FOZ – Guadiana Digital

Autor: jestevaocruz

  • Castro Marim trata coletores de esgotos

    Castro Marim trata coletores de esgotos

    As obras destinam-se a reduzir as «afluências indevidas de água salobra e aumentar assim a reutilização de água tratada», sendo os trabalhos concretizados em parceria com a Águas do Algarve e com a Taviraverde.

    A rede de esgotos da vila de Castro Marim é antiga e está próxima ao rio Guadiana, existindo assim várias afluências de água salobra nos coletores de esgotos, que posteriormente são encaminhados para a Águas do Algarve e para tratamento na ETAR de Vila Real de Santo António.

    «A salinidade nos esgotos faz com que o tratamento de águas seja mais complicado, prejudicando assim a sua reutilização pelo setor agrícola e nos dois golfes do concelho de Castro Marim, uma das medidas da Resolução do Conselho de Ministros para combater a seca na região algarvia que tem de ser cumprida», anota a câmara municipal de Castro Marim.

    A intervenção foi iniciada com uma campanha, financiada pelo Fundo Ambiental, de medição da salinidade em vários locais da vila de Castro Marim, expressa em limpeza de condutas e deteção de infiltrações, executada pela Águas do Algarve, através da empresa municipal Taviraverde que procedeu ao diagnóstico com câmaras de vídeo.

    A autarquia faz notar, na justificação destes novos trabalhos que «uma boa qualidade de água é de extrema importância para a rega e para os campos de golfe, cuja reutilização deve incluir um tratamento terciário de remoção de nutrientes, de poluição microbiológica e salinidade, contribuindo assim no combate à seca que afeta o concelho de Castro Marim e a região algarvia».

  • A computação quântica no combate à doença

    A computação quântica no combate à doença

    These machines, which rely on the principles of quantum physics to outperform the fastest classical computers, are widely expected to spur the development of new drugs with the potential for major improvements in healthcare. 

    Nova fronteira

    «A computação clássica está enfrentando seus limites em uma série de campos, como a descoberta de drogas», disse Cyril Allouche, chefe de computação quântica da Eviden, uma empresa francesa de computação avançada. «Esperamos que a computação quântica possa quebrar essa barreira. Isso significaria novos medicamentos e menos doenças

    Bem-vindo à corrida global pela próxima geração de computadores – uma caça da qual Allouche faz parte como chefe de um projeto de pesquisa que recebeu financiamento da UE para explorar a ampla gama de usos possíveis para a computação quântica.

    Enquanto grandes empresas americanas ganharam as manchetes investindo bilhões em uma tentativa de serem as primeiras a construir um computador quântico em tamanho real, empresas e cientistas europeus exibiram a mesma determinação, em grande parte fora dos holofotes.

    Para todos os envolvidos na busca, decidir investir ou não em pesquisa agora pode significar a diferença entre estar na linha de frente de tecnologias de ponta para saúde, energia e segurança cibernética ou ficar para trás.

    Zeros, uns e mais

    If the stakes for society are clear, the nature of quantum computing itself is less so. 

    Mas ninguém está lá ainda. Os computadores quânticos existentes são máquinas de baixa potência que oferecem poucas vantagens em relação aos computadores comuns.

    Que aplicações

    «A computação quântica, por enquanto, ainda é teórica», disse Allouche. No entanto, isso não é um desânimo para os pesquisadores.

    O projeto financiado pela UE da Allouche chama-se NEASQC – um acrónimo para Next Applications of Quantum Computing. Começou em setembro de 2020 e vai até o final de novembro de 2024.

    O projeto reuniu universidades de países como Alemanha, Irlanda e Holanda, além de empresas como a desenvolvedora farmacêutica AstraZeneca, na Suécia, a concessionária Electricité de France, a empresa de tecnologia linguística letã Tilde e o HSBC Bank, com sede no Reino Unido.

    «Agora é a hora de a indústria se interessar», disse Allouche. «Seria uma péssima ideia esperar a tecnologia amadurecer antes de desenvolvermos aplicativos. Precisamos analisar os casos de uso agora.»

    O NEASQC está a explorar nove casos de uso. As potenciais candidaturas estão a ser mantidas confidenciais por razões concorrenciais.

    Exercício do emulador

    Allouche said researchers can already test whether a technology that is not yet fully operational, like quantum computing, might be better in certain scenarios than a technology that is already in use.

    Um emulador é usado. É um computador normal configurado para simular um computador quântico sem o poder que um real teria.

    «Você tenta inferir algumas propriedades da teoria», disse Allouche. «Aqui simulamos como seria um computador quântico.»

    Com essas simulações, os investigadores podem determinar se a computação quântica é capaz de fazer avanços, como encontrar combinações de moléculas para novos medicamentos ou aumentar a produção de energia renovável com base em células solares.

    Quantum computers won’t outperform regular computers for all applications. So finding the applications in which quantum computers would excel is a prime research focus.

    «Precisamos ver onde está a fronteira da computação clássica e onde a computação quântica pode oferecer uma solução”, disse Allouche».

    Melhor juntos

    Um segundo projecto de investigação financiado pela UE está a estudar outra forma de promover as tecnologias quânticas na Europa. Em vez de financiar pesquisas reais, o projeto está unindo iniciativas díspares em todo o continente.

    Called QUCATS, the three-year initiative runs until the end of April 2025. It is led by Professor Philippe Grangier, research director at the French National Centre for Scientific Research, or CNRS.

    «Nós, na Europa, não temos grandes empresas que concentrem pesquisas de computação quântica nelas», disse Grangier. «A investigação da Europa é muito dispersa. Queremos desvendar isso».

    A QUCATS está realizando algumas das funções de coordenação que as grandes empresas de tecnologia fornecem nos EUA.

    Sonho com um Airbus para o mundo quântico. Dr. Thierry Botter, QUCATS

    O projeto faz isso de várias maneiras. Ele escreve documentos de estratégia sobre a direção que a pesquisa quântica precisa tomar, como um novo roteiro para posicionar a Europa como um “Vale Quântico” do mundo. Ele ajuda os pesquisadores a registrar patentes. Coordena a investigação além-fronteiras. E até informa o público.

    QUCATS includes as a partner the European Quantum Industry Corsortium, or QuIC, gathering private companies that hope quantum computing can provide them with future benefits. 

    Dr Thierry Botter, executive director of QuIC, echoed Allouche in saying it’s not too early to focus on such matters.

    «A Quantum ainda é jovem», disse Botter. «No entanto, as empresas precisam entender como a computação quântica pode impactar seus negócios hoje. Os primeiros a avançar já estão a ter ganhos. Os retardatários terão dificuldade em recuperar o atraso.>»

    He said that European companies are already looking at what quantum computing can offer them. 

    Oportunidades e riscos

    Plane manufacturer Airbus, for example, wants to examine how quantum computing can help in the design of better aircraft and the modelling of air flow and fuel efficiency.

    Outra área urgente para a pesquisa quântica é a criptografia. Today, much online communication and data is encrypted using mathematical puzzles. Solving these with current computers is impossible in practice without knowing the encryption keys.

    Mas os computadores quânticos serão capazes de resolver esses quebra-cabeças sem as chaves. Uma vez que os computadores quânticos operacionais existem, as comunicações on-line podem se tornar vulneráveis.

    Grangier said that European companies are working to avert such trouble. For example, Spanish telecommunications-equipment supplier LuxQuanta and other players have found ways of honing and deploying a type of “quantum cryptography” that could prevent a widespread breach of privacy.

    O dinheiro importa

    Meanwhile, the jury is out on how Europe will ultimately perform in the quantum race – in part because of investment needs. 

    «A Europa tem um ambiente de pesquisa muito forte em quântico, do qual muitas startups surgiram”, disse Botter. “Mas ainda há lacunas. Uma delas é o financiamento

    Um estudo de 2022 do Banco Europeu de Investimento descobriu que, embora a Europa tenha um número semelhante de empresas quânticas como os EUA, a falta de investimentos privados no continente significa que as empresas americanas recebem 10 vezes mais financiamento.

    Botter said the EU and its Member States must act urgently to make more capital available for European companies in the field. 

    «Muitas coisas podem acontecer nos próximos 10 anos», disse ele. «O que hoje são startups podem se tornar grandes empresas no futuro. Cinquenta anos atrás, a Europa se uniu para criar a Airbus, agora uma empresa aeroespacial líder. Sonho com um Airbus para o mundo quântico

    A ciência dos qubits

    Um computador quântico manipula não os bits binários da computação clássica, mas sim os bits quânticos, ou qubits. Qubits têm propriedades adicionais como resultado de dois fenômenos da mecânica quântica: superposição e emaranhamento.

    Um qubit pode representar combinações de zero e um ao mesmo tempo – superposição. Qubits também podem ser emaranhados – dois separados podem existir em um único estado, que mudará ao agir em um deles. Isso cria correlações entre os qubits.

    Essas características quânticas podem ser controladas por scientists and could drastically speed up the time it takes for computers to perform certain calculations.

    Veja o vídeo

    Sob licença de Horizon Magazine /Comissão Europeia
  • Festival do Peixe do Rio de volta ao Pomarão

    Festival do Peixe do Rio de volta ao Pomarão

    Este ano há a promessa de surpreender os visitantes com uma programação repleta de atividades, gastronomia irresistível e concertos imperdíveis.

    O Festival te por objetivo de celebrar a rica tradição piscatória da região e promover a cultura local, realizando-se nos próximos dias 23 e 24 de março com a apresentação de uma variedade de atrações para todas as idades.

    Os visitantes terão a oportunidade de desfrutar de demonstrações gastronómicas, nas quais Chefs locais vão apresentar «pratos deliciosos, destacando os sabores autênticos do peixe do rio».

    Uma eclética seleção de artistas musicais animará o festival com performances ao vivo, abrangendo uma variedade de estilos que vão desde o rancho folclórico ao cante alentejano, com destaque principal para o concerto de Ana Moura, na noite de dia 23 de março, acompanhado do esplendoroso fogo-de-artifício sobre o Rio Guadiana.

    Exposições e demonstrações por artesãos locais, transportam os visitantes sobre a rica história e tradições da região, proporcionando uma experiência enriquecedora e educativa.

    Há também. atividades ao ar livre que envolvem pesca desportiva, passeios de motorizadas e caminhadas guiadas pela natureza oferecerão para que os participantes tenham «a oportunidade de explorar a deslumbrante paisagem local».

    Por sua vez, os produtores locais desdobram-se numa panóplia de iguarias da região, nomeadamente os famosos enchidos de porco preto, os queijos artesanais, doces regionais, o pão de Mértola galardoado todos os anos como o melhor do país, mel e vinhos de Mértola

    Programa de festival com atividades, música e pesca.
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    Cartaz cultural com programação de festival e ilustração de peixe.
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  • A diminuição da amêndoa no Algarve

    A diminuição da amêndoa no Algarve

    O Algarve, tradicionalmente conhecido pela sua produção de amêndoas, enfrenta desafios que têm impactado a sua capacidade produtiva. Fatores como alterações climáticas, escassez de água e problemas fitossanitários são algumas das causas que contribuem para a estagnação ou mesmo decréscimo na produção desta região.

    Apesar destes obstáculos, é importante salientar o esforço contínuo dos produtores algarvios na busca por soluções sustentáveis e inovadoras para reverter este cenário. A implementação de novas tecnologias de irrigação, a seleção de variedades mais resistentes e a adoção de práticas agrícolas mais adaptadas às condições locais são algumas das medidas que estão sendo exploradas.

    Em contrapartida, outras regiões do país têm beneficiado de condições mais favoráveis e de uma maior adaptação às exigências do mercado atual. O investimento em infraestruturas modernas e em formação especializada tem permitido não só aumentar a quantidade produzida mas também melhorar significativamente a qualidade das amêndoas nacionais.

    Este panorama reflete a importância de uma abordagem regionalizada na agricultura, que considere as particularidades de cada zona e desenvolva estratégias específicas para cada realidade. A diversificação das fontes de rendimento agrícola e a valorização dos produtos endógenos são essenciais para garantir a sustentabilidade e resiliência do setor agrícola nacional.

  • Na compra de gás em Espanha não conta apenas o preço

    Na compra de gás em Espanha não conta apenas o preço

    As diferenças de preço e peso entre uma botija de gás comprada em Espanha ou em Portugal podem ser significativas e influenciar a decisão de compra dos consumidores. Em geral, o preço de uma botija de gás em Espanha pode ser mais baixo devido à maior concorrência no mercado e aos diferentes impostos aplicados sobre os produtos energéticos. Por outro lado, o peso da botija pode variar dependendo do fabricante e das normas específicas de cada país.

    Em Portugal, as botijas de gás são frequentemente mais pesadas, o que pode ser atribuído às regulamentações que exigem uma maior quantidade de metal na sua construção, visando garantir a segurança e durabilidade do produto. Este fator pode aumentar o custo final para o consumidor português.

    Além disso, é importante considerar os custos de transporte e logística associados à aquisição de botijas de gás. Em áreas fronteiriças, alguns consumidores optam por comprar botijas em Espanha para aproveitar os preços mais baixos, mas devem estar cientes das implicações legais e de segurança ao transportar botijas de gás entre países.

    Concluindo, ao comparar preços e pesos de botijas de gás entre Espanha e Portugal, é essencial levar em conta todos os fatores envolvidos, desde as diferenças fiscais até às normativas de segurança. A escolha deve ser feita com base numa análise cuidadosa das vantagens e desvantagens em ambos os lados da fronteira.

  • Pista de Atletismo renovada em VRSA

    Pista de Atletismo renovada em VRSA

    A renovação da pista de atletismo do Complexo Desportivo de Vila Real de Santo António representa um marco significativo para a comunidade desportiva local. Com investimentos em infraestruturas modernas e adaptadas às necessidades dos atletas, o complexo promete ser um polo de atração para eventos desportivos de grande escala.

    As novas instalações incluem uma pista de última geração, que cumpre com os rigorosos padrões internacionais, garantindo assim condições ideais para o treino e competição. Além disso, foram implementadas melhorias significativas em termos de segurança e conforto, tanto para os atletas como para os espectadores.

    Este projeto não só revitaliza um espaço importante para o atletismo nacional, mas também contribui para o desenvolvimento desportivo da região, oferecendo novos desafios e oportunidades para todos os envolvidos.

  • O Reino Unido pondera o uso de uma moeda digital

    O Reino Unido pondera o uso de uma moeda digital

    Mas o que exatamente é uma moeda digital e como funcionaria? Em essência, seria uma forma de dinheiro eletrônico emitido pelo banco central e equivalente à moeda física. Isso significa que teria o mesmo valor que as notas e moedas em circulação, mas existiria apenas em formato digital.

    A adoção de uma moeda digital poderia oferecer várias vantagens, como maior eficiência nas transações financeiras e redução dos custos com a produção de dinheiro físico. Além disso, poderia aumentar a segurança das transações, já que cada unidade da moeda digital seria rastreável e não poderia ser falsificada.

    No entanto, há também preocupações legítimas sobre privacidade e segurança cibernética que precisam ser cuidadosamente consideradas. A implementação de uma moeda digital requereria um sistema robusto para proteger contra fraudes e garantir a privacidade dos utilizadores.

    O Banco da Inglaterra está atualmente explorando os benefícios e riscos associados a uma moeda digital. Se decidir seguir em frente com essa ideia, o Reino Unido juntar-se-ia a um grupo crescente de países que estão considerando ou já adotaram as suas próprias versões de moedas digitais.

    A discussão sobre a moeda digital no Reino Unido está apenas a começar, mas é claro que o potencial para mudança é significativo. Será interessante acompanhar os próximos passos dessa jornada rumo à inovação financeira.

  • Estudantes em protesto nacional

    Os estudantes do ensino superior vão manifestar-se em Lisboa, no dia 21 de março, em protesto contra o aumento do custo do alojamento estudantil, anunciaram as associações e federações académicas.

    O protesto foi convocado pelas associações de Coimbra, Açores, Algarve, Aveiro, Beira Interior, Évora, Madeira, Trás-os-Montes e Alto Douro e pela Federação Académica de Lisboa.

    Consideram as nítidas as dificuldades sentidas pelos agregados familiares portugueses para suportar a «inflação desmedida no mercado imobiliário ponderado no momento de decidir investir na carreira dos seus educandos»
    O Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior poderia ajudar a ultrapassar esta barreira, mas a sua concretização está demasiado demorada, avaliam.

    A concentração terá por mote «Teto e habitação, um direito à educação», estando a concentração agendada para as 14:30, no Rossio, de onde os estudantes vão seguir até à Assembleia da República.
    Três dias depois, será o «Dia Nacional do Estudante», 24 de março.

  • Carta para a União Europeia em defesa do lobo

    Carta para a União Europeia em defesa do lobo

    Na carta lembra-se que não existem evidências científicas para apoiar uma mudança que poderá ter impactos devastadores, e, por isto mesmo se considera a proposta da Comissão Europeia inaceitável.

    Que a desproteção do lobo em nada resolveria os problemas socioeconómicos que afetam a agricultura e as comunidades rurais. O argumento da Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, é considerado como promotor da desinformação.

    E explica «Nós, humanos, fazemos parte do ecossistema que partilhamos com outras espécies que desempenham papéis ecológicos cruciais. A forma como gerimos a proteção de espécies como o lobo mostra o nosso empenho na preservação da biodiversidade europeia e reflete a nossa atitude em relação ao ambiente em que vivemos. Podemos decidir se queremos que a natureza na Europa prospere ou apenas sobreviva».

    Defende que a «coexistência entre as pessoas e os grandes carnívoros é possível e provada por mais de 80 projetos de investigação e conservação desde 1992, e os Estados-Membros da UE têm de saber e querer usar as ferramentas de conservação ao seu dispor».

    É citada a Lei de Proteção do Lobo-ibérico que protege esta espécie em Portugal desde 1988, e defende-se que os esforços de conservação atrelados às medidas de promoção da coexistência tornaram possível a convivência harmônica entre as pessoas e o lobo.

    A carta apela ao Governo português que continue a fazer ouvir a sua voz junto da Comissão Europeia e mantenha a posição manifestada no início de 2023 de oposição à redução do estatuto de proteção do lobo.

    Pede, ainda que, enquanto Estado-membro da UE, Portugal deva rejeitar esta proposta. «Esse é o meu apelo – e espero que seja ouvido», apela a pessoa signatária, que remata: «A menos que haja novas provas científicas substanciais recolhidas pelos serviços da Comissão Europeia, considero que a ciência e a opinião pública são claras: a alteração do estatuto de proteção do lobo – quer ao abrigo da legislação da UE, quer da Convenção de Berna – não se justifica».

    O Lobo não é mau!

    Já a WWF considera que a proposta de Ursula van der Lyen poderá ter impactos devastadores e é a «última de uma série de tentativas nos últimos anos para diminuir o estatuto de proteção legal para grandes carnívoros, especialmente lobos».
    Aquela organização aposta mais em alcançar a coexistência e garantir que os agricultores sejam compensados pelas suas perdas, esperando que não sejam sacrificadas décadas de trabalho de conservação simplesmente para obter ganhos políticos.

    A WWF é de opinião que «desproteger o lobo em nada resolve os problemas socioeconómicos que afetam a agricultura e as comunidades rurais, ao contrário do que Ursula von der Leyen pretende insinuar. A coexistência entre humanos e grandes carnívoros é possível!»

    Releva que o ministro do Ambiente e Ação Climática de Portugal, Duarte Cordeiro, já manifestou no início de 2023 sua discordância à diminuição do estatuto de proteção do lobo por meio de carta endereçada à Comissão Europeia com mais 11 ministros europeus. Precisamos que Portugal mantenha esta posição!
    Também apela aos Estados-Membros da UE para que rejeitem esta proposta.

  • Marcha Corrida em Altura

    Marcha Corrida em Altura

    A prova terá início às 10:00 horas, para um percurso de sete quilómetros. Partirá do Campo de Futebol de 11, na Avenida 24 de Junho, atravessando várias artérias da localidade, a praia e o passadiço de Altura.
    Para a organização, esta iniciativa destina-se a contribuir para o desenvolvimento do exercício físico e dos bons hábitos de saúde, além da criação de laços de amizade e de solidariedade entre os participantes.
    As inscrições, gratuitas, podem ser feitas até ao dia 22 de março através do telefone 281 510 749 ou presencialmente no Pavilhão Municipal.
    A Marcha Corrida é organizada pela Câmara Municipal de Castro Marim e pela Junta de Freguesia de Altura.

  • Turismo Industrial conta também com VRSA

    Turismo Industrial conta também com VRSA

    A autarquia de Vila Real de Santo António comentou a sua participação na 3.ª edição da iniciativa «À Descoberta do Turismo Industrial», entre os dias 16 e 30 de março de 2024.

    O município de Vila Real de Santo António esteve presente no 3.º Encontro da Rede Portuguesa de Turismo Industrial, realizado no Parque Mineiro de Aljustrel, tendo sido representada no certame pelo chefe da Divisão de Atividades Económicas, Turismo e Comunicação, José Gonçalves, durante o qual foi apresentada a Agenda Nacional «À Descoberta do Turismo Industrial».

    A exposição, visita, pretende dar a conhecer todo processo de produção de conservas desde a captura do pescado até à cravação dos tampos das latas de conserva, destacando os diversos aspetos relacionados com a indústria conserveira, nomeadamente a litografia. São também abordados aspetos do quotidiano das fábricas e da sociedade na qual se enquadram.

  • As algas algarvias da BioEconomia Azul

    As algas algarvias da BioEconomia Azul

    Depois de recuperado o Laboratório Colaborativo vai ser dedicado ao setor das algas e instalado em anteriores instalações laboratoriais na CCDR ALGARVE | Agricultura e Pescas.

    Para tanto, será realizado um esforço coletivo e colaborativo de vários entidades e empresas regionais, tais como a ex-Direcção Regional de Agricultura e Pescas (DRAP) do Algarve e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, I.P., em articulação com área governativa da Agricultura e Alimentação.

    O GreenCoLab recebeu recentemente o parecer favorável da ESTAMO – Participações Imobiliárias, S.A. à sua pretensão de revitalizar as instalações desativadas do antigo Laboratório de Apoio à Produção Animal, gerido pela ex-DRAP Algarve, situadas no Patacão – Faro.

    No imediato, segundo informa a CCDR Algarve, esta solução permitirá desbloquear investimentos superiores a um milhão de euros, com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    Este valor será repartido entre a reabilitação do edifício e a instalação de duas unidades demonstradoras no âmbito do Pacto da BioEconomia Azul:

    Uma de economia circular, com fecho do ciclo, via reaproveitamento de água e nutrientes de instalações de produção agrícola e aquícola, através de tecnologias de produção de algas;

    Outra, de bio refinaria, para o processamento efetivo de biomassa de algas em ingredientes de alto valor a uma escala demonstradora, em particular de bio estimulantes para culturas agrícolas.

    Paralelamente, para além de manter a vocação inicial das instalações na área do apoio à produção primária, os promotores acreditam que esta é uma oportunidade para projetar os próximos anos.

    A ambição é tornar o Algarve como um dos principais polos mundiais de conhecimento do setor das algas e na criação de conhecimento e produtos de elevado valor acrescentado para aplicação nas áreas da produção agrícola, pescas; assegurar o planeamento e a gestão da política de coesão no âmbito dos programas regionais, e dos programas de cooperação territorial europeia, enquadrados nos ciclos de programação das políticas da União Europeia, tendo em vista o desenvolvimento económico, social e cultural dos territórios que constituem as respetivas circunscrições; e, apoiar tecnicamente as autarquias locais e as suas associações.

  • Turismo industrial combaterá a sazonalidade

    Turismo industrial combaterá a sazonalidade

    A apresentação dessa rede nova pode ser na BTL, Bolsa de Turismo de Lisboa, já em fevereiro de 2025, podendo o turismo industrial, pela diversidade das experiências e atividades, ser um produto muito interessante, porque dá muita diversidade, dá muita integração territorial e deve ser trazido para cima de uma forma mais vigorosa.

    A intenção de criar uma Rede Regional de Turismo Industrial no Alentejo e Ribatejo surge na sequência do trabalho desenvolvido pelo Grupo Dinamizador da Rede Portuguesa do Turismo Industrial, estrutura informal coordenada pelo Turismo de Portugal, que integra as cinco ERT do país, entre as quais a do Alentejo e Ribatejo, assim como a Direção Regional de Turismo dos Açores, a Associação Portuguesa de Património Industrial e o Roteiro das Minas e Pontos de Interesse Mineiro e Geológico de Portugal.

    A estes juntam-se a Fábrica Vista Alegre e a New Hand Lab – Associação Cultural, da Covilhã, assim como os municípios de São João da Madeira, Santa Maria da Feira e Vale de Cambra (todos no distrito de Aveiro), Vila Nova de Famalicão (Braga), Marinha Grande (Leiria), Santo Tirso e Vila do Conde (Porto).

    No Alentejo e Ribatejo são 27 os parceiros que integram esta rede nacional, número que a ERT pretende aumentar com a criação da rede regional.

    Para este ano, está previsto o desenvolvimento de um guia digital de todas estas experiências e atividades [ligadas ao turismo industrial], assim como uma brochura física.

    A entidade regional do turismo começará a trabalhar no apoio à comercialização de todas estas experiências, em conjunto com a Associação das Agências de Viagem de Portugal, visando a sua inserção em circuitos e programas turísticos mais vastos que possam ser vendidos no Alentejo.

  • IC2 com aluimento de piso

    IC2 com aluimento de piso

    O Itinerário Complementar 2 (IC2) está cortado nos dois sentidos desde ontem à noite junto a Macinhata do Vouga, no concelho de Águeda, por causa de um aluimento de terras gigante, tendo o alerta sido dado pelas 22h30.

    Não se registaram feridos, uma vez que ninguém circulava na via quando se deu o aluimento, segundo a CentroTV.

  • Onde a liberdade respira arte

    Onde a liberdade respira arte

    A iniciativa, anunciou a câmara municipal, visa dar voz aos alunos, professores e comunidade escolar, no âmbito das diferentes áreas disciplinares e curriculares, e pretende o desenvolvimento de atividades que estimulem e reforcem os hábitos culturais e artísticos, oferecendo um leque de eventos diversificados.

    O «RespirArte» abre-se igualmente à comunidade, sendo possível assistir, em espaços interiores e exteriores da cidade, a um leque de espetáculos que percorrerão expressões artísticas como a dança, o teatro e a poesia, passando ainda pela pintura, pelo desenho, pela música, a escultura e o vídeo.

    Para o presidente da autarquia local, Álvaro Araújo, «Trata-se de uma iniciativa em que o município, em estreita colaboração com toda a comunidade escolar, contribui para a divulgação das boas práticas educativas e partilha com a população a qualidade do desempenho dos alunos em contexto escolar».

    O projeto «RespirArte» é desenvolvido pelo município de Vila Real de Santo António, em parceria com o Agrupamento de Escolas de Vila Real de Santo António, o Agrupamento de Escolas D. José I e os clubes e associações do concelho.

    A entrada é livre para todas as atividades e os espetáculos dos dias 20 e 21 de março estão sujeitos ao levantamento prévio de bilhetes. Todos os residentes e visitantes são convidados a juntarem-se à celebração da arte, da cultura e da liberdade em Vila Real de Santo António.

  • Encontro transfronteiriço sobre pastoreio e desertificação

    Encontro transfronteiriço sobre pastoreio e desertificação

    O encontro é descrito pela ADPM como a oportunidade para analisar as inovações na gestão do pastoreio de ovinos, com melhoria do solo, bem como os bosquetes bio diversos, para combate à desertificação, e a compostagem, para aproveitamento de resíduos agropecuários.

    Mais tarde, na sociedade recreativa, o professor da Universidade de Córdova, Vicente Rodriguez, apresentou as problemáticas associadas à pecuária extensiva e as inovações necessárias para a melhoria da sua eficiência e sustentabilidade. Em destaque esteve a empresa Rega-in que apresentou a inovação na rega, pós-plantação de árvores.

    Os Grupos de Ação Local (GAL) espanhol ADRAO e o português Alentejo XXI apresentaram as suas estratégias para 2030 e o Coordenador do Projeto RAIA apresentou o projeto e os seus objetivos. O sexto e último encontro começou há pouco, nas instalações do CADES, Serpa.

    O projeto RAIA – Rede de Apoio à Inovação Rural Andaluzia – Alentejo – Algarve, coordenado pela Junta de Andaluzia e com outros nove parceiros do território, decorre até ao final de 2025 e é cofinanciado pela União Europeia, Programa Interreg España-Portugal – Poctep.

  • Presidente da República ouve partidos

    Na sequência das eleições para a Assembleia da República ontem realizadas, o Presidente da República começa hoje a ouvir os partidos políticos e coligações que nela estarão representados, tendo em conta os resultados provisórios anunciados pelo Ministério da Administração Interna e sem prejuízo dos círculos que ainda falta apurar, indico uma nota da Presidência da República.

    Eis o Calendário:

    • 12 de março, 17h00 – Pessoas-Animais-Natureza
    • 13 de março, 17h00 – Livre
    • 14 de março, 17h00 – Coligação Democrática Unitária
    • 15 de março, 17h00 – Bloco de Esquerda
    • 16 de março, 17h00 – Iniciativa Liberal
    • 18 de março, 17h00 – Chega
    • 19 de março, 17h00 – Partido Socialista
    • 20 de março, 17h00 – Aliança Democrática

    Só após o conhecimento dos resultados dos círculos das comunidades portugueses no estrangeiro, o Presidente da República indigitará o novo Primeiro-Ministro.

  • Ovnis são objetos comuns mal identificados

    Um novo relatório do Pentágono, E.U.A. sobre fenómenos aéreos anómalos ou não identificados, UAP, na sigla em inglês, com base em investigações realizadas pelo Governo dos Estados Unidos desde o fim da segunda Guerra Mundial não encontraram provas de tecnologia extraterrestre.

    O relatório conclui também que a maioria dos casos de avistamento de UAP eram, na verdade, objetos ou fenómenos comuns que acabaram por ser identificados de forma errónea.

    As conclusões fazem parte de um relatório, realizado pelo AARO (All-domain Anomaly Resolution Office), cujo primeiro volume foi entregues recentemente ao Congresso dos Estados Unidos. , avança a Reuters, citada pelo SapoTek

    Embora admita que muitos casos de avistamento de UAP continuam por resolver, o AARO, que apresentará ainda mais conclusões no segundo volume do relatório, conclui que se existissem mais dados, e de melhor qualidade, a maioria deles poderia ser também identificada como objetos ou fenómenos comuns.

  • Ecovias do Algarve avançam com Fundos Europeus

    Ecovias do Algarve avançam com Fundos Europeus

    A Ecovia/ Ciclovia do Litoral Sul, a Ecovia/ Ciclovia da Costa Vicentina e a Ecovia/ Ciclovia da Rota do Guadiana, são as tês ciclovias regionais previstas para o Algarve e que se desenvolvem respetivamente entre Odeceixe e Sagres, entre Sagres e V. Real de Santo António e entre esta cidade e Alcoutim.

    Estas redes de Ciclovias Regionais integram redes internacionais e dão continuidade a uma rede ciclável urbana atravessando e ligando entre si os principais centros urbanos regionais e estão configuradas para acolher as deslocações pendulares diárias, principalmente para a escola e trabalho, mas também por motivos de comércio, lazer e outros.
    A Ecovia/ Ciclovia do Litoral Sul e a Ecovia/Ciclovia da Costa Vicentina, que integram a Rede Europeia de Ciclovias, rotas EuroVelo, contaram com 3,9 milhões de euros de apoio dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI), através do Programa Operacional CRESC ALGARVE 2020.

    Destinadas à prática do Cicloturismo ao longo do continente europeu, mas também uma boa alternativa para mobilidade diária e para lazer de uso local, as rotas EuroVelo contam com 14 rotas cicláveis de longa distância cruzando todo o continente europeu, com um comprimento total de 70.000 Km em 42 países.

    A Ecovia/ Ciclovia do Litoral Sul vai de Sagres a Vila Real de Sto. António, atravessa os 12 concelhos do Litoral Sul do Algarve e 9 das 11 cidades da Região, numa extensão de aproximadamente 250 Kms. Teve um financiamento de 2,5 milhões de euros da Prioridade de Investimento (PI 4.5) do PO Regional (2014-2020).

    Esta rede liga com a Rota do Guadiana, através da qual já é possível chegar até Castro Marim (Município fronteiriço) restando apenas 5 Kms, até ao início da Ponte sobre o Rio Guadiana na fronteira com a Andaluzia, o que permite a sua continuidade para o país vizinho.

    Ponte de madeira em caminho rural ensolarado.
    ecovia olhão bias

    Estas obras de beneficiação foram da responsabilidade das Autarquias (Municípios) e coordenadas através de um modelo de parceria entre a Autoridade de Gestão do PO Algarve (CCDR Algarve), o Turismo de Portugal (TP) e a AMAL (Comunidade Intermunicipal do Algarve), dispondo de financiamento conjugado entre os apoios dos FEEI e o financiamento do Turismo de Portugal.

    Até final do atual Período de Programação, ficarão concretizados cerca de 74 kms dos cerca de 250 kms totais, o que representa aproximadamente 1/3 do traçado total, prevendo-se que o restante venha a ser totalmente executado durante a vigência do Programa Regional ALGARVE 2030.

    A Ecovia da Costa Vicentina tem financiamento do PO aprovado na PI 6.3 e do Turismo de Portugal através do Programa Valorizar. Encontra-se neste momento em curso no concelho de Vila do Bispo e de Aljezur. Dos 108 kms previstos, esta Ecovia encontra-se com 92 kms concretizados, cerca de 85% da rota concluída. O traçado que faz a ligação direta do Alentejo (na Ribeira de Odeceixe) a Sagres (cerca de 91 kms) ficará concluído.

    No concelho de Vila do Bispo compreende uma extensão total de 24 Km, divididos por 3 troços (Limite do Concelho Aljezur/Vila do Bispo – Praia da Cordoama; Praia da Cordoama – EN268); e Cabo de S. Vicente – Sagres. Em Aljezur, compreende uma extensão de 60 Km, divididos por 13 troços entre Odeceixe e o limite do Concelho de Vila de Bispo (EN 268). No conjunto, trata-se de um custo total de 2,6 milhões de euros, com um investimento elegível de 1,9 milhões de euros, comparticipado a 70% pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

    Esta ciclovia do Sudoeste é um projeto estruturante para os concelhos de Vila do Bispo e Aljezur do ponto de vista da mobilidade e da atratividade do território. Irá prover estes 2 concelhos de uma infraestrutura capaz de potenciar o desenvolvimento sustentável de uma oferta turística baseada na valorização do património natural, potenciando a atratividade do território e do produto Cycling & Walking.

    Trilho pedestre e ciclovia entre vegetação com sombra.

    ermite uma mobilidade suave entre as várias localidades ao longo deste Eixo da Costa Vicentina e o contato com a natureza no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina na Região do Algarve.

    No que concerne à Ecovia do Guadiana, com bastante menos maturidade no que respeita ao desenvolvimento dos estudos preparatórios, dispõe apenas de um “Esquema Diretor” esboço de traçado, efetuado em 2006, não dispondo ainda de Estudos Prévios ou Projetos de Execução.

    Ainda segundo a CCDR Algarve, no âmbito do PR ALGARVE 2030, está ainda previsto realizar as principais prioridades de redes cicláveis urbanas em cada Centro Urbano/ Município da Região.

    Para tal os Municípios têm de desenvolver um Plano de Ação de Mobilidade ciclável/ ativa urbana, onde serão identificados e cartografadas os principais corredores de ligações pedonais e cicláveis, entre os principais pontos geradores de tráfego de cada Centro Urbano.

    Têm de estar organizados por prioridades, em função do grau de maturidade, com indicação do respetivo orçamento estimado e da calendarização prevista, de forma a permitir a sua realização faseada, troço a troço, ao longo do período de vigência do Programa Regional.

  • PS assinala sinais de insatisfação e protesto no Algarve

    PS assinala sinais de insatisfação e protesto no Algarve

    «Registamos, com humildade democrática, o significativo aumento dos sinais de insatisfação e de protesto, que impõem a todos os democratas e, em particular, aos socialistas, reflexão e redobrada determinação no combate contra as desigualdades sociais, pela promoção das qualificações dos jovens e de emprego de qualidade e a devida inserção social dos mais frágeis e desprotegidos».

    De acordo com a nota, «Os eleitos socialistas irão trabalhar na Assembleia da República, em estreita ligação com os nossos autarcas, nos municípios e nas freguesias, de forma a honrar a confiança que os algarvios depositaram no Partido Socialista e assumem forte vigilância na execução dos projetos e investimentos que estão em curso na nossa região, desde logo na área da saúde, com o lançamento do concurso do Hospital Central à cabeça».

    No que diz respeito a garantir água, será «com a execução do Plano de Eficiência Hídrico, e a construção da Central de Dessalinização de Água do Mar e a captação de água no Pomarão».

    Anunciam a construção, em parceria com os municípios de um Parque Público de habitação acessível à classe média, aos trabalhadores e aos jovens, a conclusão das obras de eletrificação da linha de caminho de ferro, a construção da Variante de Olhão e o concurso da ligação de São Brás de Alportel à Via do Infante.

    Os investimentos no Serviço Nacional de Saúde, como a requalificação dos centros de saúde, «onde estão garantidos 47 milhões de euros no PRR e o avanço do Centro Oncológico e, tal como assumimos na campanha eleitoral, iremos propor o fim das portagens na Via do Infante». são citados.

    Apesar da vitória alcançada pelo PS na maioria dos concelhos do Algarve, designadamente Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Faro, Lagos, Monchique, São Brás de Alportel, Tavira, Vila do Bispo e Vila Real de Santo António e do Partido Socialista ter ficado à frente da Aliança Democrática em 14 dos nossos 16 municípios, «a Federação do PS Algarve não pode deixar de sinalizar que o resultado eleitoral não corresponde às suas expectativas».