Ainda vai demorar um pouco, mas o processo que permitirá às bibliotecas da Rede Nacional emprestar livros eletrónicos está a avançar, segundo divulgou a agência de notícias Lusa.
Na União Europeia, todos os países já utilizam uma plataforma semelhante, exceto em Portugal. O projeto é da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) tem uma dotação de 900 mil euros, totalmente financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e pode finalmente avançar, depois de ter estado parado em tribunal devido a um processo de litigância, disse Bruno Eiras, subdiretor-geral daquele organismo.
Bruno Eiras acredita que, do mesmo modo, esta será uma oportunidade para os leitores experimentarem ou consolidarem hábitos de leitura em contexto digital e de terem mais uma forma de acesso ao livro.
“Teremos de compreender que se trata de um serviço pioneiro nas bibliotecas públicas portuguesas e que, não existindo experiência anterior, estamos conscientes de que terá uma curva de utilização, mas que se espera crescente.”
A experiência internacional também não pode funcionar aqui como uma bitola, já que tem dados muito heterogéneos que, no conjunto, pela sua diversidade, permitem fundamentar qualquer opinião desejada.
Caberá a cada biblioteca fazer a gestão da sua coleção, os títulos, as quantidades e os formatos em que os disponibiliza e será a ficção, literatura, a prioridade.
Nos últimos dias, devido às recentes chuvas que ocorreram durante a passagem das depressões «Irene» e «Juan», as redes sociais encheram-se de críticas ao não aproveitamento integral dos cursos de água que ainda não se encontram represados no Algarve, em situação crítica devido à seca, todos falamos.
Empresários, responsáveis, políticos pressionam em duas direções, a primeira na repressão dos consumos, em medidas destinadas a aumentar a eficiência hídrica das canalizações, quer em alta, quer em baixa, a segunda no sentido de aumentar as disponibilidades de água para o crescimento económico e benefício do estilo de vida moderno.
As barragens têm-se afirmado como estruturas que desempenham um papel crucial na gestão dos recursos hídricos em todo o mundo, oferecendo uma variedade de benefícios como geração de energia, controle de enchentes, e fornecimento de água para consumo humano e irrigação.
No entanto, a construção e operação dessas estruturas não vêm sem um custo ambiental significativo. Um dos dilemas mais prementes associados às barragens é o balanço entre os benefícios proporcionados pela retenção de água e a perda ecológica decorrente da interrupção do fluxo natural de sedimentos para o mar.
A geração de energia hidrelétrica é talvez o benefício mais citado das barragens, uma vez que se constituem como fonte de energia renovável, relativamente limpa. São também fundamentais no controle das enchentes e protegem milhões de pessoas que vivem em áreas propensas a inundações. Além disso, as barragens armazenam água para uso na agricultura, a espinha dorsal de muitas economias locais e globais, fornecendo água potável para comunidades ao redor do mundo.
Mas não há bela sem senão, porque as barragens ao alterarem significativamente os ecossistemas aquáticos e terrestres, reduzindo o fluxo de sedimentos ao mar, provocam uma consequência ecológica grave.
Não apenas afetam a biodiversidade aquática, mas também as praias costeiras, as quais dependem desses sedimentos para se manterem. Espécies de peixes e outros organismos aquáticos, muitos dos quais são vitais para a segurança alimentar de comunidades locais, enfrentam declínios devido à alteração de seus habitats naturais e à interrupção de ciclos de vida essenciais.
Desta forma, toda a nossa reivindicação nesta área tem de balancear estas duas alternativas, com moderação, e apostar na eficiência de ambos os modelos, no respeito integral pelos caudais ecológicos definidos, mas tão desrespeitados e num consumo responsável e bem calculado.
Aproveitou a oportunidade para criticar que, nos sucessivos anos de seca que se têm vindo a registar no Algarve, o Governo PS «foi incapaz de concretizar soluções para atenuar o drama da falta de água no Algarve»,
Segundo Pinto Luz, cabeça de lista da AD pelo Algarve, afirmou que a «seca climática e a seca de soluções do Governo são uma mistura explosiva que vai ser paga duramente pelos algarvios.»
As seis «medidas de contingência para salvar a agricultura no Algarve», passam pela redução de consumo das autarquias em percentagem idêntica às perdas que cada uma regista no sistema em baixa.
Diz a AD que o ciclo urbano tem uma média de perdas de 30 por cento, mas só se exige um corte de 15%. Deste modo, «penaliza-se mais quem não investiu na manutenção das condutas e penaliza-se a agricultura».
Entende que o esforço de poupança pode ser mais bem redistribuído com a instalação de sistema de rega eficientes em jardins e espaços públicos, permitir aos agricultores cuja produção seja substancialmente reduzida ou suspensa o acesso ao regime de lay-off dos seus trabalhadores;
A Reabilitação dos furos municipais desativados, nos casos em que seja sustentável a sua reutilização, a criação de uma linha de crédito para os agricultores afetados que permita o reescalonamento de empréstimos.
Finalmente, propugna por obras de emergência nos aproveitamentos hidroagrícolas para melhorar a eficiência do sistema e reduzir perdas.
Para o cabeça de lista da AD, «O Algarve não pode só servir para passar férias e de motor da economia e depois quando precisam de nós não estamos lá para ajudar. É uma obrigação nacional».
A lista integra 8 mulheres e 6 homens, com uma média etária de 44,5 anos, envolvendo candidatos com intervenção em todo o Algarve, oriundos de diversos sectores, como da educação, da saúde, do direito, da hotelaria, da administração pública, dos pequenos e médios empresários, dos serviços, e que estão ligados ao movimento sindical unitário, ao movimento associativo, à cultura, ao desporto e a outras expressões.
A iniciativa foi apresentada por Rosa Palma mandatária da CDU, e nela tomaram a palavra Tiago Aldeias, membro da Comissão Executiva do Partido Ecologista Os Verdes, Celso Costa membro do Comité Central do PCP e responsável pela Organização Regional do Algarve do PCP e Catarina Marques 1ª candidata CDU.
Com o lema «A CDU avança com confiança», aquela força política diz estar «preparada para uma intensa e combativa batalha eleitoral, em que cada voto alcançado será mais um para a necessária mudança de rumo político na região e no país, para a Alternativa que se impõe, para dar luta às crescentes desigualdades sociais, às dificuldades económicas, na defesa dos trabalhadores e do trabalho, dos serviços públicos, pela habitação, pela mobilidade e transportes públicos, por uma vida melhor no Algarve».
Diz, ainda que a hora é de mudança e que basta de injustiças, afirmada nas palavras de ordem.
LISTA DE CANDIDATOS À ELEIÇÃO PARA A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
CANDIDATOS EFECTIVOS
1 – Catarina Alexandra Matos Marques
Catarina Marques, 46 anos, Professora de Educação Especial.É dirigente do Sindicato dos Professores da Zona Sul. É Coordenadora da União de Sindicatos do Algarve. Foi eleita no Conselho Pedagógico da Escola Superior de Educação da Universidade do Algarve. Foi membro da direcção do Clube Desportivo de Montenegro e Presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Montenegro. Foi eleita na Assembleia de Freguesia do Montenegro e na Assembleia Municipal de Faro. É membro da Comissão Concelhia de Faro do PCP e da Direção da Organização Regional do Algarve do PCP.
2 – Mário Rodrigo de Sousa Cunha
Mário Cunha, 38 anos, Advogado e Mediador de Conflitos. Integra os corpos sociais da Associação Portuguesa de Juristas Democratas e da Associação Al-Portel. É dirigente do Movimento de Utentes dos Serviços Públicos. É membro fundador do Grupo de Jogos de Tabuleiro de São Brás de Alportel. É eleito na Assembleia Municipal de São Brás de Alportel. É membro da Comissão Concelhia de São Brás de Alportel do PCP e da Direção da Organização Regional do Algarve do PCP.
3 – Joana Catarina Quintanova Sanches
Joana Sanches, 42 anos, Enfermeira. É dirigente sindical. Foi eleita na Assembleia Municipal de Portimão. É membro da Direção da Organização Regional do Algarve do PCP e do Comité Central do PCP.
Luís Fagundes, 51 anos, Livreiro. É eleito na Assembleia de Freguesia de São Gonçalo de Lagos. É membro da Comissão Concelhia de Lagos do PCP e da Direcção da Organização Regional do Algarve do PCP.
Paula Vilallonga, 67 anos, Médica. É licenciada pela Faculdade Ciências Médicas de Lisboa. Tem o grau de Chefe de Serviço e de Formação em Terapia Familiar. Foi Assistente Graduada de Clínica Geral e Orientadora do Internato de Medicina Geral e Familiar no Centro Saúde de Vila do Bispo e no polo de sagres. Foi Coordenadora do Centro de Saúde de Vila do Bispo. Atualmente exerce funções de Terapeuta Familiar na Unidade de Terapia Familiar de Faro. Foi Presidente da Assembleia Municipal de Serpa. É membro do Partido Ecologista “Os Verdes” – PEV.
Gabriela Brígida, 31 anos, Técnica Superior. É Licenciada em Gestão pela UALG. É Vice-Presidente da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Silves. É independente.
Jorge Costa, 62 anos, Carteiro. É dirigente sindical. Atleta olímpico nos Jogos de Atenas em 2004, é treinador de atletismo e organizador do “Troféu de marcha Jorge Costa”, assim como dos “Jogos de Quelfes” desde a sua primeira edição, sendo vice-presidente da “Associação Jogos de Quelfes – Portugal”. É membro da Comissão Concelhia de Olhão do PCP.
Sandra Jesus, 53 anos, Professora de Educação Musical. É Dirigente sindical. É membro da Comissão Concelhia de Vila Real de Santo António do PCP e da Direção da Organização Regional do Algarve do PCP.
O protocolo, já entrou em vigor a 1 de janeiro e entende-se até 31 de dezembro de 2024, estabelece a atribuição de uma contribuição mensal de 20 mil euros, o apoio nos prémios de seguro e a disponibilização de funcionários para colaborar nas atividades dos Bombeiros Voluntários.
Os Bombeiros Voluntários de Alcoutim comprometem-se a manter instalações, promover formações, assegurar ações de combate a incêndios e outras atribuições definidas na legislação.
Osvaldo dos Santos Gonçalves, destacou a importância do trabalho que considera incansável por parte dos Bombeiros Voluntários de Alcoutim, e afirma que a dedicação e coragem demonstradas pelos bombeiros «são um pilar essencial para a segurança e bem-estar da nossa comunidade. Este protocolo reforça o nosso compromisso em reconhecer e apoiar o notável serviço que prestam, salvaguardando vidas e património e fortalece a resiliência do território.»
Há a promessa aos visitantes de uma viagem ao passado de dois mil anos, até às origens urbanas do Algarve.
Há cerca de 150 anos, o tavirense Estácio da Veiga, pioneiro da Arqueologia Portuguesa, constituiu o «Museu Arqueológico do Algarve», considerada uma «notável compilação de peças dos diferentes povos e civilizações do Algarve, onde se destacavam os artefactos oriundos da cidade romana de Balsa, nunca chegaram a ser expostos nesta região». A mostra pública deste «museu» acabaria por ocorrer, mas, em Lisboa, em 1880, estando na origem do atual Museu Nacional de Arqueologia.
Uma entre esta instituição, o Município de Tavira e a Universidade do Algarve, através do seu Centro de Estudos em Arqueologia, Artes e Ciências do Património (CEAACP), boa parte do acervo de Balsa daquele Museu Nacional pode agora ser apreciado no Museu Municipal de Tavira – Palácio da Galeria.
Trata-se de uma exposição sobre o centro urbano que há dois mil anos se desenvolveu nas margens da ria Formosa, perto de Luz de Tavira, Intitulada Balsa, Cidade Romana, que reúne ainda peças de vários outros museus da região e do país, como o Museu Arqueológico do Carmo, o Museu Municipal de Faro, o Museu Municipal de Olhão, o Museu Paroquial de Moncarapacho, bem como de emprestadores particulares, oferecendo uma visão abrangente do património histórico da cidade de Balsa.
Ao longo de várias salas, são ilustrados diferentes aspetos desta antiga cidade, desde as primeiras referências, ao seu desaparecimento e à história da sua descoberta. São dados a conhecer alguns dos seus habitantes e os aspetos do seu quotidiano, bem como as atividades económicas, as preocupações com a saúde, com a beleza ou os rituais funerários de alguns balsenses.
Comissariada pelos arqueólogos João Pedro Bernardes (Universidade do Algarve) e Celso Candeias (Município de Tavira), Balsa Cidade Romana é ainda fruto das últimas investigações realizadas no terreno, no âmbito do projeto Balsa, Searching the Origins of Algarve, prometendo desvendar mistérios e esclarecer equívocos sobre esta cidade que tem captado a curiosidade de muitos.
A exposição estará patente até 28 de setembro de 2024 e o Museu Municipal de Tavira convida a visitar as memórias de uma cidade romana algarvia e a descobrir a rica história cultural do Algarve.
«Enquanto se deslocava na via pública, um polícia da Esquadra de Investigação Criminal de Faro, que se encontrava de folga, verificou dois homens envolvidos em discussão. Perante este cenário, dirigiu-se aos envolvidos, identificou-se como polícia e procurou dirimir o conflito”, explica a PSP.
“Foi possível perceber que, antes da chegada do proprietário e intervenção policial, já o suspeito havia furtado a bateria do ciclomotor, tendo esta sido localizada e apreendida no interior de uma viatura, estacionada a poucos metros do local.”, descreve.
Os factos descritos motivaram a detenção do suspeito que, após ter sido constituído arguido e prestar termo de identidade e residência, foi notificado para comparecer no Tribunal de Faro.
Este segundo campo faz parte de uma intervenção mais ampla no Plano de Urbanização das Sesmarias, incluindo desenvolvimentos residenciais e turísticos, além de equipamentos e projetos hoteleiros.
O projeto, que já recebeu uma Declaração de Impacte Ambiental favorável com condições em 2019, teve sua validade prorrogada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve em dezembro de 2023.
Está atualmente sujeito a um processo de Consulta Pública, permitindo a apresentação de opiniões e sugestões, com possibilidade de impugnação administrativa e contenciosa de decisões relacionadas ao projeto, junto da CCDR Algarve.
O objetivo pretendido é aproximar a Associação dos revendedores de combustíveis líquidos e gasosos da Região Sul, para os esclarecer sobre as questões que mais os preocupam.
Temas em debate:
Transporte e armazenagem de combustíveis líquidos e gasosos, legislação ACT (Horários, Tabela Salarial, Contratos de Trabalho), legislação exigida pela ENSE nos PAC e Parques de Gás (Comunicação ao Balcão Único dos postos de abastecimento e do GPL)
O local escolhido foi o Vila Galé Ampalius, Alameda Praia da Marina, 8125-408 Vilamoura (junto ao Casino), devendo os interessados devem inscrever-se através de geral@anarec.pt ou 925 986 467.
Mas não são pessoas reais sob um bisturi – é o seu duplo digital projetado num ecrã de computador, cada um refletindo a composição bioquímica individual da pessoa. E poderá abrir a porta para a próxima fronteira da medicina: cuidados de saúde personalizados.
Paciente dobra
Ao testar métodos e medicamentos em «gémeos digitais», a equipa médica pode determinar os melhores cursos de tratamento para os próprios pacientes. No caso de Biancolini, a sua equipe está investigando aneurismas, que são protuberâncias ou inchaços anormais nas paredes dos vasos sanguíneos.
«Definitivamente não queremos fazer tentativa e erro no paciente, mas com um gêmeo digital podemos tentar a cirurgia muitas vezes», disse Biancolini, professor associado de design de máquinas na Universidade de Roma.
Lidera um projeto de investigação que recebeu financiamento da UE para formar investigadores em início de carreira na gama potencialmente ampla de utilizações de gémeos digitais para o tratamento e prevenção de aneurismas. Essas doenças podem estar presentes nas pessoas desde o nascimento ou resultar de condições que incluem pressão alta, placas de gordura e traumas.
Chamado MeDiTATe , o projeto de quatro anos e meio decorre até junho de 2024. Reúne 25 parceiros académicos e industriais de Itália, França, Grécia, Noruega e Suíça.
Debilitação mortal
Os aneurismas ocorrem em cerca de 3% da população mundial, e muitas pessoas nem sabem que têm a doença até que seja tarde demais.
Quando um aneurisma se rompe, as consequências são graves. Cerca de 35% das pessoas que sofrem uma ruptura de aneurisma morrem e apenas um terço pode voltar a uma vida normal depois.
Com um gêmeo digital podemos tentar a cirurgia muitas vezes.
Marco Evangelos Biancolini, MeDiTATe
Com uma condição tão potencialmente debilitante, que pode atacar a qualquer hora e em qualquer lugar do sistema circulatório do corpo, está em andamento a busca por maneiras de salvar mais vidas. Os gêmeos digitais podem melhorar a detecção de sinais de alerta precoce nos pacientes reais, permitindo medidas preventivas mais rápidas.
Os investigadores do MeDiTATe esperam aumentar as taxas de sobrevivência das pessoas que têm aneurismas, bem como melhorar a detecção precoce e a prevenção dos mesmos. Se um paciente for diagnosticado ou houver suspeita de ter um aneurisma, um gêmeo digital poderá ser criado com base na própria fisiologia da pessoa. Os especialistas médicos podem então realizar testes para chegar a um tratamento personalizado.
Como a coleta de dados do próprio corpo de uma pessoa é difícil sem procedimentos invasivos, os pesquisadores também estão imprimindo réplicas de pacientes em 3D para coletar as informações necessárias para que os gêmeos digitais sejam o mais completos possível.
«Combinar o paciente, a réplica e o gêmeo digital completa o ciclo», disse Biancolini.
Fácil de usar
Embora os gêmeos digitais já sejam usados para pesquisa, o MeDiTATe visa torná-los mais fáceis de usar para profissionais médicos. A equipe tem trabalhado com hospitais e coletado opiniões de profissionais de saúde. O objetivo é entender o que eles precisam de um gêmeo digital para poder tirar uma conclusão sobre o aneurisma de um paciente.
Pretende tornar comercialmente viáveis gêmeos digitais para o tratamento de aneurismas e os membros do consórcio MeDiTATe já registraram uma série de patentes. Biancolini acredita que os gêmeos digitais serão o futuro da saúde à medida que se tornarem mais confiáveis e precisos, tornando menos necessárias réplicas tradicionais de partes do corpo humano.
«O número de protótipos físicos caiu muito nas últimas décadas porque a precisão das simulações digitais é agora tão alta que você pode confiar nelas», disse ele.
Fibrilação atrial, acidente vascular cerebral
Outros investigadores financiados pela UE estão a recorrer ao mundo digital em busca de uma forma diferente de ajuda em matéria de cuidados de saúde.
O projeto MAESTRIA está a construir uma plataforma para a recolha de conjuntos de dados que ajudarão os médicos a compreender e tratar a fibrilhação auricular – um batimento cardíaco irregular – e o AVC nos pacientes. A iniciativa de cinco anos vai até fevereiro de 2026.
«Você consegue ter uma identificação de risco muito precisa e precisa para cada indivíduo».
A equipe está desenvolvendo ferramentas digitais baseadas em uma nova geração de biomarcadores que integram processamento de inteligência artificial e big data de imagens de ponta, eletrocardiografia e tecnologias ômicas para refinar o diagnóstico e o tratamento individual dos pacientes.
«Quando uma pessoa tem fibrilhação auricular e sofre um acidente vascular cerebral, é o resultado de um processo patológico que começou muitos anos antes», disse Stéphane Hatem, professor de fisiologia cardíaca no Instituto de Cardiometabolismo e Nutrição na capital francesa, Paris.
Ele pensa que, através do MAESTRIA, os investigadores serão capazes de mostrar que o tecido adiposo no coração é um biomarcador chave para a fibrilhação auricular e o acidente vascular cerebral. Espera-se que a disponibilidade de um amplo conjunto de dados que examine ambos os fatores nas patentes permita tal conclusão.
Recrutamento e testes
Hatem, que coordena o projeto, e sua equipe estão se preparando para testar a plataforma central do projeto. Os investigadores estão a recrutar pacientes de países europeus, incluindo França, Alemanha e Espanha. Os testes serão feitos ao longo de dois anos e meio.
Se o teste for bem sucedido, pessoas de fora da Europa também serão incluídas. Isso porque quanto mais refletem o espectro populacional, mais úteis são os conjuntos de dados. «Para ser útil nos cuidados clínicos, é extremamente importante validar o algoritmo numa população ampla, não apenas nos países da Europa Ocidental», disse Hatem.
A plataforma que estão desenvolvendo estará disponível para outros profissionais médicos. Pessoas com diferentes conjuntos de dados poderiam adicioná-los à plataforma e contribuir para as conclusões que podem ser tiradas. Assim, por exemplo, um investigador que investigue os acidentes vasculares cerebrais na capital da Letónia, Riga, poderia fornecer dados e, em troca, obter acesso a toda a informação contida na plataforma.
O resultado global seria uma maior compreensão dos biomarcadores por parte dos médicos especialistas e tratamentos mais direcionados – e, por extensão, mais eficazes – para os pacientes.
Tal como Biancolinii, Hatem acredita que as tecnologias digitais são vitais para melhorar os cuidados de saúde. “Medicina personalizada significa que você é capaz de ter uma identificação muito precisa e precisa do risco para cada indivíduo”, disse Hatem.
A investigação neste artigo foi financiada pela UE, incluindo, no caso do MeDiTATe, através das Ações Marie Skłodowska-Curie (MSCA). As opiniões dos entrevistados não refletem necessariamente as da Comissão Europeia. Se você gostou deste artigo, considere compartilhá-lo nas redes sociais.
A Europa está a registar um aumento de casos de sarampo, um dos vírus mais contagiosos, devido à baixa vacinação. Na sexta-feira, a Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido pediu, às pessoas que não estão imunizadas contra o sarampo, que sejam se vacinem, face ao aumento de casos do vírus, especialmente nas grandes cidades de Londres e Birmingham.
Em outubro, tinha sido registao um surto em Guilherand Granges, França, com mais de 60 casos e duas hospitalizações, a maioria crianças da mesma escola secundária. Além disso, a Roménia declarou uma “epidemia nacional” desta infeção em dezembro, informa o HuffPost.
Arquiteto do povo, porque passou a vida em luta pelas necessidades habitacionais dos mais carenciados para quem projetou; velejador, porque era um exímio e apaixonado nauta; democrata, porque lutou sempre para que Portugal tivesse um regime de direitos, liberdades e garantias, onde fossem respeitados os direitos de quem trabalha.
A sua vida e obra merecem o respeito de todos os democratas e o seu partido, o PCP, divulgou uma nota do falecimento que aqui reproduzimos e que, projeta a imagem completa da dimensão deste algarvio que recolhe hoje à última morada, onde poderá ser recordado, na sua cidade natal.
Na nota do Secretariado da Direcção da Organização Regional do Algarve, o PCP manifesta o seu profundo pelo falecimdnto em 19 de Janeiro de 2024, José Paulo Velho Geraldo de Albuquerque Veloso, discorrendo, depois sobre a sua vida, obra e participação política.
«É com profundo pesar que o Secretariado da Direcção da Organização Regional do Algarve do Partido Comunista Português informa que faleceu em 19 de Janeiro de 2024, José Paulo Velho Geraldo de Albuquerque Veloso.Nascido a 9 de Junho de 1930 na Freguesia de Santa Maria em Lagos, José Veloso, licenciou-se em Arquitectura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e passou a exercer a sua profissão em Lagos, onde abriu o seu próprio Gabinete de Arquitectura.
Em 1967 e em 1972, fez parte das delegações portuguesas de arquitectos aos congressos da União Internacional dos Arquitectos, respectivamente na Checoslováquia e na Bulgária. Em 1969 participou activamente no Movimento Democrático Português/Comissão Democrática Eleitoral (MDP/CDE) e foi então candidato da CDE, por Faro, à Assembleia Nacional.
Após o 25 de Abril em 1975, foi candidato à Assembleia Constituinte, pelo MDP-CDE. Foi candidato do PCP, em diversas eleições para a Assembleia da República, sempre pelo círculo de Faro. Foi membro da Assembleia Municipal de Lagos, nas listas da APU e da CDU, nos mandatos de 1980 a 1982, 1986 a 1989 e 1990 a 1993. Foi eleito vereador na Câmara Municipal de Lagos, pela APU, no mandato de 1983 a 1985 e membro da Comissão Organizadora da Assembleia Constituinte da Associação Nacional dos Municípios Portugueses, ANMP. Integrou a Comissão Concelhia de Lagos e foi membro da Direcção da Organização Regional do Algarve do PCP.
Dando cumprimento a uma das maiores conquistas da Revolução de Abril “ O Direito à Habitação” José Veloso trabalhou para o Fundo de Fomento da Habitação, como coordenador de equipas de projecto do Serviço de Apoio Ambulatório Local (SAAL), com projectos construídos em diversos concelhos algarvios. É nesse quadro que José Veloso ficou com o seu nome de arquitecto irreversivelmente ligado a um extraordinário acontecimento popular, marca da Revolução de Abril: «Os índios da Meia Praia».
Como membro da Cooperativa BLOCO, Crl., dedicou a sua actividade profissional quase exclusivamente a projectos de equipamentos públicos, de habitação de promoção municipal e de habitação cooperativa, com obras construídas em vários concelhos algarvios e alentejanos. Recebeu menções honrosas do Fundo de Fomento da Habitação, em projectos de habitação cooperativa, em Lagos, e tem uma obra, em Monchique seleccionada pelo IPPAR. Diversas obras suas foram escolhidas pelo Inquérito à Arquitectura Portuguesa do Século XX, IAPXX, promovido pela Ordem dos Arquitectos.
Fez parte de listas para os corpos sociais da Associação dos Arquitectos Portugueses, antecessora da Ordem dos Arquitectos, tendo sido eleito para o conselho de delegados. Em 2021 a Ordem dos Arquitectos homenageou-o com o Titulo de Membro Honorário. Além de projectos de arquitectura, publicados em revistas da especialidade, colaborava frequentemente na imprensa regional do Algarve, com artigos de opinião.
Editou vários Livros nomeadamente: “Lagos e outras terras, memórias soltas e alguns pensamentos sobre gentes da borda d`água, barcos, mar e rios”, “Houve fascismo em Portugal, testemunhos de um cidadão”, “Brevíssima foto-história da Cidade marítima, ao longo do século XX, memórias da cidade bela”, “Grandes navios de vela de bandeira portuguesa, compilação fotográfica com alguma história”.
Foi participante do grupo fundador do Clube de Vela de Lagos, em 1950, e eleito em vários mandatos como Comodoro e como Presidente da Direcção. Foi membro eleito do Conselho Técnico da Federação Portuguesa de Vela, em 1973/74, foi sócio fundador e eleito Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação Lacobrigense de Desportistas Náuticos , foi sócio fundador e eleito Presidente da Mesa da Assembleia Geral da TERTÚLIA, Associação Sócio-Cultural de Aljezur.
José Veloso teve uma vida inteiramente dedicada à luta e intervenção pela emancipação dos povos, pela democracia, o progresso social, a paz e o socialismo.
A direcção de FOZ – Guadiana Digital, apresenta a Miguel Veloso, nosso colaborador, e família, as mais sentidas condolências.
A Autoridade Marítima Nacional, deu nota de que foram acionados os meios da Polícia Marítima para o local e solicitado o apoio Câmara Municipal de Vila Real de Santo António para a remoção.
A Rede Nacional de Arrojamentos, coordenada pelo Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF). Após análise dos técnicos o referido mamífero foi enterrado. o CLPM de VRSA tomou conta da ocorrência.
Segundo apurou o «Algarve Marfado», o homem utilizava auscultadores e, provavelmente por essa razão, não terá ouvido a aproximação do comboio, que circulava no sentido Lagos-Portimão.
O alerta foi dado pelas 8:15 horas, tendo-se deslocado ao local um total de 20 operacionais dos Bombeiros de Portimão, Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e Polícia de Segurança Pública (PSP). O corpo foi removido pelas 9:12 horas e a circulação ferroviária retomada pelas 9:36 horas.
A depressão que está a afetar o Algarve e todo o país, tem por nome Juan e trouxe chuva, por vezes forte, como o anunciado pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera, trovoadas convectivas até ao final da manhã, precipitação e queda de neve, nos pontos mais altos da Serra da Estrela.
Ontem na sequência de depressão Irene, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil registou, entre as zero e as 7 horas da manhã, 22 ocorrência devido ao mau tempo, a maioria delas no Algarve, 10, relacionadas com inundações na via pública.
João Manuel Moreno, adiantou que a Andaluzia se encontra em situação de seca extrema e, numa intervenção perante a comissão de peritos da seca criada na Junta da Andaluzia, disse que as reservas de água, nalgumas áreas do território estão abaixo dos 15% da sua capacidade, com reposições por chuvas muito débeis.
Estão 500.000 pessoas na região com abastecimento limitado de água e, se os níveis da precipitação não se modificarem, haverá restrições de consumo humano em cidades como Sevilha e Málaga.
Ainda antes do Verão, a Andaluzia está a preparar todos os portos da região para, em caso de seca extrema, começar a receber água através de navios, de forma a garantir o abastecimento à população.
O Presidente da junta da Andaluzia disse ainda que, ao mesmo tempo, a região é um grande destino turístico de Espanha, com cidades costeiras que alcançam o triplo da população e é também uma região agrícola que produz comida para milhões de pessoas em diferentes países.
Juamma Moreno, como é também conhecido, anunciou a aprovação para a região de 50.000.000 de euros de ajuda direta aos agricultores e outros 150.000.000 em trabalhos relativos a obras de cimento de água
Ainda bem que chove, mas o que se tem observado, ao longo dos anos, é que as medidas são apenas tomadas quando a corda já está prestes a sufocar. Caracterizam-se por serem medidas repressivas, uma vez que, nas medidas preentivas, o que se tem observado é que há muito lirismo e pouco investimento. Cortar e reprimir até à carência, é sempre o mais fácl.
Acontece que, há medida que se vão exaurindo mais soluções para se encontrar água, não se conhecem estudos que nos digam até onde se pode ir no crescimento sustentado das disponibilidades de água, quando todas as previsões e comportamento do clima apontam para o aumento da seca, devido às alterações. Falta-nos saber como quem nos governa planerá no futuro a gestão dos recursos que são, para além de escassos, finitos.
As medidas, para já e para logo
O volume titulado para rega no perímetro hidroagrícola do Sotavento terá uma redução de 50% e o Governo afirma que a redução na captação superficial vai ser compensada pela reativação de furos em zonas em que os aquíferos não estejam em situação crítica e também pela Água para Reutilização. Com esta medida pretende-se reduzir o consumo de água em 50% na agricultura.
O volume utilizado para rega a partir da albufeira do Funcho, face à campanha de rega homóloga, vai ser reduzido, em cerca de 40% e reduz-se também, em 15%, a captação de água subterrânea para rega.
Além das novas medidas, o Ministério da Agricultura e Alimentação nota que estão em curso obras de caráter estrutural, asseguradas com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, num valor próximo dos 240 milhões de euros.
Espera-se a Construção de uma dessalinizadora em Albufeira, com capacidade para tratar 16hm3/ano e que pode atingir 24hm3/ano numa segunda fase. Está ainda em procedimento de Avaliação de Impacte Ambiental, prevendo-se o lançamento do concurso de conceção/construção até ao início de fefereiro.
Continua a apostar-se na captação do Pomarão, para aportar mais 30 hm3 às afluências à barragem de Odeleite, ainda está em procedimento de Avaliação de Impacte Ambiental e o fim da obra está previsto para 2026.
A capacidade útil da barragem de Odelouca será aumentada através da descida do nível de captação num investimento de 5 milhões de euros e encontra-se a decorrer. O reforço da interligação do sistema de abastecimento público do Barlavento/Sotavento, num investimento de 26 milhões de euros, também se encontra a decorrer.
O Aumento da disponibilização de Água para Reutilização para a rega de campos de golfe e agrícola, num valor de 8hm3/ano e com um investimento de 23 milhões de euros, concluído em 2025 (atualmente disponibilizados 2,5 hm3/ano).
Quanro à redução de perdas no setor urbano, espera-se que em 2026 estarão requalificados 125 km de rede, num investimento de 43,5 milhões de euros dos quais estão em curso 14 milhões de euros.
A redução de perdas no setor agrícola nos perímetros hidroagrícolas, terá investimento de 14,5 milhões de euros e, nos privados, de quatro milhões de euros.
O Governo destacou que, no que diz respeito à região do Alentejo, a ligação da barragem do Monte da Rocha a Alqueva foi adjudicada na semana passada.
No âmbito da agricultura, explica que foi aprovado estudo prévio da barragem da Foupana. Além de se ter aberto um aviso no PDR2020 dirigido e para apoio aos agricultores do Algarve, para captação subterrânea, com a devida autorização por parte da Agência Portuguesa do Ambiente. O ministério diz ainda estar a profundar o debate e análise de possíveis medidas compensatórias.
Recorde-se que inicialmente a Agência Portuguesa do Ambiente ponderou cortar em 70% o abastecimento agrícola em território algarvio, sugestão que foi alvo de críticas do setor.
O movimento Porta a Porta que se mobiliza pelo direito à Habitação, afirma que os estes juros atuais são altos e colocam as famílias em situações limite, de desespero e aumentam os despejos, ao mesmo tempo que, os mesmos juros altos, garantem brutais lucros, históricos até, à banca e aos fundos imobiliários.
O Porta a Porta lembra que, nos nove primeiros meses do ano de 2023, os bancos nacionais, com estes juros, tiveram 12 milhões de euros de lucros líquidos por dia».
Há reunião do BCE agendada para 25 de Janeiro e o Porta Porta defende que nessa reunião tem que ser já decidida a descida das taxas de juro e para tal, Presidente da República, Primeiro-Ministro, Ministro das Finanças e Governador do Banco de Portugal têm que ter um papel activo em todo este processo e exigir que tal aconteça.
O Movimento Porta a Porta realã que, no dia 27 de Janeiro estão marcadas manifestações para todo o país e que, deste rol de lutas que se irão realizar, destacam-se as marcadas para Lisboa, Porto e Braga, agendadas para as 15 horas.
A CDU entregou ontem, no Tribunal de Faro, a lista dos seus candidatos às eleições para a Assembleia da República 2024.
A entrega foi feita por Rosa Palma, mandatária regional da CDU, em conjunto com diversos candidatos, incluindo a primeira candidata Catarina Marques e outros ativistas da CDU, que quiseram marcar presença neste ato de formalização da candidatura.
A lista que integra oito mulheres e seis homens. Segundo a candidatura, «envolve candidatos com intervenção em todo o Algarve, oriundos de diversos sectores, como da educação, da saúde, do direito, da hotelaria, da administração pública, dos pequenos e médios empresários, dos serviços, e que estão ligados ao movimento sindical unitário, ao movimento associativo, à cultura, ao desporto e a outras expressões».
Aquela força política considera os seus candidatos como empenhados em participar «numa intensa e exigente campanha eleitoral», onde espera a participação de muitos activistas e amigos da CDU, «levando as propostas da nossa candidatura para uma vida melhor no Algarve. Uma campanha que passará pelo contacto e esclarecimento para a necessária mudança de rumo político que o Algarve, e o país, tanto precisam».
A divulgação dos nomes dos candidatos será feita em acto de apresentação pública no próximo dia 20 de Janeiro em Faro.
Estiveram presentes inúmeras entidades neste momento histórico, com destque para José Apolinário, José Águas da Cruz, Claúdio Mendonça, Isaías Varela, Albertina Oliveira, Vereadora da Câmara Municipal de Lagoa, dos Açores, Paulo Águas, Nuno Loureiro, Sara Silva, vereadores deputados municipais, representantes das freguesias e uniões de freguesias, representantes das IPSS e Coletividades do Concelho, colaboradores do Município, e compareceram muitos lagoenses e jornalistas.
A cerimónia de encerramento das comemorações iniciou com o espetáculo musical Espanto Musical de Ópera “Pássaros de Lagoa“, encomendada pelo município ao Conservatório de Artes de Lagoa – ARTIS XXI, para esta ocasião especial, a qual contou com a participação especial do Clube de Escrita Criativa da Biblioteca Municipal, seguindo-se uma viagem sonora entre 2023 e 1773, ano da fundação do concelho de Lagoa, projeto com direção artística da cravista Elsa Mathei e direção musical de Pedro Castro, com a participação da Orquestra Barroca D’Aquém Mar da ARTIS XXI – Conservatório de Artes de Lagoa.
Posteriormente, deu-se início à cerimónia protocolar, de encerramento das Comemorações dos 250 anos da Criação do Concelho, com os discursos do Presidente da CCDR Algarve, membro da Comissão de Honra das Comemorações dos 250 anos da Criação do Município de Lagoa, José Apolinário, do Presidente da Assembleia Municipal de Lagoa, membro da Comissão Executiva das Comemorações dos 250 anos da Criação do Município de Lagoa, José Águas da Cruz, e do Presidente da Câmara Municipal, Luís Encarnação.
Durante as três intervenções foi dado destaque às inúmeras iniciativas realizadas ao longo de 365 dias, ao lançamento da obra, que se encontra a decorrer, da Casa da Cidadania, bem como à participação dos Lagoenses neste momento histórico. O Presidente da Assembleia Municipal de Lagoa, José Águas da Cruz, bem como o Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Luís Encarnação, aproveitaram o momento para dar início às comemorações dos 50 anos do 25 de abril, lançando o repto para que os Lagoenses participem nestas comemorações da mesma forma como o fizeram nas comemorações da criação do concelho.
O Presidente da Câmara Municipal, Luis Encarnação, ofereceu ao Presidente da Assembleia Municipal de Lagoa, José Manuel Águas da Cruz, o 1º exemplar do livro de fotografia «O Conhecido Desconhecido» e o 3º exemplar do livro ao Presidente da CCDR, José Apolinário, tendo o 2º exemplar ficando reservado para oferecer ao General Rocha Vieira. Ao Presidente, Luís Encarnação, foi-lhe oferecido o 250º exemplar.
Este livro, publicado no âmbito das Comemorações dos 250 Anos da Criação do Concelho, é uma edição única de 250 exemplares, todos eles numerados e assinados pelo autor, o fotógrafo João Mariano, que também esteve presente.
Trata-se de uma obra de arte para colecionadores que imortaliza de forma singular, através de 20 fotografias a preto-e-branco, o litoral do nosso concelho.
À semelhança do que fez o excecional fotógrafo norte-americano Ansel Adams, é um livro que pode ser folheado enquanto tal, mas que também pode ser desmontado e as suas fotografias emolduradas, proporcionando uma exposição privada a cada um dos possuidores deste livro.
A cerimónia terminou com o arriar da bandeira, alusiva às Comemorações dos 250 anos da Criação do Concelho, acompanhada pelo Hino Municipal “Orgulho em Ser Lagoa”, tocado pela Banda Filarmónica Portimonense.
“Foi um ano de grande atividade, de iniciativas culturais, de festas populares, mas também de momentos de reflexão e partilha de conhecimento. Passado um ano, digo, com orgulho, que cumprimos a nossa missão.
Para o presidente da câmara municipal, Luís Encarnação, foi deixada uma marca no território.