FOZ – Guadiana Digital

Autor: jestevaocruz

  • Regadio segue a polémica em terrenos de Doñana

    O parlamento da Andaluzia prossegue a discussão da proposta que regula as zonas de regadio de cinco municípios do Condado de Huelva, situados a norte de coroa florestal de Doñana.

    PP e Vox são os promotores em conjunto do texto em discussão que segue o seu caminho com sessenta votos contra 35, enquanto toda a oposição da esquerda votou contra.

    O texto, que recupera um outro apresentado em janeiro de 2022, na passada legislatura, destina-se a alterar o uso de solo dos terrenos que eram de regadio antes do plano de ordenação de forma a aceder a direitos de águas que precisam das águas de superfície, salvo se administração hidráulica estabelecer uma origem de recursos diferentes.

  • Festival Islâmico com apresentação na Casa do Alentejo em Lisboa

    Festival Islâmico com apresentação na Casa do Alentejo em Lisboa

    Está prevista na cerimónia a presença do presidente da Câmara Municipal de Mértola, Mário Tomé e da vice-presidente Rosinda Pimenta, do presidente da Casa do Alentejo, em Lisboa, João Manuel Rato Proença e do presidente da Entidade Regional de Turismo, Vítor Silva.

    A apresentação do Festival Islâmico de Mértola na Casa do Alentejo (Rua Portas de Santo Antão, nº 58), é aberta ao público e vai incluir a atuação do grupo Cus Cus Flamenco para um pequeno concerto de antevisão à programação de concertos do Festival. Além deste apontamento musical, vai decorrer uma prova de doçaria tradicional alentejana e marroquina.

    O conjunto Cus Cus Flamenco , foi criado em Granada, Espanha, em 2016, pelo cantor de origem marroquina Hamid Ajbar, licenciado pela Conservatório de Rabat como especialista em música andalusí e oriental. A sua proposta musical é baseada no conceito «duas histórias, um caminho» que propõe um encontro entre a música e a dança de duas culturas que parecem convergir no tempo e no lugar.

    Cus Cus Flamenco proporciona um concerto de fusão onde a profundidade do canto flamenco se junta à estética dos poemas-cantigas da poética árabe-andalusí e à beleza e paixão da dança flamenca.

    O que é o Festival Islâmico

    De dois em dois anos, o Festival Islâmico de Mértola, que já vai na 12ª edição, transforma a vila de Mértola, para celebrar e dar a conhecer a cultura islâmica e os seus laços com Portugal.

    Durante os dias do Festival, que este ano decorre entre 18 e 21 de maio, Mértola acolhe uma vasta comunidade islâmica do norte de África, proveniente de países como Marrocos, Argélia, Tunísia, além de Espanha e do Egipto, entre outras geografias.

    O Festival Islâmico de Mértola é dos eventos mais relevantes do distrito, que tem como objetivos, além da divulgação do conhecimento sobre a história e o património de Mértola, em particular da época islâmica, promover o conhecimento, o diálogo, a tolerância e cidadania entre culturas; divulgar a cultura islâmica e produção contemporânea; fortalecer laços culturais, sociais e económicos com o Mediterrâneo e desenvolver a oferta turística muslim friendly.

    Com entrada livre, o Festival Islâmico de Mértola contou no ano passado com 50 mil visitantes ao longo dos 4 dias da sua duração, esperando, esta edição, receber este ano mais de 60 mil pessoas.

    Em 2023 o souk regressa às vilas «velha« e «nova» de Mértola para receber os mais variados produtos como artesanato, doçaria, produtos regionais alentejanos e tecidos, provenientes de Marrocos, Tunísia, Egipto, Espanha e Alentejo. Além do mercado e do tradicional ritual árabe de regatear bons preços, o festival também conta com música e arte que complementam o encanto do mercado de rua.

  • Compra do Monte Fino aprovada pela AM

    Compra do Monte Fino aprovada pela AM

    O prédio vai ser comprado pela câmara municipal pelo valor de 1,926 milhões de euros, cuja capacidade pode permitir alojar 29 agregados familiares. Tem 2.599 m2, uma área coberta de 1.517,56 m2 e descoberta de 1.081 m2, inserido no Aldeamento Turístico Monte Fino, abrangendo 42 prédios, fundado na zona norte de Monte Gordo, pelo investidor Joaquim Oliveira Palha, que na ocasião residiam em Matosinhos, registado em 5 de Fevereiro de 1982,.

    O aldeamento fundado por Joaquim Oliveira Palha

    O loteamento do Monte Fino foi aprovado por Decreto Lei em 11 de Fevereiro de 1992, ocasião em que uma alteração ao alvará de loteamento permitiu a constituição do lote em causa com terreno para a construção de um edifício de 4 pisos, 24 fogos, 1 piscina, 2 comércios, 1 estabelecimento de restauração e bebidas e garagem com 40 lugares. Em 21 de Abril de 2008 uma nova alteração ao alvará transformou o uso para simplesmente hotelaria.

    O prédio sofreu uma hipoteca de 850.00 euros oito anos depois, em 5 de Maio de 2016. Depois de uma segunda e terceira hipoteca, em 29 de Janeiro de 2019 caiu-lhe em cima uma penhora de 14.000 euros e, em 12 de Outubro de 2021, uma nova penhora, no valor de 1, 336 milhões. O último registo, de 18 de Abril de 2022 é uma penhora, tendo como sujeito passivo o Aldeamento Turístico Monte Fino, Limitada.

  • Plantas podem emitir sons audíveis pelos animais

    Plantas podem emitir sons audíveis pelos animais

    Esses sons foram ajustados eletronicamente para poderem ser audíveis aos humanos. Oferecemos aqui aos nossos leitores, trechos da tradução do artigo que pode ser consultado em https://www.vice.com/en/article/3aknn3/plants-make-sounds-when-hurt-scientists-confirm-and-now-you-can-hear-it.

    A articulista conta assim: «A sua tomateira pode estar a pedir para que você a regue, mas embora outros animais e plantas possam ouvi-la, os seus ouvidos humanos são surdos ao som dos seus lamentos. Essa é a descoberta de uma nova pesquisa que capturou os estalos e cliques de plantas com stress, que foram sintonizadas na faixa de audição humana.»

    Segundo a articulista, a nova experiência revelou que «as plantas expostas a pressões nocivas, como lesões e desidratação, produzem ruídos ultrassônicos que podem ser audíveis para animais e plantas até 16 metros de distância».
    Desta forma, as plantas podem usar o som para se comunicar com seus ecossistemas mais amplos, uma descoberta que lança luz sobre seus misteriosos mundos internos e pode ajudar a mitigar os desafios agrícolas apresentados pelas mudanças climáticas.

  • CCDR Algarve já tem programa 2030

    CCDR Algarve já tem programa 2030

    É o resultado de «prolongada e exigente negociação com a Comissão Europeia» e coexiste com os efeitos da pandemia e com a urgência das transições climática e digital, numa região que foi fortemente impactada em termos económicos e sociais, o que «obriga a uma abordagem mais seletiva, definindo áreas de atuação prioritárias e objetivos específicos, com base nas lições do passado, mas respondendo aos novos desafios do nosso tempo», afirma o organismo regional.

    A CCDR algarvia nota que «do contexto regional e do balanço do PO Algarve 2020, reforçam-se os elementos estruturantes da visão estratégica para a região, pela incorporação de conhecimento e inovação na valorização dos recursos endógenos diferenciadores; a preservação de elementos de identidade territorial, ora com novas ameaças e riscos; a qualificação de estruturas físicas e amenidades do território, enquanto instrumentos fulcrais para a atratividade de investimentos e residentes, e a capacitação multinível e intersectorial dos agentes de transformação do território, dos recursos humanos, das empresas e das instituições públicas e associativas, alavancando os ativos patrimoniais, culturais e turísticos

    Resultante da decisão na reunião extraordinária do Conselho Europeu de julho de 2020, 300 milhões de euros destinam-se a acelerar a diversificação da base económica, robustecendo os atores e ativos regionais, tornando-os mais resilientes e aptos para responder a choques externos, «com o intuito de minimizar os fortes impactos económicos e sociais, procurando desenvolver os setores de especialização regional (EREI), e potenciar a correção de desequilíbrios crónicos derivados do perfil assente nos serviços, em particular no turismo, muito afetado pela pandemia».

    Esperam os responsáveis que, em termos operacionais os objetivos de política e os objetivos específicos mobilizados contribuiam para concretizar a visão: de uma região «reconhecida internacionalmente pela qualidade de vida e identidade, dotada de atores capacitados para fazer face aos novos desafios, por via de escolhas sustentáveis, conducentes a um Algarve mais inteligente, mais conectado, mais verde e com menos carbono, mais social e inclusivo, mais coeso e próximo das pessoas.»

    Reconhecida a fragilidade da estrutura empresarial, «a mudança de perfil exige uma política robusta em matéria de atração de investimento e promoção de novos negócios».

    Desta forma, tendo em vista um Algarve mais competitivo, a aposta passa prioritariamente pela «consolidação do ecossistema de inovação como fator de competitividade e sustentabilidade, reforçando a colaboração entre produtores de conhecimento e o tecido empresarial, estimulando a digitalização da economia e os domínios da EREI (turismo, mar, saúde, recursos endógenos terrestres, indústrias culturais e criativas, digitalização e TIC, sustentabilidade ambiental) alinhados com os desafios societais.»

    Esperam que as comunidades de inovação, baseadas em processos de descoberta empreendedora, entre os centros de investigação e as empresas, deverá resultar o desenvolvimento de novos produtos, soluções e serviços, que com caráter inovador, promovam o desempenho económico regional, capitalizem emprego adequadamente remunerado e a desejável qualidade de vida.

    No Turismo, motor do crescimento regional nos anos pré-pandemia, a aposta passa pelo apoio à sua requalificação em moldes ambientalmente mais sustentáveis e que contribuam para a redução da sazonalidade e para o aumento do seu valor acrescentado.

    Dizem também que se vai procurar partir do reconhecimento internacional do destino Algarve para fomentar circuitos de comercialização e consumo de base local e para alavancar a visibilidade externa e a exportação de produtos de qualidade diferenciadores (citrinos, vinho, frutos secos, doçaria, flor do sal, mariscos, algas), cujas cadeias de valor são aposta para a diversificação.

    Face ao PR 2020, vão ser reforçadas as dotações de apoio à internacionalização e as relativas ao sistema de incentivos de base territorial (para melhor aderência às realidades e prioridades regionais), mas também para fomentar o aumento da copromoção empresas/academia nas áreas de especialização das infraestruturas tecnológicas existentes na Região. Complementarmente, procurar-se-á garantir a cobertura de conectividade de alta velocidade (5G), estando os apoios focados nas áreas de baixa densidade e interior.

    Para um Algarve mais verde e com menos carbono, em linha com o Pacto Ecológico Europeu e a Lei Europeia do Clima, a refletir no PNEC, as intervenções a apoiar serão direcionadas para minimizar as vulnerabilidades da região às alterações climáticas e à descarbonização. Será promovida a gestão adequada dos recursos hídricos (em linha com o Plano Regional de Eficiência Hídrica do Algarve) e dos resíduos; defesa, adaptação e valorização da biodiversidade e gestão e valorização das áreas protegidas; descarbonização nos diferentes setores da economia, incluindo os transportes; a eficiência energética, o combate da pobreza energética, a produção e utilização de energias renováveis, bem como a incorporação de processos de produção mais circulares.

    Face ao PR 2020, reforçam-se as dotações para valorizar e tornar resilientes os recursos e ativos territoriais, mitigando riscos e adaptando os territórios e as comunidades para os efeitos crescentes das alterações climáticas. Regista-se uma aposta na mobilidade urbana intermodal sustentável, com dimensões que vão da micrologística funcional à estruturação de oferta de transporte público descarbonizado, que sirva a maior bacia de emprego do sul do país.

    Para um Algarve mais social e inclusivo, em linha com o Pilar Europeu dos Direitos Sociais, o foco centrar-se-á no reforço da oferta de qualificações de nível superior, em áreas que permitam alimentar, com jovens qualificados, as apostas na diversificação da base económica regional, procurando estruturar-se redes de qualificação, públicas e privadas, de nível intermédio e superior, por forma a reforçar sinergias e complementaridades e suprir necessidades emergentes nos domínios EREI, bem como promover uma cultura de formação permanente ao longo da vida, que acelere as transformações digital e climática, e estimulem a requalificação e adaptabilidade de trabalhadores e empregadores, afirmando a região no quadro da sociedade do conhecimento.

    Por outro lado, e tido como garante de melhor inclusão social, vão promover atuações que inovem nas respostas e nos serviços de interesse geral para enfrentar os desafios demográficos, por forma a potenciar os fatores de fixação e atratividade de jovens e profissionais altamente qualificados, para reverter a perda demográfica em escalões etários jovens, atenuar o aumento do índice de envelhecimento e manter um crescimento populacional sustentável, pela melhoria dos fatores de competitividade regional e o investimento na qualidade do emprego. Daí que, em matéria de apoios ao emprego, de qualificações e competências, as prioridades terão em conta as necessidades específicas dos territórios de baixa densidade, designadamente em matéria de valorização dos recursos endógenos, de energias limpas e renováveis, de mobilidade e circularidade.

    Face ao PR 2020, consagra a programação uma reorientação significativa: «prioridade no acesso e criação de emprego com promoção das qualificações e do emprego qualificado, redução dos apoios de banda larga à criação de emprego e ao empreendedorismo, reforço significativo das verbas destinadas à qualificação de nível superior e à inserção de jovens no mercado de trabalho, à adaptação à mudança de trabalhadores, empresas e empresários, bem como o reforço das verbas para a inclusão social e saúde, em particular nos investimentos ao nível da medicina nuclear».

    Para fomentar um Algarve mais coeso e próximo dos cidadãos, as intervenções incidirão nas zonas urbanas e nas não urbanas, centradas em abordagens e instrumentos territoriais distintos, em função das caraterísticas territoriais, funcionais ou temáticas.

    Assim, nas áreas urbanas pretende-se consolidar a abordagem prevista no modelo territorial, explorando as complementaridades entre os polos urbanos, única via para promover a coesão territorial e a inserção competitiva da região em escalas macro (Ibérica e faixa atlântica). Para tal evidenciam-se os instrumentos alinhados com os centros regionais estruturantes, bem como numa abordagem intermunicipal para outros tipos de ação complementares.

    Nos restantes instrumentos, um dos objetivos prioritários é o reforço das redes e de Serviços de Interesse Geral, com vista à adequada provisão e acessibilidade por parte das populações: nas zonas urbanas, garantindo as necessárias complementaridades entre serviços já existentes ou a criar; nas zonas não-urbanas, garantindo um nível de cobertura mínima de serviços básicos, e de condições de base, sem as quais é impossível fixar e atrair população, investimento e emprego.

    Nas áreas não urbanas, evidencia-se a proposta de Investimento Territorial Integrado (ITI) temático do Algarve e Alentejo, associado aos temas da água e ecossistemas de paisagem, promovendo o combate aos desequilíbrios regionais e potenciando as capacidades e os recursos comuns. Acresce uma abordagem de continuidade na valorização dos recursos endógenos, envolvendo os atores do território, através do Plano de Ação de Desenvolvimento dos recursos Endógenos (PADRE).

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional tem como missão assegurar a coordenação e articulação das diversas políticas sectoriais de âmbito regional, aqui se incluindo as responsabilidades de gestão que lhe sejam confiadas no âmbito da política de coesão da união europeia.

    Resultado de prolongada e exigente negociação com a Comissão Europeia «a programação do Algarve 2030 coexiste com os efeitos da pandemia e com a urgência das transições climática e digital, numa região que foi fortemente impactada em termos económicos e sociais. Tal obriga a uma abordagem mais seletiva, definindo áreas de atuação prioritárias e objetivos específicos, com base nas lições do passado, mas respondendo aos novos desafios do nosso tempo».

  • Vila Viçosa em desacordo no RecolhaBio

    Vila Viçosa em desacordo no RecolhaBio

    Por unanimidade a câmara municipal de Vila Viçosa decidiu contestar a repartição orçamental do Programa RecolhaBio 2023, tendo deliberado «Manifestar o seu desagrado e discordância, relativamente à distribuição de montantes pelas CIM´s, proposta pelo Fundo Ambiental, para apoio à implementação de projetos de recolha seletiva de bio resíduos;

    Manifesta também desagrado pelo facto de a CIMAC passar de uma verba de 864.859,77€, em 2022, para 131.172,95€ em 2023, quando os 12 municípios da Gesamb pagaram de TGR, em 2022, 1.073.826,19€ e a meta que está prevista no PERSUS2030, para a região, é uma das mais altas do país.

    A autarquia exige uma fórmula de cálculo mais equitativa.

  • Interrompidas as buscas em Vila do Bispo

    A Autoridade Marítima Nacional interrompeu as buscas por um homem de 27 anos, de nacionalidade norte-americana, que se encontra desaparecido no mar desde a noite de sexta-feira passada, dia 7 de abril, depois de, alegadamente, ter mergulhado de uma arriba entre a praia do Barranco e a praia da Ingrina, no concelho de Vila do Bispo.

    A vítima continua desaparecida, apesar de, nas operações de busca, coordenadas pelo Capitão do Porto e Comandante-local da Polícia Marítima de Lagos, ter estado empenhados elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Lagos, da Estação Salva-vidas de Sagres, o navio NRP Sagitário, da Marinha Portuguesa e elementos dos Bombeiros Voluntários de Vila do Bispo. Estiveram ainda empenhados elementos do Grupo de Mergulho Forense da Polícia Marítima que efetuaram três tentativas de mergulho sem sucesso, devido às condições adversas do estado do mar.

  • Rede Tu e Eu = Menos Sós em Castro Marim

    Rede Tu e Eu = Menos Sós em Castro Marim

    O projeto tem em atenção que vivemos «numa época em que a solidão dos idosos tem-se revelado um dos grandes flagelos sociais», pelo que a ação visa precisamente minimizar os efeitos negativos.

    Para se ser voluntário é necessário ter mais de 16 anos; estar motivado; ter decisão livre, apoiada em motivações sociais e pessoais; reconhecer em si perfil para lidar com pessoas idosas ou dependentes; ter disponibilidade; assumir um compromisso de regularidade na prestação da colaboração e possuir sentido de responsabilidade.

    As inscrições podem ser realizadas durante o mês de abril.

  • Prémio Cinco Estrelas Regiões 2023 atribuído a Cacela Velha

    Prémio Cinco Estrelas Regiões 2023 atribuído a Cacela Velha

    Na breve resenha histórica publicada salienta que a povoação de depois de conquistada pelos cavaleiros de Santiago em 1249, esta pequena aldeia é um povoado de ruas estreitas, casas caiadas e uma pequena fortaleza que, ao fundo, vigia a costa.

    «A sua deslumbrante paisagem natural – em pleno Parque Natural da Ria Formosa», salientam porque «não deixa ninguém indiferente e é enriquecida com a importante herança cultural e vestígios arqueológicos deixados pelos povos que por lá passaram, século após século».

    As paisagens portuguesas sobressaíram na competição deste ano, em categorias como Praias, Serras e Montanhas, Reservas, Paisagens e Barragens e Aldeias e Vilas. Foram cerca de 40 vencedores, entre os quais está Cacela Velha, uma das mais belas zonas da região algarvia que continua a encantar quem por ali passa e oferece uma das mais belas panorâmicas do sotavento algarvio.

  • Robalos e Douradas em aquacultura perto da foz do rio Guadiana

    Robalos e Douradas em aquacultura perto da foz do rio Guadiana

    Na sessão de esclarecimento realizada no Centro Cultural António Aleixo, em Vila Real de Santo António, sede do concelho onde se localizará a estrutura, ficou a saber-se que o investimento total ascende aos dois milhões de euros e que o pedido de Título de Atividade Aquícola já foi solicitado à Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM).

    Falta o Estudo de Impacto Ambiental, para que a plataforma flutuante, posicionada a 15 metros acima do nível do mar, com um tamanho de 55m x 55m, tenha luz verde para ser colocada, tendo, em redor, quatro áreas com jaulas que chegam até aos 30 metros de profundidade.

    A Secretária de Estado das Pescas, Teresa Coelho, esteve presente, e apresentou o novo projeto de aquacultura do grupo Mariculture Systems, que ficará localizado a 10 milhas do porto de VRSA, numa zona previamente identificada no Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo (PSOEM).

    A apresentação, realizada na passada semana, contou também com a presença da subdiretora geral da Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM), Isabel Ventura, do presidente da Câmara Municipal de VRSA, Álvaro Araújo, e do presidente do Conselho de Administração da Docapesca – Portos e Lotas, S.A., Sérgio Faias.

    Foi dado a conhecer o projeto à comunidade local, regional, entidades públicas, associações setoriais e organizações de produtores, assim como os benefícios que se espera que o mesmo possa trazer para a região, embora existam preocupações com a pesca e com os pescadores que pretendem tomar em conta.

    Para a autarquia, a estrutura representa um investimento importante que permitirá diversificar a atividade económica do concelho, salvaguardando que «será importante garantir que não vai impactar no território, nem na atividade pesqueira tradicional».

    O gerente da empresa investidora, Peter Beringer, deu garantias de que a Mariculture Systems pretende «criar uma relação mutuamente vantajosa para a comunidade piscatória, a comunidade empresarial, as entidades públicas e a sociedade. Faremos o possível para contribuir para o crescimento económico e o desenvolvimento sustentado de Vila Real de Santo António».

  • Santa Rita quer Rotunda na EN 125

    Santa Rita quer Rotunda na EN 125

    A população desta aldeia tem-se manifestado no sentido de que seja construída uma rotunda naquele cruzamento, sendo que a câmara municipal do concelho de Vila Real de Santo António, a que pertence, também tem manifestado o entendimento de que essa é a melhor solução para o problema, dado o avolumar de acidentes de trânsito ali registados.

    No cruzamento, após manifestação popular, foram colocados blocos de cimento lembrando a necessidade de uma obra para resolver o problema de trânsito.

    A resistência dos responsáveis pela EN125, tutelada pelo Governo, a este tipo de soluções tem estado bem patente, na mesma estrada, onde o cruzamento da Praia Verde também se enquadra em idêntica problemática de trânsito.

  • Supermercados abertos em Huelva

    A ponte da Páscoa está de chegada nesta Quinta-Feira Santa e da Sexta-Feira Santa, feriados em Espanha. A quinta-feira é feriado na na província de Huelva e a sexta-feira, feriado nacional, tal como em Portugal.

    Chega a Semana Santa, sob o sol quente e brilhante que acompanha nestes dias os irmãos e às suas irmandades, protagonista dos próximos dias. O povo continuará a desfrutar da Grande Semana, sabendo que há centros comerciais em Huelva onde podem ir de compras.

    A cadeia Carrefour, abrirá suas portas nos feriados e no próximo domingo da Ressurreição, exceto para o estabelecimento da Plaza de las Monjas, a Plaza de los Litri e a Ronda Exterior Zona Sur que estará aberto hoje, Quinta-Feira Santa das 10:00 às 22:00.

  • Muita gente no Dia Aberto da Reserva Natural do Sapal

    Muita gente no Dia Aberto da Reserva Natural do Sapal

    O município Vila Real de Santo António entende que a iniciativa que ajudou a erguer reforçou os laços de empatia e as sinergias entre a população, os agentes económicos, sociais e institucionais e a Reserva.

    Álvaro Leal, vereador na autarquia vila-realense e presidente do Conselho Estratégico da Reserva , o diretor regional do ICNF Algarve, Joaquim Castelão Rodrigues e o presidente da Comissão de Cogestão da Reserva, Francisco Amaral, participaram no evento.

    celebracoes na reserva
    celebracoes na reserva

    Recorde-se que a Reserva do Sapal, banhada pelas águas do rio Guadiana, foi a primeira reserva natural criada em Portugal, em 1975, com o principal propósito de conservar a natureza através do equilíbrio dos ecossistemas, da melhoria de condições de vida das populações residentes, da valorização das atividades tradicionais e da proteção do património paisagístico.

    É uma das mais importantes zonas húmidas do concelho e do País, abrangendo 2.307,99 ha, e dela fazem parte um complexo sistema de áreas de sapal, canais, corpos de água salobra, salinas, espaços secos para uso agrícola, algumas áreas de mato e um pequeno espaço com montado de sobro.

    responsaveis da reserva natural do sapal
    Francisco Amaral, Joaquim Castelão, Álvaro Leal
  • Mértola disponibiliza 23 lotes de terreno

    Mértola disponibiliza 23 lotes de terreno

    As propostas а apresentar, devem indicar um valor para arrematação dos Lotes e podem ser entregues diretamente по Serviço de Património da Autarquia, па Ргаça Luís de Camões em Mértola ou enviadas pelo correio sob registo. O limite do prazo para darem entrada по serviço atrás indicado decorre até dia até ao dia З de maio de 2023, até às 16h30.

    A venda deste lotes é integrada na Estratégia Local de Habitação deste município do Baixo-Alentejo.

  • Ministro do ambiente acompanhou trabalhos em Silves

    Ministro do ambiente acompanhou trabalhos em Silves

    A visita foi aproveitada para fazer o ponto de situação das iniciativas em curso naquele concelho, no que respeita às candidaturas aprovadas, apoio à operatividade da Rede Primária de Faixas de Gestão do Combustível e ao processo de implantação das áreas integradas de gestão da paisagem.

    O ministro fez-se acompanhar pelo secretário de Estado da Conservação da Natureza e Florestas, João Paulo Catarino, e o Presidente do Conselho Diretivo do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, ICNF, Nuno Banza.

    Pelo município de Silves esteve presente a presidente da Câmara Municipal de Silves, Rosa Palma, o vereador Maxime Sousa Bispo e o coordenador do Serviço Municipal de Proteção Civil e Florestas da CMS, Nelson Correia.

  • PCP mobiliza-se em defesa da Constituição de 2 de Abril de 1976

    PCP mobiliza-se em defesa da Constituição de 2 de Abril de 1976

    Durante a sessão, que teve abertura de Jerónimo de Sousa e encerramento por parte de João Oliveira, dirigida por Carina Infante, registaram-se diversas intervenções sobre o texto constitucional e os avanços sociais que, sob a sua égide tiveram lugar na sociedade portuguesa, aprovado faz hoje precisamente 47 anos.

    O PCP anunciou que vai continuar a desenvolver este tipo de ações e entende que é necessário levar às novas gerações a mensagem de que o texto constitucional não bloqueia o desenvolvimento e o progresso da sociedade portuguesa e é um texto cuja frescura abre caminho a avanços sociais, sendo um dos mais avançados do Mundo em direitos, liberdades e garantias.

    Para o testemunhar, basta ler o respetivo articulado.

  • Provar o Doce da Avó no Cais de Alcoutim

    Provar o Doce da Avó no Cais de Alcoutim

    No próximo fim de semana, dias 7 e 8 de Abril, entre as 14:00 e as 18:00 horas, decorre, no cais da vila de Alcoutim, tendo o Guadiana e a vizinha Espanha como pano de fundo, a XVI Feira de Doces d’Avó.

    É o «evento mais doce que se realiza no município» diz a câmara municipal que organiza o evento, classificando-o também como «um dos mais apreciados pelas crianças».

    A Feira do Doce da Avó conta, como habitualmente, com ateliers, que lhes são dedicados, alusivos à época festiva da Páscoa, como a pintura de ovos e confeção de folares, bem como modelagem de balões, truques de magia e pinturas faciais.

    É uma iniciativa do Município de Alcoutim.

  • Aquacultura do Algarve no Polo Azul de Olhão

    Aquacultura do Algarve no Polo Azul de Olhão

    Trata-se de uma infraestrutura que funcionará como um laboratório vivo, essencial para o desenvolvimento de serviços, bens e produtos nas áreas da biotecnologia, alimentação e valorização de recursos endógenos do mar, com conclusão da entrada em funcionamento prevista dentro de dois anos.

    Será reconstruído e ampliado o edifício existente no limite sul da área portuária de Olhão, no pontão nascente do porto de pesca, comprometendo-se o Consórcio à execução do projeto e criação de sinergias que «potenciem o desenvolvimento, atraiam empresas e investimento, e criem postos de trabalho».

    Abrangerá a área de 836 m2, onde vão ser serão instalados vários laboratórios de ensaios e cultivo de organismos marinhos, sendo o Polo dotado com capacidade para biologia molecular, biologia geral ou patologia, incluindo novas tecnologias e robótica, bioprospecção para a indústria cosmética e a farmacêutica.

    O Polo HUB Azul do Algarve resulta de uma candidatura a fundos do Plano de Recuperação e Resiliência liderada pelo Município, e traduzir-se-á num investimento de 4,4 milhões de euros, repartidos pelo Fundo Azul e pela autarquia.

    Os responsáveis da autarquia pretendem «criar condições para uma economia do mar mais competitiva, mais coesa e inclusiva, mas também mais descarbonizada e sustentável, com maior capacidade de aproveitamento das oportunidades provenientes das transições climática e digital, ao mesmo tempo que se reforçam a formação e a capacitação técnica dos trabalhadores e estudantes na área do mar».

  • Falta sangue para transplantes

    No Dia Nacional do Dador de Sangue, celebrado no passado dia 27 de março, soube-se pelo responsável do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) que as reservas estão em níveis que necessitam de atenção.. O mesmo apelou à dádiva de sangue regular e também junto dos mais jovens. A quebra das dádivas de sangue registou-se nos dois primeiros meses do ano.

  • Festival do Contrabando de Alcoutim – video

    Festival do Contrabando de Alcoutim – video

    https://www.facebook.com/guadianadigital/videos/898872904502492

    Publicamos um vídeo da autoria de «Vitor Lopes Entretenimento» dedicado ao Festival do Contrabando que decorreu em Alcoutim durante o passado fim de semana de 24, 25 e 26 de Março, no qual o autor aborda diversos aspetos desta característica festa realizada sob a égide do Município de Alcoutim.

    Os nossos leitores que não puderam comparecer podem ter uma ideia mais clara sobrea as caraterísticas mais típicas e diferenciadoras desta iniciativa, em especial a ponte pedonal que atravessa o rio Guadiana entre Alcoutim e S. Lúcar del Guadiana, duas localidades vizinhas geminadas, de onde e para onde, num passado de fronteiras se exercia uma atividade de contrabando que fazia chegar a cada uma das localidades produtos que apenas era possível na outra, mas a fronteira estava encerrada.