FOZ – Guadiana Digital

Autor: jestevaocruz

  • OE criticado por pequenas e médias empresas

    OE criticado por pequenas e médias empresas

    Diz aquela organização que o Governo, em fim de ciclo, «optou uma vez mais por não incluir nenhuma das medidas
    que a CPPME lhe apresentou e que considerávamos ser necessárias e fundamentais para relançar a economia
    ».

    Que o executivo nacional optou uma vez mais por não querer apoiar a atividade das Micro, Pequenas e Médias Empresas e, com elas, o sustento de mais de três milhões de trabalhadores.

    Optou por não eliminar as discriminações negativas e manter os obstáculos à sustentabilidade económica e à rentabilidade das Micro, Pequenas e Médias Empresas. Optou por continuar a adiar o futuro de Portugal, favorecendo os grandes grupos económicos e os grandes consumidores energéticos em detrimento das MPME representativas de 99,9% do tecido económico nacional.

    Diz a CPPME que, «contrariamente ao que foi propalado, este Orçamento mantém a diminuição acentuada do poder de compra das famílias e, consequente, a contração do mercado e a diminuição do potencial de rendimento das MPME».

    Os custos de contexto vão permanecer em alta, as taxas de juros, com a manutenção de custos e spreads bancários abusivos, continuarão a agravar dramaticamente e pôr em causa a viabilidade económica das MPME, segundo a sua avaliação.

    As alterações referentes ao IRC seletivo, com efeitos apenas em 2024, assim como as alterações referentes à taxa especial de IRC e às tributações autónomas, que necessitam de reforma total, como a CPPME defende há muito, «não têm reflexos positivos nas MPME.

    A manutenção de elevadas taxas de IVA, desalinhadas com as praticadas em Espanha, nomeadamente no que respeita à energia e combustíveis, contribui para o aumento galopante dos preços e não tem contrapartidas nas medidas anunciadas. O agravamento do cenário macroeconómico é uma certeza, face ao prolongamento da guerra, às consequências da pandemia e sua evolução e à inadequação e insuficiência das medidas anunciadas!

    A CPPME anotas, ainda que o Governo que agora cessa funções com este Orçamento condenou a economia nacional à estagnação e à falência de empresas e empresários. Deixa milhares de empresas numa situação económica dramática pondo em causa a manutenção de milhares postos de trabalho face ao não cumprimento do pagamento atempado de apoios e de projetos a que se candidataram.

    No atual contexto, as empresas atravessam um período de enorme instabilidade, não sabendo o que o futuro lhes trará. Os sinais existentes não auguram nada de bom!

    Quanto ao Governo que resultar das eleições de 10 de março aquela organização de micro, pequeno e médio empresários, contará com a apresentação pela CPPME de «Medidas Estruturantes e Transversais a todos os Sectores de Atividade» que permitam às empresas avançar para uma Economia Sustentável e Dinâmica.

  • Paulo Raimundo no Algarve

    Paulo Raimundo no Algarve

    A deslocação de Paulo Reimundo tem a ver com actual situação política, decorrente da demissão do primeiro-ministro do Governo de maioria do PS, que o PCP considera ser «uma oportunidade que o país e o Algarve devem aproveitar para mudar de política, para exigir um outro rumo que abra possibilidades de solução para os muitos problemas com que os trabalhadores e as populações estão confrontados».

    Caracteriza a difícil situação social decorrente dos baixos salários e pensões que considera insuficientes, e «o brutal aumento do custo de vida, dos problemas na Habitação e nos serviços públicos, em particular no Serviço Nacional de Saúde, as portagens na Via-do-Infante, a deficitária rede de transportes regional», e vem apresentar aos algarvios a alternativa de «continuar nesta aflitiva situação ou dar mais força ao PCP e à CDU».

    Na agenda de Paulo Raimundo está ainda o contacto com a população e feirantes no Mercado mensal de Moncarapacho, às 10:00 horas e um almoço-convívio em Faro, na Cooperativa de Consumo Popular de Faro – COOPPOFA, às 13:00 horas

  • Confraria do Atum dá balanço à atividade social

    Confraria do Atum dá balanço à atividade social

    A confraria vilarealense concretizou um ano cheio de atividades e participações por todo o país e na vizinha Espanha, nada menos que 95. António Cabrita, presidente da Confraria do Atum salienta que a associação realizou uma forte divulgação do nome de Vila Real de Santo António e do seu entorno, com o seu produto estrelar, essencialmente do ponto de vista gastronómico, que é o atum.

    A título de exemplo, refira-se o que têm sido os três últimos meses de presença dos responsáveis e participantes nesta confraria, numerosa, como se pode observar e distendida por todo Portugal e Andaluzia.

    Pessoas sorridentes em evento de premiação.

    Em Alvaiazere conviveu com a Confraria do Chicharo: em Ayamonte este numa da exposição de pintura e escultura – “Entre duas margens”, patrocinada pelas autoridades locais, Em Colindres/Cantábria/Espanha, aconteceu a geminação com a Cofradia del Bonito del Norte, participou em convívios, tais como, em Barcelos, a Confraria do Galo de Barcelos.

    Em Sabugosa/Tondela, estiveram com a Confraria dos Carolos e Papas de Milho, em Portimão com confraria dos Gastrónomos do Algarve, em Olhão, com a Confraria Olhanense do Litão e com a Confraria Marinha da Ria Formosa., em Memória, Leiria, com a Confraria do Carneiro e das Sopas do Verde, em Espinho, com a Confraria da Caldeirada de Peixe e do Camarão de Espinho, em Setúbal, com a Nobre Confraria Gastronómica do Melhor Peixe do Mundo, em Pinhal Novo, Palmela, com a Confraria da Sopa Caramela,.

    Entretanto, comemoraram o 15º aniversário da Confraria do Atum.

    Grupo em trajes tradicionais com bandeira da confraria.
    confraria do atum

    Prosseguiram os encontros em Alcaçovas, Viana do Alentejo, com a Confraria dos Doces Conventuais do Alentejo, em . Valdepeñas de Jaen/Espanha, geminaram com a Cofradia del Dornillo; em Estremoz com a com a Confraria do Enófilos do Alentejo; em Ayamonte/Espanha , na feira do VIMAR, feira do vinho e do mar; em Barranco do Velho/Loulé, com a Confraria da Serra do Caldeirão; em Campo Maior – Confraria Gastronómica do Alentejo, em homengem a comendador Rui Nabeiro.

    Registam-se as presenças em Odivelas, com a Confraria da Marmelada de Odivelas; em Arouca , na Assembleia Geral da FPCG, Federação Portuguesa das Coopetivas Gastronómicas; em Arouca , com, Confraria da Carne Arouquesa; em Carapelhos/Mira – Confraria dos Nabos e Companhia.

    Em Monte Gordo/VRSA promoveram o Almoço de Natal da Confraria do Atum. Em Albufeira, o convívio foi com a Confraria do Bacchus; e na Guia, com a Confraria dos Amigos da Guia e do Frango da Freguesia. .Em Vila Reasl de Santo António foi a Assembleia Geral Electiva da Confraria do Atum e a Caldeirada de Natal no Zé Calceteiro.

    Estas atividades dão nota de uma intensa e movimentada atividade com um ano de forte emoções e grandes divulgações, a demonstrar que a Confraria do Atum se encontra num periodo de vida bem recomendavel.

    Evento Fiesta de la Matanza com porco e peixe, Jaén.
    confraria do atum 2
  • Santo António de Arenilha salta para a História com Fernando Pessanha

    Santo António de Arenilha salta para a História com Fernando Pessanha

    A separata, foi editada pela Editora Guadiana, leva por título «Cartografia de Uma Vila Régia Artilhada Contra Ayamonte» na «Separata de cartografia de uma vila régia artilhada contra Ayamonte», ao abrigo das «Jornadas de Historia de la my Noble y Leal Cudad de Ayamonte Vol. XXV2022» do investigador e historiador vilarrealense.

    A sessão contou com a participação de numeroso público interessado na evolução de Vila Real de Santo António, cujos tempos anteriores e motivos para ser erigida pelo Marquês de Pombal, no reinado de D. José I, ocorreram durante a Revolução Iluminista que percorria a Europa.

    A investigação foi apresentada no âmbito do ciclo «Arquivo entre Histórias» e constitui mais um contributo para a construção do conhecimento sobre o que foi a vila régia fundada na foz do Guadiana, entre a sua edificação e momentos incontornáveis da nossa história contemporânea, como a Guerra das Laranjas ou as invasões francesas.

    Estiveram também presentes o vereador da autarquia com o pelouro do Património Material e Imaterial, Fernando Horta, e da presidente da Assembleia Municipal de VRSA, Célia Paz.

    José Estêvão Cruz, por procuração da diretora do Jornal do Algarve, leu um texto de saudação ao historiador Fernando Pessanha. Aquele jornal vem apoiando a publicação dos trabalhos do autor inserindo mensalmente na revista encartada no corpo do jornal, dedicada aos assuntos da cultura.

  • Mulheres empreendedoras encontraram-se em Ayamonte

    No âmbito da Eurocidade do Guadiana, no dia 24 de novembro, realizou-se um encontro no Centro de Exposições e Congressos da cidade de Ayamonte que teve a participação de Mulheres Empreendedoras, para além de workshops temáticos de capacitação empresarial.

    Foram quatro os workshops temáticos, Plano de Negócio e Propriedade Intelectual (CRIA, Univ. Algarve); Direito Fiscal e Normais Laborais Transfronteiriças (Gabinete Jurídico); Atuação da EU em prol das mulheres (Centros Europe Direct Huelva e Algarve); e Oficina de Oportunidades (Conselheiros Eures T Huelva e Algarve).

    Neste encontro, estiveram presentes Silvia Madeira, diretora da Eurocidade do Guadiana, Álvaro Araújo, presidente da câmara municipal de Vila Real de Santo António e Filomena Sintra, pelo concelho de Castro Marim.

  • Diogo Piçarra em Monte Gordo

    Diogo Piçarra em Monte Gordo

    Monte Gordo celebrará a chegada do Ano Novo, nos dias 30 e 31 de dezembro, com um programa de passagem de ano para toda a família, onde não faltará muita música e um espetacular fogo de artifício, anunciou a câmara municipal. O programa das festividades tem início no sábado, dia 30 de dezembro, na Avenida Marginal, com o espetáculo «I Love Baile Funk», às 22h30.

    Como vem sendo tradição, às primeiras badaladas de 2024, o céu da praia de Monte Gordo irá iluminar-se com um magnífico espetáculo de fogo de artifício para celebrar o novo ano.

    Cartaz de Passagem de Ano 2023 com Diogo Piçarra.
  • APALA quer preservar tradições

    APALA quer preservar tradições


    Esta associação alturense promove a pesca sustentável e lúdica, a educação ambiental, a valorização da cultura da pesca e a ação pedagógica sobre a mesma, para todas as idades. Trabalha essencialmente com o objetivo de preservar esta atividade e garantir que a mesma continue a ser parte importante, no Sotavento algarvio, para as gerações futuras.

    No plano pedagógico, a associação vai apostar em formações na área da pesca para todas as idades, com protoco que visam a colaboração entre várias entidades formadoras. A APALA declara-se como uma associação amiga do ambiente e ainda preocupada com o futuro, não só do mar, mas também das gerações seguintes. Quer ser um agente de mudança na promoção da educação ambiental e do desenvolvimento local.

    No sábado, dia 25 de novembro, realizou-se a primeira ação da associação naquilo que é considerado a preservação ambiental.

    Os membros pertencentes à APALA arregaçaram todos as mangas e realizaram uma limpeza do lixo na área abrangida da associação, a praia da Alagoa.

  • Semana da Floresta autóctone


    No âmbito das comemorações da Semana da Floresta Autóctone, realiza-se, no dia 30 de novembro, no Campo Escutista, na Ma ta Nacional da Conceição de Tavira, mais um dia de plantação de árvores. A primeira ação ocorreu, no passado dia 23, com a participação da comunidade local.

    Com esta iniciativa, a edilidade pretende despertar a população para a valorização e preservação das espécies autóctones, assim como para a necessidade de combater as espécies invasoras.

    A organização desta Semana conta com a colaboração de vários voluntários, dos alunos do 2.º e 3.º Ciclos do Agrupamento de Escolas Dr. Jorge Augusto Correia, do Centro Ciência Viva de Tavira, do Corpo Nacional de Escutas, do ICNF – Instituto de Conservação da Natureza e da ALGAR – Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, SA.

  • Huelva terá 54 novos fogos em regime de cohousing

    Huelva terá 54 novos fogos em regime de cohousing

    Para o efeito, aquela entidade comprará o Colégio de Ferroviários, revela o Huelva Informacíon, uma vez que a Cooperativa Senior Cohousing Huelva, está a propor um moderno complexo residencial no Ensanche Sul da cidade.

    Foi no passado dia 20 de novembro que foi depositado, no Registo do Ayuntamiento de Huelva, o pedido de uma parcela dotacional sanitária assistencial, acompanhada do anteprojeto das unidades residenciais a construir, distribuídas por dois pisos de um edifício de três pisos e pátio, 27 fogos em cada piso.

    O que é o cohousing

    O cohousing é uma forma de habitação cooperativa que permite aos residentes viver em habitações de uso individual e partilhar zonas comunitárias, desenhadas como extensão da casa. O espírito de partilha é elevado a outro nível, replicando os conceitos de repúblicas estudantis, mas aplicadas aos mais velhos.

    Na prática, o cohousing pode acolher estúdios ou apartamentos que podem dividir os espaços comuns entre si, permitindo que os seus residentes continuem a desfrutar de um estilo de vida independente, mas onde a solidão deixa de ter lugar passando os inquilinos a ter um espaço de convivência e uma plataforma de colaboração diária.

    Em Portugal, o conceito de cohousing está a dar os seus primeiros passos, sendo que a Santa Casa da Misericórdia do Porto por exemplo, está já a reabilitar alguns edifícios com destino a criar estas habitações multifamiliares.

    Apesar de tudo, existe ainda um enquadramento legal a definir para este novo modelo que vai alterar o parque imobiliário nas grandes cidades, mesmo sabendo que o cohousing contribui para uma renovação e alargamento da oferta de habitação e uma regeneração sustentável na parte ambiental.

    ./com Huelva Informacíon e BING

    Se quer ler a notícia completa, veja AQUI.

  • Moeda de Balsa é peça do mês no Museu de Tavira

    Moeda de Balsa é peça do mês no Museu de Tavira

    Este mês estão a apresentar uma peça única da sua coleção, uma moeda de chumbo cunhada na antiga cidade romana de Balsa, localizada nas proximidades de Luz de Tavira. A moeda é datada da época tardo-republicana, meados a finais do século I a.C., sendo um testemunho da vida económica e social daquela cidade antiga.

    «A moeda apresenta imagens de um peixe (atum?) e de um barco, numa clara alusão aos principais recursos económicos da cidade. A legenda “BALSA” está inscrita em carateres latinos de forma abreviada, sendo de realçar que a aparição deste topónimo em moedas é uma das principais evidências da existência daquela cidade romana», lê-se no texto pasrtilhado pelo Museu.

    A moeda, carregada de história, tem um diâmetro de 1,65 cm. É uma pequena moeda e carrega uma grande história!

    (Museu Municipal de Tavira, MMT2443) – Balsa: a história numa moeda
  • Campo de jogos beneficiado em São Pedro do Coval

    Campo de jogos beneficiado em São Pedro do Coval

    A presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, Marta Prates, visitou no passado dia 21 de novembro a Escola Básica de São Pedro do Corval, para a entrega simbólica da obra finalizada da cobertura do Campo de Jogos, uma proposta incuída pelo município no Orçamento Participativo de 2018

    Estava acompanhada pelo diretora do Agrupamento de Escolas de Reguengos de Monsaraz, Luzia Barroso, pelo presidente da Junta de Freguesia de Corval, António Cartaxo e pela Coodenadora de Estabelecimento, professora Rute Gomes.

    Cobertura metálica em pátio escolar com baliza de futebol.
    s. pedro do tojal

    A autrquia investiu 20.283,04€ para a colocação da cobertura que vsi beneficiar beneficia todos os alunos do Pré-Escolar e 1ª Ciclo que frequentam aquele estabelecimento de ensino, «protegendo-os da chuva e do sol e garantindo-lhes todas as condições de segurança quer para a prática desportiva, quer para o recreio».

    O campo de jogos já havia sofrido beneficiações através da parceria entre a Junta de Freguesia de Corval, na construção da base de betão, e o Município de Reguengos de Monsaraz, na colocação do piso técnico do recinto.

  • Protestos em Espanha contra a violência machista

    Na capital de Espanha, Madrid, e em dezenas de outras cidades do país, milhares de mulheres e homens protestaram ontem contra a violência machista, saindo às ruas no 25N, Dia Internacional do Fim da Violência contra a mulher.

    Foram convocadas por diversas organizações de mulheres e agrupamentos feministas, com a nota para a divisão do feminismo, em duas marchas diferentes, que também separaram as ministras do governo de coligação recentemente empossado e liderado pelo socialista Pedro Sanchez.

  • Alcoutim galardoado como amigo do desporto

    Alcoutim galardoado como amigo do desporto

    O Galardão de «Município Amigo do Desporto» é um reconhecimento público de excelência nas práticas adotadas pelo município na promoção do desporto e atividade física. Este sistema de reconhecimento destaca o compromisso de Alcoutim ao proporcionar oportunidades de atividade física e desportiva à sua comunidade, promovendo assim um estilo de vida ativo e saudável.

    Ali se entende que galardão «reforça a visão do município de Alcoutim em promover um ambiente de bem-estar e desenvolvimento sustentável para a sua comunidade» e que a a autarquia se orgulha de ser reconhecida como «uma entidade que trabalha incansavelmente em prol do progresso e do bem-estar de todos os seus habitantes».

  • Aldeia Presépio em Odeleite

    Aldeia Presépio em Odeleite

    Um dos grandes atrativos desta iniciativa, é um mercadinho de deliciosos produtos locais, como o mel e os frutos secos, mas também com a doçaria tradicional desta época festiva o qual abre a partir das 14:00 horas todos os dias.

    Cantares ao Menino, do Grupo Etnográfico das Amendoeiras em Flor, com cânticos de louvor e adoração, é uma parte da agenda, além da animação de rua com os «Pardais à Solta».

    Grande atrativo da Aldeia Presépio deste ano são os «casas temáticas». Haverá uma espacial, para os mais novos, «A Casa do Pai Natal», com insufláveis, carrossel, animação e pinturas faciais, uma destinada ao chá e outra à lã., além de espaços de venda, que serão espaços vivos, de convívio e com demonstrações.

    A fogueira de Natal vai fechar os dias em «Odeleite, Aldeia Presépio», junto à qual pode ser desfrutado um chá reconfortante, proporcionado pela organização. Trata-se de uma organização conjunta do Município de Castro Marim, da Junta de Freguesia de Odeleite, e da Associação Social da Freguesia de Odeleite.

  • Em Castro Marim o presépio faz-se com o sal tradicional

    Em Castro Marim o presépio faz-se com o sal tradicional

    O Ernesto Pires, que já colaborou no projeto no ano passado, contribuirá com o seu acervo do colecionadore e com o da Junta de Freguesia de Castro Marim que tem vindo a adquirir as suas próprias peças.

    «Às novas formas e interpretações criativas sobre o nascimento de Jesus, junta-se um céu estrelado que invoca os sentimentos que ilustram a história, de luz, esperança e amor, e faz cintilar ainda mais a base deste presépio, o ‘ouro branco’ de Castro Marim», anunciou a câmara municipal.

    A iniciativa é conjunta, do município e da Junta de Freguesia de Castro Marim, e destina-se tambem a dar continuidade ao trabalho de promoção e reforço do «grande motor económico, social e cultural de Castro Marim, que é o sal».

    O presépio por fito enriquecer e valorizar a ligação simbiótica de Castro Marim à atividade salineira e, ao mesmo tempo, promover outros elementos da cultura e patrimónios locais, como o artesanato e as artes.

    Depois, o presépio pode ser visitado até ao dia 7 de janeiro, diariamente entre as 09:00 e as 13:00 horas e as 14:30 às 17:30 horas.

  • Ana Abrunhosa no Barlavento algarvio

    A ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, está hoje, dia 25 de novembro, em vários concelhos do barlavento do Algarve para visitar projetos desenvolvidos nos domínios da eficiência energética e da mobilidade sustentável com o apoio dos fundos europeus geridos na Região.

    Durante a manhã, a Ministra da Coesão Territorial desloca-se a Lagos, com o seguinte programa:

    11.00 horas – Remodelação, Modernização e Dinamização do Museu Municipal Dr. José Formosinho / trabalhos de Arqueologia

    Concluídos os trabalhos no Núcleo Primitivo que, contemplou a remodelação das atuais instalações do Museu Municipal Dr. José Formosinho e a restauração do Portal Renascentista, mosaicos de várias épocas, os cunhais da torre medieval e o teto da sacristia, a obra em curso contempla a ampliação do museu através da reformulação do edifício da antiga Cadeia de Lagos, o projeto de museografia, a implementação dos conteúdos e os restauros de acervo deste núcleo, envolvendo um investimento superior a 5 Milhões de Euros (M€).

    Segue-se uma visita à 2ª fase da Requalificação da Ponta da Piedade, a qual abrange uma área de grande beleza e sensibilidade paisagística, atração turística e de grande importância para a avifauna, destacando-se a intervenção nos percursos de circulação e as áreas de contemplação e observação da paisagem, contribuindo para a segurança, a orientação e o conforto dos utilizadores deste território natural.

    Com um investimento de 3,6 M€, a qualificação, definição e hierarquização de caminhos e percursos permite reduzir drasticamente o pisoteio indiscriminado que ocorre atualmente, com consequências negativas para a degradação do espaço e ravinamento de algumas áreas, sendo que os percursos mais estreitos e menores de aproximação à arriba são somente pedonais, sobretudo por razões de segurança, enquanto os principais são cicláveis.

  • Prevenção de incêndios terá centros em Loulé e Tavira

    O Centro Ibérico de Investigação e Luta contra os incêndios florestais (CILIFO), estrutura regional de prevenção de incêndios dos territórios da Junta de Andaluzia, e, no Algarve, vsi dispor de dois centros em Loulé e um Cachopo (Tavira).

    O presidente da Comissão da Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, e o ministro da Administração Interna, José Luis Carneiro, visitaram as obras do novo Centro de Meios Aéreos (CMA) de Monchique, um investimento elegível de 1,3 Milhões de Euros (M€), ao abrigo do Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça INTERREG V-A Espanha – Portugal (POCTEP), da responsabilidade do Município de Monchique.

    O projeto CILIFO tem um orçamento total de 24,6 M€, dos quais 75% são financiados pelo POCTEP e visa reforçar a cooperação entre os dispositivos de Prevenção e Extinção de Incêndios Florestais na área da Eurorregião Alentejo-Algarve-Andaluzia (EURO AAA).

    Destina-se a promover a criação de emprego sustentável e de qualidade do território, reduzir o custo económico dos incêndios através da criação de uma economia rural ligada à paisagem e melhorar a capacidade de resposta das administrações e autoridades envolvidas na prevenção e combate aos incêndios nas regiões participantes, para os quais estes três centros foram considerados investimentos estratégicos.

  • Um olho no futuro das comunicações

    Um olho no futuro das comunicações

    Como, cada vez mais, nós possuindo smartphones e tecnologia vestível, investigadores da Universidade de Sussex encontraram uma maneira mais eficiente de ligar os nossos dispositivos e melhorar a vida útil da bateria.

    Aplicado a dispositivos vestíveis, até nos pode permitir destrancar portas com um toque ou intercambiar números de telefone apenas apertando as mãos.

    Os professores Robert Prance e Daniel Roggen, da Universidade de Sussex, desenvolveram a utilização de ondas elétricas, em vez de ondas eletromagnéticas, para, utilizando baixa potência, transmitir dados a curta distância, mantendo alta a taxa da transferência necessária para aplicações multimedia.

    Bluetooth, Wi-Fi e 5G, atualmente, dependem da modulação eletromagnética, uma forma de tecnologia sem fios que foi desenvolvida há mais de 125 anos. Só que, no final do século 19, o foco era transmitir dados a longas distâncias utilizando ondas eletromagnéticas. Por outro lado, a modulação do campo elétrico usa ondas elétricas de curto alcance, que consomem muito menos energia do que o Bluetooth.

    Como tendemos a estar próximos de nossos dispositivos, a modulação de campo elétrico oferece um método comprovado e mais eficiente de ligar os nossos dispositivos, permitindo uma vida útil da bateria mais duradoura, ao transmitir música para os auscultadores, atender chamadas, usar rastreadores ou interagir com tecnologia doméstica inteligente.

    O desenvolvimento pode avançar a forma como usamos a tecnologia no nosso dia a dia e evoluir com uma ampla gama de aplicações futuristas. Por exemplo, uma pulseira para usar essa tecnologia poderia permitir que os números de telefone fossem trocados, simplesmente apertando as mãos, ou uma porta poderia ser destravada, apenas tocando na maçaneta.

    Daniel Roggen, professor de Engenharia e Design da Universidade de Sussex, explica: “Não precisamos mais depender da modulação eletromagnética, que é inerentemente faminta por bateria. Podemos melhorar a vida útil da bateria da tecnologia vestível e dos assistentes domésticos, por exemplo, usando modulação de campo elétrico em vez de Bluetooth. Esta solução não só tornará nossas vidas muito mais eficientes, mas também abrirá novas oportunidades para interagir com dispositivos em casas inteligentes.”

    A tecnologia tem baixo custo, ou seja, pode ser implementada para a sociedade de forma rápida e fácil. Se fosse produzida em massa, a solução poderia ser miniaturizada para um único chip e custar apenas alguns cêntimos por dispositivo, o que significa que poderia ser usada em todos os dispositivos, num futuro não muito distante.”

    A pesquisa foi publicada como parte da 2023 IEEE International Conference on Pervasive Computing and Communications (PerCom).

    Mais informações: Robert Cobden et al, Characterisation of Wearable Electric-Field Communication Link for BAN Multimedia Applications, 2023 IEEE International Conference on Pervasive Computing and Communications (PerCom) (2023). DOI: 10.1109/PERCOM56429.2023.10099133

    Fornecido por Universidade de Sussex. Licença Crestive Commons

  • Portugal e Espanha não cumprem a Convenção da Água das Nações Unidas

    Portugal e Espanha não cumprem a Convenção da Água das Nações Unidas

    Afiram que desde que os dois países assinaram a Convenção de Albufeira e a Convenção Internacional da Água da ONU, houve um «aumento significativo dos conflitos pela água, devido aos impactos das alterações climáticas e aos consumos crescentes, muitos deles evitáveis e supérfluos. Associado à retirada excessiva de água dos rios e do subsolo houve um declínio da biodiversidade, devido à poluição e à má gestão da água».

    As organizações signatárias são da opinião que a Convenção de Albufeira, na sua forma atual, é inadequada para enfrentar os problemas existentes. Nos últimos anos, organizações de ambiente e da sociedade civil têm trabalhado por melhorias na cooperação transfronteiriça entre as autoridades portuguesas e espanholas em matéria de gestão da água.

    Em dezembro de 2022, cinco destas organizações decidiram informar o Comité de Implementação da Convenção da Água da ONU sobre «as deficiências no planeamento pelos dois países, a falta de transparência e as dificuldades de envolvimento no processo de planeamento». Na opinião das organizações, Portugal e Espanha não cumprem os requisitos da Convenção da Água da ONU. Desde então, surgiu uma viva comunicação entre o Comité de Implementação da Convenção da Água da ONU e os dois países.

    Apesar de ter ficado claro que Portugal e Espanha estão em estreita comunicação para sincronizar as respostas ao Comité de Implementação, este ainda não está satisfeito com elas. Numa carta de 14 de março de 2023, o Comité de Implementação concluiu que não existe um plano integrado de gestão das bacias hidrográficas partilhadas, tal como estipulado pela Convenção de Albufeira.

    Consequentemente, o Comité coloca como questões as perguntas sobre a razão por que os planos nacionais de gestão de cada uma das bacias hidrográficas partilhadas não são baseados num planeamento integrado ao nível das bacias; porque não existe um secretariado permanente para a Convenção de Albufeira onde cidadãos e organizações possam colocar questões e obter informação; e porque não há uma definição clara sobre o papel e as responsabilidades do secretariado permanente da Convenção de Albufeira.

    O Comité conclui ainda que faltam opções para a participação pública no trabalho da Convenção de Albufeira. Os dois países enviaram as suas respostas a 23 de junho, Portugal e 13 de julho, Espanha, e reiteram novamente que existe coordenação.

    Porém, de facto, asseveram os ambientalistas «os planos de gestão das bacias hidrográficas não estão bem coordenados entre Portugal e Espanha e não está em funcionamento um secretariado conjunto para a Convenção de Albufeira, tal como aprovado pelos dois Governos há 15 anos, em 2008».

    A próxima reunião do Comité, onde será decidido o plano de ação, terá lugar nos dias 11 e 12 de dezembro de 2023.

    NOTA:

    Em 1998, os governos português e espanhol assinaram a Convenção sobre a Cooperação para a Proteção e o Aproveitamento Sustentável das águas das Bacias Hidrográficas Luso-Espanholas, habitualmente denominada por Convenção de Albufeira, na qual se comprometeram a cooperar na gestão dos rios Lima, Minho, Douro, Tejo e Guadiana. A Convenção foi revista em 2008. Além disso, os dois países assinaram a Convenção Internacional da Água da ONU, que também exige que os dois países cooperem nesses rios transfronteiriços.

  • Fernando Pessanha apresenta novo estudo

    Fernando Pessanha apresenta novo estudo

    Segundo o autor, a investigação que será apresentada constitui uma análise crítica a Cartographia da Villa Real, coleção de fontes cartográficas publicadas pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António e apresentadas ao público em sessão conduzida pelo historiador, pelo editor Hélder Oliveira, e pelo então presidente de Câmara Luís Romão, em 13 de maio de 2021.

    Originalmente publicado no vol. XXV das Jornadas de Historia de la muy noble y leal ciudad de Ayamonte, em 2022, este estudo é agora lançado, como separata pela Editora Guadiana de Vila Real de Santo António.

    A investigação apresentada no âmbito do ciclo «Arquivo entre Histórias« é mais um contributo para a construção do conhecimento sobre o que foi a vila régia fundada na foz do Guadiana, entre a sua edificação e momentos incontornáveis da nossa história contemporânea, como a Guerra das Laranjas ou as invasões francesas.