Autor: jestevaocruz
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Natal desertificado pela Covid-19
Foto de Joaquim Bartolomeu que documenta a desertificação da Rua Teófilo Braga, principal artéria comercial de Vila Real de Santo António
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Dez mil cupões de estacionamento para os comerciantes em Huelva
A Câmara Municipal de Huelva vai entregar 10.000 cupões de estacionamento aos comerciantes, lê-se hoje no jornal da província Huelva Información.
Coincidindo com a reivindicação , nesta ocasião do apelidado e comercial da Black Friday, os descontos promovidos pela Câmara Municipal de Huelva destinam-se a facilitar o estacionamento no centro da cidade como medida de apoio ao comércio e entram em vigor entre hoje e o fim das férias de Natal.
Mitigar o impacto que as restrições temporais e de perímetro, devido à pandemia, estão a ter neste importante setor para a economia e o emprego local é o objectivo revelado pela vereadora do Comércio e Mercados, Tania González, que, juntamente com o presidente responsável pela Mobilidade e Segurança Cidadã, Luis Albillo, entregou mais de 10.000 cupões ao presidente da Huelva Comércio, Antonio Gemio.
Estes cupões garantem o estacionamento gratuito dos por uma hora no novo Mercado del Carmen e Pablo Rada. Aquela entidade irá distribuirá entre seus estabelecimentos associados, para que estes os entreguem aos seus clientes.
Está medida foi apenas possível devido a acordos com as empresas gestoras de estacionamentos na cidade, para facilitar a mobilidade e o acesso ao centro.
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CAMINHOS – Arte RuralProjecto
Na Mesquita, concelho de Mértola foi dado por concluído o Arte RuraProjeto., com a participação de residentes e amigos da Aldeia.
Fica aqui a “ficha técnica” deste projecto:
- Mesquita, turismo de aldeiaDesenho e Pintura 4L: Marta Coutinho e Gustavo FerreiraPoema:
- Manelito. MTranscrição do poema para 4L:
- Joana Loureiro e Miguel VeríssimoCarpintaria:
- Willy ClaxonColaboração: Veronica Palma, Martim Ferreira e Anailda Ramos.
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IC 27 – Castro Marim
O tempo de chuva confirmou as previsões do IPMA e as bátegas de água tem estado a causar perturbações, apesar da copiosidade das águas estar a contribuir para o enchimento das barragens.
Esta foto do sr. José Guerreio. partilhada à pouco no Facebook, dá bem a nota das águas a descerem na encosta pela qual o IC 27 corre à entrada de Castro Marim.
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Ribeira do Beliche
Lena Valério e o seu percurso para mostrar os Lugares do Baixo-Guadiana. Água fresca da ribeira, e chuva necessária.
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18ª Edição do maior presépio de Portugal com 5600 figuras
A partir do próximo sábado, dia 28 de Novembro de 2020, regressa a apresentação daquele que é considerado o maior presépio do país, realizado por iniciativa do Município de Vila Real de Santo António.
A princípio apontado para ter 5.550 figuras, a câmara municipal anuncia agora que pode voltar a bater mais um recorde, ao ultrapassar a fasquia das 5600 figuras.

As figuras do Presépio A autarquia revelou que «Para dar vida a esta iniciativa, que atinge ‘a maioridade’ em 2020, ao completar a sua 18ª edição, foram necessários mais de 40 dias e 2500 horas de trabalho, embora os preparativos já tenham começado há vários meses, mesmo perante a incerteza da pandemia da Covid-19». Que a lista de materiais utilizados na sua construção é extensa e incorpora mais de 20 toneladas de areia, 4 toneladas de pó de pedra, 3000 quilos de cortiça e centenas de adereços.
TO presépio tem 230 metros quadrados, ocupando toda a área expositiva do Centro Cultural António Aleixo, com milhares de figuras, muitas feitas de raiz pelos seus autores e outras que podem atingir as várias centenas de euros.
«Em 2020, a estrutura apresenta-se com nova configuração, mas volta a ter peças evocativas da região, nomeadamente a Praça Marquês de Pombal, as antigas cabanas da praia de Monte Gordo, as salinas, as tradicionais noras algarvias, assim como outros monumentos locais», anuncia a autarquia.
As mais de 80 peças animadas e motorizadas, os quatro lagos e a iluminação cénica constituem “o segredo” do evento e são, simultaneamente, alguns dos pontos mais atrativos. Tudo isto assenta numa complexa base de suporte onde estão instalados os vários quilómetros de cabos que permitem dar vida a esta obra de arte e garantem, por exemplo, a circulação da água, a iluminação das casas e os efeitos cénicos.
Estes elementos juntam-se à reconstituição de muitos episódios cristãos e pagãos associados à quadra natalícia – patentes no presépio – fatores que o distinguem de todos os outros existentes no país e são uma das razões do seu sucesso.
A vertente ecológica também não foi esquecida, já que a maior parte dos materiais são naturais ou foram reaproveitados, com destaque para a cortiça e musgo. Por outro lado, foram implementados, em muitas das peças, sistemas de iluminação led.

Enquadramento no Cntro Cultural A presidente da câmara municipal de Vila Real de Santo António, Conceição Cabrita, considera que «o Presépio Gigante já faz parte das tradições natalícias do Algarve e é, sem dúvida, um dos eventos âncora do município, reunindo visitantes de todas as idades e de todos os pontos do país. Mesmo em ano de pandemia, não quisemos deixar de dar vida a esta tradição e reunimos todos os esforços não só para colocar a estrutura de pé, mas também para assegurar todas as condições de segurança e higiene para quem visitar o presépio».
A segurança foi reforçada e, este ano, o presépio terá pontos de entrada e de saída diferenciados, tendo sido também estabelecida uma lotação máxima para assegurar a distância mínima de dois metros entre visitantes. O uso de máscara será obrigatório, assim como a desinfeção das mãos à entrada.
O Presépio Gigante de VRSA tem a assinatura de Augusto Rosa e Teresa Marques, dois funcionários autárquicos que contaram com a colaboração de Joaquim Soares e António Bartolomeu.
Pode ser visitado no Centro Cultural António Aleixo, entre 28 de novembro de 2020 e 6 de janeiro de 2021. Está diariamente aberto das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 19h00. A entrada tem o valor de 0,50 euros.
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Ayamonte pede ajuda no combate ao vírus
A presidente do município de Ayamonte, Natalia Santos, pediu à Delegação de Saúde e Família da Junta de Andalucía que faça exames massivios no município diante do “número crescente de infecções” por Covid-19, segundo o diário Huelva Información.
Nos últimos 14 dias, a cidade fronteiriça contabilizou 108 casos, dos quais 60 foram registrados na última semana, até ontem, com uma taxa de incidência de 515,6 casos por 100 mil habitantes, segundo a parte da Diretoria desta segunda-feira.
Conforme relatado pela Câmara Municipal, o primeiro vereador pediu também à Sub-delegação do Governo em Huelva a transferência de pessoal do Exército “para realizar trabalhos de desinfecção intensivos que ajudem a deter a evolução do vírus no município”.
Natália Santos apelou ainda mais uma vez à “responsabilidade” individual dos cidadãos, aos quais lembrou “a necessidade de se tomarem medidas de extrema segurança e higiene para poderem, juntos, travar a propagação do vírus em Ayamonte”.
A Câmara Municipal adiantou que continua a realizar trabalhos de desinfecção “intensos” para fazer face “ao número crescente de infecções“, em que funcionários municipais trabalham na limpeza de praças e espaços públicos, bem como no acesso a escolas, infantários e centros educacionais, farmácias, mercados de alimentos, postos de gasolina, shopping centers e áreas de maior tráfego.
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Chuva forte prevista para hoje
Aviso amarelo relativo à previsão de chuva forte para hoje nas províncias de Huelva e do Algarve com precipitação que pode chegar a vinte litros por metro quadrado.
Seguro o IPMA hoje, no Sul de Portugal, estão previstos aguaceiros por vezes fortes, trovoada e vento temporariamente forte e uma descida da temperatura máxima.
O céu vai estar geralmente muito nublado, com períodos de chuva, passando a aguaceiros por vezes fortes, que ocasionalmente podem ser de granizo e acompanhados de trovoada
em especial na região Sul até ao inicio da tarde. O vento vai de fraco a moderado (até 30 km/h) do quadrante sul, sendo moderado a forte (até 50 km/h) até final da manhã no litoral e nas terras altas do Centro e Sul.Huelva tem alerta entre as 9:00 e as 23:59 horas lançado pela agência estatal AEMET de nível amarelo ativado para todas as comarcas.
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Estabelecimentos hoteleiros com novas funções
O diploma enquadra-se nas medidas excecionais e temporárias relativas à pandemia da doença covid-19,. Trata-se de uma autorização excecional e temporária que abrange os empreendimentos turísticos, cuja classificação inclui estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos turísticos, apartamentos turísticos, conjuntos turísticos resorts, empreendimentos de turismo de habitação, empreendimentos de turismo no espaço rural e, ainda, parques de campismo e de caravanismo.
Das medidas excecionais aplicáveis aos empreendimentos turísticos, introduzidas pelo decreto-lei que entrou em vigor hoje, dia seguinte ao da sua publicação, contam a possibilidade de disponibilizar a totalidade ou parte das unidades de alojamento que compõem estes empreendimentos para outros usos compatíveis.
E o diploma define os novos usos temporários: alojamento prolongado, com ou sem prestação de serviços; escritório e espaços de cowork; reuniões, exposições e outros eventos culturais; ‘showrooms’; ensino e formação e salas de convívio de centros de dia ou outros grupos ou organizações.
O diploma atribui às entidades exploradoras dos empreendimentos turísticos o número de unidades de alojamento a disponibilizar e que a afetação de parte ou da totalidade das unidades de alojamento pelas entidades exploradoras não implica a perda da qualificação como empreendimento turístico.
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Rei de Espanha em quarentena
Filipe VI encontra-se em quarentema depois de ter estado em contato com alguém que testou positivo de novo coronavirus, pelo que foram suspensos todos os actos oficiais do rei durante dez dias, informas.
O Palácio da Zarzuela esclareceu que esta medida preventiva afeta apenas Filipe VI, A rainha e a princesa das Astúrias, bem como a infanta Sofia vão continuar a atividade normal.
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Verdelago começa a plantar uma árvore por cama
Foi assinalado, com uma ação de Educação Ambiental no Empreendimento Verdelago, o Dia da Floresta Autóctone, 23 de novembro, dando inicio em Castro Marim à campanha «uma árvore por cada cama turística».
A iniciativa simbolizou também o início dos trabalhos do empreendimento que, embora aprovado, não avançou nos últimos 20 anos.
A iniciativa foi organizada pelos promotores da Verdelago, em parceria com o Agrupamento de Escolas de Castro Marim e a Câmara Municipal de Castro Marim e articulada com o ICNF.
Participaram 130 alunos do Centro Escolar de Altura que voltam amanhã, a plantar pinheiros, medronheiros, sobreiros e azinheiras, com o objetivo de preencher as clareiras existentes.
Cada árvore plantada foi batizada com o nome do aluno que a cultivou, procurando promover e estimular valores ambientais nos mais jovens.
A florestação é o grande objetivo desta iniciativa, mas, desta feita, com árvores autóctones, árvores originárias do próprio território, uma vez que as arrancadas se tratam de espécies invasoras, como os eucaliptos e as acácias.
Estima-se que o empreendimento das Terras da Verdelago, um investimento de cerca de 270 milhões de euros, venha a criar mais de 200 postos de trabalho diretos.
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A imunidade aos coronavirus pode durar anos
Segundo umna artigo publicado no dia 18 de Novembro no jornal americano New York Times, a imonidade ao novo coronavirus pode durar anos, se não mesmo décadas.
Amostras de sangue de pacientes recuperados de Covid-19 sugerem que há uma poderosa resposta do sitema imunitário e que, passados oito meses permanecem suficientes células capazes de evitar a doença.
Apesar de ainda não revisto nem publicado numa revista científica adquire relevo no que diz respeito à necessidade de as vacinas serem administradas repetidamente para manter o control da pandemia e impostante para as decisões sobre a hospitalização de doentes.
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A ORIGEM DO MAGUSTO
A origem da palavra magusto vem do latim magnus ustus que significa grande fogueira, que hoje designa tão-só as castanhas assadas, mas que antigamente definia a própria fogueira onde as ditas eram assadas.No início do século XIX, em algumas regiões do Norte, o magusto realizava-se no dia de S. Simão e S. Judas
Tadeu, a 28 de Outubro, prolongando-se até ao S. Martinho, enquanto nalgumas regiões de Trás-os-Montes
se aproveitava o Dia de Todos os Santos, o dia 1 de Novembro para festejar o “Magusto dos Santos”.Segundo alguns etnólogos, como Leite de Vasconcelos, o Magusto dos Santos é uma reminiscência de
antiquíssimos rituais fúnebres pagãos, festivais que comemoravam o início do Inverno, segundo a tradição
celta, durante os quais se faziam oferendas em géneros alimentares às almas dos mortos. Em Barqueiros, no
Minho, era tradição à meia-noite, pôr uma mesa com castanhas para os mortos da família irem comer;
ninguém mais tocava nas castanhas porque se dizia que estavam “babadas dos defuntos”.A celebração do magusto também está associada a uma lenda, que remonta ao século IV, a qual dizia que
um soldado romano de nome Martinho de Tours (mais tarde conhecido como São Martinho), ao passar
a cavalo por um mendigo quase nu, como não tinha nada para lhe dar, cortou a sua capa ao meio com a sua
espada; estava um dia chuvoso e diz-se que, neste preciso momento, parou de chover, derivando daí a
expressão: “Verão de São Martinho“.Assim, nesta altura do ano, o tempo frio e chuvoso, típico da estação, dá lugar a um dia de sol para desfrutar
de um grande magusto com castanhas assadas, água-pé e jeropiga.Origem: [LUGAR AO SUL] – Neewsletter
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Serpa dá cupons e prémios no comércio local
O município de Serpa anunciou uma campanha designada “Feliz Natal com o Comércio Local”, estabelecendo 100 prémios de 100 euros em compras no comércio local aderente, entre 20 de Novembro e 31 de Dezembro.
Será efectuada a entrega de um cupão por cada quinze euros de compras e o sorteio realiza-se no dia 6 de Janeiro de 2021 no Centro de Apoio ao Desenvolvimento Económico de Serpa.
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Opinião: Temos de salvar a vida
José Estêvão Cruz
Sim, é necessário dizer a hora e o número completo de mortos. São pessoas que desapareceram por causa de uma doença. Deixam atrás de si o vazio da perda, para além do receio de que alguém, próximo de nós ou mesmo nós próprios, apesar dos cuidados, possa vir também afetado.
É uma tragédia que afeta toda a gente em todo o Mundo e por tal se diz pandémica. Pior, ainda não acabou. Se é certo que foram recuperadas da doença 40.575.920 seres humanos, neste momento ainda estão em luta com este microscópico ser que apenas é alguém dentro de nós,16.648.353 pessoas. Destas, 102.476 estão às portas da morte.
Os números de hoje em Portugal não foram ainda divulgados, mas, tal como ontem, não será coisa que nos poderemos gabar, mesmo sob pesado confinamento e muita polémica entre nós sobre o que devemos e não devemos fazer, mais criada pelo medo e pelo oportunismo político que pela razão serena e fria, tão necessária nesta ocasião.
Se temos de aceitar que nos metam em casa e imobilizem a vida económica e cultural, para evitar que colapsem os serviços de saúde, devemos saber exigir, dentro da legalidade democrática, que acabem as mesquinhas indefinições burocráticas de Bruxelas quanto aos auxílios, nem limitações para manter o défice orçamental como se a vida estivesse a correr normal, à beira de tudo isso deixar de fazer sentido, face à tragédia.
Se nós estamos em casa, merecemos que todos os recursos técnicos e financeiros sejam lançados sobre o combate à doença, como se faz durante uma guerra, e prestado o devido auxílio a quem ficou obrigado a ficar em casa.
Mas, como se a terra fosse um ser vivo que lançou anticorpos sobre os que lhe estavam a fazer mal, o ambiente está a fazer respirar as florestas e os campos, os pássaros a voar mais livres, o peixe a crescer e os recursos petrolíferos a não serem utilizados sem contenção, para poluir o ar.
Sim, porque o planeta continuará a existir com outras formas de vida a seu. Estes meses em que o ser humano, com o seu comportamento predador de recursos, se retraiu por culpa do vírus, estão a mostrar que a Terra pode dispensar os humanos. O planeta auto reginara-se para outras realidades.
Não, não é a Terra que temos de salvar! Esta cuida dela própria. Temos é todos de mudar de comportamento../JEC



