FOZ – Guadiana Digital

Autor: jestevaocruz

  • Arrancam em Monte Gordo obras na Unidade de Saúde Familiar Levante

    Arrancam em Monte Gordo obras na Unidade de Saúde Familiar Levante

    Esta empreitada está avaliada em 214.240,80€, sendo que o município suporta trinta por cento do investimento, para realizar o projeto, ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e Portugal.

    Com duração prevista até 12 meses, a obra tem como objetivo principal «o aumento do número de gabinetes médicos e a ampliação da sala de espera, proporcionando uma melhoria significativa na capacidade de resposta dos serviços de saúde oferecidos à população».

    A médio prazo, anuncia ainda a autarquia, serão igualmente efetuadas obras nos Centros de Saúde/USF de Vila Nova de Cacela e de Vila Real de Santo António.

    Durante o período de obras, as valências da USF Levante continuarão a funcionar normalmente, entre 08:00 as 15:00 horas, no Centro Comunitário de Monte Gordo, antiga Casa do Avô, localizado na Avenida da Catalunha.

    A câmara municipal assegura que «Todos os serviços médicos e de enfermagem serão mantidos, não havendo redução na oferta atual. Pelo contrário, os utentes beneficiarão de instalações provisórias mais amplas».

  • CCDR vai a Bruxelas pela cooperação transfronteiriça

    CCDR vai a Bruxelas pela cooperação transfronteiriça

    No desenvolvimento da sua missão de coordenação da cooperação transfronteiriça, o projeto FIREPOCTEP + atua na área de cooperação “Plurirregional” do Programa Interreg POCTEP 2021-2027 e inclui diversas ações delineadas para ter um impacto positivo no território de intervenção ao longo da Fronteira Transfronteiriça entre Espanha e Portugal.

    Com esta reunião em Bruxelas, é iniciado o projeto e implementam-se os grupos de trabalho, bem como se realiza a primeira reunião do Comité de Direção do projeto que visa combater um dos riscos naturais de grande importância no espaço transfronteiriço entre Portugal e Espanha resultantes dos incêndios florestais extremos e a sua incidência nas alterações climáticas.

    Tendo por base o Pacto Verde Europeu, vão ser realizadas ações concretas que pretendem contribuir para prevenir e mitigar os impactos negativos resultantes dos incêndios florestais.

    O projeto, que foi iniciado a 1 de janeiro de 2024, termina a 31 de dezembro de 2026.será dinamizado por 16 beneficiários, a saber:

    CCDR Algarve, I.P., Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL), Universidade de Évora, Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil como beneficiários portugueses e Universidade de Vigo, Junta de Andalucía, Diputacíon Provincial de Ávila, Universidade de Extremadura, Universidade de Huelva, Universidade de Córdoba, Fundacion Empresa – Universidade Gallega, Fundación Delegación Fundación Finnova e Comunidade Autónoma de Galicia como parceiros de Espanha.

    Logótipos Interreg Espanha-Portugal e projeto FIREPOCTEP+.
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  •  “Balcão do Mercado”, uma nova instalação em Lagoa

     “Balcão do Mercado”, uma nova instalação em Lagoa

    É uma reabilitação de edifício com uma área de construção de 498 m2, situado no centro da cidade de Lagoa, junto ao Mercado Municipal.

    O investimento total foi de cerca de 450 mil euros o projeto desenvolvido pelos técnicos do município. Tem três pisos, encontra-se equipado com gabinetes de atendimento, gabinetes para os técnicos e três salas amplas de trabalho, para além de ter uma zona de receção no primeiro piso.

    Esta nova instalação permitiu retirar os colaboradores do município das instalações em que se encontravam há muitos anos, nomeadamente no edifício dos Paços do Concelho e no Auditório Carlos do Carmo, onde não tinham garantidas as melhores condições de trabalho.

    Duas pessoas revelam placa comemorativa e bandeira.

    A abertura destas instalações, na Rua Coronel Figueiredo, diz a autarquia que vais de encontro à estratégia definida pelo município de dinamizar aquela zona da cidade, para onde está previsto levar mais serviços, nomeadamente o Serviço de Educação e outros.

    «O dia 19 de janeiro, foi um dia muito importante para Lagoa. Conseguimos cumprir três grandes objetivos. Criar melhores condições para quem nos procura, criar melhores condições de trabalho para os nossos colaboradores, que bem merecem, e dar maior dinâmica aquela zona da cidade, para onde temos previstos vários projetos» afirmou o presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Luís Encarnação.

  • Guadiana o Grande Rio do Sul

    Guadiana o Grande Rio do Sul

    O rio Guadiana é um rio da Península Ibérica que nasce a uma altitude de cerca de 1 700 m, nas lagoas de Ruidera, na província espanhola de Cidade Real, renasce nos Ojos del Guadiana e desagua no oceano Atlântico (mais precisamente no golfo de Cádis), entre a cidade portuguesa de Vila Real de Santo António e a espanhola de Ayamonte.

    Com um curso total de 829 km, é o quarto mais longo da Península Ibérica. A bacia hidrográfica tem uma área de 67 700 km², situada, em grande parte, em Espanha (cerca de 55 000 km²).

    Percorre a Meseta Sul na direção leste-oeste e, perto da cidade espanhola de Badajoz, toma o rumo sul até à foz. O Guadiana faz fronteira entre Portugal e Espanha, desde o rio Chança até à foz. No troço entre o rio Caia e a ribeira de Cuncos a fronteira não está demarcada devido ao litígio fronteiriço de Olivença, entre a ribeira de Olivença e a ribeira de Táliga.

    O Guadiana é navegável até Mértola numa distância de 68 km. No seu curso português foi construída a Barragem de Alqueva, na região do Alentejo, que criou o maior lago artificial da Europa.
    Os seus principais afluentes são, pela margem direita: Záncara, Ciguela, Bullaque, Degebe e a Ribeira do Vascão. Pela margem esquerda são afluentes principais o Guadiana Alto, Azuer, Jabalón, Zújar, Matachel, Ardila e o Chança.

    Créditos: Taberna do Liberato – Moura

  • Luta pela água organiza-se no Algarve

    Luta pela água organiza-se no Algarve

    Começa com críticas às medidas do governo, que acusa de tornar a agricultura no parente pobre da economia da região e sugere soluções para combater a escassez de água no Algarve.

    A nova Comissão pretende reunir os interesses de todas as atividades agrícolas do Algarve, desde a produção de fruta, vinho, aromáticas, animal, entre outras que perduram e identificar a economia e paisagem algarvia, reunindo, para já, mais de 120 entidades e agricultores.

    Considera que os cortes de 25% do fornecimento de água para a agricultura são uma «mera operação de cosmética», que em alguns casos, a redução pode chegar a 50%, uma vez que foi anunciado um corte de 15% para a utilização da água subterrânea, sendo que a «água subterrânea representa 75% da água utilizada pela agricultura».

    Foi proposto um corte entre 44% e 50% para a utilização da água superficial, sendo que a água superficial representa 25% da água utilizada pela agricultura.

    Diz a CSHA que os cortes anunciados se somam aos anteriores, porque nos anos de 2022 e 2023, houve cortes ao consumo de água pela atividade agrícola, quer na água subterrânea, quer na água superficial dos perímetros de rega do Alvor e Silves, Lagoa e Portimão;

    Foram considerados 35 hectómetros de chuvas até abril, água que até agora ainda não existe, acrescentam para lembrar que «com esta quantidade de água disponível e se não chover, não teremos condições de fazer produção em grande parte das áreas instaladas».

    Para a Comissão, os cortes anunciados configuram no desaparecimento do sector agrícola no Algarve, com consequente impacto ao nível do emprego e da economia da região, da alteração da paisagem, que afetará o turismo do Algarve, e do custo da alimentação dos portugueses.

    Não sendo contra as medidas e apoiando soluções concretas, não aceitam que a agricultura continue a ser considerada o parente pobre da economia algarvia e defendem a redução dos valores dos cortes, a definição do intervalo de tempo da sua vigência, a execução rápida, de obras com meios remotos, nas redes urbanas que reduzam as perdas de água tratada.

    Defendem ainda uma fortíssima campanha de sensibilização junto da população que vise a redução do consumo de água, proibir e suspender a instalação de novos investimentos consumidores de água de forma transversal a toda a economia regional, reativar furos das Câmaras Municipais, onde exista água subterrânea disponível.

    Quer também o levantamento e redução dos caudais ecológicos existentes na região do Algarve, investir em unidades móveis de dessalinização para tratamento de água salobra, implementar estratégia urgente para o transvase da água do Pomarão para Odeleite, aprovar a ligação entre a Barragem de Santa Clara e Odelouca e considerar a existência de uma moratória para legalização de furos.

    A médio e longo-prazo, defende a construção da Barragem da Foupana e outra na zona do Algarve Central, o desenvolvimento de sistema de retenção de água nas serras algarvias, o desenvolvimento de sistema para aproveitamento da água existente em lagos a norte de Monchique.

  • Livros eletrónicos para empréstimo nas Bibliotecas Portuguesas

    Ainda vai demorar um pouco, mas o processo que permitirá às bibliotecas da Rede Nacional emprestar livros eletrónicos está a avançar, segundo divulgou a agência de notícias Lusa.

    Na União Europeia, todos os países já utilizam uma plataforma semelhante, exceto em Portugal. O projeto é da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) tem uma dotação de 900 mil euros, totalmente financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e pode finalmente avançar, depois de ter estado parado em tribunal devido a um processo de litigância, disse Bruno Eiras, subdiretor-geral daquele organismo.

    Bruno Eiras acredita que, do mesmo modo, esta será uma oportunidade para os leitores experimentarem ou consolidarem hábitos de leitura em contexto digital e de terem mais uma forma de acesso ao livro.

    “Teremos de compreender que se trata de um serviço pioneiro nas bibliotecas públicas portuguesas e que, não existindo experiência anterior, estamos conscientes de que terá uma curva de utilização, mas que se espera crescente.”

    A experiência internacional também não pode funcionar aqui como uma bitola, já que tem dados muito heterogéneos que, no conjunto, pela sua diversidade, permitem fundamentar qualquer opinião desejada.

    Caberá a cada biblioteca fazer a gestão da sua coleção, os títulos, as quantidades e os formatos em que os disponibiliza e será a ficção, literatura, a prioridade.

  • O equilíbrio ecológico na reivindicação da água

    O equilíbrio ecológico na reivindicação da água

    Nos últimos dias, devido às recentes chuvas que ocorreram durante a passagem das depressões «Irene» e «Juan», as redes sociais encheram-se de críticas ao não aproveitamento integral dos cursos de água que ainda não se encontram represados no Algarve, em situação crítica devido à seca, todos falamos.

    Empresários, responsáveis, políticos pressionam em duas direções, a primeira na repressão dos consumos, em medidas destinadas a aumentar a eficiência hídrica das canalizações, quer em alta, quer em baixa, a segunda no sentido de aumentar as disponibilidades de água para o crescimento económico e benefício do estilo de vida moderno.

    As barragens têm-se afirmado como estruturas que desempenham um papel crucial na gestão dos recursos hídricos em todo o mundo, oferecendo uma variedade de benefícios como geração de energia, controle de enchentes, e fornecimento de água para consumo humano e irrigação.

    No entanto, a construção e operação dessas estruturas não vêm sem um custo ambiental significativo. Um dos dilemas mais prementes associados às barragens é o balanço entre os benefícios proporcionados pela retenção de água e a perda ecológica decorrente da interrupção do fluxo natural de sedimentos para o mar.

    A geração de energia hidrelétrica é talvez o benefício mais citado das barragens, uma vez que se constituem como fonte de energia renovável, relativamente limpa. São também fundamentais no controle das enchentes e protegem milhões de pessoas que vivem em áreas propensas a inundações. Além disso, as barragens armazenam água para uso na agricultura, a espinha dorsal de muitas economias locais e globais, fornecendo água potável para comunidades ao redor do mundo.

    Mas não há bela sem senão, porque as barragens ao alterarem significativamente os ecossistemas aquáticos e terrestres, reduzindo o fluxo de sedimentos ao mar, provocam uma consequência ecológica grave.

    Não apenas afetam a biodiversidade aquática, mas também as praias costeiras, as quais dependem desses sedimentos para se manterem. Espécies de peixes e outros organismos aquáticos, muitos dos quais são vitais para a segurança alimentar de comunidades locais, enfrentam declínios devido à alteração de seus habitats naturais e à interrupção de ciclos de vida essenciais.

    Desta forma, toda a nossa reivindicação nesta área tem de balancear estas duas alternativas, com moderação, e apostar na eficiência de ambos os modelos, no respeito integral pelos caudais ecológicos definidos, mas tão desrespeitados e num consumo responsável e bem calculado.

    José Estêvão Cruz

  • Novel AD propõem medidas contra a seca no Algarve

    Novel AD propõem medidas contra a seca no Algarve

    Aproveitou a oportunidade para criticar que, nos sucessivos anos de seca que se têm vindo a registar no Algarve, o Governo PS «foi incapaz de concretizar soluções para atenuar o drama da falta de água no Algarve»,

    Segundo Pinto Luz, cabeça de lista da AD pelo Algarve, afirmou que a «seca climática e a seca de soluções do Governo são uma mistura explosiva que vai ser paga duramente pelos algarvios

    As seis «medidas de contingência para salvar a agricultura no Algarve», passam pela redução de consumo das autarquias em percentagem idêntica às perdas que cada uma regista no sistema em baixa.

    Diz a AD que o ciclo urbano tem uma média de perdas de 30 por cento, mas só se exige um corte de 15%. Deste modo, «penaliza-se mais quem não investiu na manutenção das condutas e penaliza-se a agricultura».

    Entende que o esforço de poupança pode ser mais bem redistribuído com a instalação de sistema de rega eficientes em jardins e espaços públicos, permitir aos agricultores cuja produção seja substancialmente reduzida ou suspensa o acesso ao regime de lay-off dos seus trabalhadores;

    A Reabilitação dos furos municipais desativados, nos casos em que seja sustentável a sua reutilização, a criação de uma linha de crédito para os agricultores afetados que permita o reescalonamento de empréstimos.

    Finalmente, propugna por obras de emergência nos aproveitamentos hidroagrícolas para melhorar a eficiência do sistema e reduzir perdas.

    Para o cabeça de lista da AD, «O Algarve não pode só servir para passar férias e de motor da economia e depois quando precisam de nós não estamos lá para ajudar. É uma obrigação nacional».

  • Lista de Candidatos da CDU pelo Círculo de Faro

    Lista de Candidatos da CDU pelo Círculo de Faro

    A lista integra 8 mulheres e 6 homens, com uma média etária de 44,5 anos, envolvendo candidatos com intervenção em todo o Algarve, oriundos de diversos sectores, como da educação, da saúde, do direito, da hotelaria, da administração pública, dos pequenos e médios empresários, dos serviços, e que estão ligados ao movimento sindical unitário, ao movimento associativo, à cultura, ao desporto e a outras expressões.

    A iniciativa foi apresentada por Rosa Palma mandatária da CDU, e nela tomaram a palavra Tiago Aldeias, membro da Comissão Executiva do Partido Ecologista Os Verdes, Celso Costa membro do Comité Central do PCP e responsável pela Organização Regional do Algarve do PCP e Catarina Marques 1ª candidata CDU.

    Com o lema «A CDU avança com confiança», aquela força política diz estar «preparada para uma intensa e combativa batalha eleitoral, em que cada voto alcançado será mais um para a necessária mudança de rumo político na região e no país, para a Alternativa que se impõe, para dar luta às crescentes desigualdades sociais, às dificuldades económicas, na defesa dos trabalhadores e do trabalho, dos serviços públicos, pela habitação, pela mobilidade e transportes públicos, por uma vida melhor no Algarve».

    Diz, ainda que a hora é de mudança e que basta de injustiças, afirmada nas palavras de ordem.

    LISTA DE CANDIDATOS À ELEIÇÃO PARA A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

    CANDIDATOS EFECTIVOS

    1 – Catarina Alexandra Matos Marques

    Catarina Marques, 46 anos, Professora de Educação Especial.É dirigente do Sindicato dos Professores da Zona Sul. É Coordenadora da União de Sindicatos do Algarve. Foi eleita no Conselho Pedagógico da Escola Superior de Educação da Universidade do Algarve. Foi membro da direcção do Clube Desportivo de Montenegro e Presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Montenegro. Foi eleita na Assembleia de Freguesia do Montenegro e na Assembleia Municipal de Faro. É membro da Comissão Concelhia de Faro do PCP e da Direção da Organização Regional do Algarve do PCP.

    2 – Mário Rodrigo de Sousa Cunha

    Mário Cunha, 38 anos, Advogado e Mediador de Conflitos. Integra os corpos sociais da Associação Portuguesa de Juristas Democratas e da Associação Al-Portel. É dirigente do Movimento de Utentes dos Serviços Públicos. É membro fundador do Grupo de Jogos de Tabuleiro de São Brás de Alportel. É eleito na Assembleia Municipal de São Brás de Alportel. É membro da Comissão Concelhia de São Brás de Alportel do PCP e da Direção da Organização Regional do Algarve do PCP.

    3 – Joana Catarina Quintanova Sanches

    Joana Sanches, 42 anos, Enfermeira. É dirigente sindical. Foi eleita na Assembleia Municipal de Portimão. É membro da Direção da Organização Regional do Algarve do PCP e do Comité Central do PCP.

    Luís Fagundes, 51 anos, Livreiro. É eleito na Assembleia de Freguesia de São Gonçalo de Lagos. É membro da Comissão Concelhia de Lagos do PCP e da Direcção da Organização Regional do Algarve do PCP.

    Paula Vilallonga, 67 anos, Médica. É licenciada pela Faculdade Ciências Médicas de Lisboa. Tem o grau de Chefe de Serviço e de Formação em Terapia Familiar. Foi Assistente Graduada de Clínica Geral e Orientadora do Internato de Medicina Geral e Familiar no Centro Saúde de Vila do Bispo e no polo de sagres. Foi Coordenadora do Centro de Saúde de Vila do Bispo. Atualmente exerce funções de Terapeuta Familiar na Unidade de Terapia Familiar de Faro. Foi Presidente da Assembleia Municipal de Serpa. É membro do Partido Ecologista “Os Verdes” – PEV.

    Gabriela Brígida, 31 anos, Técnica Superior. É Licenciada em Gestão pela UALG. É Vice-Presidente da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Silves. É independente.

    Jorge Costa, 62 anos, Carteiro. É dirigente sindical. Atleta olímpico nos Jogos de Atenas em 2004, é treinador de atletismo e organizador do “Troféu de marcha Jorge Costa”, assim como dos “Jogos de Quelfes” desde a sua primeira edição, sendo vice-presidente da “Associação Jogos de Quelfes – Portugal”. É membro da Comissão Concelhia de Olhão do PCP.

    Sandra Jesus, 53 anos, Professora de Educação Musical. É Dirigente sindical. É membro da Comissão Concelhia de Vila Real de Santo António do PCP e da Direção da Organização Regional do Algarve do PCP.

  • Câmara e Bombeiros assinam protocolo em Alcoutim

    Câmara e Bombeiros assinam protocolo em Alcoutim

    O protocolo, já entrou em vigor a 1 de janeiro e entende-se até 31 de dezembro de 2024, estabelece a atribuição de uma contribuição mensal de 20 mil euros, o apoio nos prémios de seguro e a disponibilização de funcionários para colaborar nas atividades dos Bombeiros Voluntários.

    Os Bombeiros Voluntários de Alcoutim comprometem-se a manter instalações, promover formações, assegurar ações de combate a incêndios e outras atribuições definidas na legislação.

    Osvaldo dos Santos Gonçalves, destacou a importância do trabalho que considera incansável por parte dos Bombeiros Voluntários de Alcoutim, e afirma que a dedicação e coragem demonstradas pelos bombeiros «são um pilar essencial para a segurança e bem-estar da nossa comunidade. Este protocolo reforça o nosso compromisso em reconhecer e apoiar o notável serviço que prestam, salvaguardando vidas e património e fortalece a resiliência do território.»

  • Balsa é cidade romana exposta em Tavira

    Balsa é cidade romana exposta em Tavira

    Há a promessa aos visitantes de uma viagem ao passado de dois mil anos, até às origens urbanas do Algarve.

    Há cerca de 150 anos, o tavirense Estácio da Veiga, pioneiro da Arqueologia Portuguesa, constituiu o «Museu Arqueológico do Algarve», considerada uma «notável compilação de peças dos diferentes povos e civilizações do Algarve, onde se destacavam os artefactos oriundos da cidade romana de Balsa, nunca chegaram a ser expostos nesta região».
    A mostra pública deste «museu» acabaria por ocorrer, mas, em Lisboa, em 1880, estando na origem do atual Museu Nacional de Arqueologia.


    Uma entre esta instituição, o Município de Tavira e a Universidade do Algarve, através do seu Centro de Estudos em Arqueologia, Artes e Ciências do Património (CEAACP), boa parte do acervo de Balsa daquele Museu Nacional pode agora ser apreciado no Museu Municipal de Tavira – Palácio da Galeria.

    Trata-se de uma exposição sobre o centro urbano que há dois mil anos se desenvolveu nas margens da ria Formosa, perto de Luz de Tavira, Intitulada Balsa, Cidade Romana, que reúne ainda peças de vários outros museus da região e do país, como o Museu Arqueológico do Carmo, o Museu Municipal de Faro, o Museu Municipal de Olhão, o Museu Paroquial de Moncarapacho, bem como de emprestadores particulares, oferecendo uma visão abrangente do património histórico da cidade de Balsa.

    Ao longo de várias salas, são ilustrados diferentes aspetos desta antiga cidade, desde as primeiras referências, ao seu desaparecimento e à história da sua descoberta. São dados a conhecer alguns dos seus habitantes e os aspetos do seu quotidiano, bem como as atividades económicas, as preocupações com a saúde, com a beleza ou os rituais funerários de alguns balsenses.

    Comissariada pelos arqueólogos João Pedro Bernardes (Universidade do Algarve) e Celso Candeias (Município de Tavira), Balsa Cidade Romana é ainda fruto das últimas investigações realizadas no terreno, no âmbito do projeto Balsa, Searching the Origins of Algarve, prometendo desvendar mistérios e esclarecer equívocos sobre esta cidade que tem captado a curiosidade de muitos.

    A exposição estará patente até 28 de setembro de 2024 e o Museu Municipal de Tavira convida a visitar as memórias de uma cidade romana algarvia e a descobrir a rica história cultural do Algarve.

  • PSP impede furto de moto

    PSP impede furto de moto

    «Enquanto se deslocava na via pública, um polícia da Esquadra de Investigação Criminal de Faro, que se encontrava de folga, verificou dois homens envolvidos em discussão. Perante este cenário, dirigiu-se aos envolvidos, identificou-se como polícia e procurou dirimir o conflito”, explica a PSP.

    “Foi possível perceber que, antes da chegada do proprietário e intervenção policial, já o suspeito havia furtado a bateria do ciclomotor, tendo esta sido localizada e apreendida no interior de uma viatura, estacionada a poucos metros do local.”, descreve.

    Os factos descritos motivaram a detenção do suspeito que, após ter sido constituído arguido e prestar termo de identidade e residência, foi notificado para comparecer no Tribunal de Faro.

  • Monte Rei vai ser ampliado

    Monte Rei vai ser ampliado

    Este segundo campo faz parte de uma intervenção mais ampla no Plano de Urbanização das Sesmarias, incluindo desenvolvimentos residenciais e turísticos, além de equipamentos e projetos hoteleiros.

    O projeto, que já recebeu uma Declaração de Impacte Ambiental favorável com condições em 2019, teve sua validade prorrogada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve em dezembro de 2023.

    Está atualmente sujeito a um processo de Consulta Pública, permitindo a apresentação de opiniões e sugestões, com possibilidade de impugnação administrativa e contenciosa de decisões relacionadas ao projeto, junto da CCDR Algarve.

  • Revendedores de combustíveis reúnem em Vilamoura

    Revendedores de combustíveis reúnem em Vilamoura

    O objetivo pretendido é aproximar a Associação dos revendedores de combustíveis líquidos e gasosos da Região Sul, para os esclarecer sobre as questões que mais os preocupam.

    Temas em debate:

    Transporte e armazenagem de combustíveis líquidos e gasosos, legislação ACT (Horários, Tabela Salarial, Contratos de Trabalho), legislação exigida pela ENSE nos PAC e Parques de Gás (Comunicação ao Balcão Único dos postos de abastecimento e do GPL)

    O local escolhido foi o Vila Galé Ampalius, Alameda Praia da Marina, 8125-408 Vilamoura (junto ao Casino), devendo os interessados devem inscrever-se através de geral@anarec.pt ou 925 986 467.

  • Réplicas digitais de pacientes podem ajudá-los a ficar saudáveis

    Réplicas digitais de pacientes podem ajudá-los a ficar saudáveis

    Mas não são pessoas reais sob um bisturi – é o seu duplo digital projetado num ecrã de computador, cada um refletindo a composição bioquímica individual da pessoa. E poderá abrir a porta para a próxima fronteira da medicina: cuidados de saúde personalizados.

    Paciente dobra

    Ao testar métodos e medicamentos em «gémeos digitais», a equipa médica pode determinar os melhores cursos de tratamento para os próprios pacientes. No caso de Biancolini, a sua equipe está investigando aneurismas, que são protuberâncias ou inchaços anormais nas paredes dos vasos sanguíneos.

    «Definitivamente não queremos fazer tentativa e erro no paciente, mas com um gêmeo digital podemos tentar a cirurgia muitas vezes», disse Biancolini, professor associado de design de máquinas na Universidade de Roma.

    Lidera um projeto de investigação que recebeu financiamento da UE para formar investigadores em início de carreira na gama potencialmente ampla de utilizações de gémeos digitais para o tratamento e prevenção de aneurismas. Essas doenças podem estar presentes nas pessoas desde o nascimento ou resultar de condições que incluem pressão alta, placas de gordura e traumas.

    Chamado  MeDiTATe , o projeto de quatro anos e meio decorre até junho de 2024. Reúne 25 parceiros académicos e industriais de Itália, França, Grécia, Noruega e Suíça.

    Debilitação mortal

    Os aneurismas  ocorrem em cerca de 3% da população mundial, e muitas pessoas nem sabem que têm a doença até que seja tarde demais.

    Quando um aneurisma se rompe, as consequências são graves. Cerca de 35% das pessoas que sofrem uma ruptura de aneurisma morrem e apenas um terço pode voltar a uma vida normal depois.

    Com um gêmeo digital podemos tentar a cirurgia muitas vezes.

    Marco Evangelos Biancolini, MeDiTATe

    Com uma condição tão potencialmente debilitante, que pode atacar a qualquer hora e em qualquer lugar do sistema circulatório do corpo, está em andamento a busca por maneiras de salvar mais vidas. Os gêmeos digitais podem melhorar a detecção de sinais de alerta precoce nos pacientes reais, permitindo medidas preventivas mais rápidas.

    Os investigadores do MeDiTATe esperam aumentar as taxas de sobrevivência das pessoas que têm aneurismas, bem como melhorar a detecção precoce e a prevenção dos mesmos. Se um paciente for diagnosticado ou houver suspeita de ter um aneurisma, um gêmeo digital poderá ser criado com base na própria fisiologia da pessoa. Os especialistas médicos podem então realizar testes para chegar a um tratamento personalizado.

    Como a coleta de dados do próprio corpo de uma pessoa é difícil sem procedimentos invasivos, os pesquisadores também estão imprimindo réplicas de pacientes em 3D para coletar as informações necessárias para que os gêmeos digitais sejam o mais completos possível.

    «Combinar o paciente, a réplica e o gêmeo digital completa o ciclo», disse Biancolini.

    Fácil de usar

    Embora os gêmeos digitais já sejam usados ​​para pesquisa, o MeDiTATe visa torná-los mais fáceis de usar para profissionais médicos. A equipe tem trabalhado com hospitais e coletado opiniões de profissionais de saúde. O objetivo é entender o que eles precisam de um gêmeo digital para poder tirar uma conclusão sobre o aneurisma de um paciente.

    Pretende tornar comercialmente viáveis ​​​​gêmeos digitais para o tratamento de aneurismas e os membros do consórcio MeDiTATe já registraram uma série de patentes. Biancolini acredita que os gêmeos digitais serão o futuro da saúde à medida que se tornarem mais confiáveis ​​e precisos, tornando menos necessárias réplicas tradicionais de partes do corpo humano.

    «O número de protótipos físicos caiu muito nas últimas décadas porque a precisão das simulações digitais é agora tão alta que você pode confiar nelas», disse ele.

    Fibrilação atrial, acidente vascular cerebral

    Outros investigadores financiados pela UE estão a recorrer ao mundo digital em busca de uma forma diferente de ajuda em matéria de cuidados de saúde.

    O  projeto MAESTRIA está a construir uma plataforma para a recolha de conjuntos de dados que ajudarão os médicos a compreender e tratar a fibrilhação auricular – um batimento cardíaco irregular – e o AVC nos pacientes. A iniciativa de cinco anos vai até fevereiro de 2026.

    «Você consegue ter uma identificação de risco muito precisa e precisa para cada indivíduo».

    Professor Stéphane Hatem, MAESTRIA
    Os pesquisadores procuram biomarcadores específicos que sinalizem o risco de ambas as doenças. 

    A equipe está desenvolvendo ferramentas digitais baseadas em uma nova geração de biomarcadores que integram processamento de inteligência artificial e big data de imagens de ponta, eletrocardiografia e tecnologias ômicas para refinar o diagnóstico e o tratamento individual dos pacientes. 

    Na UE, o AVC é a  segunda causa de morte mais comum e uma das principais fontes de incapacidade em adultos.

    «Quando uma pessoa tem fibrilhação auricular e sofre um acidente vascular cerebral, é o resultado de um processo patológico que começou muitos anos antes», disse Stéphane Hatem, professor de fisiologia cardíaca no Instituto de Cardiometabolismo e Nutrição na capital francesa, Paris.

    Ele pensa que, através do MAESTRIA, os investigadores serão capazes de mostrar que o tecido adiposo no coração é um biomarcador chave para a fibrilhação auricular e o acidente vascular cerebral. Espera-se que a disponibilidade de um amplo conjunto de dados que examine ambos os fatores nas patentes permita tal conclusão.

    Recrutamento e testes

    Hatem, que coordena o projeto, e sua equipe estão se preparando para testar a plataforma central do projeto. Os investigadores estão a recrutar pacientes de países europeus, incluindo França, Alemanha e Espanha. Os testes serão feitos ao longo de dois anos e meio.

    Se o teste for bem sucedido, pessoas de fora da Europa também serão incluídas. Isso porque quanto mais refletem o espectro populacional, mais úteis são os conjuntos de dados. «Para ser útil nos cuidados clínicos, é extremamente importante validar o algoritmo numa população ampla, não apenas nos países da Europa Ocidental», disse Hatem.

    A plataforma que estão desenvolvendo estará disponível para outros profissionais médicos. Pessoas com diferentes conjuntos de dados poderiam adicioná-los à plataforma e contribuir para as conclusões que podem ser tiradas. Assim, por exemplo, um investigador que investigue os acidentes vasculares cerebrais na capital da Letónia, Riga, poderia fornecer dados e, em troca, obter acesso a toda a informação contida na plataforma.

    O resultado global seria uma maior compreensão dos biomarcadores por parte dos médicos especialistas e tratamentos mais direcionados – e, por extensão, mais eficazes – para os pacientes.

    Tal como Biancolinii, Hatem acredita que as tecnologias digitais são vitais para melhorar os cuidados de saúde. “Medicina personalizada significa que você é capaz de ter uma identificação muito precisa e precisa do risco para cada indivíduo”, disse Hatem.

    A investigação neste artigo foi financiada pela UE, incluindo, no caso do MeDiTATe, através das Ações Marie Skłodowska-Curie (MSCA). As opiniões dos entrevistados não refletem necessariamente as da Comissão Europeia. Se você gostou deste artigo, considere compartilhá-lo nas redes sociais.

  • Sarampo sobe na Europa

    A Europa está a registar um aumento de casos de sarampo, um dos vírus mais contagiosos, devido à baixa vacinação. Na sexta-feira, a Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido pediu, às pessoas que não estão imunizadas contra o sarampo, que sejam se vacinem, face ao aumento de casos do vírus, especialmente nas grandes cidades de Londres e Birmingham.

    Em outubro, tinha sido registao um surto em Guilherand Granges, França, com mais de 60 casos e duas hospitalizações, a maioria crianças da mesma escola secundária. Além disso, a Roménia declarou uma “epidemia nacional” desta infeção em dezembro, informa o HuffPost.

  • Partiu José Veloso o arquiteto do povo o velejador o democrata

    Partiu José Veloso o arquiteto do povo o velejador o democrata

    Arquiteto do povo, porque passou a vida em luta pelas necessidades habitacionais dos mais carenciados para quem projetou; velejador, porque era um exímio e apaixonado nauta; democrata, porque lutou sempre para que Portugal tivesse um regime de direitos, liberdades e garantias, onde fossem respeitados os direitos de quem trabalha.

    A sua vida e obra merecem o respeito de todos os democratas e o seu partido, o PCP, divulgou uma nota do falecimento que aqui reproduzimos e que, projeta a imagem completa da dimensão deste algarvio que recolhe hoje à última morada, onde poderá ser recordado, na sua cidade natal.

    Na nota do Secretariado da Direcção da Organização Regional do Algarve, o PCP manifesta o seu profundo pelo falecimdnto em 19 de Janeiro de 2024, José Paulo Velho Geraldo de Albuquerque Veloso, discorrendo, depois sobre a sua vida, obra e participação política.

    «É com profundo pesar que o Secretariado da Direcção da Organização Regional do Algarve do Partido Comunista Português informa que faleceu em 19 de Janeiro de 2024, José Paulo Velho Geraldo de Albuquerque Veloso. Nascido a 9 de Junho de 1930 na Freguesia de Santa Maria em Lagos, José Veloso, licenciou-se em Arquitectura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e passou a exercer a sua profissão em Lagos, onde abriu o seu próprio Gabinete de Arquitectura.

    Em 1967 e em 1972, fez parte das delegações portuguesas de arquitectos aos congressos da União Internacional dos Arquitectos, respectivamente na Checoslováquia e na Bulgária. Em 1969 participou activamente no Movimento Democrático Português/Comissão Democrática Eleitoral (MDP/CDE) e foi então candidato da CDE, por Faro, à Assembleia Nacional.

    Após o 25 de Abril em 1975, foi candidato à Assembleia Constituinte, pelo MDP-CDE. Foi candidato do PCP, em diversas eleições para a Assembleia da República, sempre pelo círculo de Faro. Foi membro da Assembleia Municipal de Lagos, nas listas da APU e da CDU, nos mandatos de 1980 a 1982, 1986 a 1989 e 1990 a 1993. Foi eleito vereador na Câmara Municipal de Lagos, pela APU, no mandato de 1983 a 1985 e membro da Comissão Organizadora da Assembleia Constituinte da Associação Nacional dos Municípios Portugueses, ANMP. Integrou a Comissão Concelhia de Lagos e foi membro da Direcção da Organização Regional do Algarve do PCP.

    Dando cumprimento a uma das maiores conquistas da Revolução de Abril “ O Direito à Habitação” José Veloso trabalhou para o Fundo de Fomento da Habitação, como coordenador de equipas de projecto do Serviço de Apoio Ambulatório Local (SAAL), com projectos construídos em diversos concelhos algarvios. É nesse quadro que José Veloso ficou com o seu nome de arquitecto irreversivelmente ligado a um extraordinário acontecimento popular, marca da Revolução de Abril: «Os índios da Meia Praia».

    Como membro da Cooperativa BLOCO, Crl., dedicou a sua actividade profissional quase exclusivamente a projectos de equipamentos públicos, de habitação de promoção municipal e de habitação cooperativa, com obras construídas em vários concelhos algarvios e alentejanos. Recebeu menções honrosas do Fundo de Fomento da Habitação, em projectos de habitação cooperativa, em Lagos, e tem uma obra, em Monchique seleccionada pelo IPPAR. Diversas obras suas foram escolhidas pelo Inquérito à Arquitectura Portuguesa do Século XX, IAPXX, promovido pela Ordem dos Arquitectos.

    Fez parte de listas para os corpos sociais da Associação dos Arquitectos Portugueses, antecessora da Ordem dos Arquitectos, tendo sido eleito para o conselho de delegados. Em 2021 a Ordem dos Arquitectos homenageou-o com o Titulo de Membro Honorário. Além de projectos de arquitectura, publicados em revistas da especialidade, colaborava frequentemente na imprensa regional do Algarve, com artigos de opinião.

    Editou vários Livros nomeadamente: “Lagos e outras terras, memórias soltas e alguns pensamentos sobre gentes da borda d`água, barcos, mar e rios”, “Houve fascismo em Portugal, testemunhos de um cidadão”, “Brevíssima foto-história da Cidade marítima, ao longo do século XX, memórias da cidade bela”, “Grandes navios de vela de bandeira portuguesa, compilação fotográfica com alguma história”.

    Foi participante do grupo fundador do Clube de Vela de Lagos, em 1950, e eleito em vários mandatos como Comodoro e como Presidente da Direcção. Foi membro eleito do Conselho Técnico da Federação Portuguesa de Vela, em 1973/74, foi sócio fundador e eleito Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação Lacobrigense de Desportistas Náuticos , foi sócio fundador e eleito Presidente da Mesa da Assembleia Geral da TERTÚLIA, Associação Sócio-Cultural de Aljezur.

    José Veloso teve uma vida inteiramente dedicada à luta e intervenção pela emancipação dos povos, pela democracia, o progresso social, a paz e o socialismo.

    A direcção de FOZ – Guadiana Digital, apresenta a Miguel Veloso, nosso colaborador, e família, as mais sentidas condolências.

  • Mamífero marinho deu à costa em Monte Gordo

    Mamífero marinho deu à costa em Monte Gordo

    A Autoridade Marítima Nacional, deu nota de que foram acionados os meios da Polícia Marítima para o local e solicitado o apoio Câmara Municipal de Vila Real de Santo António para a remoção.

    A Rede Nacional de Arrojamentos, coordenada pelo Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF).
    Após análise dos técnicos o referido mamífero foi enterrado. o CLPM de VRSA tomou conta da ocorrência.

  • Ucraniano morre no Algarve colhido por combóio

    Ucraniano morre no Algarve colhido por combóio

    Segundo apurou o «Algarve Marfado», o homem utilizava auscultadores e, provavelmente por essa razão, não terá ouvido a aproximação do comboio, que circulava no sentido Lagos-Portimão.

    O alerta foi dado pelas 8:15 horas, tendo-se deslocado ao local um total de 20 operacionais dos Bombeiros de Portimão, Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e Polícia de Segurança Pública (PSP). O corpo foi removido pelas 9:12 horas e a circulação ferroviária retomada pelas 9:36 horas.

  • Falta de água e excessos de água com a Irene e o Juan

    A depressão que está a afetar o Algarve e todo o país, tem por nome Juan e trouxe chuva, por vezes forte, como o anunciado pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera, trovoadas convectivas até ao final da manhã, precipitação e queda de neve, nos pontos mais altos da Serra da Estrela.

    Ontem na sequência de depressão Irene, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil registou, entre as zero e as 7 horas da manhã, 22 ocorrência devido ao mau tempo, a maioria delas no Algarve, 10, relacionadas com inundações na via pública.