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Etiqueta: sindicatos

  • USA/CGTP debate turismo no Algarve

    USA/CGTP debate turismo no Algarve

    A União dos Sindicatos do Algarve/ CGTP-IN e o Sindicato da Hotelaria do Algarve (SHA) realizam no dia 22 de novembro um debate sobre o Turismo no Algarve: atualidade e perspetivas para o progresso da região.

    O debate começa às 15 horas, no anfiteatro Professor Doutor Ludgero dos Santos Sequeira, na Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo da Universidade do Algarve econta com a participação de professores e alunos da Universidade do Algarve, do presidente da Região de Turismo do Algarve, do coordenador do SHA e da coordenadora da USAL/ CGTP-IN.

    O debate pretende promover a reflexão e discussão sobre a realidade do Turismo no Algarve, apontando medidas para o seu desenvolvimento, para a melhoria das condições de trabalho e perspetivas para o progresso integral da região.

  • Reunião entre ministério e professores

    O Ministério da Educação e os sindicatos vão reunir-se nesta sexta-feira, dia 30, para debater apoios à deslocação de professores colocados em escolas distantes das suas residências e medidas para melhorar as condições laborais do pessoal não docente.

    Duas semanas antes do início de mais um ano letivo, representantes do Ministério da Educação, Ciência e Inovação encontrar-se-ão com diversos sindicatos para negociar aspectos de um decreto-lei que estabeleceu um regime excecional e temporário de contratação de docentes.

    O Governo e os professores discutirão a implementação de um auxílio à deslocação para educadores de infância e professores do ensino básico e secundário colocados em agrupamentos de escolas ou escolas isoladas em áreas consideradas carentes, isto é, localizadas nas regiões da Grande Lisboa, Alentejo e Algarve.

    No término de julho, o ministro da Educação, Fernando Alexandre, reconheceu que o próximo Orçamento do Estado poderia incluir incentivos para atrair mais professores para escolas com elevado número de alunos sem aulas.

  • União dos Sindicatos do Algarve celebra Abril

    União dos Sindicatos do Algarve celebra Abril

    Nesta iniciativa participam a Escola de Dança Urban Expression, a banda Cão Amarelo, dos alunos da Escola de Música Moderna do Sul, dos alunos da Associação Cultural Fusetense, com um projeto de tributo a Xutos e Pontapés e ainda com o projeto Arraial Lalá com a prsença do fadista José Manuel Ferreira.

    No dia 25 de abril, inicia-se pelas 16h00, uma manifestação pela Liberdade agendada para sair do Jardim Manuel Bívar em Faro, percorrendo algumas ruas da cidade de Faro e terminando no Largo de São Pedro.

    Para a União dos Sindicatos do Algarve, o 25 de Abril é celebrado como um dos momentos maiores da história contemporânea de Portugal, pelo que assinalar os seus 50 anos equivale comemorar a concretização coletiva que pôs fim a 48 anos de ditadura.

  • Tiago Oliveira é o novo secretário-Geral da CGTP-IN

    Tiago Oliveira é o novo secretário-Geral da CGTP-IN

    O novo secretário-geral da CGTP entende que é, no plano de conflitos em que se desenvolve a luta de classes, e condenou a guerra que «é a destruição das forças produtivas, motor único do desenvolvimento humano e é a negação de tudo o que nós, os trabalhadores, somos». A força de quem trabalha é o fator único do desenvolvimento de tudo o que de bom existe nas nossas vidas, afirmou o novo secretário-Geral.

    Foi revelado que CGTP atingiu 110 mil novas sindicalizações, consideradas «obra e fruto da ação e intervenção de todos os que aqui estão e de todos aqueles que nos locais de trabalho resistem e lutam, todos os dias!».

    A revelação foi feita por Isabel Camarinha, na sua última intervenção enquanto secretária-Geral da CGTP-IN, ao dar começo aos trabalhos do XV Congresso, que juntou mais de 700 delegados eleitos pelos trabalhadores de sectores de todo o país.

    Atribuiu a magnitude do número do alargamento se deve à intervenção nas empresas, locais de trabalho e serviços «onde não entrávamos e passámos a exercer plenamente a atividade sindical. Uma intervenção que temos de continuar e aumentar».

  • Trabalhadores algarvios lutam pelo aumento de salários e pensões

    Trabalhadores algarvios lutam pelo aumento de salários e pensões

    É exigido um aumento salarial de 10%, com um mínimo de 100 euros para todos os trabalhadores, a fixação do Salário Mínimo Nacional em 850 euros com efeitos a partir de 1 de janeiro de 2023, horário de trabalho regular de 35 horas de trabalho para todos, público e privado, revogar as normas gravosas da legislação laboral, nomeadamente parando o ataque à contratação coletiva e estabelecendo o princípio do tratamento mais favorável ao trabalhador, assim como erradicar a precariedade e valorizar carreiras e profissões e ainda, defender e aumentar o investimento nos serviços públicos e nas funções sociais do Estado.

  • Sindicatos algarvios analisam situação laboral e social na Região

    Sindicatos algarvios analisam situação laboral e social na Região

    Caracteriza a situação pela «enorme diferença registada entre os extraordinários lucros acumulados pelos grandes grupos económicos e financeiros e o crescimento das dificuldades e a degradação das condições de vida e de trabalho da maioria dos trabalhadores e do povo».

    Para o organismo representante dos trabalhadores algarvios o governo PS «não parece interessado em resolver os problemas estruturais e as medidas que tem apresentado são manifestamente insuficientes para dar resposta às necessidades dos trabalhadores, dos reformados e pensionistas e do país».

    Constata que os trabalhadores têm cada vez mais dificuldades em adquirir bens e serviços essenciais, em manter os empréstimos à habitação «devido ao brutal aumento das taxas de juros, e, mesmo trabalhando, verifica-se um aumento generalizado da pobreza em Portugal».

    Para além deste fato, verberam contra o projeto de Lei de alteração à legislação laboral, que está em discussão na Assembleia da República, porque ele que «mantém as normas que permitem acentuar os níveis de precariedade laboral, não elimina os obstáculos à dinamização da contratação coletiva, como a norma da caducidade das convenções coletivas de trabalho, e não reintroduz o princípio do tratamento mais favorável ao trabalhador».

    A região do Algarve, na apreciação da USAL, a realidade caracteriza-se por uma continuada política de baixos salários, de sazonalidade, de precariedade, de exploração e de completa desregulação dos horários de trabalho.

    «De acordo com os dados do INE de 2020, a percentagem da população em risco de pobreza ou de exclusão social na região era de 22,3%, mais 2,5% que a percentagem de Portugal continental, realidade que atingirá em 2023, proporções mais graves», relevam.

    Para os sindicatos o Algarve é uma região onde «a especulação imobiliária e a liberalização do mercado de arrendamento torna cada vez mais difícil o acesso da maioria dos trabalhadores a uma habitação condigna, em que cerca de 75 mil pessoas não têm médico ou enfermeiro de família; em que a rede de transportes é desadequada às necessidades de mobilidade dos trabalhadores e das populações e onde se continua a insistir na errada estratégia de desenvolvimento económico assente quase exclusivamente num único setor de atividade – o Turismo».

    A direção da União dos Sindicatos do Algarve, reunida a 22 de novembro de 2022, manifestou o seu apreço pelo Movimento Sindical Unitário e «todos os trabalhadores que lutam em torno das suas reivindicações concretas, nas empresas e locais de trabalho da região e que contribuem, desta forma, para um outro rumo para o país».

    Quanto a deliberações, decidiu continuar a dinamizar e a reforçar a luta pelo aumento geral dos salários em 10%, com um mínimo de 100€, pelo aumento do Salário Mínimo Nacional para os 850€, pelo aumento das pensões em 60 euros, pela dinamização da contratação coletiva e pela regulação e redução dos horários de trabalho para as 35 horas semanais;

    Decidiu exigir a revogação das normas gravosas da legislação laboral, como a caducidade das convenções coletivas de trabalho e a reintrodução do princípio do tratamento mais favorável ao trabalhador;

    Afirmar e defender a liberdade sindical e o direito do exercício da atividade sindical no interior das empresas e locais de trabalho;

    Exigir o reforço dos serviços públicos, nomeadamente do Serviço Nacional de Saúde, e das funções sociais do Estado e a criação de uma rede pública de creches gratuitas.

    Mobilizar os dirigentes, delegados e ativistas sindicais para a Concentração Nacional em frente à Assembleia da República, convocada pela CGTP-IN, para o próximo dia 25 de Novembro e mobilizar a estrutura para dinamizar a Semana de Luta Nacional, nas empresas e locais de trabalho, de 10 a 17 de dezembro, convocada pela CGTP-IN.

    Por último, levar a cabo uma iniciativa de convergência intersindical, a realizar dia 17 de dezembro, pelas 10 horas, frente ao Mercado Municipal de Faro, apelando à máxima participação dos trabalhadores.

  • Salários baixos são causa de falta de mão de obra hoteleira

    Salários baixos são causa de falta de mão de obra hoteleira

    O valor que está a ser pago não permite aos trabalhadores fazerem face às suas necessidades básicas e tem de se acrescentar outras razões como os horários cada vez mais desregulados e as longas jornadas de trabalho, que não permitem conciliar vida profissional com a vida pessoal e familiar.

    Os empresários do setor afirmam que apesar de haver milhares de pessoas no setor a receber o subsídio de desemprego no âmbito de medidas implementadas durante a pandemia de covid-19, quando são chamadas para entrevistas de trabalho recusam-se a regressar às empresas.

    Há ainda a considerar a precariedade generalizada em todo o setor, com recurso a empresas de trabalho temporário, contratos a prazo na sua maioria ilegais, falsa prestação de serviços ou estagiários a ocupar postos de trabalho permanentes.

    O Sindicato dos Trabalhadores da Hotelaria e Similares do Algarve também elenca nas causas da falta de atratividade da profissão o encerramento dos estabelecimentos na época baixa que considera que se destina a evitar vínculos efetivos, quando os trabalhadores precisam de viver o ano inteiro.

    Tiago Jacinto, dirigente do Sindicato denunciou a existência de assédio laboral e de repressão, principalmente sobre os trabalhadores que exigem o cumprimento dos direitos e a melhoria salarial, entre outras. Não sendo contra a contratação de trabalhadores estrangeiros reitera que o que está a afastar os trabalhadores do setor do turismo são principalmente as razões apontadas pelo seu sindicato.

    Existe uma série de medidas que deveriam ser implementadas, como um aumento mínimo de 90 euros dos salários ou um salário mínimo nacional de 800 euros a partir de 01 de julho, pois que, para um turismo de qualidade, é indispensável valorizar o trabalho e os trabalhadores e repartir com eles a riqueza criada de forma justa e dar-lhes melhores condições.

  • Amazon com primeiro sindicato da sua história

    Os trabalhadores de um armazém da Amazon em Staten Island, no estado de Nova York, votaram sexta-feira para formar o que será o primeiro sindicato americano na história da empresa desde sua criação, há 27 anos.‎

  • Sindicato da Hotelaria na rua contra os baixos salários

    Sindicato da Hotelaria na rua contra os baixos salários

    Dirigentes, delegados e ativistas sindicais do Sindicato da Hotelaria do Algarve/CGTP-IN estiveram esta manhã em Faro a realizar uma ação de denúncia pública, para alertaram a opinião pública sobre a «grave situação de enorme exploração a que os trabalhadores do sector da hotelaria, turismo, restauração e similares do Algarve estão a ser vítimas à vários anos e que se agravou com as medidas desadequadas e desequilibradas que o Governo tomou e continua a tomar, a favor do patronato e em prejuízo dos trabalhadores, no âmbito do combate à COVID-19

    A jornada foi iniciada junto aos hotéis EVA e Faro, cerca das 10:00 horas. Depois de terem aprovado uma moção, os presentes deslocaram-se à sede da Associação dos Industriais Hoteleiros e Similares do Algarve e à Região de Turismo do Algarve onde a entregaram. Foi também distribuída aos trabalhadores e população em geral.

    O documento será enviado à Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, ao Presidente da República, à Assembleia da República e ao Governo. Aqueles trabalhadores exigem a «revogação das normas gravosas da legislação laboral que estão a incentivar o patronato a bloquear a negociação coletiva e a aumentar a exploração».

    Dizem ter em conta «o bloqueio que o patronato está a fazer à melhoria dos salários e das condições de trabalho e de vida» só a luta organizada dos trabalhadores é que forçará o patronato a mudar a sua posição.

    Nesse sentido, o Sindicato da Hotelaria do Algarve está a apelar a todos os trabalhadores que estão descontentes com a situação para que deem mais força à exigência de negociações que resultem em aumentos salariais e melhoria das condições de trabalho, que se sindicalizem e participem nos plenários nos locais de trabalho e nas ações convergentes na rua. Unidos os trabalhadores têm a força necessária para a mudança!