FOZ – Guadiana Digital

Autor: jestevaocruz

  • Estágios Internacionais de Atletismo em Lagoa

    Estágios Internacionais de Atletismo em Lagoa

    No período da Páscoa, recebeu uma equipa da Alemanha (LG Brilux Muenster), outra da Dinamarca (Vejle if Atletik) e duas da Bélgica (Zwat e Atletiek Volharding Beveren) num total de mais de 40 atletas.

    Na semana passada, de 17 a 22 de abril, a pista de atletismo da Bela Vista recebeu o estágio da Seleção Nacional da Federação Portuguesa de Atletismo(FPA), onde marcaram presença o técnico nacional de 400m/ 400m e 12 atletas convocados pela FPA.

    A autarquia considera que «tem sido muita para realizar estágios na nova pista de atletismo do Estádio da Bela Vista, entre equipas estrangeiras, equipas nacionais e seleções nacionais, vários têm sido os atletas que têm treinado na mais recente pista, com excelentes condições que esta oferece, bem como nas quatro rampas existentes».

    Salienta que para além do clima ideal para a prática da modalidade, as excelentes condições do equipamento desportivo são os principais fatores de atratividade reconhecidos por atletas e treinadores e que entre alojamentos, alimentação e lazer, estes estágios representam para a economia local uma importante fonte de receita,
    destacando «a relevância das políticas municipais para o desenvolvimento desportivo do concelho, que investe na constante melhoria dos equipamentos desportivos».

    Recorde-se que a atleta Patrícia Mamona escolhe, frequentemente, Lagoa e a pista de atletismo do Estádio da Bela Vista para treinar, tendo inclusive marcado presença na cerimónia de inauguração da nova pista.

    «Trabalhamos diariamente para promover a prática desportiva no concelho, para dar as melhores condições aos nossos atletas. No entanto, também apostamos no turismo desportivo como apoio à nossa economia local. Ter instalações desportivas de excelência e vê-las a serem reconhecidas na europa é uma mais valia para o concelho», realça Luís Encarnação, Presidente da Câmara Municipal de Lagoa.

  • Colisão no cruzamento da Praia Verde na EN 125

    Colisão no cruzamento da Praia Verde na EN 125

    Desta vez foi mesmo uma viatura da GNR uma das envolvidas numa colisão que ocorreu esta noite no cruzamento das Praia Verde, para o qual a câmara municipal de Castro Marim outras entidades têm reclamado a necessidade de existência de uma rotunda, dado se tratar de um local que proporciona muitas colisões.

    Há três feridos, dois com gravidade. No local estavam 21 operacionais auxiliados por oito viaturas.

    Com Arenilha TV
  • Corpo de de homem encontrado no areal de Altura

    Corpo de de homem encontrado no areal de Altura

    Na sequência de um alerta, dado através de um concessionário da praia, deslocaram-se para o local elementos do comando-local da Polícia Marítima de Vila Real de Santo António, da equipa de Vigilância Motorizada, dos Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim e do INEM.

    O óbito foi declarado no local pela Delegada de Saúde, tendo o corpo sido transportado para o Instituto de Medicina Legal de Faro.

    com Arenilha TV
  • Continua a criação de taxas para resolver problemas estruturais

    Continua a criação de taxas para resolver problemas estruturais

    Cada taxa que se cobra sobre os turistas, é mais um prego na competitividade do turismo algarvio, em relação as outros destinos que competem com a Região, todos o sabem.

    Comentando a proposta feita pelo Governo na passada sexta-feira aos municípios com menos água, nomeadamente do Algarve, para criarem taxas turísticas que revertam para a sustentabilidade ambiental, o presidente da AMAL afirmou que «esse é o princípio que está na origem da cobrança de um valor aos turistas por cada dormida, embora as taxas turísticas tenham sempre de ser impostas por cada autarquia no seu concelho», do que se deduz que não apenas se trata de um apoio à proposta, como também a assunção da sua viabilidade, em relação ao Algarve.

  • Planos de Ordenamento vão se transformados em programas

    Os planos regionais de ordenamento do território podem dar origem a em programas, de acordo com uma resolução do Conselho de Ministros.

    Assim, nos termos desta resolução é determinada a alteração dos planos regionais de ordenamento do território, passando os mesmos a adotar a forma de programas regionais de ordenamento do território (PROT).
    As áreas do Oeste e Vale do Tejo e da Área Metropolitana de Lisboa, que serão integrados no novo Programa Regional de Ordenamento do Território de Lisboa, Oeste e Vale do Tejo.

    Também os Planos Regionais de Ordenamento do Território do Alentejo e do Algarvesão abrangidos.

    O Governo justifica a alteração destes instrumentos de gestão territorial com a necessidade de garantir a atualidade dos instrumentos «face à intensa transformação social e aos desafios do futuro, designadamente no que respeita às alterações climáticas, a consolidar o sistema de gestão territorial, a melhorar a sua coerência e eficácia e a permitir que cada uma das regiões de intervenção das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional disponha de um programa estratégico concertado, capaz de suportar as grandes opções territoriais.»

    Os planos regionais de ordenamento do território definem a estratégia regional de desenvolvimento territorial, integrando as opções estabelecidas a nível nacional e considerando as estratégias sub-regionais e municipais de desenvolvimento local, constituindo o quadro de referência para a elaboração dos programas e dos planos intermunicipais e dos planos municipais.

  • Casa do Sal reabriu em Castro Marim e tem exposição sobre a Guerra Colonial

    Casa do Sal reabriu em Castro Marim e tem exposição sobre a Guerra Colonial

    A nova exposição sobre a guerra conhecida por «Guerra Colonial» ou «Guerra do Ultramar» ficou patente no âmbito das comemorações do 25 de Abril do município de Castro Marim.

    Foi uma guerra travada entre 1961 e 1974, na sequência da eclosão dos movimentos independentistas, após a II Guerra Mundial, nos territórios africanos e asiáticos dominados pelas potências europeias.

    Portugal, o último país a descolonizar, opunha-se à independência das suas colónias e o conflito, que só viria a ter fim com o 25 de Abril de 1974, ia fragilizando o país.

    casa do sal exposicao
    casa do sal exposicao

    Homenagem aos combatentes

    A inauguração da Casa do Sal foi antecedida por uma homenagem aos Combatentes da Guerra do Ultramar, junto ao monumento dedicado aos combatentes na Rua de São Sebastião, em Castro Marim.

    Estiveram presentes estiveram diferentes núcleos do Algarve da Liga dos Combatentes, representados pelo presidente, General Joaquim Chito Rodrigues.

    A exposição foi desenvolvida pelo Núcleo de Vila Real de Santo António da Liga dos Combatentes em estreita colaboração com o Município de Castro Marim e pretende resgatar memórias e acontecimentos, entre os momentos bélicos e contextos integradores, em que os combatentes socializavam com as populações locais.

    Da exposição fazem também parte algumas peças colecionadas por combatentes do Ultramar, nomeadamente João Caldeira e António Vidal.

    Os organizadores atribuíram um aspeto intimista, tendo por objetivo «que as pessoas se identifiquem e integrem», uma vez que, sendo de uma história «ainda tão recente e viva e que tende a reviver-se e a repetir-se de outras formas, noutros lugares, pretende-se que esta exposição seja também um espaço de reflexão, partindo-se agora para o desenvolvimento de atividades relacionadas, nomeadamente com as escolas e com a universidade sénior».

  • Trabalho científico em Mértola

    Trabalho científico em Mértola

    A acompanhar Poerre Boursot esteve Benoit Gaudin, adido para a ciência da Embaixada de França em Portugal.

    O objetivo foram as reuniões que abordaram vários temas para um trabalho futuro de maior proximidade entre as entidades, nomeadamente o reforço dos campos de trabalho da EBM, o intercâmbio de alunos e investigadores e a dinamização de candidaturas conjuntas no âmbito das temáticas de ação da Estação Biológica de Mértola.

  • 25 DE ABRIL vive no coração do povo

    25 DE ABRIL vive no coração do povo

    Naquela madrugada, tudo eram incertezas, menos para aqueles que se movimentavam já para as posições previamente combinadas, nos planos dos militares.

    Que se movimentavam para colocar ponto final na ditadura iniciada por Salazar, na sequência do golpe contra a Segunda República, o qual haveria de instituir um regime fascista de perseguições, prisões, morte , degredo, guerra e vida arrastada, exceto para a meia dúzia de privilegiados do regime.

    A história do 25 de Abril será hoje recontada por todo o país, em múltiplas iniciativas promovidas pelos partidos, autarquias locais e Assembleia da República, em apoio do regime democrático e constitucional e se opõem ao regresso das teorias que, em 1926, arrastaram Portugal para a cauda da Europa e o isolamento internacional.

    O 25 de Abril é, sem dúvida, de todos os democratas, partidos e cidadãos, mas ninguém se deve admirar pelo facto de o PCP, que apesar de ilegalizado por Salazar e Caetano, organizasse a luta clandestina no interior do País, tendo os seus militantes sido aqueles que mais perseguidos foram pelo regime que caiu em 25 de Abril e sinta muito mais a alegria da transição democrática.

    Na passada sexta-feira, no Arquivo Histórico Municipal, assistimos a uma conferência pelo professor Mário Sousa, onde deu nota da vida de resistência contra a ditadura dos algarvios que combateram o regime, apresentando nomes, participações em ações de luta e as motivações, algumas absurda e fruto de denúncias, expressas em fichas da extinta PVDE – PIDE – DGS.

    Celebremos pois Abril, já com o perfume que anda no ar das próximas comemorações dos 50 anos da Revolução de Abril de 1974, no próximo ano.

    José Estêvão Cruz
    Diretor
  • Andam mais de um século para trás

    Nos Estados Unidos o senado do estado do Iowa aprovou uma lei que vai permitir que as crianças e jovens com menos de dezasseis anos possam trabalhar seis horas por dia, em funções perigosas como demolições e escavações.

    Segundo os proponentes da lei o projeto tem um objetivo de providenciar «valiosas oportunidades às crianças para trabalharem e serem pagas», segundo defenderam os senadores republicanos. A lei registou apenas dezassete votos contra de quinze democratas e dois republicanos.

    No início de abril, a governadora Kim Leils defendeu a reversão das leis que restringem o trabalho infantil alegando que «o trabalho ensina muito às crianças e se elas tiverem tempo para o fazer e quiserem algum dinheiro ganhar, algum dinheiro adicional», e não devem ser desencorajadas de o fazer.

    O projeto também retirou todas as restrições previamente existentes no que respeita a trabalhos para jovens que apresentam perigosidade como demolições, escavações, reparações e montagens de telhados.

    Vai ser criada uma comissão para estudar a possibilidade de que adolescentes com catorze anos obtenham a carta de condução, em especial para se deslocarem para os trabalhos. Os adolescentes que forem feridos durante o desempenho das suas funções laborais podem recorrer ao benefício abrigo do programa de compensação dos trabalhadores do estado do Yowa.

  • Diocese do Algarve realiza jornada sobre a espiritualidade

    A Diocese do Algarve, através do seu Centro de Estudos e Formação de Leigos do Algarve (CEFLA), vai realizar uma jornada sobre Teologia Espiritual, no próximo dia 25 de Abril, a partir das 9:30 horas, em Ferragudo.

    O CEFLA, que promove esta iniciativa no Centro Pastoral de Ferragudo, dividiu o programa em quatro partes: «Sem espiritualidade não há Teologia»; «Lugares da espiritualidade (I): Oração e Vida Mística»; «Lugares da espiritualidade (II): Sacramentos e Vida Cristã»; «Espiritualidade e Espiritualidades», foi anunciado.

    A Jornada de Teologia, no dia 25 de abril, vai ter como formador o padre Rui Fernandes, da Companhia de Jesus (Jesuítas), que é mestre em Teologia Fundamental e pós-graduado em Teologia Islâmica, sobre a música no Cristianismo e Islão na Idade Média, informa o jornal diocesano ‘Folha de Domingo’.

    O jornal diocesano adianta ainda que a jornada de estudos é dirigida aos alunos do Curso Básico de Teologia do Centro de Estudos e Formação de Leigos do Algarve, mas é aberta a todas as pessoas.

  • 500 milhas do ACP partiram de Faro

    500 milhas do ACP partiram de Faro

    As 500 Milhas ACP com clássicos elegantes na maior estrada da Europa. A prova do ACP Clássicos estendeu-se por 740 quilómetros e 16 horas, numa maratona de História e resistência. 

    Com partida de Faro, a Estrada Nacional 2 recebeu, no sábado, a 18.ª edição das 500 Milhas ACP, uma das maiores provas de regularidade histórica na Península Ibérica, que levou 65 equipas a percorrer a ligação entre Faro e Chaves.

    «Todos os anos, as 500 Milhas ACP são um desafio para largas dezenas de equipas, aos comandos de automóveis produzidos entre as décadas de 50 e 70 do século passado. Na edição deste ano estiveram em prova 65 exemplares clássicos, numa maratona que atravessou Portugal continental de sul para norte, entre Faro e Chaves, num percurso pela Estrada Nacional 2 que totalizou 740 quilómetros», anota o ACP sobre a prova.

    O apelo das 500 Milhas ACP voltou a atrair diferentes gerações, pois no pelotão abundaram os casos de pais e filhos, de avós e netos, unidos pelo gosto dos Clássicos e das provas de Regularidade. Exemplo disso, o caso de Ricardo Seara Cardoso, navegado pelo pai, Carlos Seara Cardoso, num belo Bond Equipe GT, exemplar construído em 1971 por um pequeno fabricante inglês. Além de vários modelos históricos da Porsche, Jaguar, Mercedes-Benz ou Alfa Romeo, as 500 Milhas ACP também tiveram três Alpine A110, um raro AC Aceca de 1960, um Fiat 600 Derivazione Abarth 750 (de 1959), ou um Austin Healey de 1954, o carro mais antigo em competição. 

    As equipas concentraram-se em Faro, na tarde de sexta-feira, para as verificações, com o primeiro concorrente a arrancar da cidade algarvia na manhã seguinte, logo pelas 06h01. Seguiu-se a travessia do território continental português, num périplo que passou por Ferreira do Alentejo, Mora, Abrantes, Sertã, Tondela, Lamego e Santa Marta de Penaguião. Pelo meio, a caravana fez uma paragem em Constância, no distrito de Santarém, onde máquinas e pilotos puderam recuperar energias para a segunda metade da maratona.

    Durante a tarde, a caravana parou na cénica Barragem da Aguieira, que antecedeu a última secção, com os 218 quilómetros finais, rumo a Chaves. A chegada à histórica cidade transmontana aconteceu já de noite, depois das 22h00, culminando uma competição com 19 classificativas de Regularidade, com as equipas divididas em três categorias (consoante o ano de fabrico dos automóveis). 

    Emoção até ao último quilómetro 

    E apesar de ser uma prova com mais de 700 quilómetros, a discussão pelos primeiros lugares em cada categoria foi muito renhida, o que atesta a qualidade e a preparação das equipas.

    Sancho Ramalho e António Caldeira venceram a Categoria G e foram também a formação que menos penalizou em todo o percurso, com um Alfa Romeo 2000 GTV. A escassos 3,5 pontos ficaram Ricardo e Carlos Seara Cardoso, no Bond Equipe GT, num duelo que gerou incerteza mesmo até à entrada em Chaves, até porque Miguel Ferraz de Menezes e Rui Rola Martins também ficaram a apenas 7,5 pontos do vencedor, num Alfa Romeo Junior Zagato. 

    Na Categoria F, Pedro Manso Pires e Luís Caetano (Austin Mini Cooper S) receberam em Chaves o troféu do primeiro lugar, mas Carlos Brízido e António Costa (Porsche 911 E) ficaram a apenas 5,2 pontos, com Pedro Black e Suzana Freire D’Andrade (Volvo 122-S) a completarem os lugares do pódio. 

    Já na Categoria E, reservada aos automóveis mais antigos, os Jaguar Mk2 monopolizaram as primeiras posições, com o triunfo de Pedro Carregosa e Ekta Sureschandre, na frente de Frederico Valsassina e Vasco Mendes, enquanto o Porsche 356 de Fernando Carpinteiro Albino e Xavier Albino ficou logo atrás.

    Para Luís Cunha, secretário-geral do ACP Clássicos, a competitividade da prova e a resistência de máquinas e pilotos foram os grandes destaques desta 18.ª edição das 500 Milhas ACP: “Continuamos, felizmente, a ter uma parte significativa do nosso pelotão composto por automóveis dos anos 50 e 60, mas vemos também automóveis cada vez mais bem preparados e equipas com um grande nível desportivo. Foram registadas pouquíssimas falhas mecânicas, o que é de realçar num percurso de 740 quilómetros realizados num único dia. Atravessar a Estrada Nacional 2 é sempre um desafio especial, pela diversidade de paisagens e pelo apelo da condução”, afirmou Luís Cunha. 

    com MotorSports – ACP

  • Pedro Sanchez critica Junta da Andaluzia

    A propósito da lei que se encontra em discussão no parlamento Andaluz, acerca dos regadios e da coroa norte de Doñana, Huelva, o presidente do governo espanhol Pedro Sanches criticou, este domingo, num ato Internacional Socialista, no Porto, aqueles que dizem estar contra o o câmbio climático a mudança climática mas que ameaçam um tesouro nacional como é o parque de Doñana.

    Disse ainda o primeiro ministro espanhol que Portugal e Espanha devido à sua localização geográfica estão altamente expostos ao impacto climático, ainda mais durante esta semana em que se encontra em seca severa.

    aqueles que dizem estar contra o o câmbio climático a mudança climática mas que ameaçam um tesouro nacional como é o parque de Doniana disse ainda o primeiro ministro espanhol que Portugal e Espanha devido à sua localização geográfica estão altamente expostos ao impacto do coral e ainda mais durante esta semana em que se encontra em Seika Severa.

  • Diogo Piçarra apresentou «Os Tvgas» em Castro Marim

    Diogo Piçarra apresentou «Os Tvgas» em Castro Marim

    O músico e cantor Diogo Piçarra apresentou o seu livro pedagógico “Os Tvgas”, um projeto de promoção da Língua e Literatura Portuguesa, na Biblioteca Municipal de Castro Marim, em iniciativa foi destinada aos alunos do 3.º ciclo do Agrupamento de Escolas de Castro Marim.

    O integra um projeto pedagógico da mais alargado – Coleção Reinventar por Diogo Piçarra, e, nele, o leitor ingressa numa viagem íntima do autor pela obra camoniana “Os Lusíadas”.

    Os cinco séculos que separam Piçarra de Camões foram o mote para o livro, numa odisseia por mares e continentes, desta feita, para descobrir, conhecer e dar a conhecer portugueses e portuguesas que partiram de Portugal.

    Os jovens assistiram à dramatização da obra e à performance musical dos temas, que o autor e músico compôs para o projeto, e para casa levaram o livro, editado pela Betweien e assinado pelo músico Diogo Piçarra.

    Durante a sessão foi lançado um novo repto a Diogo Piçarra, o de ser embaixador do projeto de investigação da Estrutura Residencial e Centro de Dia “José Cabrita” Alzheimer e Outras Demências, da St. Casa da Misericórdia de Castro Marim, recentemente inaugurada.

    Castro Marim considera Diogo Piçarra como «referência nacional e algarvio de grande notoriedade», e seria uma forma de para ali levar a debate as demências e conhecimento dos mais jovens e gerar a sensibilização necessária sobre a matéria. Mais do que uma residência, o equipamento social destina-se a ser também um «espaço de estudo e investigação».

    O CLDS-4G «Castro Marim (COM) Vida» é promovido pelo Município de Castro Marim, coordenado pela Associação Odiana, e cofinanciado pelo CRESC Algarve 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Social Europeu.

  • «Viagem ao Algarve» esteve exposta em Lepe

    «Viagem ao Algarve» esteve exposta em Lepe

    Inaugurada em novembro de 2022, por ocasião do lançamento da Rota Literária Saramago no Algarve, a exposição, que resulta de uma recolha fotográfica feita a partir dos locais visitados pelo Prémio Nobel da Literatura, português, aquando da sua visita ao Algarve, em resultado da sua obra Viagem a Portugal.

    Esteve patente ao público na Capilla de San Cristóbal, em Lepe (Espanha), até hoje, integrada no programa da XXIX Festa da Cultura e do Livro de Lepe.

    A inauguração da exposição, em Lepe, realizou-se no dia 11 de abril, em cerimónia presidida pelo alcaide de Lepe, Juan Manuel González, e contou com as intervenções de Adriana Freire Nogueira, Diretora Regional de Cultura do Algarve, de Carlos Afonso, presidente da Associação 1/4 Escuro, de Diego Mesa, autor da publicação Viagem ao Algarve e da “Rota Literária Saramago no Algarve”, e de José Luis Silva, diretor do Taller Municipal de Fotografía de Lepe.

    A “Rota Literária Saramago no Algarve”, escrita por Diego Mesa, a partir do seu livro Viagem ao Algarve, foi inspirada na Viagem a Portugal de José Saramago, e dá a conhecer um novo olhar sobre os locais que o Prémio Nobel da Literatura visitou em 1980. Os itinerários de Vila Real de Santo António e Castro Marim já estão disponíveis na página da DRCAlg,

    Saramago, aquando da sua visita a Portugal, entra no Algarve por Alcoutim. Enganado pela prespetiva não percebe que do outro lado da Margem do Rio é Sanlucar, dada as semelhanças na paisagem. A Raia, a linha de fronteira que separa geograficamente Portugal e Espanha, é um território de partilha de elementos históricos, linguísticos, culturais e económicos.

    Os projetos Rota Literária Saramago no Algarve e a exposição Viagem Fotográfica pretendem ser também elementos de ligação entre as Regiões EuroAAA (Alentejo, Algarve e Andaluzia). Estes projetos constituem uma oportunidade para dar a conhecer os territórios que inspiraram vários escritores, nomeadamente os lugares, os monumentos, as paisagens, os sabores, as tradições, os costumes e as gentes.

  • Formas naturais de limpar águas residuais na Índia

    Formas naturais de limpar águas residuais na Índia


    Serpenteando pelas montanhas e planícies do norte da Índia, o rio Ganges é sagrado para a religião hindu. Mais prosaicamente, sua água e nutrientes são vitais para as terras agrícolas da região, centenas de milhões de habitantes e a economia da Índia.
    O Ganges é personificado como Ganga, a deusa hindu da purificação e do perdão. Mas, como muitos rios ao redor do mundo, o Ganges está severamente poluído, ameaçando a saúde das pessoas que vivem nas proximidades e as culturas que cultivam.


    Grande potencial

    Dois projetos financiados conjuntamente pela UE e pela Índia estão a melhorar a recolha, a sanitização e a reutilização das águas residuais – um desafio cada vez mais urgente, uma vez que as alterações climáticas exercem uma maior pressão sobre o abastecimento de água. Denominadas PAVITR e PAVITRA GANGA, as duas iniciativas fazem parte de uma Parceria UE-Índia para a Água.

    PAVITR está a utilizar o poder de filtragem natural das árvores para transformar o esgoto em um recurso. O objetivo insere-se no esforço da UE no sentido de uma economia circular, em que os recursos são reutilizados em vez de descartados.
    «Com o foco na economia circular, a Índia tem um enorme potencial», afirmou Mirko Hänel, coordenador europeu do PAVITR.

    O PAVITR, que começou em 2019 e vai até janeiro de 2024, é também um exemplo de solução baseada na natureza. A utilização de plantações de árvores pelo projeto para tratar águas residuais não só é inspirada e apoiada pela natureza, como também proporcionará benefícios ambientais, sociais e económicos locais.

    A equipa represou águas residuais municipais num hectare de terra para cultivar uma cultura densa de bambus, salgueiros e choupos. O sistema funciona em perfeita harmonia: os nutrientes como o azoto e o fósforo presentes nas águas residuais ajudam as árvores a crescer, enquanto as bactérias das raízes limpam naturalmente a água. A análise mostra que este tratamento natural faz com que as águas residuais cumpram os regulamentos necessários, de acordo com Hänel.

    Devoluções de boas-vindas

    O sistema é barato de instalar e operar em comparação com os altos custos de funcionamento em produtos químicos e eletricidade de uma estação de tratamento de águas residuais padrão – e as árvores, além de limpar a água, atrairão pássaros, insetos e outros animais selvagens.

    A Universidade Muçulmana de Aligarh, um dos parceiros do projeto na Índia, decidiu catalogar as espécies no local. As árvores e o bambu podem ser colhidos a cada dois ou três anos, proporcionando uma cultura de madeira sustentável para ser vendida à Europa dependente de importações e um fluxo de renda para os agricultores na Índia. Poderia também, idealmente, substituir materiais de construção e fabrico menos sustentáveis derivados de combustíveis fósseis.

    Não é necessária fertilização ou irrigação adicional, uma vez que as águas residuais fornecem tudo. Os fertilizantes químicos, outro recurso cada vez mais escasso e caro, não são necessários. O sistema radicular permanece no lugar, pronto para crescer novamente e continuar tratando a água.

    Olhando além do PAVITR, Hänel diz que os esforços precisarão se concentrar em ideias de negócios para mover o sistema da pesquisa exploratória para o mercado comercial e para mais áreas ao longo do Ganges, bem como outros rios.

    Limpeza de produtos químicos

    Enquanto PAVITR tem se concentrado em águas residuais municipais padrão, PAVITRA GANGA tem lidado com o tipo contaminado por produtos químicos industriais.

    Também uma iniciativa de cinco anos que decorre até janeiro de 2024, PAVITRA GANGA está a estudar formas de remover compostos perigosos de águas residuais insuficientemente tratadas. O projeto centra-se nas águas residuais em zonas urbanas e circundantes – periurbanas –, procurando garantir que possam ser reutilizadas com segurança para ajudar a cultivar culturas.
    Na cidade industrial de Kanpur, que tem mais de 400 fábricas de curtumes, as estações de tratamento de esgotos são incapazes de lidar com os grandes volumes e com o despejo ilegal de resíduos industriais nos esgotos municipais.

    A análise das águas residuais revelou concentrações elevadas de substâncias, como o crómio, que podem causar cancro.
    Se não for tratada adequadamente, essa poluição pode contaminar os solos, prejudicar a saúde dos agricultores e reduzir a produtividade das culturas se usada para irrigar terras agrícolas, de acordo com Paul Campling, coordenador do projeto. Ele também é gerente de desenvolvimento de negócios internacionais em uma organização belga de pesquisa de tecnologia limpa chamada VITO.

    PAVITRA GANGA tem como objetivo encontrar as melhores tecnologias para remover compostos nocivos das águas residuais para que possam ser reutilizadas com segurança para irrigação de culturas.

    A equipe também usa sensores e tecnologias de modelagem para monitorar e prever a qualidade dos corpos hídricos regionais afetados por águas residuais descarregadas e ajuda os governos locais a planejar medidas mais seguras para lidar com a água natural não tratada em rios, lagos e águas subterrâneas.

    Local e global

    Em Kanpur, a equipe está testando um sistema de tratamento de filtração secundária, bem como tecnologias de “polimento” para remover contaminantes, incluindo cromo. Primeiro, um tipo específico de membrana filtra o esgoto, separando-o em permeado, que é a água que será reutilizada, e retentado, que é a matéria orgânica restante.

    Zonas húmidas construídas “mais” depois limpam ainda mais o permeado. Estes vão um passo além das zonas húmidas construídas – um sistema de tratamento de água que utiliza estações para limpar águas residuais – ao incluir uma combinação de substâncias sorventes especificamente concebidas para remover poluentes, conhecidas como tecnologias de polimento.

    Mesmo os compostos, como o crómio, podem ser devolvidos ao sistema de economia circular se forem recolhidos em quantidades suficientes. Os parceiros da indústria local do projeto têm um grande papel a desempenhar, trabalhando com um instituto de conhecimento chamado IIT Kanpur.

    «Estão testando os sistemas de tratamento em Kanpur e poderiam facilmente ampliá-los se virem os benefícios», disse Campling. «Queremos chegar ao ponto em que as empresas locais possam levar as tecnologias mais longe quando o projeto terminar

    A esperança é que as abordagens sejam incorporadas na tomada de decisões do setor e reconhecidas pelas autoridades locais.
    As atividades poderiam, em última análise, produzir benefícios muito além de Kanpur e da Índia, que esta semana ultrapassou a China como o país mais populoso do mundo.

    «Se funcionar bem na Índia, provavelmente funcionará bem na África e na América do Sul também», disse Campling.

    Este artigo teve publicação original em Horizon, the EU Research and Innovation magazine. A investigação contida neste artigo foi financiada pela UE. Se você gostou deste artigo, considere compartilhá-lo nas redes sociais.

  • Festa da Gamba e do marisco em Punta Umbria

    Festa da Gamba e do marisco em Punta Umbria

    O certame é promovido pelo município de Punta Umbria e também terá pé-de-burrinho e biqueirões. Trata-se da 27ª edição do certame, começa amanhã e estende-se até ao dia 23, na praça 26 de Abril daquele município da costa onubense. A organização prevê a presença de cerca de 80.000 pessoas, segundo a presidente da câmara local, alcaldesa Aurora Águedo Borrego.

    O estacionamento foi ampliado e será gratuiro desde sexta a domingo, mesmo no poarque da zona portuária. Os pratos mantém os peços anteriores, de 6 a 7 euros e as bebidas subiram cinquenta cêntimos. Este ano os festejos coincidem com a celebração dos 60 anos de Punta Umbria como município independe, no dia 26 de Abril.

  • Maior comercializadora mundial de tunídeos abrirá em Ayamonte

    Maior comercializadora mundial de tunídeos abrirá em Ayamonte

    Os trabalhos para a abertura do espaço estão a ser ultimados, calculando-se a exportação de mais de uma tonelada de atum por ano, em especial destinada ao mercado japonês. O investimento ascende a dezoito milhões de euros e proporcionará contratação direta de trabalhadores naquela cidade espanhola da foz do rio Guadiana.

    As instalações da Ricardo Fuente Hijos (RFeH) contam com 60.000 m3 de frigoríficos para tunídeos,

    atum vermelho
    atum vermelho
  • Adotar um golfinho

    Adotar um golfinho

    «Os golfinhos dormem usando um lado do cérebro de cada vez, permitindo que subam à superfície para respirar quando precisam e que fiquem alerta para possíveis riscos?!», dizem-nos os defensores desta espécie. Os golfinhos podem ser encontrados em todos os oceanos da Terra e até mesmo em alguns dos maiores rios da Ásia e da América do Sul, dos polos aos trópicos,

    «Como espécie-chave, os golfinhos desempenham um papel importante no equilíbrio geral dos ambientes marinhos», mas os golfinhos em todo o mundo estão a enfrentar ameaças crescentes, tais como o emaranhamento em artes de pesca, as alterações climáticas, a poluição sonora subaquática, a repressão de rios ou a poluição plástica

    Para os seus defensores e organizações «O emaranhamento em equipamentos de pesca é uma das maiores ameaças enfrentadas pelos golfinhos. A WWF está a trabalhar com os governos para se juntar à Global Ghost Gear Initiative (GGGI) para ajudar a construir a capacidade global para resolver este problema».

    Há um programa pioneiro em Portugal: Observatório Golfinhos no Tejo, de monitorização a partir de terra sobre a ocorrência de cetáceos no Estuário do Tejo, temos por objetivo perceber padrões espaciais, sazonais e de comportamento de utilização do estuário por parte destes «animais lindos»!

    Este projeto, resulta de uma parceria entre a ANP|WWF e o MARE – ISPA (Centro de Ciências do Mar e do Ambiente do Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida). E eles lançam o desafio de poder adotar simbolicamente um golfinho e, com esse ato, ajudar todo o trabalho da organização e ainda receber um certificado de adoção pela «bonita ação».

  • Dilma Roussef presidente do banco NBD

    A Dilma Roussef, que foi presidente do Brasil, tomou posse em Xangai, no dia 13 de Abril, como presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), banco criado pelos BRICS.

    O mandato estende-se até Julho de 2025, e a posse contou com a presença de marcaram presença o Presidente Lula da Silva e do seu ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

    O NBD, com sede em Xangai, foi fundado em 2015 e tem como objectivo mobilizar recursos para obras de infraestrutura e de impulso ao desenvolvimento sustentável dos países que integram a instituição.