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Etiqueta: socorro

  • Transporte por ambulância é mais adequado quando resposta aérea é demorada

    Transporte por ambulância é mais adequado quando resposta aérea é demorada

    A Sociedade Portuguesa de Emergência Pré-Hospitalar (SPEPH) alertou hoje que é “clinicamente mais adequado” um paciente ser transportado por ambulância quando a resposta aérea ultrapassa o tempo estimado de transporte terrestre.

    Quando o tempo total da resposta aérea ultrapassa o tempo estimado de transporte terrestre, é considerado clinicamente mais adequado e seguro que o paciente seja transportado por via terrestre, a fim de garantir uma assistência eficaz e tempestiva”, afirmou a SPEPH em comunicado.

    O organismo comentou assim o caso de um doente de 49 anos com um traumatismo craniano que foi transportado por um helicóptero da Força Aérea, num processo que demorou mais de cinco horas para a transferência do Hospital da Covilhã para os Hospitais da Universidade de Coimbra.

    De acordo com SPEPH, a decisão entre meios aéreos e terrestres deve ser técnica e segura. “A prioridade deve ser sempre a rápida estabilização e o encaminhamento seguro do paciente à unidade hospitalar mais adequada (cuidados definitivos), respeitando critérios técnicos que visam a maximização das hipóteses de sobrevivência e recuperação”, salientou a SPEPH, recordando que a medicina pré-hospitalar “segue princípios bem definidos no que diz respeito à escolha do meio de transporte mais adequado para pacientes vítimas de trauma grave, tendo em conta várias variáveis essenciais”.

    Entre os principais fatores a serem avaliados estão as condições meteorológicas, o tempo estimado para a chegada do helicóptero ao local do pedido de ajuda, o tempo necessário para preparação da aeronave e da equipa médica, e ainda a duração do voo até ao local do pedido de ajuda”, vincou.

    Esta tomada de posição reporta-se ao caso de, no sábado, um doente, de 49 anos, com traumatismo craniano, ter demoroado mais de cinco horas para ser atendido desde que foi tomada a decisão de transferência do Hospital da Covilhã para os Hospitais da Universidade de Coimbra.

    Em resposta à agência Lusa, o Ministério da Saúde disse hoje que remeteu para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) quaisquer esclarecimentos sobre o caso. Também o diretor executivo do Serviço Nacional de Saúde (SNS), Álvaro Almeida, remeteu para o INEM a responsabilidade do transporte de doentes, sublinhando que “a transferência hospitalar não é da competência da direção executiva”.

    No mesmo sentido, o presidente do sindicato dos técnicos de emergência pré-hospitalar, Rui Lázaro, defendeu que “os responsáveis têm um rosto: é o Governo e o INEM“, sendo que “o INEM não acautelou atempadamente o tempo do concurso” para a contratação do serviço aéreo de emergência médica.
    O concurso público para a contratação deste serviço foi adjudicado à empresa Gulf Med Aviation Services Limited apenas no final de março.

    A empresa teve pouco mais de um mês. O Governo e o INEM deveriam ter iniciado este concurso um pouco mais cedo ou um pouco mais tarde“, acusou Rui Lazaro, reiterando que os helicópteros da Força Aérea deveriam ser deslocalizados para o interior do país, onde entende fazerem mais falta.

    Desde o passado dia 01 que a Força Aérea assegura o transporte de emergência médica com quatro helicópteros que deveria funcionar 24 horas por dia, mas apenas um está atualmente apto para voar à noite, numa operação transitória até que a empresa que ganhou o concurso tenha os meios suficientes.
    Além destas quatro aeronaves da Força Aérea, a Gulf Med assegura, através de um ajuste direto até o contrato entrar em vigor, dois helicópteros Airbus, que ficam nas bases de Macedo de Cavaleiros e de Loulé, mas que apenas operarão no período durante o dia.

    Segundo o ministro da Defesa, Nuno Melo, a Força Aérea tem ao serviço do INEM helicópteros com base em Beja, Montijo e Ovar.

    ./Com Lusa

  • Alcoutim + próximo

    Alcoutim + próximo

    Reconhecendo os resultados positivos decorrentes da concretização do projeto «+ Próximo», como «fundamentais para combater a solidão e o isolamento dos idosos sinalizados», do concelho, a Câmara Municipal de Alcoutim aprovou um protocolo de colaboração com o Centro Humanitário de Tavira da Cruz Vermelha Portuguesa.

    A autarquia assume o compromisso de financiar o projeto «+ Próximo» por ser um projeto inovador de teleassistência à população mais idosa do concelho (com idade maior ou igual a 65 anos e em situação de isolamento social e geográfico).

    Em comunicado, a autarquia explica que ele «Consiste na instalação de dois aparelhos. Um é colocado na pulseira ou no colar que pode ser premido em caso de pânico, e outro é colocado junto ao telefone, permitindo falar com a central, o que facilita uma intervenção precoce em caso de risco».

    «Uma vez acionado, o serviço direciona a chamada para os meios mais adequados, designadamente forças de segurança, 112 ou familiares» esclarecem.

    A execução do projeto está a cargo do Centro Humanitário de Tavira da Cruz Vermelha Portuguesa.

    O acompanhamento no domicílio assenta «no levantamento de necessidades, no rastreio de parâmetros de saúde (tensão arterial, glicémia e colesterol), na divulgação do serviço de teleassistência, bem como na instalação e contínua monitorização da funcionalidade dos dispositivos necessários para o seu usufruto».

    Iniciado em 2020, o projeto resultou de um Protocolo de Associação ao Contrato Local de Segurança do município de Alcoutim com a Área Governativa da Administração Interna e a Cruz Vermelha Portuguesa (Centro Humanitário de Tavira).

    O financiamento do projeto foi sempre garantido pela Secretaria Geral da Administração Interna através de verbas provenientes da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, no âmbito de apoios previstos para riscos sociais.

    Nesta 5.ª edição, revela a autarquia, após várias diligências e diversas formas de contacto, quer presenciais quer à distância, sempre com boas expetativas à renovação do apoio à continuidade deste importante projeto para a realidade de Alcoutim, «não foi recebida qualquer informação ou decisão sobre o processo de renovação».

    O projeto “+ Próximo”, pressupõe um investimento de, aproximadamente, 56 mil euros, e acompanha atualmente 73 seniores em 35 localidades dispersas pelas quatro freguesias do concelho, sendo os utentes maioritariamente mulheres com uma idade média de 82 anos, inventariou a câmara municipal de Alcoutim.

  • Incêndio em barco atracado

    Um incêndio destruiu alguns equipamentos instalados na cabina de uma embarcação de pesca, no cais da Docapesca, em Vila Real de Santo António.

    O alerta ocorreu às 06:45 horas, tendo o fogo sido dominado em 20 minutos e extinto por uma equipa dos Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim, que evitou que as chamas provocassem danos mais avultados. com Arenilha TV.

    Artes de pesca prendem veleiro

    Um veleiro de bandeira alemã ficou preso em artes de pesca e sem capacidade de manobrar, junto à ilha da Culatra, em Faro.

    Segundo o Correio da Manhã, uma embarcação da Estação Salva-Vidas de Olhão foi acionada para auxiliar o veleiro em dificuldade e acompanhá-lo até ao fundeadouro da Culatra.

    A operação foi coordenada pelo comandante da Capitania do Porto de Olhão.


  • Monte Gordo de luto por um dos seus

    Monte Gordo de luto por um dos seus

    Segundo documentou, na própria hora, a ArenilhaTV, o Tiago encontrava-se na pesca desportiva na manhã do dia 26 de agosto, quando foi acometido por convulsões.

    Imediatamente chamado o socorro, foi transportado para os Estádio Municipal, de onde o helicóptero do INEM o conduziu para a Unidade de Saúde Algarve – Hospital de Faro.

    Tiago Filipe era muito popular em Monte Gordo e exercia a sua profissão no Restaurante Tapas.

    O funeral foi realizado na tarde do dia de hoje para o cemitério de Vila Real de Santo António.

  • Salvamento de risco pela Marinha Portuguesa

    Salvamento de risco pela Marinha Portuguesa

    A Marinha, através do Centro de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa) coordenou, durante a tarde de domingo, uma operação de resgate de um homem, de 31 anos, que ficou preso no topo do rochedo Leixão da Gaivota, concelho de Lagoa.​​

    Após recepção do alerta, e em coordenação com o Capitão de Porto de Portimão, foram empenhados vários meios de resgate do Instituto de Socorros a Náufragos e dos Bombeiros de Lagoa.

    No entanto, devido à dificuldade de acesso ao local, por se tratar de um rochedo com 30 metros de altura, foi necessário empenhar o helicóptero da Força Aérea Portuguesa, EH-101, que cerca das 21h00 resgatou o indivíduo que desembarcou no Aeródromo de Portimão.

    A Marinha através dos seus Centros de Busca e Salvamento Marítimo, garante uma resposta contínua em todo o espaço marítimo sob responsabilidade nacional a incidentes que possam ocorrer.

    Contudo há em Portugal hoje, quem se questione sobre a responsabilidade de pessoas que, individualmente se arriscam em aventuras, sem a devida preparação ou objetivos meramente lúdicos, ocupando meios destinados a responder a situações de natureza profissional.

  • VMER no concelho de Vila Real de Santo António pede Álvaro Araújo

    VMER no concelho de Vila Real de Santo António pede Álvaro Araújo

    Este pedido foi naturalmente influenciado pelo «trágico episódio ocorrido recentemente, na praia da Lota, onde um homem de 58 anos faleceu devido a uma paragem cardiorrespiratória, enquanto a VMER mais próxima estava a 45 minutos de distância».

    Álvaro Araújo, realçou na sua nota «a premência de uma resposta pré-hospitalar efetivamente rápida em situações críticas», tendo em conta «a demora e a distância a que se encontrava a VMER».

    Recorde-se que, no caso em apreço que despoleta este pedido da autarquia vila-realense, foi a intervenção de nadadores salvadores e outros banhistas no socorro e prestação de assistência à vítima até à chegada de uma ambulância com Suporte Imediato de Vida, que transportou o homem até ao Serviço de Urgência Básica de VRSA, onde foi decretado o óbito.

    O presidente reforça que «a autarquia compreende as explicações prestadas pelas entidades oficiais e acredita que tudo foi feito, em função dos meios de resposta que estavam disponíveis naquele momento, para evitar este desfecho trágico. Mas, esta situação veio realçar a imperiosa necessidade do reforço da rede de meios de Suporte Avançado de Vida (SAV), com intervenção médica robusta, na região do sotavento algarvio e no próprio concelho».

    E continua a dar a sua opinião sobre o problema do socorro local afirmando que «A responsabilidade de assegurar a segurança e o bem-estar de todos os que residem, trabalham e visitam este local é incontestável. A efetiva disponibilidade de cuidados médicos de emergência pré-hospitalar é uma componente fundamental dessa responsabilidade». lembrando a responsabilidade também com visitantes e turistas, para além da obrigação permanente para com a população local.

    O presidente da Câmara Municipal de VRSA diz também que «já havia alertado para esta situação antes do início da época balnear, tendo inclusivamente reunido com o presidente do Conselho Diretivo do INEM, Luís Meira, e com a presidente do conselho de Administração do Centro Hospitalar Universitário do Algarve, Ana Gomes. No âmbito dessas reuniões o autarca propôs a existência, em permanência, no concelho, de uma VMER com um médico, um enfermeiro, medicação e equipamento de SAV

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  • Assim se ensaia um salvamento transfronteiriço no Guadiana

    Assim se ensaia um salvamento transfronteiriço no Guadiana

    O exercício teve iniciativa da Armada de Espanha com o registo MARSEC 23. Guadiana Digital publica, sob licença da Arenilha TV, um vídeo, com locução do jornalista Eusébio Costa, a documentar as diversas fases da operação.

    Se tivesse sido a sério, seria de registar três mortos e 29 feridos, para um acidente deste tipo. Foi apenas um simulacro, para colocar sob o estado de operacionalidade para dar combate a estas tragédias, as forças de segurança envolvidas na proteção dos cidadãos em ambos os lados de um fronteira líquida, onde circulam a toda a hora barcos de todas as nacionalidades e tipos diferentes.

    A coisa simulou-se mais ou menos assim. Cerca das 10:30 da manhã registou-se uma colisão no rio Guadiana, frente ao porto de Ayamonte, entre um ferry que une os municípios de Vila Real de Santo António e Ayamonte, cheio de turistas, e um barco de pesca.

    Os dois barcos assinalam o acidente através de VHF e, a gravidade do acontecimento, obrigou a que fossem ativados o Plano de Emergência do Território da Andaluzia (PTEAND) em pré-emergência, o Plano de Emergência Municipal de Ayamonte e o Plano Interior Marítimo de Espanha, tendo sido mobilizados numerosos efetivos, em ambos os lados da fronteira. Em Vila Real de Santo António, participaram a Capitania do Porto e os Bombeiros Voluntários.

  • Veleiro socorrido na barra da Armona

    Veleiro socorrido na barra da Armona

    De acordo com a nota, os elementos da Estação Salva-vidas de Olhão e do Comando-local da Polícia Marítima de Olhão auxiliaram na tarde de ontem, 30 de julho, quatro tripulantes de um veleiro, de bandeira sueca, que encalhou à entrada da barra da Armona, no concelho Olhão.

    O alerta recebido foi recebido cerca das 18:20 horas, através do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), a informar que se encontrava um veleiro encalhado à entrada da barra da Armona,.

    Foram ativados para o local elementos da Estação Salva-vidas de Olhão e do Comando-local da Polícia Marítima de Olhão e, à chegada junto do veleiro, constataram que os tripulantes se encontravam bem fisicamente, sem necessidade de assistência médica, tendo os elementos da Estação Salva-vidas procedido ao resgate de três dos tripulantes para o porto de Olhão.

    Face às condições da maré, não foi possível retirar o veleiro do local, tendo o proprietário ficado a bordo, onde durante a madrugada procederam ao desencalhe do veleiro, pelos próprios meios, tendo fundeado na ria Formosa.

    O proprietário foi notificado, e só poderá largar após ser alvo de uma vistoria, a fim de assegurar as condições de navegabilidade. O Comando-local da Polícia Marítima de Olhão tomou conta da ocorrência.

  • Socorro demora duas horas na Manta Rôta

    Socorro demora duas horas na Manta Rôta


    Os dois socorristas da Cruz Vermelha depois de prestarem os primeiros socorros à senhora a necessitar de assistência, ao colocarem a maca no veículo, aperceberam-se que estava partida e não recolhia as rodas.

    Envergonhados pela situação, que segundo eles, é recorrente e com visível sofrimento da paciente que, depois de esperar uma hora pela ambulância, teve de aguardar mais o tempo de consertar a maca que lhe saltou uma roda e se lhe partiu o eixo e o punho.

    Apesar do desalento, os socorrista deram o seu melhor e as duas horas que pareceram uma eternidade.

  • Critérios do INEM para enviar Meios de Socorro

    Critérios do INEM para enviar Meios de Socorro

    Gestos que Salvam – O INEM tem por missão acudir a situações de emergência médica.

    A diferença entre os conceitos de Urgência e Emergência Médica não é apenas uma questão de português: a gestão dos meios de socorro tem de ser feita de forma criteriosa, para que eles não faltem, em situações em que são realmente necessários.

    Após receber a chamada transferida pela Central 112, o INEM inicia um processo de localização, triagem e aconselhamento da ocorrência. Esta triagem é feita com base nas questões colocadas ao contactante e permite identificar se a situação é urgente ou emergente.
    Através dos dados recolhidos no diálogo com o contactante, e recorrendo às aplicações informáticas disponíveis no Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), o INEM consegue avaliar se a situação coloca a vítima em risco de vida e envia para o local o(s) meio(s) de emergência mais apropriado(s).

    Numa situação de urgência, a vítima pode ter necessidade de ser observada numa unidade hospitalar para receber o tratamento adequado, mas não corre risco de vida imediato.

    Nestes casos, a chamada é transferida para o Centro de Contacto SNS24, serviço do Ministério da Saúde constituído por profissionais qualificados e preparados para aconselhar os doentes sobre a melhor forma de melhorar o seu estado de saúde.

    Este Centro pode aconselhar a deslocação do doente a uma unidade de saúde, sendo dadas alternativas ao contactante para que seja efetuado um outro tipo de transporte, serviço esse garantido por entidades como Corporações de Bombeiros, Cruz Vermelha Portuguesa ou empresas privadas que se dedicam ao transporte de doentes não urgentes.

    Já numa situação emergente, a vítima apresenta sinais e sintomas que indicam estar-se perante uma situação de risco de vida iminente, sendo necessária a prestação de cuidados de saúde ainda no local e durante o transporte até à unidade de saúde adequada para o um tratamento eficaz.

    Sempre que verificar uma situação de emergência, o INEM envia os meios de socorro adequados. Por isso, a avaliação correta da situação é fundamental!

    Fonte: FIRESHELTER52