FOZ – Guadiana Digital

Autor: jestevaocruz

  • Alemã morre em queda de falésia

    Alemã morre em queda de falésia

    Alegadamente pode ter-se desequilibrado enquanto tirava fotografias. Às 13:30 horas foi recebido o alerta, através do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), sendo, de imediato, ativados para o local tripulantes da Estação Salva-vidas de Sagres e elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Lagos.

    Quando localizaram o corpo da vítima, constatado que a mesma já se encontrava sem vida, tendo, após autorização do Ministério Público, recolhido recolhido e transportado o corpo pelos tripulantes da Estação Salva-vidas para o Porto da Baleeira.

    Nesse local, foi declarado o óbito pelo médico da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER). A vítima será posteriormente transportada para o Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses de Portimão, pelos elementos dos Bombeiros Voluntários de Vila do Bispo.

    O Gabinete de Psicologia da Polícia Marítima e do INEM foram ativados e encontram-se a prestar apoio ao acompanhante da vítima. O Comando-local da Polícia Marítima de Lagos tomou conta da ocorrência.

  • Terminou a seca, mas deixou rasto

    Terminou a seca, mas deixou rasto

    O IPMA usou o índice PDSI, que se baseia no conceito do balanço da água tendo em conta dados da quantidade de precipitação, temperatura do ar e capacidade de água disponível no solo e permite detetar a ocorrência de períodos de seca classificando-os em termos de intensidade (fraca, moderada, severa e extrema).

    Balanço e lições para o futuro

    A seca que assolou as regiões do Algarve e Alentejo foi um período desafiador que deixou marcas profundas na paisagem, na economia e na vida das pessoas.

    Durante este tempo, enfrentou-se a pior seca de que há registo, com barragens e reservatórios a atingirem níveis críticos de água, afetando severamente a agricultura, uma das principais atividades económicas destas regiões.

    No Algarve, a Barragem da Bravura, em Lagos, chegou a estar a apenas 8% da sua capacidade, o que representou um duro golpe para os agricultores que dependem deste recurso vital.

    A situação não foi muito diferente na Barragem do Arade, que desceu para 15% da sua capacidade, deixando cerca de 1.800 agricultores com uma quantidade de água insuficiente para as suas necessidades.

    A seca prolongada foi exacerbada pelas alterações climáticas, com 2023 a ser registado como o ano mais quente para o planeta, aumentando o pessimismo quanto à possibilidade de recuperação a curto prazo.

    No Alentejo, a situação também foi grave, com o território a sofrer de seca severa e extrema. Apesar de uma ligeira melhoria na primeira quinzena de Março, grande parte do sul de Portugal não viu variações significativas na quantidade de água no solo.

    O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) relatou que, apesar das chuvas que caíram, o período de Outubro de 2021 a Março de 2022 foi o mais seco desde 1931, evidenciando a gravidade e a persistência da seca.

    A seca no Algarve e Alentejo não só afetou a agricultura mas também teve impactos na biodiversidade, nos recursos hídricos e na qualidade de vida das populações.

    A escassez de água levou a restrições no consumo, aumentou os custos de produção e forçou muitos a repensar as práticas de gestão de água e terra. Este período de seca destacou a necessidade urgente de medidas de adaptação e mitigação das alterações climáticas, bem como de uma gestão mais sustentável dos recursos naturais.

    Com o anúncio do fim da seca, há uma sensação de alívio, mas também a consciência de que eventos semelhantes podem voltar a ocorrer.

    É crucial aprender com esta experiência e trabalhar para garantir que as regiões do Algarve e Alentejo estejam mais bem preparadas para enfrentar os desafios que as alterações climáticas possam trazer no futuro.

    Foto: Joaquim Félix
  • Dejetos humanos fazem voar aviões

    Segundo apurou a TNews, a Firefly Green Fuels, empresa britânica de biocombustíveis, apoiada pela Wizz Air, desenvolveu um processo para converter resíduos humanos em combustível de aviação sustentável (SAF).

    A empresa tem como objetivo construir uma unidade de produção piloto em Harwich, Essex, até 2027, seguida de uma unidade à escala comercial até 2029, depois de garantir acordos com uma série de parceiros.

    A equipe de liderança da Firefly está a trabalhar intensamente para colocar este novo processo SAF em funcionamento no Reino Unido, antes de expandir para outros mercados globais, escreve a imprensa britânica.

    De acordo com um estudo da Cranfield University, o SAF da Firefly proporciona uma economia de carbono de 92% em comparação com o combustível de aviação convencional.

  • Em Serpa há descida do Guadiana

    Em Serpa há descida do Guadiana

    A câmara municipal de Serpa está a propor, para o dia 20 de abril, uma descida do rio Guadiana em canoa, no troço entre os Moinhos Velhos (Brinches) e o Moinho da Amendoeira (Serpa).

    A descida tem quase 10 quilómetros e uma duração prevista de 3 horas, sendo recomendado o uso de roupa e calçado adequado à atividade, chapéu e protetor solar.

    A autarquia promove esta descida do Rio Guadiana porque ela «permite partir à aventura e descobrir o último reduto selvagem e natural de um rio que faz parte da memória coletiva e lendária do Alentejo».

    O percurso é assinalado como calmo e fluído, sendo regularmente animado pelos rápidos, à passagem dos açudes das antigas azenhas, proporcionando a sensação e emoção das «águas bravas».

    A Rota das Azenhas é efetuada no percurso de canoagem homologado desde 2012 e apresentado como «Por Este Rio Abaixo», permitindo usufruir das potencialidades do rio Guadiana para a prática de canoagem como atividade de promoção turística e desporto de natureza.

  • Em Brás de Alportel ajudam a a pagar a renda

    O município de São Brás de Alportel apoia as famílias no pagamento da renda, na da 4.ª edição do Programa de Apoio. Este apoio encontra-se formalizado desde o dia 21 de março, com efeitos retroativos ao início do ano de 2024

    O Programa de Apoio ao Arrendamento é uma medida social que foi lançada em 2020, que já permitiu atribuir 160 apoios a famílias são-brasenses, que enfrentam maiores dificuldades a pagar a renda das suas casas.

    O município apoiou esta medida «consciente da dificuldade crescente e generalizada em todo o país, no acesso à habitação».

    Releva que tem tem procurado dar resposta a esta problemática com a criação de medidas concretas, e dá o exemplo do Programa Municipal de Apoio Arrendamento, que consiste na atribuição de um apoio monetário mensal para apoiar os agregados familiares em situação de vulnerabilidade no pagamento da renda de casa.

    Dos 45 apoios previstos pelo município para o ano em curso, até ao momento foram aprovadas 24 candidaturas, e está aberta a possibilidade, prevista pela câmara municipal, de atribuir mais apoios, ao longo do ano, caso surjam candidaturas que reúnam as condições e critérios necessários.

    Para se candidatarem a estes apoios, os agregados familiares em dificuldades devem contactar os Serviços Sociais do Município, localizados no Centro de Apoio à Comunidade.

    A par deste programa, o município de São Brás de Alportel tem a decorrer desde 2020, o Programa de Apoio ao Arrendamento Jovem, que classifica como «uma nova resposta social promotora do acesso à habitação, adequada às necessidades de jovens famílias», tendo sido já atribuídos 17 apoios.

  • Está de regresso o TT «Trilhos Inter-Vivos»

    Está de regresso o TT «Trilhos Inter-Vivos»

    Será qual o XVII Passeio Turístico Todo-o-Terreno, onde os apaixonados por aventuras, paisagens deslumbrantes e momentos inesquecíveis são convidados a participar e onde reafirmam o compromisso com a qualidade, segurança e a experiência inigualável que sempre caracterizaram este evento.

    O passeio Turístico TT «Trilhos Inter-Vivos», destina-se a proporcionar lazer e envolvimento familiar, a celebração da cultura, tradição e gastronomia da região. Percorrem-se caminhos entre a serra do Caldeirão e o rio Guadiana, onde os participantes têm a oportunidade única de conhecer aldeias pitorescas e conviver com as tradições autênticas do concelho de Alcoutim.

    A Associação INTER-VIVOS acumulou, ao longo de edições anteriores, um vasto conhecimento e compreensão das expectativas dos participantes. Cada detalhe foi cuidadosamente considerado para criar uma experiência refletindo a paixão pela região de Alcoutim e o desejo de proporcionar momentos memoráveis aos participantes.

    Este ano, a novidade introduzida foi o «Acampamento Familiar», para uma noite especial, «repleta de diversão ao redor de uma fogueira, criando memórias para todas as idades. Queremos que usufrua das maravilhas naturais e culturais, sinta-se parte desta celebração e experimente a hospitalidade única de Alcoutim”, adianta a organização esperando que os participantes estejam preparados para um evento repleto de diversão e aventura.

    A Associação INTER-VIVOS lança o convite assim os amantes de TT a confiarem na experiência consolidada e no seu compromisso com a segurança e qualidade

  • Medidas do mais habitação podem ser alteradas

    O novo governo quer revogar diversas disposições do programa Mais Habitação, com ênfase nas restrições ao Alojamento Local (AL).

    A proposta de Luís Montenegro é eliminar a contribuição extraordinária para o AL e os limites de tempo das licenças para alojamento turístico temporário.

    Essas medidas, anunciadas no programa do executivo na quarta-feira, 10 de abril, receberam elogios de Eduardo Miranda, presidente da Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP), que vê o programa como um meio de alcançar equilíbrio e assegurar a estabilidade do setor.

    Segundo o programa do governo divulgado na mesma data, o objetivo é abolir imediatamente a Contribuição Extraordinária sobre o AL, a caducidade das licenças anteriores ao Mais Habitação e rever as limitações legais impostas pelo governo anterior.

    Isso significa que as medidas restritivas introduzidas pelo Mais Habitação ao negócio do AL devem ser eliminadas:

    • A Contribuição Extraordinária sobre o AL (CEAL) de 15%, calculada com base em coeficientes econômicos e de pressão urbanística, aplicada a apartamentos de AL e estabelecimentos de hospedagem em zonas costeiras densamente povoadas. Até o momento, não há regulamentação para o cálculo da CEAL;
    • A caducidade das licenças de AL: novos registros passaram a ter validade de cinco anos, e as licenças existentes seriam reavaliadas em 2030, ano a partir do qual seriam renováveis a cada cinco anos.

    Além disso, o novo Executivo da Aliança Democrática pretende revisar outras “limitações legais” ao AL, incluindo a possibilidade de dois terços dos condôminos decidirem pelo cancelamento de um AL existente ou a exigência de comprovação da atividade de AL para evitar o cancelamento dos registros.

  • Começou a Feira de Sevilha

    Começou a Feira de Sevilha

    A Feira de Sevilha, um dos eventos mais emblemáticos da Andaluzia, começou hoje com a tradicional cerimônia de iluminação à meia-noite, marcando o início de uma semana de festividades que capturam a essência da cultura local.

    Este ano, a feira promete continuar sua longa tradição de ser um ponto de encontro vital para a comunidade agrária e camponesa, ao mesmo tempo em que oferece uma experiência rica e vibrante para todos os visitantes.

    Desde sua origem em 1847 como uma feira de gado, a Feira de Sevilha evoluiu para se tornar uma celebração cultural que atrai atenção internacional. A edição de 2024 não é exceção, com expectativas de uma semana repleta de música, dança, gastronomia e diversão sem fim.

    O evento deste ano, que ocorre de 14 a 20 de abril, é uma oportunidade para os sevilhanos e visitantes de todo o mundo mergulharem na atmosfera única que só a Feira de Sevilha pode oferecer.

    Uma das características mais esperadas é o flamenco, um estilo de dança tradicional que é sinônimo do festival da primavera. A feira transforma-se numa cidade dentro de uma cidade, com um belo portão na entrada e pequenas casas, chamadas “casetas”, iluminadas por lanternas, criando um cenário mágico.

    As ruas são pavimentadas com uma terra amarela especial, conhecida como «albero» que adiciona ao charme do ambiente.

    O «jantar de pescaíto», realizado no sábado anterior à iluminação, é um momento de convívio onde se partilham comidas típicas, como o peixe frito, acompanhado de enchidos, queijos e vinhos ou manzanilla. Este jantar simboliza a antecipação e alegria antes do evento principal.

    A iluminação, ou «El Alumbrao», é um espetáculo à parte, com 200.000 lâmpadas acendendo as 15 ruas do recinto da feira, criando uma atmosfera mágica que dá início à festa, acima de tudo quando observado da Avenida de Flota de Indias ou da rua Assunção, que oferecem vistas privilegiadas da cerimônia.

    Além disso, o clima para a Feira de Abril de Sevilha de 2024 é promissor, com previsões de céu parcialmente nublado, calor e poucas chances de chuva, criando condições ideais para aproveitar todos os dias e noites da feira.

    A Feira de Sevilha é mais do que um evento; é uma expressão da identidade andaluza, um encontro de tradições e um convite aberto para celebrar a vida. A edição de 2024 continua a honrar esse espírito, prometendo ser uma experiência inesquecível para todos os que participam.

  • «Taludes invisíveis» coletânea de José Carlos Barros

    «Taludes invisíveis» coletânea de José Carlos Barros

    José Carlos Barros, poeta e escritor, primeiro prémio Leya, apresentou na Biblioteca Municipal Vicente Campianas, na passada sexta-feira, a sua mais recente obra literária intitulada «Taludes Instáveis» onde a obra do poeta foi dissecada por Miguel Godinho, em sessão dirigida por Assunção Constantino e que contou com a presença do vereador de pelouro Fernando Horta.

    José Carlos Barros, natural de Boticas, 1963, e vive em Vila Nova de Cacela. É lá que tem produzido as suas mais recentes obras literárias, ao mesmo tempo que prepara a obra artística no campo da pintura, tendo já realizado algumas exposições dos seus quadros.

    Grupo reunido em apresentação de livro.

    Taludes Instáveis , livro que tem na capa uma pintura do neto, é uma coletânea dos seus livros de poemas, publicados até hoje, Pequenas Depressões, 1984, em colaboração com Otília Monteiro Fernandes, Uma Abstração Inútil, 1991, Todos os Náufragos, 1995, Teoria do Esquecimento, 1996, As Leis do Povoamento, 1996, As Moradas Inúteis, 1997, Rumor, 2011, O Uso dos Venenos, 2014, A Educação das Crianças, 2020, Penélope Escreve a Ulisses, 2021, Estação, os poemas do DN Jovem.

    José Carlos Barros é atualmente vereador na câmara municipal de Vila Real de Santo António, onde já desempenhou o cargo de vice-presidente, e foi deputado na Assembleia da República e Diretor da Reserva da Ria Formosa.

    A poesia de José Carlos Barros

    Miguel Godinho apresentou a obra ao público que acorreu à Biblioteca Municipal de Vila Real de Santo António e destacou que a importância da presença da natureza e do mundo natural na obra de Barros não pode ser subestimada.

    Através de suas palavras, somos transportados para paisagens exuberantes, onde o pulsar da vida se entrelaça com a poesia. A escrita é permeada por uma sensibilidade única, capturando a essência das paisagens rurais e a complexidade das interações humanas com o ambiente natural.

    Taludes Instáveis não é apenas uma coleção de poemas; é uma jornada pela vida e pela mente do autor. A organização dos poemas reflete não apenas a cronologia de sua vida, mas também a evolução de suas ideias e emoções ao longo do tempo. Desde os primeiros versos da juventude até as reflexões mais maduras e profundas da idade adulta, Barros nos presenteia com uma visão panorâmica de sua experiência humana.

    A influência de outros poetas contemporâneos é evidente em sua escrita, mas Barros tem o mérito de transcender influências para criar um estilo único e inconfundível. A obra ecoa as vozes de poetas passados e presentes, mas nunca perde sua singularidade, oferecendo uma contribuição distinta e valiosa para o cânone literário.

    Com Taludes Instáveis , José Carlos Barros reafirma seu lugar como um dos principais escritores da atualidade. O estilo minimalista e suas temáticas profundas cativam os leitores, enquanto a habilidade em evocar emoções e memórias perdura muito além das páginas do livro.

    Com a publicação em editoras de renome, como a D.Quixote, Taludes Instáveis está a ser bem acolhida por críticos e leitores, consolidando ainda mais o talento de José Carlos Barros.

    Pontos principais:

    Na relação entre poesia e realidade, o poeta questiona a ideia de que a poesia não serve para nada, defendendo que ela pode ser usada para descrever o mundo de forma profunda e significativa e compara a poesia a um barco que pode navegar pelos rios da vida, levando-nos a lugares inesperados.

    José Carlos Barros acredita que a poesia deve olhar para o passado, não com nostalgia, mas sim para buscar sabedoria e ensinamentos que possam ser aplicados ao presente.

    Destaca a importância da memória para lembrarmos das coisas boas e ruins do passado, e para nos ajudar a tomar melhores decisões no futuro.

    Na relação entre a vida rural e a sabedoria das comunidades antigas, celebra a vida rural e a sabedoria dos que viviam em harmonia com a natureza. Critica a sociedade moderna, que se afastou da natureza e perdeu a capacidade de viver de forma simples e sustentável.

    Falando sobre a beleza e a ética, o autor entende que a beleza e a ética estão intimamente ligadas e acredita que a arte deve ser usada para promover valores como a justiça, a igualdade e a compaixão.

    A poesia desvenda os mistérios da vida, sendo que a linguagem poética é poderosa e pode ser usada para expressar sentimentos e ideias complexas. É uma forma de arte que nos conecta com o mundo natural e com a nossa própria humanidade. É importante ler e apreciar a poesia, pois ela pode nos enriquecer como pessoas.

    Uma leitura da obra confirmará estas apreciações.

    Mãos segurando livro de poesia de José Carlos Barros.

    Fotos do evento por José Luís Rua Nascer

  • Pescadores em Quarteira receiam dessalinizadora

    Pescadores em Quarteira receiam dessalinizadora

    Os pescadores locais, que dependem das águas costeiras para o seu sustento, expressaram preocupações de que o processo de dessalinização possa levar à poluição marinha, afetando negativamente a vida marinha e a qualidade do pescado.

    “O mar é a nossa casa e a fonte do nosso trabalho,” disse João Silva, um pescador veterano de Quarteira. “Qualquer ameaça à pureza das nossas águas é uma ameaça direta à nossa comunidade.”

    A dessalinização, processo que remove o sal e outros minerais da água do mar para torná-la potável, tem sido promovida como uma solução para as crescentes necessidades hídricas da região. No entanto, os resíduos salinos e químicos resultantes do processo podem ser reintroduzidos no oceano, levantando questões ambientais.

    Os pescadores apelam às autoridades para considerarem alternativas e para realizarem estudos de impacto ambiental mais aprofundados. “Não somos contra o progresso,” afirmou Maria Costa, proprietária de uma pequena empresa de pesca. “Mas queremos garantias de que o progresso não virá à custa do nosso modo de vida.”

    A tensão entre o desenvolvimento sustentável e a preservação dos meios de subsistência tradicionais continua a ser um tema quente em Quarteira, com os pescadores determinados a fazer ouvir a sua voz.

    A Associação dos Pescadores Armadores de Quarteira, Quarpesca, classificou, na passada quinta-feira que a instalação de uma estação dessalinizadora na praia da Falésia, concelho de Albufeira será uma tragédia que pode impossibilitar o sustento a muitas famílias de pescadores.


  • Ponto de Situação da alta velocidade Faro – Huelva

    Ponto de Situação da alta velocidade Faro – Huelva

    A situação atual das reivindicações das autoridades da província de Huelva, juntamente com a CCDR do Algarve e a Câmara Municipal de Faro, reflete uma busca por atenção e ação em relação a um projeto de construção importante.

    As autoridades locais têm expressado a necessidade de avançar com o projeto, que parece ter sido adiado até 2050. Este adiamento tem causado preocupação entre os envolvidos, que esperam uma resposta mais rápida tanto da Comissão Europeia quanto do Governo de Espanha.

    A CCDR do Algarve, uma entidade pública que desempenha um papel crucial no desenvolvimento regional, tem sido uma voz ativa nesse processo, buscando estimular a competitividade e o desenvolvimento sustentável na região. A Câmara Municipal de Faro, representando os interesses locais, também tem participado ativamente nas discussões, enfatizando a importância do projeto para a comunidade local.

    O atraso na construção levanta questões sobre as prioridades e o compromisso das autoridades superiores com o desenvolvimento regional. A Comissão Europeia e o Governo de Espanha são atores-chave que podem influenciar o ritmo e a realização do projeto. A expectativa é que haja uma maior colaboração e um sentido de urgência para atender às demandas das autoridades locais e regionais.

    Este caso destaca a complexidade das relações intergovernamentais e a importância da comunicação eficaz e da ação conjunta para o progresso de projetos significativos que impactam diretamente as comunidades locais. A resolução dessa situação será um indicativo do compromisso com o desenvolvimento regional e a capacidade de resposta às necessidades locais.

    O projeto específico

    O projeto específico em questão, que tem sido alvo de reivindicação por parte das autoridades da província de Huelva, da CCDR do Algarve e da Câmara Municipal de Faro, refere-se ao avanço da linha ferroviária de alta velocidade entre Faro, Huelva e Sevilha.

    Esta infraestrutura é vista como um elemento crucial para o desenvolvimento regional, melhorando as conexões e a mobilidade entre as regiões do Algarve em Portugal e a Andaluzia na Espanha. A linha ferroviária de alta velocidade é esperada para fortalecer os laços históricos, comerciais e culturais, além de promover o turismo e a economia local.

    No entanto, apesar da importância atribuída ao projeto pelas autoridades locais e regionais, parece que tanto a Comissão Europeia quanto o Governo de Espanha não têm demonstrado a urgência esperada para a sua realização. O projeto foi adiado para 2050, o que gerou descontentamento e preocupação entre os defensores da iniciativa, que esperam uma aceleração no processo de planejamento e execução.

    A situação destaca a necessidade de uma maior colaboração e comprometimento entre as entidades governamentais em diferentes níveis para garantir que projetos de infraestrutura essenciais para o desenvolvimento regional sejam priorizados e concluídos em tempo hábil.

    A resolução dessa questão será um teste significativo para a capacidade de resposta das autoridades superiores às necessidades e expectativas das comunidades locais e regionais.

    Benefícios esperados

    Os benefícios esperados da linha ferroviária de alta velocidade entre Faro, Huelva e Sevilha são vastos e abrangentes, refletindo o potencial de transformação que uma infraestrutura moderna e eficiente pode trazer para as regiões envolvidas. Aqui estão alguns dos benefícios mais significativos:

    1. Desenvolvimento Econômico: A linha de alta velocidade é projetada para estimular o crescimento econômico, atraindo investimentos, melhorando o comércio e facilitando o turismo. As cidades e regiões conectadas pela linha podem esperar um aumento na atividade econômica, impulsionado pelo acesso mais fácil e rápido.
    2. Crescimento do Turismo: Com a redução significativa no tempo de viagem, espera-se que mais turistas sejam atraídos para a região, beneficiando-se da facilidade de deslocamento entre destinos culturais e turísticos de Portugal e Espanha.
    3. Coesão Social e Territorial: A linha ferroviária de alta velocidade promoverá uma maior integração entre as regiões do Algarve e da Andaluzia, fortalecendo os laços sociais e culturais e promovendo uma sensação de unidade entre as comunidades transfronteiriças.
    4. Melhoria da Infraestrutura de Transportes: A nova linha ferroviária oferecerá uma alternativa de transporte mais rápida e confortável, incentivando as pessoas a optarem pelo trem em vez de outros meios de transporte menos sustentáveis.
    5. Benefícios Ambientais: Ao proporcionar uma opção de transporte de baixo carbono, a linha de alta velocidade contribuirá para os esforços de descarbonização e para o combate às alterações climáticas, alinhando-se com as metas ambientais europeias.
    6. Desenvolvimento Logístico: A linha melhorará a logística de transporte de mercadorias, tornando o transporte mais eficiente e menos custoso, o que é vital para a competitividade das empresas locais.
    7. Acesso a Oportunidades de Emprego: Com a melhoria das conexões de transporte, os residentes terão acesso mais fácil a uma gama mais ampla de oportunidades de emprego, podendo viver em uma região e trabalhar em outra.
    8. Inclusão Digital e Tecnológica: A linha ferroviária também poderá ser um vetor para a inclusão digital, com a implementação de tecnologias avançadas para a gestão e operação dos serviços ferroviários.
    9. Estímulo à Inovação: A infraestrutura moderna pode estimular a inovação em setores como o turismo, tecnologia e serviços, incentivando a criação de novos negócios e startups.
    10. Melhoria da Qualidade de Vida: A redução do tempo de viagem e a melhoria da qualidade dos serviços de transporte têm um impacto direto na qualidade de vida dos cidadãos, proporcionando mais tempo para lazer e família.

    A implementação da linha ferroviária de alta velocidade é, portanto, uma peça chave para o desenvolvimento sustentável e integrado das regiões do Algarve em Portugal e da Andaluzia na Espanha, representando um passo significativo para o futuro da mobilidade na Europa.

    A investigação do Huelva Información

    La Línea de Alta Velocidad Sevilla-Huelva ya estaba prevista en el Plan Estratégico de Infraestructuras y Transportes 2005-2020 (PEIT), si los distintos ejecutivos que han pasado por el Gobierno de España hubieran cumplido sus propios planes, la alta velocidad ya sería una realidad para los onubenses desde hace años.

    Hace unos años hubiera sido más barato, pero las últimas estimaciones sitúan la construcción de un nuevo trazado en 1.500 millones de euros. Se tardaría en construir tres años. El problema, es que ahora, tras las últimas revisiones, la proyección es para el año 2050.

    Huelva estaba en ese plan inicial de 2005-2020. Luego colocaron a la provincia en el horizonte 2012-2024, planteándose un nuevo marco de referencia al haberse tenido en cuenta, los cambios significativos acaecidos en el entorno socioeconómico en los últimos años y la nueva definición de la Red Transeuropea de Transporte de diciembre 2013. Tras la última previsión que nos sitúa como la última provincia de España con litoral que tendría la alta velocidad, el Gobierno anunciaba el pasado mes de enero que se continuaba con la tramitación del estudio informativo y la Declaración de Impacto Ambiental (DIA).

    Pese a que ésta es la realidad, el Consejo Económico y Social de la provincia de Huelva (CESpH) sigue sin renunciar a esta infraestructura y la cataloga como una de las seis inversiones que podrían cambiar la realidad socioeconómica de la provincia de Huelva.

    Las ventajas que supondría el AVE Huelva-Sevilla, responsabilidad de la Entidad Pública Empresarial Administrador de Infraestructuras Ferroviarias (ADIF) del Gobierno de España, son evidentes. Reducción del tiempo de viaje, desarrollo económico y social, vertebración territorial, reducción de la siniestralidad… y con la misma viabilidad o mayor que el resto de las provincias de España que ya lo tienen.

    Todo está ya estudiado para iniciar la construcción del AVE, falta la voluntad de invertir. Sería una nueva línea ferroviaria de alta velocidad de doble vía, electrificada con ancho internacional entre Sevilla y Huelva que daría continuidad al actual servicio existente entre Madrid y Sevilla. La velocidad de diseño sería de 350 km/h. No se consideran paradas intermedias salvo para las alternativas que pasan por La Palma del Condado y habría una ausencia de cruces a nivel con otras infraestructuras.

    Se estima que las obras del ave generarían alrededor de 4.500 empleos entre directo e indirectos. A esta cantidad habría que sumarle el incremento en el personal ferroviario, tanto a bordo de los trenes como en el personal dedicado al mantenimiento y explotación de las infraestructuras.

    En sentido contrario, la no ejecución del proyecto convierte al Levante y a la Costa del Sol en zonas más accesible desde la capital de España, con la consiguiente escapada del turismo a estas zonas. No actuar supondría mantener los niveles de eficiencia actuales y no optimizar los costes/tiempo de transporte en la red ferroviaria. Tampoco supone ninguna ventaja ambiental desde el punto de vista de la mejora de las variables de sostenibilidad aplicadas a este medio de transporte.

    De acordo com o Livro Branco do CESpH, «o principal obstáculo é a vontade política. Diferentes governos, tanto PP quanto PSOE, manifestaram a intenção de construir a linha de alta velocidade, mas nenhum incluiu essa infraestrutura dentro da PGE. Foram aprovadas rubricas orçamentais apenas para a realização de estudos, para a apresentação de projectos e para a elaboração da declaração de impacto ambiental. O atual governo também não fez isso.»

    ./Com Huelva Información e Copilot.
  • Albufeira candidata a Cidade Europeia do Desporto 2026

    Na última sexta-feira, o Município de Albufeira formalizou a sua candidatura a Cidade Europeia do Desporto para o ano de 2026.

    O presidente José Carlos Rolo, acolheu Pedro Nuno Santos, presidente da Associação das Cidades Europeias do Desporto, no seu gabinete, entregando-lhe o dossier da primeira etapa da candidatura.

    O presidente da Câmara Municipal de Albufeira expressou grande contentamento, considerando este um momento simbólico para o município: «Hoje, Albufeira torna-se oficialmente candidata a Cidade Europeia do Desporto 2026. Estamos na fase inicial, e em outubro, apresentaremos o dossier completo e acolheremos a Comissão de Avaliação. Continuaremos a investir na melhoria das instalações, na atividade desportiva, e no bem-estar e saúde dos nossos cidadãos».

    Fora dos discursos oficiais, Cristiano Cabrita, vice-presidente encarregado do Desporto, enfatizou que «o Município está plenamente comprometido com os objetivos da candidatura de Albufeira a Cidade Europeia do Desporto, assegurando que possuímos todas as condições necessárias, tanto em termos de qualidade das instalações e atividades desportivas oferecidas pelo Município, quanto da capacidade de hospedar e gerir grandes eventos desportivos

  • 150 novas casas em Castro Marim

    150 novas casas em Castro Marim

    A câmara municipal de Castro Marim anunciou ter avançado com candidaturas para construir e reabilitar mais de 150 casas no concelho.

    Foi a crise habitacional que o país atravessa, em particular no Algarve e em Castro Marim, que motivou o Município para o desenvolvimento de um conjunto de atos que sustentasse as candidaturas para a construção de 84 fogos e reabilitação de outros 78 já existentes, e ainda também reabilitação de habitações dos próprios agregados, no âmbito do Programa 1.º Direito, do Plano de Recuperação e Resiliência.

    A autarquia especifica que «Serão criadas habitações condignas para 109 famílias e construídos apartamentos para habitação a custos controlados, além da conservação da habitação existente, para as famílias que, embora não fragilizadas, também não conseguem aceder à habitação, mediante a situação imobiliária nacional».

    No município, reconhece a câmara municipal «não temos habitação acessível para as famílias, nem disponível para a Câmara Municipal comprar e disponibilizar para arrendamento»,

    A autarquia salienta o esforço para chegar ao ponto em que «Se tudo for aprovado, teremos cerca de 100 famílias, daqui a três anos, com novas condições de habitabilidade, mais felizes e com outra motivação para a vida, onde a casa é condição básica».

    A preocupação foi enquadrar esta nova realidade dentro das malhas urbanas de Altura e Castro Marim, mas também em áreas mais rurais, como é o caso do conjunto habitacional que nos propõe em Odeleite.

    Por enquanto, e como se trata de uma candidatura, tudo são esperanças e a autarquia assinala que para já, não gostaría de criar expectativas infundadas «mas sentimos que já estamos no caminho de em 2027, poder acontecer”, considera a vice-presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, Filomena Sintra.

    Trata-se de um investimento superior a 12 milhões de euros, inserido também na Estratégia Local de Habitação, que poderá dar a possibilidade ao Município de construir mais 62 fogos em Castro Marim, 15 em Altura e 7 em Odeleite, de várias tipologias, cujos processos já estão em curso.

    O Município de Castro Marim acredita que a criação de habitação e de infraestruturas é fundamental para aumentar a atratividade do concelho e lutar contra a desertificação, nomeadamente na aldeia de Odeleite.

    Dia ainda Filomena Sintra: «Não vejo a hora de poder ajudar a angústia das famílias que vivem em sobrelotação, ou em condições indignas, muitos deles trabalhadores com filhos, que não encontram no mercado casas para comprar ou arrendar. O nosso compromisso é continuar a trabalhar para que esta realidade possa acontecer. Também estamos muito focados para que famílias que têm casas a necessitar de reabilitação possam ter o apoio necessário para as obras e assim manterem as suas habitações. A par desta estratégia, teremos também um regulamento para venda e construção a custos controlados. Este é nosso foco e para esta matéria empenharemos a nossa equipa».

    A abertura de um período para inscrições dos interessados, com base num regulamento que será público, está prevista paras breve.

    A Estratégia Local de Habitação e o 1.º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação é uma iniciativa governamental e têm como objetivo promover soluções habitacionais adequadas às pessoas ou famílias que vivam em más condições ou estejam em situação de carência financeira.

  • CPME apresentou ao Governo e Parlamento 40 medidas

    CPME apresentou ao Governo e Parlamento 40 medidas

    A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) tem sido uma voz ativa na defesa e promoção dos interesses das empresas de menor dimensão em Portugal.

    Com a apresentação de um conjunto de 40 propostas ao Governo e aos Grupos Parlamentares, a CPPME busca influenciar a legislação e as políticas públicas para o desenvolvimento económico e social do país.

    As propostas da CPPME para a legislatura de 2024 a 2028 refletem uma ampla discussão com as Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME), bem como com suas associações e federações setoriais.

    Estas propostas abrangem dez áreas de atuação críticas, desde investimento e finanças até formação e segurança social, demonstrando a abordagem holística que a CPPME adota para enfrentar os desafios econômicos atuais.

    Uma das medidas imediatas propostas é o pagamento às MPME dos apoios em falta, referentes aos projetos do Portugal 2020, COVID e calamidades. Esta medida visa aliviar a pressão financeira imediata que muitas destas empresas enfrentam, permitindo-lhes continuar a operar e a contribuir para a economia nacional.

    A CPPME argumenta que as políticas económicas, fiscais e de crédito atuais favorecem desproporcionalmente as grandes empresas, em detrimento das MPME, que são a espinha dorsal da economia portuguesa, gerando a maioria dos empregos e contribuindo significativamente para o PIB nacional.

    A confederação apela a uma mudança nessas políticas para criar um ambiente mais equitativo e favorável ao crescimento das MPME.

    O impacto das MPME no tecido económico nacional é inegável, e a CPPME destaca a necessidade de reconhecer e apoiar o seu papel vital. As propostas apresentadas são um passo importante para garantir que as MPME recebam o suporte necessário para prosperar, beneficiando assim toda a economia portuguesa.

    A iniciativa da CPPME é um exemplo de como as organizações podem colaborar com o governo para moldar políticas que promovam um desenvolvimento sustentável e dinâmico, essencial para o futuro económico de Portugal.

  • Verdelago anuncia prazos em obras

    Verdelago anuncia prazos em obras

    O resort de luxo Verdelago, no Algarve, abriu portas no verão de 2023. Mas ainda há mais de 100 casas para acabar e um hotel para construir, motivo pelo qual foram celebrados novos contratos de empreitada recentemente com três empresas de construção.

    O Verdelago Resort, situado entre a Praia Verde e Altura, já abriu portas, mas ainda não está totalmente concluído. Foi precisamente para avançar com as construções em falta que foram assinados três novos contratos de empreitada, lê-se em comunicado enviado às redações:

    acabamentos e instalações especiais de 56 apartamentos situados nos lotes 12, 32 e 47 vão ser levados a cabo pela Teixeira Duarte;
    acabamentos e instalações especiais de 54 novas townhouses/apartamentos, que compõem os lotes 21, 22, 23, 29 e 30 foram adjudicados à construtora San José;
    empreitada de movimento de terras, contenções, fundações e estrutura do Hotel do Verdelago foi entregue à empresa 3Jb Construções.
    Isto quer dizer que os próximos passos para a construção deste empreendimento de luxo e sustentável no Algarve passam por executar os acabamentos de mais de 100 casas e ainda por preparar o terreno onde vai ser construído o Hotel do Verdelago. A par deste está também prevista a construção de um “mini-resort” para acomodar trabalhadores, com um investimento de cerca de 9 milhões de euros, para fazer face à falta de habitação que complica a contratação de pessoas.

    O Verdelago Resort trata-se de um empreendimento turístico-residencial composto por apartamentos e townhouses de luxo e com o acesso direto à praia a partir de passadiços. Possui 86 hectares de terreno, dos quais apenas 8,7% são ocupados por edifícios desenhados pelo atelier Saraiva + Associados. Destes, 70 hectares são de vegetação e incluem um Parque Verde de Recreio e de Lazer com cerca de 42 hectares, uma reserva natural em frente do mar com 24 hectares, áreas de interpretação ambiental, conservação e promoção do habitat e um lago com 2 hectares.
  • União dos Sindicatos do Algarve celebra Abril

    União dos Sindicatos do Algarve celebra Abril

    Nesta iniciativa participam a Escola de Dança Urban Expression, a banda Cão Amarelo, dos alunos da Escola de Música Moderna do Sul, dos alunos da Associação Cultural Fusetense, com um projeto de tributo a Xutos e Pontapés e ainda com o projeto Arraial Lalá com a prsença do fadista José Manuel Ferreira.

    No dia 25 de abril, inicia-se pelas 16h00, uma manifestação pela Liberdade agendada para sair do Jardim Manuel Bívar em Faro, percorrendo algumas ruas da cidade de Faro e terminando no Largo de São Pedro.

    Para a União dos Sindicatos do Algarve, o 25 de Abril é celebrado como um dos momentos maiores da história contemporânea de Portugal, pelo que assinalar os seus 50 anos equivale comemorar a concretização coletiva que pôs fim a 48 anos de ditadura.

  • III Encontro de Motas em Silves

    Organizado pela Junta de Freguesia de Silves, com entrada gratuita nos dias 12 e 13 de abril, junto do Pavilhão da Fissul em Silves, realiza-se o III Encontro de Motos de Silves, o qual é um evento solidário e vai ter animação musical, Bike Show e Desfile Motard pela Cidade.

    No dia 12 a animação das 18h00 até às 02:00 hopras está a cargo do Deejay Cabrita e as bandas Satin Wolfes e Fio da Navalha (Tributo ao Rock Português), enquanto no dia 13, a animação começa às 15h00 e prossegue até às 03h00, passando pelo palco o Dj Set Carox, Devil e CRF.

  • Rotas do Algarve para os EUA

    Rotas do Algarve para os EUA

    Em resposta às notícias de segunda-feira, 8, que circularam em diversos meios sobre o possível cancelamento da rota, André Gomes também mencionou que ainda não há uma confirmação oficial da companhia aérea sobre o adiamento da rota, prevista para começar em maio.

    «Em termos estratégicos, para nós, nada muda, pois considerando o potencial do mercado norte-americano, incluindo Estados Unidos e Canadá, nossas iniciativas promocionais permanecem inalteradas», declarou o presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA), citado pela TNews.

    André Gomes explicou que a informação de que a rota direta Faro/Newark (Nova Iorque) tinha sido adiada por um ano, de maio de 2024 para maio de 2025, é a que tem sido veiculada pela imprensa especializada norte-americana e que avança com algumas razões para esse adiamento.

    A APAL – Agência de Promoção de Albufeira, que tem agendados dois workshops direcionados ao mercado norte-americano, comunicou que não serão cancelados por causa desta notícia, garantiu o presidente da associação, Desidério Silva, ao TNews.

    As ações promocionais estão previstas para as cidades de Boston, em14 de maio e Nova Iorque, 16 de maio, incluindo a apresentação do destino a várias dezenas de operadores, agências e imprensa.

    Em outubro de 2023, a companhia aérea norte-americana anunciou que a nova rota entre Faro e Newark, Nova Iorque, entrava em operação em 24 de maio, com uma frequência de quatro voos semanais.

    Quando a rota foi anunciada, em outubro passado, aquele responsável referiu que, em termos globais, no acumulado, até ao mês de agosto, o mercado turístico norte-americano tinha crescido 29,3% em relação a 2022 e 40% face a 2019.

    Dificuldades na entrega de aeronaves

    Entretando, sabe-se que a indústria da aviação enfrenta desafios significativos que afetam a entrega de novas aeronaves, um tema que tem sido amplamente discutido em várias fontes de informação.

    A complexidade na construção de aviões comerciais com zero emissões é um dos fatores que contribuem para os atrasos na entrega. A transição para tecnologias mais ecológicas, como motores elétricos e designs inovadores, exige um desenvolvimento extensivo e testes rigorosos para garantir a segurança e a eficiência.

    Além disso, a escassez de mão de obra qualificada é outro obstáculo significativo que a indústria enfrenta. A falta de trabalhadores especializados pode atrasar a produção e, consequentemente, a entrega de novos aviões.

    Este problema é exacerbado pela dificuldade em atrair novos talentos para o setor, muitas vezes devido às condições de trabalho que não são vistas como atraentes.

    Os atrasos nos licenciamentos também desempenham um papel nos adiamentos, juntamente com o aumento dos custos de construção, que foram influenciados pela inflação e pelo aumento dos preços dos materiais.

    Estes fatores, combinados com a procura crescente por aeronaves mais sustentáveis e eficientes, criam um cenário complexo que impacta diretamente os cronogramas de entrega.

    Portanto, os adiamentos na entrega de aviões podem ser atribuídos a uma combinação de desafios técnicos, de mão de obra e econômicos que a indústria da aviação está a tentar superar.

    É um equilíbrio delicado entre inovar para um futuro mais verde e atender às expectativas atuais de produção e entrega.

  • Cavalo marinho protegido


    Trata-se de uma resposta do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) ao alerta da ambientalista Cláudia Sil de que um conjunto de planos de gestão das Zonas Especiais de Conservação (ZEC) do Algarve, em consulta pública, conteriam erros graves, por não abordarem o cavalo-marinho, «Hippocampus» da Ria Formosa.

    Cláudia Sil representa as Organizações Não Governamentais (ONG) do Ambiente na Comissão de Cogestão do Parque Natural da Ria Formosa (PNRF) e no Conselho Regional da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, advertiu que os planos em consulta vão vigorar por 10 anos.

  • Ministério do Turismo

    A AHETA, Associação dos Hotéis e Empreendimentos turísticos do Algarve. enquanto principal associação representativa da hotelaria algarvia, congratula-se com a nomeação de Pedro Machado, como Secretário de Estado do Turismo.

    No entanto, a AHETA lamenta que o setor não tenha sido distinguido com um Ministério.