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Etiqueta: Teatro

  • Rede AZUL lança ciclo de conversas “Sul como Palco” para repensar a cultura no Algarve

    Rede AZUL lança ciclo de conversas “Sul como Palco” para repensar a cultura no Algarve

    A Rede AZUL – Rede de Teatros do Algarve dá início hoje, dia 2 de maio, a um ambicioso ciclo de conversas intitulado “Sul como Palco”, com o objetivo de fomentar a reflexão e o debate sobre o presente e o futuro da cultura na região algarvia.

    Com curadoria de Rui Horta,reconhecido coreógrafo e diretor artístico, o ciclo percorrerá quatro concelhos do Algarve, promovendo encontros entre especialistas, artistas, programadores e o público em geral.

    O ciclo, que se estenderá ao longo do mês de maio, propõe uma análise multifacetada do panorama cultural algarvio, abordando temas cruciais como a relação entre os teatros e o território, a atração de novos públicos, a sustentabilidade das casas da arte e o futuro da criação artística.

    A primeira conversa, intitulada “Teatros e Território”, terá lugar no Centro Cultural António Aleixo, em Vila Real de Santo António, pelas 15h30.

    O painel de oradores contará com a presença de Pedro Adão e Silva, sociólogo, professor universitário e antigo Ministro da Cultura, Ana Umbelino, investigadora, Dália Paulo, diretora municipal e diretora artística do Cineteatro Louletano, e João Galante, diretor artístico da casaBranca A.C.

    A discussão centrar-se-á na importância dos teatros como agentes de desenvolvimento local e na sua capacidade de promover a coesão social e territorial.

    No dia 9 de maio, o Cineteatro Jaime Pinto, em São Brás de Alportel, será palco da conversa “Quem vem ao teatro é quem ainda não vem”, que terá como foco a questão da fidelização de públicos e a necessidade de atrair novos espetadores para as salas de espetáculo.

    Américo Rodrigues, diretor-geral das Artes, Raquel Ribeiro dos Santos, programadora de participação na Culturgest, Paulo Francisco, programador do Auditório Carlos do Carmo (Lagoa) e João Costa, diretor artístico da Mãozorra, partilharão as suas experiências e perspetivas sobre esta temática desafiante.

    A 16 de maio, a reflexão desloca-se para Vila do Bispo, onde o Centro de Interpretação da Lota de Sagres acolherá a conversa “As Casas da Arte: a curadoria, as equipas, as redes e a sustentabilidade”. Delfim Sardo, professor universitário e curador de Artes Visuais, Rui Torrinha, diretor artístico da Oficina (Guimarães), Gil Silva, Diretor do Teatro das Figuras (Faro) e Nuno Pereira, presidente do LAC – Laboratório de Atividades Culturais (Lagos) debaterão as estratégias para garantir a viabilidade e o sucesso das instituições culturais, abordando questões como a gestão de equipas, a criação de redes de colaboração e a importância da curadoria.

    O ciclo “Sul como Palco” encerrará no dia 23 de maio, no café-concerto do TEMPO, em Portimão, com a conversa “O Futuro do Futuro: Criação artística, comunidade, reinvenção”. Cláudia Galhós, jornalista e escritora, Mónica Guerreiro, investigadora e diretora artística do Ponto C (Penafiel), José Viegas, chefe de divisão de Cultura da Câmara Municipal de Lagos e Sara Martins, diretora artística da AL-CIA JUVENIL – Companhia Juvenil de Dança Contemporânea do Algarve, serão os protagonistas deste último encontro, que se propõe a imaginar o futuro da criação artística e o seu papel na construção de comunidades mais resilientes e inovadoras.

    A Rede AZUL convida todos os interessados a participarem neste ciclo de conversas, que se apresenta como uma oportunidade única para refletir sobre o futuro da cultura no Algarve e contribuir para o seu desenvolvimento. A entrada é livre.

  • Teatro em Lagoa – Camões

    Teatro em Lagoa – Camões

    A população do concelho de Lagoa ouvirá a poesia ganhar voz, corpo e música num espetáculo que cruza teatro, palavra e emoção.

    Luís de Camões. Uma Voz Escrita!” é a proposta de uma viagem envolvente pela obra de um dos maiores nomes da literatura portuguesa, aproximando o público da riqueza e da intemporalidade da escrita camoniana.

    Em palco, o ator João Loy dá vida aos versos de Camões, num diálogo cénico dinâmico e acessível, acompanhado pela guitarra de Emanuel Ribeiro, que acrescenta sonoridade e sensibilidade a esta experiência única.

    Dirigido aos séniores do concelho, este espetáculo convida à descoberta da força da palavra e da beleza da poesia, numa sessão especial promovida pelo grupo de teatro Associação Coisa Feita.

    6 de Maio de 2026 – 15 âs 16:30

    Sala Polivalente da Biblioteca Municipal de Lagoa
     

  • Prémio Nova Dramaturgia procura a grande voz feminina

    Prémio Nova Dramaturgia procura a grande voz feminina

    Cepa Torta incentiva escrita por mulheres

    O panorama teatral em língua portuguesa tem uma nova janela de oportunidade.

    Estão oficialmente abertas as candidaturas para a 6.ª Edição do prestigiado Prémio Nova Dramaturgia de Autoria Feminina, uma iniciativa crucial para o reconhecimento e divulgação das criadoras contemporâneas. O prazo para submissão de peças termina a 31 de março.

    Promovido pela Companhia Cepa Torta, este prémio nasce da missão de incentivar, reconhecer e divulgar a dramaturgia escrita por mulheres. A iniciativa visa preencher lacunas no palco e fortalecer as vozes femininas na literatura dramática, garantindo que novas obras cheguem ao público e à crítica.

    A elegibilidade é clara e inclusiva. O concurso destina-se a pessoas singulares, maiores de idade, que se identifiquem com o género feminino — abrangendo escritoras cisgénero e transgénero. O requisito principal é a apresentação de uma obra dramatúrgica inédita e que nunca tenha sido representada publicamente.

    O reconhecimento da obra vencedora é multifacetado e altamente valorizado no meio. Além de um prémio pecuniário de 1.000 euros, a autora garante a edição em livro da sua peça, fruto de uma parceria com a editora Douda Correria. Mais importante, a peça será integrada na programação de 2026 do Festim Esta noite grita-se, assegurando a sua produção e estreia perante o público.

    Ao longo das suas cinco edições, o prémio já se estabeleceu como um marco, distinguindo talentos emergentes e consolidados. Entre as autoras laureadas encontram-se Sabrina Marthendal, vencedora da 5.ª edição com a peça ‘Pedral’, e Luz Ribeiro, distinguida pela obra ‘Lacuna’ na edição anterior. Nomes como Sofia Perpétua, Maria Giulia Pinheiro e Lara Mesquita também figuram na lista de vencedoras, atestando o impacto da iniciativa.

    A Companhia Cepa Torta convida todas as dramaturgas a apresentarem as suas criações. Os regulamentos completos da 6.ª edição, bem como um conjunto de Perguntas Frequentes (FAQ) que ajudam a esclarecer dúvidas, estão disponíveis para consulta. Em caso de necessidade de esclarecimentos adicionais, as interessadas podem contactar a organização através do email producao@cepatorta.org. Não perca a oportunidade de partilhar a sua escrita e fortalecer a dramaturgia feminina em Portugal.

  • O Teatro em Voz Alta Regressa

    O Teatro em Voz Alta Regressa

    O popular festival de leituras encenadas da Companhia Cepa Torta está de volta para a sua 9.ª edição, prometendo uma temporada outonal e invernal repleta de drama e inovação.

    Entre outubro e dezembro, o público terá acesso a uma programação diversificada que celebra o teatro em voz alta, estendendo a sua presença a novos palcos em Lisboa, Faro e, pela primeira vez, a Lagos, incluindo o Centro Cultural local.

    A abertura do festival está marcada pela sátira “O Senhor Biedermann e os Incendiários“, de Max Frisch. Este ano, o evento mantém o foco nas leituras interpretadas de cinco peças teatrais, contando com elencos recheados de nomes reconhecidos das artes cénicas e sessões especiais que incluem conversas com o público, reforçando o diálogo cultural.

    A 9.ª edição distingue-se pela introdução de novidades importantes. Destaca-se a 5.ª edição do prestigiado Prémio Nova Dramaturgia de Autoria Feminina, essencial para promover novas vozes no panorama nacional.

    Além disso, o festival inova com a estreia de uma oficina de leitura aberta ao público geral, agendada para 1 e 2 de novembro na Biblioteca de Alcântara – José Dias Coelho, com inscrição de 5 euros. O público pode ainda acompanhar a escrita teatral através dos novos episódios do podcast “Esta Noite Grita-se”.

    No campo das leituras, o mês de novembro traz obras de grande relevância, como “Barrete de Guizos”, do mestre Luigi Pirandello, e “Vemo-nos ao nascer do dia”, de Zinnie Harris. O grande destaque de encerramento será “Pedral”, de Sabrina Marthendal, a obra vencedora da 5.ª edição do prémio.

    Esta peça será apresentada num espetáculo de elevado perfil na Fundação Calouste Gulbenkian, além de ter apresentações nos palcos algarvios de Faro e Lagos, culminando a temporada. A Companhia Cepa Torta aproveita ainda para fazer circular a sua produção “É e Não É, ou a verdadeira história dos guardas que prenderam Antígona” por vários teatros nacionais, numa iniciativa dedicada a aproximar jovens e famílias da experiência teatral.

    Para garantir a presença neste festim cultural, os bilhetes podem ser adquiridos através da BOL ou diretamente nos espaços no dia das sessões. Para as sessões em Lisboa, é possível efetuar reserva antecipada, contactando a produção via e-mail (producao@cepatorta.org) ou telefone (924 744 056).

  • Linguagem gestual no Teatro das Figuras

    Linguagem gestual no Teatro das Figuras

    As problemáticas árduas de homens meninos, de mães que perderam filhos, de mulheres meninas que ficaram viúvas e de filhos que ficaram órfãos, mas também de afetos, compreensões e incompreensões que emergiram dessa situação de acesa conflitualidade.

    A narrativa está centrada numa experiência colonial nossa, portuguesa e africana, mas os comportamentos humanos, as suas causas e consequências, são de todas as geografias. No que nos diz respeito, felizmente houve ABRIL. Luís Vicente, é responsável pela dramaturgia e encenação de «Suplicantes».

    A peça incide, essencialmente, sobre uma história de encontros e desencontros históricos circunstanciais, memórias suplicantes que se desvendam por via de uma narrativa que apela ao sentido de humanidade.

    cultura
  • Em setembro haverá 2ª edição da Aguarte

    Em setembro haverá 2ª edição da Aguarte

    A empresa Águas do Algarve renovou o protocolo com a Delegação de Faro/Loulé da Cruz Vermelha Portuguesa, para ser realizaada uma nova edição do Projeto de educação pela arte «Aguarte – Torna-te Água».

    Consideram que o sucesso da primeira edição, em 2022, que abrangeu setecentas pessoas, justifica que se dê continuidade a este trabalho desenvolvido para a consciencialização social da água no desenvolvimento pessoal, humano e comunitário.

    A Água surge no Aguarte como arquétipo ligado às emoções, conectado a tudo aquilo que nos torna humanos: as sensações, as emoções e sua expressão artística, tendo sido esse o foco no desenvolvimento dos trabalhos da 1ª edição.

    Agora, surgirá uma perspetiva de «infusão ancestral de profundo respeito à Água e difusão destes conhecimentos enraizados na cultura portuguesa instintiva de cuidado com o líquido da vida».

    Com datas marcadas para 19, 20, 21 e 22 de setembro no Teatro Lethes, em Faro, o Aguarte levará a voz dos anciões recheados de sabedoria até cerca de 600 jovens do 3º ciclo e ensino secundário.

    O Aguarte conta com a colaboração do encenador e produtor Pedro Monteiro que permite o nascimento de uma obra criativa que é o mais puro reflexo dos seus intervenientes.

    Tal como a água se reflete a si mesma como um espelho da sua essência, esta também será uma peça de teatro que espelhará o âmago da sabedoria de cada elemento que constitui o projeto Aguarte.

    Há um respeito às contribuições e partilhas de cada membro do grupo e é nestas partilhas que é construído ao saber a difundir à comunidade.

    Além dos jovens, pretende-se levar também o projeto Aguarte a mais 4 espetáculos direcionados à população em geral de 4 municípios algarvios em datas e locais que serão brevemente anunciados.

    A acompanhar as exibições teatrais, teremos a exposição “Lixarte – Transformar o lixo em arte”, cujo objetivo é sensibilizar a população para a poluição das águas e oceanos origem da vida na Terra, pretende também sensibilizar para a reutilização dos plásticos e ressignificação destes no ambiente.

    A água é a chave para um desenvolvimento sustentável equitativo.

  • Angústia sobre o futuro no Teatro Lethes

    Angústia sobre o futuro no Teatro Lethes

    Metade dos trabalhadores da Companhia de Teatro do Algarve , ACTA , seis, já foram para o desemprego desde o início do ano e um outro deverá seguir o mesmo caminho ainda este mês. o que deixa a direção angustiada, segundo Luís Vicente.

    O motivo é atribuído à falta do apoio do Estado, e a ACTA decidiu adiar a estreia da peça “O Marinheiro”, de Fernando Pessoa, prevista para o próximo dia 28 de julho, devido à falta de verbas para apoios pontuais para a Criação-Teatro da Direção-Geral das Artes, embora existam esperanças de estreia estreia a 3 de Novembro próximo, no caso chegue o apoio.

    A ACTA , excluída em 2022 do Programa de Apoio Sustentado, na modalidade de Teatro, para quatro anos, está agora a aguardar os resultados do Concurso Pontual de Apoio à Criação-Teatro da Direção-Geral das Artes, inicialmente previstos para final de maio, e já com anúncio para julho.

    Luís Vicente queixa-se do sistema que «permitiu uma companhia da Amadora, o Teatro do Elétrico, ter ficado com as verbas previstas para o Algarve do Programa de Apoio Sustentado para o quatriénio», fazendo com que Lisboa tenha Teatro com as verbas do Algarve-

    “Em Lisboa está a acontecer teatro com verbas do Algarve. Não é normal”, desabafou Luís Vicente, acrescentando que também não acharia normal “se o ACTA concorresse a apoios de outros distritos do país”.

  • Uma caixa de perguntas na Mina de S.Domingos

    Uma caixa de perguntas na Mina de S.Domingos

    A comunidade local participa activamente na sua criação, sendo o texto e encenação de Miguel Maia, sendo considerada a maior produção do projeto MALACATE, que tem mobilizado diversos habitantes da Mina de S. Domingos, nos últimos meses, nas diferentes fases de investigação, criação, construção de figurinos, cenários e ensaios.

    O Caixa de Perguntas é um espetáculo teatral que contará com a participação de muitos habitantes da Mina e do seu conhecido grupo coral, para além do elenco de atores profissionais convidados.

    Tem uma fábula associada, com o seguinte argumento: “Em pleno séc. XXII, há uma aldeia onde mora um grande mecanismo chamado sem-fim, fonte de prosperidade e felicidade de um povo que habita sempre no presente. Neste grande centro tecnológico os dias são iguais mas nem por isso menos felizes – vive-se sempre agora. Mas num destes dias sempre iguais a aldeia recebe a visita de um estranho forasteiro que tem um simples pedido a fazer-lhes. A partir daí nada será como dantes. Ou aliás, como agora“.

    No cruzamento com o mito da caixa de Pandora e um reflexão sobre o que é a memória, num lugar tão fértil como a Mina, o projeto inclui uma forte componente audiovisual, consumando uma ideia de transdisciplinaridade e de confronto de linguagens que interessa explorar, para além de reforçar o caráter impressivo do espetáculo, enquadrado por uma das ruínas mais significativas do lugar – o cais do minério – um paredão de pedra de grandes dimensões, ocupado aqui e ali por aberturas, antigos postigos de desembarque do minério que logo ali ao lado via a luz do dia após a extração.

    “Caixa de Perguntas” é um espetáculo inserido no projeto MALACATE – um projeto de intervenção artística multidisciplinar criado especificamente para a Mina de São Domingos (Mértola): um local com marcante passado de exploração mineira, de que é prova o edificado industrial de impressivo valor estético que ainda subsiste.

    Fotos promocionais de Mário Jerónimo Negrão.
  • Companhia de Teatro do Algarve agradece apoios

    Companhia de Teatro do Algarve agradece apoios


    A ACTA expressou publicamente o seu «sincero agradecimento, extensivo a entidades da região, do país e também do estrangeiro» pelas manifestações de apoio que lhe têm chegado face à «exclusão da ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve do financiamento Público no âmbito do Concurso da DGArtes de Apoio Quadrienal às Artes, 2023/26».

    Notam que tais manifestações têm vindo a assumir formas que ultrapassam o inicial momento expresso por via de palavras de incredibilidade e indignação: «são elas afirmativas no sentido da continuidade do trabalho da ACTA e dos desígnios que tem evidenciado ao longo de 25 anos de atividade, artísticos, culturais, sociais, pedagógicos…


    Entendem que «graças a tão expressivo apoio, estamos a encetar, reformuladamente, um conjunto de medidas em parceria com os municípios da região dos quais em tempo, daremos notícia – sendo que em alguns casos, por outras vias, terão já, de algumas, conhecimento».

    Dá conta de que, durante o mês de Fevereiro, submeteram a concurso dez candidaturas aos Apoios Pontuais da referida DGArtes e aguardam «expectantes o que irá acontecer», sendo que apenas em Maio próximo podem dar notícia.

  • Comédia «Seu nome próprio Maria!» na vila pombalina

    Comédia «Seu nome próprio Maria!» na vila pombalina

    A Companhia de Teatro «II Acto» leva ao palco do Centro Cultural António Aleixo, em Vila Real de Santo António, nos próximos dias, 3, 8 e 10 de agosto, sempre às 21:30 horas, no Centro Cultural António Aleixo, , a comédia «Seu nome próprio Maria!».

    No argumento do espetáculo, é recriado o dia de aniversário da protagonista da história, que faz um retrato das suas ambições, fraquezas, vitórias e sonhos num ambiente intenso e envolvente. «Um hino a todas as Marias, numa peça memorável para toda a família».

    João Frizza é um ator Vila Realense que trinfou na comédia e tem sido visto em vários espetáculos nacionais, nos écrans da Televisão.

    Os bilhetes encontram-se à venda no Centro Cultural António Aleixo, de segunda a sexta-feira, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00, e no dia do espetáculo a partir das 19h00 e há uma bilheteira online www.bol.pt.

  • Celebração teatral «Sai da Frente»

    Celebração teatral «Sai da Frente»

    Conflitos sociais e humanos, numa comédia interpretada por vizinhes e para vizinhes. O Teatro de «VizinhEs» – Faro é um grupo de Teatro Comunitário, composto por vizinhos e vizinhas de Faro, de todas as idades, origens e extratos sociais.

    O projeto tem como objetivo ser um espaço de reflexão, jogo, criação e expressão artística, um espaço de desenvolvimento coletivo, de encontro entre vizinhes e para vizinhes. A sua prática é apoiada na ideia de arte e transformação social.

    Créditos: Teatro das Figuras /Luísa Mela /Facebook

  • Teatro do Alentejo convida Espanha

    Teatro do Alentejo convida Espanha

    O FITA está previsto para os dias 5 a 14 de maio, deste ano. António Revez, diretor artístico da Lendias d’Encantar, entidade organizadora do certame anunciou ser esta uma aposta clara no reforço da internacionalização do FITA e na criação de elos de ligação entre os dois países da Península Ibérica através da arte. Entende ainda ser esta a afirmação no contexto da cultura ibero-americana.

    Será a 5 de Abril, na casa do embaixador de Portugal em Espanha, num evento onde, além de António Revez, estará presente o embaixador, João Mira Gomes, e o presidente da Região de Turismo do Alentejo e Ribatejo, Vítor Silva que a programação da edição deste ano do FITA será apresentada.

    A apresentação inclui um momento musical com e compositor Paulo Ribeiro e a degustação de produtos alentejanos.

    No ano de 2021 o FITA esteve em oito localidades, durante dez dias, realizando 30 espetáculos de países ibero-americanos, mais Moçambique, com a participação de 70 artistas das artes cénicas e programadores convidados de diversos países.

  • Teatro em Loulé «Perfil Perdido»

    Teatro em Loulé «Perfil Perdido»

    Hoje e amanhã em Loulé pode ver «Perfil Perdido», uma produção conjunta do Cineteatro Louletano com o São Luiz Teatro Municipal, Teatro Nacional S. João e Centro Cultural Vila Flor, explora a relação pai-filho num espectro alargado, como um estaleiro e arena onde entram em jogo espaços, tempos e estados feitos da tensão entre o que é domesticável e o que é indomável. Entre a animalidade e a humanidade. Corpos em metamorfose e desdobramento.

    Criada em estreita relação com os dois artistas singulares que estarão no palco, Beatriz Batarda e Romeu Runa, a peça aborda questões de género, filiação, domesticidade e os limites entre realidade e ficção.

    Continuando a sua exploração sobre as formas de representação, Marco Martins parte destas premissas para criar um espetáculo que cruza linguagens para abordar questões ligadas à perceção e condicionamento implícitas nas nossas noções e experiências de descendência e ascendência.

    Ver ficha do espetáculo