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Etiqueta: Vacinas

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  • Em Castro Marim vacinam contra a pneumonia

    Em Castro Marim vacinam contra a pneumonia

    No próximo dia 6 de janeiro, segunda-feira, será iniciada uma ampla campanha de vacinação gratuita contra a pneumonia, dirigida numa primeira fase a pessoas com mais de 65 anos.

    Os responsáveis observam que «A pneumonia é a segunda causa de morte neste país, que é o terceiro na Europa onde se morre mais desta doença», daí a campanha que contarã com a colaboração das Juntas de Freguesia.

    As instituições de solidariedade social, as farmácias locais e a Unidade Móvel de Saúde do Município de Castro Marim, também participam, estando a ser feito um apelo aos castro-marinenses para que se dirijam às sedes das Juntas de Freguesia.

    Francisco Amaral, presidente e médico fez notar que «esta vacina é uma descoberta recente e basta uma única aplicação para dar imunidade para o resto da vida», acreditando que podem «diminuir muito a taxa de morbimortalidade ligada à pneumonia. Penso que também vamos fazer escola para o resto do país», segundo afirmou.

    CM - Programas de Vacinação - Cartaz
  • Enfermeiros não querem farmacêuticos a dar vacinas


    A Ordem dos Enfermeiros (OE) está em desacordo com a decisão do Governo que autoriza os farmacêuticos a aplicar a vacina contra a covid-19.

    Na opinião daquela corporação, as farmácias só podem administrar vacinas desde que contratem enfermeiros. Entretanto, as farmácias comunitárias vão poder administrar as vacinas contra a covid-19, em simultâneo com a vacinação da gripe, durante a campanha de outono/inverno para 2023-2024.

  • Vacinação resulta e protege vidas

    Ao dia de ontem, 98% dos internados com covid-19 eram doentes sem vacinação, provando que a inoculação está a proteger e a salvar vidas. Depois de muita desconfiança – e que ainda persiste – em relação à eficácia das vacinas, e depois de muitos protestos por várias capitais europeias contra as medidas restritivas, as vacinas e o certificado digital, os números falam por si. – Rosália Amorim, Diário de Notícias.

  • Pfizer e AstraZeneca eficazes

    As vacinas da Pfizer e da AstraZeneca são quase tão eficazes contra a variante do coronavírus detetada na Índia como contra a variante descoberta no Reino Unido, segundo um estudo da direção-geral de saúde inglesa conhecido no sábado. A investigação da Public Health England (PHE) foi realizado entre 05 de abril e 16 de maio.

  • MURPI pede vacinação mais célere no combate à pandemia

    MURPI pede vacinação mais célere no combate à pandemia

    A Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos (MURPI) está a reclamar do Governo as medidas urgentes e necessárias  para recuperar o atraso na vacinação contra a Covid-19, pronunciando-se ao mesmo tempo sobre  o aumento das desigualdades.

    O tema foi debatido na passada quinta-feira na Assembleia Geral do MURPI realizada em Lisboa, onde foram aprovadas duas moções que dão conta das inquietações relativas à pandemia e às medidas adoptadas para a combater.

    «Fomos vítimas da exploração e da miséria, sofremos as consequências da Guerra Colonial e construímos Abril», e querem impedir que sejam os reformados as principais vítimas das «nefastas consequências económicas e sociais da crise» provocada pelo surto do novo coronavírus». 

    O MURPI afirma que, a pretexto da defesa da saúde dos mais vulneráveis, se acentuam as desigualdades e o isolamento no acesso a bens e serviços essenciais.

    Numa nota positiva, a organização dos reformados, pensionistas e idosos, assinala o êxito no fabrico de vacinas em tempo recorde e o financiamento público disponibilizado pelos vários países, salientando que a descoberta «deve pertencer ao património da humanidade». 

    Defende a importância de continuar a luta para retomar a vida associativa, interrompida pela pandemia, e a necessidade de o Estado assegurar os apoios logísticos e financeiros que permitam reabrir as associações de reformados e os equipamentos sociais de forma segura, «permitindo o convívio e o desenvolvimento das actividades culturais e lúdicas necessárias para o reforço e a coesão dos reformados, pensionistas e idosos».

    Afirmam continuar a luta pela defesa das medidas inscritas no Caderno Reivindicativo para 2021, como a valorização das pensões e rendimentos, o combate à pobreza e à exclusão social, e a luta pelo direito à saúde. 

  • Contratos das vacinas na UE com cláusulas escondidas

    Perante uma forte pressão pública, a Comissão Europeia divulgou aspetos do contrato celebrado com a Astra Zeneca, que truncavam questões essenciais por alegadas razões de confidencialidade e concorrência. Deste modo, foram omitidos parágrafos inteiros relativos a custos, datas de entrega, compras de cada Estado-Membro e propriedade intelectual.

  • Bloco quer demissão de Isilda Gomes

    Bloco quer demissão de Isilda Gomes

    O Bloco de Esquerda considera que Isilda Gomes, presidente da câmara municipal de Portimão não tem condições para continuar à frente dos destinos da autarquia, por ter passado à frente de muitos outros utentes considerados prioritários e violado os critérios de vacinação contra a Covid-19.

    O vereador João Vasconcelos afirmou que a presidente tem de assumir todas as responsabilidades e consequências políticas dos seus atosque as autoridades competentes devem apurar.

    «A Presidente da Câmara de Portimão considera que, pelo facto, de prestar um serviço de voluntariado através de um computador, serviço a ter lugar no hospital de campanha instalado no Pavilhão Arena, lhe conferiu o direito de passar à frente de muitos outros utentes que estão à espera da vacina na lista das prioridades. Mas os critérios do plano de vacinação não contemplam o voluntariado», diz aquele partido.

    E considera que é mais grave quando cerca de três dezenas de médicos estagiários e outros profissionais de saúde a trabalhar no Hospital de Portimão ainda não foram vacinados contra a Covid-19 e não sabem quando o serão.

    O BE é de opinião que «os responsáveis políticos e  que exercem funções públicas devem dar o exemplo perante os cidadãos e o país. Quando assim não atuam estão a contribuir para a descredibilização da política, da causa pública e para o crescimento do populismo». Entende, ainda, que todas as cidadãs e cidadãos precisam de ser vacinados quanto antes, mas cumprindo as regras e critérios definidos, esperando a sua vez.

  • Vacina recorde no Reino Unido é possível “graças ao Brexit”

    Vacina recorde no Reino Unido é possível “graças ao Brexit”

    e uma assentada, o Reino Unido fez vários anúncios que há muito se aguardam. A campanha de vacinação em massa da população britânica pode arrancar já na próxima semana em meia centena de megaplataformas espalhadas pelo país, como no estádio de Ashton Gate, em Bristol.

    O governo acredita ainda que o regresso a uma nova normalidade pode acontecer já na primavera. Londres reclama assim o recorde do cumprimento de todas as etapas para combater a Covid com a vacina da Pfizer/BioNTech.

    “Estávamos à espera e na esperança do dia em que a luz da Ciência iria expor o nosso inimigo invisível, para podermos impedi-lo de nos adoecer. E os cientistas conseguiram mesmo fazê-lo”, declarou o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson.

    Mas a proeza parece valer também como arma de arremesso político. O ministro da Saúde britânico, Matt Hancock, veio afirmar que, se o Reino Unido continuasse a depender da Agência Europeia do Medicamento, a situação ainda estava na mesma. “Todos cumprimos os mesmos procedimentos de segurança, mas nós conseguimos ir mais rápido graças ao Brexit“, disse Hancock.

    Opinião reforçada pelo líder da Câmara dos Comuns, Jacob Rees-Mogg. Mas também rapidamente surgiu o contraponto, dado pelo ministro da Saúde alemão.

    “Em relação aos comentários sobre o Brexit feitos pelos nossos amigos britânicos: o desenvolvimento da BioNTech foi financiado pela União Europeia. Isto comprova que, se um produto da União Europeia é tão eficaz que rapidamente é aprovado no Reino Unido, a forma mais eficiente de lidar com esta crise é a cooperação europeia e internacional”, salientou Jens Spahn.

    O Reino Unido reservou 40 milhões de doses da vacina, que são fabricadas na Bélgica e serão transportadas, à partida, em camiões. Estima-se que, na próxima semana, sejam distribuídas no país cerca de 800 mil unidades.

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    A imunidade aos coronavirus pode durar anos

    Segundo umna artigo publicado no dia 18 de Novembro no jornal americano New York Times, a imonidade ao novo coronavirus pode durar anos, se não mesmo décadas.

    Amostras de sangue de pacientes recuperados de Covid-19 sugerem que há uma poderosa resposta do sitema imunitário e que, passados oito meses permanecem suficientes células capazes de evitar a doença.

    Apesar de ainda não revisto nem publicado numa revista científica adquire relevo no que diz respeito à necessidade de as vacinas serem administradas repetidamente para manter o control da pandemia e impostante para as decisões sobre a hospitalização de doentes.