Desde hoje e até ao dia 10 de janeiro de 2024 está a decorrer, a Consulta Pública à proposta de Plano de Cogestão do Parque Natural da Ria Formosa, PNRF,
Os cidadãos que assim o entenderem, devem enviar o seu contributo entre as referidas datas para o correio eletrónico da AMAL ou, poia postal para o para o Gabinete de Apoio ao Presidente, na Câmara Municipal de Faro.
Entretanto, vão ser promovidas duas sessões públicas de apresentação da proposta de Plano de Cogestão a 4 de janeiro de 2024 às 18:00 horas, na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, em Tavira, e no dia 9 de janeiro de 2024, também à 18:00 horas no Salão Nobre da Câmara Municipal, Faro
Os documentos podem ser consultados em https://amal.pt/comunicacao/895-consulta-publica-ao-plano-de-cogestao-do-parque-natural-da-ria-formosa-arranca-dia-12.
Na fase inicial de elaboração do Plano de Desenvolvimento Social do Algarve, PDSA, foi traçado o Diagnóstico Social da região, que teve por base diversos indicadores, como o fato de, nas duas últimas décadas, a população residente do Algarve ter crescido 18,3%, enquanto, no mesmo período, a população portuguesa decresceu 0,1%. Os estrangeiros representam já 22,5% do total de residentes, enquanto no resto do país essa representatividade é de 6,8%.
Quanto à população residente em risco de pobreza há aqui valores superiores à média do país, e, no final do ano passado, 10.963 crianças e jovens encontravam-se em situação de pobreza extrema na região.
A qualidade do emprego no Algarve é, em média, pior do que no resto do país. Os salários são mais baixos e os contratos de trabalho têm maior precaridade. O Algarve apresenta piores condições ao nível da saúde, conclusão aferida pelos indicadores per capita, como número de médicos, enfermeiros e camas de hospital.
O acesso à habitação constitui um dos principais problemas da região e existe uma quase ausência de respostas no que toca à habitação social, já que as autarquias, na sequência da crise e das consequentes restrições ao investimento, foram obrigadas a não prosseguir no aprofundamento desta vertente, que é, alías uma competência do Governo.
Ao nível da educação, têm-se registado níveis de insucesso e de abandono escolar precoce acima da média nacional. O Algarve enfrenta, assim, desafios de diversa ordem, que devem merecer uma resposta de dimensão regional, que confira uma maior coerência e eficácia nas soluções, e é a esses desafios que se pensa responder com este Plano, a ser concretizado através de 12 programas de ação, cada um deles com objetivos a fixar, medidas a desenvolver e meios a afetar.
Integram, também, o núcleo central deste projeto: a Delegação Regional do IEFP; a Administração Regional de Saúde; a Direção Regional dos Estabelecimentos Escolares; a CCDR Algarve; a Universidade do Algarve; a União Regional das Instituições Particulares de Solidariedade Social e o Secretariado das Misericórdias do Distrito de Faro.
A curto prazo irão ser implementados seis programas, que as diversas entidades regionais vão definir no seu conteúdo, objetivos, metas, meios e quadro de responsabilidades de execução: Estratégia Regional de Combate à Pobreza; Programa Regional de Apoio à Infância; Programa Regional para a Integração de Imigrantes; Estratégia Regional para o Acesso à Habitação; Programa Regional para o Combate ao Insucesso e Abandono Escolar e Programa Regional para a Igualdade de Género e Combate à Violência Doméstica.
A execução e implementação do Plano de Desenvolvimento Social do Algarve irá ser tarefa da Plataforma de Acompanhamento, formada pelas entidades regionais envolvidas e que irá, de imediato, iniciar o trabalho. Esta Plataforma irá coordenar e monitorizar o PDSA, bem como produzir conhecimento sobre a região.
O serviço, para além do bloqueio que representa uma portagem anacrónica, em tempo da inteligência artifcial e de redes 5 G que as operadoras dizem dispor na Região, tem um pórtico lento e, ainda encima, com pessoal reduzido. O trânsito, em casos semelhantes, corre fluído de Portugal para Espanha, durante os 365 dias do ano, sem pagar.
A instalação de portagens na SCUT da Via do Infante, mostra, uma vez mais a incapacidade dos sucessivos Governos para fazerem as contas mais simples que exitem.
Os prejuízos de uma chegada atempada ao Algarve por parte de quem nos visita; as desistências daqueles que não se querem sujeitar a este tormento; as compras que não se fazem para animar as economias locais; e o respetivo IVA que o Estado poderia arrecadar sem tal bloqueio, certamente que superam as moedinhas que se arrecadam de cada automobilista espanhol, para além da deselegância de tratamento perante o Estado vizinho..
No Algarve, além de respostas inovadoras como o Housing First ou os apartamentos partilhados, destaca-se o Centro de Alojamento de Emergência Social (CAES), criado pelo Movimento de Apoio à Problemática da Sida (MAPS), no Patacão, em Faro.
As instituições europeias, o Governo português, os parceiros sociais, a sociedade civil, comprometeram-se a trabalhar em conjunto para lutar contra a situação de sem-abrigo na União Europeia e em Portugal.
No Programa Regional Algarve 2030, o apoio a pessoas em situação de sem-abrigo tem uma dotação indicativa que duplica os valores do quadro de programação anterior. Pretendem-se intervenções precoces e acompanhamentos mais próximos, complementados pelo acesso à habitação, melhores resultados ao nível da reinserção social desta população vulnerável.
Também com progressos no combate ao problema, o projeto LEGOS, uma parceria apresentada por instituições da região, com o apoio dos Municípios e respetivos Núcleos Locais para a Integração de Pessoas em Situação de Sem-Abrigo, NPISA, constitui uma abordagem inovadora de desenvolvimento social e de promoção de estratégias locais de inclusão ativa, tornando o Algarve numa importante referência na meta estabelecida pela estratégia nacional.
Neste sentido, foi lançada uma Plataforma Europeia de Combate à Situação de Sem-Abrigo e, a nível nacional, foi delineada uma Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo (ENIPSSA), conduzida por uma Estrutura Executiva.
A condição de sem‑abrigo é considerada uma das formas mais graves de pobreza e privação que «tem de ser abolida por políticas específicas e integradas». Para além de se ter tornado uma prioridade da política social europeia, o apoio às pessoas em situação de sem-abrigo tem sido uma das bandeiras da Presidência da República e do Governo português, através do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
O Programa prevê o apoio a projetos integrados, de base territorial, de resposta a pessoas em situação de sem-abrigo, que promovam respostas de acompanhamento, suporte habitacional e ações ocupacionais que promovam a empregabilidade e a (re)inserção no mercado de trabalho.
Como objetivo pretende-se diminuir em 80% o número de pessoas sinalizadas em situação de sem-abrigo sem gestor de caso, aumentando a sua inserção no mercado laboral em pelo menos 30%.
O prazo de candidatura ao Aviso em curso termina a 14 de dezembro.
Este foi o primeiro projeto apoiado pela Fundação «La Caixa», no Algarve, e, para vice-presidente da câmara municipal local, representa ´«um dia muito feliz para Castro Marim» e uma oportunidade para o posicionamento internacional das salinas e zona de sapal e para a incubação de muitos outros projetos no território do Baixo Guadiana.
As salinas de Castro Marim vão funcionar, também como uma maternidade de ervas marinhas, que estão em declínio global e são essenciais ao sistema costeiro, quer pelo sequestro de carbono, quer pela purificação da água e retirada dos nutrientes.
O projeto é liderado pela start-up e spin off da Universidade do Algarve, BlueZ C Institute – Associação para a Conservação Marinha e Economia do Carbono, e tem a parceria do Município de Castro Marim, Eurocidade do Guadiana e empresa MadeinSea.
Restaurar o ecossistema das ervas marinhas nas Salinas de Castro Marim, é o grande desígnio do projeto «Sal C», que foi publicamente, no Revelim.
O Governo prolongou acesso à Plataforma RNAL assim, os titulares do registo de alojamento local, podem efetuarem prova da manutenção da atividade de exploração, até às 23h59 do dia 13 de dezembro de 2023, quarta-feira.
Foi considerado o fato de se verificaram alguns constrangimentos no acesso, devido à elevada afluência registada nos últimos dias, à plataforma «RNAL – Registo Nacional de Alojamento Local».
Disponibilizada ao público em 20 de novembro, os visitantes poderão conhecer os principais pontos do reino de Arendelle, incluindo a Montanha do Norte, o Palácio de Gelo e a torre do relógio.
Todo o ambiente foi fielmente retratado de acordo com o que é visto no filme. Além da oportunidade de conhecer Arendelle pessoalmente, os visitantes também poderão encontrar os próprios personagens do filme vagando pelo espaço, como é de costume nos parques da Disney. A atração também conta com uma grande programação musical, com uma banda tocando músicas presentes na animação.
Existem três atrações disponíveis no World of Frozen: a montanha-russa “Wandering Oaken’s Sliding Sleighs”, um passeio de barco chamado “Frozen Ever After” e uma experiência interativa intitulada “Playhouse in the Woods”. A atração Frozen Ever After é a mesma presente nos parques de Orlando, nos EUA, enquanto o Playhouse in the Woods é direcionado para o público infantil, visando recriar o “Dia de Neve de Verão” presente no filme.
Além das atrações, os visitantes ainda têm a oportunidade de visitar outros três pontos de interesse. O primeiro é a “Golden Crocus Inn”, um restaurante com pratos inspirados na culinária vista na animação; ainda na parte gastronômica, o parque dispõe do “Northern Delights”, uma loja de sobremesas congeladas com uma vasta variedade de doces e derivados. Por último, temos a loja “Tick Tock Toys”, com uma grande seleção de brinquedos temáticos e souvenirs.
De acordo com o diretor administrativo da Disneyland de Hong Kong, Michael Moriarty, esse é o parque mais imersivo do conjunto e foi construído exclusivamente ali devido ao interesse regional pelo filme. Ele também afirma que a Ilha de Lantau, onde se encontra a atração, possui alguns elementos naturais únicos que contribuíram com uma adaptação fiel aos cenários vistos no filme.
Para aqueles que estão planejando conhecer o World of Frozen no futuro, fechar um pacote Disney já garante acesso a todos os parques inclusos. Com um único ingresso, já é possível conhecer os clássicos Main Street, Fantasyland, Adventureland e Tomorrowland, além do novo espaço de Frozen e diversas outras atrações disponíveis na unidade de Hong Kong.
O presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, Francisco Amaral, e o tenente-coronel Carlos Almeida, em representação da Guarda Nacional Republicana, formalizaram o auto de transferência de uma moto, devidamente equipada.
Este bem, permitirá a melhoria do patrulhamento rural, da proteção florestal ou o reforço da segurança em eventos. Fica integrado no âmbito da estratégia de cooperação interinstitucional, na salvaguarda do interesse público e melhoria das condições de segurança da comunidade local
Esta política está integrada na colaboração entre organismos, e na afirmação da autarquia, junto do Ministério de Administração Interna, MAI, da necessidade de formular um contrato administrativo que concretize o acordado de cedência de lote, devidamente infraestruturado, para a construção de um novo posto da GNR em Castro Marim.
O presidente entende que os projectos são compatíveis e afasta a ideia da existência de conflito entre a construção de uma barragem e um projeto de prospeção mineira nas freguesias de Alcoutim e Castro Marim, por haver formas de garantir que ambos os projetos beneficiam um território afetado pela perda e o envelhecimento populacional.
Osvaldo Gonçalves lembrou que os municípios da zona sempre se posicionaram a favor da construção de uma terceira estrutura de retenção no leste algarvio, que se somaria às já existentes barragens de Odeleite e do Beliche, e frisou que esse objetivo não colide com a realização de trabalhos de prospeção que permitam conhecer e valorizar o subsolo. Enquanto o aproveitamento da água da ribeira, com uma barragem, ou um açude garante que a água não se perde no rio e é aproveitada para reforçar as reservas de uma região, cada vez mais afetada pela seca e desertificação, a prospecção permite o rastreamento e valorização do subsolo.
Favorecer a instalação de projetos na serra algarvia, compatibilizando-os com os padrões ambientais e de segurança, permkitiria ultrapassar a dificuldade da captação de investimento por mecanismos de ordenamento que desvalorizam os territórios do interior, entende.
Frederico Regala é arqueólogo e estava a exercer funções como diretor de Serviços de Bens Culturais naquela Direção Regional algarvia.
Doutorado em Arqueologia pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve, 2021, com a dissertação sobre «O Património Espeleo-Arqueológico do Algarve: inventariação, caracterização e salvaguarda de cavidades cársicas com potencial arqueológico», obtendo a classificação final de Muito Bom com Distinção e Louvor.
Recebeu o Prémio Estácio da Veiga de Arqueologia e Evolução Humana, atribuído pelo Interdisciplinary Center for Archaeology and Evolution of Human Behaviour (ICArEHB), em parceria com a Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve, para distinguir o melhor trabalho de dissertação de Mestrado em Pré-História e Evolução Humana, 2016.
Pedro Gago, conservador-restaurador da DRCAlg assume o cargo de Diretor de Serviços de Bens Culturais, Adriana Freire Nogueira, que exerceu as funções de Diretora Regional de Cultura do Algarve, desde 2018, regressa, a seu pedido, à vida académica e ao cargo de Professora Associada da Universidade do Algarve.
A DRCAlg de nota de agradecimento à «dedicação, empenho e entusiasmo ao serviço da cultura no Algarve», destacando a abertura do Centro Expositivo da Fortaleza de Sagres, e a criação do Centro de Arte Contemporânea, no primeiro andar, que abriu com uma exposição de Manuel Baptista; a empreitada de manutenção e conservação dos mosaicos romanos da Villa de Milreu; a empreitada da obra de conservação e restauro dos módulos de taipa almóada do Castelo de Paderne; a obra de reabilitação do monumento de Alcalar 9 e sua área envolvente; a Rota Literária Saramago no Algarve e a criação do GAAC – Gabinete de Apoio aos Agentes Culturais, entre dezenas de outros projetos em que esteve envolvida.
Se o consumidor separar os biorresíduos do lixo comum estará a diminuir a quantidade de resíduos despejados em aterro e, consequentemente, a contribuir para uma menor pegada ambiental.
Segundo a Deco, cerca de 37% do lixo produzido pelas famílias portuguesas é composto por resíduos orgânicos, constituído por sobras de refeições e sobras da preparação dos alimentos. Estas podem, se aproveitadas, ser encaminhadas para a produção de composto orgânico, utilizado na agricultura ou na produção de energia elétrica.
Alguns municípios em Portugal já se encontram a fazer recolha dos biorresíduos, outros estão ainda na fase de implementação de projetos piloto e muitos outros nem sequer começaram, observou aquela organização de defesa do consumidor.
Há assim, uma tarefa urgente e imperativa, uma nova responsabilidade, na definiçao dos modelos de recolha que permitam a medição dos biorresíduos separados, dos tarifários para 2024, dos incentivos monetários para que os consumidores se empenham, nessa tarefa a aacrescentar às muitas que já existem no quotidiano doméstico.
Fala-se na impolementação de um sistema de recolha seletiva desses resíduos, que se deverá manter até à implementação do sistema Pay-As-You-Throw (PAYT). Atualmente o sistema de pagamento de resíduos tem o pagamento indezado ao consumo da água, penalizando a limpeza e a higiene pessoal.
Para a DECO deve existir uma campanha nacional de comunicação sobre o tema, que, e «considerando as especificidades de cada região e os sistemas de recolha adotados localmente, mobilize os consumidores para a participação ativa na separação dos seus biorresíduos. Com essa campanha pretende-se, ainda, proporcionar uma melhor compreensão de como funciona o serviço de gestão de resíduos urbanos em Portugal».
Quais são os resíduos orgâncicos que temos de separar
Os resíduos orgânicos são, como se disse, todos os restos de alimentos, como cascas de frutas, legumes, ovos, saquetas de chá, borras de café, etc. e representam uma grande parte do lixo que produzimos e o que as autoridades decisoras esperam é que sejam reciclados de forma ecológica e útil.
A compostagem consiste em transformar a matéria orgânica em adubo natural para as plantas. Pode ser feita em casa, usando um recipiente com várias camadas onde se depositam os resíduos orgânicos e se misturam com serragem, folhas secas ou outros materiais ricos em carbono.
Temos de ter em atenção que o processo de decomposição dos resíduos orgânicos leva alguns meses. Resulta num composto rico em nutrientes que pode ser usado como fertilizante natural, mas esta solução apenas ter´s utilidade paara as zonas rurais ou para quem possui pequenas hortas. As vantagens, como reduzir o volume de lixo que vai para os aterros, evitar a emissão de gases de efeito estufa, economizar dinheiro com fertilizantes e melhorar a qualidade do solo.
Outra forma de reciclar os resíduos orgânicos é separá-los do lixo reciclável e colocá-los em sacos biodegradáveis, que se degradam mais facilmente do que os sacos de plástico, encontrados em alguns supermercados ou lojas de produtos ecológicos, mas trata-se de um custo acrescentado.
Os resíduos orgânicos separados devem ser colocados em contentores específicos, que são recolhidos pelos serviços municipais e encaminhados para aterros sanitários ou para unidades de tratamento de resíduos orgânicos. Nestas unidades, os resíduos orgânicos são submetidos a processos de digestão anaeróbia ou de compostagem industrial, que permitem produzir biogás, energia elétrica ou composto orgânico.
Jaime Velazques, em trabalho para a Euronews, anota que se está a retirar muito mais água do que realmente temos e que o último recenseamento revela que apenas metade das aves que habitualmente param nestes charcos chegou este ano, na migração de inverno.
A redução da precipitação e a sobre-exploração do aquífero para o cultivo de frutos silvestres, em muitos casos através de poços ilegais, levaram o parque nacional à beira do colapso e a UNESCO a considerar retirar o reconhecimento de Doñana como Património Mundial.
As autoridades espanholas decidiram apresentar um plano de 1,4 mil milhões de euros para salvar a zona húmida, o qual prevê a substituição de algumas das estufas por culturas de sequeiro ou a devolução do terreno ao seu estado original.
Os agricultores dos arredores de Doñana podem vir a receber receberão até 100.000 euros por hectare pelo abandono das culturas, mas, segundo apurou o jornalista da Euronews, questionam o verdadeiro alcance da medida e asseguram que só a redução do volume de extração do aquífero fará com que a água volte a correr para Doñana.
A prática de brindar com espumante remonta aos tempos antigos, quando a bebida era associada à realeza e à opulência. Amplamente utilizada em grandes celebrações, a prática ganhou notoriedade ao longo dos séculos e tornou-se uma presença marcante nas festividades de fim de ano, sendo vista como uma forma de celebrar e atrair coisas positivas para o novo ano.
Naquela época, possuir uma garrafa de espumante era considerado um sinal de grande riqueza e poder. Era como se representasse a abundância e a prosperidade nas festividades. Embora tenha tido origem na Europa, a tradição rapidamente se disseminou por outros continentes e países.
Este gesto, na sua simbologia, evoca celebração, alegria e a esperança de um novo ano repleto de realizações, enquanto aguarda novos caminhos que podem apresentar-se.
A escolha do espumante como símbolo de celebração, além da história, também se baseia no seu sabor e apresentação. A bebida em si confere um toque de sofisticação e festividade à ocasião.
Há opções para todos os gostos, como Moscatel e Brut. No universo dos brindes de Réveillon, o espumante, especialmente o Moscatel, destaca-se como uma escolha refinada e versátil para celebrar a virada do ano. O Moscatel, reconhecido por sua doçura e aroma floral distintivos, adiciona uma dimensão única à experiência de brindar, cativando paladares diversos.
O ato de brindar com espumante é considerado uma superstição positiva. Muitas pessoas que valorizam as tradições de
Ano Novo acreditam que brindar com uma bebida espumante traz boa sorte e prosperidade para o ano que se inicia. Ao erguer a taça, parece que estamos invocando boas energias e atraindo coisas positivas para o próximo ano.
Além do sabor e da cor, a presença das bolhas confere um apelo festivo ao espumante. Pela simbologia e significado que esta tradição carrega, as bolhas do espumante e o ato de abrir a garrafa trazem consigo um apelo festivo que outras bebidas não têm.
Brindar em conjunto e o tilintar das taças são algumas das imagens mais comuns quando se trata de festas de Ano Novo, reforçando ainda mais a importância e o significado de uma tradição como esta.
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Telecomunicações e Audiovisual (SINTTAV/CGTP-IN) e o Sindicato Independente dos Trabalhadores da Informação e Comunicação (SITIC) enviaram à RTP o corresponde pré-aviso de greve no passado dia 30 de novembro, informas a CGTP-IN.
O SINTTAV foi recebido na Comissão de Assuntos Parlamentares, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, no âmbito de denúncia realizada junto da Inspecção Regional do Trabalho sobre a existência de trabalho precário na RTP Açores.
Mantém-se igualmente em vigor, por tempo indeterminado, a greve a todo e qualquer tipo de trabalho prestado em dia feriado, bem como a todo o trabalho suplementar. Os trabalhadores da RTP têm estado em luta por aumentos salariais e pelo reforço do reenquadramento profissional dos trabalhadores, que os sindicatos afirmam ser a única forma de progressão naquela empresa pública de comunicação.
Largos milhares de pessoas encheram a vila alentejana de Fronteira para acompanhar as peripécias da BP Ultimate 24 Horas TT.
A equipa inscrita pelo português Manuel Aires, que além de Aires e Pisano também incluía os franceses Jérémy Warnia e Jean-Luc Ceccaldi, tinha acabado de passar para a frente na penúltima das 104 voltas que fez ao Terródromo, num dos finais mais emocionantes de sempre na prova do Automóvel Club de Portugal.
Quando estavam cumpridos 23h45m, os franceses Laurent Poletti, Franck Cuisinier, Ronald Basso e Adrien Favarel pareciam estar a caminho da segunda vitória consecutiva em Fronteira, depois de terem liderado grande parte da prova.
Contudo, a equipa MMP calculou mal a quantidade de gasolina necessária para o último turno de condução e Poletti teve de diminuir o andamento nas duas últimas voltas, para garantir que chegava ao final.
Numa pista com 16,4 quilómetros, isso significou a ultrapassagem decisiva de Pisano, que viria a terminar com 2m37s de vantagem após 1.440 minutos de corrida.
Manuel Aires, é natural de Alfândega da Fé e está emigrado em França há 30 anos e compete em Fronteira desde 2019. “Nas 24 Horas de Paris, ficámos em segundos, mesmo no limite, a menos de dois minutos do primeiro. Agora foi a nossa vez!”, afirmou, apontando para o céu.
Atrás das equipas de Aires e Cuisinier, o pódio ficou completo com a equipa luso-francesa de Claude Fournier, Ricardo Porém, Gustavo Moura e Gustavo Moura Jr., num MMP que venceu a categoria T4. A primeira equipa 100 por cento nacional foi a de Amândio Alves, João Silva, Márcio Reis e Rogério Reis, noutra máquina construída pela francesa MMP, da categoria T3.
O top 5 ficou completo com a formação de Ricardo Soares, que também incluía João Dias, Luís Maximino e João Marques (Nissan Navara), logo na frente de outra Nissan, mas da categoria T2, pilotada por Henrique Lourenço, João Lourenço, Ricardo Sobral e Nuno Sousa.
Um total de 64 equipas conseguiram completar a dura maratona alentejana, de entre os 77 concorrentes e mais de 300 pilotos que alinharam à partida, oriundos de Portugal, França, Bélgica, Letónia, Áustria, Países Baixos e Perú.
Do Mar Báltico ao Alto Alentejo
O que leva uma equipa de seis pessoas a viajar 4.500 quilómetros desde a Letónia para disputar uma prova de 24 horas de todo-o-terreno no Alentejo? Igor Skoks e a sua Tempo 24H já são figuras conhecidas da BP Ultimate 24 Horas TT Vila de Fronteira.
Viajam desde Ventspils, uma cidade portuária no Mar Báltico. «Já corremos em Fronteira desde 2005, primeiro com o Oskar e depois com este protótipo Mitsubishi. Gostamos muito da organização, do desafio da corrida, das pessoas, da atmosfera que se cria aqui em Portugal».
«Também corremos vários anos nas 24 Horas de França, mas preferimos Fronteira e nos últimos anos só fazemos esta prova. O nosso carro vai de ferry desde a Letónia até à Alemanha, depois vem de reboque até Fronteira. São mais de 4.500 quilómetros, mas gostamos disto e para o ano espero estar cá outra vez!”, afirmava Igor Skoks, à motorsports, acompanhado pelo filho, o também piloto Rudolfs Skoks. O terceiro piloto da equipa é Arvis Pikis, cujo filho é um dos dois mecânicos do Mitsubishi Pajero com que a formação letã venceu as 24 Horas de Fronteira em 2017.
É um relato que se assemelha ao de Pedro Ribeiro, português emigrado na Suíça que todos os anos marca uma semana de fériase conduz 2.000 quilómetros desde Lausanne para viver a experiência de Fronteira.
São exemplos que mostram o caráter especial da prova do Automóvel Club de Portugal, que completou um quarto de século. E a efeméride contribuiu para uma das maiores enchentes de sempre em Fronteira, com largos milhares de pessoas a acamparem na Herdade do Monte do Cego e nas imediações da vila, atraídas também pelo festival de música promovido pelo Município de Fronteira e encabeçado pelos Xutos & Pontapés.
Fonte: Gabinete de Comunicação BP Ultimate 24 HORAS TT Vila de Fronteira
Para Nuno Fazenda, ficou para trás a incerteza sobre o futuro do setor e anotou que o turismo, com exceção dos anos da Covid-19, cresceu sempre a dois dígitos, faltando agora o crescimento dos salários do setor, memcionando em especial os chefes de cozinha e os auxiliares de mesa e anotando que eles são 30% abaixo da média da economia.
Os recursos para promoção turística foram reforçados em 25 milhões de euros, defendendo que deve ser dado espaço às regiões de turismo, exemplificando que as prioridades do Algarve não são as mesmas que as do norte do País..
Espera-se um evento espetacular de 60 pequenos C1, a evoluir durante 24 horas no autódromo internacional do Algarve e será o fecho do pano sobre a temporada 2023 da C1 Eurocup, uma das mais disputadas provas de resistência dos últimos tempos, em território nacional
A grelha da partida para as 24:00 deverá contar com pilotos vindos da Alemanha, Angola, Bélgica, Dinamarca, Moçambique, Países Baixos, Reino Unido e Suíça, sendo os pilotos estrangeiros, o total de uma centena.No plano nacional há destaque para a presença de António da Costa.
Trata-se de um campeonato de baixos custos, com muita diversão ao volante e câmaradagem entre todos, segundo assinalam os organizadores, para quem são estes os pilares que levam ao sucesso experimentado nas edições anteriores e nas provas realizadas este ano
Este evento foi organizado pela Junta de Freguesia de Albufeira e Olhos de Água em parceria com o município, oferecendo, como é tradicional, o melhor da doçaria da época, artesanato e muita animação. Atuou o Rancho Folclórico de Olhos de Água, houve música de acordeão e a visita do Pai Natal. Hoje, o programa culmina com a atuação do Rancho Folclórico de Albufeira.
A Freguesia de Ferreiras, também tem um Mercadinho de Natal, a decorrer nos dias 9 e 10 de dezembro, das 14:00 às 20:00 horas, no Largo da Nora, Estádio da Nora. Esta é mais uma iniciativa cheia de cor e alegria, onde não faltam diversas sugestões para ofertas de Natal ou para decorar a casa e a mesa, bem como as tendas de artesanato, doçaria tradicional, animação e música ambiente.
O “Albufeira Natal” regressa, mais uma vez, à cidade. O maior Mercado de Natal do concelho está de volta à baixa da cidade de 15 a 23 de dezembro. O Largo Eng.º Duarte Pacheco vai transformar-se numa verdadeira “Aldeia Natal”, com várias personagens alusivas à época natalícia a interagirem com os visitantes.
Durante estes dias de festa, o Pai Natal instalou a sua casa por cá e vai andar a ouvir os desejos de todos os meninos e meninas. Há, ainda, uma pista de gelo e insufláveis para os mais corajosos. As banquinhas do Mercado de Natal vão estar repletas de produtos, que vão das meias de lã, aos doces tradicionais e peças artesanais para oferecer nesta quadra. Entre a diversificada oferta gastronómica é possível encontrar azevias, coscorões, rabanadas, bolos e doces confecionados à base de mel, frutos secos e gila, bem como os vinhos e licores que não podem faltar à mesa de Natal.
Para além da doçaria, também, se podem adquirir decorações de Natal e alguns presentes – peças originais produzidas por dezenas de artesãos da região. A par de tudo isto, a animação com cânticos e espetáculos especialmente preparados pelas academias artísticas e associações culturais e desportivas do concelho, enchem o espaço do verdadeiro espírito de Natal. A grande novidade desta edição do evento são os espaços especialmente pensados para crianças dos 3 aos 8 anos, sob a temática do filme Frozen II, mas onde não vão faltar ícones da Lego, e um outro pavilhão destinado a crianças com idade superior, sob o tema da Marvel Mission, onde os fãs vão receber diferentes missões, que têm que ultrapassar, para ajudarem os seus Super Heróis favoritos.
Os que preferirem podem optar pela “Escape Room”, um jogo de fuga, com sala de puzzles, jogo de saída ou sala dos enigmas. Trata-se de um jogo em que uma equipa de jogadores descobre pistas, resolve um puzzle e realiza várias tarefas, com o objetivo de conseguir a forma ideal de sair do local do jogo.
O “Albufeira Natal” abre no dia 15, às 16h00 e encerra às 22h00. Durante a semana, de segunda a sexta-feira, o Mercado está aberto das 16:00 às 21:00 horass; aos sábados das 11:00 às 22:00 horas e no domingo, dia 17, das 11:00 às 21:00 horas.
A Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde autorizou a contratação de 991 médicos, recém-especialistas, para colmatar as diferentes especialidades com apoio ao serviço de urgência.
Estes médicos e concluíram o internato médico na época especial de 2023, tendo sido emitido o parecer genérico favorável da DE-SNS à celebração dos contratos de trabalho, sendo dispensada qualquer outra formalidade, com vista à autorização do recrutamento.
As classificações finais do internato médico foram homologadas e o recrutamento pelas diferentes unidades hospitalares pode ocorrer a partir desta data, cabendo aos respetivos conselhos de administração a sua realização.
Estes médicos não vão estar nas especialidades de anatomia patológica, farmacologia clínica, genética médica, medicina do trabalho, medicina física e de reabilitação e radioncologia, cujas contratações ocorrem a partir de concursos das respetivas administrações regionais de saúde, mediante autorização por despacho dos membros do Governo responsáveis pela área da Saúde, Finanças e Administração Pública.
A região do território continental a absorver o maior número de profissionais é a de Lisboa e Vale do Tejo, com vagas para 384 médicos recém-especialistas. Seguem-se as regiões do Norte (282), Centro (196), Algarve (65) e Alentejo (64).
Entre os hospitais destaca-se o Centro Hospitalar Universitário do Algarve, que congrega as 65 vagas da região, sobressaindo a especialidade de medicina interna, com oito vagas. Logo depois surgem o Centro Hospitalar Universitário de Coimbra, com 47 lugares disponíveis, e o Hospital Distrital de Santarém, com 46.
A Câmara Municipal de Mértola e a Câmara Municipal de Alcoutim, com as entidades promotoras e parceiras dos projetos CCDesert e Pastagens Regenerativas, organizam as Jornadas do Mundo Rural nos próximos dias 5, 6 e 7 de dezembro.
A edição de 2023 incide principalmente sobre a aplicação experimental de práticas agrícolas e florestais nos territórios abrangidos pelos dois projetos (Castro Verde, Mértola, Ourique e Mértola).
Estes projetos são exemplos da diversidade de projetos regenerativos em curso no território e demonstram a necessidade de políticas públicas passíveis de disseminar, escalar e financiar as boas-práticas agrícolas e de regeneração pelo uso.