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Etiqueta: Risco

  • Morte por violência doméstica em Espanha

    Seis mortos por violência doméstica em 24 horas, em Espanha, em menos de 24 horas., onde, em um dos casos, o assassino desmembrou a ex-mulher e os dois filhos, colocando os corpos numa câmara frigorífica.

    Os restantes crimes dizem respeito a um homem que estrangulou a namorada e a um outro que atirou sobre a companheira e a mãe desta, antes de se suicidar.

    O Governo de Pedro Sanchez convocou uma comissão de crise para debater o problema. O crime que vitimou três pessoas ocorreu em Cuenca, quando um homem, condenado por violência doméstica e prestes a entrar na prisão, matou a mulher e os filhos – de oito e três anos.

    A mulher encontrava-se num programa de acompanhamento de vítimas de violência doméstica, tendo sido colocada num grau de risco não elevado.

    O jornal «El País» revela outro dos casos que ocorreu em Granada, após um homem disparar sobre a ex-namorada, de 20 anos, e a mãe desta, suicidando-se de seguida.

    Em Málaga, um homem estrangulou a namorada e tentou matar-se. Em 2024, já morreram nove crianças por violência doméstica no país. É o maior número em 20 anos, a par de 2015.


  • Nova plataforma no Algarve para combate aos riscos de catástrofe

    Nova plataforma no Algarve para combate aos riscos de catástrofe

    Foi já assinado o memorando para a constituição da Plataforma Regional para a Redução do Risco de Catástrofes do Algarve (PRRRC do Algarve).

    Esta plataforma destina-se a promover a articulação das entidades locais e das associações de cidadãos na atuação conjunta, a nível regional, face a um potencial risco, com base numa estratégia de prevenção e segurança, através de conhecimento, inovação, sensibilização, educação, comunicação e participação da sociedade civil.

    Visa o desenvolvimento de atividades para a redução do risco de catástrofes, aumentando a resiliência na comunidade e nas diferentes estruturas dos diversos setores de atividade.

    Estão nesta plataforma a AMAL e os 16 municípios algarvios, a Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF), a Águas do Algarve (AdA), o Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA), a Guarda Nacional Republicana (GNR), a Safe Communities Portugal (SCP), a Universidade do Algarve (UAlg) e outros.

    A PRRRC do Algarve foi criada no âmbito do projeto Região Resiliente 2.0 (RR2.0) e resulta de uma parceria entre a AMAL, a ANEPC (Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil) e LabX – Centro para a Inovação no Setor Público da AMA (Agência para a Modernização Administrativa), cujo Protocolo já havia sido assinado em 2021.

    A solução está enquadrada nas normativas internacionais, nomeadamente no Quadro de Sendai, e na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e pretendendo dar resposta a normativos nacionais, como a Estratégia Nacional para uma Proteção Civil Preventiva 2030, e apoiar instrumentos regionais, como é o caso do Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Algarve (PIAAC).

  • Cuidado com mergulhos nas piscinas

    Cuidado com mergulhos nas piscinas

    Em tempo de lazer e de férias os médicos da Sociedade Portguhuesa de Patologia da Coluna Vertebral Médicos querem evitar mergulhos perigosos em praias e piscinas

    Assim a SPPCV vai promover uma campanha de consciencialização para a prevenção das lesões da coluna, causadas por mergulhos em praias e piscinas, junto das crianças e dos jovens adolescentes. Com a iniciativa quer alertar os mais jovens para os «riscos que correm quando dão mergulhos, tanto nas piscinas como nas praias, em águas pouco profundas, e que podem provocar lesões permanentes na coluna”. Segundo explica o ortopedista Nuno Neves, presidente da SPPCV, há saltos que podem mudar a tua vida.

    Protege a tua coluna! é o mote desta campanha que vai estar disponível nas redes sociais, durante a época balnear deste ano. As lesões na coluna derivadas de mergulhos ocorrem geralmente quando a cabeça bate no solo ou numa rocha. Além da baixa profundidade do local ou dos comportamentos de risco, estes acidentes podem estar relacionados com uma postura incorreta durante a execução do mergulho. Para prevenir as lesões na coluna aquela sociedade recomenda que verifique sempre a profundidade da água antes de mergulhar e mantenha-se sempre dentro da zona supervisionada que deve evitar-se mergulhar sob o efeito de bebidas alcoólicas.

    Os sinais e sintomas de lesão na coluna incluem a dor no local lesionado eventualmente com irradiação aos membros superiores, náuseas, cefaleias ou tonturas, fraqueza ou incapacidade em mover os braços ou pernas; formigueiro ou dormência nos membros e na área abaixo da lesão, estado de consciência alterado, dificuldades respiratórias, perda do controle da bexiga ou do intestino…

    Recomenda ainda a quem presenciar um acidente e suspeitar de uma lesão da coluna que deve contactar de imediato o 112 e chamar uma ambulância. Não deve mover a pessoa, uma vez que qualquer movimento numa coluna já danificada pode causar danos permanentes.

    Que é a SPPCV

    http://sppcv.org/A Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral, fundada em 2003, é uma associação científica, sem fins lucrativos. Tem por objeto a promoção, o estudo, a investigação e a divulgação das questões inerentes à problemática da prevenção, diagnóstico e tratamento das patologias da coluna vertebral e está visível na Internet.

  • Virús bate com força em Olhão

    Virús bate com força em Olhão

    O presidente da Câmara Municipal de Olhão, António Pina, lançou um apelo na sua página do Facebook para que os cidadãos compreendam a necessidade de assumirem comportamentos para impedir a propagação do novo coronavirus.

    No apelo em que afirma que a situação de Olhão se está a agravar, António Pina alerta que o concelho entrou em 2021 «em situação de risco elevado, depois de 9 meses em que nos mantivemos em valores muito abaixo da realidade da região e do país».

    Diz o presidente da CM de Olhão que «bastaram poucos dias para sairmos do índice (casos por 100 mil habitantes, nos últimos 14 dias) de 150 e ultrapassar o indice 240, o que nos colocou em situação de risco elevado».

    Confirmando com números, revela que atualmente, o índice subiu a 342.3 e o concelho caminha passos largos para situação de risco muito elevado, se ultrapassar o valor 480.

    «Estes valores são o resultado da presença do vírus na comunidade olhanense e que potencializam o surgimento de surtos, ainda mais quando os concelhos vizinhos apresentam números ainda mais elevados (Faro:370,4 ; S. Brás: 441,6 ; Tavira: 1137,4)».

    Revela ainda que «desde o início do ano tivemos, por dia, 18, 22 e 17 novos casos respetivamente. Atualmente temos 137 casos ativos. A situação é por isso muito negativa e com tendência a agravar-se».

    António Pina dis que a situação só poderá ser revertida «se mudarmos o nosso comportamento e adotarmos as necessárias medidas de segurança já conhecidas de todos: distanciamento, higiene e uso da máscara.Desprezar ou negar a existência do vírus é um ato irresponsável que nos afeta a todos. Compreendo que muitos dos que cumprem se sintam impotentes para travar ou mudar os comportamentos alheios, mas não é possível ter um polícia para cada pessoa e nem sequer retirar a liberdade individual de cada um. Mas a este ritmo de evolução pandémica, essa mesma liberdade poderá ficar em causa, com restrições que nos afetarão a todos, enquanto indivíduos e comunidade. Vencer depende de todos e cada um de nós!», termina na sua nota.