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Etiqueta: salubridade

  • Afluência de água salobra diminuirá em Castro Marim

    De acordo com uma nota do município de Castro Marim arrancou a obra na rede de saneamento para reduzir afluências de água salobra, em parceria com as Águas do Algarve.

    A intervenção, consta da colocação de mangas protetoras na rede de saneamento, já está a decorrer na vila de Castro Marim depois de terem sido realizados os trabalhos de diagnóstico e limpeza de condutas.

    A autarquia chama a atenção para a antiquidade da rede de esgotos da vila, já é antiga e próxima ao rio Guadiana, que provoca a existência de várias afluências de água salobra nos coletores de esgotos.

    Para proceder a esta obra, o Município de Castro Marim assinou um protocolo de colaboração técnica com a Águas do Algarve, com o apoio do Fundo Ambiental e homologado pela ministra do Ambiente e da Energia, Maria Graça Carvalho.

    A senhora ministra reconheceu a necessidade urgente, inadiável e de manifesto interesse público nacional da execução da empreitada.

    A salinidade nos esgotos faz com que o tratamento de águas seja mais complicado, prejudicando assim a sua reutilização pelo setor agrícola e nos dois golfes do concelho de Castro Marim, uma das medidas em concretização da Resolução do Conselho de Ministros para combater a seca na região algarvia que tem de ser cumprida e que aprova um quadro de medidas de resposta.

    A primeira fase desta intervenção começou em março do ano passado com uma campanha de medição da salinidade em vários locais da vila de Castro Marim, com limpeza de condutas e deteção de infiltrações, com o diagnóstico realizado com câmaras de vídeo.

    Uma boa qualidade de água é de extrema importância para a rega e para os campos de golfe, cuja reutilização deve incluir um tratamento terciário de remoção de nutrientes, de poluição microbiológica e salinidade, contribuindo assim no combate à seca que afeta o concelho de Castro Marim e a região algarvia.

  • Regulamentação do subsídio de insalubridade e risco é insistência do STAL

    Regulamentação do subsídio de insalubridade e risco é insistência do STAL

    Um grande número de autarquias continua a não aplicar o Suplemento de Penosidade e Insalubridade e o Sindicato dos Trabalahadores da Administração Local, STAL, para além de reivindicar que o façam quanto antes, entende que o mesmo deva ter incluído o risco laboral.

    O STAL/CGTP-IN lembra que este suplemento tem a sua aplicação integrada na Lei do Orçamento do Estado para 2021 e já enviou à ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, uma nota de que as autarquias estão legalmente obrigadas a fazê-lo e, ao não procederem à sua implementação, desrespeitam o princípio do Estado de Direito, sonegando um justo direito aos trabalhadores.

    Considera inaceitável que, passados nove meses desde o início do ano, cerca de metade das autarquias ainda não tenha aplicado o SPI, nem justificado a sua não aplicação, cujos efeitos reportam a 1 de Janeiro do ano em curso.