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Etiqueta: Terrenos

  • Atentado ambientalista segundo a Zero

    Atentado ambientalista segundo a Zero

    A associação ambientalista Zero classifica a ampliação, com a instalação de uma nova célula, como “ilegal” e um “atentado ao ambiente”. O projeto prevê, nos próximos 10 anos, a deposição de mais de 1,5 milhões de toneladas de resíduos, grande parte deles orgânicos não tratados, algo que a legislação nacional proíbe.

    Segundo a Zero, esses resíduos vão gerar odores, atrair vetores de doença (insetos, roedores, aves) e produzir efluentes altamente poluentes e de difícil tratamento, além de libertar metano, um gás de estufa que agrava as alterações climáticas. O estudo de impacto ambiental esteve em consulta pública entre 11 de agosto e 22 de setembro. Algarve Marfado

  • Governo autoriza a busca por lítio em terrenos privados de Boticas

    O governo deu autorização à empresa Savannah Lithium para a realização de trabalhos de prospeção de lítio em terrenos privados e baldios nas aldeias de Boticas, tendo os populares recebido cartas ontem a informar dos planos.

    De acordo com o Correio da Manhã, o despacho assinado pela secretária de Estado da Energia autoriza a constituição de servidão administrativa sobre os terrenos pelo prazo de um ano, mediante os termos do contrato da concessão da mina do Barroso.

    A população está indignada e diz-se apanhada de surpresa, prometendo já um batalha legal. Francisco Venes, da Associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso, promete «tudo fazer» para que o projeto não avance.

    Recorde-se que o projeto da mina do Barroso está envolvido em polémica desde o início, com a contestação da população e com o Ministério Público a pedir a anulação da validade da Declaração de Impacto Ambiental favorável ao projeto.

    O pedido de anulação surgiu no seguimento da Operação Influencer, que também abrangeu suspeitas de favorecimentos nos negócios do lítio.

    O advogado Paulo Veiga e Moura explica ao CM que, apesar de a servidão administrativa ser um «ato unilateral do Estado» semelhante à expropriação, os donos dos terrenos podem contestar a decisão em tribunal e «pedir a paralisação dos efeitos deste despacho».

    O presidente da Câmara de Boticas, Fernando Queiroga, também já reagiu à notícia, descrevendo o despacho como «um murro no estômago».

    Em resposta à contestação, o Ministério do Ambiente e Energia passa a responsabilidade ao executivo anterior, lembrando que o acordo para a prospeção do lítio «tem antecedentes cujas decisões precedem a vigência deste governo».

    O ministério também rejeita a ideia de que os proprietários foram surpreendidos, garantindo que todos receberam um ofício e tiveram a oportunidade de exercer «o seu direito de audiência prévia».

    Lusa e Correio da Manhã

  • Registo de terrenos

    Mantêm-se gratuita a identificação e registo das propriedades rústicas. O alargamento do âmbito foi aprovado ontem em Conselho de Ministros, pelo Governo, que espera chegar à identificação de 90% das propriedades até ao final deste ano.
    Quem se dirige ao balcão do município ou ao Balcão Único do Prédio pode não apenas identificar as propriedades de forma gratuita como fazer também o registo.

  • Faro vende terreno para 184 alojamentos

    Faro vende terreno para 184 alojamentos

    Faro vai ter mais 184 unidades de alojamento na zona da Penha, sobre um terreno de 4.000 m2, caso se concretize com êxito a hasta pública, a realizar no Salão Nobre do município, a partir das 10:00 horas do próximo dia 24 do mês em curso.

    A área a alienar situa-se junto ao Complexo Desportivo da Penha, na Avenida Cidade de Hayward, e o preço de base de licitação é de 4,255 milhões de euros.

    As peças que instruem o procedimento estão a consulta no Departamento de Gestão Administrativa e Patrimonial / Serviço de Património e Cadastro, no edifício dos Paços do Concelho e também na Loja do Munícipe, situado na Loja do Cidadão do Mercado Municipal de Faro, de segunda a sexta-feira, entre as 09:00 e as 17:00 horas.

    As propostas escritas devem dar entrada até às 16:00 horas do dia 20 de março, através de correio registado e com aviso de receção, em invólucro opaco e fechado, dirigida ao presidente da comissão da hasta pública, para a morada indicada de acordo com as peças do procedimento.

    Até às 16:00 horas de 27 de fevereiro, os interessados podem também fazer pedidos de esclarecimento, aos quais a comissão de hasta pública tem de responder até 9 de março, esclarece o município.

  • Fatacil terá no futuro mais 9.000 m2

    Fatacil terá no futuro mais 9.000 m2

    Este negócio foi consumado poucos dias antes do arranque da edição da FATACIL 2022, por 347.156,30€, sobre um recinto em que, desses 9 mil metros quadrados, 3.000 mil são de área coberta.

    «Há muito tempo que o Município de Lagoa demonstrava intenção de adquirir o terreno da antiga Mitsubishi, assumindo que era uma aquisição estratégica e imprescindível para garantir a expansão natural parque e o desenvolvimento da FATACIL. A área agora adquirida vai permitir, aproveitando-se instalações existentes no local, ter um pavilhão multiusos para a realização de eventos ao longo do ano e colocar, durante a FATACIL, stands personalizados que atualmente não participam na feira porque não podem estar em espaço exterior», informa a autarquia de Lagoa.

    O Parque de Feiras e Exposições de Lagoa ficará com mais dois acessos, uma das lacunas apontada ao atual recinto, facilitando a entrada de visitantes, mas, também, a entrada de viaturas para a realização das montagens e desmontagens.

    Luís Encarnação, presidente da Câmara Municipal de Lagoa afirma que «é um negócio há muito desejado, que garante o futuro da FATACIL, que vai permitir criar outras valências e realizar outros eventos no Parque de Feiras e Exposições de Lagoa, ao longo de todo o ano.»

  • Hoje apontaram-me uma pistola …

    Hoje apontaram-me uma pistola …

    «Quando lutas sozinha quanto à bestialidade dos que te cercam. Hoje apontaram-me uma pistola. Foi a GNR mas não fizeram nada. Disseram-me que quando for chamada a tribunal que adite esse facto… se entretanto não aditar é porque talvez me tenham matado e como os meus animais não sabem pedir ajuda, por lá ficarei.

    É o que estão à espera quem pode fazer alguma coisa antes de recuperar em tribunal os 1000 metros que me roubaram, sem que sequer sejam proprietários do artigo 6015 rustico de santa catarina da fonte do bispo. Os meus primos enganaram-se e venderam-lhes o 5900 como se fosse o terreno que fica ao lado do meu.

    Tendo descoberto, fizeram requerimento às finanças para mudar as confrontações de forma a ficar “igual” ao 5900… só que esse tem 3400 metros e o que fica ao meu lado só tem 1400.

    Os estrangeiros apropriaram-se do restante, vindo roubar o meu terreno. Vim apresentar queixa do que me fizeram hoje e partilho convosco. Não abdicarei de um centímetro da minha terra a favor daqueles desgraçados que tanto mal me têm feito. Tenho a minha família no céu a olhar por mim e outras tantas testemunhas e fotos antigas que certificam o que afirmo».