 25 de agosto, superou novamente as 200 mil entradas ao longo de dez dias, marcando um aumento de 16% na venda de bilhetes.

    Outro recorde foi alcançado na noite de 24 de agosto, com os Calema, resultando em lotação esgotada e no encerramento das bilheteiras, pela primeira vez em 43 anos.

    «O controle contínuo das entradas e das vendas de bilhetes ‘online’ levou à suspensão das vendas para priorizar a segurança», disse o presidente da Câmara, Luís Encarnação, durante a avaliação do evento, acrescentando que «foi necessário ajustar as áreas de acesso ao palco principal para assegurar que tudo transcorresse sem problemas».

    Este sucesso deve-se à ampliação do espaço do evento, que incluiu um novo palco secundário, o Palco Algarve, proporcionando mais oportunidades para artistas e diversificando a programação, satisfazendo diversos públicos e beneficiando os comerciantes nas áreas onde novos fluxos de pessoas foram criados.

    Luís Encarnação destacou a importância de a FATACIL 2024 ter oferecido «diversos espetáculos e atividades simultâneas para públicos variados», reiterando «o compromisso com a inovação e o dinamismo que a FATACIL tem demonstrado nos últimos anos, que pretendemos intensificar para que os visitantes sintam que não é possível ver tudo em um único dia e queiram retornar».

    O presidente da Câmara de Lagoa agradeceu a todos que contribuíram para mais um evento de sucesso da FATACIL, desde os expositores até os profissionais de segurança, GNR e Bombeiros Voluntários.

    Breve história da FATACIL

    A FATACIL, conhecida como Feira de Artesanato, Turismo, Agricultura, Comércio e Indústria de Lagoa, é um evento emblemático que reflete a rica tapeçaria cultural e econômica do Algarve. Desde a sua humilde inauguração em 1980, a FATACIL tem crescido exponencialmente, tornando-se uma das maiores feiras de atividades económicas do sul de Portugal.

    A história da FATACIL começa com a sua primeira edição, realizada a 21 de junho de 1980, marcando o início de um evento que viria a ser uma tradição anual no Algarve. Inicialmente chamada de Feira Regional de Lagoa, contou com apenas 11 expositores e atraiu mais de 1.500 visitantes. No ano seguinte, o evento foi renomeado para FATACIL e viu um aumento significativo tanto em expositores quanto em visitantes.

    Ao longo dos anos, a FATACIL evoluiu de uma modesta feira regional para um certame de renome nacional, atraindo centenas de milhares de visitantes anualmente. A feira não só promove o artesanato, turismo, agricultura, comércio e indústria locais, mas também se tornou um ponto de encontro para negócios e um local de celebração da cultura algarvia.

    A FATACIL é mais do que uma feira; é um reflexo do espírito empreendedor e da identidade cultural do Algarve. Com uma programação diversificada que inclui concertos musicais, espetáculos de arte equestre e atuações de folclore, a feira oferece algo para todos, celebrando a herança e a inovação da região.

    Fontes: CM de Lagoa e Copilot
  • Em 3 de Setembro Silves celebra conquita da cidade

    Em 3 de Setembro Silves celebra conquita da cidade

    O município de Silves promete momentos únicos e uma programação envolvente e abrangente com arte, distinções de mérito e concertos.

    As celebrações têm início no dia 1 de setembro, no Castelo de Silves, pelas 21:00 horas, com a atuação que junta a Banda da Sociedade Filarmónica Silvense e a Fanfarra Káustica, espetáculo inovador no âmbito do Dia Nacional das Bandas Filarmónicas.

    No dia seguinte, 2 de Setembro, o destaque chega com a inauguração da Exposição «Perfis», de pintura e ilustração, da artista silvense Isabel Avó, às18:00 horas, na Biblioteca Municipal de Silves.

    No dia 3 de setembro o programa vai chegar à vila de Alcantarilha com a inauguração da exposição póstuma de fotografia de José Guerreiro Rodrigues, pelas 18:30 horas, no Centro de Exposições de Alcantarilha.

    Nessa noite, último dia das comemorações do «Dia da Cida.de de Silves», às 21:00 horas, no Castelo de Silves, realiza-se a cerimónia das Distinções de Mérito Municipal que marcam também as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril.

    O encerramento das celebrações ficará a cargo de João Gil, Vicente Palma, Tim, Celina da Piedade, Vitorino, Paulo Ribeiro, Sebastião Santos e Jorge Serafim sobem ao palco, do Castelo, TAIS QUAIS, para um concerto memorável, de canções do Alentejo.

    A iniciativa, organizada pelo município de Silves, tem de entrada livre.

  • Sismo de 5.3 sacode Agosto

    Sismo de 5.3 sacode Agosto

    O sismo repercutiu por todo o País, vizinha Espanha e Marrocos, tendo ocorrido num local bastante sensível da crosta terreste, do qual têm partido mais sismos de maior intensidade.

    Há relatos por toda a comunicação social e pelas redes sociais que divulgam a intensidade e a perplexidade com que cada cidadão sentiu o sismo, o que, certamente tem a ver com a orografia e composição dos terrenos locais.

    Não há registo de danos pessoais ou materiais até ao momento, mas fervilham as acusações de negligência, tendo a autoridade esclarecido que, para a intensidade ocorrida, não estão previstas medidas especiais.

  • PCP alerta para degradação do SNS no Algarve

    PCP alerta para degradação do SNS no Algarve

    Entende que a estratégia «tem sido em criar a ilusão de que está a enfrentar os problemas que afectam o Serviço Público manifestando preocupação, sacudindo responsabilidades e apresentando medidas que não são eficazes ou são desajustadas no tempo urgente que é preciso responder».

    «Prejudicadas são as crianças e mães, que assim se vêm perante profundos retrocessos nos seus direitos e numa situação de enorme insegurança e aflição», acrescentam.

    Para o PCP «O momento do parto e a sua assistência devem ser o mais tranquilos, seguros e com a maior qualidade possível, para isso é necessário existirem as melhores condições mas também serviços públicos que transmitem confiança».

    Entende que um caso recente que demonstra todo um inqualificável quadro que se vive no Algarve, «o nascimento esta semana de um bebé numa ambulância a caminho de Faro, sendo que a origem do transporte foi precisamente o concelho de Portimão, que foram obrigados a fazer 70 quilómetros devido ao encerramento da maternidade do Hospital de Portimão».

    A questão que se coloca hoje aos utentes e aos profissionais de saúde, entende a DORAL do PCP é «travar este ciclo de enfraquecimento e degradação do SNS e com a sua luta impedir que se continue a transferir milhões de euros para os grupos económicos privados da saúde em vez de serem utilizados no necessário reforço e valorização do serviço público

    O PCP esteve presente e a manifestar solidariedade aos enfermeiros algarvios, que terminam hoje uma greve de dois dias e que através do seu sindicato de classe o SEP – Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, realizaram uma acção no Hospital de Faro de denúncia da falta de 1000 enfermeiros na região e de exigência de melhores condições de trabalho, remuneratórias, de horários e de soluções para o SNS.

  • Dia Ibérico na Fatacil

    Dia Ibérico na Fatacil

    O evento ocorrerá no recinto da Fatacil, na área do Espaço Agropecuário, às 17h00.

    A cooperação transfronteiriça, um dos pilares de desenvolvimento da região Algarve-Alentejo-Andaluzia e parte da estratégia europeia de coesão regional, será o foco desta sessão, que examinará o fortalecimento dos laços entre países vizinhos e como impulsionar projetos que permitam acesso a financiamentos comunitários, promovendo progresso social e econômico nas áreas de fronteira.

    Incluirá a apresentação do projeto RAIA, que visa estabelecer uma rede na região Alentejo-Algarve-Andaluzia, oferecendo às administrações públicas, associações, empresas e cidadãos as ferramentas necessárias para fomentar a inovação agrícola em áreas rurais, transformando a região transfronteiriça de La Raya em um território de novas oportunidades de negócio e preparado para enfrentar novos desafios e oportunidades.

    Após isso, haverá a Apresentação e Degustação de Vinhos da Andaluzia (Huelva), pela VIMAR – Feira do Vinho e do Mar, um evento que une vinho e marisco na Andaluzia e ocorre no final de novembro de 2024.

    No mesmo dia, no espaço “Amar a Terra”, stand da CCDR Algarve, I.P., será possível descobrir os produtos inovadores da República Clandestina, dedicada à produção artesanal de compotas picantes, uma linha única que combina a doçura das frutas com a picância das pimentas.

    A sigla ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) representa um conjunto de responsabilidades ambientais, sociais e de governança que uma empresa ou organização deve adotar para alcançar seu desenvolvimento.

    FOZ & Copilot