FOZ – Guadiana Digital

Autor: jestevaocruz

  • Frente ribeirinha de Ayamonte com obra a bom ritmo

    Frente ribeirinha de Ayamonte com obra a bom ritmo

    A presidente (alcaldeza) Natália Santos pretende transformar o município num referente turístico da Andaluzia e a obra em curso destina-se basicamente a integrar o centro urbano com o rio e é uma aposta firme no desenvolvimento turístico e sustentável.

    A obra implica d demolição do velho casario, antigos armazéns e fábricas.

    Desenvolve-se numa área de mais de quarenta mil metros quadrados de superfície e vai unir o acesso norte de Ayamonte com as ruas de Castro Marín, das Flores e do Cais de Portugal, implicando a criação de novas ligações rodoviárias e o desenvolvimento de amplos passeios pedestres frente ao rio, a ampliação da pista de bicicletas, a reordenação das zonas de estacionamento e criação de novos espaços multifuncionais.

    Procura a autarquia fronteiriça conseguir a conservação do ambiente natural, a criação de novos espaços de encontros e novos acessos ao centro da cidade, bem como a reabilitação urbanística do ambiente, a regeneração de espaços urbanos e da flora e fauna da ribeira e recuperação de áreas para espaços verdes.

    Os entulhos gerados pela demolição de algumas das naves e edificações da área serão reutilizados como material de recheio da mesma obra. As obras podem estar concluídas no fim do próximo Verão e são apoiadas por Fundos Europeus FEDER.

  • Acerca de Diferentes Noções de “Já”

    Acerca de Diferentes Noções de “Já”

    Um amigo alemão de longa data, nos tempos em que ele visitava Portugal com alguma frequência, quando combinava encontro para um petisco ou para uma ida à “Praia-do-Coelho”, caso ele previsse não lhe ser possível cumprir com a hora, usava a expressão latina “Pro Tempore” que quererá dizer que é àquela hora, dependendo da conjuntura ou do contexto.

    Ao escutar essas duas palavras, todos sabíamos o seu significado: ele poderia chegar quinze minutos antes ou depois da hora marcada. Ficávamos com meia hora de tolerância para gerir. Se nada fosse dito, a hora da janta seria a indicada, sem falhas, nem mais nem menos minuto.

    Na verdade, o modelo funcionava lindamente: todos conhecíamos as regras e, caso fosse de aplicar o “Pro Tempore”, evitavam-se ansiedades desnecessárias motivadas pela espera.

    Um par de anos mais tarde, em Faro, na recepção de uma empresa seguradora onde trabalhava, ao atender um cliente inglês, simpático senhor de meia-idade detentor de uma testa avantajada e bochechas rosadas que se fazia acompanhar pela esposa, senhora de pose aristocrática, muito rígida e sorriso plastificado, para poder preencher um formulário, necessitei de lhe perguntar a profissão; ele, com sotaque carregado, respondeu prontamente: “Aqui em Portugal sou esperador, é a minha ocupação principal, os portugueses fazem-me esperar muito!”  

    Devo dizer que a resposta não me surpreendeu, aceitei-a com naturalidade. Culturalmente, talvez pela influência do clima, somos um povo que adora sentar-se em esplanadas, bebericar um café, conversar serenamente, sem denotar pressas.

    Como consequência dessa forma de estar descontraída, o advérbio “já” possui vários matizes e pode ser entendido de forma diferente de pessoa para pessoa: para alguns de nós, sobretudo em contexto profissional, terá um significado imediatista, ele é imperativo, algo que implica acção instantânea.

    Por outro lado, para outros não parece possuir essa urgência, tendo em conta a forma como gerem as situações com que se deparam; para estes, a expressão terá um significado que implica reacção ou movimento, todavia, será para mais logo ou assim que for possível. Adquire um sentido muito vago e abrangente, como um medicamento natural para vários males: o que há para fazer, tanto pode ser feito dentro de cinco minutos, como dentro de meia hora.

    Esta postura e comportamento pressupõem o envolvimento de pessoas que por vezes aparentam que nada os perturba, nem sequer parece saberem que há alguém a quem lhe foi dito que iria ou faria “já” qualquer coisa e que esse alguém ficou à espera, a “ferver” intensamente e a pensar que poderia estar a cumprir com outras tarefas mais importantes do que esperar.

    Há pessoas que apesar de dizerem que estão “já” a chegar a determinado local, afinal ainda nem sequer saíram do sítio onde estão. Aconteceu comigo, envolveu um cliente irlandês de têmpera semelhante à nossa: com encontro marcado comigo em Tavira a determinada hora, dez minutos depois telefona para me pedir para eu esperar um pouco mais, uma vez que estava ele a sair de Lagos. Como tinha uma outra reunião marcada com outro cliente em Vila Real de Santo António, não me foi possível aceder ao pretendido e, como consequência, perdi o cliente irlandês.

    O chegar atrasado também pode ser usado artificialmente por quem acha que deste modo projecta nos outros uma portentosa exibição da sua autoridade e da sua grande importância: profissional, particular ou política!

    Em Altura tive um vizinho francês que garantia que em Portugal os mosquitos jamais falham a sua hora de chegada: segundo a sua teoria, depois de muita observação pessoal, dele e da esposa e amigos convidados, a petiscar ao entardecer sentados debaixo do alpendre da sua casa, eles aparecem de rompante ao lusco-fusco, esvoaçam à nossa volta, aborrecem-nos com o irritante zumbido junto às orelhas, atacam-nos impiedosamente, picam-nos a pele, sorvem-nos o sangue durante meia hora e, depois, desaparecem na noite que entretanto chegou de mansinho!

    Henrique Bonança

    VRSA – 5 de Janeiro de 2021

    Photo by Wynand van Poortvliet on Unsplash

  • Serpa planta alfarrobeiras na Zona Sul

    Serpa planta alfarrobeiras na Zona Sul

    A intervenção foi iniciada ontem com o abate de alguns plátanos, junto ao campo de futebol, cujas folhas no inverno causam problemas, como o entupimento de sarjetas. Estas árvores, segundo a autarquia, vão ser substituídas por alfarrobeiras, no caso da via.

    Francisco Godinho, vereador responsável pelo pelouro, justifica a substituição das árvores tendo em conta que “as árvores existentes, mélias e jacarandás, são provenientes de outros continentes e, em termos de porte e desenvolvimento não estão completamente adaptadas ao nosso meio».

    O Município tem vindo a dar preferência à plantação de árvores autóctones e bem-adaptadas à região, pelo que recentemente, na Zona Sul, junto à Creche, e na nova zona urbana, as escolhas recaíram na Tília tormentosa e na Prunus pissardi, conhecidas vulgarmente por tília e ameixoeira de jardim, respetivamente. 

    A autarquia afirma que a introdução de novas espécies autóctones, haverá poupança de recursos, por um lado porque estão adaptadas ao clima, necessitando de menos água, e por outro devido ao alargamento das caldeiras e da adoção do sistema de rega gota a gota, que evita desperdícios.

    Também será instalada tela anti raízes, que impedirá o levantamento do pavimento sobre as raízes das árvores, permitindo que a população usufrua em pleno dos passeios, harmonizando a existência de árvores nos espaços públicos com o usufruto dos mesmos pela generalidade dos utilizadores. 

  • Mértola prorroga prazo de Programa Municipal de Apoio aos empresários (Covid19)

    Mértola prorroga prazo de Programa Municipal de Apoio aos empresários (Covid19)

    Desde o início do ano e até 15 de janeiro de 2021 foram aprovadas 28 candidaturas no valor global de 31.438,94 euros, estando ainda em análise cinco das candidaturas concorrentes.

    Dado que o Fundo Municipal de Apoio ainda tem verbas disponíveis, a câmara municipal anunciou que vai continuar a apoiar os empresários que tiveram quebra de faturação nos meses de março, abril e maio de 2020 e, a título excecional, atribuir um apoio financeiro destinado às empresas e empresários em nome individual com estabelecimento no concelho de Mértola, «em complemento e reforço das medidas económicas nacionais e regionais que foram adotadas por outras entidades, contribuindo para a valorização da economia local, mitigando os efeitos da crise e contribuindo para a manutenção do emprego e das condições de vida da população local, revestindo assim uma dupla natureza: social e económica».

    Este apoio destina-se às empresas, com estabelecimento no concelho de Mértola, de qualquer natureza jurídica, que sofreram uma redução significativa da sua faturação no período de março, abril e maio de 2020, em resultado do encerramento ou redução do negócio por motivos das medidas administrativas no âmbito da pandemia do COVID-19.

  • Quatro mil temporárias marroquinas em Huelva na campanha dos frutos vermelhos

    Quatro mil temporárias marroquinas em Huelva na campanha dos frutos vermelhos

    Já chegaram 1.500, desde 30 de dezembro e, na próxima sexta-feira, chegam mais 545.

    Estas trabalhadoras desembarcam no porto de Algeciras, Cadiz, e são transportadas para a cidade de Huelva em autocarro. A Subdelegação do Governo de Huelva, disse à Europa Press que a primeira fase da contratação na origem ficará completa com a chegada das restantes trabalhadoras em 27 y 29 do mês em curso.

    Na segunda fase, até ao dia 1 de Março, a província de Huelva espera mais 3.700 trabalhadoras a contratar na origem, para a campanha agrícola 2020/2021. A província terá ainda 2.800 mulheres em reserva caso seja necessária mais mão de obra.

    Trata-se de um enorme desafio logístico, em plena crise sanitária receber estas trabalhadoras, assinala aquela subdelegação governamental, uma vez que pressupõe a preparação destas pessoas para a viagem desde Marrocos com provas PRC, embarque e outras, trâmites de passaporte e visto em Algeciras, apresentação de testes negativos, mais a recolha e transporte em autocarro para as cooperativas da província de Huelva.

    Fonte: Huelva Información

  • Biblioteca Vicente Campinas encerra ao público e recorre ao digital

    Biblioteca Vicente Campinas encerra ao público e recorre ao digital

    Para minimizar os impactos causados por esta situação e de forma a permitir aos seus leitores, o acesso à leitura, aponta alguns links para conteúdos digitais acessíveis em: Livros e Jornais

    A biblioteca continuará a manter as atividades que tem vindo a disponibilizar online, na plataforma social Facebook e no próprio blogue, permitindo que o público possa continuar a usufruir de algumas iniciativas que dinamizava regularmente, e que agora realiza em contexto digital, mantendo o contacto com os leitores e conquistando novos públicos.

  • Algarve coopera com Andaluzia sobre resíduos de sabões

    Algarve coopera com Andaluzia sobre resíduos de sabões

    O projeto Economia Circular e Resíduos de Sabonetes de Hotelaria (ECRESHOTO) foi criado no âmbito da Agenda Regional para a Economia Circular em 2018, associado ao programa Interreg VA España-Portugal (POCTEP), que apoia e promove projetos de cooperação transfronteiriça com o apoio da União Europeia.

    É liderado pela CCDR Algarve, visa «conhecer as quantidades de resíduos de sabonete e de outros tipos de resíduos (tais como os bio resíduos, os resíduos têxteis, os móveis e eletrodomésticos) que resultam da atividade hoteleira», e tenta identificar parceiros no tecido empresarial da região que demonstrem interesse em valorizar esses resíduos e produtos, «promovendo um modelo de negócio inovador que integre o seu potencial de circularidade».

    Dadas as características comuns entre a região do Algarve e da Andaluzia, a comissão de coordenação considerou vantajosa a adoção de uma estratégia comum, em particular com a província de Huelva, e estabeleceu contactos de parceria com a Diputación Provincial de Huelva, estendendo a parceria ao NERA- Associação Empresarial da Região do Algarve.

    A expectativa, no final do projeto, é que, a par do contributo do setor do turismo para a Agenda Regional da Economia circular no Algarve, possa ser conhecida a «quantidade de resíduos produzida, atingir um nível elevado de separação e transporte para destino adequado e promover a sua valorização».

    Aquele organismo da Administração Pública, dirigido por José Apolinário, pretende incentivar a criação de novas empresas de gestão de resíduos, a reconversão de outras já existentes no Mercado, promovendo a «responsabilidade ambiental e social da Hotelaria e dos Operadores de Gestão de resíduos intervenientes no processo, na região do Algarve e da Andaluzia».

    A CCDR faz notar que, ao tratar-se de um projeto participativo, «é essencial o contributo dos agentes da hotelaria e alojamento, bem como dos operadores de gestão de resíduos da região».

    Para conhecer os dados quanto à quantidade, tipologia e encaminhamento dado aos resíduos durante o ano de 2019 na região do Algarve, foi preparado um questionário que está disponível para preenchimento na Plataforma.

    Página da Internet divulgada pela CCDR

  • Município de Mourão amplia cemitério na Aldeia da Luz

    Município de Mourão amplia cemitério na Aldeia da Luz

    O valor global é de cento e dezasseis mil euros. A EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infra-Estruturas do Alqueva S.A., entidade promotora da construção do cemitério na “nova” Aldeia da Luz comparticipou com trinta e seis mil euros.

    A câmara municipal considera esta obra «essencial para a freguesia que vai colmatar uma carência de espaço há muito sentida, dotando o local de condições de resposta nas próximas décadas».

    O projeto global de ampliação do cemitério contempla três talhões, sendo que nesta fase apenas será concluído um. A obra terá a duração aproximada de seis meses.

  • Agência bancária encerrada por Covid-19 reabre amanhã em VRSA

    Agência bancária encerrada por Covid-19 reabre amanhã em VRSA

    Os trabalhadores encontram-se em isolamento profilático, na expetativa dos testes de diagnóstico. O balcão do mesmo banco mais próximo do banco afetado situa-se em Tavira.

  • Voto antecipado tem mais de 246.000 eleitores

    Voto antecipado tem mais de 246.000 eleitores

    Na eleição para a Presidência da República, estão hoje a votar os eleitores que requereram o voto antecipado em mobilidade, tendo sido alargada a possibilidade para permitir o seu exercício a todos os eleitores recenseados no território nacional, no sétimo dia anterior ao das eleições numa mesa de voto à escolha.

    Existe uma mesa de voto antecipado em cada município do continente e das Regiões Autónoma para os eleitores que antecipadamente manifestaram essa intenção, num plataforma digital ou por via postal à administração eleitoral da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, entre os dias 10 e 14 de janeiro.

    São 600 mesas de voto, o que envolve cerca de 2.500 pessoas, no continente e nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira, enquanto para deslocados no estrangeiro, estão previstas 117 mesas, nos consulados, num total de 585 membros de mesa.

    Quem, dos inscritos, falhar a votação, pode ainda votar na sua mesa de voto da freguesia em 24 de Janeiro.

    A administração eleitoral garante condições sanitárias e de higiene aos eleitores para votar, tanto hoje como em 24 de janeiro, colocando álcool gel nos locais de votação.

  • Retomada em Mértola a Oficina da Criança

    Retomada em Mértola a Oficina da Criança

    A autarquia informou ainda que, na sequência dos testes efetuados, a 13 e a 14 de Janeiro, quer por ela própria quer pela Autoridade de Saúde Local, em articulação com as demais entidades no terreno, em Corte do Pinto, foram apurados 17 casos positivos e nos serviços de Bombeiros e GNR não foram identificados novos casos positivos.

    Conforme procedimentos em vigor, todos os casos agora reportados como positivos são alvo de apuramento de possíveis linhas de contágio pela saúde pública. ????????????? ?? ?ú???? ?? ó?????, ?????????u ??? ? ????? ???????? ?ã? ???á ??????????, porque até ao momento da publicação do quadro acima não tinha ainda sido recebida a confirmação oficial da Autoridade de Saúde Local. 

  • Jardins sustentáveis com plantas autóctones projeto da UÉ

    Jardins sustentáveis com plantas autóctones projeto da UÉ

    Carla Pinto Cruz, professora do Departamento de Biologia e investigadora no MED da Universidade de Évora (UÉ) lidera este projecto de conservação e gestão do património natural. A finalidade é impulsionar o uso de plantas autóctones nos espaços verdes de localidades do Alentejo Central, mas pode ser replicado em todo o território nacional.

    O sargaço (Cistus monspeliensis), a roselha-grande (Cistus albidus), o rosmaninho (Lavandula pedunculata), o pilriteiro (Crataegus monogyna) ou a gilbardeira (Ruscus aculeatus) são apenas alguns exemplo de espécies nativas que a equipa de investigadores vai usar em espaços verdes no âmbito do projecto “Plantas Nativas na Cidade – Repensar os espaços verdes urbanos”, financiado no valor de 37.903 euros pelo Fundo Ambiental e inserido no Programa de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, do Ministério do Ambiente.

    Créditos: Agricultura e Mar

  • «Direito a Desligar em debate no Parlamento Europeu

    «Direito a Desligar em debate no Parlamento Europeu

    Os eurodeputados consideram o direito a desligar um direito fundamental que permite aos trabalhadores absterem-se de desenvolver atividades e responder a chamadas telefónicas, emails e outras mensagens eletrónicas relacionadas com o trabalho fora do seu horário laboral, incluindo em período de férias.

    Os parlamentares encorajam os Estados-Membros a tomar todas as medidas necessárias que permitam aos trabalhadores exercer este direito, incluindo através de acordos coletivos entre os parceiros sociais. No entender dos eurodeputados, os trabalhadores que invoquem o direito a desligar devem ser protegidos de qualquer repercussão negativa.

    Uma vez que o direito a desligar não está formalmente consagrado na lei europeia, o Parlamento Europeu deverá requerer à Comissão Europeia um ato legal relativo a este direito.

    Uma proposta para tal diretiva encontra-se anexada ao relatório que será debatido na quarta-feira e votado na quinta.

  • Rota do Barrocal do Guadiana à Costa Vicentina

    Rota do Barrocal do Guadiana à Costa Vicentina

    O percurso do Barrocal, região situada entre o litoral e a serra algarvia, zona formada tanto por terrenos pouco acidentados como por maciços de calcário, revestidos de vegetação arbustiva e arbórea diversificada, de associação mediterrânea. Nas terras argilosas e férteis do barrocal surgem os pomares mistos de sequeiro, compostos por alfarrobeiras, figueiras,
    amendoeiras e oliveiras.

    No barrocal conservam-se igualmente muitas espécies de fauna, incluindo uma extensa lista de espécies de avifauna. Entre montes, vales e cursos de água, surgem pequenas localidades, aldeias e vilas com muita história, hábitos e costumes cujas populações, orgulhosamente, fazem questão de preservar.
    Pela sua geografia e orografia, com uma altitude média entre 100 e 300 m, viajar pelo barrocal de bicicleta é uma das melhores formas de explorar esta área da região do Algarve, diz o Turismo do Algarve, criador da iniciativa.

    Ficou este percurso do Barrocal estabelecido entre Vila Real de Santo António e Aljezur, que durará cinco dias, sendo em média percorridos 44,5 quilómetros diários. entre as coordenadas 37.19695, -7.41402 e 37.31672,-8802289, num total de 223 quilómetros.

  • JSD propõe em Loulé isenção de taxas e parquímetros

    JSD propõe em Loulé isenção de taxas e parquímetros

    Por entender que em Loulé, no âmbito da pandemia covid-19, o comércio local e os empresários têm sido deixados para trás «apesar de serem a coluna vertebral e o motor da nossa economia local», a JSD enviou ao presidente da Câmara Municipal de Loulé e para o presidente da mesa da Assembleia Municipal, uma proposta que entende ser fundamentada de medidas de apoio às empresas e às famílias do concelho.

    Propõem os jovens social democratas a criação de um fundo de apoio às empresas locais; isenção de pagamento das taxas de saneamento de águas residuais e de resíduos urbanos na faturação da água para as famílias e para as empresas e a isenção de pagamento de parquímetros nas zonas que circundam o comércio tradicional/local.

  • Governo da Andaluzia aguarda confinamento

    Governo da Andaluzia aguarda confinamento

    A Região da Andaluzia vai avançar também, já a partir de amanhã com medidas que o presidente da Junta Juanma Moreno considera mais duras do ponto de vista da mobilidade, quer na comunidade quer com a atividade económica e com a convicção de que o Governo de Espanha deverir pensar em endurecer as medidas, designadamente o confinamento total.

    Juanma Moreno atribui o agravamento da situação explosiva da pandemia às festas do passado natal. Na Andaluzia, a estirpe britânica do vírus está a provocar grandes problemas de infeccção. O presidente dá culpas ao comportamento das pessoas.

  • Dez milhões de euros para investimento em Castro Marim

    Dez milhões de euros para investimento em Castro Marim

    Segundo a câmara municipal, este Orçamento e as Grandes Opções do Plano do Município de Castro Marim é ainda o «resultado dos dois primeiros anos deste mandato, com atrasos na execução de obras, gerados por uma oposição maioritária, o que se veio a traduzir nas eleições intercalares de 2019, que viriam colocar o ponto final a dois anos de hiato entre o planeamento e a gestão política».

    Lamentando a circunstância de em 2020 o mundo ter sido fustigado pelas implicações levantadas pela pandemia COVID-19, com efeitos nefastos na eficácia administrativa e nos setores sociais, institucionais e económicos, observa a autarquia que nada ficou igual, desde a adaptabilidade exigida aos serviços municipais que implicou grandes atrasos administrativos e o setor privado que sufocou, o que levou a que muitas obras tivessem que parar.

    Entre as obras atrasadas, a câmara municipal releva a Estrutura de Proteção do Cordão Dunar em Altura (Passadiço da Praia de Altura), o Centro de Atividades Náuticas da Barragem de Odeleite e a Rede de Rega da Várzea de Odeleite, investimentos que considera estruturantes para o desenvolvimento do concelho, mas também com compromissos financeiros no âmbito do Quadro Portugal 2020, que já levava dois anos de atraso provocados pelos constrangimentos com o seu arranque.

    O foco é agora a execução de projetos de elevada expressão e que representam agora elevados riscos de perda de muitas condições de cofinanciamento já garantidas: Rede de Rega da Várzea de Odeleite, Ciclovia 125-6 (Espargosa-Praia Verde), Rede de Abastecimento de Água de Maravelha e Matos, Centro de Atividades Náuticas da Barragem de Odeleite, Centro Experimental do Queijo e da Cabra de Raça Algarvia no Centro Multiusos do Azinhal, lançamento do concurso para Abertura da Porta Este do Castelo de Castro Marim, obra da Envolvente da Casa do Sal.

    A autarquia dá nota de muito importante, também para 2021, à execução do Plano de Pormenor nº 1 de Altura, que está em curso e «cujas obras de urbanização e infraestruturas implicam também a requalificação do espaço envolvente à Escola de Altura». 

    Outra área determinante neste orçamento é a Recolha de Resíduos Sólidos e Limpeza Urbana, para a qual se prevê a abertura de procedimentos para contratação de pessoal e outro equipamento operacional, como viaturas, sendo que representam um peso orçamental muito significativo.

    No orçamento para 2021, o Município de Castro Marim acrescenta ainda uma «nova realidade«, a alteração ao Protocolo “Empreendimento Turístico da Verdelago”, cuja execução se planeia entre 2021 e 2024 e que em contrapartidas ascende os 3,2 milhões de euros, integrando a requalificação da Rua da Alagoa, em Altura, a construção da Rotunda da Praia Verde, a construção o Pavilhão Multiusos de Altura e a beneficiação e requalificação da zona nascente da Avenida 24 de Junho, em Altura.

    Quanto ao desenvolvimento rural, o investimento centra-se sobretudo na «regularização de centenas de quilómetros de caminhos agrícolas».

    Foto do passadiço de Altura com créditos ao fotógrafo João Conceição

  • Empresas têm Gabinete de Apoio à Crise em V.R.S.António

    Empresas têm Gabinete de Apoio à Crise em V.R.S.António

    Segundo a autarquia todas as empresas do concelho terão ajuda de forma gratuita através desta nova ferramenta com a qual pretende «prestar aconselhamento e informação aos empresários e trabalhadores independentes, agora que se aproximam novas medidas restritivas em virtude da decretação de mais um Estado de Emergência, sendo previsível um novo abrandamento da atividade económica”.

    O gabinete presta apoio no processo de candidatura e acesso a linhas de crédito do Governo. O Gabinete de Apoio à Crise presta ainda informações jurídicas acerca dos normativos e diplomas que venham a ser decretados, como as limitações do funcionamento do comércio e empresas durante o Estado de Emergência, além de promover o encaminhamento psicológico e social, para «promover ferramentas que possam preservar a capacidade produtiva das empresas e os postos de trabalho, garantindo que estas tenham a liquidez suficiente para satisfazer as suas obrigações com os fornecedores, os clientes, trabalhadores e o Estado».

    O novo gabinete está disponível de segunda a sexta-feira, entre as 10:00 e as 13:00, sendo a equipa constituída por funcionários da autarquia.

  • Coragem, audácia, emoção e desprezo pela vida

    Coragem, audácia, emoção e desprezo pela vida

    Calcula-se que pode acontecer todos os dias. Ela é também um exemplo de reflexão sobre o comportamento das pessoas,perante a lei, perante o perigo, perante as autoridades. A vida e as pressas de cada um estão acima de todos, de tudo.

    Este comportamento selvagem dos desenrascados, pessoas comuns é certo, é também uma explicação para as razões que todos os dias fazem subir os números da Pandemia da Covid-19.

    Não há estado de emergência, não há medidas, não há Goveno, tenha a cor que tiver, que consiga vencer, antes que que se alterem este tipo de comportamentos. Que matam. O combóio vem aí, eles passam ali, quem tiver travões que trave!

  • Campinho em Reguengos de Monsaraz

    Campinho em Reguengos de Monsaraz



    O Festival Andanças marca o seu regresso em 2021 na aldeia de Campinho, em Reguengos de Monsaraz, no próximo Verão, entre 18 e 22 de agosto, cinco dias de música, dança e outras atividades, para todas as idades.

    Em parceria com a câmara municipal de Reguengos de Monsaraz, o Andanças ancora-se ao Alentejo Central, um território já íntimo da Associação PédeXumbo , com sede em Évora.

    Mantém o objetivo de promoção da música e da dança tradicional, enquanto meios privilegiados de aprendizagem e intercâmbio cultural e geracional, bem como os seus quatro pilares base: dança e música, voluntariado, comunidade e sustentabilidade.

    O Festival terá o seu ano zero neste lugar, num formato misto, entre a malha urbana e a natureza banhada pelas águas de Alqueva. Situada a cerca de 50km de Évora a 12km de Reguengos de Monsaraz, na bela aldeia alentejana do Campinho e com bons acessos, irá acolher a maior parte das atividades da programação do festival, que se irá estender ainda até ao grande Lago de Alqueva e às aldeias vizinhas de São Marcos do Campo e Cumeada.