FOZ – Guadiana Digital

Autor: jestevaocruz

  • Ayamonte será sede de empresa mineira

    Ayamonte será sede de empresa mineira

    Este terreno será usado para a construção de sua sede, um centro de treino em mineração e um centro de tecnologia ou «data center».

    O presidente Alberto Fernández anunciou que as instalações vão estar localizadas num terreno de 19.000 metros quadrados, na área da urbanização Costa Esuri, a norte da cidade, onde também serão desenvolvidas instalações desportivas, um módulo social e uma área de estacionamento.

    Acompanhado pelo delegado do Governo da Junta em Huelva, José Manuel Correa, e pelo presidente da Emerita Resources, Joaquín Merino, destacou que, se tudo correr conforme o planejado, daqui a um ano a Emerita poderá iniciar a construção do projeto.

    Entretanto, o início do projeto depende ainda da obtenção de todas as autorizações e autorizações pendentes da Junta de Andaluzia para a atividade principal designadamente a extração de mineração em Puebla de Guzmán e Paymogo, onde foi descoberto um veio de 20 milhões de toneladas de minério, zinco, chumbo e prata.

    A Emerita Resources é uma empresa canadiana de exploração mineral e está interessada no projeto IBW (Iberian Belt West) em Paymogo, Andaluzia. Este projeto envolve a exploração de depósitos de minerais como zinco, chumbo e prata. A empresa acredita que esta área tem um grande potencial devido à sua localização na Faixa Piritosa Ibérica, uma das regiões mais ricas em minerais do mundo.

    O projeto IBW é visto como uma oportunidade significativa para o desenvolvimento económico e social da região, com a previsão de criação de entre 200 e 250 empregos durante a fase de exploração. Além disso, a Emerita Resources está comprometida com práticas de mineração sustentável, alinhadas com a Estratégia para uma Mineração Sustentável em Andaluzia 20302.

    Se precisar de mais informações ou tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar!

  • PS no Algarve advoga  fim da simultaneidade na regionalização

    PS no Algarve advoga fim da simultaneidade na regionalização

    A lista da Comissão de Honra foi liderada por António Pina, e nela constam todos os autarcas eleitos pelo PS ALGARVE nas câmaras e assembleias municipais e nas juntas de freguesia, «como exemplo de proximidade com as pessoas».

    Álvaro Araújo, presidente da câmara de Vila Real de Santo António foi eleito como presidente do congresso.

    Durante a manhã, foram apresentadas moções setoriais a abordar temáticas diversas, com destaque para as eleições autárquicas de 2025. Habitação acessível, a água, as alterações climáticas e a biodiversidade, a saúde e o fim da simultaneidade da criação das regiões administrativas, foram outros assuntos de relevante interesse para a Região do Algarve.

    O secretário-geral do Partido Socialista Operário Espanhol da Andaluzia, Juan Espadas foi convidado de honra dos socialistas algarvios.

    O congresso regional encerrou cerca das 18 horas,e nele foi aprovada uma Moção Global «Ganhar o Algarve«, tendo por primeiro Luís Graça, reeleito presidente do PS ALGARVE há duas semanas, por voto direto, para um novo mandato.

    Regionalização

    A proposta da Federação do Algarve do Partido Socialista (PS) defende a criação de uma Região Administrativa do Algarve como forma de melhorar a governança regional, conferindo maior legitimidade democrática, eficiência e coesão territorial.

    O texto destaca que, apesar de várias políticas de descentralização, Portugal ainda é um dos países mais centralizados da União Europeia.

    A regionalização permitiria maior proximidade entre eleitores e eleitos, aumentando a participação cidadã, transparência e eficiência nos processos de decisão.

    A proposta defende que a atual reforma das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), embora relevante, não é suficiente, pois essas entidades continuam dependentes do governo central e carecem de legitimidade popular.

    Somente o voto direto da população pode conferir essa legitimidade a um poder político regional.

    Além disso, a Federação do PS Algarve sugere que, numa revisão constitucional futura, «se elimine a exigência da simultaneidade para a criação das regiões administrativas», que atualmente requer um duplo referendo.

    A proposta inclui a criação de «regiões piloto», baseadas numa reforma regional e cooperação intermunicipal, e a formação de uma equipa para avaliar os impactos económicos, financeiros e sociais da regionalização no Algarve.

    Por fim, a Federação planeja liderar o processo de desenvolvimento regional e apresentar uma proposta de alteração constitucional para a criação das Regiões Administrativas no próximo congresso nacional.

    Habitação

    Sobre a Habitação foca-se na crise habitacional que afeta a região, especialmente devido ao aumento dos preços das casas, impulsionado pela especulação imobiliária e pela procura de segundas residências por estrangeiros.

    Este cenário torna a habitação inacessível para muitos que vivem e trabalham no Algarve, incluindo a classe média, jovens e trabalhadores essenciais.

    A Federação reconhece os esforços já iniciados pelo Governo, como o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que visa aumentar a construção de habitação acessível.

    No entanto, considera que essas medidas precisam ser ampliadas e adaptadas à realidade da região, que sofre com a pressão imobiliária.

    Entre as soluções propostas, destacam-se a construção de mais habitação pública, apoiada financeiramente pelo Estado, para arrendamento e compra a preços controlados;


    O incentivo à utilização de terrenos subutilizados (ex. zonas de cultivo abandonadas) para construção de habitação acessível, o que também ajudaria a combater o despovoamento no interior;

    O apoio às cooperativas habitacionais, promovendo modelos de arrendamento acessível e propriedade partilhada;

    Revisão dos Planos Diretores Municipais (PDM) e do PROTAL para permitir uma maior implementação de políticas públicas de habitação.

    Quanto ao impacto do Alojamento Local (AL) na crise habitacional, considera que embora o AL tenha importância para o turismo e a economia, a sua massificação reduziu a oferta de habitação permanente, sobretudo em áreas urbanas.

    A Federação sugere estudar medidas de controlo e limitação do AL, como restrições de licenças em zonas com pressão imobiliária elevada e maior participação fiscal do setor.

    Por fim, a proposta sublinha que a resolução da crise habitacional exige persistência e continuidade nas políticas públicas, além de uma abordagem criativa e integrada. O PS Algarve reafirma o seu compromisso de garantir o Direito à Habitação como um elemento essencial para a igualdade de oportunidades e a dignidade humana.

    A sustentabilidade do Algarve

    O Congresso Regional do PS abordou os desafios ambientais da região, destacando a necessidade urgente de uma resposta integrada para enfrentar as alterações climáticas, a escassez de água e a pressão sobre os ecossistemas.

    O Algarve tem enfrentado condições mais severas do que o previsto, com impactos significativos na água, agricultura e turismo e, sendo o Algarve a primeira região do país com um Plano de Eficiência Hídrica aprovado, com um financiamento de 200 milhões de euros, focado em soluções para mitigar a crise hídrica.

    Apoia a construção da primeira central de dessalinização em Portugal, convertendo água do mar em potável; os planos para reciclar 8 milhões de metros cúbicos de água tratada para agricultura e manutenção de espaços públicos; o reforço da barragem de Odeleite, com condutas para captar água do rio Guadiana, e estudos para aproveitamento da ribeira da Foupana.

    Para a sustentabilidade ao setor primário, apoia a expansão de projetos solares na região é reconhecida, mas com o alerta de que devem ser geridos cuidadosamente para evitar impactos negativos nos ecossistemas e no turismo de natureza.

    Propõe a instalação de painéis solares em edifícios públicos para minimizar a ocupação de áreas naturais.

    Apoia também, no âmbito da preservação de Ecossistemas, a preservação da Ria Formosa, a plantação de espécies autóctones,

    A Ria Formosa é identificada como um dos recursos mais valiosos e vulneráveis, sendo necessário regulamentar atividades turísticas e tráfego de embarcações para proteger este ecossistema.

    Defende-se a plantação de espécies autóctones e a erradicação de espécies invasoras; o apoio à criação da Reserva Marinha da Pedra do Valado; a classificação da Lagoa dos Salgados como Reserva Natural Nacional; a preservação de áreas como o Paul de Lagos, Alagoas Brancas, e Ribeira do Almargem, em colaboração com os municípios de Lagos, Lagoa e Loulé.

      Tudo para melhorar a sustentabilidade ambiental e garantir um Algarve equilibrado entre o desenvolvimento económico e a proteção ambiental.

    1. Pedro Guerreiro no Comité das Regiões

      Pedro Guerreiro no Comité das Regiões

      Presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel nomeado membro efetivo do Comité das Regiões, da União Europeia

      Vitor Guerreiro, Presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel foi ontem, dia 9 de outubro, nomeado como membro efetivo do Comité das Regiões, da União Europeia, um cargo de elevada importância para a participação democrática, junto dos decisores europeus. Uma nomeação proposta pela Associação Nacional e Municípios Portugueses, efetivada em Resolução de Conselho de Ministros e respetiva publicação em Diário da República, que integrou igualmente como membro efetivo, o autarca de Tabuaço, Carlos Carvalho.

      O edil são-brasense, Vitor Guerreiro, integrou em janeiro de 2014 pela primeira vez a Delegação Nacional do Comité das Regiões, como membro suplente. Ao longo deste período desempenhou funções na Comissões ENVE – Comissão do Ambiente, Alterações Climáticas e Energia, na ECON – Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários, na SEDEC – Comissão para a Política Social, Educação, Emprego, Investigação e Cultura e ainda na Comissão de Recursos Naturais – NAT. Comissões fulcrais para o desenvolvimento global da União Europeia com forte expressão a nível nacional e regional.

      Constituído em 1994, o Comité das Regiões Europeu é a assembleia consultiva dos representantes locais e regionais da União Europeia, que expõe o ponto de vista dos órgãos de poder infranacionais no quadro institucional da Europa. Trata-se de um órgão, com nomeação de 5 em 5 anos, que tem por objetivo a participação ativa na legislação da União Europeia, aplicada a nível local e regional, bem como envolver o nível de governação eleito mais próximo dos cidadãos, de modo a facilitar o processo de integração europeia.

      Importa ainda referir que a Delegação Nacional no Comité das Regiões Europeia é composta por um representante de cada região autónoma e 10 representantes dos municípios. Segundo o recém-nomeado Vitor Guerreiro, “é uma honra enquanto autarca e português ser digno de tão nobre nomeação. Ser representante de Portugal no Comité das Regiões é dar voz às populações, em defesa das diferenças que nos distinguem enquanto região e país e abraçar o diálogo e a união da família europeia em prol do bem comum.”

    2. A água é tema na Cimeira Luso-Espanhola

      A água é tema na Cimeira Luso-Espanhola

      No próximo dia 23 de outubro, realiza-se na cidade de Faro, no Palácio Fialho, uma nova Cimeira entre os governos de Portugal e de Espanha, tendo como tema central «Água um bem comum».

      Espera-se que os trabalhos arranquem pelas 09:30, terminando com com um almoço entre as duas delegações.

      Está prevista a assinatura de acordos no âmbito da Convenção de Albufeira, um instrumento de cooperação bilateral que regula desde 2000 a proteção das águas das bacias hidrográficas partilhadas entre Espanha e Portugal, bem como a utilização sustentável e coordenada das águas, nos rios Minho, Lima, Douro, Tejo e Guadiana,

    3. Ecosistemas de paisagem

      Ecosistemas de paisagem

      Uma nota da CCDR do Algarve revela que com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo formalizou, na Biblioteca Municipal de Ourique, a instalação do Conselho Consultivo do «Instrumento Territorial Integrado (ITI) Água e Ecossistemas da Paisagem – Algarve e Alentejo».

      Desta forma, ficam unidas as duas regiões numa cooperação que visa a promoção de «estratégias integradas para a gestão sustentável dos recursos hídricos e ecossistemas de paisagem, em territórios, onde se identificam desafios, necessidades e recursos comuns, e envolve dezassete concelhos e cinquenta e nove freguesias».

    4. Prevenção reforçada em VRSA

      Prevenção reforçada em VRSA

      O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê precipitação forte, vento com rajadas até 80 km/h e possibilidade de trovoadas.

      Para proteger a população e mitigar os impactos das chuvas intensas, através do Serviço Municipal de Proteção Civil, e em colaboração com os Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim, esta a aplicar várias medidas de prevenção no terreno, designadamente a limpeza intensiva de sarjetas e sumidouros; a inspeção das estações elevatórias e os cursos de água mais vulneráveis.

      Todas as forças de segurança e equipas de emergência estão em prontidão máxima, preparadas para intervir e mobilizar recursos em caso de necessidade.

      No âmbito da coordenação municipal ativa foi instalado um posto de coordenação municipal no Quartel dos Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim, que está em contacto permanente com todas as entidades envolvidas, para responder de forma eficaz a qualquer situação que possa surgir.

      Na tarefa participam as Juntas de Freguesia do concelho.

    5. Rede Integrada de Centros Urbanos do Alentejo e Algarve

      Rede Integrada de Centros Urbanos do Alentejo e Algarve

      O Município de Castro Marim conseguiu aprovação para um fundo monetário destinado a várias intervenções no Castelo de Castro Marim.

      Este fundo, de cerca de 538 mil euros, faz parte da estratégia «Rede de Fortalezas Alentejo e Algarve» e será usado para reabrir a Porta Este da Cerca da Vila, consolidar e reabilitar o monumento, melhorar a sustentabilidade, reforçar a zona amuralhada, cobrir áreas de escavações arqueológicas, criar um circuito de visita e melhorar a acessibilidade e segurança dos visitantes.

      Além disso, o fundo também apoiará a criação do Centro de Interpretação de Ordens Templárias e Ordem de Cristo, com um investimento de cerca de 195 mil euros, dos quais 117 mil euros serão financiados.

      Esta iniciativa visa desenvolver conteúdos históricos e dinamizar o Castelo, destacando a importância das ordens militares na história local.

    6. Mini Jogos Olímpicos

      Vilamoura foi escolhida para acolher um dos maiores eventos do mundo de Vela, em termos de dimensão e do número de participantes.

      O Campeonato do Mundo da Juventude vai trazer às águas de Vilamoura mais de 600 velejadores de 70 países, 150 treinadores e muitas centenas de acompanhantes, numa organização do Vilamoura Sailing, em parceria com a Federação Portuguesa de Vela e a Marina de Vilamoura.

      Esta é uma competição que é considerada uns verdadeiros ‘Mini Jogos Olímpicos’ da Vela já que reúnem as 6 classes que prepararam os jovens velejadores precisamente para as atuais classes olímpicas.

    7. Tavira turismo e maketing

      A Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, acolhe no dia 19 de outubro, pelas 11h00, a apresentação do Plano Estratégico de Desenvolvimento Turístico e de Marketing de Tavira.

      A a partir dessa data, estará 30 dias em discussão pública, podendo ser consultado até dia 18 de novembro, no site da autarquia, clicando no menu participar.

      No âmbito do programa do Turismo de Portugal “Valorizar – Linha de apoio à sustentabilidade”, foi elaborada a candidatura do projeto «Tavira com a Dieta Mediterrânica – Um destino turístico sustentável».

      Esse incluiu a preparação de um Plano Estratégico de Desenvolvimento Turístico e de Marketing (PEDTM) para o concelho de Tavira, tendo como premissas a sustentabilidade e a competitividade do território.

    8. Feira da Praia com expectativas sob nuvens

      Feira da Praia com expectativas sob nuvens

      A Feira da Praia em Vila Real de Santo António, de 9 a 15 de >Outubro, está de expetativa nublada para amanhã, dia 12, sempre um dia bem movimentado, coincidindo com o feriado espanhol que atraindo muitos visitantes de Ayamonte e outros locais de Andaluzia

      No entanto, a alegria da feira poderá ser abafada por alertas meteorológicos que ameaçam o evento com chuva forte, trovoada e vento.

      A organização da Feira da Praia terá que se adaptar às condições climáticas, adaptando as atividades e assegurando a segurança dos participantes, medidas que os feirantes conhecem bem. É de esperar que se tomem precauções para proteger os expositores e visitantes da chuva, como tendas e coberturas adicionais.

      Apesar das previsões de mau tempo, a Feira da Praia é um evento popular e é provável que venha atrair muitos visitantes locais e turistas. O comércio local espera um dia movimentado, com a venda de produtos tradicionais e artesanato. As expectativas são de um ambiente animado, com música ao vivo e animação, apesar das condições meteorológicas.

      A incerteza sobre o clima poderá influenciar a decisão de muitos ayamontinos de visitar a Feira da Praia. Se o tempo se mantiver instável, é possível que a afluência seja menor do que em anos anteriores.

      A Feira da Praia em Vila Real de Santo António terá que enfrentar o desafio de um dia com previsões meteorológicas adversas. No entanto, a tradição e a popularidade do evento podem ainda atrair muitos visitantes, tanto de Vila Real de Santo António como de Ayamonte.

      É importante acompanhar as atualizações meteorológicas e estar preparado para condições de chuva e vento, tomando as convenientes precauções.

    9. O Saramugo como estará

      O Saramugo como estará

      As ribeiras da Foupana e Odeleite, em Portugal, abrigam uma espécie de peixe endógena em vias de extinção chamada saramugo (Anaecypris hispanica). As recentes chuvas podem ter dado um pouco mais de esperança à sua existência, dentro da bio-diversidade.

      Este pequeno peixe, que atinge cerca de 7 centímetros em idade adulta, é exclusivo da bacia hidrográfica do rio Guadiana, na Península Ibérica, e encontra-se criticamente ameaçado devido a vários fatores, como:

      A perda de habitat pela construção de barragens, uma vez que a extração de água para a agricultura e o desenvolvimento urbano têm reduzido e fragmentado o habitat natural do Saramugo.

      A poluição da água proveniente da agricultura, indústria e esgotos domésticos afeta a qualidade da água e a saúde dos saramugos.

      A introdução de espécies exóticas como o achigã e o lagostim-vermelho-da-luisiana, que competem com o saramugo por alimento e habitat, e podem predá-lo.

      As alterações climáticas, com o aumento da temperatura da água e a diminuição da precipitação, podem afetar a reprodução e a sobrevivência do Saramugo.

      Para proteger esta espécie única, têm sido implementadas várias medidas de conservação, como monitorização da população: monitorização regular da população de saramugos para avaliar o seu estado de conservação.

      A recuperação de troços de rios e ribeiras degradados, através da remoção de obstáculos, plantação de vegetação ripícola e controlo da erosão.

      A reprodução em cativeiro do saramugo no Parque Natural do Vale do Guadiana, com vista à sua posterior libertação em habitats adequados.

      O controlo de espécies exóticas invasoras que ameaçam o saramugo. Dentro da educação ambiental, a sensibilização do público para a importância da conservação do saramugo e do seu habitat.

      A conservação do saramugo é considerada como crucial para preservar a biodiversidade da região e garantir a saúde dos ecossistemas aquáticos. É um desafio que requer a colaboração de todos, desde as autoridades às comunidades locais, para garantir a sobrevivência desta espécie emblemática.

    10. Faro altera plano de pormenor da Lejana

      A Câmara Municipal de Faro anunciou o início de um novo procedimento para a primeira alteração do plano de pormenor da Lejana, nos termos de um aviso que fez publicado o dia da República.

      Deliberou também aproveitar todos os atos e formalidades praticados no procedimento anterior e estabelecer um prazo de nove meses para a conclusão do procedimento.

      O aviso vai ser publicado na segunda série do Diário da República.

    11. Lisboa desliga painéis publicitários

      O Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa «acolheu provisoriamente» a providência cautelar do Automóvel Club de Portugal (ACP) com o objetivo de impedir o funcionamento dos painéis digitais das empresas JCDecaux e MOP.

      Segundo a Lusa, o ACP, a providência cautelar visa impedir o funcionamento de painéis luminosos de grandes dimensões, já instalados, bem como não permitir a instalação de novos painéis desta natureza.

      O ACP considera os painéis digitais de grande formato como um fator de distração à condução e um risco enorme para a segurança de todos, condutores e peões.

    12. Programa da XV Feira da Caça de Mértola

      Programa da XV Feira da Caça de Mértola

      Entre as principais atrações, destacam-se a Demonstração de Cobro na Água com Retrievers, a Demonstração com Cães de Rasto de Sangue, o Concurso de Pombos de Vara e a Exposição de Avifauna. A exposição fotográfica «#AlimentadasPorCaçadores» também será um dos destaques, realçando o trabalho dos caçadores em prol da biodiversidade.

      O parque exterior contará com um lago de maiores dimensões. A autarquia explica que este lago é capaz proporcionando um espaço ideal para observar fauna aquática e assistir a demonstrações com raças de cães de caça.

      Os visitantes podem explorar exposições de fauna viva, matilhas de caça maior, viaturas 4×4 e um ecossistema único recriado com materiais reciclados.

      O parque de demonstrações incluirá atividades como tiro ao alvo com arco e besta, demonstrações de cães coelheiros, demonstrações de falcoaria e muito muito mais.

    13. Oficina artística Retratos de Família

      Oficina artística Retratos de Família



      A exploração artística através da ilustração, colagem, desenho e pintura,
      com artista plástica Elisabete Guerreiro decorre no domingo, 20 Outubro, das 14h30 às 18h00 no Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela /CMVRSA, na Antiga Escola Primária de Santa Rita


      Será a partir de retratos de família, que os participantes serão convidados nesta oficina artística a explorar diferentes técnicas de desenho, ilustração colagem e pintura, dando uma nova vida a fotografias antigas.

      Ponto de partida para a oficina, váo ser os registos associados à exposição patente no CIIPC «Mulheres da minha aldeia, Santa Rita». Porém os participantes são desafiados a levar fotografias ou originais ou impressões de antigas fotografias de família.

      A exploração destas técnicas, na oficina e mais tarde em casa, pode dar origem a cartões e ou álbuns de família que serão ofertas especiais em aniversários e datas festivas, anota o CIIPC.

      A oficina será orientada por Elisabete Guerreiro, artista e professora de Educação Visual. Expõe desde os anos 80 em diversos países. Colabora em diversos projectos artísticos e é formadora da APEVT. Tem publicações em revistas de arte e criação da imagem dos cartazes para o Dia Internacional da Mulher em Faro.

    14. Passos que contam em Alcoutim

      Passos que contam em Alcoutim

      A Fundação Galp lançou esta segunda-feira, a 7 de outubro, a quinta edição da iniciativa «Todos os Passos Contam».

      O projeto foi criado em 2021 com a ambição de apoiar famílias em situação de carência alimentar identificadas pela Rede de Emergência Alimentar. Já forneceu 3,2 milhões de refeições às famílias apoiadas pela Rede de Emergência Alimentar.

      A quinta edição reforça a promoção da atividade física e alarga a abrangência do desafio, permitindo a conversão em refeições de todos os quilómetros percorridos

      A Associação Odiana, o Grupo Desportivo de Alcoutim e Inter-Vivos – Associação de Jovens do Nordeste Algarvio, juntam-se ao movimento

      Este ano volta a ser alcançar um milhão de quilómetros percorridos para os materializar na oferta de 1 milhão de refeições, através da promoção da atividade física e da consciencialização para a importância da adoção de um estilo de vida saudável.

      O movimento solidário da Fundação Galp angariou 3,2 milhões de refeições nas edições anteriores. A campanha deste ano decorre até ao dia 8 de dezembro.

      A ideia de que «todos os passos contam» baseia-se em que, além das caminhadas, corridas ou passeios de bicicleta, podem ser também somados os quilómetros na prática de desportos como futebol, andebol, padel ou dança, por exemplo. Ou apenas os quilómetros percorridos em simples deslocações como a ida ao supermercado ou ao cinema.

      O envolvimento nesta iniciativa foi tornado simples, pois basta partilhar uma captura de écran do registo de cada atividade, com o número de quilómetros percorridos visível, no site todosospassoscontam.galp.com.

    15. Governo toma medidas de apoio à Comunicação Social

      Governo toma medidas de apoio à Comunicação Social


      O governo português apresentou ontem um plano de ação ambicioso para a comunicação social, com o objetivo de revitalizar o setor e garantir seu futuro.

      O plano, que abrange desde a televisão pública até a imprensa regional, visa promover a sustentabilidade, o pluralismo e a independência do jornalismo.

      As principais medidas do plano são a eliminação gradual da publicidade na RTP que passará por uma transformação significativa com a eliminação gradual da publicidade comercial até 2027.

      O objetivo do Governo é fortalecer o serviço público e diferenciar a RTP dos canais privados, com foco em conteúdos culturais e educativos.

      També, o contrato de concessão da RTP será revisto, para modernizar a emissora e a adaptar aos desafios do mundo digital.

      Otimizará a estrutura da RTP implementado um plano de saídas voluntárias, com o objetivo de reduzir o número de funcionários e contratar profissionais com novas competências.

      Por outro lado aposta no fortalecimento da agência de notícias Lusa, a qual terá a sua estrutura acionista clarificada e um novo modelo de governança, com o objetivo de garantir sua independência e sustentabilidade.

      Nos apoios à imprensa regional pretende que seja fortalecida com medidas como a bonificação das assinaturas digitais e o apoio à distribuição de jornais e revistas em todo o país.

      São incluídas medidas para combater a desinformação e promover a literacia mediática, com o objetivo de formar cidadãos mais críticos e conscientes.

      O plano do Governo tem gerado debate e algumas críticas, principalmente em relação à eliminação da publicidade na RTP e ao plano de saídas voluntárias. Sindicatos e alguns partidos da oposição temem que as medidas possam enfraquecer a televisão pública e comprometer postos de trabalho.

      O governo, por sua vez, defende que as medidas são necessárias para garantir a sustentabilidade do setor e a qualidade do serviço público de comunicação social.

      O futuro dos média em Portugal dependerá da implementação eficaz destas medidas e da capacidade do governo em dialogar com os diferentes atores do setor, no entender do Governo.

      Pode, para já, ser retirada a conclusão de que o plano de ação para a comunicação social representa um passo importante para o futuro dos meios informativos em Portugal.

      As medidas propostas são ambiciosas e visam fortalecer o setor, promovendo a sustentabilidade, o pluralismo e a independência do jornalismo.

      No entanto, o sucesso do plano dependerá da sua implementação eficaz e da capacidade do governo em superar os desafios e responder às críticas.

      Comunicação Social
    16. Ria Inquieta organiza M Grande Fest em Tavira

      Ria Inquieta organiza M Grande Fest em Tavira

      Este evento celebra a arte no feminino, promovendo projetos autorais de mulheres e reforçando a igualdade de género e o empoderamento feminino nas artes.

      Programação:

      • 11 de outubro: A banda Džezva abre o festival com uma fusão de sons folclóricos dos Balcãs, jazz e música improvisada, liderada pela cantora croata Marta Fiolić.
      • 12 de outubro: Mila Dores apresenta seu novo álbum “BRAVA”, que mistura indie pop com influências da música tradicional portuguesa, abordando temas de empoderamento feminino e contestação social.

      Outras Atividades:

      • Poesia Inquieta: Oficina de poesia que promove a partilha e reflexão.
      • Exposição de Artes Visuais: Obras de artistas colaboradoras da Ria Inquieta, no Hub Criativo da Ria Inquieta.

      O evento é parte do programa Equinácios da Câmara Municipal de Tavira e conta com o apoio de várias entidades locais.

      A exposição do M Grande Fest contará com obras de várias artistas que colaboram com a Associação Cultural Ria Inquieta. No entanto, os nomes específicos das artistas participantes não foram mencionados nas fontes disponíveis.

      A Associação Cultural Ria Inquieta é uma organização dedicada à promoção de espaços de criação, exibição e diálogo artístico e cultural em Tavira e na região algarvia.

      Fundada em resposta à escassez de oferta cultural na orla da Ria Formosa, a associação tem como objetivo principal dinamizar o setor cultural no Algarve, descentralizando-o e dando visibilidade a artistas locais ou residentes.

      Principais Iniciativas:

      • 6as Inquietas: Programação regular de eventos no Clube de Tavira, incluindo música, poesia, cinema, exposições, mercados, concursos de desenho e espetáculos de stand-up.
      • Coro Inquieto: Fundado em 2022, é um coro que promove a música coral na região.
      • Música com M Grande: Ciclo de concertos que destaca grupos liderados por mulheres, já na sua terceira edição em 2024.

      Missão e Valores:

      • Promoção da Igualdade de Género: Através de eventos como o M Grande Fest, a associação reforça a igualdade de género e o empoderamento feminino nas artes.
      • Colaboração e Redes Criativas: A Ria Inquieta acredita na importância das parcerias e trocas criativas para construir um polo artístico vibrante e dinâmico.
      • Descentralização Cultural: Busca descentralizar a oferta cultural, levando eventos e iniciativas para diferentes partes da região algarvia.

    17. Almancil é cidade e Boliqueime freguesia

      A Assembleia da República aprovou no dia 4 de outubro, na generalidade e por unanimidade, elevar a vila de Almancil à categoria de cidade e Boliqueime à de vila.

      São localidades do concelho de Loulé e os projetos de lei tinham sido apresentados por Jamila Madeira, Luís Graça e Jorge Botelho, deputados socialistas eleitos pelo círculo de Faro.

      As propostas baixam à Comissão de Poder Local e Coesão Territorial, órgão com competência para analisar se estas reúnem todos os requisitos e pareceres legalmente exigíveis, para certificar.

    18. CPPME apresenta medidas para a Economia

      CPPME apresenta medidas para a Economia

      Afirma que o documento é resultante de uma reflexão estratégica sobre áreas diversas como sejam a economia, fiscalidade, comércio, restauração e serviços, desenvolvimento nacional e regional, formação e património. Medidas que consideramos serem da maior importância.

      «O tecido empresarial português necessita sobretudo da alteração profunda das políticas económicas, fiscais e de crédito», afirma a CPPME, alegando que quem tem sido beneficiado e privilegiado predominantemente «é uma minoria de grandes empresas em desfavor da esmagadora maioria de micro e pequenas empresas, que são, afinal, as que criam a maior parte dos postos de trabalho e da riqueza nacional».

      Para esta organização empresarial, «as medidas que os sucessivos Governos têm adotado, na prática, não têm sido suficientemente eficazes para fazer face ao impacto que estas crises causaram nas MPME».

      Por isso mesmo, consideram inevitável continuara exigir medidas de apoio às MPME e consideramos ser fundamental centrar as suas propostas em quatro eixos:

      Tributações Autónomas
      • Extinção gradual das Tributações Autónomas, com revisão imediata das taxas, eliminando algumas e reduzindo outras.
      • Extinção imediata do agravamento das Tributações Autónomas para empresas com resultados fiscais negativos nos últimos três anos consecutivos e para aquelas que apresentam contas fora de prazo.
      IRC
      • Aplicação de uma taxa reduzida de 12,5% de IRC para a maioria das micro e pequenas empresas (MPE), aumentando o limite de 50 mil para 100 mil euros para as empresas sediadas no interior.
      Custos de Contexto
      • Redução dos custos fixos e de contexto das MPE, como energia, comunicações, seguros, água, resíduos urbanos, portagens, etc., para se aproximarem da média europeia.
      • Aplicação do IVA intermédio às bebidas no setor da restauração.
      • Reversão do IVA do gás natural, GPL, gás butano, gás propano e eletricidade para a taxa reduzida, como era até 2011.
      • Direito à dedução do IVA na aquisição de carrinhas com caixa aberta de 6 ou 7 lugares, similar aos veículos comerciais e de mercadorias.
      Fundos Comunitários
      • Necessidade de fornecer informação clara e acessível às micro, pequenas e médias empresas (MPME) sobre os instrumentos financeiros do PT2030 e facilitar o acesso a esses fundos.
      • Criação de Gabinetes regionais para apoiar a divulgação de informações e a elaboração de candidaturas para este universo de empresas.