FOZ – Guadiana Digital

Autor: jestevaocruz

  • Cláudio Torres na Aldeia da Mesquita

    Cláudio Torres na Aldeia da Mesquita

    O arqueólogo Cláudio Torres e a equipa esteviveram de visita aos campos da Aldeia da Mesquita, Mértola, na preparação dos trabalhos precisto para o próximo mês de Junho.

    É provável que comece uma escavação nas Cercado das Alcarias, nos arredores daquela aldeia que começou a adquirir poeminência com o projecto de turismo de aldeia, a criação de um Albergue com a Sociedade Recreativa Mesquitense, a recuperação da Venda da Mariana e a recuperação de caminhos e percursos, em especial ligados à GR5 e aos Caminhos de Santiago.

  • Convívio cultural transfronteiriço na Eurocidade do Guadiana

    Convívio cultural transfronteiriço na Eurocidade do Guadiana

    Poetas que escreveram para este livro procederam à leitura de poemas, junto às fachadas dos três municípios e José Luís Náscer, responsável pela edição procedeu à apresentação da obra.

    Para as celebrações do Dia da Europa, a Eurocidade do Guadiana organizou uma série de atos, dando grande visibilidade mediática ao evento com iniciativas realizadas com a presença de público e transmitidas em direto pelas redes sociais.

    Toda a programação conjugou a música, a poesia, entrega de prémios e discursos de responsáveis pelos municípios envolvidos e dirigentes da própria Eurocidade. Susana Travassos participou e o grupo Energia Mako & Akira, animou com a iniciativa música e vinho. Foi entregue o prémio de cooperação transfronteiriça ao serviço de transportes fluviais que opera no rio Guadiana, entre Ayamonte e Vila Real de Santo António e apresentado o livro de poesia «Poética na Eurocidade do Guadiana», poesia bilingue de autores de ambas as margens deste rio peninsular.

    Este livro foi financiado pelo programa Interreg Espanha-Portugal 2020. As intervenções de apresentação estiveram a cargo de Eladio Horta, por Ayamonte; Carmo Costa, por Vila Real de Santo António e Célia Segura, por Castro Marim.

    Os atos inaugurais foram realizados na sexta-feita passada. No município de Ayamonte com o içar da bandeira local e da Europa e declaração institucional por parte de Javier López, com leitura de poesia por parte de Carmen Azaústre, acompanhada na viola por Pako Barrera. Em Castro Marim foi Nuria Guerreiro quem içou a bandeira, Filomena Sintra dirigiu a palavra aos assistentes e António Cabrita leu poemas acompanhado à guitarra por Natálio Martin. Em Vila Real de Santo António coube ao presidente da câmara municipal Luís Romão içar a bandeira e fazer a declaração institucional. São Constantino leu a poesia. acompanhado na guitarra por André Ramos, neste dia tão emblemático para a Eurocidade do Guadiana.

    Para além das comemorações do dia da Europa, as comunidades transfronteiriças da foz do rio Guadiana aproveitaram a oportunidade para reforçar laços institucionais, de amizade e cultura.

    . /José Estêvão Cruz

  • «Tu que me fizeste escrever poesia» apresentado no Revelim de Santo António

    «Tu que me fizeste escrever poesia» apresentado no Revelim de Santo António

    O lançamento do livro de Célia Segura «Tu que me fizeste escrever poesia», foi apresentado no espaço do Revelim de Santo António, em Castro Marim, durante as comemorações no Dia da Europa, realizadas naquele concelho.

    A iniciativa foi do município de Castro Marim, em colaboração com os projetos “Artistas de Cá – Artistas & Artes do Baixo Guadiana” e “Poesia Fã Clube”.

    Contou com a presença de vários artistas, cantores, bailarinos e amantes da poesia, reunidos neste espaço de encontro de artistas locais, com ligação à programação cultural de Castro Marim .

    Célia Segura declara-se de «coração cheio pelo lançamento» pelo facto de ter conseguido juntar tudo aquilo pelo qual sente verdadeira paixão, a poesia, os amigos , a dança e a música.

    Dedicou o livro ao pai. Diz ter a certeza que onde quer que ele esteja estará orgulhoso e agradeceu a Clara Lourenço «a preciosa e fantástica ajuda em todo este processo e por além de ter escrito o prefácio do seu livro».

    Célia Segura é professora do ensino secundário.

  • Hoje apontaram-me uma pistola …

    Hoje apontaram-me uma pistola …

    «Quando lutas sozinha quanto à bestialidade dos que te cercam. Hoje apontaram-me uma pistola. Foi a GNR mas não fizeram nada. Disseram-me que quando for chamada a tribunal que adite esse facto… se entretanto não aditar é porque talvez me tenham matado e como os meus animais não sabem pedir ajuda, por lá ficarei.

    É o que estão à espera quem pode fazer alguma coisa antes de recuperar em tribunal os 1000 metros que me roubaram, sem que sequer sejam proprietários do artigo 6015 rustico de santa catarina da fonte do bispo. Os meus primos enganaram-se e venderam-lhes o 5900 como se fosse o terreno que fica ao lado do meu.

    Tendo descoberto, fizeram requerimento às finanças para mudar as confrontações de forma a ficar “igual” ao 5900… só que esse tem 3400 metros e o que fica ao meu lado só tem 1400.

    Os estrangeiros apropriaram-se do restante, vindo roubar o meu terreno. Vim apresentar queixa do que me fizeram hoje e partilho convosco. Não abdicarei de um centímetro da minha terra a favor daqueles desgraçados que tanto mal me têm feito. Tenho a minha família no céu a olhar por mim e outras tantas testemunhas e fotos antigas que certificam o que afirmo».

  • Matos Fernandes inaugura passadiços no litoral de Loulé

    Matos Fernandes inaugura passadiços no litoral de Loulé

    Segue-se a ligação à Marina de Vilamoura. O espaço ora inaugurado tem por objetivo promover a qualidade ambiental na zona de excelência como se classifica o Parque Natural da Ria Formosa.

    O ministro descerrou a placa inaugural do equipamento Integrado no Programa POLIS e que corresponde à primeira fase da intervenção, que se estende entre a Quinta do Lago (Ludo) e a Praia do Garrão. São 4,85 quilómetros de passadiços.

    Foram criadas seis zonas de descanso e reabilitados os espaços adjacentes, a par da remoção de plantas invasoras, da plantação de pinheiros e da construção de paliçadas para proteção dunar.

    Posteriormente, na segunda fase do projeto, será realizada a ligação à cidade de Quarteira, totalizando 7,8 quilómetros de percurso. O valor base da empreitada rondou 3,7 milhões de euros€, tendo também sido criado um parque de estacionamento no Ancão, com 427 lugares convencionais e 16 destinados a pessoas com mobilidade reduzida e, ainda, quatro áreas para motociclos, favorecendo os veraneantes que frequentam esta zona balnear.

  • Ayamonte já vê melhor o Guadiana

    Ayamonte já vê melhor o Guadiana

    Em conjunto com as obras de transformação total da frente ribeirinha da cidade que será proporcionada pelo projeto em curso designado «Ayamonte vê o rio», o município espera tornar-se uma referência turística na região espanhola da Andaluzia.

    O alcaide em funções, Javier Lopez, participou como anfitrião no ato inaugural, após as obras de ampliação do porto local, a meio da passada semana, ato que foi presidido pela presidente do executivo da Junta da Andaluzia, Juanma Moreno.

    Este alcaide referiu que inaugurava um dos maiores investimentos em portos da Junta da Andaluzia efetuado nos últimos anos, obra que teve o início no ano de 2008“ e integra o porto na cidade e na reurbanização da avenida Mulle de Portugal.

    O porto inaugurado, aberto ao rio Guadiana em conjunto com a ampliação turística ligada ao transporte marítimo de passageiros, vai apoiar 30 embarcações que funcionam naquela praça, em conjunto com as 240 existentes no porto vizinho de Punta del Moral.

    Fica também a funcionar uma zona para a atividade náutico-recreativa com potencial de crescimento. O tráfego com a cidade de Vila Real de Santo António continua assegurado, apesar da existência da Ponte Internacional do Guadiana, uma vez que regista a cifra considerável de cerca de 100.000 passageiros por ano.

  • Execução até Abril do Programa Operacional do Algarve 2014-2020

    Execução até Abril do Programa Operacional do Algarve 2014-2020

    Este montante corresponde a financiamento comunitário de 307 milhões de euros e a execução destes projeto totalizava, até àquela data, 226 milhões de euros, estando efetuados pagamentos no valor de 155 milhões de euros.

    O Eixo 2, com 604 projetos aprovados, 328 milhões de euros e custo total e 91 milhões de euros de fundo é o mais proeminente. Da execução dos Sistemas de Incentivos (SI), o realce, segundo o boletim divulgado pela CCDRA, para a tipologia SI Qualificação e
    Internacionalização de PME é, para os 471 projetos aprovados e 22 milhões de euros de fundo.

    Por concelho, o peso de Faro é justificado por sediar os organismos da administração pública e a Universidade, respetivamente com 29 e 42 projetos, e com 24,8 mi8lhões de euros e 18,5 milhões de euros de fundo aprovado.

    Projetos destacados:

    No EIXO 1, para promover a investigação e inovação regional e o investimento das empresas em I&I, tendo como beneficiária a Universidade do Algarve e no valor de 4,6 milhões de euros de fundo aprovado, destaca-se o projeto que prevê a criação de um Polo Tecnológico que desempenhe conjuntamente funções de Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia, focado na área da saúde e bem-estar, no campus de Gambelas, e de Parque de Ciência e Tecnologia, multifuncional e focado nas Tecnologias de Informação e Conhecimento e Eletrónica (TICE) no campus da Penha.

    Estes resultam da reabilitação de instalações existentes, adaptando e dotando-as de equipamentos especializados, por forma a potenciar uma maior intensidade tecnológica e promover o empreendedorismo qualificado e criativo. A aposta na investigação e na transferência de conhecimento, reforçará o desenvolvimento de dois domínios da RIS3 Algarve, fundamentais para a diversificação da base económica.

    No EIXO 3 e destinado a promover a sustentabilidade e eficiência dos recursos, dentro da mobilidade urbana sustentável, tendo como beneficiário o município de Tavira, no valor de 228,9 milhões de euros, encontra-se o projeto que integra o Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável que visou a melhoria das acessibilidades pedonais ao longo da EN270, no troço urbano de Santa Catarina da Fonte do Bispo. Esta obra confere o um cariz mais urbano, este projeto criou condições para incentivar a mobilidade pedonal, reduzindo a circulação automóvel. Permitiu a requalificação de 1.207m na zona envolvente da EN 270, bem como do troço final da EN 398, Rua Dr. Filipe Almeida Carrapato e Rua 1º de Maio, melhorando as condições de circulação e mobilidade através da criação de passeios pavimentados e do reperfilamento das vias. Foram também criadas duas áreas de estacionamento, relocalizadas paragens de transportes públicos, efetuadas plantações de árvores e a respetiva rede de rega. Foi também reforçada a rede de drenagem pluvial e melhoradas as infraestruturas elétricas e de telecomunicações.

    Quanto ao EIXO 6, afirmar a coesão social e territorial com a inclusão ativa o beneficiário e a Casa da Criança no Rogil, e destina-se a capacitar, a prender, socializar e agir, incidindo no concelho de Aljezur, que é território de baixa densidade e com distribuição dispersa da população, visando combater a pobreza, o isolamento e a exclusão social.

    O Contrato Local de Desenvolvimento Social de 4ª Geração é promovido em parceria com a Câmara Municipal de Aljezur e pretende apoiar e capacitar as famílias para prevenir a pobreza infantil, minorar os efeitos do isolamento e promover um envelhecimento saudável.

    O projeto teve início a 1 de Junho de 2020 e, mesmo num contexto de pandemia, foi possível desenvolver 36 atividades, envolvendo 75 participantes em ações no âmbito da intervenção familiar e parental
    e 92 participantes no âmbito do envelhecimento ativo

  • Protocolo para a cogestão das Reservas da Ria Formosa e do Sapal de Castro Marim e VRSA

    Protocolo para a cogestão das Reservas da Ria Formosa e do Sapal de Castro Marim e VRSA

    O Ministro do Ambiente e da Ação Climática, Pedro Matos Fernandes, presidiu hoje, dia 7 de maio, à cerimónia de assinatura dos protocolos de colaboração técnica e financeira para a cogestão da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António e do Parque Natural da Ria Formosa, entre o Fundo Ambiental, tutelado pela Secretaria-Geral do Ministério do Ambiente e da Transição Energética), a Comunidade Intermunicipal do Algarve – AMAL, e o ICNF, IP – Direção Regional de Conservação da Natureza e Florestas do Algarve.

    Durante três anos, estes protocolos podem dotar a comissão de cogestão de apoio técnico e operacional, dedicado e em exclusividade, garantindo a aplicação das atividades consideradas prioritárias, no âmbito da promoção destas áreas protegidas. Para efeitos de financiamento da concretização das atividades o Fundo Ambiental obriga-se a transferir para a AMAL até ao limite de 100.000,00, por cada área protegida.  

    O protocolo surge na sequência dos municípios de Faro, Loulé, Olhão, Tavira, Castro Marim e Vila Real de Santo António terem solicitado formalmente a adesão ao modelo de cogestão para o Parque Natural da Ria Formosa e para a Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António, e delegado essa competência na AMAL.

    A entrega formal do pedido ao ICNF, na pessoa do presidente do conselho diretivo do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, Nuno Banza, foi feita pelo presidente da câmara municipal de Faro, Rogério Bacalhau, que vai presidir à futura comissão de cogestão do Parque Natural da Ria Formosa, e pelo presidente da câmara municipal de Castro Marim, Francisco Amaral, que vai presidir à futura comissão de cogestão da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António.

    António Pina, presidente da AMAL, afirmou na cerimónia que a concretização deste protocolo vem ao encontro do que os municípios há muito solicitavam. «É verdade que é um desafio e que o destino destes territórios passa agora, também, a depender de nós, mas é exactamente esta oportunidade que andamos a pedir há tanto tempo”, disse, sublinhando ainda que “não fazia sentido, nós, os municípios que estão no terreno e que defendem que todos possamos usufruir da natureza, não terem uma voz ativa no desenvolvimento e nas decisões respeitantes a estas áreas protegidas. Defendemos que o caminho é este. Estas áreas protegidas são, efectivamente, cada vez mais, pólos de atração, contribuindo para promover localmente a economia e o desenvolvimento social”.

    O sentido que deixou claro António Pina é que o Algarve pretende apostar no Turismo de Natureza e defendeu, por essa razão, que “os autarcas da região querem fazer parte integrante das soluções que possam ser encontradas para o seu desenvolvimento”. 

    Nuno Banza, presidente do Conselho Diretivo do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas,, assumiu que, hoje em dia, “já não é possível desligar o homem da natureza e a forma como este equilíbrio se consegue tem mesmo de ser encontrada”. E acrescentou que “estes protocolos são um passo seguro nessa direção porque, para o ICNF, é determinante partilhar este objectivo com os municípios, que efectivamente são os que se encontram ativamente no terreno

    À Diretora do Fundo Ambiental, Alexandra Carvalho, a falar sobre o apoio dedicado à promoção da cogestão em áreas protegidas, que o Fundo Ambiental dispõe disse que “ caminho que agora se começa a construir é fundamental porque “a protecção e desenvolvimento destes territórios devem ser sempre tratados em parceria e obviamente que quem está no terreno trará benefícios a este desafio”. Alexandra Carvalho deixou claro que “será sempre garantida a salvaguarda da natureza, mas queremos que exista uma proximidade maior com as pessoas que vivem nestes territórios”. Em jeito de conclusão, recordou o desígnio das Nações Unidas, uma vez que este é o ano para termos um novo enquadramento para preservar a biodiversidade e nos reconciliarmos com a Natureza “antes que seja tarde demais”. 

    Noo encerramento da cerimónia, o Ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Matos Fernandes, alertou para a necessidade global de cuidar de um bem tão importante como a Natureza, colocando em evidência a importância da iniciativa do Algarve depois do nono protocolo de cogestão assinado, ser a primeira vez que isto acontece com uma Comunidade Intermunicipal, a mostrar que o Algarve, é uma região que se junta e «fala a uma só voz». O Ministro lembrou que o valor do apoio do Fundo Ambiental, na área da Conservação da Natureza e da promoção da Biodiversidade, foi de 32,2 milhões de euros entre 2017 e 2020 e, para 2021,, existem 11,5 milhões.

    Para além dos outorgantes dos protocolos, António Pina, Alexandra Carvalho e Joaquim Castelão Rodrigues, do Ministro do Ambiente e da Ação Climática e do Secretário de Estado da Conservação da Natureza, Florestas e Ordenamento do Território, João Paulo Catarino, a cerimónia contou ainda com a presença, no local e por via digital, dos presidentes de câmara do Algarve e do presidente da CCDR Algarve, José Apolinário.

  • Construção da adutora Elvas-Monforte

    Construção da adutora Elvas-Monforte

    A EPAL – Grupo Águas de Portugal vai investir mais de 4 milhões de euros na construção da adutora Elvas-Monforte e na construção do reservatório de Vila Boim e das estações elevatórias da Boa-Fé, Amoreira e Calçadinha, revela a autarquia.

    São 5,6 milhões de euros em várias empreitadas no concelho de Elvas, com o objetivo de «melhorar as condições de fornecimento e tratamento de águas ao concelho».

    Está em curso a remodelação da Estação de Tratamento de Águas do Caia, um investimento de mais de 1 milhão e 400 mil euros, que tem como objetivo melhorar o serviço que presta aos elvenses, entre outros, o tratamento relacionado com o manganês. Até ao final do ano, será realizada ainda a reabilitação do Reservatório do Freixo e está em fase de concurso a Construção Elevatória de Águas Residuais de São Vicente, que irá servir 714 munícipes, num investimento de 195 mil euros.

    Com a conclusão destas empreitadas e deste investimento na melhoria das condições de abastecimento e tratamento de água, a câmara municipal espera «um incremento da qualidade de vida de todos os elvenses».

  • Cartão Município Solidário aprovado em Évora

    Cartão Município Solidário aprovado em Évora

    Vai para consulta pública o «Projeto de Regulamento do Cartão Município Solidário» que visa unificar o Cartão Social do Munícipe e Évora Solidária, «reenquadrando e regulamentando a atribuição dos benefícios sociais, e alargá-los aos agregados familiares, residentes no concelho de Évora, que se encontrem em situação de vulnerabilidade económica e socia

    A autarquia deu nota de que «tem procurado melhorar as condições de vida dos mais fragilizados economicamente, sobretudo pensionistas, idosos e desempregados». Verificou a existência de munícipes que não estão nas situações acima referidas, mas que vivem com graves carências económicas, pelo que pretende alargar os apoios sociais a estes cidadãos. Com o cartão, pretende abranger não só o cidadão requerente mas também todo o agregado familiar.

    Vai dar acesso a «benefícios no consumo de água, resíduos sólidos urbanos, saneamento e passes sociais nos transportes públicos urbanos, bem como comparticipação nos medicamentos prescritos pelo médico, na parte não suportada pelo Estado, e outras despesas de saúde e de educação».

    Abrange ainda «benefícios no acesso a atividades culturais e desportivas promovidas pelo município, vantagens e serviços de entidades que tenham acordos com o município, descontos no comércio local de proximidade, no mercado de produtores e nas taxas de acesso a equipamentos municipais».

  • Lagoa aprovou «Estratégia Local de Habitação»

    Lagoa aprovou «Estratégia Local de Habitação»

    A «Estratégia Local de Habitação de Lagoa» já aprovada pelo município pretende marcar «o arranque de uma nova geração de políticas de habitação, que pretende resolver todas as carências habitacionais existentes e criar condições para atrair e fixar novos moradores no concelho».

    Esta é a perspetiva deste um instrumento, já aprovado na câmara e na assembleia municipal do concelho, relativa ao planeamento fundamental e que «aponta para a necessidade de Lagoa aumentar o seu parque habitacional em mais de 200 fogos, propondo soluções de reabilitação e arrendamento; aquisição, reabilitação ou construção de equipamentos complementares de apoio social integrados e de empreendimentos habitacionais para arrendamento apoiado; diferentes apoios ao arrendamento e reabilitação de edifícios para habitação permanente».

    Elaborada com base no diagnóstico das situações habitacionais não condignas existentes no território, bem como na procura de habitação social, diz a autarquia local de Lagoa que «veio consolidar as bases da política municipal seguida, dando continuidade ao compromisso e missão do município nas áreas da habitação, coesão social e desenvolvimento local».

    Entendem os autarcas que a aprovaram que este documento permitirá que o município apresente candidaturas a financiamento europeu, verbas disponibilizadas pela União Europeia «de extrema importância para o concelho e para a região, na implementação de novas politicas de habitação».

  • Cultura a percorrer montes isolados de Castro Marim

    Cultura a percorrer montes isolados de Castro Marim

    É o repto do projeto Castro Marim (COM) Vida quelançou a iniciativa «A Música bate à porta», atividade com o duplo sentido de, por um lado, dar um pezinho de dança para quebrar o isolamento social, e por outro, apoiar a cultura e os artistas locais.

    Também, pretende «quebrar a inibição e o isolamento social dos idosos, agravado pela pandemia, relembrando que a população se encontrava privada de eventos sociais há mais de um ano».

    Todas as segundas-feiras, às 14:00 horas, promete percorrer as localidades mais distantes e menos povoadas do concelho castromarinense. A atuação, seja ela de música, poesia, canto ou instrumental, tem uma duração máxima de 30 minutos em cada monte, levando a cultura e animação às localidades mais isoladas.

    Com regras muito restritas naquilo que é o contacto interpessoal no contexto pandémico, é permitido que se juntem as pessoas do mesmo agregado familiar.

    «A Música bate à porta» é uma atividade dinamizada pela Equipa Técnica do Castro Marim (COM) e resulta de um desafio claro e resposta prioritária ao isolamento dos idosos provocado pela Covid-19 e foi integrado nas comemorações do 25 de abril do Município de Castro Marim.

    Esta é uma iniciativa que se enquadra na atividade 7 «Sénior Informado e em Segurança», do projeto CLDS 4G «Castro Marim (COM)Vida», promovido pelo Município de Castro Marim e coordenado pela associação Odiana, cofinanciado pelo CRESC Algarve 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Social Europeu.

  • Incêndio junto à Barragem do Beliche

    Incêndio junto à Barragem do Beliche

    Bombeiros Voluntário de Castro Marim e de Vila Real de Santo António estâo no terreno com ajuda de helicóptero, a dar a combate a um incêncio que deflagrou junto da Barragem do Beliche, no comcelho de Castro Marim – Algarve.

    O alerta do incêndio foi dado por volta das 13 horas do dia 6 de Março e foi combatido com quatro equipas terrestres e com recurso a um Helicóptero Bombardeiro Ligeiro de Ataque Inicial sediado na BHSP de Loulé. Ficou extinto cerca da 17 horas.

    Foto: João Conceição

  • Perdas do Novo Banco são défices da atividade geral

    O Tribunal de Contas (TdC) considera que «uma vez que os efeitos das perdas anteriores no défice de capital ficaram devidamente compensados, os valores dos défices de capital superiores às perdas do exercício traduzem défices resultantes da actividade geral do Novo Banco (NB) e não apenas perdas verificadas nos activos do acordo de capitalização contingente (ACC)».

  • Dia da Europa no Algarve

    Dia da Europa no Algarve


    A celebração do 9 de maio – Dia da Europa no Algarve, ocorre no dia 7 de maio sob a forma de um «Diálogo com Cidadãos» temático intitulado «O que a Europa faz pela saúde dos europeus», iniciativa conjunta da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) da Região do Algarve, da Universidade do Algarve (UAlg) e do centro de informação europeia Europe Direct Algarve.

    Agendado para as 16:39 horas , o evento decorrerá num formato misto, com uma mesa presencial no Centro de Simulação Clínica, na Faculdade de Medicina e Ciências Biomédicas da Universidade do Algarve, em Faro, e diversas participações via streaming, transmitido em direto nos canais de Youtube da UAlg e de Facebook do CCDR Algarve, da UAlg) e Europe Direct Algarve.

    O objetivo que os promotores pretendem alcançar é o de «abrir um espaço de reflexão sobre o futuro próximo, no que respeita aos investimentos promovidos por vários parceiros da Região e da política de saúde da União Europeia e esclarecer e divulgar as respostas, tanto na crise pandémica quanto na pós-pandemia, alinhando o evento, em simultâneo, com os objetivos da Conferência sobre o Futuro da Europa».

    A Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, o Secretário-Geral para a Ação Externa da Junta da Andaluzia, José Enrique Millo Rocher, são as presenças agurdadas, para além dos representantes dos promotores.

    Ao longo dos três painéis previstos, nos termos do programa anexo, serão abordadas as respostas da União Europeia na área da Saúde e o Novo Programa “UE pela Saúde”, o plano de ação do Algarve Biomedical Center (parceria da UAlg e do CHUA – Centro Hospitalar Universitário do Algarve) e as respostas no Algarve e na Eurorregião Alentejo – Algarve – Andaluzia (EuroAAA) à pandemia COVID-19.

    O Europe Direct Algarve comemora o 9 de MAIO – DIA DA EUROPA há 25 anos na Região assinalando a paz e a unidade do continente europeu, sempre em parceria com a CCDR Algarve, Programa Operacional do Algarve e outras instituições, promovendo este ano um programa mais amplo denominado “Maio, mês da Europa” que constituirá também um contributo para a dinamização da cidadania da Região do Algarve em torno da Conferência sobre o Futuro da Europa.

    Para domingo, dia 9 de maio, pelas 10 horas, os promotores estão a convidar os cidadãos a assistir ao hastear da Bandeira da Europa, nas instalações da CCDR Algarve, na Praça da Liberdade, em Faro, celebrando esta data e o 25º aniversário do Europe Direct Algarve.

    O Grupo Coral Ossónoba associar-se-á à comemoração com a realização de um pequeno concerto e o Europe Direct Algarve estará presente com um ponto de informação apresentando a nova rede 21-25.

    Na mesma ocasião, será anunciada a segunda edição do concurso de fotografia AlgarveIsEU 2.1, este ano sob o tema da saúde e numa parceria do CHUA e da UAlg, através do Centro de Documentação Europeia.

    A CCDR Algarve é a estrutura de acolhimento do Europe Direct Algarve, o qual atua como dinamizadora do conhecimento da atividade da União Europeia, entre outros, permitindo que, a nível regional e local, os cidadãos e as instituições disponham de informação atualizada, orientação, apoio e respostas a perguntas sobre as instituições europeias, legislação, suas políticas e programas.

  • PCP quer plano de acção para os portos de pesca do Algarve

    PCP quer plano de acção para os portos de pesca do Algarve

    O PCP apresentou na Assembleia da República um projecto de lei em defesa da produção nacional de moluscos bivalves vivos e dos trabalhadores do sector, e faz uma recomendação ao Governo no sentido de que seja assegurada a elaboração e execução urgente de um Plano de Ação para o desenvolvimento dos portos de pesca do Algarve.

    Para este partido, tal plano deve contemplar a beneficiação das redes técnicas, da rede de combate a incêndios e da rede pluvial; beneficiação dos pavimentos; apetrechamento dos cais com defensas e escadas; introdução de sinalética; aquisição e manutenção dos veículos de trabalho (empilhadores, tratores e outras máquinas); manutenção e instalação de vedações e operacionalização das portarias de acesso às zonas portuárias; e dotação de recursos humanos adequados ao exercício da fiscalização, operação e manutenção da atividade dos portos de pesca.

    Pronuncia-se pela construção do novo Porto de Pesca de Tavira, a jusante da cidade, com o objetivo de ordenar e modernizar a pesca nos setores de descarga e manuseamento, armazenagem e comercialização do pescado, aprestamento, abastecimento, reparação e manutenção das embarcações, estacionamento da frota, dignificação das condições de trabalho dos pescadores e embarque e desembarque de passageiros da carreira fluvial de ligação à ilha de Tavira.

    O PCP entende que são necessárias durante o ano de 2021 as operações de dragagem de manutenção periódicas (anuais e bienais) referidas no Plano Plurianual de Dragagens Portuárias 2018-2021 para os portos de Tavira, Fuzeta e Vila Real de Santo António, num total estimado de volume a dragar de 200.000 m3. Também entende que o Plano Plurianual de Dragagens Portuárias 2018-2021, deve ser revisto de acordo com as novas condições em que se encontram os portos e barras, tendo em conta a falta de intervenção registada nos anos anteriores.

    Para o desenvolvimento e planificação do Plano de Intervenção nas infraestruturas dos Portos, Barras e Lotas e postos de vendagem na região do Algarve, recomenda que sejam consultadas e ouvidas as associações representativas dos profissionais da pesca.

    As condições higio-sanitárias e o seu controlo, no que respeita à produção, distribuição e comercialização de moluscos bivalves vivos, equinodermes, tunicados e gastrópodes marinhos vivos destinados ao consumo humano, visando a proteção da saúde pública, encontram-se estabelecidas em diversos diplomas no direito da União Europeia e no Direito Nacional, os quais não preveem a análise das causas e origem das contaminações que impõem a suspensão dessas atividades nem a adoção de soluções com vista a ultrapassar essas causas, nomeadamente quando estas são alheias aos produtores e à própria atividade produtiva, nem promove a resolução destas situações de forma célere e eficaz.

    O PCP quer assegurar a qualidade do meio em que as espécies de moluscos bivalves são produzidas, de atuar sobre as origens de contaminação que conduzem à fixação de restrições no âmbito da sua produção, apanha e comercialização e proteger a produção nacional, os rendimentos e o emprego dos trabalhadores do sector.

  • Frontex instrui Marrocos sobre resgate de emigrantes

    A Frontex, agência europeia de fronteiras está há cerca de dois anos a instruir Marrocos sobre a interceção e resgate de emigrantes no alto mar, de acordo com a resposta desta agência a uma deputada europeia da Alemanha, Özlem Demirel, divulga hoje o jornal El País, de Espanha

  • José Estêvão Cruz apresenta na próxima semana o seu sexto romance.

    José Estêvão Cruz apresenta na próxima semana o seu sexto romance.

    Na próxima quarta-feira, dia 12 de Maio de 2021, às 18 horas, na Biblioteca Municipal Vicente Campinas, em Vila Real de Santo António, vai ser apresentado o novo romance de José Estevão Cruz, «A FRONTEIRA DAS ÁGUAS POROSAS», último livro da trilogia “Fronteira de Bloqueios”.

    Este é o sexto romance do autor, nascido em Vila Real de Santo António em 20 de Julho de 1947 e faz parte da trilogia que conta a história de Mariana e de Brandão, dois banidos pela Inquisição que chegam ao degredo em Castro Marim, no dia do Terramoto de 1755, ocasião na qual a atividade das pescas ganha grande importância no antigo Reino do Algarve.

    Iludem a sua condição, acobertados pela perda dos registos, e utilizam as competências próprias e uma aliança com os catalães presentes na área de Ayamonte. Fundam salinas em Castro Marim, um estaleiro no Guadiana e uma companhia de pescas nas praias de Monte Gordo.

    Mariana assiste ao erguer da nova Vila Real de Santo António e convive com as principais personagens que participam na edificação da vila-fábrica e na instalação das companhias tituladas por armadores de Portugal. Apaixona-se pela filosofia iluminista e sofrerá as consequências dessa opção, após a morte de D. José I.

    No seu blog , o professor Fernando Martins faz a sua análise crítica a este romance, da qual extraímos o seguinte trecho: «Em A Fronteira das Águas Porosas, estamos, assim, mais uma vez, no domínio da ficção histórica. Quanto a estas componentes – história nacional e ficção –, o que ficou dito é um pálido apontamento da intriga e da vastidão informativa coligida pelo autor. Se a informação histórica e os episódios da intriga são o principal atractivo da narrativa e fazem as delícias de leitores eruditos e menos eruditos, são, todavia, os aspectos relacionados com a expressão literária e a técnica de composição que mais importam a este leitor não erudito que nutre especial apetência pela sujeição da escrita ao crivo fino da coerência narrativa e da sugestividade linguística.»,


  • Eurocidade do Guadiana dá prémio a carreira fluvial

    Eurocidade do Guadiana dá prémio a carreira fluvial

    A equipa técnica intermunicipal propôs e a Assembleia do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial, acedeu, reconhecendo o esforço cooperativo que os atuais empresários estão a fazer e daqueles que o fizeram anteriormente para «ultrapassar todos os obstáculos e dificuldades jurídicas, linguísticas, cambiais e avanços como a chegada da ponte e o facto de ainda continuarem a ser uma referência para a conexão entre os dois países».

    Apesar do serviço que se encontra temporariamente interrompido devido à pandemia de covid-19, deverá regressar e apenas regressar nas próximas semanas, ainda assim foi merecedor do prémio.

    Até à inauguração da Ponte Internacional do Guadiana em 1991, esta era mais a Sul a única ligação por via marítima entre as duas margens do rio Guadiana.

    Embora a ponte seja a mais preferida das ligações, este percurso de quem atravessa o rio nas embarcações das empresas de ambas as margens tem o sabor de passeio turístico, de elevado valor paisagístico, acima de tudo quando a meio do rio se tem uma perspetiva da foz para jusante e da serra donde o rio provém. O trajeto facilita a deslocação de visitantes e promove o intercâmbio e o fluxo de turistas entre as populações fronteiriças.

  • Universidade do Algarve volta ao ranking do desenvolvimento sustentado

    Universidade do Algarve volta ao ranking do desenvolvimento sustentado

    A UAlg apresentou melhoras de desempenho, e está colocada na posição 101-200 na classificação geral do THE Impact Rankings, de entre 1115 IES de 94 países, mais 349 IES e nove países do que na edição anterior, que cumpriram os requisitos de inclusão.

    Mais de 1154 instituições de Ensino Superior (IES) de 94 países submeteram informação para este ranking. Nesta terceira edição o ranking contabiliza dados para a totalidade dos 17 ODS. Cada objetivo tem várias métricas específicas associadas, que medem o impacto das IES para a prossecução desse ODS.

    As universidades podem enviar dados para o número de ODS que desejarem, mas para serem incluídas no ranking global os requisitos são a submissão de dados para um mínimo de 4 ODS, sendo que o objetivo 17, que contabiliza as parcerias para o desenvolvimento dos objetivos, é obrigatório.

    A UAlg foi avaliada em 16 dos 17 ODS, tendo obtido como classificação global de 79.2 em 100. Para esta classificação foram tidos em conta três dos ODS onde a UAlg obteve melhor classificação. A Academia destacou-se no ODS 10 – Reduzir as desigualdades (72,4), ficando na posição 79 em 669 IES que apresentaram evidências de contributos para este objetivo; ODS 15 – Proteger a vida terrestre (74,6), ocupou a posição 48 em 402 IES, ODS 16 – Paz, justiça e instituições eficazes (83,9), na posição 16 em 653 IES, e o ODS 17 – Parceria para a implementação dos objetivos (65,7), ocupando a posição 201-300 em 1154 IES.

    Neste ranking, que avalia as universidades pela forma como estas contribuem para a sociedade, as instituições são avaliadas tendo em conta três indicadores: a investigação, que produz conhecimento para ajudar a resolver os problemas do mundo; a administração, que deve gerir bem os recursos; e a ação direta, ou seja, a forma como a universidade atua na sociedade.

    Relativamente aos ODS em que a UAlg se destacou, o ODS 10 – Reduzir as desigualdades mede a investigação das IES sobre esta temática, bem como o seu contributo para a igualdade de oportunidades e para inclusão social, económica e política de todos. O ODS 15 mede o contributo da UAlg para a conservação, recuperação e uso sustentável de ecossistemas terrestres e água doce e no combate à desertificação à gestão sustentável de ecossistemas, nomeadamente através da sua investigação e ação. O ODS 16 – Paz, justiça e instituições eficazes mede a investigação das IES neste tópico, bem como as suas políticas para garantir a igualdade de acesso à justiça, para a redução de todas as formas de violência e o seu compromisso na promoção do Estado de Direito, a nível nacional e internacional.

    A inclusão neste ranking e os resultados obtidos são consideradas como uma grande conquista para a UAlg porque é reconhecida como pioneira a nível global, demonstrando o seu compromisso não só em apoiar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável através do ensino, investigação e transferência de conhecimento, mas também em incorporar estes objetivos nas principais linhas orientadoras da Instituição.