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Etiqueta: Tavira

  • Portugal defende título em Tavira

    Portugal defende título em Tavira

    Está prevista a presença do presidente da ANSR, Rui Ribeiro, na cerimónia de entrega dos prémios às equipas vencedoras dos campeonatos nacionais, que terá lugar no dia 21 de abril, domingo, às 16:30 horas, no Parque de Feiras Exposições de Tavira.

    O nosso País vai defender o título de campeão mundial conquistado no ano passado em Lanzarote, Espanha, onde estiveram presentes 67 equipas de todo mundo, tendo a prova sido vencida pela equipa do Regimento de Sapadores de Bombeiros de Lisboa.

    Os Campeonatos Nacionais de Trauma e Desencarceramento 2024 contam com a participação de 15 equipas de desencarceramento e 40 equipas de trauma provenientes de diversos locais de Portugal continental e Ilhas.

    A organização é da Associação Nacional de Salvamento e Desencarceramento (ANSD), em colaboração com o Corpo de Bombeiros Municipais de Tavira.

    No âmbito desta temática, a Resposta Pós-Acidente é um dos elementos do Sistema Seguro e está também incluída na Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária – Visão Zero 2030 como uma das áreas chave de intervenção.

    Os cuidados médicos pós-acidente e a rapidez com que o socorro chega ao local do acidente podem significar a diferença entre a vida e a morte.

    Assim, a Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária – Visão Zero 2030 irá contemplar um programa com medidas específicas para a Resposta Pós-Acidente.

    Nestas respostas está incluída, a formação sistematizada das equipas de emergência e salvamento, para reduzir os tempos de desencarceramento, bem como a elaboração de planos de ação para diminuir os tempos de socorro.

  • Mobilidade sustentável sob polémica em Tavira

    Mobilidade sustentável sob polémica em Tavira

    O Plano de Mobilidade Sustentável da Cidade de Tavira (PMSCT) tem sido um tópico de debate intenso na comunidade local. O plano, que visa melhorar a mobilidade e acessibilidade na cidade, enfrenta oposição de vários grupos, incluindo o partido PAN (Pessoas – Animais – Natureza) e movimentos cívicos.

    As críticas centram-se na falta de participação pública no desenvolvimento do plano e nas preocupações com o impacto ambiental e patrimonial das propostas.

    O PMSCT inclui medidas como o encerramento do trânsito rodoviário nas frentes ribeirinhas durante o verão e a criação de zonas de estacionamento. No entanto, o PAN argumenta que o plano carece de uma abordagem integrada que considere o desenvolvimento e a mobilidade urbana em conjunto com a preservação do legado patrimonial e ecológico de Tavira.

    A proposta de prolongar a via de trânsito automóvel até ao Jardim Público e a reestruturação do Jardim da Corredoura são pontos específicos de contestação. O partido e os movimentos cívicos expressam preocupações sobre a interrupção do espaço verde e a segurança dos pedestres, especialmente idosos e crianças.

    O processo de consulta pública do PMSCT está aberto até 21 de março, e todos os interessados são encorajados a enviar contribuições. Este período representa uma oportunidade para os residentes de Tavira e partes interessadas influenciarem o futuro da mobilidade na cidade, assegurando que as suas vozes sejam ouvidas e que o plano final reflita as necessidades e valores da comunidade.

    A mobilidade sustentável é um desafio global, e as cidades por todo o mundo estão a explorar formas de reduzir a dependência de veículos motorizados e promover alternativas mais verdes. O caso de Tavira destaca a importância da participação cidadã na criação de políticas públicas que afetam diretamente a qualidade de vida urbana. Afinal, são os residentes que vivenciam diariamente as consequências dessas decisões.

    : Green Savers com Lusa
    : Região Sul.pt

  • Plaza de Tavira substitui Tavira Gran Plaza

    Plaza de Tavira substitui Tavira Gran Plaza

    O Tavira Gran Plaza, é agora conhecido como Plaza de Tavira e celebra uma nova era sob a gestão do Fundo Ibéria Shoppings.

    Desde 20 de março, o centro comercial não só adotou um novo nome, como passou por uma remodelação completa ds imagem e estratégia de comunicação, com o objetivo de se estabelecer como o principal ponto de encontro do Sotavento Algarvio.

    Com a promessa «Tudo se Plaza Aqui», o Plaza de Tavira está pronto para se tornar um símbolo de renovação e vitalidade para os residentes e visitantes da cidade.

    A transformação inclui uma nova identidade visual que evoca um sol radiante, trazendo vida e alegria ao cotidiano das pessoas. Além disso, o centro está a expandir a sua variedade de marcas e serviços e a intensificar as experiências de lazer para famílias.

    Este período de mudança é acompanhado por investimentos significativos em infraestrutura e serviços, incluindo novas áreas de descanso, sinalização aprimorada, comunicação digital, acesso externo e iluminação melhorados,casas de banho remodeladas e local de restauração com um desenho moderno e convidativo.

    João Xavier, diretor de retail da Widerproperty e gestor do centro comercial, afirma que o Centro reforça o compromisso com a inovação e criatividade, na construção do novo Tavira Plaza, que se abre totalmente à comunidade e diz contar a sua presença do público.

    O Plaza lança o Centro das Conversas, parte do seu programa de comunicação e eventos que também terá um impacto social desejado como positivo.

    Em cada evento, o convidado de honra escolherá uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) da região para receber uma doação do Plaza, reforçando assim seu compromisso com o bem-estar da comunidade local.

  • Desfibriladores em São Brás de Alportel

    Desfibriladores em São Brás de Alportel

    A decisão permitiu capacitar a rede de desfibrilhadores da vila, aumentando de dois para 11 os equipamentos de primeira resposta a situações de paragem cardiorrespiratória.

    No 1 de março, Dia Internacional da Proteção Civil, em ação promovida pelo Serviço Municipal de Proteção Civil foi realizada visita de alguns parceiros deste projeto, nomeadamente Bombeiros Voluntários, GNR e Agrupamento de Escolas, tendo sido realizado teste ao seu funcionamento a um dos equipamentos instalados, junto à Escola Secundária,

    Até ao momento, estavam instalados dois desfibrilhadores automáticos no Pavilhão Municipal Dr. José de Sousa Pires e nas Piscinas Municipais Cobertas, equipamentos que concentram grande número de utentes, e quatro nos veículos de socorro do Corpo de Bombeiros Voluntários de São Brás de Alportel.

    Os quatro novos equipamentos estão instalados em espaços públicos: junto à Escola Secundária José Belchior Viegas, zona que abrange o Quartel GNR e área de grande densidade habitacional; junto à Escola Poeta Bernardo de Passos e Parque de Desporto e Lazer (que integra Campo de Futebol Municipal – Sintético, Skate Parque, Campo de Basquetebol e Complexo de Petanca), perto do Centro Escolar com diversos equipamentos de ensino, uma creche e uma área habitacional; junto ao Mercado Municipal, em pleno centro urbano que concentra a maioria dos estabelecimentos comerciais e a zona de maior densidade habitacional e também no Centro Histórico, na proximidade da Câmara Municipal, Biblioteca Municipal, Centro de Artes e Ofícios, Piscinas Descobertas e Igreja Matriz.

    Os novos equipamentos já instalados nas zonas exteriores já estão em funcionamento e aguardam apenas o licenciamento pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

    A autarquia local considera que «esta é uma medida fundamental para a proteção civil e segurança da comunidade, que o Município espera que possa ser uma mais-valia e possa fazer diferença na assistência a quem sofra uma paragem cardiorrespiratória. Este projeto integra a constituição de um largo grupo de cidadãos voluntários que se disponibilizam para colaborar nesta missão cívica que pode salvar vidas».

    Entretanto, o Município de São Brás está a promover ações de formação de suporte básico de vida com desfibrilhador automático externo para operacionais que laboram nas proximidades destes equipamentos.

    Em sintonia com este esforço municipal, numa parceria com o Agrupamento 1330 de São Brás de Alportel do Corpo Nacional de Escuteiros, foi também adquirido pelo município um desfibrilhador com respetiva formação de alguns elementos do agrupamento para que possam estar aptos a agir rápida e eficazmente perante situações de PCR, permitindo assim ter também um desfibrilhador móvel para apoio à atividade escutista e a eventos do município.

    Importa recordar que, segundo o Instituto Nacional de Emergência Médica, os casos de morte súbita cardíaca assumem números assustadores a nível nacional, registando-se mais de 10 mil ocorrências anuais. Em caso de paragem cardiorrespiratória (PCR) todo o tempo conta. Estima-se que em cerca de 57 por cento das PCR registadas não sejam realizadas manobras de reanimação, e existe apenas um desfibrilhador automático externo por cada 10 mil habitantes, pelo que em média só três por cento das pessoas que sofrem uma PCR em ambiente pré-hospitalar sobrevivem.

  • João Neves pode não sair para já

    O tavirense João Neves estará disposto a ficar no Benfica na próxima temporada, segundo apurou o Mais Sport, adiantando que o médio, de 19 anos, está sensibilizado com o apoio que recebeu depois da morte da mãe.

    Fala-se que o jovem tem recebido propostas para deixar o clube no verão, porém ele parece não esquecer as manifestações de solidariedade de que foi alvo por parte do plantel, dirigentes e adeptos benfiquistas, que nunca o deixaram de apoiar, no momento mais difícil da sua vida.

    Assim, ainda segundo aquele jornal, João Neves deixou nas mãos do presidente Rui Costa a decisão sobre a sua venda no final da temporada, sendo que não ficará contrariado no clube.

  • Detidas por roubo em Luz de Tavira

    No dia 28 de fevereiro, o Comando Territorial de Faro deteve duas mulheres, de 23 e 31 anos, por roubo na Luz de Tavira.

    Durante uma ação de patrulhamento, os militares abordaram uma viatura com dois homens, de 21 e 28 anos, que se ocultaram ao ver a viatura da Guarda.

    Durante a abordagem, os militares receberam um alerta de roubo. Um dos militares foi ao local e viu um grupo de pessoas perseguindo duas mulheres. Uma das mulheres, de 23 anos, foi abordada e encontrada com o fio de ouro roubado. A outra mulher, de 31 anos, foi interceptada por populares e entregue à GNR.

    O comportamento doa homwenas abordados levantou de imediato indícios de que a sua presença estaria relacionada com a situação em apreço.

    A mulher de 23 anos foi detida por roubo a um idoso de 74 anos. Foi descoberto que ela havia tentado roubar um fio de ouro de um homem de 64 anos. Os outros três membros do grupo foram constituídos arguidos.

    Com a colaboração da Polícia de Segurança Pública de Tavira, foi possível associar este grupo a outros crimes no Norte do país. A mulher de 31 anos era suspeita de um roubo ocorrido em 14 de novembro de 2023, em Ferreiras, Albufeira. Além do fio de ouro, foram apreendidos três telemóveis, 268,38 euros em dinheiro e o veículo usado pelo grupo.

    As detidas serão apresentadas no Tribunal Judicial de Tavira e Portimão, respectivamente, para aplicação das medidas de coação.

  • Vítor Cardeira e o lembrar da mãe de João Neves

    Vítor Cardeira e o lembrar da mãe de João Neves

    Com a devida vénia e o mais profundo respeito pelo Vítor e pelo brilho da sua prosa, aqui fica o texto que publicou no Facebook, para conhecimento dos nossos leitores.

    «De carinha redonda, sorriso aberto, o sorriso da mãe, a alegria da Sara, a cidade de Tavira viu-o crescer como outra qualquer criança traquina e alegre. Alguns, que se acham especialistas na arte da bola, viram naquele menino uma forma diferente de tocar na bola, uma capacidade de ocupar o espaço que o tornava pequeno para os outros e uma avenida para ele. Uma garra que o tornava maior do que os maiores. Por isso, ainda menino, foi para a “academia” de um dos “grandes”. A Sara sofreu, o João sofreu! Separar um filho de uma mãe é doloroso. Mas, era para o seu bem. Era o que o menino queria! E o menino, ainda menino, chegou ao mais alto patamar do futebol português: campeão europeu junior, campeão nacional de futebol, estreia na seleção nacional, aos 18 anos.
    Hoje a cidade de Tavira, onde todos nos conhecêmos, acordou em choque. A Sara morreu. Embora já a soubéssemos doente. Com essa terrivel “doença prolongada”, não pudémos deixar de ficar de rastos com esta terrível notícia.
    Ninguém pode calcular a dor e o sofrimento do João! Eu que tive o privilégio de ter a minha mãe comigo durante 65 anos, e que ainda hoje não consigo livra-me da dor intensa de a ter perdido, nem consigo imaginar como se pode sentir um menino ao perder a sua, ainda uma jovem, com tantos anos pela frente.
    Coragem e força, João!

    José Estêvão Cruz
  • Balsa é cidade romana exposta em Tavira

    Balsa é cidade romana exposta em Tavira

    Há a promessa aos visitantes de uma viagem ao passado de dois mil anos, até às origens urbanas do Algarve.

    Há cerca de 150 anos, o tavirense Estácio da Veiga, pioneiro da Arqueologia Portuguesa, constituiu o «Museu Arqueológico do Algarve», considerada uma «notável compilação de peças dos diferentes povos e civilizações do Algarve, onde se destacavam os artefactos oriundos da cidade romana de Balsa, nunca chegaram a ser expostos nesta região».
    A mostra pública deste «museu» acabaria por ocorrer, mas, em Lisboa, em 1880, estando na origem do atual Museu Nacional de Arqueologia.


    Uma entre esta instituição, o Município de Tavira e a Universidade do Algarve, através do seu Centro de Estudos em Arqueologia, Artes e Ciências do Património (CEAACP), boa parte do acervo de Balsa daquele Museu Nacional pode agora ser apreciado no Museu Municipal de Tavira – Palácio da Galeria.

    Trata-se de uma exposição sobre o centro urbano que há dois mil anos se desenvolveu nas margens da ria Formosa, perto de Luz de Tavira, Intitulada Balsa, Cidade Romana, que reúne ainda peças de vários outros museus da região e do país, como o Museu Arqueológico do Carmo, o Museu Municipal de Faro, o Museu Municipal de Olhão, o Museu Paroquial de Moncarapacho, bem como de emprestadores particulares, oferecendo uma visão abrangente do património histórico da cidade de Balsa.

    Ao longo de várias salas, são ilustrados diferentes aspetos desta antiga cidade, desde as primeiras referências, ao seu desaparecimento e à história da sua descoberta. São dados a conhecer alguns dos seus habitantes e os aspetos do seu quotidiano, bem como as atividades económicas, as preocupações com a saúde, com a beleza ou os rituais funerários de alguns balsenses.

    Comissariada pelos arqueólogos João Pedro Bernardes (Universidade do Algarve) e Celso Candeias (Município de Tavira), Balsa Cidade Romana é ainda fruto das últimas investigações realizadas no terreno, no âmbito do projeto Balsa, Searching the Origins of Algarve, prometendo desvendar mistérios e esclarecer equívocos sobre esta cidade que tem captado a curiosidade de muitos.

    A exposição estará patente até 28 de setembro de 2024 e o Museu Municipal de Tavira convida a visitar as memórias de uma cidade romana algarvia e a descobrir a rica história cultural do Algarve.

  • Natal em Tavira

    Natal em Tavira

    Os festejos natalícios incluem inúmeras ofertas, como é o caso da iluminação, música, circo, animação de rua, mostras de artesanato, demonstrações culinárias, fogo-de-artifício, presépio e charolas. As celebrações iniciam-se, no Mercado da Ribeira, com espetáculos de música e circo. Eis o calendário divulgado pela autarquia:

    • Dia 01 | 16h00: Grupo de Cantares Lado a Lado
    • Dia 02 | 16h00: Pérolas do Gilão da Sociedade Orfeónica
    • Dia 03| 16h00: Grupo de Cantares de Cachopo Searas de Outono
    • Dia 08 | 16h00: Animação com acordeonistas
    • Dia 09 | 16h00: Melliflows
    • Dia 10 | 16h00: Tuna da Academia Sénior
    • Dia 16 | 16h00: Grupo Coral Tavira e Grupo Coral Unitum Voces
    • Dia 17 | 15h00: St. Domimic’s Gospel Choir
    • Dia 18 | 15h00: Adiafa no Natal dos Reis
    • Dia 19 | 15h00: Christmas on Broadway
    • Dia 20 | 15h00: “Cantos do Natal” – músicas tradicionais portuguesas: César Prata (voz, guitarra), Sara Vidal (voz, harpa celta, adufe) e Quiné Teles (percussão, voz)
    • Dia 21 | 15h00: Quarteto da Orquestra de Jazz do Algarve convida Sara Badalo
    • Dia 22 | 15h00: Espetáculo de Natal pelo Circo Dallas
    • Dia 23 | 16h00: Coro Jubilate Deo

    No âmbito das comemorações do 10º aniversário da Dieta Mediterrânica realiza-se, no dia 02, pelas 10h30, no Mercado Municipal, a demonstração culinária “A Dieta Mediterrânica à Mesa” com o Chef Arnaldo Correia, a Chef de Pastelaria Teresa Chagas e o Escanção João Arcanjo.

    Segue-se, pelas 12h00, a atuação do Rancho Folclórico de Santo Estêvão. Também, no dia 16, pelas 10h30, decorre, no Mercado Municipal, uma demonstração culinária de Natal.

    O espaço da antiga lota, numa organização das associações ASTA, Almadrava e Albacora com o apoio do Município, acolhe, de 01 a 03, de 08 a 10, de 16 a 23 e nos dias 30 de dezembro, 06 e 07 de janeiro, entre as 10h00 e as 18h00, e, no dia 24 de dezembro, entre as 10h00 e as 13h00, as mostras de artesanato de Natal e Ano Novo. Ainda, neste local, realiza-se, no dia 16, pelas 11h00, o Natal na rua pelo Coro Jubilate Deo.

    Também a Associação para o Desenvolvimento Integrado da Baixa da Cidade (UAC) promove diferentes iniciativas alusivas à época. No dia 08, pelas 11h00, a baixa da cidade recebe o Pai Natal que traz consigo companhia e muita alegria. Os mais pequenos terão a oportunidade de visitar, entre 08 e 25, na Praça da República, a Casinha do Pai Natal e divertir-se no comboio natalício. Os festejos prosseguem com a animação de rua, nos dias 09, 16, 23 e 24, entre as 10h00 e as 13h00.

    Com o objetivo de incentivar o consumo no comércio local, a Associação Baixa de Tavira realiza o habitual Passatempo de Natal, entre 01 de dezembro e 05 de janeiro. Este inclui sorteios semanais e um prémio final, no dia 05 de janeiro.

    De 02 a 30, a Biblioteca Municipal Álvaro de Campos promove a iniciativa “Não há Natal sem Livros”, a qual consiste na sugestão de leitura para que não faltem livros nesta quadra. Entre os dias 19 e 21, a Biblioteca dinamiza, igualmente, o projeto “Leituras de Natal”. Destinado a crianças entre os 05 e os 12 anos, este passa pela dinamização de sessões que fomentem a reflexão em torno dos valores humanos, ético-ambientais, assim como da importância do convívio fraterno.

    No dia 22, pelas 21h30, terá lugar, na Igreja de Nossa Senhora do Carmo, a atuação da Banda Musical de Tavira, sendo que, no dia seguinte, no mesmo local e horário, realiza-se o Concerto de Natal pela Orquestra do Algarve e coro. No dia 23, pelas 10h00, a baixa da cidade é presenteada com uma arruada pela Al Fanfarre.

    Para a última noite do ano, de 31 de dezembro para 01 de janeiro, o Município de Tavira programou festa a partir das 22h30, na Praça da República, com o grupo Função Publika. Nas doze badaladas, na Ponte dos Descobrimentos, o espetáculo piromusical dá as boas vindas ao novo ano. A animação continua, na Praça da República. A encerrar a celebração desta noite de diversão, está a música e a animação do DJ Jinga.

    O concerto de Reis terá lugar, no dia 06 de janeiro, pelas 21h30, na Igreja de Nossa Senhora do Carmo, com as Damas de São Carlos (quinteto – orquestra de cordas camerísticas).

    No dia 07, pelas 15h00, o Mercado da Ribeira é palco do XXXVII Festival de Charolas, o qual conta com a participação de grupos de todo o concelho.

    Os Bombeiros Municipais de Tavira voltam a cumprir a tradição com a criação de mais um Presépio de Natal com centenas de figuras, o qual poderá ser visitado, diariamente, até dia 07 de janeiro.

  • Moeda de Balsa é peça do mês no Museu de Tavira

    Moeda de Balsa é peça do mês no Museu de Tavira

    Este mês estão a apresentar uma peça única da sua coleção, uma moeda de chumbo cunhada na antiga cidade romana de Balsa, localizada nas proximidades de Luz de Tavira. A moeda é datada da época tardo-republicana, meados a finais do século I a.C., sendo um testemunho da vida económica e social daquela cidade antiga.

    «A moeda apresenta imagens de um peixe (atum?) e de um barco, numa clara alusão aos principais recursos económicos da cidade. A legenda “BALSA” está inscrita em carateres latinos de forma abreviada, sendo de realçar que a aparição deste topónimo em moedas é uma das principais evidências da existência daquela cidade romana», lê-se no texto pasrtilhado pelo Museu.

    A moeda, carregada de história, tem um diâmetro de 1,65 cm. É uma pequena moeda e carrega uma grande história!

    (Museu Municipal de Tavira, MMT2443) – Balsa: a história numa moeda
  • Demonstração culinária para diabetes em Tavira

    Demonstração culinária para diabetes em Tavira

    «Diabetes em Movimento» é o nome do programa que, em Tavira assinalou o Dia Mundial da Alimentação, com a realização de uma demonstração culinária, seguida de degustação, no Museu Municipal de Tavira- Palácio da Galeria,

    A ação foi dirigida aos utentes do programa e contou com a colaboração dos alunos do terceiro ano do curso técnico de cozinha e pastelaria, da Chef Jossara Martins da Escola de Hotelaria de Vila Real de Santo António, assim como da nutricionista do ACES Algarve III – Algarve Sotavento, Laura Silvestre Martins.

    O «Diabetes em Movimento», está inserido no Plano de Promoção da Atividade Física do Concelho de Tavira, sendo um programa comunitário de exercício físico para pessoas com diabetes Tipo 2 e resulta de uma parceria entre o município e o ACES Sotavento.

    As sessões vão continuar no Pavilhão Municipal Dr. Eduardo Mansinho, às terças, quartas e sextas, entre as 09:00 e as 11:00 horas, até junho de 2024, sendp a participação é gratuita, mediante referenciação dos médicos e enfermeiros do Centro de Saúde de Tavira.

    A coordenação nacional deste programa é da responsabilidade da Direção-Geral da Saúde, através do Programa Nacional para a Promoção da Atividade Física e do Programa Nacional para a Diabetes.

  • Tavira assegura transporte gratuito aos alunos do concelho

    Tavira assegura transporte gratuito aos alunos do concelho

    Desde a educação pré-escolar ao 12º ano de escolaridade, o município utilizará para o efeito 15 viaturas municipais e carreiras públicas: «Sobe e Desce (núcleo urbano), “Vamus», dentro e fora do núcleo urbano, e comboio. Caso o estabelecimento de ensino sirva alunos de vários concelhos, a oferta deste serviço assume o nível intermunicipal.

    A edilidade garante também o transporte de alunos com necessidades educativas especiais mediante contrato estabelecido com empresa especializada.

  • Moda Tavira 2023 na Praça da República

    A Associação Baixa de Tavira realiza, no próximo dia 1 de outubro, a “Moda Tavira 2023”, pelas 21:30 horas, na Praça da República.
    O evento é apresentado por Santiago Lagoá e conta ainda com a presença de manequins consagrados no mundo da moda e da televisão, como Patrícia Candoso e António Camelier.

    Ao lado dos modelos profissionais irão desfilar os jovens que foram selecionados no casting e a noite será ainda enriquecida com as performances artísticas do grupo D’ Dance Company

    A iniciativa é apoiada pelo Município de Tavira e permite ao comércio local apresentar a sua coleção Outono-Inverno.

  • Em Tavira há uma viagem harmónica pelo acordeão

    Em Tavira há uma viagem harmónica pelo acordeão

    A igreja do Espírito Santo, é um templo rico em história e beleza arquitetónica, proporcionará o cenário perfeito para um concerto que promete explorar a vasta gama de repertório em acordeão, bandonéon e accordina, desde o período Barroco até ao Contemporâneo.

    Nascido, em Faro, em 1979, Gonçalo Pescada é doutorado em Música e Musicologia pela Universidade de Évora e tem uma carreira internacional, apresentando-se como solista em orquestras de vários países e sob a direção de grandes maestros. Atualmente, é Professor Auxiliar no Departamento de Música da Universidade de Évora.

    A câmara municipal de Tavira apela ao desfrutar de uma viagem harmónica, num espaço de grande valor patrimonial!

  • Movimento Cívico nas Cabanas de Tavira responde à autarquia

    Movimento Cívico nas Cabanas de Tavira responde à autarquia

    Consideram, face à –falta de resposta às variadas exposições e pedidos de reunião solicitados por este movimento de cidadãos, em luta por um acesso pedonal–, ser o tempo do esclarecimento público, que lhes é devido.

    Quanto às afirmações de que o Movimento Cívico Por uma ponte pedonal para a ilha de Cabanas «tenha efetuado acusações sem qualquer fundamento» refutam e procuram, exercer o devido o direito de resposta, em outros meios.

    Elencam uma série de exposições, 6 de Abril de 2021 quando solicitaram uma reunião para a qual não obtiveram qualquer resposta, 20 de Dezembro 2021 com nova exposição, «desta vez a comentar o pedido de parecer que a Autarquia enviou com duas opções de travessia pedonal, voltamos a solicitar uma reunião e novamente sem resposta».

    Houve uma nova exposição enviada a 12 de Maio de 2022, para diversas entidades, incluindo a autarquia e, perante as questões pertinentes colocadas, a resposta «foi invariavelmente o silêncio».

    No passado 20 de Agosto, relatam –várias centenas de pessoas, a maioria munícipes de Tavira e muitos turistas, que desde há décadas escolhem Cabanas para desfrutar das suas férias, uniram-se num «Cordão Humano» de apelo, por uma ponte pedonal para a praia a nascente de Cabanas–.

    A iniciativa é considerada «Uma manifestação muito salutar em democracia, para a qual a Senhora Presidente foi previamente convidada, ou no caso de não ter disponibilidade, fazer-se representar, pois entendemos que quem governa deve estar sempre disponível para ouvir quem os sufragou».

    E lamentam que «Mais uma vez, os cidadãos que há cerca de três anos se uniram pelo apelo a uma infraestrutura pública ecológica, segura, inclusiva, para uma praia pública, visitada anualmente por centenas de milhares de pessoas, tenham sido ignorados!».

    Dizem lamentar a ausência da presidente, considerando que «teria tido oportunidade de conhecer o sentimento que une milhares de pessoas, que assinaram a petição»-.

    Dizem não compreende que, passado quase um mês desse evento, que teve a cobertura mediática televisiva e de variados jornais, continuam «sem as respostas que se impõem às variadas questões que temos colocado e sem qualquer comentário ao apelo que os seus munícipes manifestaram de forma tão clara».

    Afirmam falar para que «a Senhora Presidente, entenda que, continuaremos a escrever, a publicar artigos na imprensa e voltaremos a realizar manifestações populares, no exercício de direitos democráticos. Enquanto Movimento de Cidadãos reiteramos a disponibilidade para o diálogo com a nossa Autarquia e a determinação de continuar a luta até à concretização do justo desejo da esmagadora maioria da população de Cabanas e dos seus visitantes. Um dia terá de nos ouvir e terá de responder aos seus munícipes e aos milhares de portugueses que assinaram a petição»-.

    Consideram inaceitável o «descartar de responsabilidade por parte da Câmara Municipal pela atribuição da exclusividade da travessia marítima, atribuindo-a à Docapesca e ao Tribunal. É inconcebível, para além de ilegal, que a Autarquia se recuse intervir em todo esse processo, aguardando passivamente que lhe sejam entregues os contratos já concluídos e assinados.»

    E ara melhor se perceber a estranheza desse posicionamento, apresentam o excerto de resposta a uma exposição que enviaram ao Ministério Público, sobre o caso em apreço.

    Apos varia argumentação de natureza jurídica que aparenta nao inviabilizar as pretensões dos responsáveis pelo movimento cívico, estes dizem registar com regozijo que a presidente « finalmente se assuma como defensora da travessia pedonal».

    E ficam a aguardar uma atitude politicamente responsável por parte da presidente CMT, com a recomendação de que «Agarre o dossiê relativo ao contrato da pretensa travessia marítima, para que o possa avaliar e ajustar às reais necessidades dos munícipes ou, preferencialmente anulá-lo em definitivo, por forma a apresentar uma solução integrada que inclua a acessibilidade pedonal.»

    Na opinião do Movimento Cívico Por uma ponte pedonal para a ilha de Cabanas , numa Zona Lagunar de Uso Restrito, -«não tem cabimento nenhuma travessia marítima massiva. Estamos convictos de que um necessário e desejável estudo de impacto ambiental o comprovará-».

    E reiteram que não é o querer de um grupo de pessoas, é o querer de centenas de cidadãos que no passado dia 20 de Agosto, encheram o passadiço da Marginal e gritaram bem alto aquilo por que lutam.

    A reivindicação da população de Cabanas é a que melhor serve os seus interesses, ignorá-lo será um pesado erro político.

    «Senhora Presidente, assuma para a Autarquia a responsabilidade da acessibilidade pública para a ilha de Cabanas, em conformidade com a Transferência de Competências recentemente concretizada por força do artigo 14º do Decreto-Lei nº 72/2019, de 28 de Maio e do Memorandum assinado em 29 de Maio de 2023, entre a Câmara Municipal de Tavira, representada pela sua Presidente, e a Doca Pesca – Portos e Lotas, SA».

    E, já que se afirma favorável à travessia pedonal, não se fique pelas palavras, faça acontecer.

  • Seis garrafas de litro com beatas

    Seis garrafas de litro com beatas

    As 112 famílias voluntárias que aderiram à eco ação «Caça à Beata» que decorreu, em quatro praias galardoadas com bandeira azul, no concelho de Tavira, Cabanas, Ilha de Tavira, Terra Estreita e Barril, recolheram seis garrafas de litro com beatas de cigarro, atiradas para a areia pelos utentes.

    A iniciativa teve cariz lúdico-ambiental e pretendeu sensibilizar os banhistas para o não abandono de pequenos resíduos em espaço público, nomeadamente, beatas, bem como premiar quem colabora na prevenção e defesa do meio ambiente.

    A ação surgiu no âmbito dos compromissos assumidos com a ABAE – Associação Bandeira Azul da Europa em termos de educação e sensibilização ambiental e contou com a colaboração da empresa municipal TaviraVerde. Teve também o apoio dos concessionários, das empresas de transporte marítimo-turístico, fluvial e do transporte turístico facultado pelo Aldeamento Pedras d’ El Rei.

    Fonte: Município de Tavira
  • Cordão humano em Cabanas de Tavira pela ponte pedonal

    Cordão humano em Cabanas de Tavira pela ponte pedonal

    Historiando o problema, lembram que «Há duas dezenas de anos que a população de Cabanas de Tavira, reivindica um acesso pedonal à sua praia, à qual outrora acedia de forma pedonal, possibilidade que lhe foi retirada quando foi politicamente decidido dragar a ria, apesar do local não constituir canal de navegação e a circulação para nascente ser interdita». 

    Notam depois que, na impossibilidade de se aceder à praia a pé, a travessia da ria começou a ser feita exclusivamente por barco e que tal resultou num «negócio, com destaque para uma delas, a qual, para além da travessia, explora o restaurante da praia, os bares e enorme extensão de palhotas, e à qual a autarquia, à revelia da população, pretende entregar a exclusividade da travessia por mais 25 anos». 

    Notam que estás medidas acontecem na área de Reserva Natural que goza da mais elevada protecção ambiental e está classificada no POOC como Zona Lagunar de Uso Restrito, e o canal tem «águas pouco profundas com tendência ao assoreamento e apenas duzentos metros a separar os cais entre margens, que antes da referida dragagem era uma muito aprazível praia fluvial». 

    A decisão da autarquia levou, há pouco mais de três anos, os cabanenses a constituíram o Movimento Cívico «Por uma Ponte Pedonal para a Ilha de Cabanas», o qual tem vindo a lutar pela construção de um passadiço pedonal à praia, «tendo esbarrado na decisão autárquica de intensificação da travessia marítima, em regime de exclusividade, em notório concluio com a referida empresa». 

    Dizem acreditar, que em causa estão «a defesa de interesses privados com prejuízo do interesse público, fortes indícios de tráfico de influências, um quadro passível de gestão danosa, grave atentado ambiental e desprezo por valores democráticos que nos são caros e certos de que esta questão tem muita matéria para uma investigação jornalística que há muito nos é devida, apelamos à vossa presença neste evento».

  • Ciclista tavirense Zé Ricardo morre contra camião em Alcoutim

    Ciclista tavirense Zé Ricardo morre contra camião em Alcoutim

    A Academia de Ciclismo Jopelor pela qual José Ricardo Viegas era atleta manifestou-se em nota de pesar, «deixou-nos hoje, a fazer umas das várias coisas que nos unia, andar de bicicleta. É com muita dor e tristeza que partilhamos esta notícia. Foi um prazer e privilégio enorme privar e partilhar uma bonita e verdadeira amizade com o Zé Ricardo, genuíno, educado e humilde, o rapaz de sorriso fácil, verdadeiro amigo, atencioso, que sempre deu o seu melhor e nunca nos deixou ficar mal».

    «A ti, Zé Ricardo, obrigado por tudo, olha por todos nós, brilha muito aí em cima. Serás sempre um de nós. Endereçamos as nossas sentidas condolências à família e aos mais próximos, neste momento difícil, muita força», finalizou a Jopelor.

    Aos familiares e amigos de José Ricardo Viegas, o POSTAL endereça sentidas condolências neste momento de grande tristeza e dor.

    Fonte foto: Postal do Algarve
  • Um tavirense que nunca existiu conta as suas memórias

    Um tavirense que nunca existiu conta as suas memórias

    Na mesa, estavam presentes o Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Tavira, Pedro Nascimento, Ana Cristina Matias, professora, Mariana Batista Machado, encarregada da Biblioteca da Misericórdia e o autor, Ofir Chagas.

    A cerimónia foi precedida de um momento musical acústico, proporcionado por dois amigos do autor, em Vila Real de Santo António, Mírian Rodrigues e José Cruz, seguindo-se, no final da cerimónia, uma visita guiada à Biblioteca onde ficam disponíveis para consulta as obras que conformaram a biblioteca do autor.

    Na análise da professora, Ana Cristina Matias, o ritmo narrativo é rápido, predomina a narração. O discurso direto é raro e a normalmente é muito bem escolhido, no sentido de ser uma afirmação de uma personagem que nos cativa. A quantidade das discrições, posso dizer que elas são são parcas, mas necessárias. Há, por exemplo, as várzeas da serra algarvia. A linguagem é clara. Há o narrar de factos históricos ou políticos relevantes para a cidade.

    A solicitação de Ofir Chagas, a Igreja foi entoada com uma salva de palmas em memória de Arnaldo Casimiro Anica, tavirense a quem muito se ficou a dever, pelo seu empenhamento cultural, numa simples homenagem «a esse conceituado historiador».

    Ofir Chagas fez alguns agradecimentos a pessoas que foram a base do lançamento do seu livro e afirmou que seria mesmo o último a ser publicado. Referenciou a atitude de Pedro Nascimento, Provedor da Santa Casa da Misericórdia pelo acolhimento da sua «singela biblioteca, com a consciência de que quando eu próprio desaparecer encontra uma longa existência e a utilidade que possa servir os tavirenses». Igualmente «por ter autorizado o lançamento deste livro neste histórico».

    Ausente fisicamente, mas presente na obra esteve o tavirense que nunca existiu Benvindo dos Reis Correia.

    A imagem é de Vitor Cardeira, que captou um momento extraordinário, na apresentação de um livro. Testemunhamos que a gata estava ali de livre vontade.
  • Centro de Meios Aéreos de Cachopo é transfronteiriço

    Centro de Meios Aéreos de Cachopo é transfronteiriço

    Trata-se de um projeto financiado com fundos europeus relacionados com a cooperação transfronteiriça, e o trabalho conjunto entre o Algarve e a província espanhola de Huelva. Prevê-se que as obras visitadas do Centro de Meios Aéreos de Cachopo, no concelho de Tavira, devam estar concluídas até setembro e contribuam para a cooperação transfronteiriça, na Proteção Civil com Espanha.

    O edifício que vai servir para a Proteção Civil, de forma que uma equipa acompanhe dali o combate a incêndios. Há um espaço para uma pista para meios a aterragem de helicópteros e partilha de boas práticas e formação.

    A ministra esclareceu que, na área da proteção civil, a cooperação com Espanha está muito avançada e Portugal, que partilha uma fronteira com Espanha, está ciente que o fogo não conhece fronteiras e, por vezes, o corredor de fogos vem da zona de Huelva para este território.

    O centro de meios aéreos permitirá dar uma resposta mais rápida em caso de incêndio florestal, numa zona de serra, a 40 quilómetros do litoral e da sede de concelho. Ana Abrunhosa está esperançada que o Centro de Meios Aéreos de Cachopo possa, no futuro, passar a ser uma infraestrutura definitiva, em vez de estar só operacional durante o período de maior risco de incêndios.

    A presidente da Câmara de Tavira, Ana Paula Martins, relevou que o centro tem como objetivo, em primeiro lugar, dar condições a bombeiros, pilotos e elementos da GNR que participam no dispositivo de combate a incêndios, entre 15 de maio e 15 de outubro, garantindo todos os meios para haver uma resposta imediata. Manifestou o desejo de que o helicóptero ficasse em permanência para aumentar em muito a resposta, uma vez que um carro de bombeiros para chegar demora uma hora e meia a duas horas e um helicóptero implica uma resposta imediata.