FOZ – Guadiana Digital

Autor: jestevaocruz

  • José Gusmão é o primeiro candidato no Bloco de Esquerda

    José Gusmão é o primeiro candidato no Bloco de Esquerda

    José Gusmão afirmou no ato de entrega da lista que a candidatura pretende «promover um esforço de abertura que ajude a dar resposta às inúmeras questões que preocupam a nossa população e construir uma região em que os algarvios possam viver com toda a qualidade durante todo o ano».

    O eurodeputado candidato pelo Algarve sublinha a gravidade da emergência da água, considerando que «é preciso olhar para o modelo insustentável da economia do Algarve, em vez de castigar as famílias pelas consequências desse modelo.»

    O programa de candidatura é orientado em oito prioridades, habitação, água, saúde, escola pública, agricultura, ambiente, economia, mobilidade e regionalização. O coletivo reunido na lista manifesta a urgência da esquerda socialista para a transformação da realidade com as classes trabalhadoras de forma a dar respostas claras e inequívocas do Algarve e dos algarviose diz ser «a força que pode devolver uma representação política ao campo à esquerda do centrão».

    Lista de candidatos às Eleições Legislativas 2024
    Efetivos

    1. José Gusmão, 47 anos, Economista e Deputado no Parlamento Europeu, Loulé;
    2. Guadalupe Simões (independente), 57, Enfermeira, Dirigente Sindical, Loulé;
    3. Sandra da Costa Moutinho, 46 anos, Investigadora/Professora Ativista pela habitação, Albufeira;
    4. Pedro Miguel Sousa Mota, 50 anos, Gestor Comercial, Portimão;
    5. João Afonso (independente), 55 anos, Professor e sindicalista, Albufeira;
    6. Stéphanie Marie Ringenbach Jordão (independente), 37 anos, Assistente Operacional, Lagoa;
    7. José António Sousa Moreira, 56 anos, Professor Universitário/Dirigente Sindical, Faro;
    8. Ana Isabel da Silva Ramos, 42 anos, Segurança/Delegada Sindical, Olhão;
    9. Diana Batista Brazão Lourenço (independente), 20 anos, Estudante Universitária de Sociologia, Faro.

    Suplentes

    1. Jo Rodrigues, 27 anos, Medicina: Clínica Geral, Lagos;
    2. Inês Silva Morgado (independente), 32 anos, Arquiteta Paisagista, Vila do Bispo;
    3. Jorge Manuel Ramos, 61 anos, Engenheiro de Telecomunicações, Lagoa;
    4. Marilú da Veiga Correia Batista Santana, 62 anos, Assistente Operacional, Portimão;
    5. Sebastião José Simão Pires (independente), 66 anos, Mediador Imobiliário, Vila Real de Santo António;

    O mandatário da Juventude é Alexandre Alves Santos, de 19 anos, é estudante universitário e residente no concelho de Loulé.

    O professor universitário e ex-Reitor da Universidade do Algarve (UAlg), António Branco é o mandatário distrital, reside em Faro e tem 63 anos.

  • Diferenças nas rotundas entre Portugal e Espanha

    Diferenças nas rotundas entre Portugal e Espanha

    Em especial nas áreas de fronteira com a Espanha, os automobilistas portugueses que circulam com frequência nas cidades e estradas espanholas, enfrentam dificuldades, tal como os nossos vizinhos que se deslocal a Portugal

    Acontece que, em Espanha, as regras para rotundas são diferentes das de Portugal e são as seguintes: os veículos que já estão na rotunda têm prioridade sobre os que desejam entrar, deve-se sair da rotunda pela faixa exterior, as mudanças de faixa dentro da rotunda devem ser sinalizadas com a luz intermitente.

    É tambem recomendado que, em estradas interurbanas, a faixa exterior da rotunda seja utilizada sempre que possível, e as faixas interiores sejam usadas apenas para ultrapassar, retornando à faixa exterior para sair da rotunda. Em áreas urbanas, a regra é mais flexível, permitindo o uso de faixas interiores quando conveniente, mas sempre atentando aos sinais e ao tráfego​​.

    Já em Portugal, os veículos dentro da rotunda têm prioridade sobre os que vão entrar, o condutor pretende sair na primeira saída da rotunda, deve seguir pela faixa da direita, para sair em qualquer outra saída, o condutor deve mudar para a faixa da direita apenas após passar a saída imediatamente anterior àquela por onde pretende sair.

    Em Portugal, antes de 2014, a regra era diferente, permitindo o uso da faixa interior para ultrapassagens e movendo-se para a faixa da direita apenas para sair. Esta alteração pode ter adicionado à confusão entre os motoristas que estavam acostumados com a regra anterior​​​​.

    A principal diferença é no uso das faixas dentro das rotundas. Enquanto em Espanha a preferência é pelo uso da faixa exterior e uma maior flexibilidade em áreas urbanas, em Portugal, a regra requer uma mudança mais estratégica de faixas, dependendo da saída que o condutor pretende utilizar.

    É essa diferença pode causar confusão para motoristas não familiarizados com as regras específicas de cada país.

  • A Serra da Adiça

    A Serra da Adiça

    Em 1747 situava-se na freguesia de São Pedro da Adiça, de onde tomou o nome, no termo da vila de Moura, Comarca da cidade de Beja, Arcebispado de Évora, Província do Alentejo. Tinha de largo légua e meia, e duas de comprido até à Serra de Ficalho, onde acaba. Lançava esta serra um braço, chamado Serra da Abelheira.O clima era geralmente cálido no Estio, e frio no Inverno.

    Era esta serra revestida de mato rasteiro e alto, que roçavam os moradores dos lugares vizinhos, para semearem trigo, cevada e centeio, que produzia em abundância.

    Criavam-se nela muitos gados grossos e miúdos, de lã e pelo, e do mesmo modo caça grossa e miúda, de veados, javalis, corças, coelhos, perdizes, lobos, raposas e outros bichos. Entre as ervas medicinais que nela se acham, são mais comuns a norça, proveitosa nos flatos uterinos, e ourival, a qual é de qualidade purgativa.

    Distante um quarto de légua de Ficalho havia uma cova chamada da Adiça, cujo nome lhe dá a serra. Tinha esta cova ao princípio bastante largura, formando-se à maneira de uma grande casa. Nela se via um buraco, ou fojo, pelo qual apenas caberia um homem, não se sabendo onde ia sair.

    A pouca distância se vai este fojo dividindo em pequenos seios, ou concavidades menores, as quais vão dar a uma fonte de bastante água, de que se aproveitam os pastores, caçadores, e as pessoas que fazem searas nesta serra. Nesta cova habitaram antigamente monges solitários, segundo afirmava a constante tradição, que na época se conservava viva entre os vizinhos deste monte.

    E no ano de 1727 faleceu na freguesia de São Pedro da Adiça um monge, que nesta cova habitava, por nome António da Madre de Deus, deixando nome de virtuoso, e neste conceito foi sempre tido enquanto viveu.

    Créditos: Taberna do Liberato
  • Cresce no Azinhal em antiga escola primária

    Cresce no Azinhal em antiga escola primária

    Assim, a Escola Básica do 1.º ciclo do Azinhal vai ser alvo de obras de remodelação e adaptação, para transformar o espaço, utilizando financiamento candidato ao Plano de Recuperação e Resiliência e investimento do Município de Castro Marim. Para o efeito foi assinado contrato de comodato, com aquela associação.

    A gestão e desenvolvimento fica a cargo da ABESFA, em colaboração com o Município e em parceria com o Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social. O equipamento constituirá um contributo na conciliação da vida familiar e profissional do agregado familiar e proporcionará condições para o desenvolvimento integral da criança, num ambiente de segurança física e afetiva.

    A escola vai ter capacidade para oito crianças em berçário e mais 30 em salas de marcha. ´QE ainda proposta a agregação de uma valência de pré-escolar e a instalação de uma sala com capacidade de 12 crianças.

    O edifício, depois de ampliado terá sala de berçário, áreas de apoio, uma zona de receção/acolhimento e distribuição das crianças, duas novas salas de marcha e atividades, áreas afetas ao pessoal e serviços, uma sala de pré-escolar, a salvaguarda do campo de jogo exterior, um recreio com zona coberta e outra descoberta e áreas de direção e de serviços administrativos e técnicos.

    A oportunidade de abrir este equipamento, segundo revelou a câmara municipal, surge na sequência do encerramento compulsivo de uma creche privada que servia várias famílias daquela freguesia, ditada ao abandono, que tem sofrido com a perda sistemática e acentuada de habitantes.

    Este novo equipamento será essencial para o território do interior do Município de Castro Marim, uma vez que se tem assistido a uma alteração substancial nas famílias e nas estruturas sociodemográficas e uma quebra na rede de apoio familiar e de vizinhança, contribuindo também para a fixação da população.

  • Brincar com coisas sérias no Carnaval de Loulé

    Brincar com coisas sérias no Carnaval de Loulé

    Como vem sendo hábito na quadra, este ano a 11, 12 e 13 de fevereiro, o Carnaval de Loulé sai à rua na Avenida José da Costa Mealha.

    A brincar com matérias sérias e atuais de uma forma pedagógica, faz parte deste evento. Nesse sentido, o mais antigo corso do país traz este ano o tema «À descoberta dos ODS». No desfile de três dias são vedetas os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 das Nações Unidas.

    Muita brincadeira e boa disposição, cor e música, sem dispensar a “afiada” sátira política, social e desportiva é o que promete o desfile.

    Terá 14 carros alegóricos e mais de 600 figurantes a encarnar os 17 ODS que passam, pela erradicação da pobreza, promoção da igualdade de género, educação de qualidade ação climática, criação de cidades e comunidades sustentáveis ou a promoção da paz, justiça e instituições eficazes.

    A grande novidade do desfile é o surgimento do 18º ODS, aprovado pela «assembleia geral dos foliões louletanos»: a promoção da brincadeira e dos eventos sustentáveis.

    São os seguintes os temas propostos pela orgasmização do Corso:

    As figuras e os temas da vida política do momento regressam ao sambódromo louletano. Por exemplo, já não é a primeira vez que o tão aguardado novo aeroporto de Lisboa inspira o corso louletano. Em 2024, às opções Vendas Novas, Santarém, Montijo, Alcochete, Pegões ou Beja, junta-se também a hipótese de Loulé vir a receber este aeroporto… Claro que tudo isto não passa da tão afamada paródia louletana que, mais uma vez, brinca com a situação política nacional.

    O aumento das taxas de juro e o seu impacto nos empréstimos à habitação, problema que ao longo do último ano tem “castigado” as famílias portuguesas, é parodiado num dos carros alegóricos. O Zé Povinho é a marionete da presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, que tem sido o rosto destes aumentos e portadora das más notícias. Neste carro figura outro tripulante, Mário Centeno, ex-ministro das Finanças e o atual governador do Banco de Portugal.

    No contexto internacional, as duas guerras que marcaram os últimos meses são também retratadas num carro alegórico que tem como tripulantes Vladimir Putin, Volodymyr Zelensky e Joe Biden. Enquanto o líder russo está confortavelmente a combater a Ucrânia, a partir do Kremlin, as atenções do presidente norte-americano viram-se agora para Israel/Palestina onde um outro conflito bélico que envolve outros interesses estratégicos no xadrez mundial, em particular no Médio Oriente, parecer estar a ser prioritário para os Estados Unidos.

    No mundo desportivo, a luta pela presidência do FC Porto está acesa e este é um rastilho que tanto agrada aos criativos deste Carnaval. Até porque Jorge Nuno Pinto da Costa, o histórico líder portista, é há largos anos um “habitué” no corso louletano e, em 2024, está de novo em destaque, no frente-a-frente com André Villas-Boas. O antigo treinador já assumiu ser candidato ao lugar que desde 1982 é ocupado por Pinto da Costa, mas este não desiste e conta com o apoio do líder dos SuperDragões, o “Macaco” Fernando Madureira. No meio da disputa está o técnico Sérgio Conceição. Três dragões que vão desfilar na Avenida José da Costa Mealha.

    Mas haverá muito mais para ver nestes três dias e «não faltarão os ingredientes que tanto agradam aos visitantes que, ano após ano, escolhem Loulé como destino da folia: as bailarinas brasileiras com samba no pé, os batuques fenéticos, os grupos de animação locais a representar associações do concelho que, fazendo jus a esta tradição, levam sorrisos à numerosa plateia e a incomparável beleza dos carros alegóricos que distingue este desfile centenário».

    O Carnaval de Loulé 2024 volta a ter um cunho solidário. Os bilhetes têm um custo de dois euros e as receitas revertem a favor das associações participantes no desfile (50%) e a IPSS.

  • Até ao fim do ano nem lingueirão nem navalhas

    Até ao fim do ano nem lingueirão nem navalhas

    O despacho de probição entrou já vigor esta semanae estabelece também que a pesca às restantes espécies é autorizada seis dias por semana, de segunda-feira a sábado”, porém com a condição de ser apenas efetuada durante uma maré diária entre as 6 e as 15 horas.

    Entre 1 de junho a 30 de setembro, a atividade é autorizada entre as 4 e as 13 horas e obrigatória a descarga num dos seguintes portos da zona sul, Lagos, Portimão, Quarteira, Faro, Olhão, Tavira, Fuzeta e Vila Real de Santo António.

    São também indicados os limites diários de captura de bivalves por embarcação e por espécie, os quais deverão ser revistos no último trimestre do ano, em função dos resultados da campanha cientifica de monitorização a realizar pelo IPMA em 2024”.

    O despacho é proferido pela Direcção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos.

  • Vila Real de Santo António reapresenta-se na FITUR

    Vila Real de Santo António reapresenta-se na FITUR

    Ao longo de cinco dias que dura esta feira de turismo, a autarquia de VRSA, com esta participação, procura oferecer «um ambiente favorável para a criação de parcerias estratégicas, a partilha de informações e a captação de visitantes e operadores».

    Esta a ser promovido o destino turístico «Eurocidade do Guadiana», composto pelos municípios fronteiriços de Vila Real de Santo António, Castro Marim e Ayamonte

    Vila Real de Santo António apresenta-se com um stand próprio, no pavilhão 4 da FITUR, e, aí, coloca em destaque os principais «ativos turísticos do concelho, dando a conhecer o seu território, o seu património natural e arquitetónico, a oferta hoteleira e seu potencial de investimento», onde é dado a conhecer o projeto «Território Museu da Eurocidade do Guadiana», e os eventos «Feira Setecentista 2024», em Maio e «Monte Gordo Sand Race», provavelmente em Novembro.

    A Fitur continua a ser ponto de encontro global para os profissionais do turismo e evento líder para os mercados ibero-americanos., um evento de referência global para o setor turístico, os profissionais do turismo, os interessados em conhecer as últimas tendências do setor, assim como o público em geral. A edição de 2024 tem como país convidado o Equador e conta com a presença de representações de mais de 130 países.

  • Escavações em Mesquita apresentadas em Madrid

    Escavações em Mesquita apresentadas em Madrid

    As escavações que tem vindo a ser realizadas na Aldeia da Mesquita, concelho de Mértola, ganham, cada ano que passa, maior importância. Desta vez, foram apresentadas em Madrid pelo Al-Andalus – Magred – Bilal al-Sudan Projects, no Museu Arqueológico Nacional de Espanha.

    Na Mesquita, há já três anos que o IACAM investiga, nos arredores da Capela e nas Alcarias, as transições e mudanças culturais do mundo rural do nosso Alentejo, projeto na qual participa a câmara municipal de Mértola.

    Ontem à tarde, foram apresentados, perante um público mais numeroso que seria de esperar e com destacados assistentes, os resultados das três campanhas de intervenção arqueológica na Mesquita.

    O IACAM aproveitou a oportunidade para anunciar que, no próximo mês de Maio, regressava ao local das escavações na aldeia e pediu para estarem atentos todos os que queiram colaborar ou participar no projeto.

  • Hotelaria e Agricultura no Guadiana em Alandroal

    Hotelaria e Agricultura no Guadiana em Alandroal

    A propriedade dispõe de 500 hectares junto ao rio Guadiana, tendo-se tornado um marco na agricultura,na ecologia, e mo emprego de três dezenas de pessoas.

    No ano de 2025 esperam inaugurar um hotel rural em 2025, empreendimento que refletirá o luxo e conforto da herdade e o turismo sustentável, com a reconexão das pessoas com a natureza de uma forma natural.

    A capacidade é de 20 camas e procura criar um refúgio que ofereça uma experiência de luxo e conforto aos hóspedes, destacando-se pelas suas práticas sustentáveis na indústria hoteleira.

  • Nova marina em Vilamoura

    Nova marina em Vilamoura

    São três pontões com 68 postos de amarração, «dotados com as tecnologias mais recentes capazes de contribuir para o conforto dos utilizadores e a sustentabilidade ambiental», segundo informação divulgada à imprensa.

    A característica destes novos postos de amarração é que se destinam todos a embarcações de grande porte, entre 20 e 40 metros. A empresa procura dar resposta à tendência de crescimento acelerado no segmento e reforçar a capacidade do destino, com o objetivo de atrair cada vez mais clientes de «elevado valor».

    De acordo com as declarações Isolete Correia, administradora da Vilamoura World, a nova marina «é altamente diferenciadora para o destino e vem responder a necessidades evidentes do mercado em relação a embarcações de grande porte, que atualmente passam ao largo da costa», acrescentando que surge também da vontade de melhorar o serviço prestado aos seus clientes.

    Cada posto de amarração será preparado para promover o conforto e a sustentabilidade, incluindo sistemas de pump-out individuais para todas as embarcações, permitindo a recolha de águas residuais, pontos de carregamento para embarcações elétricas e sistemas para monitorização e gestão remota dos consumos de água e eletricidade.

    Estão também em desenvolvimento estudos para a implementação de sistemas de dessalinização e geração de energia fotovoltaica para abastecimento eficiente de água e eletricidade.

  • Estacionamento subterrâneo de 650 lugares em Huelva

    Estacionamento subterrâneo de 650 lugares em Huelva

    A estrutura começará a ser construída este ano. A indicação foi do primeiro vice-prefeito e chefe da área de Urbanismo, Felipe Arias, ouvido pelo diário onubense Huelva Información.

    Já foi ultrapassada a fase de consulta pública obrigatória e o estudo detalhado para a definição deste estacionamento subterrâneo foi inicialmente aprovado pelo Conselho Diretivo da Câmara Municipal de Huelva.

    Começou a 12 de janeiro e termina a 2 de fevereiro, a consulta pública do estudo detalhado do estacionamento subterrâneo da futura praça que será construída em frente à antiga estação ferroviária, na Avenida Itália.

    Segundo Felipe Arias, os objetivos é que as obras, tanto do parque de estacionamento à volta do Ponto como da antiga estação, comecem ainda este ano, face às primeiras previsões para 2025 da primeira delas e espera que em breve possam a licitar, a adjudicação e colocar a primeira pedra.

    A superfície do terreno definida no estudo detalhado correspondente ao estacionamento ao redor da Plaza del Punto é de 21.702,48 metros quadrados para uma capacidade de 650 vagas.

    A área total do escopo deste estudo detalhado é de 28.797,41 metros quadrados, dos quais 21.702,48 são para estacionamento subterrâneo, propõe-se um piso único; 4.136,82 metros quadrados de vias no prolongamento das ruas D até Boulevard Norte e A; O restante da área, 2.958,11 metros quadrados, é para adequação da via e em redor do prédio.

    Artigo Original em espanhol: https://www.huelvainformacion.es/huelva/subterraneo-Punto-Huelva-empezara-construir_0_1868813727.html

  • Jamila Madeira é primeira na Lista PS no Algarve

    Jamila Madeira é primeira na Lista PS no Algarve

    Jamila Madeira volta a ser a primeira candidata na lista, seguindo-se Jorge Botelho, Luís Graça e Isabel Guerreiro. Na 5ª posição figura Custódio Moreno.

    O Partido Socialista destaca a sua «lista de gente do Algarve, que conhece o Algarve e que os algarvios conhecem. Uma lista de algarvios para representar e defender o Algarve».

    São cinco mulheres nos primeiros nove lugares efectivos e plena igualdade de género no total dos 14 candidatos. Destaca ainda a ampla representação regional e amplo apoio manifestado na aprovação por unanimidade pelo Secretariado da federação e pelos 95,5% dos votos favoráveis dos membros da comissão política do PS Algarve.

    Os candidatos efetivos são Jamila Madeira, Jorge Botelho, Luís Graça, Isabel Guerreiro, Custódio Moreno, Sofia Belchior, Dinis Nascimento, Célia Paz e Ana Passos

    Os suplentes são José Amarelinho, Patrícia Teixeira, Luís Ribeiro, Paula Couto e Rui Lourenço

  • Nonas Jornadas de História do Baixo Guadiana

    Nonas Jornadas de História do Baixo Guadiana

    O encontro começa às 10h00, com o ato de abertura, sendo que a conferência inicial, marcada para as 10h15, será apresentada por Cátia Pereira, mestre em História e Patrimónios pela Universidade do Algarve, com o tema «O Governo de Sebastião Martins Mestre em Vila Real de Santo António».

    Sebastião Martins Mestre esteve presente em dois acontecimentos marcantes para a sociedade portuguesa do século XIX: as Invasões Francesas e as Guerras Liberais. O militar e político nascido em Santo António de Arenilha destacou-se pela sua intervenção nas invasões napoleónicas. Porém, a sua imagem ficou afetada pela sua conduta, ao enveredar pela carreira política, nomeadamente, ao tornar-se governador de Vila Real de Santo António.

    Pelas 11h30, o historiador de arte Marco Sousa Santos, técnico superior de cultura do Município de Tavira e docente da Universidade do Algarve, apresenta a conferência «Do Seinal para Arenilha, de Arenilha para Castro Marim: a longa jornada de uma mesa de altar quinhentista».
    Recentemente identificadas na Ermida de Santo António, a mesa de altar e a pedra de Armas de António Leite constituem os únicos materiais arqueológicos, entretanto identificados, de Santo António de Arenilha, a antecessora de Vila Real de Santo António conhecida por ser porto de contrabando, tráfico de escravos e pirataria.

    Pelas 15h00 fica reservada a visita guiada à Ermida de Santo António, em Castro Marim, conduzida por Marco Sousa Santos e por Pedro Pires, técnico superior de cultura da Câmara Municipal de Castro Marim e estudante de doutoramento da Universidade do Algarve.

    As Jornadas de História do Baixo Guadiana, inseridas na programação cultural da Eurocidade do Guadiana, são organizadas pelo Arquivo Histórico Municipal António Rosa Mendes / Câmara Municipal de Vila Real de Santo António e contam, entre outros oradores, com a colaboração de investigadores, docentes universitários, técnicos do património e editores.

    A participação nas Jornadas é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia através do e-mail arquivomunicipal@cm-vrsa.pt ou telefone 281 510 260.

  • Cooperação transfronteiriça no Guadiana interior

    Cooperação transfronteiriça no Guadiana interior

    No encontro foi feita a avaliação de projetos de cooperação transfronteiriça, de fortalecendo laços e do delinear de iniciativas conjuntas para o desenvolvimento sustentável da região.

    Os representantes das entidades envolvidas partilharam ideias, discutiram desafios comuns e exploraram oportunidades de colaboração.

    A sinergia entre Alcoutim, Mértola e a Mancomunidad Beturia demonstra o compromisso comum de promover o crescimento económico, social e cultural, numa perspetiva transfronteiriça.

  • Livro apresentado em Castro Marim descomplica a menopausa

    Livro apresentado em Castro Marim descomplica a menopausa

    Com apresentação em breve já anunciada para a freguesia de Altura, foi já apresentado em Castro Marim, na Biblioteca Municipal, o novo livro de Cristina Mesquita de Oliveira, intitulado “Descomplicar a menopausa”.

    A obra aborda os mitos e mal-entendidos acerca da menopausa, os quais se tornaram o tema central da tertúlia e da apresentação.

    A autora do livro desempenha o cargo de presidente da VIDAs – Associação Portuguesa de Menopausa e a tertúlia contou com a participação da vice-presidente da câmara municipal de Castro Marim, Filomena Sintra, da ginecologista especialista de menopausa, Anne Gompel, e da psicóloga clínica e da saúde, Lara Mendes.

    Segundo as especialistas presentes, os primeiros sintomas da menopausa podem surgir por volta dos 45 anos e não existe um sinal específico para o seu início, sendo diferente de mulher para mulher.

    Durante a sessão foi concluído que é importante os médicos dirigirem a sua atenção para com a menopausa, para acompanharem as cerca de um milhão de mulheres que vivem atualmente esta fase, uma vez que em 800 médicos ginecologistas, existem apenas 18 especialistas nesta área.

    O presidente da câmara municipal de Castro Marim, Francisco Amaral, médico de profissão, afirmou haver «muito desconhecimento em relação a esta matéria» e salientou a necessidade dos profissionais de saúde de cuidarem destes casos com mais proximidade e atenção.

    Os presentes ficaram a saber o que acontece ao corpo de uma mulher durante as três fases do processo de menopausa, o que esperar do mesmo, os efeitos mais comuns, porque se manifesta, as melhores maneiras de lidar com a situação e ainda linhas de orientação sobre os vários tratamentos disponíveis como a medicina tradicional e complementar.

  • Arrancam em Monte Gordo obras na Unidade de Saúde Familiar Levante

    Arrancam em Monte Gordo obras na Unidade de Saúde Familiar Levante

    Esta empreitada está avaliada em 214.240,80€, sendo que o município suporta trinta por cento do investimento, para realizar o projeto, ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e Portugal.

    Com duração prevista até 12 meses, a obra tem como objetivo principal «o aumento do número de gabinetes médicos e a ampliação da sala de espera, proporcionando uma melhoria significativa na capacidade de resposta dos serviços de saúde oferecidos à população».

    A médio prazo, anuncia ainda a autarquia, serão igualmente efetuadas obras nos Centros de Saúde/USF de Vila Nova de Cacela e de Vila Real de Santo António.

    Durante o período de obras, as valências da USF Levante continuarão a funcionar normalmente, entre 08:00 as 15:00 horas, no Centro Comunitário de Monte Gordo, antiga Casa do Avô, localizado na Avenida da Catalunha.

    A câmara municipal assegura que «Todos os serviços médicos e de enfermagem serão mantidos, não havendo redução na oferta atual. Pelo contrário, os utentes beneficiarão de instalações provisórias mais amplas».

  • CCDR vai a Bruxelas pela cooperação transfronteiriça

    CCDR vai a Bruxelas pela cooperação transfronteiriça

    No desenvolvimento da sua missão de coordenação da cooperação transfronteiriça, o projeto FIREPOCTEP + atua na área de cooperação “Plurirregional” do Programa Interreg POCTEP 2021-2027 e inclui diversas ações delineadas para ter um impacto positivo no território de intervenção ao longo da Fronteira Transfronteiriça entre Espanha e Portugal.

    Com esta reunião em Bruxelas, é iniciado o projeto e implementam-se os grupos de trabalho, bem como se realiza a primeira reunião do Comité de Direção do projeto que visa combater um dos riscos naturais de grande importância no espaço transfronteiriço entre Portugal e Espanha resultantes dos incêndios florestais extremos e a sua incidência nas alterações climáticas.

    Tendo por base o Pacto Verde Europeu, vão ser realizadas ações concretas que pretendem contribuir para prevenir e mitigar os impactos negativos resultantes dos incêndios florestais.

    O projeto, que foi iniciado a 1 de janeiro de 2024, termina a 31 de dezembro de 2026.será dinamizado por 16 beneficiários, a saber:

    CCDR Algarve, I.P., Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL), Universidade de Évora, Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil como beneficiários portugueses e Universidade de Vigo, Junta de Andalucía, Diputacíon Provincial de Ávila, Universidade de Extremadura, Universidade de Huelva, Universidade de Córdoba, Fundacion Empresa – Universidade Gallega, Fundación Delegación Fundación Finnova e Comunidade Autónoma de Galicia como parceiros de Espanha.

    Logótipos Interreg Espanha-Portugal e projeto FIREPOCTEP+.
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  •  “Balcão do Mercado”, uma nova instalação em Lagoa

     “Balcão do Mercado”, uma nova instalação em Lagoa

    É uma reabilitação de edifício com uma área de construção de 498 m2, situado no centro da cidade de Lagoa, junto ao Mercado Municipal.

    O investimento total foi de cerca de 450 mil euros o projeto desenvolvido pelos técnicos do município. Tem três pisos, encontra-se equipado com gabinetes de atendimento, gabinetes para os técnicos e três salas amplas de trabalho, para além de ter uma zona de receção no primeiro piso.

    Esta nova instalação permitiu retirar os colaboradores do município das instalações em que se encontravam há muitos anos, nomeadamente no edifício dos Paços do Concelho e no Auditório Carlos do Carmo, onde não tinham garantidas as melhores condições de trabalho.

    Duas pessoas revelam placa comemorativa e bandeira.

    A abertura destas instalações, na Rua Coronel Figueiredo, diz a autarquia que vais de encontro à estratégia definida pelo município de dinamizar aquela zona da cidade, para onde está previsto levar mais serviços, nomeadamente o Serviço de Educação e outros.

    «O dia 19 de janeiro, foi um dia muito importante para Lagoa. Conseguimos cumprir três grandes objetivos. Criar melhores condições para quem nos procura, criar melhores condições de trabalho para os nossos colaboradores, que bem merecem, e dar maior dinâmica aquela zona da cidade, para onde temos previstos vários projetos» afirmou o presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Luís Encarnação.

  • Guadiana o Grande Rio do Sul

    Guadiana o Grande Rio do Sul

    O rio Guadiana é um rio da Península Ibérica que nasce a uma altitude de cerca de 1 700 m, nas lagoas de Ruidera, na província espanhola de Cidade Real, renasce nos Ojos del Guadiana e desagua no oceano Atlântico (mais precisamente no golfo de Cádis), entre a cidade portuguesa de Vila Real de Santo António e a espanhola de Ayamonte.

    Com um curso total de 829 km, é o quarto mais longo da Península Ibérica. A bacia hidrográfica tem uma área de 67 700 km², situada, em grande parte, em Espanha (cerca de 55 000 km²).

    Percorre a Meseta Sul na direção leste-oeste e, perto da cidade espanhola de Badajoz, toma o rumo sul até à foz. O Guadiana faz fronteira entre Portugal e Espanha, desde o rio Chança até à foz. No troço entre o rio Caia e a ribeira de Cuncos a fronteira não está demarcada devido ao litígio fronteiriço de Olivença, entre a ribeira de Olivença e a ribeira de Táliga.

    O Guadiana é navegável até Mértola numa distância de 68 km. No seu curso português foi construída a Barragem de Alqueva, na região do Alentejo, que criou o maior lago artificial da Europa.
    Os seus principais afluentes são, pela margem direita: Záncara, Ciguela, Bullaque, Degebe e a Ribeira do Vascão. Pela margem esquerda são afluentes principais o Guadiana Alto, Azuer, Jabalón, Zújar, Matachel, Ardila e o Chança.

    Créditos: Taberna do Liberato – Moura

  • Luta pela água organiza-se no Algarve

    Luta pela água organiza-se no Algarve

    Começa com críticas às medidas do governo, que acusa de tornar a agricultura no parente pobre da economia da região e sugere soluções para combater a escassez de água no Algarve.

    A nova Comissão pretende reunir os interesses de todas as atividades agrícolas do Algarve, desde a produção de fruta, vinho, aromáticas, animal, entre outras que perduram e identificar a economia e paisagem algarvia, reunindo, para já, mais de 120 entidades e agricultores.

    Considera que os cortes de 25% do fornecimento de água para a agricultura são uma «mera operação de cosmética», que em alguns casos, a redução pode chegar a 50%, uma vez que foi anunciado um corte de 15% para a utilização da água subterrânea, sendo que a «água subterrânea representa 75% da água utilizada pela agricultura».

    Foi proposto um corte entre 44% e 50% para a utilização da água superficial, sendo que a água superficial representa 25% da água utilizada pela agricultura.

    Diz a CSHA que os cortes anunciados se somam aos anteriores, porque nos anos de 2022 e 2023, houve cortes ao consumo de água pela atividade agrícola, quer na água subterrânea, quer na água superficial dos perímetros de rega do Alvor e Silves, Lagoa e Portimão;

    Foram considerados 35 hectómetros de chuvas até abril, água que até agora ainda não existe, acrescentam para lembrar que «com esta quantidade de água disponível e se não chover, não teremos condições de fazer produção em grande parte das áreas instaladas».

    Para a Comissão, os cortes anunciados configuram no desaparecimento do sector agrícola no Algarve, com consequente impacto ao nível do emprego e da economia da região, da alteração da paisagem, que afetará o turismo do Algarve, e do custo da alimentação dos portugueses.

    Não sendo contra as medidas e apoiando soluções concretas, não aceitam que a agricultura continue a ser considerada o parente pobre da economia algarvia e defendem a redução dos valores dos cortes, a definição do intervalo de tempo da sua vigência, a execução rápida, de obras com meios remotos, nas redes urbanas que reduzam as perdas de água tratada.

    Defendem ainda uma fortíssima campanha de sensibilização junto da população que vise a redução do consumo de água, proibir e suspender a instalação de novos investimentos consumidores de água de forma transversal a toda a economia regional, reativar furos das Câmaras Municipais, onde exista água subterrânea disponível.

    Quer também o levantamento e redução dos caudais ecológicos existentes na região do Algarve, investir em unidades móveis de dessalinização para tratamento de água salobra, implementar estratégia urgente para o transvase da água do Pomarão para Odeleite, aprovar a ligação entre a Barragem de Santa Clara e Odelouca e considerar a existência de uma moratória para legalização de furos.

    A médio e longo-prazo, defende a construção da Barragem da Foupana e outra na zona do Algarve Central, o desenvolvimento de sistema de retenção de água nas serras algarvias, o desenvolvimento de sistema para aproveitamento da água existente em lagos a norte de Monchique.